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Iniciativa de Um Baile Bom

“Bóra enfrentar essa crise juntos!

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Montamos um espaço para você comunicar suas habilidades, serviços, especialidades. A ideia é funcionar como um mural de serviços que são oferecidos.

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Boa sorte!

fonte: UM BAILE BOM

Um Baile Bom é uma movimento-festa-ato político de mobilização da comunidade negra de Curitiba e Região Metropolitana através de um baile black. Realizado, até junho de 2017, na tradicional Sociedade Operária Beneficente 13 de Maio, clube social negro de 128 anos, o terceiro mais antigo do país em funcionamento, Um Baile Bom completou seu primeiro ano de resistência em abril de 2016.

## BANGUÊ ## RITMO, POESIA & CONSCIÊNCIA

“A Banguê tem objetivo de levar a cultura hip hop para todos. Proporcionando um bom domingo, levando informação e levantando questões sociais a todos os parceir@s que colarem, além de cada edição ajudar alguma instituição ou lar. A mudança começa em cada um de nós até se tornar coletiva.

Vamos arrecadar doações para mães de famílias com poucas condições financeiras. Recebemos bastante pedidos de ajuda para bebês no último mês, colabore!

Aceitamos material de higiene, roupas, brinquedos, mamadeiras, fraldas, tudo! 🙂

Quem doar estará concorrendo a uma tatuagem de R$150.

+informações entre em contato pela página

28.05.2017
Banguê #10
14h00 às 21h00

LOCAL:
Palácio dos Estudantes – Casarão da UPE
Presidente Carlos Cavalcanti, 1157 – São Francisco, Curitiba
Entrada Gratuita!
Confira a página do evento, aqui

IMAGEM: Revistha

fonte

NO SÁBADO, FESTIVAL DE ETNIAS VAI DEBATER DIVERSIDADE ÉTNICA, IMIGRAÇÃO E O DRAMA DOS REFUGIADOS

No Brasil, haitianos enfrentam hoje problemas similares aos que enfrentavam os imigrantes do século XIX. Foto: Brunno Covello.

Em 2017, pela primeira vez o Festival Folclórico de Etnias vai deixar por um momento os palcos do Teatro Guaíra para se concentrar em um debate sobre um tema bastante contemporâneo: as atuais ondas de imigração no Brasil e no mundo e o drama dos refugiados.

Para ficar apenas em um recente e chocante alerta emitido pela ONU, hoje existem aproximadamente 50 milhões de crianças deslocadas no mundo, das quais 28 milhões foram expulsas de suas casas por conta de conflitos armados, e tem necessidade urgente de ajuda humanitária e acesso a serviços essenciais.

“São crianças que, se não receberem suporte, tem forte potencial vulnerável a degradações sociais, como violência, drogas, terrorismo”, avisa Élisson de Souza e Silva, mestre em filosofia e produtor cultural, que será o mediador do debate.

A mesa acontece no sábado, 8, às 16h30, no Memorial de Curitiba. A entrada é gratuita. Também participam o professor de sociologia e estudioso da imigração Márcio Sérgio de Oliveira, a presidente da Associação Interétnica do Paraná (Aintepar), Blanca Hernando Barco, o repórter fotográfico Bruno Covello, que retratou a imigração haitiana no Brasil, e o professor de antropologia Lorenzo Gustavo Macagno.

O Festival Folclórico de Etnias é uma realização da Aintepar, em parceria com a Trento Edições Culturais e a Universidade Livre da Cultura (Unicultura).

Agora como antes
A discriminação enfrentada pelos expatriados é uma constante na história do mundo e do Brasil. “Os primeiros imigrantes, quando chegaram aqui, enfrentaram problemas similares aos que os haitianos enfrentam agora”, afirma Élisson.

Nesse aspecto, uma das principais características é que essas comunidades acabam ficando reclusas, pouco interagindo com o local onde vivem.

Os poloneses, por exemplo, são de longe a mais numerosa etnia a se estabelecer no Paraná – estima-se que cerca de 70 mil tenham chegado aqui a partir de 1870 –, mas não passaram incólumes ao processo de adaptação à nova terra. Hoje, Curitiba é conhecida como a “capital polaca do Brasil”, mas dentro da cidade a etnia tem certa invisibilidade, na avaliação do professor Márcio Sérgio de Oliveira. “A gente não tem um restaurante polonês na cidade, se você parar para pensar. Já os italianos têm um bairro gastronômico inteiro”, exemplifica. “E os dois grupos começaram a chegar aqui mais ou menos ao mesmo tempo, com os poloneses em muito maior número”, continua.

Diferentes povos migrantes que se estabelecem em uma mesma região também podem acabar criando conflitos. “Alemães e italianos nunca se bicaram muito”, exemplifica Márcio Sérgio.

Outro exemplo envolve mais uma vez os poloneses, que quando aqui chegaram, fugindo da fome e da opressão na terra de origem, encontraram outras etnias já estabelecidas. Com os alemães, tinham uma animosidade histórica, o que foi os tornando mais isolados.

Os reflexos disso podem ser facilmente percebidos hoje. O fato de as comunidades de imigrantes que se fixaram em Curitiba a partir do século XIX interagirem pouco entre si – até por não falarem a mesma língua – contribuiu para reforçar um dos traços tidos como mais marcantes na cultura curitibana: o caráter “frio” e “fechado” de seus habitantes. “Os imigrantes são responsáveis por nossa diversidade cultural, pujança econômica e variedade de produção agrícola, mas o caminho até isso não foi fácil”, destaca Márcio Sérgio.

Dentro desse quadro, a manutenção de tradições folclóricas pode ser o único elo que resta entre o expatriado e sua terra de origem. “O imigrante é quase sempre alguém que perdeu a identidade. Ele é um estranho onde vive e será um estranho também se voltar para o seu lugar natal. Talvez o folclore, essa nostalgia, seja tudo que lhe resta”, finaliza Élisson de Souza.

Serviço
Debate: diversidade étnica, imigração e refugiados.
Sábado, 8 de julho, às 16h30.
No Memorial de Curitiba, R. Dr. Claudino dos Santos, 79 – São Francisco, Curitiba
Entrada gratuita.
Os ingressos devem ser retirados 30 minutos antes, na bilheteria do teatro.

## BANGUÊ ## RITMO, POESIA & CONSCIÊNCIA

## BANGUÊ ##
RITMO, POESIA & CONSCIÊNCIA

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EVENTO GRATUITO
Traga a família!

>> NO LOCAL
Roda de Conversa de Beatmakers
Mostra de Dança
Oficina de MC (com Magu)
Open Mic (Poesia&Acapella)
Graffiti (Live Painting)
Bazar e rango
Exposições de arte
Espaço BANGUÊ KIDS

>> POCKETs
Ni Leblom
Letrash
Mano Cappu
Mynah & Cypher Mulher Virtuosa 2

>> DJs
Isa Todt, Bface & Bab5

>> MESTRA DE CERIMÔNIA
Numa Godoy

>> BATALHA 7toSMOKE ALL STYLE by MOIO!
Batalha de dança de vários estilos variante de 1 contra 1 composta por 7 pessoas que se enfrentam em rotação com PREMIAÇÃO DE R$100 + BRINDES!
DJs: ICEMAN & ZAGU | JURADOS: Luanne Cruz, +2 em breve!

>> ARRECADAÇÃO SOLIDÁRIA
Vamos arrecadar artigos para bebês (fraldas, lenços, leite em pó, mamadeiras, brinquedos, roupas, etc), temos muitas famílias carentes precisando disso no momento. EM MEMÓRIA DA NOSSA PARCEIRA LUANA MEDEIROS!

>> SORTEIOS
Quem contribuir com doações concorre a uma Tattoo de R$150.

LOCAL:
Palácio Dos Estudantes – Casarão da UPE
Presidente Carlos Cavalcanti, 1157 – São Francisco, centro de Curitiba
Data: Domingo, 30 de julho, das 14:00 às 21:00

REALIZAÇÃO: AHHEMP e Banguê
APOIO: Um Baile Bom, MOIO, e FATO Agenda

Confira a página do evento, aqui

CULINÁRIA TÍPICA E CORTEJO NA RUA XV: O ‘ESQUENTA’ PARA O FESTIVAL DE ETNIAS

No sábado, 24, o grupo de folclore alemão Original Einigkeit Tanzgruppe fez um pocket show no Passeio Público, já como parte da preparação para o Festival de Etnias.

Culinária típica e cortejo na Rua XV: o ‘esquenta’ para o Festival de Etnias, em Curitiba

A 56ª Festival Folclórico de Etnias do Paraná começa de fato no domingo, 02, mas antes disso uma série de ações em diferentes pontos da cidade vai chamar a atenção e preparar o público para o evento principal.

O Festival de Etnias é organizado pela Associação Interétnica do Paraná (Aintepar) em parceria com a Trento Edições Culturais e a Universidade Livre da Cultura (Unicultura).

As atividades pré-Festival começam na sexta-feira, 30, às 19 horas, na Praça da Ucrânia, com uma aula-show de culinária ucraniana e degustação de pratos típicos. No mesmo espaço, o público poderá assistir a apresentações de grupos folclóricos do país eslavo.

No sábado, 1º, às 10 horas, no Mercado Municipal, é a vez da gastronomia japonesa, também acompanhada de apresentações folclóricas.

Ainda na manhã de sábado, a partir das 11 horas, integrantes dos 17 grupos que se apresentarão no Festival, devidamente caracterizados, farão um cortejo pela Rua XV de Novembro. Eles sairão do Teatro Guaíra com destino à Boca Maldita. Nas proximidades da Praça Osório, dançarão uma quadrilha junina.

“É uma forma de os representantes dessas culturas mostrarem que também estão integrados aos nossos costumes”, destaca Ricardo Trento, um dos produtores do Festival de Etnias.

Todos os eventos do pré-Festival são gratuitos.

A abertura oficial do evento acontece no domingo, 2, às 19 horas, no Teatro Guaíra, com a apresentação do Grupo Indígena Tekowa Xiinguy, convidado da organização.

As exibições vão até o dia 13, no Guaíra e no Guairinha. No palco, todas as noites, representantes, dentre outras, das culturas espanhola, germânica, grega, holandesa, italiana, japonesa, ucraniana, polonesa, israelita e boliviana.

Os ingressos estão à venda na bilheteria do Guaíra e pelo Disk Ingressos (3315-0808), e custam R$ 50 e R$ 25 (meia entrada).

Acesse o site e confira a programação: www.festivalfolclorico.com.br
Facebook: www.facebook.com/festivalfolcloricodoparana

FESTIVAL DE ETNIAS DO PARANÁ: QUALIDADE ARTÍSTICA DE GRUPOS FOLCLÓRICOS É RECONHECIDA NO BRASIL E FORA DELE

Apesar de não serem compostos por dançarinos profissionais, os grupos que se apresentarão no Festival Folclórico de Etnias do Paraná mantêm uma rotina de disciplina e constantes ensaios, a fim de garantir a qualidade técnica e artística das apresentações.

O Festival de Etnias acontece de 2 a 13 de julho, no Teatro Guaíra e no Guairinha. O evento é uma realização da Associação Interétnica do Paraná (Aintepar) e da Trento Edições Culturais.

O esforço é recompensado. O grupo polonês Wisla, por exemplo, têm reconhecimento internacional. Em julho, logo após o espetáculo em Curitiba, os integrantes embarcarão para uma turnê que passará por 18 cidades da Polônia.

Quase ao mesmo tempo, o Grupo Folclórico Ucraniano Poltava vai participar do Festival de Dança de Joinville, o maior do mundo. A coreografia enviada para a pré-seleção do evento foi escolhida pelos jurados para participar da mostra competitiva.

É a terceira vez que o Poltava vai ao Festival de Joinville. Nas outras duas, em 2002 e 2003, ficou em sétimo e segundo lugares, respectivamente, na categoria danças populares.

Em Santa Catarina, será apresentada a coreografia Sviatkuvannya v Poltavi. A mesma dança fará parte do espetáculo do Festival de Etnias do Paraná, no dia 7 de julho.

Em Curitiba não há uma mostra competitiva, mas no Festival de Joinville o Poltava entra com a pretensão de ganhar. “Não é pelo dinheiro do prêmio, é pelo prestígio”, explica o presidente do grupo, Elias Kalinovski.

Com essas duas grandes apresentações programadas para o mês de julho, os dançarinos do Poltava têm encarado uma rotina de ensaios de nove horas semanais, concentradas principalmente nos finais de semana. “O pessoal está soltando foguetes, todos bastante ansiosos para sentir essa energia”, conta Kalinovski.

Turnê polonesa
O grupo de folclore polonês Wisla se apresenta no dia 3 de julho no Festival de Etnias. No dia 9, embarca para a Polônia, onde em 22 dias passará por 18 cidades. Não é a primeira vez.

Desde 1996, de três em três anos o grupo é convidado pelo governo polonês a se apresentar em um festival de cultura popular do país. Nas últimas três ocasiões, acabou fazendo extensas turnês. “A gente já é conhecido lá, o que favorece os contatos”, diz Lourival Araújo, coreógrafo do Wisla.

Como o Poltava, o Wisla também já participou do Festival de Dança de Joinville. Venceu em 1999 e conseguiu boas colocações em 2001 (3º lugar), 2007 (2º) e 2013 (2º). Anos antes, na década de 80, se apresentou para o papa João Paulo II, no estádio Couto Pereira.

Este ano, o grupo levará ao país eslavo uma apresentação dividida em duas partes, reservadas aos folclores polonês e brasileiro, respectivamente. A primeira é a mesma que será exibida aqui, durante o Festival Folclórico de Etnias.

A coreografia, como acontece todo ano, começou a ser concebida em novembro. “O que dá mais trabalho é fazer as pessoas perceberem a importância cultural de cada passo, cada movimento, o que essa manifestação diz sobre cada região da Polônia. Embora os dançarinos sejam descendentes de poloneses, eles são brasileiros, você precisa conectar eles com essa carga”, pontua Lourival. “É importante, por isso a gente se dedica e consegue com o tempo.”

Araújo morou por cinco anos na Polônia, onde se formou coreógrafo na Universidade de Lublin.

Os dançarinos do Wisla têm ensaiado 11 horas por semana. Para a viagem à Polônia, não existe patrocínio, e cada integrante vai arcar com suas despesas. “Mesmo assim, por ser algo fantástico, todos querem ir”, destaca Lourival.

Serviço:
Festival Folclórico de Etnias do Paraná
De 02 a 13 de julho
No Teatro Guaíra e no Guairinha, centro de Curitiba.
Confira a programação:
www.festivalfolclorico.com.br

CELEBRANDO O AMOR: PERLA FLAMENCA TABLAO COMEMORA O DIA DOS NAMORADOS

Jonas Ruedas

Na edição do junho do Perla flamenco Tablao, a proposta é celebrar o amor, com música, dança e gastronomia espanhola; Dia 16/06 (sexta), às 21h

Comemorando o dia dos namorados, o grupo Perla Flamenca Arte em Movimento, traz a Curitiba, no dia 16 de junho, o bailaor Jonas Ruedas. O show de música e dança flamenca também terá a presença do cantaor Fernando de Marília, da bailaora Miri Galeano, do guitarrista Jony Gonçalves e de alunos do grupo.

“O flamenco é forte e apaixonante, ideal para comemorar o dia dos namorados e compartilhar o amor à arte”, comenta a diretora do Grupo Perla Flamenca, Miri Galeano.

Com o objetivo de criar um ambiente flamenco em Curitiba, recriando o clima dos tradicionais tablaos (“tablados”) espanhóis, o projeto Perla Flamenca Tablao tem, desde 2015, atividades mensais, abrindo as portas tanto para os alunos da Perla Flamenca quanto para artistas consagrados e interessados de outras escolas que desejarem vivenciar essa arte dentro de um tablao.
O convidado especial desta edição é o bailaor Jonas Ruedas, “uma revelação do flamenco no Brasil”, destaca o guitarrista Jony Gonçalves, que também dirige o projeto.

O ingresso está à venda no Espaço Up Live (Rua Claudio Manoel da Costa, 623, Bom Retiro) e custa R$50,00 para o público em geral e R$ 80,00 para os casais (2 ingressos), além do show, com duração de cerca de 1h, é servida uma taça de sangria e um petisco tradicional na culinária espanhola.

Sobre Jonas Ruedas
Jonas Ruedas nasceu em São Paulo em 1997. Seu primeiro encontro com o Flamenco foi aos 13 anos de idade na escola Rueda Flamenca, pertencente a seus tios. Lá, aprendeu seus primeiros passos flamencos e recebeu grande influência familiar. Aprofundou seus estudos na dança flamenca com diversos nomes nacionais e internacionais. Em 2012, ganhou o primeiro lugar no concurso de Revelação Flamenca do ano, promovido pela Feira Flamenca. Aos 16 anos fez sua primeira viagem para Espanha com o projeto “Viagem Encuentro Flamenco” onde aprimorou seus estudos através de cursos ministrados pelos professores Afonso Losa, Davi Paniagua, Pedro Córdoba, Domingo Ortega. Ainda na Espanha foi convidado pelo projeto “Flamenco Brasil” a participar do Tablado “Polana”. Ministrou aulas de dança flamenca nas Escolas “Atelier Flamenco”, de André Pimentel e no “Galpão da Dança”, de Miguel Alonso. Foi membro regular do Grupo do Galpão da Dança, atua como bailarino solista e em espetáculos com diversos grupos do Estado de São Paulo tais como: Estúdio Soniquete Arte Flamenca, de Mariana Abreu, Studio de Arte Flamenca Alhambra, de Iracy Prades, Grupo Rama Nueva, de La Tri Ni, Estudio de Arte Flamenca Ana Guerreiro e Dance Arte Ursula Correa, entre outros.

Sobre o Grupo Perla Flamenca:
Após 13 anos de muita dedicação ao Flamenco no Brasil e no exterior e com o objetivo de sempre difundir esta arte, Miri Galeano “La Perlita” e Jony Gonçalves criaram o grupo “Perla Flamenca Arte em Movimento”. O objetivo do grupo é compartilhar e transmitir a arte a pessoas de qualquer idade, gênero e nacionalidade. Utilizando a linguagem universal da música, o grupo desenvolve diversas atividades, tais como aulas de dança, aulas de violão flamenco, encontros sobre teoria e história do Flamenco, bem como apresentações e workshops com artistas nacionais e estrangeiros. Diretores do Grupo:
Miri Galeano “Perlita” Coreógrafa e Bailaora;
Jony Gonçalves Músico – Guitarrista. Confira a fanpage do grupo: aqui

Sobre o Flamenco
O Flamenco nasce na Andaluzia, Espanha, e de lá se espalha pelo mundo, levando consigo a soma de diferentes culturas que o fizeram emergir, tais como árabe, cigana, judia, espanhola, negra. Ao falar das emoções humana mais primitivas, como raiva, dor, medo, alegria, paixão, amor, sensibiliza e conecta-se com os mais diversos públicos, talvez por isso tenha ultrapassado suas fronteiras e se firmado como um gênero artístico, muito além de algo folclórico e de identidade local. Um show tradicional de flamenco sempre reúne seus três elementos: Baile (dança), toque (guitarra espanhola/violão) e Cante (voz). No flamenco, o bailarino/bailarina é chamado bailaor/bailaora, o cantor/cantora de cantaor/cantaora e o/a violinista de guitarrista.

SERVIÇO
O que: Perla Flamenca Tablao – edição especial Dia dos Namorados
Quando: 16/06 (sexta), às 21h
Onde: Espaço Up Live (Rua Cláudio Manoel da Costa, 623, Bom Retiro | Curitiba-PR)
Quanto: R$ 50,00 (inteira) | R$ 80,00 (casais – 2 ingressos)
Informações/ingressos: (41) 99571-7379

FINAL DA MOSTRA PARANAENSE DE DANÇA TERÁ PALCO ALTERNATIVO

Mostra Paranaense de Dança / todas as fotografias deste post são de Cayo Vieira

Além dos espetáculos no Guairão, evento vai promover apresentações gratuitas em diferentes espaços culturais de Curitiba e oficinas.

Desde o mês de maio, a Associação de Bailarinos e Apoiadores do Balé Teatro Guaíra (a ABABTG) tem circulado pelo Paraná com o propósito de selecionar companhias, escolas, grupos e artistas da dança que terão a oportunidade de apresentar o seu trabalho na grande final da Mostra Paranaense de Dança. O evento será realizado em Curitiba entre os dias 16 e 18 de junho. Uma das novidades desta 10ª edição é que, além das apresentações de companhias profissionais e dos grupos selecionados no Guairão, há o retorno do Palco Alternativo (iniciativa realizada de 2010 a 2013), com espetáculos gratuitos em locais diversos da cidade, em parceria com a Fundação Cultural de Curitiba.

A ABABTG escolheu estrategicamente cinco cidades do Estado para realizar seletivas e identificar talentos da dança pelo Estado. Curitiba, Ponta Grossa, Campo Mourão, Francisco Beltrão e Arapongas receberam a Mostra Paranaense de Dança entre os meses de maio e junho. Diversos grupos e artistas de cidades vizinhas se inscreveram para participar deste processo. Agora, as coreografias selecionadas serão apresentadas na capital paranaense no Guairão, no Memorial de Curitiba e na Casa Hoffmann entre os dias 16 e 18 de junho.

“A ideia desta ação adicional, com a apresentação de trabalhos que participaram das seletivas realizadas nas cinco cidades, é divulgar o trabalho dos grupos participantes e levar a dança além dos espaços convencionais, aproximando o público dos artistas e contribuindo com o processo de formação de plateia para as artes”, explica a presidente da ABABTG e coordenadora da Mostra, Simone Bönisch.

A organização do Festival espera a participação de 600 artistas de diferentes municípios do Paraná e até de cidades vizinhas ao Estado na final. Eles se apresentarão em três dias de espetáculos. Companhias profissionais também foram convidadas para realizar a abertura dessas noites de apresentações. Já estão confirmadas a Curitiba Cia de Dança e a EF Jazz Company. No mesmo fim de semana da Mostra Final, ainda serão ofertadas oficinas de balé clássico, jazz, dança contemporânea, standing pilates e alongamento e realinhamento postural, além de apresentações gratuitas em espaços públicos da cidade. Um bailarino, um coreógrafo e um grupo que se destacaram durante as seletivas também serão homenageados com o Prêmio ABABTG de Incentivo à Dança.

Em sua edição de 2016, o evento reuniu uma média de 15 mil pessoas (entre público, artistas e participantes das oficinas). Para este ano, a estimatima é que o festival encerre com o envolvimento de cerca de 17 mil pessoas.

Mostra Final com os artistas e grupos selecionados:
Data e hora: dias 16 e 17 de junho, às 20h. Dia 18 de junho, às 18h
Local: Guairão – Rua XV de Novembro, 971 – Centro de Curitiba
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
Aquisição pelo Disk Ingressos ou na bilheteria do espaço

Projeto Palco Alternativo:
Local: Memorial de Curitiba
Data: dia 17 de junho, às14h30
 Local: Casa Hoffmann
Data: dia 18 de junho, às 10h
As apresentações são gratuitas

Oficinas de aprimoramento técnico e artístico
Informações e inscrições no site do evento: www.ababtg.org.br/mostra

Regulamento e mais informações:
mostra@ababtg.org.br
www.ababtg.org.br/mostra
www.facebook.com/ababtgoficial
www.instagram.com/ababtg

ABABTG – Fundada em 2007, a Associação de Bailarinos e Apoiadores do Balé Teatro Guaíra surgiu para fortalecer a dança e demais artes motivando uma ligação sinérgica entre os setores público e privado. Para tanto, tem desenvolvido projetos culturais que promovam ações de formação, atualização, divulgação e fomento da dança, em suas diversas linguagens. A formação de público e o apoio à gestão de carreira de seus associados bailarinos, ex-bailarinos e apoiadores do Balé Teatro Guaíra também estão entre os compromissos da ABABTG. Formalizada como uma agremiação artística e cultural de caráter civil e personalidade jurídica e recentemente qualificada como Organização Social, a Associação tem demonstrado uma atividade intensa desde a sua fundação. Entre os seus principais eventos está a Mostra Paranaense de Dança, realizada anualmente em diferentes cidades do Estado para incentivar e valorizar bailarinos e grupos amadores e promover apresentações profissionais a preços populares. 

BOLSAS PARA MESTRADO EM INDÚSTRIA CRIATIVA

A Bath Spa University, no Reino Unido, oferece 3 bolsas para estudantes da América Latina em seus programas de mestrado. Está universidade é bastante voltada para áreas de criatividade, cultura e empreendedorismo.

São contemplados programas em diversas áreas da comunicação, artes e indústria criativa, incluindo dança, literatura, mídia, história e propaganda. Os mestrados na instituição têm duração de um ano e são em período integral.

Um estudante será contemplado com uma bolsa integral, que cobre todos os valores do curso, e dois com bolsas parciais de 50%.

As inscrições serão aceitas até o dia 22 de junho, e os cursos se iniciam em setembro de 2017.

Para concorrer, é preciso se candidatar ao curso desejado – enviando documentos como histórico acadêmico e comprovante de proficiência em inglês – e então enviar um formulário de candidatura à bolsa. Confira mais detalhes no site da instituição.

fonte: Estudar Fora