“MARGENS DE SI”: EXPOSIÇÃO DE GABRIELA QUEIROZ RETORNA A CURITIBA E TRANSFORMA O AUTORRETRATO EM TRAVESSIA SENSÍVEL

Na foto de Hero Aditya da Mutare marketing, a artista Gabriela Queiroz apresenta Margens de Si em Curitiba, exposição que reúne 21 anos de pesquisa em autorretrato, memória e identidade. Em cartaz de 9 de maio a 15 de junho na Soma Galeria.

Mostra gratuita reúne 21 anos de pesquisa em artes visuais e propõe ao público uma experiência entre imagem, memória e identidade

Curitiba recebe, de 9 de maio a 15 de junho, a exposição Margens de Si, da artista visual brasileira Gabriela Queiroz, em cartaz na Soma Galeria. Com entrada gratuita, a mostra apresenta um conjunto de obras construídas ao longo de mais de duas décadas de pesquisa contínua, tendo o autorretrato como eixo central.

Com circulação por cidades como Cascavel, Maringá, Toledo e Foz do Iguaçu, o projeto retorna a Curitiba em uma nova etapa, após já ter sido apresentado anteriormente no Museu Municipal de Arte de Curitiba (MuMa), agora na Soma Galeria, com ações formativas e de mediação que aprofundam o diálogo com o público.

Mais do que uma exposição, Margens de Si se configura como um percurso: um corpo de trabalho em constante transformação que encontra, em cada cidade, novas camadas de leitura. “Cada lugar por onde o projeto passa modifica também a forma como ele é visto e sentido. Em Curitiba, essa travessia se amplia justamente pelo encontro com o público e pelas possibilidades de troca”, afirma a artista. O projeto se desdobra, assim, como experiência viva, que aproxima o público dos processos da artista e cria espaços de convivência e escuta.

Travessias do autorretrato: imagem, tempo e processo
Iniciado em 2005, a pesquisa poética de Margens de Si nasce do gesto de voltar o olhar para si, não como espelho fiel, mas como território instável, atravessado pelo tempo. Ao longo dos anos, Gabriela Queiroz desenvolve uma pesquisa em que o autorretrato deixa de ser representação e passa a operar como linguagem, método e pensamento visual.

As obras, realizadas em gravura, como litografia e calcografia, técnica mista e videoarte, exploram repetições, deslocamentos e sobreposições. São imagens que insistem em retornar, nunca idênticas, como se cada uma carregasse vestígios da anterior e anunciasse a próxima. Rostos que se reconhecem sem se fixar. Presenças que oscilam entre permanência e transformação. “Não se trata de representar um rosto, mas de investigar o que está além da superfície, em algum lugar desconhecido da memória”, afirma a artista. Em muitas das imagens, é o olhar que sustenta essa continuidade, mesmo diante das variações formais. “Mesmo quando as imagens se transformam, existe algo no olhar que permanece, e percebo que é ele que conecta todas essas versões, que constituem esse corpo autoficcional”, completa Gabriela Queiroz.

Programação e experiência do público
A exposição se organiza como um campo aberto de leituras, onde diferentes momentos da pesquisa coexistem. O público é convidado a percorrer essas imagens como quem atravessa camadas, de memória, de experiência e de construção do eu, em um espaço que propõe pausa, escuta e percepção.

A programação tem início em 9 de maio, com abertura e presença da artista, e segue em cartaz até 15 de junho. Durante o período expositivo, serão realizadas oficinas de gravura e ações de contrapartida social. No dia 29 de maio, acontece um encontro com a artista no espaço expositivo, seguido, no dia 30, pelas oficinas em dois turnos. Integra ainda a programação uma atividade no Cense Curitiba, voltada a adolescentes em medida socioeducativa. O projeto conta com recursos de acessibilidade, como audiodescrição, catálogo em braile e tradução em Libras.

SERVIÇO:
Exposição: Margens de Si
Local: Soma Galeria (R.Mal. José B Bolamnn, 730 – Bigorrilho, Curitiba)
Período: 09 de maio a 15 de junho de 2026
Abertura: 09 de maio de 2026, com presença da artista
Visitação: de terça a domingo (horários a confirmar com a galeria)
Entrada: gratuita
Classificação: livre

SERVIÇO:
Oficinas de Gravura
Inscrições: aqui
Local: Soma Galeria
Dia: 30 de maio, sábado
Turma 1: 9h às 12h, ou Turma 2: 14h às 17h
Dia: 29 de maio, Oficina especial – Cense Curitiba

Gabriela Queiroz é artista visual brasileira, natural de Cascavel (PR), com mais de 20 anos de pesquisa nas artes visuais, tendo o autorretrato como eixo central de investigação. Iniciado em 2005, o projeto Margens de Si articula gravura, técnica mista e videoarte, explorando a imagem como campo de transformação contínua.

Sua produção investiga o corpo como território simbólico atravessado por memória, tempo e processos de subjetivação, construindo obras que tensionam a ideia de identidade fixa. Já apresentou o projeto em diferentes cidades do Paraná, incluindo Maringá, Cascavel, Foz do Iguaçu, Toledo e Curitiba (MuMa), e em 2026 dá continuidade à circulação por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB).

Assessoria de Imprensa:
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MOSTRA ESPETACULAR CELEBRA 10 ANOS E TRANSFORMA CURITIBA EM TERRITÓRIO DE IMAGINAÇÃO PARA AS INFÂNCIAS

Na foto de Gerson Rubim, o espetáculo Fiu Fiu.

De 25 de abril a 3 de maio, programação gratuita ocupa a capital do Paraná com atrações nacionais e internacionais

Há dez anos, um gesto insiste em acontecer: criar espaço para que crianças encontrem a arte e, nela, descubram novas formas de ver, sentir e existir no mundo. A Espetacular – Mostra Internacional de Artes para Crianças chega à sua 10ª edição com esse movimento, ocupando Curitiba com uma programação gratuita que atravessa linguagens, territórios e gerações. Teatro, dança, música, circo, artes visuais e experiências sensoriais se distribuem por diferentes espaços da cidade, convidando o público a participar ativamente das propostas.

Logo na abertura, a mostra já anuncia seu tom. No dia 25 de abril, às 16h, o Teatro Bom Jesus recebe Fiu Fiu – Um encontro entre pássaros, do Grupo Tibanaré, de Cuiabá (MT). Em cena, dois passarinhos descobrem o encontro como possibilidade, em uma delicada combinação de teatro, dança e palhaçaria que aborda afeto, descoberta e presença.

Uma década de encontros
Idealizada por Michele Menezes e produzida pela Pró Cult, a Mostra Espetacular chega ao décimo ano sem perder aquilo que a move desde o início: a infância como linguagem, presença e potência criativa. A curadoria é assinada por Michele em parceria com Bebê de Soares, em um processo contínuo de construção de uma programação diversa e sensível, voltada ao desenvolvimento integral das crianças por meio da arte.

Mais do que apresentar espetáculos, a mostra constrói um ambiente. Ao longo dos anos, ocupou teatros, escolas, ruas e espaços alternativos, aproximando artistas e crianças em experiências que ultrapassam o palco. Para Bebê de Soares, o contato com as artes na infância fortalece dimensões essenciais do desenvolvimento, como criatividade, comunicação, pensamento crítico, consciência cultural e vínculos com a comunidade. “Chegar à décima edição é perceber que o mais importante não é o que já fizemos, mas o que ainda pode acontecer a partir desses encontros”, afirma.

Arte que atravessa a cidade
Durante a programação, Curitiba se transforma em um território de experiências. Espetáculos, oficinas, intervenções urbanas e ações formativas convidam o público a se envolver não apenas como espectador, mas como parte ativa da cena.

Entre os destaques está a exposição Pinturas Imaginadas, de Cintia Alves (Barueri/SP), que realiza no dia 25 o bate-papo pré-exposição, às 12h, na Alfaiataria. A abertura acontece no dia 28 de abril, com visitação até 3 de maio, no Vão Livre do MON. No dia 26, a Alfaiataria recebe a performance sensorial Ceci e a Caixa de Aromas, de Lu Comin (Salvador/BA), das 10h às 13h, enquanto o Miniauditório do Teatro Guaíra apresenta Brio Breu, da Sol-te Companhia (Curitiba/PR), com sessões às 11h e 16h.

No dia 1º de maio, o Memorial de Curitiba recebe A Menina dos Olhos D’Água, do Coletivo Gompa (Porto Alegre/RS), às 16h. Já no dia 2, o Centro Histórico se torna espaço de criação com o Walking Tour do coletivo Nós em Traço, às 10h, e o público também pode assistir ao espetáculo internacional Con un kilo de harina, da companhia de Fernán Cardama (La Plata, Argentina), às 16h, no Ave Lola.

A programação inclui ainda experiências voltadas à primeira infância, como Baby Bouge!, com a artista DoraW, no Studio D1, às 10h, no dia 1º de maio. No dia 3 de maio, o Memorial de Curitiba recebe a intervenção-instalação Casa de Madeira, da Laço Arte e Acessibilidade (Jaraguá do Sul/SC), e o encerramento acontece às 16h, no Teatro Solos, com Baquetinhá, do Grupo Baquetá, reunindo música, brincadeira e ancestralidade.

Um festival que também é ponte
Além das apresentações, a Mostra realiza o 2º Encontro de Programadores de Festivais de Artes Cênicas para Crianças, entre os dias 25 e 27 de abril. A iniciativa reúne profissionais do Brasil e do exterior em uma programação de mesas e atividades formativas, fortalecendo redes, ampliando possibilidades de circulação e posicionando Curitiba como um importante ponto de articulação para as artes voltadas às infâncias.

Organizado em três eixos, curadoria e programação, difusão e internacionalização, e sustentabilidade e modos de produção, o encontro promove trocas entre artistas, produtores e programadores. As atividades são gratuitas, com ingressos disponíveis via Sympla.

A abertura acontece no dia 25, às 18h, na Agrupa Cultura, com a mesa Por dentro da curadoria, que propõe um compartilhamento sobre processos curatoriais, critérios de escolha de obras e modos de construção de programações para festivais.

No dia 26, a programação segue na Alfaiataria, com a mesa Dramaturgia para crianças: questões de hoje, às 10h30, reunindo artistas para discutir caminhos contemporâneos da escrita cênica para as infâncias, e, às 18h, com Circuitos internacionais: estratégias de circulação e parceria, voltada à troca de experiências sobre mobilidade, redes de cooperação e intercâmbios.

O encontro se encerra no dia 27, às 10h, no Centro Cultural Sistema Fiep, com a mesa Construindo pontes, dedicada à sustentabilidade, modos de produção e continuidade de festivais voltados às infâncias.

Para Michele Menezes, celebrar é seguir em movimento. A 10ª edição não se coloca como ponto de chegada, mas como continuidade. “Temos hoje um festival que cresce junto com seu público e que, a cada ano, reafirma algo simples e essencial: o direito de toda criança à arte”, diz.

SERVIÇO:
10ª Espetacular – Mostra Internacional de Artes para Crianças
Dias: 25 de abril a 3 de maio de 2026
Ingressos espetáculos e encontro com programadores: todas as atrações são gratuitas (retirada via Sympla ou diretamente nos locais, conforme programação)
Inscrições oficinas: via formulário no link da bio @mostraespetacular
Informações sobre locais e programação completa: @mostraespetacular e www.mostraespetacular.com.br

PROGRAMAÇÃO:
Uma semana de encontros, encantamento e arte em movimento. A programação começa na sexta-feira (25/4) e segue até 3 de maio, ocupando diversos espaços da cidade. Entre os dias 25 e 27 de abril, acontece também o 2º Encontro de Programadores de Festivais de Artes Cênicas para Crianças, com atividades gratuitas e ingressos disponíveis via Sympla.

Sexta (25/4): Pinturas Imaginadas: Bate-papo pré-exposição (12h Alfaiataria), Fiu Fiu – Um encontro entre pássaros (16h, Teatro Bom Jesus); encontro com Cintia Alves (atividade em definição), às 12h, na Alfaiataria; mesa Por dentro da curadoria (18h, Agrupa Cultura).

Sábado (26/4):
Ceci e a Caixa de Aromas (10h, Alfaiataria); Brio Breu (11h e 16h, Teatro Mini Guaíra); mesa Dramaturgia para crianças: questões de hoje (10h30, Alfaiataria); mesa Circuitos internacionais: estratégias de circulação e parceria (18h, Alfaiataria).

Segunda (27/4): Mesa Construindo pontes (10h, Centro Cultural Sistema Fiep).

Terça (28/4): Exposição Pinturas Imaginadas, de Cintia Alves, no Vão Livre do MON (em cartaz até 3 de maio).

Quinta (1/5): Baby Bouge! (10h, Studio D1); A Menina dos Olhos D’Água (16h, Teatro Londrina no Memorial de Curitiba).

Sexta (2/5): Walking Tour pelo Centro Histórico com o coletivo Nós em Traço (10h); Con un kilo de harina (16h, Ave Lola).

Sábado (3/5): Casa de Madeira (10h, Memorial de Curitiba); encerramento com Baquetinhá (16h, Teatro Solos).

FICHA TÉCNICA:
Direção artística e curadoria: Michele Menezes | Curadoria: Bebê de Soares | Direção de produção: Iara Elliz | Produção executiva: Ana Costa | Produção técnica: Carol Vaccari | Financeiro: Nelcy Mendonça | Assistente de produção: Katarina Duarte | Design gráfico: Jeff Celophane | Estrategista digital e video creator: Gabriela Berbert | Registro fotográfico: Vitor Dias | Assessoria de imprensa: Bruna Bazzo

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ENTRE PÁGINAS E CAMINHOS: PROJETOS UNEM LITERATURA, TEATRO E AGROECOLOGIA EM AÇÕES PARA AS INFÂNCIAS

A Terra do Povo da Graça, circulação de 2017. Na foto de Robson de Paula, da esquerda para a direita: Laís Rossatto (Palhaça Catarina), Yara Rossatto (Palhaça Solara) e Gabriel Teixeira Oliveira (Palhaço 100noção).

Lançamento do livro digital Mãe Terra acontece em Curitiba no dia 26 de abril, enquanto circulação teatral Tripé Mar Adentro percorre o litoral paranaense entre 27 de abril e 8 de maio.

Um livro que nasce em família e uma estrada que se abre para o encontro com crianças do litoral paranaense. Dois gestos que se conectam pelo mesmo fio: o cuidado com a terra, com a imaginação e com os modos de viver juntos.

No dia 26 de abril, a Semente Produções Culturais realiza, em Curitiba, o lançamento presencial do livro digital “Mãe Terra – Fábula, Canções e Cartilha Agroecológica para Infâncias”, em um encontro aberto ao público no espaço Doce de Cidra, no bairro Água Verde. A proposta é simples e afetiva: um café de domingo à tarde, com a exibição do audiolivro, reunindo narrativa, canções e imagens, seguida de um bate-papo com os autores. Durante o encontro, o público será convidado a assistir coletivamente à obra, em uma experiência sensível que integra escuta, leitura e visualidade. Após o lançamento, o livro será disponibilizado gratuitamente, com acesso via QR Code e link na bio do Instagram @semente.cultura, ampliando o alcance ao público interessado.

Voltado às infâncias, Mãe Terra é mais que uma fábula. A obra reúne narrativa, canções originais que foram compostas por Gabriel Teixeira Oliveira antes mesmo da história ser escrita, tornando-se seu fio condutor, e uma pequena cartilha elaborada pela mestra em educação no campo Laís Rossatto, abordando a agroecologia de forma sensível e acessível. Criado em um processo profundamente familiar, com ilustrações, músicas e concepção assinadas por diferentes integrantes da mesma família, o livro nasce do desejo de cultivar, desde cedo, outras formas de relação com o planeta. “É um trabalho feito com muito carinho, que reúne arte, afeto e reflexão. A gente acredita que essas sementes, quando plantadas na infância, podem florescer de muitas formas ao longo da vida”, comenta a idealizadora e uma das autoras, Yara Rossatto.

Arte que percorre territórios
Enquanto o livro encontra seu primeiro público em um encontro íntimo e presencial, outro projeto da produtora percorre caminhos mais amplos: o litoral do Paraná.

Entre os dias 27 de abril e 8 de maio, a circulação “Tripé Mar Adentro – A aventura continua” leva o espetáculo A Terra do Povo da Graça a 15 escolas públicas de comunidades rurais e do campo, nos municípios de Guaraqueçaba, Antonina, Morretes e Paranaguá. Viabilizado pelo edital Viva Cultura, da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná (SEEC-PR), por meio da Política Nacional Aldir Blanc, o projeto promove o acesso à arte para crianças da rede pública. A peça, conduzida por três palhaços, convida o público infantil a refletir sobre o mundo em transformação, abordando temas como sustentabilidade, consumo e relações humanas por meio do teatro e da ludicidade.

Além das apresentações, o projeto inclui oficinas de jogos teatrais e criação artística com materiais naturais, propondo uma experiência imersiva que conecta arte, território e vivência.

Uma trajetória em continuidade
Com trajetória marcada por andanças, a companhia soma 12 anos de percurso entrecortado. A circulação retoma um projeto apresentado pela última vez em 2017. Hoje, os artistas vivem em diferentes territórios, Laís, radicada na Bahia, e o casal Yara e Gabriel, em Curitiba, o que torna o reencontro ainda mais significativo.

Se no litoral a proposta é chegar até as crianças, nas escolas e comunidades, em Curitiba o convite se abre para famílias, educadores e interessados: um momento de pausa, escuta e partilha.

Entre páginas digitais e estradas de terra, os dois projetos revelam diferentes formas de presença, ambas guiadas pela mesma pergunta: que mundo estamos cultivando, e com quais histórias queremos crescer?

SERVIÇO:
Lançamento do livro Mãe Terra – Fábula, Canções e Cartilha Agroecológica para Infâncias
Data: 26 de abril (domingo)
Horário: 15h às 18h
Local: Doce de Cidra (Rua Cândido Xavier, 521 – Água Verde, Curitiba)
Entrada: gratuita e aberta ao público

Ficha técnica:
Criação: Yara Rossatto, Gabriel Teixeira Oliveira e  Laís Rossatto | Texto (fábula): Yara Rossatto | Cartilha e concepção pedagógica em agroecologia: Laís Rossatto | Ilustrações: Sol Rossato Oliveira | Projeto gráfico: Yara Rossatto | Revisão: Brisa Teixeira | Audiolivro – voz: Yara Rossatto | Produção musical, gravação e edição: Gabriel Teixeira Oliveira | Canções – composições e arranjos: Gabriel Teixeira Oliveira, Alexandre Rodrigues e Paulo Teixeira | Vozes: Gabriel Teixeira Oliveira, Sol Rossato Oliveira, Laís Rossatto, Yara Rossatto | Participações: Alexandre Rodrigues (voz e pífano), Paulo Teixeira (voz e piano) e Felipe Sartori “Boquinha” (bateria) | Produção: Semente Produções Culturais | Incentivo: Lei de Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba / Prefeitura de Curitiba | Realização: Lei Paulo Gustavo – Ministério da Cultura / Governo Federal

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“AOS COMPANHEIROS DE ESTRADA” RETORNA A CURITIBA E TRANSFORMA O SERTÃO EM TRAVESSIA VIVA NO PALCO DO MINIAUDITÓRIO DO GUAÍRA

Na foto de Felipe Moura, cena do espetáculo “Aos Companheiros de Estrada”, que retorna ao miniauditório do Guaíra, convidando o público a uma travessia poética pelo sertão brasileiro, entre memória, corpo e paisagem.

Espetáculo inspirado no universo de João Guimarães Rosa realiza temporada gratuita, de 29 de abril a 10 de maio, no auditório Glauco de Flores de Sá Brito, em Curitiba, com teatro físico, música ao vivo e ações formativas gratuitas

“O sertão não começa no mapa. Começa no encontro”. É desse lugar, íntimo e coletivo, que brota “Aos Companheiros de Estrada”, que retorna a Curitiba para nova temporada de 29 de abril a 10 de maio, no Miniauditório do Guaíra, com apresentações gratuitas de quarta a domingo. Em cena, o público é convidado não apenas a assistir, mas a caminhar.

Inspirada no universo de João Guimarães Rosa e nas travessias reais da atriz Camila Ferrão pelo sertão mineiro, a obra costura teatro físico, música ao vivo e poesia brasileira em uma experiência sensorial que pulsa entre memória, território e identidade. “Mais do que um espetáculo, a ideia é a prática de encontro: um convite a atravessar o país que nos habita e reconhecer nele fragmentos de quem somos”, explica Camila.

A dramaturgia nasce da vivência no chamado Caminho do Sertão, atravessando comunidades quilombolas e paisagens do Cerrado, berço das águas do Brasil. O resultado é um teatro que oscila entre o depoimento e a fabulação, entre o corpo e a palavra, entre o íntimo e o país. No palco, a travessia ganha forma: o sertão surge como geografia e estado de espírito, revelando um Brasil profundo, de rios ameaçados, culturas resistentes e histórias que insistem em existir.

Após sessões de estreia com forte recepção de público, a montagem retorna ao Mini Guaíra com 12 apresentações confirmadas e a perspectiva de circulação por outros espaços da cidade.

A temporada amplia suas portas e escutas: haverá sessões com intérprete de Libras nos dias 8 e 9 de maio, às 20h, e 10 de maio, às 16h e 19h, além de conversas com o público após apresentações específicas, criando espaços de troca direta entre artistas e espectadores.

Como extensão da cena, o projeto realiza duas oficinas formativas gratuitas, desdobramentos do próprio processo criativo. Em “Corpo-Escrita: Criação de Dramaturgia”, Camila Ferrão e Victor Lucas Oliver conduzem um mergulho nas relações entre palavra, imagem e presença. Já em “Criação de Solos a partir do Teatro Gestual”, Victor investiga o corpo como dramaturgia viva, onde gesto, silêncio e movimento se tornam linguagem.

Sinopse: Fruto de uma imersão sócio-eco-literária no sertão mineiro, o espetáculo nasce do encontro entre artistas e território, inspirando-se na obra de Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, e nas travessias reais vividas nesse espaço onde brotam algumas das principais águas do país.

Em cena, teatro, música, dança e artes visuais se entrelaçam para construir uma narrativa que atravessa memória, território e urgência ambiental, refletindo sobre o presente e os caminhos que estamos escolhendo seguir.

Serviço:
Espetáculo: Aos Companheiros de Estrada
Local: Miniauditório – Auditório Glauco Flores de Sá Brito (Rua Amintas de Barros, s/n)
Temporada: 29 de abril a 10 de maio de 2026 (quarta a sábado às 20h e domingo às 16h e 19h)
Sessões com Libras: 08 e 09/05 (20h) | 10/05 (16h e 19h)
Bate-papo após sessão: 29/04 e 07/05

Ações  formativas
Oficina Corpo-Escrita: Criação de Dramaturgia, com Camila Ferrão e Victor Lucas Oliver
Dia: 14/05 às 19h

Oficina Criação de Solos a partir do Teatro Gestual
com Victor Lucas Oliver
Dia: 15/05 às 19h
Local: Toca Atelier (Av. Vicente Machado, 198, Curitiba)

Inscrições: gratuitas neste link
Vagas: 12 por oficina

Classificação: 18 anos

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“REVISITANDO A GRANDEZA QUE SOMOS – CARTAS PARA TEREZA DE BENGUELA” ESTREIA EM CURITIBA COM APRESENTAÇÕES GRATUITAS E PROGRAMAÇÃO FORMATIVA

Na foto de Lelo Sasso, as atrizes Flávia Imirene e Sol do Rosário em “Revisitando a Grandeza que Somos – Cartas para Tereza de Benguela”. Temporada gratuita de 16 a 19 e 22 a 26 de abril, no Teatro José Maria Santos, em Curitiba.

Espetáculo inspirado na trajetória de Tereza de Benguela ocupa o Teatro José Maria Santos, em temporada gratuita de 16 a 19 e 22 a 26 de abril, articulando memória, ancestralidade e criação contemporânea, e integra projeto com ações acessíveis e oficina formativa gratuita com o artista Nando Zâmbia, com vagas limitadas.

Curitiba recebe, em abril, a estreia do espetáculo “Revisitando a Grandeza que Somos – Cartas para Tereza de Benguela”, uma criação que entrelaça memória, ancestralidade e cena contemporânea para reverberar a força e a continuidade das histórias de mulheres negras no Brasil. Com apresentações gratuitas no Teatro José Maria Santos, o projeto propõe uma experiência que vai além da cena, articulando também ações formativas e de acessibilidade.

Uma estreia que convoca memória e presença
Inspirado na trajetória de Tereza de Benguela, liderança quilombola do século XVIII, o espetáculo acompanha o encontro entre duas mulheres negras e suas histórias atravessadas pelo tempo. Em cena, realidade e ficção se misturam como possibilidade de revisitar memórias, refletir sobre o presente e projetar futuros. “Essa criação é também um gesto de escuta e de reconexão com aquilo que nos atravessa como memória e como possibilidade de futuro”, afirma Flávia Imirene.

Interpretado por Flávia Imirene e Sol do Rosário, com direção de Sabrina Marques, o trabalho nasce de um processo criativo que inclui vivências no Quilombo Paiol de Telha (Guarapuava – PR), fortalecendo o diálogo com saberes ancestrais e práticas coletivas. A criação se insere na trajetória do OMI Núcleo Artístico e Cavala Produções ao propor narrativas que expandem o imaginário cultural a partir de perspectivas negras e afro-brasileiras. “Quando a gente sobe em cena, não estamos sozinhas, estamos em continuidade com muitas outras histórias que vieram antes e seguem pulsando através de nós”, completa Sol do Rosário.

Acessibilidade como parte da obra
Como desdobramento do espetáculo, o projeto investe na formação e no acesso, com sessões que contam com intérprete de Libras, audiodescrição e visitas guiadas para pessoas cegas ou com baixa visão. As apresentações com audiodescrição acontecem nos dias 25 e 26 de abril (sábado e domingo), e no sábado, dia 25, haverá ainda uma visita guiada ao espaço cênico, realizada uma hora antes da apresentação. Todas as sessões contam com intérprete de Libras.

Formação em movimento: oficina com Nando Zâmbia
A proposta se amplia ainda com a realização da oficina gratuita “Ará Izô – Corpo que Queima”, ministrada por Nando Zâmbia. Com trajetória consolidada no Brasil e no exterior, o artista conduz uma imersão intensiva voltada à investigação do corpo como campo de criação, energia e memória. A oficina articula elementos da dança, teatro e musicalidade afro-brasileira, propondo aos participantes uma experiência que conecta técnica e vivência sensível na construção de uma dramaturgia corporal.

Voltada a artistas, estudantes e interessados em geral, a atividade oferece 20 vagas gratuitas e acontece em período integral nos dias 17, 18 e 19. As inscrições estão abertas e fazem parte do conjunto de ações do projeto, que entende a formação como extensão do próprio gesto artístico. É possível participar de apenas um dos dias ou acompanhar toda a programação.

Com forte dimensão estética, política e formativa, “Revisitando a Grandeza que Somos” se apresenta como um convite à experiência, tanto para quem assiste quanto para quem deseja atravessar o processo criativo.

SERVIÇO:
Espetáculo “Revisitando a Grandeza que Somos – Cartas para Tereza de Benguela”
Datas: 16 a 18 de abril – 20h | 19 de abril – 19h | 22 a 24 de abril – 14h30 | 22 a 25 de abril – 20h | 26 de abril – 19h
Sessão com audiodescrição: 25 de abril com visita guiada 1 hora antes da apresentação – 19h | 26 de abril – 19h
Local: Teatro José Maria Santos (Rua Treze de Maio, 655 – São Francisco, Curitiba)
Ingressos: Gratuitos com distribuição 1 hora antes na bilheteria
Classificação: Livre

“Oficina: Ará Izô –  Corpo que Queima”
Ministrante: Nando Zâmbia
Datas: 17, 18 e 19 de abril
Horários: 9h às 12h e das 14h às 17h
Local: Grupo Capoeira Angola Zimba
Vagas: 20 (gratuitas)
Inscrições: aqui

FICHA TÉCNICA:
Elenco: Flávia Imirene e Sol do Rosário | EQUIPE CRIATIVA – Direção: Sabrina Marques | Dramaturgia: Flávia Imirene | Textos: Sol do Rosário, Sabrina Marques, Flávia Imirene | Direção de Movimento: Priscila Pontes | Direção Musical: Matheus Santos | Assistente de Direção Musical: Evangivaldo Santos | Música Original: Sol do Rosário, Sabrina Marques, Flávia Imirene | Operador de Som: Carlos Alberto Cortes Espejo | Iluminação: Nando Zâmbia | Figurino: Carla Torres | Caracterização e Maquiagem: Kênia Coqueiro | Social Media: Maria Carolina Felício | Foto de Divulgação: Lelo Sasso Fotografia | Identidade Visual: Keyla Queiroz | Direção de Produção: Vida Santos | Produção Executiva: Dan Ramos | Coordenação de Projeto: Sabrina Marques | Produção: Omi Núcleo Artístico e Cavala Produções

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QUANDO O BEIJO VIRA MANCHETE: GARALHUFA ESTREIA “BEIJO E ASFALTO OU O FATO É:” NO MINI GUAÍRA

Na foto de Lina Sumizono, as atrizes Stephanie Zouza e Mariana Venâncio e o ator Victor Lucas Olivier em preparo para a estreia da nova montagem no Mini Guaíra reinventando um clássico rodrigueano.

Garalhufa estreia montagem investigativa inspirada em Nelson Rodrigues no Miniauditório Glauco Flores de Sá com temporada gratuita em março.

Três atores decidem montar O Beijo no Asfalto. Durante o processo, percebem que talvez não estejam montando a peça, mas investigando-a. A partir dessa provocação nasce “BEIJO E ASFALTO ou O fato é:”, novo espetáculo da companhia Garalhufa, que estreia para o grande público no dia 12 de março, no Miniauditório Glauco Flores de Sá (Mini Guaíra), em Curitiba, com entrada gratuita e sessões acessíveis em Libras.

O projeto parte de um estudo aprofundado de O Beijo no Asfalto, clássico de Nelson Rodrigues. Mas não se trata de uma adaptação ou releitura tradicional. É um espetáculo-investigação. Durante o processo de pesquisa, o grupo mergulhou na dramaturgia rodrigueana e descobriu informações históricas pouco conhecidas sobre a escrita da obra e sobre o próprio autor. A partir desse material, decidiu transformar o palco em laboratório: uma mesa de apuração, sala de ensaio, redação de jornal, tribunal, delegacia e feed de notícias.

Na peça original, o beijo entre Arandir e um homem atropelado vira manchete e serve como cortina de fumaça para encobrir um crime policial. Mais de seis décadas depois, a pergunta permanece: quem constrói os fatos? Por que se contam algumas histórias e não outras? Um jornal mentiria?

Em vez de “atualizar” Nelson, o espetáculo da Garalhufa utiliza a obra como ponto de partida para investigar a permanência das estruturas que ele denunciava: espetacularização midiática, moralismo, violência institucional e fake news. “A obra não é uma adaptação. É um estudo cênico. Investigamos como um gesto íntimo pode ser convertido em escândalo público, e como as versões se consolidam como verdade”, afirma a atriz e idealizadora do projeto Mariana Venâncio.

Peça-ensaio, palestra performativa, investigação
Com orientação artística de Giordano Castro, integrante do grupo pernambucano Magiluth, o trabalho assume uma linguagem híbrida entre peça-ensaio, palestra performativa e investigação documental. A dramaturgia é assinada por Vinicius Medeiros, com direção colaborativa entre elenco e dramaturgo. Em cena estão Mariana Venâncio, Victor Lucas Olivier e Stephanie Zouza.

O projeto nasceu em 2023, durante uma residência de Criação Colaborativa realizada no CPT Sesc Consolação, em intercâmbio com os grupos Magiluth e Quatroloscinco. A partir dessa experiência, iniciou-se a pesquisa que agora chega ao público.

Todas as apresentações da primeira temporada são gratuitas, com ingressos distribuídos 30 minutos antes de cada sessão na bilheteria do teatro. As sessões com tradução em Libras acontecem nos dias 15 (19h) e 19 (20h). A segunda temporada, com data marcada para o meio do ano, no Teatro Cleon Jacques, também oferece ingressos gratuitos e as sessões com Libras acontecem nos dias 17, 18 e 24 de julho.

O projeto é realizado por meio do Mecenato – Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Curitiba, com incentivo do Centro Diagnóstico Água Verde, Florença Veículos e Serra Verde Express.

Sobre a Garalhufa
A Garalhufa é uma trupe teatral, escola de atuação e centro cultural sediado no Largo da Ordem, em Curitiba. Com seis anos de atuação, já produziu seis espetáculos (quatro autorais) e três curta-metragens, além de circular por cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, João Pessoa, Florianópolis e Campinas.

Serviço:

“BEIJO E ASFALTO ou O fato é:”
Temporada de estreia: Miniauditório Glauco Flores de Sá (Rua Amintas de Barros, s/n – Centro, Curitiba)
Data: 11 a 22 de março, de quarta a sábado às 20h e nos domingos às 16h e às 19h. *Dia 14 (sexta) não haverá apresentação. 
Sessões com Libras: dia 15 às 19h e dia 19 às 20h.

2ª Temporada: Teatro Cleon Jacques (Rua Prof. Nilo Brandão, 710 – São Lourenço) 
Data: 17 a 26 de julho, sextas e sábados às 20h, e domingos às 19h. 
Sessões com Libras: 17, 18 e 24 de julho.
*Ingressos: Gratuito – retirar 30 minutos antes de cada sessão na bilheteria do teatro.

Ficha Técnica:
Idealização e direção de produção: Mariana Venâncio | Orientação artística: Giordano Castro | Dramaturgia: Vinicius Medeiros | Direção colaborativa: elenco e dramaturgo | Elenco: Mariana Venâncio, Stephanie Zouza e Victor Lucas Oliver | Sonoplastia: Cadu Machado | Iluminação: Ever Silva | Preparação vocal: Elis Koppe | Preparação corporal: Ana Filimberti | Cenário: Júlia Herculano | Figurino: Beatriz Alves e Izabelle Viana | Assistência de produção: Mateus Sandré | Mediação: Enzo Torre

Assessoria de Imprensa:
BB Comunica – @bb_comunica

ENTRE GUERRA E AFETO: “CONTO DE FARIDA” ESTREIA EM CURITIBA COM LUÍS MELO

Na foto de Vitor Dias, o elenco da nova montagem do AP da 13 e da Cardume Cultural: Luis Melo, Ciliane Vendrusculo, Mayra Fernandes e Camila Ferrão, que estreia dia 13 de março no Zé Maria.

Inspirado no trabalho premiado do fotógrafo Maurício Lima e em relatos reais de refugiados sírios, o espetáculo dirigido por Eduardo Ramos conecta a história íntima da família Farah a um cenário global de deslocamento humano e faz temporada gratuita no Teatro José Maria Santos a partir de março.

No dia 13 de março, o Teatro José Maria Santos recebe a estreia nacional de “Conto de Farida”. Com dramaturgia de Luci Collin e direção de Eduardo Ramos, o espetáculo aborda os impactos da guerra e do exílio a partir da história de uma família, marcando o retorno de Luís Melo aos palcos paranaenses em uma narrativa sensível sobre as tantas diásporas existentes na atualidade.

Realizado pela AP da 13 com produção da Cardume Cultural, o espetáculo transforma em cena uma realidade contemporânea urgente: a trajetória da família Farah ecoa a experiência de milhões de pessoas forçadas a deixar seus territórios em contextos de conflito e perseguição.

De acordo com o diretor do espetáculo Eduardo Ramos, a obra acompanha uma família síria dilacerada pela guerra, confrontada com escolhas extremas entre partir ou permanecer, preservar a memória ou buscar um futuro possível. “Entre silêncios, despedidas e gestos de resistência, a cena se constrói como espaço de escuta e testemunho, encontrando lugares possíveis de existir, em um cenário onde a humanidade deixou de existir”, conta o diretor.

A encenação tem como referência visual a exposição “Farida – Um Conto Sírio”, do fotógrafo brasileiro Maurício Lima, vencedor do Prêmio Pulitzer em 2016, que acompanhou por 51 dias a fuga de uma família de Alepo. Essa experiência se articula aos relatos reais dos artistas sírios Abed Tokmaji, Myria Tokmaji e Lucia Loxca, radicados no Brasil há 12 anos, que contribuem diretamente para a dramaturgia a partir da vivência do exílio.

No palco, a história da família Farah revela o dilema de quem vê a guerra bater à porta: o conflito entre o apego às raízes e a urgência da sobrevivência em terras desconhecidas. Luís Melo interpreta Khaled Farah, o patriarca, acompanhado por Mayra Fernandes (a filha Aisha), Ciliane Vendruscolo (a filha Qamar) e Camila Ferrão (a sobrinha/prima Jamile), que dão voz às diferentes perspectivas de uma família fragmentada pelo avanço do conflito.

A atmosfera de urgência e tensão é reforçada pela cenografia de Fernando Marés, com tons acinzentados e planos irregulares que evocam tanto os escombros da guerra quanto o caminho incerto da travessia, enquanto o desenho de luz de Beto Bruel e Lucas Amado dialoga com a trilha sonora executada ao vivo sob a direção de Edith de Camargo, com a participação direta dos músicos sírios, Abed Tokmaji e Lucia Loxca, com alaúde, cantos e sonoridades tradicionais, transportando o público para o epicentro da narrativa.

De acordo com Eduardo, Melo começou a estreitar os laços com o AP da 13 durante a pandemia e, desde então, passou a acompanhar de perto os trabalhos do grupo. “Tivemos um contato no Campo das Artes em um projeto viabilizado por um edital de São Paulo. Essa experiência aproximou nossas trajetórias e fortaleceu a parceria. A partir daí, seguimos em diálogo, com Melo acompanhando as produções do grupo, até que surgiu o convite para que ele participasse como curador do festival Novos Olhares em 2025, conta o diretor.

Para Melo, voltar para uma produção curitibana como a que será apresentada no palco do Zé Maria unindo história, música e memória humana é profundamente emocionante. “Gosto de trabalhar com grupos dedicados, que desenvolvem processos contínuos com cuidado e comprometimento. É esse empenho que torna o retorno ao palco uma experiência feliz, responsável e memorável. É um trabalho que acredito que, daqui a muitos anos, será lembrado, pois valoriza a pesquisa, a qualidade e a autenticidade do coletivo”, afirma o ator.

Um contexto global de deslocamento sem precedentes
A história de “Conto de Farida” dialoga diretamente com uma das maiores crises humanitárias da atualidade. Segundo dados do ACNUR/ONU, ao final de 2024 e início de 2025, mais de 123 milhões de pessoas foram deslocadas à força devido a conflitos, perseguições e crises humanitárias, especialmente no Sudão, Ucrânia e Gaza. Do total, 83,4 milhões vivem como deslocadas internas e mais de 43 milhões como refugiadas. Aproximadamente 40% são crianças e adolescentes, e 4,4 milhões de pessoas são apátridas. O espetáculo transforma esses números em experiência sensível e concreta no palco.

A temporada é gratuita e inclui sessões com acessibilidade, com Libras, nos dias 14 e 21 de março, e com audiodescrição, no dia 20, ambas às 20 horas. Dentro do projeto está também a oficina gratuita de dramaturgia depoimental intitulada Corpo em Guerra: Possíveis Caminhos para além do Êxodo, ministrada pelo diretor Eduardo Ramos, a fase de inscrições vai ser divulgada no instagram do Coletivo: @apedatreze

FICHA TÉCNICA:
Dramaturgia: Luci Collin | Direção: Eduardo Ramos | Direção Musical e música ao vivo: Edith de Camargo | Pesquisa e música ao vivo: Abed Tokmaji e Lucia Loxca | Elenco: Camila Ferrão, Ciliane Vendruscolo, Luís Melo e Mayra Fernandes | Luz: Beto Bruel e Lucas Amado | Cenário: Fernando Marés | Figurino: Carmem Felipa Leme | Adereços: Eberton Lennon | Direção de movimento e preparação corporal: Flávia Massali | Preparação vocal: Edith de Camargo | Direção de Produção: Mayra Fernandes | Assistência de Produção: Karu Mochinsky | Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo | Mídia Social: Juliana Villas Boas | Design Gráfico: Guto Stresser | Realização: Jade Rudnick Giaxa, Setra Companhia e AP da 13 | Produção: Cardume Cultural

SERVIÇO
Local: Teatro José Maria Santos (Rua Treze de Maio, 655 – São Francisco)
Datas: 13 a 26 de março (terças, quartas, quintas e sextas às 20h; sábados às 17h e 20h; domingos às 11h e 17h)
Ingresso:  Gratuito – retirada uma hora antes na bilhete do teatro)
Sessões com Libras: 14 e 21 de março (sábados às 20h)
Sessão com audiodescrição: 20 de março (sexta às 20h)
Classificação Indicativa: 14 anos

Informações adicionais

Sobre AP da 13 e Setra Companhia
O AP da 13 é um coletivo e espaço multicultural fundado pelo artista Eduardo Ramos, sede da Setra Companhia que se dedica à fricção do teatro com a dança há mais de 10 anos. De 2013 até hoje, foram 18 espetáculos tendo como norte a proposição de novas pesquisas estéticas e dramatúrgicas, na busca conceber obras que habitem um campo que transita entre o reconhecimento e a estranheza, de modo a promover experiências novas e de extrema singularidade para quem assiste aos espetáculos da Cia. Promovendo o encontro entre artistas do teatro, dança e performance, o Coletivo se destaca pela maneira que cria mecanismos entre estas linguagens. Em 2015 estreou dois espetáculos completamente singulares: Ave Miss Lonelyhearts por Gustavo Marcasse e MOMMY em parceria com a dramaturga, Mariana Mello. Em 2017, o espetáculo Contos de Nanook a partir da construção de um universo fantástico, trata das fábulas dos inuits, indígenas do Polo Norte. Em 2019, a Cia começa suas pesquisas nas reescritas dos textos clássicos a partir do mito Fedra de Eurípedes e Amor de Phaedra da dramaturga britânica Sarah Kane, estreando o espetáculo de dança teatro Fedra em: O Fantástico Mundo de Hipólito. Espetáculo convidado para a Mostra Principal do Festival de Curitiba 2019. Os últimos espetáculos do Coletivo foram: Aqui é Minha Casa (2022/24), Monstro (2023/2025), Família Original 3.0 (2024) e Multidão, espetáculo com 8 não artistas em cena, realizado em agosto de 2025.

Sobre Luis Melo
Nascido em 1957 em Curitiba, Paraná, Luís Melo é uma das referências no meio teatral, televisivo e cinematográfico brasileiro. Sua entrada no universo da dramaturgia se deu na década de 1970, por meio do curso permanente de teatro da Fundação Teatro Guaíra, em Curitiba. Uma década mais tarde em São Paulo, sob a tutela do diretor Antunes Filho no Centro de Pesquisa Teatral (CPT), o ator ganha reconhecimento pela maestria e sensibilidade às técnicas de corpo e voz, e por sua potência interpretativa.  Ao interpretar Macbeth, em Trono de Sangue (1992), é reconhecido com os prêmios Shell, Mambembe e Associação Paulista de Críticos de Arte, consagrando-se como um dos grandes atores de sua geração. Três anos mais tarde, Melo é convidado para atuar na televisão brasileira pela primeira vez, atingindo uma grande popularidade fora do meio teatral, sem jamais, entretanto, abandonar os palcos.

A partir dos anos 2000, Luís Melo retorna à Curitiba e passa a dedicar-se também à formação de jovens profissionais do teatro, fundando, em parceria com a atriz Nena Inoue e o cenógrafo Fernando Marés, o Ateliê de Criação Teatral (ACT) – uma proposta expandida do CPT de Antunes Filho em São Paulo. Ao longo de seis anos de existência, o ACT promoveu importantes e indispensáveis diálogos abertos entre artistas, produtores culturais e público, e a proposta transdisciplinar do espaço foi um verdadeiro marco no fazer e pensar as artes no Paraná. Muito além do teatro, o ACT tinha como missão promover um campo fértil para a música, fotografia, artes plásticas, literatura, cinema: não havia fronteiras de linguagens ou expressões.

A herança vanguardista do ACT após o encerramento de suas atividades deixou não apenas um vácuo no meio cultural curitibano, mas também uma semente: ali brotou o sonho de Luís Melo para a idealização, construção e fundação do Campo das Artes.

Assessoria de Imprensa:
BB Comunica – @bb_comunica

CARNABILLY ROCK 2026 TRAZ SHOWS GRATUITOS, FEIRA DE VINIL E COSTELA FOGO DE CHÃO PARA O CARNAVAL EM CURITIBA

4ª edição reúne os clássicos do rockabilly, encontro de carros antigos, concurso com show de talentos e diversas opções gastronômicas

Quem gosta de passar o carnaval ao som de muito rock’n roll, vai poder curtir o 4º Carnabilly Rock no Armazém Garagem Bar, em Curitiba. A festa começa no dia 14 de fevereiro e segue até a terça-feira (17) de carnaval com o melhor do rock e country, além de encontro de carros antigos, feiras de antiguidades, concurso com show de talentos e muita costela fogo de chão.

O Carnabilly é inspirado no estilo musical norte-americano rockabilly, criado na década de 50 com a união do rock and roll dos artistas negros e a música country raiz, que é o hillbilly. Um célebre artista, considerado o pai do rockabilly, é o cantor Elvis Presley, o qual será homenageado pelo cover Rogério Cordoni durante o evento.

As bandas Old Chevy, Boogie N Blues, Mr Gomes Band e dos Los Clandestinos Trios também vão trazer o estilo rockabilly. Já os grupos Araucária’s Experience, Black Bear Ranch, Black Bull, D’ Folks Southern Rock, Country e Lonesome Captain irão tocar o melhor do country rock.

“Sábado e domingo será mais focado no rockabilly, já na segunda e na terça teremos uma pegada mais estilo Texas, country, com direito a um encontro de caminhonetes e carros da época, e costela fogo de chão”, destacou um dos organizadores do evento, Renan de Morais.

A costela fogo de chão e o churrasco texano serão servidos na segunda (16) e na terça-feira (17). Outras opções gastronômicas serão os hambúrgueres e porções da casa.

Concurso Miss Armazém Garagem
No domingo (15), as mulheres poderão participar do Miss Armazém Garagem 2026, organizado pela Ivin Pin-Up, um concurso com show de talentos estilo Rockabilly e Pin-Up (Pin-Up Girls são mulheres retratadas em ilustrações ou fotos com estética vintage (principalmente dos anos 40 e 50). A vitoriosa receberá uma faixa, uma coroa, R$ 500,00 em consumação no Armazem Garagem e prêmios dos apoiadores. As 10 finalistas serão contempladas com um ensaio fotográfico para participação no Calendário Oficial do Armazém Garagem Bar.

Outras atrações
Além dos shows, concursos e exposição de carros antigos, os visitantes terão acesso a uma Feira de Antiguidades com objetos como peças de decoração e brinquedos antigos. Também terá uma Feira do Vinil com Antiquário Coisa Véia + Sebinho, Bazar das Pin-Ups, estúdio de tatuagem e venda de miniaturas de carros, motos e personagens de filmes e séries. No sábado (14), também terá uma apresentação e oficina de dança gratuitas de Rockabilly com os artistas César Keidi e MissTókio.

Serviço
Carnabilly Rock 2026
Datas: 14 a 17 de fevereiro
Local: Armazem Garagem Bar
Endereço: Rodovia Curitiba – Ponta Grossa Br-277, 2630 – Santo Inácio, Curitiba – PR
Horários:
– Sábado a partir das 15h
– Domingo a partir da 15h
– Segunda das 11h às 23h
– Terça das 11h às 23h
Entrada: gratuita
Estacionamento: gratuito
Mais informações: no instagram @armazemgaragem

Fonte: May Locatelli
Crédito Foto: @adrianosann

AKPALÔ: SARAU AFRO-CURITIBANO CHEGA AO “SEGUNDO ATO” COM PROGRAMAÇÃO GRATUITA VOLTADA À CULTURA URBANA E O RAP

O Akpalô: Sarau Afro-curitibano segue com a programação e chega ao seu “segundo ato” neste sábado (6), na Casa de Cultura Àlàáfíà, no bairro São Francisco, em Curitiba. Serão duas atividades ao longo do dia, ambas com inscrição online para recebimento da certificação de participação: a primeira, uma oficina de rima, das 10h às 12h; e, a segunda, uma oficina de danças urbanas, das 14h às 16h. A entrada é totalmente gratuita.


Samuel Costa e Liah Vitoria. Foto: Bru Silva.

Das 10h às 12h, acontece a oficina “Palavra e seu Modo de Resistência”, conduzida pela Associação de Rimadores – Contraste Social. O presidente do grupo, Samuel Costa, conhecido como Samuka, explica que a atividade busca desenvolver habilidades de escrita e improvisação, explorando a palavra como ferramenta de resistência, transformação social e transmissão de ideias e emoções, além de introduzir técnicas de construção de rimas e ritmo (flow).

Ele destaca que a oficina é voltada a quem deseja conhecer e aprofundar saberes sobre cultura de rua, cultura urbana, poesia e RAP, reforçando a importância de incentivar artistas em início de carreira: “Dar esse ‘up’, valorização, a quem está começando. Isso é muito importante”, inicia. Samuka também chama atenção para os desafios enfrentados pelos artistas da cena: “O maior problema que a associação tem encontrado está em que a maior parte dos artistas ‘são CLT’ e não conseguem viver da cultura.

Principalmente em Curitiba, local que ‘a gente sabe como é’. A maioria dos artistas que participam da associação são mulheres e homens negros e, agora, com a parceria aberta com o Slam Inclusão, também trazemos as pessoas trans e todos aqueles que são invisibilizados na cena cultural, que sai do padrão ‘clássico e europeu’ vigente na cidade. Então, nós estamos vindo na contramão e vamos seguir com esse trabalho de dar o espaço, voz e fomentar o diálogo, para que as pessoas venham conhecer quem são esses artistas, incentivar o trabalho desses artistas”, analisa.

Das 14h às 16h, a dançarina e coreógrafa Isis Silva ministra a oficina de Danças Urbanas. Vice-presidente do Centro Cultural Humaitá e coordenadora do RapPaz – Encontro Metropolitano de Cultura de Rua pela Paz, Isis atua desde 2012 em competições, apresentações e formação em dança, além de integrar a equipe da escola Ori Gem Dance, no Centro de Curitiba.

Ela destaca que quem participar da atividade da manhã chegará à tarde com “a energia aquecida”, também fortalecida pelo almoço servido pela Àlàáfíà.
Isis descreve sua condução artística: “Trabalho com um estilo all style, atravessado por referências como ragga, vogue, samba, house dance, reggaeton e popping, criando uma experiência dinâmica, diversa e viva. O público pode esperar uma vivência intensa, que mistura técnica, groove e identidade”, inicia.

A oficina, segundo ela, envolve aquecimento guiado pela musicalidade e consciência corporal; fundamentos dos estilos que a atravessam; exercícios de freestyle e troca; momentos de criação coletiva; e uma finalização que reconecta corpo, ritmo e território.

“É uma aula que respeita cada corpo, mas provoca cada pessoa a expandir sua expressão, ganhar presença e se conectar com a musicalidade que vem das ruas, das comunidades e das culturas afro”, completa Isis.

Sobre os primeiros dias e toda a programação
Os primeiros dias do Akpalô foram marcados por encontros potentes, que reuniram diferentes gerações e múltiplas linguagens artísticas em momentos de comunhão, troca e emoção. A programação inicial aprofundou debates e vivências sobre ancestralidade e espiritualidade, fortalecendo a presença de artistas afro-curitibanos e ampliando a circulação de seus trabalhos.

Também estiveram simbolicamente presentes figuras importantes da história afro-brasileira, como Chico Rei, evocando memória, resistência e legado. As atividades criaram um ambiente de conexão e diálogo, preparando o caminho para novas interações e experiências que seguem acontecendo na Casa de Cultura Àlàáfíà.


Feira de livros durante todo o evento.

Ao todo, serão sete dias de programação entre novembro de 2025 e fevereiro de 2026, incluindo teatro, música, dança, partilha de textos de autores afro-curitibanos, oficinas de escrita criativa e rodas de conversa. A programação completa está disponível no site da Ariramba Cultural e nos Instagrams: @ariramba_cultural e @centro_cultural_humaita

Sobre o Akpalô: Sarau Afro-curitibano
O Akpalô desponta como uma das principais iniciativas do calendário cultural da cidade. O ciclo é dedicado às oralidades, literaturas e artes de matriz africana e indígena. Inspirado na figura do akpalô, o contador de histórias e guardião de saberes da tradição iorubá, o projeto reúne mestres, educadores(as), artistas e comunidade em práticas que integram arte, educação e ancestralidade.

A realização é da Ariramba Cultural, da Associação dos Rimadores e do Centro Cultural Humaita, com coprodução da Casa de Cultura Àlàáfíà e de Mônica Margarido Produções Culturais. Durante as atividades, o público também poderá saborear pratos da culinária afro-brasileira preparados pela Àlàáfíà.

Apoio institucional
O projeto é viabilizado com apoio da Câmara Municipal de Curitiba e de vereadoras e vereadores que reconhecem a arte e a educação como ferramentas de transformação social. A iniciativa conta com emenda parlamentar coletiva articulada pela vereadora Giorgia Prates (PT), em colaboração com os vereadores Serginho do Posto (PSD) e Pier Petruzziello (PP).

Serviço:
Akpalô: Sarau Afro-curitibano
Data: 06 de dezembro (sábado)
Local: Casa de Cultura Àlàáfíà – Rua Jaime Reis, 480, São Francisco
Horário: 10h às 16h

Atividades:

O dia todo:
– Feira de livros.

10h às 12h:
– Oficina de rima “Palavra e seu Modo de Resistência”, com Associação dos Rimadores. Inscrições: clique aqui.

14h às 16h
– Oficina de Danças Urbanas, com Isis Silva. Inscrições: clique aqui.

Programação completa em www.arirambacultural.com.br

Fonte: Assessoria de imprensa: Gabriel Souza

ARTE E LETRA TRAZ ESCRITORA URUGUAIA MARIANA CASARES PARA LANÇAMENTO E OFICINA EM CURITIBA

Arte e Letra traz escritora uruguaia Mariana Casares para lançamento e oficina em Curitiba

Com o apoio do Instituto Cervantes, a Arte & Letra recebe em Curitiba a escritora uruguaia Mariana Casares, um dos nomes mais instigantes da literatura contemporânea de seu país, para uma programação especial que inclui lançamento de livro, oficina literária e participação em mesa temática.

Reconhecida por uma escrita que disseca o cotidiano com precisão e sensibilidade — transformando gestos mínimos, objetos e situações comuns em matéria de investigação existencial — Casares se destaca como um “ponto nodal” da cena literária recente do Uruguai.

Lançamento: A Moça da Motosserra
Durante sua passagem por Curitiba, a autora apresenta A Moça da Motosserra, livro de contos marcado por ritmo ágil, humor afiado e ecos da literatura onírica de Mario Levrero. A obra reúne personagens inesperados — de um ladrão de guardanapos a uma figura solitária no centro cirúrgico — compondo uma galeria vibrante que ilumina pessoas, animais e objetos da vida cotidiana com ternura e estranhamento.

A protagonista que dá nome ao livro funciona como metáfora poderosa da autoridade feminina que elimina o supérfluo para atingir o essencial.

O livro estará disponível no site e na livraria da Arte & Letra.

Curso: Literatura Uruguaia – Reescrevendo o Cânone
Mariana Casares ministra ainda o curso “Literatura Uruguaia: Reescrevendo o Cânone” (em espanhol), no dia 5 de dezembro (sexta-feira), das 19h às 21h, na Esc. Escola de Escrita, com emissão de certificado. As inscrições são realizadas via WhatsApp, conforme indicado pela organização.

Mesa na Casa Literária
A autora integra também a mesa “Escrever com o Corpo: o novo romance de Mariana Casares e a literatura uruguaia”, com mediação de Nylcéa Pedra e Emanuela Siqueira, no dia 6 de dezembro, às 16h, na Casa Literária.

A 2ª edição da Casa Literária acontece neste sábado, dia 6 de dezembro, das 10h às 19h30, no Nex House Casa de Pedra (Alameda Pres. Taunay, nº 130), no bairro Batel, em Curitiba. Para mais informações, acesse os perfis oficiais no Instagram: @nexcoworking e @arteeletra.

Fonte: Uivo Produtora