CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA ENCUENTROS – AÇÕES DE DIÁLOGO EM DANÇA CURITIBA – AMÉRICA LATINA

¿CÓMO LAS COSAS LLEGARON AQUÍ? de Iván Haidar. Foto: Tato Giannini.

De 5 a 13 de junho de 2026, a CAIXA Cultural Curitiba recebe a segunda edição de ENCUENTROS | ações de diálogo em dança Curitiba – América Latina, transformando Curitiba em um território de intersecção e partilha ao longo de 9 dias de programação. Durante este período, o projeto reúne criadores dedicados ao trabalho colaborativo e coletivo. A programação articula apresentações de espetáculos, residências artísticas, pocket shows e espaços de convívio, transformando a mostra em um campo de investigação contínua. ENCUENTROS se estrutura sob a premissa de que o encontro é uma ação imperativa que constrói, modifica e urge. É a partir desse entendimento que a mostra se desenha, criando espaços voltados ao compartilhamento de trajetórias, perguntas e inquietações artísticas, estéticas e políticas, focando na potência dos processos e no movimento.

Conceitualmente, a edição 2026 se articula a partir da relação somática entre corpo e território. Curitiba torna-se o ponto de partida para caminhar, mover-se e conversar sobre as performatividades, mapeando as cartografias singulares que cada artista produz em sua comunidade e na cidade que habita. A mostra de dança acompanha criadores que investigam suas práticas estéticas, inserções territoriais e projeções em rede, indagando como essas manifestações dialogam com outros contextos sem perder suas singularidades. O projeto surge também diante do distanciamento cultural histórico entre o Brasil e os demais países latino-americanos, que frequentemente desconhecem as realidades, as narrativas e as referências artísticas das nações vizinhas. Diante desse panorama, a mostra amplia os espaços de interlocução para construir redes de intercâmbio entre artistas de várias nacionalidades, provocando alteridade e mexendo com a cena curitibana.

Esse ambiente de intersecção e cooperação é costurado por uma comissão curatorial heterogênea, composta pela curadora e gestora argentina Jimena Garcia Blaya, pela artista e curadora mexicana Olga Gutiérrez, e pelo artista-gestor curitibano Leonardo Kunta, que desenham o chamamento e acompanham toda a programação para potencializar as redes internacionais de colaboração nas artes vivas latino-americanas, contando ainda com a interlocução curatorial da idealizadora e diretora artística Mariana Mello. Ao acionar esses espaços coletivos de intercâmbio, ENCUENTROS entende a travessia, o embate e a relação com outros corpos-geografias como uma provocação fundamental para os modos atuais de organização e criação nas artes vivas da América Latina e de Curitiba.

O panorama internacional reúne artistas de diferentes territórios latino-americanos na programação da CAIXA Cultural Curitiba. Do Uruguai, a criadora Eugenia S. Chirimini apresenta KRUMPFORMismo. Da Argentina, participam Iván Haidar, com a obra ¿Cómo las cosas llegaron aquí?, e a dupla formada por Constanza Copello e Delfina Serra, que apresenta Tropismo y Nastía. Representando a cena colombiana, Sara Idárraga Hamid integra a mostra com Des-emboca-dura con-mover lo atascado. Já o México marca presença com Azhareel Sierra e a performance Códice del placer. Em diálogo direto com as propostas internacionais, a cena de Curitiba se faz presente com os trabalhos ULTRAVIOLETA, de Adriana Omoto, Suíte Deserto, da Korpa Enkantada, MARIMBONDO, de André Oliveira, REGENERAÇÕES, de Majo Farias e Vitória Gabarda, e Por onde o corpo é rastro, de Nadya Romanowski.

A experiência na CAIXA Cultural Curitiba se expande ainda por meio de ações formativas e apresentações musicais que complementam a dimensão coletiva e relacional da mostra. O público e os artistas compartilharão saberes nas oficinas ministradas por Cinthia Kunifas, Laremi Paixão, Raphael Fernandes e Juliana Adur, que propõem práticas corporais de sensibilização e pensamento sobre o corpo e o mundo.

O cruzamento entre música e performance ganha força nos pocket shows que acontecem ao longo da programação. No dia de estreia, ENCUENTROS recebe Lu Faccini e o espetáculo convidado MONSTRUOSAS ALIANÇAS, de Gabriel Machado. Na segunda semana de evento, Gabriel conduzirá também o Diálogo # CITA, bate-papo público entre artistas, curadoria e público; ação acompanhada pela performance musical de Klüber. A mostra encerra com o pocket show Las Pájaras, e com o lançamento e a distribuição gratuita de uma publicação criada por Luana Navarro e Raro de Oliveira com registros criativos do projeto, estendendo a memória das escritas corporais, dos afetos e dos diálogos travados durante a mostra.

Ao conectar a cena local às urgências criativas da América Latina, ENCUENTROS consolida-se como uma cartografia viva. Cada movimento gerado ao longo desses nove dias ativa redes de alteridade, colaboração e intercâmbio. Porque o encontro é uma ação perfurativa.

Códice del placer. Crédito foto: Azur Martínez.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA
ENCUENTROS

05.06 SEX
19h30: ABERTURA ENCUENTROS
POCKET SHOW VOA NOITE DUO de Lu Faccini e Leo Gumiero [LIVRE]
MONSTRUOSAS ALIANÇAS de Gabriel Machado, Hedra Rockenbach e Stéfani Belo [LIVRE]

06.06 SÁB
14h – 17h OFICINA CORPO-CORPO CORPO-MUNDO com Cinthia Kunifas [16]
19h30
MARIMBONDO de André Oliveira (Curitiba) [LIVRE]
TROPISMO Y NASTÍA de Constanza Copello y Delfina Serra (Argentina) [18]

07.06 DOM
14h – 17h OFICINA DANÇAR É PERTENCER com Laremi Paixão [16]
18h
KRUMPFORMismo de Eugenia S. Chirimini (Uruguai) [LIVRE]
SUÍTE DESERTO de Korpa Enkantada (Curitiba) [16]

09.06 TER
19h30 POCKET SHOW MELINDRE de Julia Klüber
Diálogo Curitiba # América Latina
Bate-papo entre artistas, curadoria e público. Mediação: Gabriel Machado.

10.06 QUA
19h30
¿CÓMO LAS COSAS LLEGARON AQUÍ? de Iván Haidar (Argentina) [LIVRE]
ULTRAVIOLETA de Adriana Omoto (Curitiba) [16]

11.06 QUI
19h30
REGENERAÇÕES de Majo Farias e Vitória Gabarda (Curitiba) [18]
CÓDICE DEL PLACER de Azhareel Sierra (México) [18]

12.06 SEX
19h30
POR ONDE O CORPO É RASTRO de Nadya Romanowski (Curitiba) [LIVRE]
DES-EMBOCA-DURA CON-MOVER LO ATASCADO de Sara Idárraga Hamid (Colômbia) [10]

13.06 SÁB
10h – 13h OFICINA ARQUITETURAS ORGÂNICAS DO MOVIMENTO com Raphael Fernandes [16]
14h – 17h OFICINA JOGO DE INTERESSES – O INTERESSE COMO FORÇA DE APROXIMAÇÃO E CRIAÇÃO com Juliana Adur [16]
19h30 ENCERRAMENTO ENCUENTROS
POCKET SHOW LAS PÁJARAS [LIVRE]
Lançamento e distribuição da PUBLICAÇÃO | REGISTRO CRIATIVO [LIVRE]

SERVIÇO:
Mostra ENCUENTROS | ações de diálogo em dança Curitiba – América Latina # 2ª Edição
Data: De 05 a 13 de junho de 2026
Local: CAIXA Cultural Curitiba
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro, Curitiba – PR
Ingressos por noite: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada)
Oficinas gratuitas
INFOS E INSCRIÇÕES OFICINAS:
https://linktr.ee/mostraencuentros
https://www.encuentros.art

SÚBITA COMPANHIA LEVA REMONTAGEM DO PREMIADO “AMORES DIFÍCEIS” A DIVERSAS CIDADES PARANAENSES

Fotografia: Carol Castanho.

Com dramaturgia baseada em clássicos da literatura e do teatro, peça retorna aos palcos com nova encenação e elenco renovado para investigar os impasses do amor contemporâneo em sessões gratuitas em junho

Quase sete anos após sua última apresentação, o espetáculo “Amores Difíceis”, da Súbita Companhia de Teatro, retorna aos palcos em uma remontagem que chega de forma gratuita a sete cidades do Paraná. Entre maio e junho de 2026, a montagem percorre os municípios de Antonina, Siqueira Campos, Ribeirão do Pinhal, Bela Vista do Paraíso, Saudade do Iguaçu, Tibagi e Balsa Nova.

“Amores Difíceis” levanta uma pergunta — o que é o amor? — para construir uma encenação contemporânea que aposta na metalinguagem para investigar o amor e seus embates. A obra tem como ponto de partida o conto “Aventura de um esposo e uma esposa”, do escritor italiano Italo Calvino, e trechos das peças de A Gaivota, de Anton Tchekhov, e Bodas de Sangue, de Federico García Lorca.

Dirigido por Maíra Lour, o espetáculo tem elenco formado por Pablito Kucarz, Patrícia Cipriano, Dafne Viola e Zeca Sales, que se revezam em diferentes papéis entre cenas de obras consagradas e textos autorais. Voltada para o público jovem e adulto, a montagem carrega a assinatura da Súbita Companhia com uma encenação contemporânea marcada pelos estudos do corpo e do movimento no teatro.

“O espetáculo traz o tema das relações amorosas, seus prazeres e frustrações, embalado por músicas que falam de amor, de fossa e de superação. O elenco traz para o palco várias situações que provocam reflexões sobre escolhas, atitudes e entrega nas relações amorosas”, conta a diretora e dramaturga Maíra Lour.

A obra estreou em 2013 no Teatro Novelas Curitibanas, percorreu festivais em Curitiba, Maringá e Itacoatiara (AM), foi premiado com o Prêmio de Melhor Iluminação no 10º Festival de Teatro da Amazônia, indicado ao Prêmio Troféu Gralha Azul 2013 nas categorias Melhor Espetáculo e Melhor Direção, e fez temporada na Caixa Cultural do Rio de Janeiro em 2015. Sua última apresentação aconteceu em 2019, em uma mostra de repertório da própria companhia.

Para a circulação, a montagem se renova. “Desde a concepção do espetáculo em 2013 até os dias atuais muitas coisas mudaram em relação ao amor”, explica Lour. “A pandemia transformou as relações afetivas e nós, artistas criadores desse espetáculo, também mudamos muito, amadurecemos e hoje percebemos as relações amorosas de outra maneira. O elenco desta nova montagem trouxe outras inquietações e questões para a remontagem, revelando também uma oportunidade de amadurecimento na linguagem artística da Companhia”, completa Maíra.

Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná, com incentivo da Copel.

Sobre a Súbita Companhia de Teatro
Fundada em 2007 e sediada no Centro Histórico de Curitiba, a Súbita Companhia de Teatro é um coletivo de artistas dedicado à criação de espetáculos, produções audiovisuais, publicações e ações formativas. A companhia desenvolve pesquisa continuada em encenação e dramaturgia contemporâneas, com foco nos estudos do corpo e do movimento. Com 18 peças, 3 cenas curtas, 8 curtas-metragens e 13 publicações em dramaturgia ao longo de sua trajetória, a Súbita se destaca pela continuidade e qualidade de seu trabalho no cenário cultural brasileiro. Em 2025, foi premiada no Troféu Gralha Azul, o principal prêmio do teatro paranaense, nas categorias Melhor Espetáculo, por O medo da morte das coisas, e Melhor Direção, por Deriva, tendo recebido outras 15 indicações em diversas categorias.

Serviço
Amores Difíceis
Duração: 60 minutos
Classificação: 14 anos
Entrada: gratuita

SAUDADE DO IGUAÇU
03/junho (qua) | 15h30 e 19h
04/junho (qui) | 15h30 e 19h
Centro Cultural de Saudade do Iguaçu

TIBAGI
10/junho (qua) | 15h e 19h
11/junho (qui) | 15h e 19h
Teatro Municipal Tia Inália

BALSA NOVA
13/junho (sáb) | 16h e 20h
14/junho (dom) | 16h e 20h
Campo das Artes

Mais informações:
www.instagram.com/subitacompanhia
www.instagram.com/flutuaproducoes

Ficha técnica:
Direção: Maíra Lour |  Dramaturgia: Maíra Lour e Álvaro Antonio | Elenco: Dafne Viola, Pablito Kucarz, Patrícia Cipriano e Zeca Sales | Direção de movimento: Juliana Adur | Assistência de direção: Anna Wantuch | Sonoplastia: Álvaro Antonio | Cenário: Fernando Marés | Figurinos: Isbella Brasileiro | Iluminação: Lucri Reggiani | Direção de produção: Gilmar Kaminski | Produção executiva: Dânatha Siqueira | Assessoria de imprensa: Thays Cristine | Redes sociais e criação de conteúdo: Gabriela Berbert | Realização: Súbita Companhia e Flutua Produções

GARIMPA SÃO BRAZ TRANSFORMA COLÉGIO ESTADUAL EM PONTO DE ENCONTRO PARA AMANTES DE BRECHÓ

Garimpa São Braz transforma colégio estadual em ponto de encontro para amantes de brechó

Evento acontece no dia 30 de maio, no Colégio Estadual São Braz, com mais de 25 expositores, peças de inverno e opções a partir de R$ 5.

No dia 30 de maio, o bairro São Braz recebe uma programação que promete movimentar a comunidade com moda acessível, consumo consciente e muitas oportunidades de garimpo. O Colégio Estadual São Braz abre espaço para a primeira edição do Garimpa São Braz, feira que reúne mais de 25 expositores com peças para todos os estilos, tamanhos e bolsos.

Das 10h:00 às 18h:00, o público poderá encontrar roupas femininas, masculinas e infantis, além de acessórios, bolsas, sapatos e opções de inverno para renovar o guarda-roupa gastando pouco. Entre os destaques estão peças a partir de R$ 5, reforçando a proposta do evento de unir estilo, economia e sustentabilidade.

Mais do que um espaço de compras, o Garimpa São Braz nasce com a proposta de fortalecer o comércio local, incentivar o reaproveitamento de peças e criar um ambiente de convivência para famílias, amigos e amantes da moda circular. Segundo a idealizadora do projeto, Kerolen Martins, a expectativa é transformar a feira em um ponto de encontro da comunidade. “Queremos que as pessoas encontrem muito mais do que roupas. A ideia é criar uma experiência leve, acolhedora e acessível, onde todo mundo possa garimpar peças incríveis e aproveitar o dia no bairro onde moram”, destaca.

Kerolen também reforça o compromisso do evento com o consumo consciente. “O brechó vem ganhando cada vez mais espaço porque une economia, exclusividade e sustentabilidade. O Garimpa São Braz nasce justamente para mostrar que é possível consumir moda de forma inteligente e cheia de estilo”, afirma.

Com peças selecionadas, preços populares e opções para toda a família, o Garimpa São Braz promete ser uma ótima oportunidade para quem ama garimpar e descobrir achadinhos únicos na região.

Serviço:
Garimpa São Braz
Local: Colégio Estadual São Braz
Endereço: Avenida Vereador Toaldo Túlio, 2880 – São Braz
Entrada: Franca
Data: 30 de maio
Horário: das 10h:00 às 18h:00

Rede sociais:
Instagram

Fonte: Emanuelle Spack

ROCKABILLY PARTY CELEBRA A CULTURA RETRÔ COM SHOWS MUSICAIS E OFICINAS NO ARMAZÉM GARAGEM BAR

Evento gratuito reúne bandas de rock, workshops, pin-ups e exposição de carros antigos em Curitiba neste domingo (31)

Os apaixonados pela cena cultural dos anos 50 poderão celebrar os bons tempos neste domingo (31), durante a 1ª edição do Rockabilly Party, em Curitiba. O evento é uma realização do Armazém Garagem Bar e do ROCKABILLY CWB. A festa é inspirada no estilo musical norte-americano rockabilly, criado na década de 1950 a partir da união entre o rock and roll de artistas negros e a música country raiz, conhecida como hillbilly.

“Teremos música boa com shows gratuitos! Será um dia de muita dança e muito rock anos 50”, declarou um dos organizadores do evento, Jean Santos. As bandas que irão se apresentar são The WashBro’s, Esquilos e seus Grilos, Tennessee Riders e Mr. Gomes.

Outras atividades culturais também estarão presentes ao longo do dia, como a oficina de Arranjo Retrô para Cabelo com Flores, ministrada pela srta. Jennie, e o workshop de dança com Miss Tokio e Cesar Keidi. As pin-ups Ivin e Miss Gennie também participarão do evento, oferecendo maquiagem e penteado express. O termo pin-up se refere a mulheres retratadas em ilustrações ou fotografias com estética vintage, principalmente das décadas de 1940 e 1950.

A exposição de carros antigos, já tradicionais no Armazém Garagem, também estará presente durante o evento. Na área gastronômica, o destaque será o risoto com chuleta, acompanhado de batata frita, maionese, salada e farofa, por R$ 65.


Mr. Gomes. Créditos foto: Nicoly Kunst.

Serviço:
Rockabilly Party 2026
Data: 31 de maio (domingo)
Local: Armazém Garagem Bar
Endereço: Rodovia Curitiba – Ponta Grossa BR-277, 2630 – Santo Inácio, Curitiba (PR)
Horário: a partir das 10h
Entrada: gratuita
Estacionamento: gratuito
Mais informações: Instagram @armazemgaragem

REVERBE OCUPA CURITIBA E SÃO LUIZ DO PURUNÃ COM NOVE DIAS DE PROGRAMAÇÃO NAS ARTES DA CENA

Por trás da máscara. Foto: Miguel Rubio.

Segunda edição do festival que reúne espetáculos, performances, mesas públicas, oficinas e ações imersivas de 29 de maio a 6 de junho, com artistas do Brasil, Peru e Sérvia

Curitiba e São Luiz do Purunã recebem, de 29 de maio a 6 de junho de 2026, a segunda edição do REVERBE – Encontro Internacional de Mulheridades em Cena, festival independente que transforma diferentes espaços culturais em território de criação, convivência e intercâmbio artístico. Com programação aberta ao público, o encontro reúne espetáculos, performances, mesas públicas, residências e ações formativas com artistas do Brasil e do exterior.

Idealizado por Janaina Matter, diretora da Alfaiataria, em parceria com Greice Barros, diretora da Núcleo Produções Cultura e Desenvolvimento, o REVERBE integra o The Magdalena Project, rede internacional de mulheres do teatro e da performance presente há mais de três décadas em diferentes continentes. Em sua segunda edição, o festival amplia sua atuação ao conectar arte, presença e troca coletiva em experiências que atravessam linguagens, corpos e territórios.

Com curadoria assinada por Janaina Matter, Greice Barros, Daniele Santana e Patricia Braga Alves, a programação reúne artistas nacionais e internacionais em atividades distribuídas entre Alfaiataria, Casa Hoffmann, Teatro José Maria Santos, Patuscada, em Curitiba e no Campo das Artes, em São Luiz do Purunã.

“O REVERBE nasce da vontade de criar espaços de encontro onde a arte também possa ser vivida como convivência. A programação foi pensada para aproximar artistas e público em experiências que atravessam criação, pensamento e presença”, afirma Janaina Matter.

Entre os destaques da programação estão a atriz peruana Débora Correa, do Grupo Cultural Yuyachkani; a performer sérvia Zoe Gudović; a Cia Biruta, de Petrolina (PE); a Baciada das Mulheres do Juquery (SP); e as artistas paranaenses Saravy, Adriana Omoto, Gladis das Santas, Larissa Lima e Priscilla Pontes.

Programação aberta ao público
O festival inicia no dia 29 de maio, no Campo das Artes, em São Luiz do Purunã, com a Residência Imersiva de Escrita conduzida por Helena Vieira e apresentações gratuitas do espetáculo Pianinho, da Palhaça Siriema. No dia 30, o espaço recebe os trabalhos Ultravioleta, de Adriana Omoto, e Chão de Dentro, de Priscila Pontes.

Em Curitiba, a programação começa oficialmente em 1º de junho, na Alfaiataria, com roda de abertura e sarau das artistas Camila Jorge e Má Ribeiro, do projeto Filhas da Fruta.

Entre os dias 2 e 6 de junho, o festival promove oficinas rodas de conversa gratuitas na Casa Hoffmann, discutindo temas como corpo político, teatro de grupo, criação solo e assinatura cênica. No mesmo período, a performer da Sérvia Zoe Gudović apresenta a ação Life of Life, instalação-performance realizada na Alfaiataria.

Os espetáculos noturnos ocupam o Teatro José Maria Santos e a Alfaiataria com diferentes propostas estéticas e narrativas. No dia 2 de junho, Débora Corrêa apresenta Por Trás da Máscara, Conferência Cênica. No dia 3, a Baciada das Mulheres do Juquery encena Eu, a Gorda. Já no dia 4, Saravy sobe ao palco com Raçudas.

A programação segue no dia 5 com Notícias do Dilúvio: Um Canto a Canudos, da Cia Biruta de Teatro, e encerra no dia 6 com os espetáculos A 100 Graus Celsius, de Gladis das Santas, e Manifesto de uma Mulher de Teatro, de Tânia Farias. Na mesma noite, o REVERBE realiza festa de encerramento gratuita na Patuscada, com o Samba da Nega de Janine Mathias.

“O encontro foi pensado para criar uma rede viva entre artistas, público e cidade. Existe algo muito potente quando diferentes trajetórias e experiências compartilham o mesmo espaço, seja no palco, nas oficinas ou nas conversas que surgem ao longo dos dias”, destaca Greice Barros.

Experiência imersiva e intercâmbio internacional
Além das atividades abertas ao público, o REVERBE promove uma programação exclusiva para artistas residentes, incluindo oficinas nacionais e internacionais, residência intensiva de escrita com Helena Vieira e mostra de processos criativos. A convocatória está aberta até o dia 21/05 e as inscrições podem ser feitas pelo Sympla.

Ao todo, o festival reúne nove espetáculos, ações performativas, oficinas, rodas de conversa e residências artísticas, consolidando-se como espaço de intercâmbio entre artistas de diferentes gerações, territórios e linguagens.

Criado em 2022, o REVERBE vem se fortalecendo como plataforma de circulação e criação coletiva nas artes da cena, propondo um espaço em que arte e convivência caminham juntas como formas de resistência, escuta e invenção de futuros.

O projeto é realizado com incentivo do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná), e apoio da Copel.

SERVIÇO:
2º REVERBE – Encontro Internacional de Mulheridades em Cena
Data: 29 de maio a 06 de junho de 2026
Locais: Curitiba e São Luiz do Purunã
Ingressos gratuitos. Garanta antecipadamente pelo DiskIngressos:  https://reverbe.diskingressos.com.br/ ou 1h antes do espetáculo. Entrada sujeita a lotação.

Agendamento para performance Life of Life disponível somente online e antecipadamente.
Site: https://www.alfaiataria.art/c%C3%B3pia-reverbe

Locais:
Alfaiataria (Rua Riachuelo, 266 – Centro)
Casa Hoffmann (Rua Dr. Claudino dos Santos, 58 – São Francisco)
Teatro José Maria Santos (Rua Treze de Maio, 655 – São Francisco)
Patuscada (Praça João Cândido, 238 – São Francisco)
Campo das Artes (Estrada da Lage, 370 – São Luiz do Purunã – Balsa Nova/PR)


A 100 graus Celsius. Foto: Thais Rosa.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA – REVERBE 2026
SÃO LUIZ DO PURUNÃ – Campo das Artes
Dia 29 de maio (sexta-feira)

20h – Espetáculo
Pianinho com Palhaça Siriema (PR)
Gratuito | 1h05 | 14 anos

Dia 30 de maio (sábado)
20h – Espetáculo
Ultravioleta com Adriana Omoto (PR)
Gratuito | 20 min | 16 anos

Na sequência:
Chão de Dentro com Priscilla Pontes (PR)
Gratuito | 30 min | Livre

*Apresentações com intervalo de 15 minutos.

CURITIBA
Dia 01 de junho (segunda-feira)
Alfaiataria
17h – Roda de abertura
Com artistas participantes e convidadas

20h – Sarau Filhas da Fruta
Com Camila Jorge e Má Ribeiro
Gratuito | Livre

Dia 02 de junho (terça-feira)
Casa Hoffmann
14h – Roda de conversa
Como um corpo político se torna poesia?
Com Fredda Amorim, Gladis das Santas e Zoe Gudović
Gratuito | Livre

Teatro José Maria Santos
20h – Espetáculo
Por Trás da Máscara – Conferência Cênica
Débora Corrêa – Grupo Cultural Yuyachkani (Peru)
R$ 20 e R$ 10 | 70 min | Livre

Dia 03 de junho (quarta-feira)

Casa Hoffmann
14h – Roda de conversa
Teatro de Grupo: tormenta ou sustentação?
Com Débora Corrêa, Sueli Araújo e Tânia Farias
Gratuito | Livre

Alfaiataria
14h às 18h – Performance
Life of Life – Zoe Gudović (Sérvia)
Gratuito | sessões de 15 min | 16 anos
Agendamento via QR Code

Teatro José Maria Santos
20h – Espetáculo
Eu, a Gorda – Baciada das Mulheres do Juquery (SP)
R$ 20 e R$ 10 | 45 min | 18 anos

Dia 04 de junho (quinta-feira)

Casa Hoffmann
14h – Roda de conversa
Como se tece uma assinatura cênica?
Com Adriana Omoto, Cia Biruta e Larissa Lima
Gratuito | Livre

Alfaiataria
14h às 18h – Performance
Life of Life – Zoe Gudović (Sérvia)
Gratuito | sessões de 15 min | 16 anos

17h às 19h30 – Mostra das Residentes
Gratuito | conferir classificação indicativa

Teatro José Maria Santos
20h – Espetáculo
Raçudas – Saravy (PR)
R$ 20 e R$ 10 | 70 min | 14 anos
Dia 05 de junho (sexta-feira)

Casa Hoffmann
14h – Roda de conversa
Criação solo: impulso ou imposição?
Com Baciada das Mulheres do Juquery, Priscilla Pontes e Saravy
Gratuito | Livre

Alfaiataria
14h às 18h – Performance
Life of Life – Zoe Gudović (Sérvia)
Gratuito | sessões de 15 min | 16 anos

17h às 19h30 – Mostra de Processos
Partilha Estado de Revolta – Daniele Santana (SP)
Chove – Janaina Matter e Greice Barros
Gratuito | Livre

Teatro José Maria Santos
20h – Espetáculo
Notícias do Dilúvio: Um Canto a Canudos
Cia Biruta de Teatro (PE)
R$ 20 e R$ 10 | 45 min | Livre

Dia 06 de junho (sábado)
Alfaiataria
14h às 18h – Instalação
Life of Life – Zoe Gudović (Sérvia)
Gratuito | sessões de 15 min | 16 anos

18h – Espetáculo
A 100 Graus Celsius – Gladis das Santas (PR)
R$ 20 e R$ 10 | 60 min | 18 anos

Teatro José Maria Santos
20h – Espetáculo
Manifesto de uma Mulher de Teatro – Tânia Farias (RS)
R$ 20 e R$ 10 | 45 min | 16 anos

Patuscada
21h30 – Festa de Encerramento
Samba da Nega com Janine Mathias
Gratuito | Livre

Assessoria de Imprensa
BB Comunica – @bb_comunica

CORO CÊNICO PEQUENO COTOLENGO ESTREIA NOVO ESPETÁCULO SOBRE CUIDADO COM A NATUREZA

A peça “Somos um só: cuidar é amar e viver” estreia dia 03 de junho, às 19h no Teatro Positivo.

O Coro Cênico Pequeno Cotolengo, projeto do Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo, apresenta no dia 3 de junho a peça intitulada “Somos um só: cuidar é amar e viver”. Com mais de 35 pessoas com múltiplas deficiências em palco, o espetáculo reafirma o potencial criativo e artístico das pessoas com deficiência e celebra o poder transformador da arte como instrumento de inclusão.

A peça acompanha Marina, uma menina curiosa que realiza o sonho de conhecer a praia durante as férias. Ao lado do primo Hugo e da ambientalista Sofia, ela descobre as belezas do oceano e os impactos da poluição na vida marinha. Entre músicas e cenas emocionantes, o espetáculo aborda consciência ambiental, pertencimento e responsabilidade coletiva, mostrando que cuidar da natureza é cuidar da vida.

O elenco reúne participantes nos papéis de personagens, co-personagens e coral, todos acompanhados por profissionais especializados ao longo de todo o processo de criação e apresentação. Para Alessandra Marquete, diretora do Coro Cênico, o projeto vai além do palco. “Nossa missão é mostrar que as pessoas com deficiência são capazes de realizar qualquer atividade. O teatro é um espaço de expressão, de confiança e de superação, e cada apresentação é a prova viva disso.”

A estreia contará ainda com a presença do cantor Edy Lemond, artista brasileiro conhecido nacionalmente por sucessos do eletrofunk como a música “Madagascar”, uma das canções que integra o espetáculo. Com mais de dez anos de carreira, o cantor acumula milhões de visualizações nas plataformas digitais e é reconhecido por músicas que marcaram o gênero no Sul do país e em diferentes regiões do Brasil. A canção “Madagascar” foi carinhosamente cedida pelo artista para compor a trilha da peça, fortalecendo a proposta afetiva e inclusiva do projeto. 

O Ministério da Cultura e o Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo, apresentam o Projeto Coro Cênico Pequeno Cotolengo, que conta com o patrocínio das empresas Buffalo Motores, Cia Beal, Cia de Cimentos Itambé, Condor, Dreymoor, FGVTN, Grupo Fertipar, Grupo GPS, Grupo TIC, Kingraf, Livrarias Curitiba, ON Petro, Pasa, Posto Maru, Solo Networks, Soma Sul Equipamentos e Vecci Tecidos, captado por meio da Lei de Incentivo à Cultura. O espetáculo conta com recursos de acessibilidade, como intérprete de Libras, audiodescrição, além de espaços adaptados para cadeirantes. Para aqueles que precisarem da acessibilidade, é recomendado avisar a equipe responsável que estará no local.

Com uma narrativa leve, divertida e emocionante, “Somos um só: cuidar é amar e viver” chega à sua sétima edição como um dos principais projetos do Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo voltados à inclusão e à valorização das pessoas com deficiência.

Criado em 2009, o projeto já realizou mais de 100 apresentações para públicos do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, alcançando mais de 30 mil pessoas. Para os Assistidos, estimula a criatividade, a expressão e as habilidades socioculturais, desenvolvendo de forma lúdica o potencial e a autonomia de cada participante.

A peça estreia dia 3 de junho, às 19h, no UP Experience, mini auditório do Bloco da Pós-Graduação. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados pelo Sympla neste link

Serviço: 
“Somos um só: cuidar é amar e viver” – Um espetáculo do Coro Cênico Pequeno Cotolengo 
Data: 03 de junho
Horário: 19h
Endereço: Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – Ecoville, Curitiba.
Entrada franca. Retire seu ingresso gratuitamente neste link

Sobre o Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo
O Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo realiza mais de 481 mil atendimentos multidisciplinares gratuitos, com leitos de alta complexidade em Casas Lares e Grandes Lares e leitos de transição de cuidados em suas Unidades Hospitalares, voltados à recuperação clínica e funcional de pessoas com perda transitória ou permanente de autonomia. Reconhecido e habilitado pelo Ministério da Saúde, destaca-se como a maior Organização do Paraná em seu tipo de atendimento.

Atende pacientes do SUS de Curitiba em 37 especialidades médicas e terapêuticas, oferecendo fisioterapia, psicologia, terapia ocupacional, fonoaudiologia para crianças com TEA e distúrbios de fala, e equoterapia. Mantém ainda a Escola Pequeno Cotolengo, uma das maiores de educação especial do estado.

Organização da Sociedade Civil (OSC), em 2025 foi eleita a Melhor ONG do Paraná e uma das 100 Melhores ONGs do Brasil, reconhecida entre as Melhores Empresas Para Trabalhar no Paraná e acreditada pela Joint Commission International (JCI) em cuidados prolongados nas Unidades São Luis Orione e Santa Terezinha, certificação considerada o padrão ouro internacional em excelência assistencial.

Toda a atuação é sustentada por doadores e parceiros, com gestão baseada em um sólido Programa de Compliance que assegura o uso eficaz e responsável de cada doação.

HOSPITAL PEQUENO PRÍNCIPE REALIZA A 3ª MOSTRA DE CINEMA COM SESSÕES AO AR LIVRE E EXIBIÇÃO ONLINE

Jardim Literário. Foto: Lucas Amorim.

Evento terá sessões especiais com entrada gratuita para o público no jardim do hospital, além de programação exclusiva para pacientes

De 23 a 29 de maio, o Hospital Pequeno Príncipe recebe a 3ª edição da Mostra de Cinema no Pequeno Príncipe, projeto cultural voltado a crianças, familiares e à comunidade. A abertura contará com sessões especiais ao ar livre, no jardim do hospital, nos dias 23 e 24 de maio, às 19h, com entrada gratuita para o público em geral, sujeita à lotação. Para participar, é necessário retirar os ingressos uma hora antes do início de cada sessão. 

Entre os dias 25 e 29, as sessões são exclusivas para pacientes e familiares, mas o público pode ter acesso à programação em formato online, disponível a partir do  23 de maio a 6 de junho no site do evento.

A iniciativa, viabilizada por meio da Lei Rouanet, propõe ampliar o acesso ao cinema dentro e fora do ambiente hospitalar, criando espaços de imaginação, acolhimento e encontro. Assim como nas edições anteriores, a Mostra leva o cinema diretamente aos pacientes internados, com exibições nos televisores do hospital, garantindo acesso seguro e democrático aos conteúdos.

Nas duas primeiras edições, realizadas em 2021 e 2022, foram exibidos mais de 40 filmes, alcançando mais de 7 mil pessoas entre pacientes, acompanhantes e público online. Como nas edições anteriores, a programação contará novamente com recursos de acessibilidade, como Libras, legendas descritivas e audiodescrição, ampliando o alcance das atividades. A nova edição mantém esse compromisso e expande a experiência com sessões presenciais e uma plataforma online aberta ao público.

Olho mágico – Histórias em todo canto 
Com curadoria de Sabrina Demozzi e produção da Trópico Audiovisual, com direção de Diego Florentino, a 3ª Mostra reúne 20 filmes, entre curtas e longas-metragens, e propõe uma ideia simples e potente: usar o cinema como forma de “espiar” o mundo, despertando curiosidade, empatia e conexão, sob o tema Olho Mágico – Histórias em todo canto. Os filmes percorrem temas como amizade, diversidade, meio ambiente, descobertas e fantasia, criando um percurso sensível e acessível para diferentes idades e serão apresentados em quatro eixos curatoriais:

Cuidar do mundo: histórias que aproximam as crianças da natureza e da vida em relação com o ambiente; Histórias que acontecem de perto: narrativas sobre afeto, cotidiano e relações familiares; Mundos que se encontram: encontros entre culturas, territórios e modos de viver; Inventar a alegria: filmes em que a imaginação e a brincadeira conduzem as histórias.

Para a curadora Sabrina Demozzi, a Mostra é um espaço de conexão. “Poucas coisas aproximam mais as pessoas do que o cinema. E pensar uma Mostra para as crianças é buscar essa conexão com o universo infantil, que é imenso, encantado e fabuloso. Organizamos uma seleção de filmes para que a 3ª Mostra de Cinema do Pequeno Príncipe seja esse tempo de encontro: um recorte em que pessoas de diferentes idades compartilham, juntas, o espaço da imaginação.”

Ao reunir crianças, famílias, pacientes e público externo, a Mostra reforça o papel da cultura como ferramenta de cuidado, escuta e transformação.

Além das exibições dos filmes, o projeto também produziu a reimpressão do Manual Prático de Stop-Motion, um material didático que reúne uma série de atividades e acessórios pensados para estimular a criação de histórias por meio de imagens animadas. A publicação terá distribuição gratuita para pacientes do Hospital Pequeno Príncipe, estudantes da rede pública de Curitiba e região, bem como para o público presente nas sessões abertas dos dias 23 e 24 de maio. O material também estará disponível gratuitamente, em versão digital, no site oficial do projeto.

A 3ª Mostra de Cinema no Pequeno Príncipe conta com patrocínio das empresas Grupo Braspine e Grupo Fasa, e tem o Hospital Pequeno Príncipe como instituição beneficiada.

SERVIÇO:
3ª Mostra de Cinema no Pequeno Príncipe
De 23 de maio a 29 de junho de 2026
Hospital Pequeno Príncipe
Avenida Silva Jardim, 1677 (esquina com Des. Motta, Curitiba)
Sessões de abertura
23 e 24 de maio, às 19h
Eventos abertos ao público, mediante retirada de ingressos gratuitos no local uma hora antes de cada sessão (a partir das 18h)
Programação online gratuita
23 de maio a 6 de junho
www.cinemanopequenoprincipe.com.br
Classificação: livre

ASSESSORIA DE IMPRENSA E MAIS INFORMAÇÕES
Paula Melech – 41. 98438-4038 | paula.melech@gmail.com
Fernando de Proença – 41. 99996-5292 | fernandodproenca@gmail.com

@linha.comunica

VOZES QUE RESISTEM: “ÉDIPO: UMA ÓPERA RAP” RETORNA EM NOVA TEMPORADA NA CAPELA SANTA MARIA

Montagem híbrida que une tragédia grega, ópera e rap reestreia em Curitiba com protagonismo feminino e entrada gratuita nos dias 22 e 23 de maio.

Entre o trágico e o pulsante, entre o mito e a urgência do agora, o espetáculo “Édipo: Uma Ópera RAP” retorna para uma temporada, em novo formato, renovando sua potência estética e política ao revisitar um dos mais conhecidos mitos da antiguidade sob uma perspectiva radicalmente contemporânea: a das mulheres que sobreviveram à tragédia.

Após sessões lotadas no Teatro Guairinha, em 2024, a montagem da Entre 2 Produções chega à Capela Santa Maria para duas apresentações gratuitas, nos dias 22 e 23 de maio, precedidas por um ensaio aberto no dia 20. A obra, que articula tragédia grega, ópera e rap, transforma o palco em território de fricção entre linguagens, tempos e vozes, sobretudo aquelas historicamente silenciadas.

Sob direção cênica de Jossane Ferraz, dramaturgia de Marcelo Bourscheid e direção musical e composição de André Ricardo Souza, o espetáculo constrói uma tessitura híbrida em que o erudito e o urbano não apenas coexistem, mas se tensionam e se reinventam mutuamente. Em cena, canto lírico, beats, corpos em movimento e poesia falada erguem uma narrativa que desloca o centro do mito: não mais o herói trágico, mas as mulheres que restam. “A gente não queria apenas revisitar o mito, mas escutar o que ficou à margem. É um trabalho sobre presença, sobre as mulheres que permaneceram e que agora conduzem a narrativa”, destaca a diretora Jossane.

Da tragédia clássica ao corpo contemporâneo
Inspirado na obra de Sófocles, o espetáculo desloca o eixo narrativo para Antígona e Ismene, filhas de Édipo, que assumem o protagonismo de uma história marcada por fatalidades e silenciamentos. Ao dar corpo e voz a essas personagens, a montagem propõe uma escuta ampliada, sensível e crítica, sobre as heranças simbólicas e afetivas que atravessam o feminino ao longo da história.

O trabalho nasce de um processo colaborativo que reúne artistas de diferentes campos, do hip hop à música de concerto, da dança urbana à interpretação teatral, criando uma linguagem cênica singular, marcada pela força coletiva e pela diversidade de expressões.


Na foto de @fuscaazulfotografia, os atores Taciane Vieira e  Silvester Neto em cena ocupa o centro da narrativa como Antígona, conduzindo com voz e presença a travessia poética de “Édipo: Uma Ópera RAP”.

Quando as mulheres ocupam a narrativa
Em “Édipo: Uma Ópera RAP”, o mito é atravessado por um gesto político e poético que devolve às mulheres o lugar de narradoras de sua própria história. Antígona e Ismene emergem das margens para se tornarem eixo e pulsação da cena.

Em cena, Taciane Vieira, Jaquelivre, Vanessa Rafaelly, Jossane Ferraz e Kimberlyn Freitas tecem um tecido vivo de vozes e presenças que sustenta a narrativa. Entre canto, palavra e movimento, suas atuações não se organizam apenas como personagens, mas como um coro feminino que atravessa o espetáculo, ampliando a escuta e tensionando as camadas do mito. Soma-se a elas a presença do ator e bailarino Silvester Neto e do MC Junior Zehut, que irrompem em cenas de rap. Ao lado desse núcleo, outros artistas e musicistas reforçam a arquitetura coletiva da obra, na qual o feminino não é apenas tema, mas força estruturante da cena.

Entre batidas, árias e movimentos, o espetáculo constrói uma paisagem sonora e visual que evoca tanto o rito ancestral quanto a urgência urbana. O resultado é uma obra que reverbera no presente, questionando estruturas de poder, memória e apagamento. “A música nasce desse encontro entre mundos que, à primeira vista, parecem distantes. O rap traz a urgência da fala, enquanto o canto lírico expande o tempo da escuta. Juntos, eles criam uma dramaturgia sonora que atravessa o corpo e a memória”, afirma o diretor musical André Ricardo.

SERVIÇO:
ÉDIPO: UMA ÓPERA RAP
Ensaio aberto: 20 de maio (terça-feira), às 15h
Reservas: via Instagram @entre2producoes ou pelo e-mail entre2prod@gmail.com
Apresentações: 22 e 23 de maio ( sexta-feira e sábado), às 20h

Sessão com Libras: 23 de maio
Local: Capela Santa Maria,  Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro, Curitiba
Entrada: Gratuita
Classificação indicativa: 14 anos
Realização: Entre 2 Produções

SINOPSE:
A clássica narrativa de Édipo, o rei tebano que mata o pai e se casa com a própria mãe, é um dos mitos mais conhecidos da antiguidade clássica. No espetáculo Édipo: Uma Ópera RAP, essa história é recontada a partir da perspectiva das filhas do rei tebano, Antígona e Ismene, últimas remanescentes do legado imemorial de mortes e infortúnios que permeia a família de um dos personagens mais conhecidos da mitologia grega.

FICHA TÉCNICA:
Direção: Jossane Ferraz | Direção Musical e composição: André Ricardo | Dramaturgia: Marcelo Bourscheid | Assistência de direção e designer gráfico: Rapha Fernandes | Produção e Realização: Entre 2 Produções | Assistentes de produção: Róger Borges Araujo e Íris Pereira Gonçalves | Elenco: Taciane Vieira, JaqueLivre, Silvester Neto, Kymberlyn Freitas e Jossane Ferraz | Instrumentistas: Dalila Lopes, Violinista Chavosa, Lina Abe e João Martinez | Cantora lírica: Vanessa Rafaelly | MC: Junior Zehut | Iluminação: Lucri Reggiani | Cenografia: Jossane Ferraz e Rapha Fernandes | Figurino: Rapha Fernandes | Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo

Assessoria de Imprensa
BB Comunica – @bb_comunica

SOLO DE PAGU LEAL RETORNA AO TEATRO NOVELAS CURITIBANAS E QUESTIONA PADRÕES DE BELEZA COM HUMOR E REFLEXÃO

Na foto de Mônica Lachman, Pagu Leal em cena do espetáculo em cartaz no Teatro Novelas Curitibanas: “Do Dia Que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei”.

“Do Dia Que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei” abre temporada gratuita de 14 a 24 de maio de 2026, com cenas inéditas e diálogo sobre corpo e identidade

Há um momento em que o espelho deixa de ser apenas reflexo e passa a ser confronto. É desse território, íntimo e coletivo, que nasce “Do Dia Que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei”, solo da atriz e autora Pagu Leal, que retorna ao Teatro Novelas Curitibanas para sua quarta temporada, entre os dias 14 e 24 de maio.

Dirigido por Giorgia Conceição, o espetáculo articula humor, relato pessoal e reflexão filosófica para abordar as violências simbólicas e estéticas que atravessam, sobretudo, a vida das mulheres. Em cena, o riso surge como alívio, mas principalmente como ferramenta de deslocamento, uma forma de olhar para padrões naturalizados e revelar suas estruturas.

A beleza como construção
A nova temporada incorpora cenas inéditas que percorrem a história da beleza, da antiguidade grega à contemporaneidade. Ao longo dessa travessia, o espetáculo evidencia que os padrões estéticos não são universais nem fixos, mas construções históricas que moldam corpos, comportamentos e subjetividades. Partindo de experiências pessoais, Pagu Leal estabelece uma relação direta com o público, aproximando questões íntimas de uma dimensão coletiva. “O padrão ignora o envelhecimento natural das mulheres e objetifica corpos de jovens e adolescentes, desconsiderando aspectos como raça, cores, biotipos e contextos”, afirma.

Do palco ao encontro
Mais do que uma crítica, o trabalho propõe um movimento de reconhecimento e deslocamento. Ao tensionar imagens cristalizadas, o espetáculo abre espaço para outras formas de percepção e existência. “Esse trabalho também é um convite para que cada pessoa possa se olhar com mais generosidade, fora das imagens que nos foram impostas”, diz Pagu Leal.

Como nas temporadas anteriores, após cada apresentação o público é convidado a permanecer para uma roda de conversa. O momento amplia a experiência cênica e transforma o teatro em espaço de escuta e partilha, reforçando o caráter coletivo da obra.

A experiência em prática
Nesta temporada, a proposta se expande para além da cena com a realização da oficina “A Burla do Corpo”, ministrada pela diretora do espetáculo, Giorgia Conceição (Miss G). A atividade, realizada no próprio teatro, aprofunda na prática questões presentes no solo ao investigar o corpo como território de expressão, memória e transformação. “O burlesco, para mim, é uma ferramenta de reconexão com aquilo que nos foi tirado: a liberdade de existir no próprio corpo”, afirma a artista.

Voltada para até 15 participantes, sem necessidade de experiência prévia, a oficina acontece em dois encontros de quatro horas, aos sábados da temporada. Com metodologia própria, Miss G conduz uma travessia somato-psíquica que busca liberar padrões que limitam a expressão e estimular a potência criativa de cada participante. Tendo como pano de fundo a história do burlesco, ligada a uma dimensão invisibilizada do teatro feito por mulheres, a prática explora movimento, corporalidade e conexão criativa. As participantes são convidadas a “desencaixotar” corpos e emoções, desenvolvendo fluidez, confiança e autoexpressão.

O projeto é realizado pela Sociedade Poética, iniciativa fundada há 11 anos por Pagu Leal, dedicada à criação e ao desenvolvimento de projetos em teatro, poesia, filosofia e literatura, com foco em mulheres e coletivos femininos em Curitiba e região metropolitana.

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura de Curitiba – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

SERVIÇO:
Espetáculo: Do Dia que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei
Data: 14 a 24 de maio de 2026
Horários: Quinta a sábado, às 20h | Domingos, às 19h
Sessões com Libras: 15 e 22 de maio (sextas)
Local: Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1.222)
Ingressos: Gratuitos, distribuídos uma hora antes das apresentações
Classificação etária: 14 anos | Duração: 55 minutos

SERVIÇO
Oficina: A Burla do Corpo
Dias: 16 e 23 de maio das 14h às 18h (dois sábados)
Inscrições link: aqui
Vagas: até 15 pessoas (sem necessidade de experiência prévia)
Classificação etária: 18 anos
Informações: lojamissg@gmail.com | 41 984545313

FICHA TÉCNICA:
Texto e atuação: Pagu Leal |  Direção artística e figurino: Giorgia Conceição | Iluminação: Izabelle Marques | Design gráfico: Luciane Stocco | Assessoria de comunicação: Bruna Bazzo | Produção e realização: Sociedade Poética

Sobre a  Sociedade Poética surgiu há 11 anos, a partir do desenvolvimento artístico e intelectual da atriz e autora Pagu Leal, consolidando-se na criação, produção e incentivo de projetos ligados ao teatro, poesia, filosofia e literatura com mulheres e coletivos de mulheres em Curitiba e região metropolitana. A Sociedade Poética desenvolve iniciativas que valorizam a linguagem, o pensamento crítico e a comunicação humana. Seu propósito é fortalecer a cultura e promover experiências transformadoras por meio da arte e da palavra.

Sobre as artistas:


Atriz, dramaturga, produtora cultural e professora de ética e oratória, Pagu Leal construiu, ao longo de 33 anos de atuação, uma trajetória sólida nas Artes Cênicas, em Curitiba e em outras cidades brasileiras. Transita por diferentes funções, linguagens e plataformas, com uma pesquisa atravessada pela Filosofia, que confere densidade crítica e poética às suas criações.

Como dramaturga, tem 11 textos encenados, entre eles “A Vênus das Peles” (Prêmio Myriam Muniz/Funarte, 2011), “Difícil Amor” (Troféu Poty Lazarotto de Melhor Texto Teatral, 2004) e “Que Absurdo!” (selecionado no projeto Dramaturgias Contemporâneas Brasileiras da Fundação Cultural de Curitiba, 2003).

Na televisão, criou e protagonizou o programa de humor “Coisas de Casal” (RPC TV), também assinando o roteiro. Como atriz, soma mais de 40 espetáculos profissionais, com passagens por companhias como Grupo Satyros, Grupo Delírio e Cia Stavis & Damaceno. Seu trabalho articula criação, interpretação e pensamento, em uma investigação contínua entre corpo, palavra e experiência.


Giorgia Conceição, a Miss G, é uma das principais disseminadoras da arte burlesca no Brasil. Artista, diretora e mentora de novos talentos, ela é Mestre em Artes Cênicas pela UFBA e autora da influente pesquisa “A Burla do Corpo”, que se tornou base para discussões do burlesco no país. Convidada por Pagu Leal, assina a direção do solo “Do dia que olhei no espelho e não me encontrei.” O espetáculo fez quatro temporadas em Curitiba, sempre com grande sucesso de público.

Co-criadora do Festival Internacional Yes, Nós Temos Burlesco, Miss G também dirigiu a mostra semanal Terça Burlesca em Curitiba e faz parte da cúpula de curadoras da Combo Drag Week. Seus trabalhos mais recentes, como os espetáculos O Piano Burlesco (2024) e Baderna (2023), têm atraído grande público. Além do alcance nacional, ela já levou sua performance para contextos internacionais, apresentando-se em cidades como Buenos Aires (Argentina), Nova Iorque (EUA), Kyoto (Japão), Berlim (Alemanha) e Viena (Áustria)

Assessoria de Imprensa
BB Comunica – @bb_comunicaa

“MARGENS DE SI”: EXPOSIÇÃO DE GABRIELA QUEIROZ RETORNA A CURITIBA E TRANSFORMA O AUTORRETRATO EM TRAVESSIA SENSÍVEL

Na foto de Hero Aditya da Mutare marketing, a artista Gabriela Queiroz apresenta Margens de Si em Curitiba, exposição que reúne 21 anos de pesquisa em autorretrato, memória e identidade. Em cartaz de 9 de maio a 15 de junho na Soma Galeria.

Mostra gratuita reúne 21 anos de pesquisa em artes visuais e propõe ao público uma experiência entre imagem, memória e identidade

Curitiba recebe, de 9 de maio a 15 de junho, a exposição Margens de Si, da artista visual brasileira Gabriela Queiroz, em cartaz na Soma Galeria. Com entrada gratuita, a mostra apresenta um conjunto de obras construídas ao longo de mais de duas décadas de pesquisa contínua, tendo o autorretrato como eixo central.

Com circulação por cidades como Cascavel, Maringá, Toledo e Foz do Iguaçu, o projeto retorna a Curitiba em uma nova etapa, após já ter sido apresentado anteriormente no Museu Municipal de Arte de Curitiba (MuMa), agora na Soma Galeria, com ações formativas e de mediação que aprofundam o diálogo com o público.

Mais do que uma exposição, Margens de Si se configura como um percurso: um corpo de trabalho em constante transformação que encontra, em cada cidade, novas camadas de leitura. “Cada lugar por onde o projeto passa modifica também a forma como ele é visto e sentido. Em Curitiba, essa travessia se amplia justamente pelo encontro com o público e pelas possibilidades de troca”, afirma a artista. O projeto se desdobra, assim, como experiência viva, que aproxima o público dos processos da artista e cria espaços de convivência e escuta.

Travessias do autorretrato: imagem, tempo e processo
Iniciado em 2005, a pesquisa poética de Margens de Si nasce do gesto de voltar o olhar para si, não como espelho fiel, mas como território instável, atravessado pelo tempo. Ao longo dos anos, Gabriela Queiroz desenvolve uma pesquisa em que o autorretrato deixa de ser representação e passa a operar como linguagem, método e pensamento visual.

As obras, realizadas em gravura, como litografia e calcografia, técnica mista e videoarte, exploram repetições, deslocamentos e sobreposições. São imagens que insistem em retornar, nunca idênticas, como se cada uma carregasse vestígios da anterior e anunciasse a próxima. Rostos que se reconhecem sem se fixar. Presenças que oscilam entre permanência e transformação. “Não se trata de representar um rosto, mas de investigar o que está além da superfície, em algum lugar desconhecido da memória”, afirma a artista. Em muitas das imagens, é o olhar que sustenta essa continuidade, mesmo diante das variações formais. “Mesmo quando as imagens se transformam, existe algo no olhar que permanece, e percebo que é ele que conecta todas essas versões, que constituem esse corpo autoficcional”, completa Gabriela Queiroz.

Programação e experiência do público
A exposição se organiza como um campo aberto de leituras, onde diferentes momentos da pesquisa coexistem. O público é convidado a percorrer essas imagens como quem atravessa camadas, de memória, de experiência e de construção do eu, em um espaço que propõe pausa, escuta e percepção.

A programação tem início em 9 de maio, com abertura e presença da artista, e segue em cartaz até 15 de junho. Durante o período expositivo, serão realizadas oficinas de gravura e ações de contrapartida social. No dia 29 de maio, acontece um encontro com a artista no espaço expositivo, seguido, no dia 30, pelas oficinas em dois turnos. Integra ainda a programação uma atividade no Cense Curitiba, voltada a adolescentes em medida socioeducativa. O projeto conta com recursos de acessibilidade, como audiodescrição, catálogo em braile e tradução em Libras.

SERVIÇO:
Exposição: Margens de Si
Local: Soma Galeria (R.Mal. José B Bolamnn, 730 – Bigorrilho, Curitiba)
Período: 09 de maio a 15 de junho de 2026
Abertura: 09 de maio de 2026, com presença da artista
Visitação: de terça a domingo (horários a confirmar com a galeria)
Entrada: gratuita
Classificação: livre

SERVIÇO:
Oficinas de Gravura
Inscrições: aqui
Local: Soma Galeria
Dia: 30 de maio, sábado
Turma 1: 9h às 12h, ou Turma 2: 14h às 17h
Dia: 29 de maio, Oficina especial – Cense Curitiba

Gabriela Queiroz é artista visual brasileira, natural de Cascavel (PR), com mais de 20 anos de pesquisa nas artes visuais, tendo o autorretrato como eixo central de investigação. Iniciado em 2005, o projeto Margens de Si articula gravura, técnica mista e videoarte, explorando a imagem como campo de transformação contínua.

Sua produção investiga o corpo como território simbólico atravessado por memória, tempo e processos de subjetivação, construindo obras que tensionam a ideia de identidade fixa. Já apresentou o projeto em diferentes cidades do Paraná, incluindo Maringá, Cascavel, Foz do Iguaçu, Toledo e Curitiba (MuMa), e em 2026 dá continuidade à circulação por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB).

Assessoria de Imprensa:
BB Comunica – @bb_comunicabb