MOSTRA PARANAENSE DE DANÇA 2018

Mostra Paranaense de Dança. Crédito das fotos: Cayo Vieira

 ABABTG divulga cronograma de inscrições e seletivas

Em 11 anos de existência, a Mostra Paranaense de Dança – iniciativa da Associação de Bailarinos e Apoiadores do Balé Teatro Guaíra (ABABTG) – se tornou o maior evento do gênero no Brasil. Em sua última edição, em 2017, reuniu cerca de 17 mil pessoas – entre público, artistas inscritos, bailarinos profissionais convidados, equipe técnica e alunos das oficinas e workshops. Ao todo, o Festival contou com a participação de grupos de 56 cidades, sendo três de Santa Catarina e o restante do Paraná. Ambos os estados reuniram 2360 artistas inscritos, que apresentaram 566 coreografias, sendo que, destas, 122 foram aprovadas para a Mostra Final. Em 2018, a Mostra dá continuidade à sua missão de promover apresentações artísticas de companhias profissionais convidadas, revelar o talento de artistas e grupos amadores, promover a interação entre profissionais e estudantes da dança, ofertar iniciativas de formação e trazer para o Brasil artistas internacionais para apresentações inéditas.

Todos os anos, estudantes de todos os estilos de dança do Paraná e de estados vizinhos aguardam ansiosos a divulgação do cronograma de atividades da Mostra e a revelação das cidades escolhidas para receber as seletivas. Este ano, além de Curitiba, a ABABTG passará por Campo Mourão, Pato Branco, Ponta Grossa e Arapongas. Grupos, escolas, academias e bailarinos poderão se inscrever a partir do dia 7 de abril (cronograma de inscrições abaixo). Os grupos inscritos se apresentarão para uma banca de profissionais convidados pela Associação e alguns trabalhos serão selecionados para a grande final realizada tradicionalmente no palco do Guairão.

Essas cidades ainda vão receber oficinas de aprimoramento técnico e artístico em modalidades variadas, ministradas por profissionais habilitados. A grande abertura da Mostra acontece no Guairinha no dia 2 de maio e contará com a apresentação de solistas finalistas e/ou premiados no Internationales Solo-Tanz-Theater Festival Sttutgart, que acontece anualmente na Alemanha.

Cronograma da edição 2018 da Mostra Paranaense de Dança da ABABTG

Período de inscrições de escolas, academias, grupos e artistas, via site: www.ababtg.org.br/mostra:

Curitiba: de 7 a 13 de abril
Campo Mourão: de 21 a 27 de abril
Pato Branco: de 28 de abril a 4 de maio
Ponta Grossa: de 5 a 11 de maio
Arapongas: de 12 a 18 de maio

Período de seletivas nas cidades do Paraná:
Curitiba: de 3 a 6 de maio
Campo Mourão: 19 e 20 de maio
Pato Branco: 26 e 27 de maio
Ponta Grossa: 2 e 3 de junho
Arapongas: 9 e 10 de junho

Abertura com os solistas internacionais:
· Dia 2 de maio, no Guairinha, em Curitiba.

Mostra Final com os grupos selecionados e profissionais convidados:
· Entre os dias 21, 23 e 24 de junho, no Guairão, em Curitiba.

Inscrições para oficinas de aprimoramento técnico e artístico, via site www.ababtg.org.br/mostra:
· Campo Mourão: 30 de abril a 13 de maio
· Pato Branco: 7 a 20 de maio
· Ponta Grossa: 14 a 27 de maio
· Arapongas: 21 de maio a 3 de junho
· Curitiba (Mostra Final): 4 a 17 de junho
*Investimento: R$20,00 por oficina. 

Regulamento e informações: mostra@ababtg.org.br 
www.ababtg.org.br/mostra  ///  www.facebook.com/ababtgoficial

ABABTG
Fundada em 2007, a Associação de Bailarinos e Apoiadores do Balé Teatro Guaíra surgiu para fortalecer a dança e demais artes motivando uma ligação sinérgica entre os setores público e privado. Para tanto, tem desenvolvido projetos culturais que promovam ações de formação, atualização, divulgação e fomento da dança, em suas diversas linguagens. A formação de público e o apoio à gestão de carreira de seus associados bailarinos, ex-bailarinos e apoiadores do Balé Teatro Guaíra também estão entre os compromissos da ABABTG. Formalizada como uma agremiação artística e cultural de caráter civil e personalidade jurídica e recentemente qualificada como Organização Social, a Associação tem demonstrado uma atividade intensa desde a sua fundação. Entre os seus principais eventos está a Mostra Paranaense de Dança, realizada anualmente em diferentes cidades do Estado para incentivar e valorizar bailarinos e grupos amadores e promover apresentações profissionais a preços populares.

CAIXA CULTURAL TRAZ A CURITIBA A PEÇA NA SELVA DAS CIDADES – EM OBRAS

foto: Renato Mangolin

Com texto original de Bertold Brecht, a montagem oferece um novo olhar a partir de pesquisa realizada pelo grupo mundana companhia. A direção geral é assinada por Cibele Forjaz, mas conta com “propositores de encenação” da própria companhia para cada nova temporada/ocupação

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta uma versão inusitada da peça Na Selva das Cidades. Escrita em 1927, pelo dramaturgo alemão Bertolt Brecht (1898-1956), a obra ainda desafia o tempo, quase um século depois. De uma atualidade aguda, o texto alinha exclusão social aos podres poderes da vida em sociedade. Esses aspectos são investigados à exaustão para a montagem trazida pelo grupo mundana companhia.

Com direção geral de Cibele Forjaz, a peça tem elenco formado por Aury Porto, Carol Badra, Guilherme Calzavara, João Bresser, Luah Guimarãez, Mariano Mattos Martins, Sylvia Prado, Vinícius Meloni e Washington Luiz Gonzales. A pesquisa resultou em um livro distribuído gratuitamente para escolas de teatro e instituições de todo o país.

Parte do conjunto de principais realizadoras de teatro contemporâneo no Brasil, a mundana companhia fez jus a seu nome durante o desenvolvimento da estrutura da peça: ao longo de dois anos, enveredou por toda São Paulo pesquisando, de corpo presente, sua humanidade. A partir daí, arquitetou um espetáculo que se transforma, literalmente, a cada temporada/ocupação.

A partir do glossário urbano adquirido, a montagem conta a mesma história a partir de novos pontos de vista. Ao trabalho da diretora Cibele Forjaz soma-se sempre uma equipe propositiva formada por componentes do grupo que assumem uma espécie de curadoria. Em Curitiba, Aury Porto, Bia Fonseca, Flora Belotti e Rogério Pinto vão liderar a Ocupação #17 PALCO. Eles estudam o espaço e propõem, para toda a equipe, a forma que a peça assumirá durante a temporada/ocupação.

Em Curitiba, Na Selva das Cidades 
Em Obras os criadores apresentam o palco à italiana – espaço nada comum na trajetória da mundana companhia. “A imersão por São Paulo, durante a pesquisa de linguagem, nos deu um eixo. Desde o início estabelecemos uma equipe propositiva que aponta rumos. Toda a ficha técnica está o tempo inteiro envolvida, em movimento, sem um pensamento pronto e acabado para a montagem”, explica Aury Porto, fundador junto com Luah Guimarãez da mundana companhia. As peculiaridades que envolvem a montagem e o processo de criação da companhia serão apresentados durante um bate papo com o público, que será realizado no dia 4 de março, às 15 horas, com entrada franca.

Bixiga – Perdizes: Potência das experiências
Um dos textos com mais elementos expressionistas de Brecht, Na Selva das Cidades mostra a luta entre dois homens, mas também o embate com a cidade. Em 1969, o Teatro Oficina realizou uma montagem do texto considerada antológica. “Lina Bo Bardi levou, para dentro da Oficina, restos de moradias do Bixiga que estavam sendo demolidas para a construção do Minhocão, que liga Bixiga a Perdizes”, conta Aury Porto. Esse processo orientou a pesquisa de campo da mundana companhia. O impacto da imersão dos artistas com o intercâmbio junto aos moradores de SP foi vertiginoso. “Não podíamos criar uma montagem, digamos, formal. A cidade nos deu um estímulo que, na sala de ensaio, se esvaía. Decidimos abrir a possibilidade de mudar tudo a cada nova agenda de apresentações. Já fizemos sem palavra alguma; outra vez fizemos em uma hora, depois em três”, contextualiza Aury.

Dessa maneira, a companhia assumiu o risco de investir no inusitado. “Os conceitos acabados e as formas fixas não cabiam mais nesse trabalho. O próprio texto de Brecht é cheio de lacunas. Percebemos que era a partir destas lacunas que o trabalho se abriria para o nosso tempo e suas questões, para uma comunicação mais livre entre a nossa equipe de criação e o público, entre o teatro e a cidade, entre a ficção e a realidade. Resolvemos, então, abrir radicalmente o espetáculo para a potência das experiências vividas, em grupo, com a cidade. A partir desse novo paradigma, tudo passou a ser móvel e inacabado. A cada nova ocupação, tudo se transforma na relação com o espaço ocupado. Desta forma, o cenário propõe sempre uma nova intervenção no espaço. Da mesma forma, a luz, o vídeo, os figurinos e os objetos de cena só existem a partir da relação com esse novo espaço e seus conceitos. O trabalho dos atores não tem marcas fixas, mas regras de jogo que determinam a movimentação e o desenho da cena. Cada Ocupação é singular, cada sessão é uma estreia. Lutando diariamente contra a nossa tendência às relações hierárquicas e às formas prontas, estamos no risco, prontos para o inesperado”, conclui Cibele Forjaz.

Sobre a mundana companhia
Desde o ano 2000, inspirados pela militância política dos artistas de teatro da cidade de São Paulo junto ao movimento “Arte contra a Barbárie”, Aury Porto e Luah Guimarãez desejavam criar um núcleo artístico formado essencialmente por atores-produtores. A partir daí, um diretor – com afinidades afetivas e estéticas com os membros da companhia – seria convidado a participar. O mesmo ocorreria com os profissionais das outras áreas, como cenografia, figurino, música, luz, e até mesmo outros atores. A cada projeto a companhia teria um novo corpo que daria vazão às ideias de continuidade e transitoriedade. Esse é o pensamento que caracteriza a mundana companhia.

Essa companhia, de encontros conscientemente transitórios, recebe o adjetivo antes do substantivo e tem seu nome integralmente grafado com letras minúsculas. Esboça-se, assim, um projeto em constante construção por diversas mentes e mãos, num processo que pode ser chamado de “frátria”, em dissonância com a supremacia do ideário de pátria – tão caro à maioria das sociedades modernas. Essas especificidades nas relações internas se refletem nas relações com os espectadores e, obviamente, nos temas a serem investigados a cada novo projeto. Apesar de elaborado desde a virada do século, o primeiro trabalho deste núcleo artístico só foi realizado muitos anos depois.

O repertório da mundana companhia é formado pelas montagens: A Queda (2007), adaptação do romance de Albert Camus; Das Cinzas (2009), com texto de Samuel Beckett; O Idiota – uma novela teatral (2010), realizado a partir da obra homônima de Fiódor Dostoiévski; Tchekhov 4 – Uma Experiência Cênica (2010), primeiro trabalho do diretor russo Adolf Shapiro com atores brasileiros – montado por ocasião do centenário de Anton Tchekhov; Pais e Filhos (2012), com encenação adaptada do romance homônimo de Ivan Turguêniev, mais uma vez dirigida por Adolf Shapiro; O Duelo (2013), criado a partir da novela de Tchekhov, que foi a temporada anterior da mundana companhia na cidade de Curitiba em 2014. Atualmente, está apresentando a peça Dostoiévski Trip, de Vladímir Sorókin, com direção de Cibele Forjaz, numa coprodução com a Cia Livre.

Serviço:
Teatro: Na Selva das Cidades – Em Obras
Local: CAIXA Cultural Curitiba. Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR).
Data: 02 a 04 de março de 2018 (sexta a domingo)
Horário: sexta às 20h; sábado às 17h e às 20h; e domingo às 18h.
Ingressos: Vendas a partir de 24 de fevereiro (sábado). R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 16h às 19h.)
Classificação etária: 14 anos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Debate com os criadores: 04 de março, às 15h, com entrada franca.

Informações e entrevistas:
Maria Celeste Corrêa – (41) 9 9995 0169 / 9 8786 4465
maria.correa@grupoinforme.com.br
fernandezcorreamc@gmail.com

MONSTRUOSA COMPANHIA DE TEATRO APRESENTA DRAMATURGIA INCLUSIVA COM A OBRA “CACHORRO”, DE DEA LOHER

O grupo curitibano Monstruosa Companhia de Teatro prepara a obra dramatúrgica alemã “Cachorro” para a primeira temporada no Mini Guaíra. A proposta inclui um projeto de acessibilidade para espectadores com deficiência visual com o apoio do Instituto Paranaense de Cegos (IPC), e é fruto da pesquisa de Juliana Partyka. O texto é ainda uma homenagem a um dos artistas visuais mais conhecidos mundialmente: Alberto Giacometti.

“Cachorro” foi escrita por Dea Loher como uma espécie de homenagem ao escultor Alberto Giacometti, costurando elementos da biografia do artista, e reinventando-os nas duas figuras do texto: dois seres abandonados pela sorte, ironicamente ligados por um artista ausente – ao qual estão ‘presos’, cada um a seu modo. Dea Loher coloca a personagem no lugar de vítima, e o ladrão na
posição poética do artista. Ao fazer isto, coloca em questão – e em tensão – o próprio lugar da arte em nosso tempo.

A peça será apresentada de 08 a 25 de março e conta com três sessões acessíveis ao público com deficiência visual, nos três domingos da temporada. “Valendo-se de percepções sensoriais, oferece uma experiência teatral sugestiva, e diferente daquela oferecida pela áudio-descrição. Busca-se provocar o repertório individual e particular de cada um, através do contato direto com o espetáculo”, explica Juliana Partyka.

As sessões acessíveis incluem uma dinâmica interativa, com entrada antecipada das pessoas com deficiência visual, apresentação e contato com cenários e figurinos, e a inserção dos elementos verbais descritivos no próprio corpo do espetáculo. “Cachorro” conta com a consultoria de Hellen Mieko Hamada, deficiente visual, que auxilia nos assuntos relacionados a este tema específico de inclusão.

A Monstruosa Companhia de Teatro nasceu de uma pesquisa de dramaturgia inclusiva para pessoas com deficiência visual. Com início em 2016, realizou suas primeiras apresentações no Festival de Curitiba de 2017. Desde então, o grupo se abriu para receber diretores e artistas convidados e, desta forma, expandir o pensar e fazer teatro contemporâneo em especial na acessibilidade da arte.

SINOPSE:
Cachorro é uma peça curta, cerca de uma hora, quase uma miniatura se comparada com as grandes peças de Dea Loher. Escrita como uma pequena homenagem ao escultor Alberto Giacometti, a peça costura elementos da narrativa de Jean Genet sobre ele, em O Atelier de Giacometti, e parece ecoar também os retratos de A última modelo, de Franck Maubert, sobre ‘Caroline’, tida como a última musa do artista. Dea Loher costura estes elementos, reinventa-os e os condensa nas duas figuras do texto: dois seres abandonados pela sorte, ironicamente ligados pelo artista sempre ausente. Ao confundir a modelo com a vítima e o ladrão com o artista, Dea Loher produz uma ácida reflexão sobre o sentido da arte em um mundo distópico.

SERVIÇO:
Cachorro, de Dea Loher. Com Fábio Costa e Juliana Partyka. Iluminação de Lucas Mattana. Cenários e Figurinos de Paulo Vinícius. Direção de Márcio Mattana. Realização da Monstruosa Companhia de Teatro. De 08 a 25 de março, de quinta a domingo, às 20 horas. Miniauditório do Teatro Guaíra, centro de Curitiba. Ingressos a R$30 e R$15.

PARANAMBUCO REALIZA PRIMEIRA MINITEMPORADA DO PROJETO ORUN AYÊ ESTA SEMANA, NO PORTÃO CULTURAL

Paranambuco. Crédito HAI studio

Grupo desenvolve série de oficinas e shows gratuitos em Curitiba para fortalecer a identidade cultural brasileira por meio da música

A partir deste mês, o projeto Paranambuco apresenta: Orun Ayê desenvolve uma série de ações com entrada gratuita para aproximar o público curitibano de ritmos tradicionais brasileiros. Serão promovidas três oficinas seguidas de pocket shows, além de seis shows do Paranambuco com participações especiais. A primeira minitemporada acontece esta semana, entre sexta-feira e domingo (dias 23, 24 e 25), no Auditório Antônio Carlos Kraide, no Portão Cultural.

Criado em 2010, o Paranambuco é formado pelo pernambucano Matheus Braga, a paranaense Jô Nunes, o paranaense Bruno Klammer, o mineiro Fred Pedrosa e o catarinense José Navarro. O trabalho autoral surgiu a partir do estudo da musicalidade tradicional brasileira, sendo parte dele dedicada aos Orixás cultuados na Umbanda.

“Toda manifestação cultural tem o objetivo de fazer permanecer uma história. Então, ao reunir e apresentar diferentes regionalidades, nossa intenção é fortalecer a identidade do Brasil. Por meio de ritmos brincantes e da interação com a plateia, queremos propor que a diversidade do nosso país seja valorizada”, conta Matheus. 

Programação:
A primeira minitemporada começa nesta sexta (23), às 14h, com a oficina Brincando Coco e um pocket show. Os participantes terão contato com a história do coco, além de aprender a tocar alguns instrumentos e fazer uma roda de dança. Com duração de 1h30, a oficina é aberta a públicos de todas as idades e não requer inscrição prévia.

No dia 24, o show ocorre às 20h; e, no dia 25, às 19h. O grupo traz o repertório do álbum Orun Ayê, com ritmos como baião, coco, samba, maracatu e xote, além de ijexá, toruá, barravento, puxada de rede e jongo. As apresentações também terão a presença do rabequeiro e percussionista Carlos Ferraz, uma das principais referências da cultura popular e da capoeira angola em Curitiba.

Carlos já integrou o grupo Mundaréu e atuou no espetáculo Rosa Armorial. O artista fez turnês pela Europa com o grupo Forró de Rabeca e fundou a Orquestra de Berimbaus, do grupo Capoeira Angola Resistência e Arte. Também criou o primeiro Festival de Forró de Curitiba e executou o trabalho autoral Carlinhos Ferraz e Forró de Rabeca.

Serviço: 
Paranambuco apresenta: Orun Ayê | 1ª minitemporada

23/2, sexta-feira
14h: Oficina “Brincando Coco” + pocket show

// 24/2, sábado
20h: Show Paranambuco – part. Carlos Ferraz

// 25/2, domingo
19h: Show Paranambuco – part. Carlos Ferraz

// Local: Auditório Antônio Carlos Kraide, no Portão Cultural 
// Endereço: Avenida República Argentina, 3.430 , Portão, Curitiba
// Entrada: gratuita, para públicos de todas as idades

AHK PARANÁ MARCA PRESENÇA NO SMART CITY CURITIBA

Evento propõe debates a partir de diferentes aspectos sobre a realidade urbana ao redor do mundo e os avanços tecnológicos 

De 28 de fevereiro a 1º de março será realizada, na Expo Renault Barigui, a primeira edição do Smart City Expo Curitiba 2018 – o maior evento de cidades inteligentes do mundo. O congresso debate a inovação como motor do desenvolvimento econômico urbano e será o ponto de encontro para debates de referência nacional e regional. Com apoio institucional da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Paraná) e participação das principais representações diplomáticas, como os consulados da Holanda, Alemanha, Finlândia, Espanha, Reino Unido e Argentina, o evento reúne empreendedores, congressistas, expositores e visitantes de vários países.

“Diante da magnitude do evento, da relevância dos temas que serão abordados e do histórico de cooperação entre Brasil e Alemanha, entendemos que a participação da AHK Paraná será de extrema importância, pois sabemos do comprometimento da Câmara com o desenvolvimento sustentável, além disso, ampliamos a visibilidade da marca para os participantes”, conta a conselheira da AHK Paraná e diretora da Roadimex Ambiental, Cris Baluta, que representará a entidade durante o evento.

A programação do Smart City Expo Curitiba foi estruturada em quatro temas principais: Tecnologia Disruptiva, Governança, Inovação Digital e Cidades Sustentáveis do Futuro. Dentro de cada temática, serão discutidas questões como o uso de tecnologias que podem trazer ganhos na gestão das cidades e facilitar o acesso da população aos serviços públicos, participação cidadã na definição de políticas públicas, incentivo à criação de startups como fomento à economia e diversos outros tópicos que, direta ou indiretamente, tem relação com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). Portanto, uma grande oportunidade para expor desafios, estimular novas parcerias, disseminar ideias e compartilhar insights e experiências.

Smart City Expo World Congress
O encontro de Curitiba faz parte do Smart City Expo World Congress (SCEWC) que é um evento de debate internacional sobre o desenvolvimento das cidades, que ocorre anualmente em Barcelona. Em 2011, a Fira Barcelona – uma das instituições mais importantes da Europa por sua experiência na organização de feiras, congressos e eventos – estabeleceu este encontro com uma visão clara: as cidades possuem papel-chave na mudança constante do ambiente populacional global.

O Congresso proporciona a oportunidade de compartilhar conhecimento com oradores prestigiados e a indústria global. A exposição dá aos participantes a oportunidade de ver projetos e tecnologias, além de conectar todos os pontos do ecossistema de uma cidade inteligente. Isso permite a criação de redes, vendas, apresentação de projetos e fazer negócios.

Confira a página do, aqui

Sobre a AHK Paraná 
Estimular a economia de mercado por meio da promoção do intercâmbio de investimentos, comércio e serviços entre a Alemanha e o Brasil, além de promover a cooperação regional e global entre os blocos econômicos. Esta é a missão da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Paraná), entidade atualmente dirigida pelo Conselheiro de Administração certificado pelo IBGC e Cônsul Honorário da Alemanha em Curitiba Andreas F. H. Hoffrichter.

Fundada em 1972, a AHK Paraná integra uma rede composta por mais de 130 Câmaras binacionais alemãs em 90 países ao redor do mundo que trabalham em prol do fomento profissional de seus associados e no estímulo ao networking entre diferentes organizações. Com foco no desenvolvimento do Paraná, a AHK Paraná está entre as cinco melhores e mais completas câmaras bilaterais do Brasil e agrupa empresas de capital ou know how alemão e companhias brasileiras instaladas no estado com interesses na Alemanha.

MOSTRA NOMOS, DE LAURA MIRANDA

A Mostra Nomos, da artista visual Laura Miranda, que teve sua abertura realizada em dezembro de 2017 no Museu Oscar Niemeyer (MON), tem visitas prorrogadas até 29 de abril de 2018. Com curadoria de Kátia Canton, a exposição segue na sala 8 do MON.

No dia 8 de março, às 18h no Mini Auditório do MON, haverá o lançamento do catálogo da Mostra, com distribuição gratuita ao público. Será realizada, como parte do evento, uma mesa redonda com a participação da curadora Kátia Canton, o crítico de arte Paulo Reis e a presença das artistas Laura Miranda e Mônica Infante. A entrada do evento é franca.

A mostra Nomos apresenta dois projetos recentes da artista, Líquens 2014/2015 e Estrela Canina 2016/2017, realizados na Área de Proteção ambiental do Passaúna, região metropolitana de Curitiba. A exposição, composta por 64 obras entre desenhos e objetos conta também com dois vídeos de performance com a participação da artista Mônica Infante. A escolha do termo Nomos para designar esta exposição refere-se a um caminho numa ampla extensão em torno do espaço urbano. O trabalho é construído por meio de processos que consideram as especificidades do território e resulta do embate entre sujeito e mundo – corpo e lugar.

O Projeto Liquens se iniciou por uma série de experiências durante viagens a Índia, em que foi realizado um mapeamento das comunidades têxteis na península e deserto de Kutch. A itinerância por tantos lugares, o convívio com o trabalho familiar e o contato com as técnicas tradicionais de tingimento tornaram-se uma importante fonte de criação.

A somatória destas significações aponta para percursos a céu aberto em que a percepção do espaço surge na relação com amplitude e velocidade.

Ao escolher um local se decidiu por um riacho, de difícil acesso, em meio à mata, espaço formado por um pequeno vale. Foi a partir da imersão neste meio e da documentação de samambaias e liquens que se desenvolveu um argumento conceitual e uma paisagem cênica para o trabalho, tomando as direções fornecidas pelo sítio.

Na performance as artistas Laura Miranda e Mônica Infante, mergulhadas na água, são contornadas pelo escoamento no córrego dos elementos: leite, índigo e ouro em pó. Forma-se uma tríade com as variações dos corpos, movimentos e velocidades em devir: animal, vegetal e mineral.

Na produção plástica Laura Miranda cria três séries de desenhos sobre papel e corte a laser em camadas sobrepostas, reverberando as cores que tingiram as águas de branco, azul e dourado.

Liquens aborda as relações simbióticas de proteção e nutrição que mantém a sobrevivência das espécies e propõe uma ética, a de olhar a existência desenhada através do outro.

O projeto Estrela Canina parte da referência a cães abandonados nas bordas da represa do Passaúna em situação de extrema vulnerabilidade e, consequentemente, apresentando risco para o equilíbrio do ecossistema.

Dois cães, resgatados pela artista e batizados como Estrela e Nirvana tornaram-se protagonistas do processo de criação que deu origem a produção plástica.

O convívio afetivo no local onde foram abrigados, documentado em fotografia e vídeo com percursos no local; observações do comportamento (respostas de sobrevivência, sociabilidade e relação territorial) e do movimento corporal dos cães; anotações sobre percepções espaciais, sensações corporais e ações caninas formaram a base do processo de criação. 

Além disso, foi realizado, semanalmente, um laboratório de criação de movimento. Das imersões corporais guiadas por práticas somáticas surge a imagem do mito do cão de duas cabeças e cauda em forma de serpente cujo nome é Ortros. Ao ser morto por Hércules, este cão se transforma na estrela Sirius localizada na Constelação Cão Maior.

Cerca de um ano depois o cão Estrela morre em decorrência de disputas por território. A soma destes eventos deu origem ao nome do projeto.

A produção plástica resultante deste processo se divide em séries de desenhos e objetos. Baseados em imagens ampliadas da pele e dos pelos dos cães, os desenhos são posteriormente recortados e entrelaçados. Em outra série contornos ampliados da silhueta materializam sombras negras e espessas. Os objetos produzidos em linho, seda e cristais compõem uma instalação e fazem referência à constelação Cão Maior.

A linguagem da performance é criada a partir da conexão em níveis profundos com a vida animal a partir da ativação de camadas profundas do cérebro humano responsáveis não só pela sobrevivência mas também pela capacidade de engajamento social. Funções essas que compartilhamos com o cérebro dos animais.

Estrela Canina apresenta, a partir de um mergulho no próprio corpo das artistas, um processo expandido de conexão com potências primitivas e um transbordamento em direção à outras formas de vida.

Este projeto foi realizado por meio do Programa de Fomento e Incentivo a Cultura da Secretaria Estadual da Cultura e patrocínio da COPEL.

SOBRE A ARTISTA LAURA MIRANDA:
Laura Miranda é graduada em artes visuais (1978 a 1981) e pós-graduada em História da arte do Século XX (1999), pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP) em Curitiba. Realizou cursos de extensão (1991), na Escola de Artes Visuais do Parque Laje, no Rio de janeiro. Também é formada em Experiência Somática (2013 a 2015), prática corporal baseada nas psicologias somáticas, na etologia e na neurociência.

Atua como artista visual e performer desde a década de 1980. Foi professora da Embap de 1998 a 2000. Participou como diretora cultural da Associação Profissional de Artistas Plásticos do Paraná, de 1987 a 1989. Desde a década de 1990 trabalha como figurinista e cenógrafa. Integrou a Tempo Companhia de Dança dirigida por Rocio Infante nos anos de 1990 e desde 1998 trabalha com a artista da dança Mônica Infante, com realização de projetos e pesquisas na área da Performance.

Criou juntamente com Denise Bandeira e Juliane Fuganti em 2001, o Grão Atelier em Curitiba para promover cursos, palestras e oficinas de criação. Realizou projetos que possibilitam a conexão entre artes visuais e arte têxtil, com visitas a instituições e comunidades na Índia, Japão e Canadá.

Participou de exposições, residências artísticas e eventos culturais no Brasil, Canadá, Espanha, Portugal, Índia e Japão. Atualmente suas pesquisas relacionam corpo e meio ambiente e incluem práticas como a Educação Somática (Técnica Alexander), Experiência Somática (Peter Levine) e Ki Aikidô (arte marcial japonesa).

SERVIÇO:
Exposição “Nomos”, de Laura Miranda
Até 29 de abril de 2018
Museu Oscar Niemeyer (MON) – Sala 8
Lançamento do catálogo da Exposição:
Dia 8 de março, 18h
Com participação da curadora Kátia Canton, o crítico de arte Paulo Reis e a presença das artistas Laura Miranda e Mônica Infante.
Local: Mini auditório do MON.
ENTRADA FRANCA
*Distribuição gratuita do catálogo no dia do lançamento

Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico, Curitiba
fone: (41) 3350-4400 / Terça a domingo, das 10h às 18h / 
Retirada de ingressos: até 17h30
R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)
museuoscarniemeyer.org.br

CARTOGRAFIA, POR ANA FERREIRA ::: HOJE, QUARTA, 21 DE FEVEREIRO!!!

Cartografia” funciona assim: você vai ao saguão do Teatro Guaíra (em Curitiba) levando o seu rádio FM e seu fone de ouvido. Só lá você vai conseguir sintonizar a nossa rádio, que emite ondas de curto alcance. 

Aí você vai acompanhar uma narrativa em áudio enquanto é convidado a olhar para o espaço público através dos vidros. 

O que se passa lá? A vida, a cidade, as pessoas ocupando o espaço conforme o modo que acreditam precisar dele, talvez uns artistas intervindo ali, talvez isso seja coisa da sua cabeça pois-o-povo-é-louco-mesmo-e-isso-super-acontece-o-tempo-todo, definitivamente uns artistas intervindo ali, definitivamente este povo é louco, definitivamente nada disso faz sentido, definitivamente as pessoas procuram sentido em tudo e ocupam os espaços conforme o sentido no qual acreditam, definitivamente o-que-se-passou-e-como-há-de-terminar, definitivamente?

Programe-se: apenas dias 20 e 21 de fevereiro (terça e quarta) às 15h e com entrada franca. 

LEMBRE-SE DE LEVAR O SEU RÁDIO (pode ser um player ou mesmo seu celular se ele tiver captação de ondas FM). 

O acontecimento integra a programação da Bienal Internacional de Curitiba em seu Circuito de Galerias. É um dos fragmentos da “Obra em Progresso”, projeto que dialoga com o livro “Finnegans Wake” de James Joyce e que já apresentou as performances “Streaming” (via Facebook) e “Sobreposição” (na Airez Galeria). “Cartografia” dá segmento à pesquisa de formas de relação com o espectador através de outras utilizações de espaços e dispositivos. 

Concepção e criação: Ana Ferreira
Artistas infiltrados no espaço público: surpresa! 
Artistas convidados para a narração em áudio: também! 
Produção: Ana Rivelles 
Foto de divulgação e arte gráfica: Guilherme Zawa
Realização: Agora Coletivo, Airez Galeria e Bienal Internacional de Curitiba. 
Apoio: Centro Cultural Teatro Guaíra e Mabu Hotéis & Resorts 

Serviço
Cartografia, por Ana Ferreira
Data:  20 de fevereiro e 21 de fevereiro (quarta-feira), das 15h às 16h
Entrada gratuita

Confira a página do evento, aqui

FALA COMPANHIA DE TEATRO APRESENTA: NÓS OUTROS

Peça convivial, criada a partir do encontro com índios Guaranis e Kaingang, circula por 24 cidades do Paraná, enaltecendo as relações de encontro desde a diferença. 

A peça teatral Nós Outros, uma realização da FALA Companhia de Teatro, com dramaturgia e direção de Don Correa, circula por 24 cidades do interior do Paraná, realizando uma itinerância de 3278 Km, passando por todas as macrorregiões do estado . O trabalho da companhia curitibana promove o vínculo dos artistas com o espectador a partir da experiência de imersão dos criadores na Aldeia Tupã Nhe’e Kretã, localizada nas imediações do Parque Nacional Guaricana.

Nós outros é um encontro teatral entre pessoas de diversas origens. A partir de uma experiência junto aos Kaingang e Guaranis, o espetáculo busca suspender os discursos e perceber o outro na sua mais completa diferença. Celebrar tanto a cultura quanto cada indivíduo, através de relatos, músicas e danças, é o foco da peça. 

Para a criação da peça, a equipe conviveu com os habitantes da aldeia Tupã Nhe’e Kretã, a fim de participar de atividades propostas por eles. A partir desta convivência, a dramaturgia foi escrita e esboços de encenação foram procurados. 

O trabalho conta com colaborações de Kretã Kaingang, liderança indígena com atuação em nível nacional, e de Florêncio Rékág Fernandes, mestre em Educação e diretor da escola indígena, além dos antropólogos Paulo Homem de Góes e Cauê Krüger. O elenco é composto por Diego Marchioro, Eduardo Ramos, Patrick Belem e Richard Rebelo.

Nós Outros é a busca de um encontro sincero com pessoas com outras visões de mundo. O elenco e equipe criativa buscaram um convívio com os Guaranis e Kaingang na Aldeia Tupã Nhe’e Kretã. O espetáculo busca trazer ao público uma experiência análoga a esta. Reconhecendo a diferença que há entre nós e os outros, entre o semelhante e o diferente, a peça provoca o público a reconhecer a alteridade e ter a possibilidade de uma visão mais complexa do mundo.

Além das apresentações, a equipe realiza oficina de teatro, com acesso gratuito, em todas as macrorregiões e cria registros audiovisuais que são compartilhados em cada lugar visitado.

Com incentivo do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (PROFICE), Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Paraná, a circulação passa por 24 cidades do Paraná com até 20.000 habitantes.

Nós Outros evoca, através da política do encontro, a relação entre diferenças. Uma peça sobre ser humano e suas relações de afeto. Um encontro a partir de agenciamentos heterogêneos e seus espaços.

SOBRE A FALA Companhia de Teatro:
Fundada pelo diretor e dramaturgo Don Correa e o ator Brian Townes, a FALA Companhia de Teatro é sediada em Curitiba desde 2012. A companhia investiga a concepção de novas dramaturgias, e formas do público se relacionar diretamente com as obras. Dentre os trabalhos da companhia, destacam-se os espetáculos “Parido” (2012), “Zero (2013)”, “Gafanhoto” (2013), “Tutorial” (2017), e “Nós Outros” (2018).

FICHA TÉCNICA:
Direção e dramaturgia: Don Correa
Elenco: Diego Marchioro, Eduardo Ramos, Patrick Belem, Richard Rebelo
Composição musical: Paul Wegmann
Direção de produção: Michele Menezes
Cenário e Arte gráfica: Pablito Kucarz
Artista plástico: Max Carlesso
Figurinos: Fabianna Pescara e Renata Skrobot
Consultoria em antropologia: Paulo Homem de Góes
Assistência de produção: Mia Bueno
Produção Executiva (viagens): Diego Marchioro
Assessoria de Imprensa: Fernando de Proença
Fotos e vídeos: Bem-te-vi Produções
Local de pesquisa: Aldeia Tupã Nhe’e Kretã
Apoio: Copel – Companhia Paranaense de Energia
Incentivo: Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (PROFICE), Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Paraná
Produção: Pró Cult
Realização: FALA Companhia de Teatro
DURAÇÃO: 70 minutos
CLASSIFICAÇÃO: 14+

SERVIÇO DA CIRCULAÇÃO NÓS OUTROS:
17/02 – Teixeira Soares
18/02 – Cruz Machado
19/02 – Mangueirinha
20/02 – Candói / Cantagalo
21/02 – Chopinzinho / Nova Laranjeiras
22/02 – Capanema / Capitão Leônidas Marques
23/02 – Matelândia / Vera Cruz D’Oeste
24/02 – Céu Azul
26/02 – Corbélia / Tupãssi
27/02 – Terra Roxa
28/02 – Mamborê
01/03 – Barbosa Ferraz
02/03 – Assai
03/03 – Faxinal
04/03 – Carambei
06/03 – Porto Amazonas
07/03 – Bocaiúva do Sul
08/03 – Quatro Barras
09/03 – Antonina

ENTRADA FRANCA!

PARA INFORMAÇÕES DE LOCAIS DAS APRESENTAÇÕES E HORÁRIOS, ACESSAR, este link

LOJA DAS PULGAS PROMOVE SUA 1ª FEIRA DE LIVROS, DISCOS, CD´S E DVD´S

SÁBADO, dia 10 de março, a Loja das Pulgas promove sua 1ª Feira de Livros, Discos de Vinil, Cd´s e Dvd´s. Aqui em Curitiba!

Aproveite os megadescontos!!! No acervo mais de 1000 discos de vinil com até 30% em descontos, caixas de 3 discos por R$10,  centenas de cd´s e dvd´s. Livros de todos os tipos: coletâneas, literatura, livros técnicos, revistas, gibis. Aproveite o cesto de livros com preço único (R$3,).

Vale lembrar que a Loja das Pulgas vende de tudo – e mais barato!!! Pois a loja comercializa as doações da Associação do Amigo Animal – associação que abriga mais de 1000 cachorros resgatados (em Curitiba e região) e os encaminha (vacinados, castrados e desverminados) para adoção responsável.

O blogue FATO Agenda tem orgulho dessa parceria com a Loja das Pulgas / Amigo Animal, porque ajudando a loja a vender, também contribuímos um pouquinho com os animais recolhidos pela Amigo Animal!

Quem tiver interesse em conhecer: A Loja da Pulgas fica na Rua Pe Paulo Warkocz, 29, CIC / Orleans, Curitiba – próximo ao viaduto e ao cemitério do Orleans.

Além de livros e discos, a loja tem brechó de roupas, sapatos e acessórios, espaço de móveis usados, livros, discos de vinil, brinquedos antigos, antiguidades, moda e acessórios pet e mais um monte de coisas bacanas!

Você também pode levar seus discos e livros para expor! Só avise através do lojadaspulgascwb@gmail.com – por questão de organização.

Confira a página do evento, aqui

A LOJA DAS PULGAS ACEITA DOAÇÕES DE LIVROS E DISCOS!
Você pode doar livros e discos para nossa feira. Iremos buscar em sua casa! E as vendas serão revertidas para os animais da Associação do Amigo Animal. Se quiser doar vc pode trazer na loja ou combinar coleta (em Curitiba e região) com Junior: (41) 9918-7040. A loja aceita todo tipo de doação: móveis, roupas, livros, etc. As vendas são convertidas para cuidar dos animais da Associação.

ATENÇÃO ::: MUDANÇAS NO FACEBOOK!!!

Importante você que curte nossa fanpage fazer essas alterações para continuar recebendo nossas vagas e oportunidades!!!

Com o objetivo de privilegiar conteúdo de amigos e familiares, o Facebook  fez  uma mudança no algoritmo do feed de notícias.  Simplificando, a plataforma irá (a partir de agora) priorizar postagens e compartilhamentos feitos por amigos e familiares em detrimento do conteúdo de páginas que o usuário curtiu. 

Sem entrar em discussões, se você pretende continuar recebendo nossos posts, é importante você fazer algumas alterações:

1) Entre em nossa fanpage, aqui
2) Selecione o botão “seguindo” no menu
3) Selecione “ver primeiro” no seu feed de notícias

Pronto! Você continuará recebendo nossos vagas e oportunidades!!! Muito obrigado pela preferência!!! 

Qualquer dúvida estamos aqui!!! 🙂