MOSTRA DE CINEMAS AFRICANOS ACONTECE EM CURITIBA DE 7 A 13 DE JULHO

Caminhar sobre a Água (França-Níger, 2021), dir. Aïssa Maiga. Créditos: Orange Studio.

Evento presencial apresenta filmes inéditos, convidados internacionais, oficina e outras atrações

De 7 a 13 de julho de 2022, Curitiba recebe a edição presencial da Mostra de Cinemas Africanos 2022. Serão exibidas produções da África do Sul, Angola, Burkina Faso, Camarões, Chade, Egito, Guiné-Bissau, Níger, Nigéria, Quênia, Ruanda, Senegal e Tunísia. A programação na capital paranaense é gratuita e divide-se entre o Cine Passeio e a Cinemateca de Curitiba, com oito longas e mais de 20 curtas, tendo como destaque a produção feminina, a presença de cineastas africanos e filmes inéditos no Brasil. O evento também acontece simultaneamente em São Paulo (SP), de 6 a 20 de julho. A mostra traz ainda curtas online para todo o Brasil na plataforma Sesc Digital. Informações no site mostradecinemasafricanos.com

O título de abertura é “Afrique, je te plumerai”, dirigido por um dos maiores documentaristas do continente, Jean-Marie Teno. O filme, que completa 30 anos em 2022, examina a repressão política em Camarões. O cineasta estará na sessão para conversar com a plateia. Outro destaque da programação é o thriller sul-africano “Boa Senhora”, de Jenna Bass. Comentário sobre as relações raciais na África do Sul pós-apartheid, teve sua estreia premiada no Festival de Toronto. Em parceria com o Cineclube Atalante, Jenna e  Babalwa Baartman, co-roteirista e produtora do filme, participam de debate no sábado (9), na Cinemateca.

O documentário “Caminhar sobre a Água” marca a estreia na direção da franco-senegalesa Aïssa Maiga. Nome de destaque no cinema francês, Aïssa acumula uma extensa carreira como atriz, roteirista e ativista. No filme, a cineasta registra os efeitos das mudanças climáticas e da globalização em uma aldeia do Níger. Fazendo sua estreia mundial na Mostra de Cinemas Africanos, “Otiti”, de Ema Edosio, segue a história de uma costureira que assume a responsabilidade de cuidar do pai doente que a abandonou quando criança. Aïssa vem ao festival com apoio da Embaixada da França no Brasil e Ema também estará presente na programação através do apoio do Goethe-Institut.

Outro destaque é “Nós”, de Alice Diop, documentário que foca em seis mulheres que transitam em uma ferrovia que cruza Paris, incluindo a própria cineasta. Do Quênia, a comédia “Contos da Cidade Acidental”, de Maimouna Jallow, mostra um eclético grupo que se reúne online para uma aula de controle de raiva. Ambientado na periferia da capital do Chade, o drama “Lingui”, de Mahamat-Saleh Haroun, acompanha a busca de uma mãe e sua filha de 15 anos condenadas pela religião e pela lei por buscarem uma clínica de aborto para a adolescente. Os co-diretores Saul Williams e Anisia Uzeyman fazem sua estreia no cinema com o musical futurista e libertário “Geada de Netuno” de Ruanda.

“A Mostra de Cinemas Africanos volta às salas de cinema em grande estilo para celebrar o maior festival de cinema africano do Brasil”, destaca a produtora cultural Ana Camila Esteves, que divide a curadoria dos longas com Beatriz Leal Riesco. “A programação amplia seu alcance geográfico a partir de nossa sede em São Paulo para Curitiba, ocupa novos espaços e reúne convidados internacionais”, complementa.

A mostra em Curitiba também inclui três programas de curtas: uma seleção de títulos recentes de vários países feita por Kariny Martins e Bea Gerolin da Cartografia Filmes; uma sessão de filmes angolanos produzidos durante os dois últimos anos de pandemia com curadoria da produtora audiovisual Geração 80; e um apanhado de curtas produzidos por jovens cineastas a partir de uma formação em documentário orientada pelo camaronês Jean-Marie Teno.

O evento também promove na capital paranaense a oficina Eu, Você, Nós: Contando histórias através de nossos corpos, alma e voz, ministrada por Maimouna Jallow. A oficina gratuita acontece de 8 a 10 de julho. Serão oferecidas 15 bolsas para residentes no interior e litoral do Paraná, com vagas preferenciais para pessoas negras e indígenas. No sábado (9), será realizada a mesa Reflexões sobre a representação da mulher negra no audiovisual, com a Aïssa Maiga. No domingo é a vez de um encontro com todos os convidados, Aïssa Maiga, Jenna Bass, Babalwa Baartman, Ema Edosio e Maimouna Jallow com o tema Produção Independente no contexto Africano.

“Há tempos tínhamos esse desejo de trazer a Mostra de Cinemas Africanos para Curitiba e a reflexão promovida por este cinema pouco visto e discutido aqui”, aponta Andrei Carvalho, sócio-fundador da Cartografia Filmes. “Especialmente no recorte que a gente trabalha, como realizadores e público negro. É muito importante se ver reconhecido e ver novas representações de cineastas africanos, num lugar de autoestima e inspiração”, conclui.

A edição curitibana da Mostra de Cinemas Africanos 2022 é uma realização da Cartografia Filmes e Ana Camila Comunicação e Cultura, com apoio da Aliança Francesa – Curitiba, Cine Passeio – Icac, Cineclube Atalante, Cinemateca de Curitiba, Mubi, Goethe Institut e Embaixada França – Institut Français e conta com incentivo do Ebanx. Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Samba Traoré (Burkina Faso, 1992), dir. Idrissa Ouedraogo. Crédito: Les Films de la Plaine.

Mostra de Cinemas Africanos 2022
Programação Completa: mostradecinemasafricanos.com

Programação Curitiba (PR), de 7 a 13 de julho:
Ingresso: Gratuito
Cine Passeio (R. Riachuelo, 410);
Cinemateca de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174).

Sesc Digital (curtas online): sesc.digital

Longas-metragens
“Afrique, je te plumerai” (França/Camarões: 1992), dir. Jean-Marie Teno – trailer;
“Boa Senhora” (“Mlungu Wam”, África do Sul: 2021), dir.: Jenna Bass*;
“Contos da Cidade Acidental” (“Tales of the Accidental City”, Quênia: 2021), dir.: Maimouna Jallow* – trailer;
“Lingui” (Chade, França: 2021), dir.: Mahamat-Saleh Haroun – trailer;
“Nós” (“Nous”, França: 2021), dir.: Alice Diop – trailer;
“Caminhar sobre a Água” (“Marcher sur l’eau”, França/Níger: 2021), dir.: Aïssa Maiga* – trailer;
“Otiti” (“Otiti”, Nigéria: 2022), dir.: Ema Edosio*;
“Geada de Netuno” (“Neptune Frost”, Ruanda/EUA: 2021) dir.: Saul Williams e Anisia Uzeyman – trailer.
* Cineastas convidados presentes no evento.

Geada de Netuno (Ruanda-EUA, 2021), dir. Saul Williams e Anisia Uzeyman. Crédito: Swan Films.

Curtas-metragens
Programa 1: Fragmentos da história: singularidades e conjunções;
Programa 2: Fragmentos do porvir: aqui nos encontramos;
Programa 3: Curtas Angolanos: Geração 80;
Programa 4: Curtas Jean-Marie Teno.

PREMIADA ATRIZ FERNANDA FUCHS MINISTRA OFICINA DE IMPROVISAÇÃO E DRAMATURGIA ONLINE NESTA QUARTA-FEIRA (22) ÀS 19H

Fernanda Fuchs. Foto de Vanessa Vzorek.

Pessoas interessadas ainda podem se inscrever! Basta preencher o formulário do evento com informações pessoais

É nesta quarta, 22 de junho às 19h! A atriz, palhaça, cantora e ex-professora da rede pública de ensino Fernanda Fuchs ministrará uma oficina de teatro baseada em seu espetáculo, “Corrente Fria, Corrente Quente”, por meio da plataforma online Zoom.

No evento, Fernanda compartilhará o seu processo de trabalho e experimentará exercícios de improvisação voltados à criação de outras histórias, narrativas e poéticas, a partir de referências e imagens já experimentadas em “Corrente Fria, Corrente Quente”.

O espetáculo no qual a oficina se baseia foi escrito pela própria Fernanda e estreou como um dos destaques do Fringe (mostra paralela do Festival de Teatro de Curitiba) no ano de 2013. Com boa aceitação da crítica especializada, a peça foi apresentada em palcos de outras cidades e esteve em cartaz em mais de dez festivais, entre eles o Satyrianas, em São Paulo, e o Festival Em Cena, de Jacarezinho (PR).

O texto de Corrente Fria, Corrente Quente foi premiado no Concurso Bunkyo de Contos, realizado em 2012, e lançado como parte do livro “Duas Cenas, um Muro? e outras histórias”, uma antologia de contos que reuniu textos de 30 autores, selecionados dentre 184 obras inscritas.

Para participar da oficina não é necessário nenhum conhecimento prévio sobre teatro.

Serviço:
Oficina de dramaturgia com Fernanda Fuchs
Via plataforma Zoom
Das 19h às 22h
Inscrições via formulário: Oficina de Improvisação e Dramaturgia com Fernanda Fuchs (google.com)

SARAU DOS REFUGIADOS E IMIGRANTES

Dia 25 de junho, sábado, a partir das 10h, Curitiba recebe o Sarau dos Refugiados e Imigrantes no pátio da reitoria da Universidade Federal Do Paraná, no centro da cidade. A programação conta com música, poesia e meditação, além de serviço de assessoria cidadã ao imigrante, feira de artesanato, feira de gastronomia, desfile de roupas típicas e muito networking. O evento é gratuito e aberto ao público.  O Sarau recebe inscrições gratuitas até às 23h59 do dia 23/06 (quinta-feira) para expositores (imigrantes e refugiados) de artesanato, gastronomia ou serviço, através deste link: https://forms.gle/tYzgQSJTZTnGanJk7

Atualmente o Paraná é o estado brasileiro que mais recebe imigrantes, nos últimos cinco anos foram mais de 20 mil estrangeiros registrados pelo Centro de Informação para Migrantes, Refugiados e Apátridas do Paraná (CEIM). Em maior parte: venezuelanos, haitianos, africanos, além de sírios, afegãos e, mais recentemente, ucranianos refugiados da guerra contra a Rússia. O evento vem comemorar duas datas importantes: o Dia Mundial dos Refugiados, 20 de junho, e o Dia Nacional do Imigrante, 25 de junho.

Blaise Musipere

O Sarau foi idealizado pelo ator e cantor congolês, Blaise Musipere, reconhecido por atuações nas novelas da Rede Globo: ‘Nos Tempos do Imperador’, ‘Malhação’, ‘Novo Mundo’ e ‘Órfãos da Terra’. O evento também conta com a participação do ator e cantor sírio naturalizado brasileiro, Kaysar Dadour, reconhecido por participação no reality show Big Brother Brasil, e atuação nas novelas: “Órfãos da Terra” e “Cara e Coragem”.

A ideia do Sarau dos Refugiados e Imigrantes surgiu da indignação diante do assassinato brutal do refugiado Moïse Kabagambe, no início de 2022, no Rio de Janeiro. A repercussão mundial do caso, a origem comum de Moïse e Musipere (República Democrática do Congo), e a comoção diante das guerras de ontem e de hoje, inspiraram a atitude em criar um espaço de troca de experiências e socialização de refugiados e imigrantes.

Musipere veio a Curitiba com essa ideia e encontrou apoio das produtoras Verônica Menezes, Aoca Cultural, e Carol Azolin, Aoca Eco Arte, que acolheram de pronto sua proposta. Juntos, buscaram a Universidade Federal do Paraná como principal parceira por vários motivos. O mais relevante deles é o fato de que,  do ponto de vista institucional, a Universidade é referência nacional no acolhimento a imigrantes e refugiados, além de abrigar a Cátedra Sérgio Vieira de Mello (CSVM) – projeto do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) com universidades brasileiras para apoio a pessoas refugiadas ou em situação de refúgio.

A identidade visual foi desenvolvida por Alexandre Valente, Diretor de Comunicação do programa Aoca Eco Arte. A intenção é representar os refugiados e imigrantes buscando elementos comuns a todos. Na imagem, é possível visualizar uma família composta por uma mãe grávida com duas sacolas, uma nas costas e outra nas mãos; um homem carregando uma criança no colo e uma sacola na mão, e uma criança carregando uma sacola. Espelhando a composição, cria-se uma mandala trazendo uma referência circular, com o centro do desenho representando o planeta. Os desenhos são ligados entre si formando as conexões e trazendo reflexão através da simbologia das sacolas que, segundo o criador da arte, “Deixam para trás a INTOLERÂNCIA, o EGOÍSMO, a VIOLÊNCIA e carregam HISTÓRIAS, ESPERANÇA E AMOR. E principalmente a mensagem: Sejam sempre BEM-VINDOS!”

COMO PARTICIPAR?
Se você é artista ou expositor e gostaria de participar com sua arte, preencha esse formulário: https://forms.gle/tYzgQSJTZTnGanJk7. Inscrições até às 23h59 do dia 23 de junho (quinta-feira).

– ARTISTAS: Se você é artista (música, poesia, artes plásticas, visuais, dança, performances em geral) inscreva sua participação no Sarau. Inscrição gratuita!

– EXPOSITORES: Se você tem algo para expor e comercializar no evento, como: artesanato, gastronomia ou algum serviço, preencha o formulário de participação. Inscrições gratuitas até às 23h59 do dia 23/06 (quinta-feira) para expositores (imigrantes e refugiados) de artesanato, gastronomia ou serviço.

– VOLUNTÁRIOS NA PRODUÇÃO: As inscrições se estendem também à área de apoio voluntário à equipe de produção do evento, além de compor a grade de programação do evento, os participantes terão direito a certificado emitido pelo PROEC/UFPR.

Obs.: A taxa de inscrição foi retirada. A organização dá prioridade aos refugiados e imigrantes, porém a inscrição é aberta a todXs. Expositores brasileiros também são bem-vindos no evento!

CIDADANIA:
O evento contará com uma barraca de atendimento cidadão aos imigrantes e refugiados para encaminhamento aos serviços governamentais, através da Cátedra Sérgio Vieira de Mello (UFPR).

ARRECADAÇÃO DE DOAÇÕES:
No evento serão arrecadados alimentos não-perecíveis, roupas, cobertores, livros e itens de higiene pessoal para distribuição aos refugiados, imigrantes em situação de vulnerabilidade e moradores em situação de rua. As arrecadações serão destinadas ao Projeto de Acolhida para Migrantes e Refugiados da ABAi (Associação Brasileira de Amparo à Infância).

ECOPONTO:
Também serão arrecadados materiais recicláveis (latas de alumínio, garrafas pet e papelão), lixo eletrônico e óleo de cozinha no Ecoponto do Aoca Eco Arte, programa do Aoca Cultural de incentivo à economia criativa e circular que viabiliza a produção cultural através da coleta de resíduo. Trocando em miúdos, “transforma lixo em arte” ao patrocinar a produção de diversos produtos finais como videoclipes, podcasts, shows, mostras e festivais – amparando em especial a arte periférica e descentralizada. Essa iniciativa segue as normativas e diretrizes do Instituto Lixo Zero Brasil e conta com a parceria do Paraná Lixo Zero.

SERVIÇO:
Sarau dos Refugiados e Imigrantes
Data: 25 de junho, sábado.
Horário: 10h às 18h.
Local: Pátio da Reitoria UFPR, Rua XV de Novembro, 1299, Centro, Curitiba-PR.
Entrada Gratuita.
Instagram: www.instagram.com/saraudosrefugiados/

FICHA TÉCNICA
Produção: Aoca Eco Arte
Produção Executiva: Aoca Cultural
Realização: UFPR, Sipad/UFPR, PROEC/UFPR
Apoio: Sinditest, Casla Latino-Americana, Cátedra Sérgio Vieira de Mello, ABAi, SATED/PR, Paraná Lixo Zero, Sebinho FATO Agenda, FATO Agenda, Avos, CW Foto & Vídeo.

TIOMKIM – TRILHA SONORA PARA UMA VIDA INQUIETA

Dia 13 de junho, segunda-feira, às 19h, no MIS/PR será lanaçdo o filme “Tiomkim – trilha sonora para uma vida inquieta”, um filme de Estevan Silvera. Com a apresentação do “Projeto  de extensão guitarras na UNESPAR”

O Museu da Imagem e do Som Paraná fica na R. Barão do Rio Branco, 395 – Centro, Curitiba-PR. Entrada gratuita.

HOY, CHICO | FEIRA CRIATIVA

No dia 11 de junho, a “Hoy, Chico” chega para te ajudar a escolher o presente do crush. Teremos várias opções de presentes, confira os expositores: @umjardinista (artesanato em cerâmica), @criativocurioso (cadernos, planners, quadros e ilustrações), @florearessencia (cosméticos e produtos naturais), @_soyfuego (velas artesanais e terapêuticas), @sebinhofatoagenda (livros e discos), @di.no.mu (acessórios criativos), @taxilunar_quadros (quadros autorais), @salvejackshop (moda autoral).

Serviço:
HOY, CHICO | FEIRA CRIATIVA
11 de junho, sábado | 15h às 21h
@janaino.vegan!| Rua São Francisco, 50 – Centro de Curitiba
Espaço pet friendly

15ª FEIRA DE VINIL DE CURITIBA ::: 04/JUNHO ::: SÁBADO

15ª Feira de Vinil de Curitiba. Mais de 30 Expositores de vários Estados. Local Amplo e Arejado. Camisetas Temáticas. Chopp Artesanal. Café Gastro. Traga seu Pet. ENTRADA GRATUITA. Estacionamento nas Entradas: Rua São Francisco, 232, e Rua 13 de maio, 439;

SERVIÇO:
15ª Feira de Vinil de Curitiba
Data: Sábado, dia 4 de junho de 2022, das 9h às 18h.
Local: Galeria @atravessacwb (Green Center), na Rua São Francisco, 232, centro de Curitiba. Com acesso pela rua treze de maio também.
Confira página do evento, aqui

Organização: @curitibavinil

Mais de 30 expositores: @sebinhofatoagenda @sebo_movel @ostrasperdidas @paulohenrique.o.s @neliowaldy @erlondiscos @madeinquebradadisco @discoshopcwb @elwodiscos @casadamiadiscos @moscabrancarecords @ruidocamisetas @dj_gilber @discos_raros @megahardprogressive @redlightzrecords @mister_war_records @rosevinylrecords @huevodiscos @vinils.attack @herbsmanjoe

Confira alguns discos de vinil do sebinho, aqui

ADMIRÁVEL FUTURO NOVO

Editado: Informamos que as apresentações do espetáculo “Admirável Futuro Novo”, que aconteceriam nos dias 02, 03, 04 e 05 de Junho precisaram ser adiadas em razão de suspeita de infecção por COVID 19 no elenco da peça. O espetáculo já está remarcado para os dias 09, 10, 11, 12, 16, 17, 18, 19, 23, 24, 25 e 26 de junho.

A dramaturgia revela a história de uma mulher do futuro. E em cena o grupo conta com a presença da Banda Vulcaniótica, que traz consigo a influência do rock e punk. Atrizes, atores e musicistas se misturam em um jogo cênico delirante e irreverente para denunciar um futuro sombrio que está por vir.

Serviço:
Admirável Futuro Novo
Datas: De 2 a 26 de junho (Qui-Sáb às 20h; Dom às 19h)
Local: TEATRO CLEON JACQUES – MEMORIAL PARANISTA
Rua Mateus Leme, 4700, Acesso pelo Memorial Paranista, São Lourenço, Curitiba, PR
Vagas: 70
Valor: Gratuito
Garanta seu ingresso gratuito pelo link
https://www.sympla.com.br/produtor/teatrocleonjacques
Classificação: 16 anos
Duração: 60 minutos

FICHA TÉCNICA:
Parceria entre a Companhia Pé no Palco e a Sim Companhia de Teatro
Direção: Vanessa Corina
Dramaturgia: Leandro Coelho, Vanessa Corina e Emerson Nery
Codireção e supervisão de dramaturgia: Fátima Ortiz
Direção de Produção: Giselle Lima
Preparação corporal: Juliana Adur
Cenário: Ricardo Alberti
Figurino: Gui Almeida
Iluminação: Fernando Dourado
Elenco:
Alini Maria
ErtaAle
Jordana Botelho
Pedro Bonacin
Talyssa Mendes
Zime Bagana
+ BANDA VULCANIÓTICA
(ErtaAle, Vilarica, Bagana, Sakurajima Licancabur)

“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.

ÍMÃ FAZ SHOW DE LANÇAMENTO DO EP “FURIOSA ABERTA” EM CURITIBA, QUINTA-FEIRA, 9 DE JUNHO

Apresentação ocorre no Espaço Fantástico das Artes às 20h30 com participações das artistas Julia Raiz, Natasha Tinet, Cau de Sá e Fernanda Fuchs; ingressos do 1º lote já estão à venda por R$ 20 com pagamento via PIX


Foto-mosaico por Tárcilo Pereira, Walter Thoms e Laís Melo.

Chegou a hora das canções de Furiosa Aberta serem tocadas pela ímã. Disponível nas principais plataformas desde o final de 2021, o segundo trabalho da banda será apresentado na íntegra pela primeira vez na noite de 9 de junho, em Curitiba-PR, no palco do Espaço Fantástico das Artes (R. Trajano Reis, 41 – São Francisco).

Furiosa Aberta é fruto de parcerias com as poetas e amigas Francisco Mallmann, Natasha Tinet e Julia Raiz. O álbum reverbera dúvidas essenciais para o grupo nestes últimos anos, dentre elas: “Como uma banda pode sobreviver ao isolamento?”. A resposta da ímã foi apostar em jogos de composição (feitos à distância pelas nove artistas da banda + participações) que resultaram nas faixas No coração do King Kong, Cidade Assionara Souza, Monika e o Futuro e Furiosa Aberta.

Depois de um processo de criação marcado pela não presencialidade e pela ausência de ensaios convencionais, o EP Furiosa Aberta ainda aguardava pela chance de um lançamento presencial e festivo, como esse que se anuncia.

Participações
Natasha Tinet é escritora e artista visual e, além de assinar a arte de capa do EP, é autora do poema a partir do qual nasceu a música Monika e o Futuro. Seu trabalho serviu de inspiração para a banda experimentar a técnica da colagem como linguagem de criação no campo da música.

Escritora e tradutora, Julia Raiz criou o texto que gerou a faixa Cidade Assionara Souza (feito em homenagem à sua amiga Assionara, poeta e dramaturga de grande importância no cenário brasileiro). Ao lado de Francisco Mallmann, Julia e Natasha fazem parte da Membrana Literária, a grupa afetiva, crítica e colaborativa de escrita que estará presente no palco do show de lançamento através das intervenções das duas escritoras que participaram do EP.

Cau de Sá também fará participação especial. Cantora, compositora, integrante da banda Mulamba e parceira/amiga da ímã desde outras épocas, Cau é coautora de Mangueador, single do primeiro álbum da banda, ímã de nove pontas (2020).

Ainda no dia 09, a atriz e cantora  Fernanda Fuchs estará presente no palco com a ímã para cantar algumas das canções em sua primeira apresentação junto com a banda, para brindar uma parceria que já vem desde o primeiro álbum e passa também pelo último EP.

Ingressos
O primeiro lote de reservas para o dia 09/06 já está disponível, no valor de R$ 20, com pagamento via PIX após o preenchimento do formulário acessado neste link: Show da ímã – lançamento do EP Furiosa Aberta (google.com).

Sobre a ímã
A ímã é formada por artistas multi-instrumentistas que experimentam com a canção brasileira. Seus dois primeiros álbuns trazem uma diversidade de sons que vai do samba ao ijexá, do rock polirrítmico a jazzismos tropicais. A banda também integra a Queda Livre, articulação de artistas que ocorre de forma orgânica desde 2018 e já lançou também ímã de nove pontas (2020); Fronteiriça (2020), de Roseane Santos; Livro Vivo (2021), de Luciano Faccini e Roseane Santos; Waltel 92 (2021) e o álbum 8 (2022), ambos de Francisco Okabe.

Serviço:
Furiosa Aberta ao Vivo no Espaço Fantástico das Artes | 09 de junho | 20h30
_endereço: R. Trajano Reis, 41 – São Francisco, Curitiba
_valor: R$ 20 (primeiro lote), com reservas via formulário > Show da ímã – lançamento do EP Furiosa Aberta (google.com)

Conheça a ímã
@imafuriosaaberta | linktr.ee/imadenovepontas

Conheça a Queda Livre
@QuedaLivreColetiva | linktr.ee/QuedaLivreColetiva

Ficha Técnica
Daniel D’Alessandro (bateria e percussão), Dayane Battisti (violoncelo, cavaco e voz), Francisco Okabe (violão de 7 cordas, cavaco e flauta transversal), Guilherme Nunes (guitarra), Leonardo Gumiero (baixo, sintetizador e voz), Luciano Faccini (guitarra, clarinete e voz), Mariana Ribeiro (percussão e voz), Yasmine Matusita (bateria, percussão e voz),
Convidadas: Cacau de Sá, Natasha Tinet, Julia Raiz e Fernanda Fuchs
Técnica de som: Acácio Guedes
Direção de produção: Má Ribeiro, Luciano Faccini
Produção executiva: Dayane Battisti
Classificação: livre

15ª FEIRA DE VINIL DE CURITIBA ::: 04/JUNHO

15ª Feira de Vinil de Curitiba. Mais de 30 Expositores de vários Estados. Local Amplo e Arejado. Camisetas Temáticas. Chopp Artesanal. Café Gastro. Traga seu Pet. ENTRADA GRATUITA. Estacionamento nas Entradas: Rua São Francisco, 232, e Rua 13 de maio, 439;

SERVIÇO:
15ª Feira de Vinil de Curitiba
Data: Sábado, dia 4 de junho de 2022, das 9h às 18h.
Local: Galeria @atravessacwb (Green Center), na Rua São Francisco, 232, centro de Curitiba. Com acesso pela rua treze de maio também.
Confira página do evento, aqui

Organização: @curitibavinil

Mais de 30 expositores: @sebinhofatoagenda @sebo_movel @ostrasperdidas @paulohenrique.o.s @neliowaldy @erlondiscos @madeinquebradadisco @discoshopcwb @elwodiscos @casadamiadiscos @moscabrancarecords @ruidocamisetas @dj_gilber @discos_raros @megahardprogressive @redlightzrecords @mister_war_records @rosevinylrecords @huevodiscos.

Confira alguns discos de vinil do sebinho, aqui

LEANDRO FERRAZ ANUNCIA NOVO ÁLBUM COM O SINGLE E CLIPE ´TELA VIVA`

Capa: Casa de Ferreiro o Espeto é Ferraz. Foto: Joaquim Bührer.

Com produção musical do icônico Alexandre Fontanetti, “Tela Viva” chega com clipe assinado por Leandro Ferraz

Composição do próprio Leandro Ferraz, “Tela Viva” é o primeiro single onde o artista consolida a parceria musical com a produção musical assinada pelo icônico, Alexandre Fontanetti, premiado em 2017 e 2019 no Latin GRAMMY® e responsável pelo célebre estúdio, Space Blues – onde foi gravado o single.

Com influências do indie-rock e MPB, em “Tela Viva”, Leandro Ferraz anuncia a estreia da sua carreira solo, e celebra 10 anos de trajetória, após integrar a banda Gorú e o trio Cravo Caramelo.

A música faz parte do primeiro álbum do artista, previsto para este ano. O single com distribuição pelo selo californiano Ingrooves Music Group (Universal Music Group) e licenciado pelo selo Camarada já está disponível pelas plataformas de streaming.

“Durante a pandemia eu já estava produzindo. E, o Fabio Raesh que está comigo desde o início da minha trajetória, apoiou a minha volta para São Paulo. Foi quando eu mandei algumas canções para o Alexandre Fontanetti do Space Blues, ele ouviu e gostou do material”, revela Leandro Ferraz.

Segundo o artista, “Tela Viva” é uma extensão poética sobre a sociedade da cultura digital que vive a distopia causada pelos efeitos pandêmicos. Direto ao ponto, Leandro Ferraz contesta a loucura e a correria que a vida é sobre o quanto as relações sociais estão aprisionadas às telas que, muitas vezes, aproxima as distintas realidades. Porém, paralelamente, seduz, domina e transmuta os sentidos.

“’Tela Viva’ me bateu no contexto da pandemia entre outras composições que eu tinha na gaveta. A loucura virtual durante o período pandêmico refletia pela tela e eu senti a necessidade de falar sobre esse sentimento. Principalmente da percepção de espaço-tempo movido pelos aplicativos”, projeta o artista.

Em contraponto ao bucólico, “Tela Viva” é uma crítica social que Leandro Ferraz deixa claro o seu posicionamento em relação ao consumo desenfreado online.

“Quando a gente pensa em gerações, em cinco anos a tecnologia se transmutou excessivamente. Inevitavelmente, o impacto da pandemia refletiu em uma nova forma de consumo. Então, trazer a leveza sobre a compreensão disto, a partir da música, é essencial. O compromisso com o produto é via de mão dupla, tanto de quem produz, quanto quem consome. A ‘Tela Viva’ é isto, ácida e leve”, pondera o multiartista.

Além de assinar os violões e a composição de “Tela Viva”, Leandro Ferraz é o responsável pelo roteiro, direção e montagem do clipe, com produção do coletivo Casa de Ferreiro o Espeto é Ferraz e está disponível pelo canal oficial do artista, pelo YouTube.

“Eu tenho um home studio em casa, o que facilita o desenvolvimento dos meus trabalhos. Eu fiz alguns storyboards e conversei com o Joaquim Bührer, escritor e amigo de infância que, entendeu de prontidão a estética minimalista do clipe e a proposta visual oitentista, com o enredo meio cômico e trágico”, reflete.

Sobre Leandro Ferraz
Natural de Campos do Jordão (SP), aos 29 anos de idade, Leandro Ferraz integra a atual fase da cena musical brasileira. Cantor, compositor, letrista, arranjador, videomaker, produtor cultural e artista visual, a trajetória do multiartista dialoga com referências estéticas e sonoras que complementam o desenvolvimento de sua história entre a música, as artes visuais e digitais.

Leandro Ferraz sempre teve a música como alicerce artístico, embora tenha se formado em design pela Universidade Tecnológica do Paraná – UTFPR, em 2018.

Com dez anos de trajetória, desde a sua estreia com o trio Cravo Caramelo e há seis anos, com a banda Gorú, atualmente, Leandro Ferraz mora em São Paulo onde está em fase de finalização do primeiro álbum.

Alexandre Fontanetti e Leandro Ferraz.

Sobre Alexandre Fontanetti
Alexandre Fontanetti já tocou, produziu, gravou, mixou e masterizou mais de 300 discos, desde que despontou na cena com a produção do álbum “Bossa n’ Roll” (1991) de Rita Lee.

Há 30 anos na cena musical como violonista, guitarrista, produtor e engenheiro de gravação, Alexandre Fontanetti é responsável desde 1997 pelo premiado estúdio Space Blues, em São Paulo, onde trabalhou com artistas como Zeca Baleiro, Gal Costa, Palavra Cantada, Luiz Tatit, Ana Cañas, Bruna Caram, Odair José, Toninho Horta, Alaide Costa, Zé Miguel Wisnik, Funk como Le Gusta, entre tantos outros.

Reconhecido em diversas premiações da música brasileira, Alexandre Fontanetti também foi indicado em oito edições do emblemático Latin GRAMMY® e premiado pelos álbuns “Jardim Pomar” (2017) de Nando Reis, “APKÁ” (2019) da cantora Céu e “Veia Nordestina” (2019) da cantora Mariana Aydar.

Fica técnica do single “Tela Viva”
Composição, voz e violões: Leandro Ferraz
Baixo: P. INSANO Luz
Bateria e Metaphone: Caio Gomes
Guitarras: Alexandre Fontanetti
Trombones: Feldeman Oliveira
Produção musical, mix e master: Alexandre Fontanetti
Estúdio: Space Blues
Distribuição: Ingrooves (Universal Music Group) & Selo Camarada
Foto:  Joaquim Bührer
Capa: Casa de Ferreiro o Espeto é Ferraz
Assessoria de Imprensa: ÁZ Criação Artística + Música é o Canal

Fica técnica do clipe “Tela Viva”
Roteiro, direção, fotografia, montagem, edição final e VFX: Leandro Ferraz
Assist. de Direção e Iluminação: Joaquim Bührer
Styling: Evandro Selva
Beauty: Nicolle Ferraz e Léa Ferraz
Produção: Casa de Ferreiro o Espeto é Ferraz
Assessoria de Imprensa: ÁZ Criação Artística + Música é o Canal

Composição de “Tela Viva”

Tela que me leva através dela
Ver da China até o Ceará
Que der na telha
E me mostra o que eu quero comprar
Até parcela!
Logo vou ter eu que pagar pra ficar OFF
Corre, Corre, louca vida
Não avisa, não para não
Essa tela para a vida
mas a vida não para lá
Corre, Corre, louca vida
Roda viva, não para não
Essa tela muda a vida
Mas a vida não para não
Tela que me leva
Atravessar o mar vermelho e sair no Pará
ou Ilhabela
Ela me mostra o que eu quero lembrar
A caixa cheia.
– Alarme!
É hora de acordar, célula viva!
Ah júa Ah!
Corre, Corre, louca vida
Não avisa, não para não
Essa tela para a vida
Mas a vida não para lá
Corre, Corre, louca vida
Roda viva, não para não
Essa tela muda a vida
Mas a vida não para não!

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