WOOM CONTRATA DESIGNER GRÁFICO / ASSISTENTE DE MARKETING / CURITIBA, SANTA FELICIDADE

Vaga para trabalhar em Curitiba, em Santa Felicidade, na @woomoficial

OBJETIVO DA VAGA:
Buscamos um Designer Gráfico para integrar o time de Marketing e Comunicação da Woom, atuando na criação e desdobramento de materiais visuais para campanhas, lançamentos, redes sociais, mídia, canais comerciais, eventos e demais pontos de contato da marca.

O profissional fará parte do núcleo criativo do Marketing e deverá contribuir tanto na execução quanto na construção visual das campanhas, garantindo consistência com a identidade e o posicionamento da Woom.

PRINCIPAIS RESPONSABILIDADES:
– Criar e desdobrar conceitos visuais para campanhas, lançamentos e ações de Marketing da Woom;
– Desenvolver materiais gráficos para os diferentes canais de comunicação e venda da marca, nos formatos online e offline;
– Criar conteúdos para redes sociais, mídia paga e demais frentes digitais;
– Desenvolver materiais para eventos, feiras, ativações, comunicação institucional e endomarketing;
– Adaptar campanhas e identidades visuais para diferentes formatos, públicos e pontos de contato;
– Participar da construção criativa das campanhas, contribuindo com referências, ideias e soluções visuais a partir dos briefings;
– Garantir consistência e qualidade na aplicação da identidade visual da Woom;
– Trabalhar de forma integrada com os profissionais de Marketing, Conteúdo e Design;
– Organizar e conduzir suas demandas de acordo com prioridades, cronogramas e processos definidos pelo setor;
– Cumprir prazos e atuar com autonomia, agilidade e organização diante de diferentes demandas simultâneas.

CONHECIMENTOS E REQUISITOS DESEJÁVEIS:
– Formação em Design Gráfico, Publicidade e Propaganda ou áreas relacionadas;
– Experiência profissional anterior com Design aplicado a Marketing e Comunicação;
– Domínio do Adobe Creative Cloud, principalmente Photoshop, Illustrator e InDesign;
– Bom domínio de composição, tipografia, hierarquia visual e tratamento de imagens;
– Experiência com campanhas digitais e criação para redes sociais;
– Capacidade de trabalhar com diferentes formatos e canais;
– Bom repertório visual;
– Organização e agilidade para lidar com múltiplas demandas;
– Conhecimento de ferramentas de IA aplicadas ao processo criativo será diferencial;
– Experiência com marcas de esporte, moda, lifestyle ou varejo será diferencial;
– Portfólio atualizado obrigatório.

HORÁRIO: De segunda a quinta das 08h às 18h e sexta até às 17h.

O QUE OFERECEMOS: VR, VT ou auxílio combustível, convênio com farmácia, Dental Uni, bonificação, estacionamento, Wellhub (antigo Gympass), incentivo à saúde e bem-estar, incluindo a oportunidade de participar de caminhadas / corridas de rua em Curitiba.

LOCAL DE TRABALHO: Av. Ver. Toaldo Túlio, 81, Bloco A – Sta. Felicidade.

Interessados enviar o CV com pretensão salarial para: massumpcao@woom.com.br

DROLMAS ESTREIA EM CURITIBA REVISITANDO O MITO DE MEDUSA

Espetáculo cruza mitologia grega, budismo tibetano e cultura popular brasileira em temporada gratuita de 17 de setembro a 4 de outubro, no Espaço Excêntrico Mauro Zanatta

Medusa não nasceu monstro. Foi transformada em um. É a partir dessa história que Drolmas revisita o mito das três górgonas e leva à cena Ana Decker, Katia Horn e Samara Rocha, em uma montagem que cruza mitologia grega, budismo tibetano e referências da cultura popular brasileira. A temporada começa em 17 de setembro, com entrada gratuita, no Espaço Excêntrico Mauro Zanatta.

Com dramaturgia de Samara Rocha, que também idealiza e atua no espetáculo, e direção de Giorgia Conceição, a peça fala de violência, silenciamento, desejo, envelhecimento e transformação a partir de uma narrativa que também se constrói pelo corpo. As atrizes cantam, dançam e permanecem em movimento, atravessando diferentes linguagens teatrais.

“Drolmas foi sendo construído por muitas mulheres, em diferentes momentos do processo. Cada encontro foi deixando uma marca na obra”, conta Samara. A pesquisa começou em 2022, em encontros entre mulheres artistas, e a dramaturgia foi sendo escrita, reescrita e transformada ao longo de leituras, conversas e ensaios.

Da lama ao lótus
Na dramaturgia, a trajetória das três irmãs se organiza em três imagens: lodo, caule e lótus. Medusa, Euríale e Esteno atravessam diferentes tempos, corpos e existências até chegar à flor, associada à transformação e à iluminação.

O próprio nome do espetáculo vem de Drolma, referência tibetana ligada ao aspecto feminino do Buda. A ideia de uma mulher que escolhe buscar a iluminação justamente em um corpo feminino encontra, na peça, o mito de Medusa e histórias de mulheres que foram culpabilizadas, silenciadas ou transformadas em monstros. “Medusa, Euríale e Esteno são também etapas de uma travessia pelas violências, adaptações, resistências e possibilidades de libertação vividas pelas mulheres”, explica Samara.

Um palco em movimento
Giorgia Conceição leva para a montagem sua pesquisa no burlesco, no vaudeville e no teatro de variedades. A música e a dança surgiram e cresceram durante o processo de criação, fazendo com que o espetáculo se aproximasse de uma opereta vaudevillesca. “Eu queria que, apesar de o tema ser denso, a peça fosse muito sedutora e envolvente para o público. Cada cena tem um apelo visual, estético e uma referência teatral diferente”, afirma Giorgia.

A trilha reúne composições e versões sob direção musical de Edith de Camargo, além de marchinhas de carnaval e da gravação de Cantoras do Rádio, com Carmen e Aurora Miranda. Um álbum dos anos 1970 do artista Pedro Sorongo inspira o ato final, Lótus.

As três intérpretes são mulheres maduras, com 60, 51 e 45 anos. Seus corpos, memórias e experiências atravessam questões como beleza, desejo, envelhecimento, julgamento, autonomia e violência.

Ao longo do processo de criação, Drolmas também foi compartilhado com diferentes públicos, em escolas públicas, casa de passagem e outros espaços, aproximando o trabalho de adolescentes, mulheres trans e travestis, pessoas em situação de rua e outros públicos.

A programação inclui ainda duas ações formativas: Oficina de Libras, com Nathan Sales, e Oficina de Contação de Histórias, com Samara Rocha. As inscrições podem ser feitas pelos formulários disponíveis no link da bio, em @coletivodrolmas. A temporada conta também com sessões com Libras na estreia e em todos os sábados.

A realização é do Coletivo Drolmas e Les Paranauês Cia Criativa, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura.

SERVIÇO:
Drolmas
Temporada: 17 de setembro a 4 de outubro de 2026
Local: Espaço Excêntrico Mauro Zanatta (Rua Lamenha Lins, 1429 – Rebouças)

Datas e horários: 17, 18 e 19 de setembro, às 20h | 20 de setembro, às 19h | 24, 25 e 26 de setembro, às 20h | 27 de setembro, às 19h | 1º, 2 e 3 de outubro, às 20h | 4 de outubro, às 19h

Sessões com Libras: Sessões com Libras: 17 de setembro, às 20h | 19 de setembro, às 20h | 26 de setembro, às 20h | 3 de outubro, às 20h

Duração: 1h10 | Classificação: 14 anos
Entrada: gratuita | Ingressos: distribuídos uma hora antes de cada apresentação
Capacidade: 50 lugares

Sinopse: Entrelaçando mitologia grega, budismo tibetano e cultura popularbrasileira, Drolmas ressignifica o mito de Medusa para revelar a força de mulheres que rompem o silêncio e reivindicam o direito decontar a própria história. Amaldiçoada pela deusa Atena, a sacerdotisa Medusa é transformada em monstro ao lado de suas irmãs, Esteno e Euríale. Banidas, culpabilizadas e condenadas ao silêncio, as górgonas atravessam os séculos testemunhando as violências impostas aos corpos femininos – da Grécia Antiga ao Brasil colonial e contemporâneo. Ao retomarem a própria voz, as três irmãs confrontam as narrativas que as transformaram em monstros e iniciam uma jornada de cura, resistência e libertação.

Ficha Técnica:
Concepção e Dramaturgia: Samara Rocha | Direção: Giorgia Conceição | Elenco: Ana Decker, Katia Horn e Samara Rocha | Figurinos e Adereços: Katia Horn | Assistência de | Figurino: Flor Horn | Assistente de figurino: Flor Horn Brasil e Barbara Horn | Cenografia: Giorgia Conceição | Assistência de Cenografia: Michelle Bonatto e Angela Suriani | Iluminação: Raul Freitas | Direção Musical: Edith de Camargo | Assessoria de Dramaturgia e Formas Animadas: Laércio Amaral | Operação de Som: Edith de Camargo | Operação de Luz: Raul Freitas | Contrarregragem: Moizés Benvi | Direção de Produção: Samara Rocha | Produção Executiva: Moira Albuquerque | Design Gráfico: Katia Horn e Ale Horn | Mídias Sociais: Thayna Bressan | Fotografia: Polly Devides | Oficineiros: Nathan Sales e Samara Rocha | Realização: Coletivo Drolmas e Les Paranauês Cia Criativa

Fonte: BB Comunica – @bb_comunica
Foto: Polly Devides.

BARBARA CAMPELLI TRANSFORMA “ONDE EU SOL” EM SHOW NO TEATRO PAIOL

Barbara Campelli. Foto: Letícia Futato.

Há um ano, a cantora curitibana Barbara Campelli lançou Onde Eu Sol, seu primeiro álbum, de forma independente nas plataformas digitais. Agora, no aniversário do disco, leva o repertório ao palco em show que acontece no dia 24 de setembro, às 20h, no Teatro Paiol, em Curitiba. Os ingressos já estão à venda pela plataforma Pixta.

“Música calma, MPB calminha.” É assim que Barbara costuma definir sua sonoridade. Sem se preocupar muito em enquadrá-la, encontrou na calma um território próprio para cantar sobre amor, desejo, saudade, perda, recomeço e também algum deboche.

O álbum nasceu de um grande sonho: escolher as músicas, ouvir os arranjos, entrar em estúdio e reunir músicos com quem queria trabalhar, e se tornou um projeto musical. O lançamento digital aconteceu sem pressa e, naquele momento, o disco encontrou seu próprio ritmo. Um ano depois, chega ao palco celebrando junto ao público uma obra que até então existia principalmente no ambiente digital. “O álbum foi um dos sonhos que queria realizar e realizei. E agora, com um ano de vida, resolvi colocar ele no palco. Tipo a festa de aniversário mesmo. Onde Eu Sol faz um ano e agora ele vai pro mundo, ao vivo, no Paiol”, afirma a cantora.

Sem pressa, Barbara foi encontrando sua voz
A música entrou na vida de Barbara muito antes de ela pensar em ser cantora. Nascida e criada em Curitiba, cresceu em uma família musical. Aos 30 anos, decidiu estudar canto e, aos 32, fez seu primeiro show. Em 2018, criou Ciclos do Amor, seu primeiro espetáculo solo.

A partir daí, sua trajetória foi se formando entre trabalhos como backing vocal, uma paixão e também parte de seu trabalho artístico, e encontros com artistas como Darlene Lepetit, Leo Fressato, Pietro Domiciano, Re Gugli, Bruna Pena e Capim Limão. Em 2021, lançou duas canções de Leo Fressato e, em 2024, fez backing vocal para o Capim Limão no Coolritiba. Barbara também integra o Doce Delírio, ao lado de Bruna Pena, Henrique Geladeira e Pietro Domiciano.

Foi desse caminho feito de encontros que nasceu a vontade de gravar Onde Eu Sol. “A música é um amor e quando ela me notou eu senti que ela também gostou de mim, mas nosso casamento não é convencional. Daqueles com festão, filhos e mesmo teto. Moramos uma na outra, numa relação íntima, mas com muito espaço”, revela.

O amor, em todas as suas contradições
Produzido por Julia Klüber, Onde Eu Sol reúne oito faixas que atravessam diferentes estados do amor. Há delicadeza, mas também sensualidade, melancolia, ironia e movimento.

A ideia do álbum começou com a vontade de Barbara de gravar Perfume, canção inédita de Julia Klüber, que também assina a produção, os arranjos e a direção musical do trabalho. A ideia cresceu e virou um álbum, batizado com uma composição de Pietro Domiciano, escrita especialmente para Barbara. No palco, Julia é acompanhada por Lilian Nakahodo nos synths e beats, Vic Vilandez no baixo e Dani Dalessa na bateria. O show recebe ainda Pietro, na voz e violão, e Murilo Campelli, no violão.

Para Barbara, o amor não é apenas um tema recorrente. É o lugar onde ela se reconhece como intérprete. “Hoje me vejo como uma intérprete das ondas que o amor inunda em alguém. Uma cantora de amor, de sorriso e abraço de amor, de dor e lágrima de amor”, afirma.

Sua música também carrega uma escolha: desacelerar. Em tempos intensos, Barbara aposta em canções que pedem escuta e presença e que, segundo ela, às vezes fazem as pessoas chorarem.

O show reúne as oito faixas de Onde Eu Sol, os dois singles lançados por Barbara em 2021 e outras seis canções que continuam investigando esse território tão amplo quanto contraditório: o amor. Para Barbara, chegar ao Paiol representa um dos maiores sonhos realizados até aqui. “Fazer um show no Paiol é GIGANTE! Eu falo que depois desse show vou ter que inventar um sonho novo, porque esse vai estar realizado”, conta entusiasmada.
A apresentação tem produção e realização de Wellington Guitti e Renata Zunino.


SERVIÇO:
Show “Onde Eu Sol” – Bárbara Campelli
Data: 24 de setembro de 2026
Horário: 20h
Local: Teatro Paiol (Rua Coronel Zacarias, 51 – Prado Velho)
Classificação indicativa: Livre
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada)
Vendas: aqui
Produção e realização: Wellington Guitti e Renata Zunino
Instagram: @barbaracampelli
Spotify: aqui

Claro. Mantive a mesma formatação, mas sem negrito.

Álbum Onde Eu Sol — faixa a faixa, por Barbara Campelli

  1. Essa Confusão — Dora Morelenbaum e Zé Ibarra
    Uma quase declaração de amor. Uma confusão de um talvez, nem sim, nem não. No álbum, a canção ganha uma versão mais malemolente, com uma pegada jazzy.
  1. Perfume — Julia Klüber
    Foi a música que me pegou pela letra desde a primeira vez que ouvi. Tem um tom quase mantrístico, com um refrão que se repete e que, no fim, todo mundo canta junto. Fala sobre o amor que desaparece quando o perfume acaba.
  1. Acaso — Igor Cordeiro
    É a mais “drama” do álbum, no meu coração. Fala sobre falar em silêncio. É de faltar o ar. O solo de cordas, com viola de Anadgesda Guerra, violoncelo de Rebeca Friedman e violino de Karina Romanó, traz uma profundidade linda para a história de um amor que já não é mais e cujo silêncio fala mais alto.
  1. Dengo — Barbara Campelli
    Minha única composição no álbum. Começa com um vocalize lânguido e, na segunda metade, vira uma espécie de baião percussivo, quase uma ciranda construída com os beats de Lilian Nakahodo, que também assina a coprodução. Fala sobre sentimentos que acompanham o amor, o sexo e o cotidiano.
  1. Coração Machucadinho — Lívia Lakomy e Estrela Leminski
    A mais upbeat e debochada do álbum. Tem a participação de Pietro Domiciano no violão e fala sobre uma espécie de vingança de um amor perdido. É divertida demais.
  1. Nada Por Mim — Herbert Vianna e Paula Toller
    Uma versão desse hit maravilhoso que todo mundo conhece e ama. Começa com ukulele e, depois, a banda entra, deixando a música com clima de mesa de bar, flerte e sorrisinhos. O solo de sax de Helinho Brandão deixa tudo ainda mais especial.
  1. Amor Brando — Buhr
    Uma confissão intimista. É a única faixa feita apenas de piano e voz. Julia Klüber traz muito sentimento para uma canção que, para mim, é quase uma declaração junto de um pedido de cuidado ao amar.
  1. Onde Eu Sol — Pietro Domiciano
    A faixa que dá nome ao álbum nasceu de uma história minha. Quando eu e Pietro fomos cantar juntos pela primeira vez, ele percebeu que eu estava nervosa e perguntou por quê. Contei que, aos seis anos, na minha primeira apresentação no palco da Ópera de Arame, eu caí logo no primeiro passo de uma coreografia de sapateado. Pensei em sair correndo, mas vi minha professora na coxia, sorrindo e fazendo sinal para eu levantar e continuar. E foi o que fiz.
    Anos depois, essa história virou a canção Onde Eu Sol. Pietro a compôs como um incentivo para eu me amar, cantar e ser leve. É de emocionar.

Sobre a artista:
Barbara Campelli é cantora curitibana, intérprete e apaixonada por harmonias e canções de amor. Nascida em uma família musical, passou pelo coral e pela dança antes de se dedicar ao canto. Aos 30 anos, começou a estudar profissionalmente e, aos 32, realizou seu primeiro show.

Desde então, atuou como backing vocal e participou de projetos com nomes da cena curitibana, como Leo Fressato e Pietro Domiciano, além de cantar com a banda Capim Limão no festival Coolritiba. Em 2018, criou Ciclos do Amor e, em 2021, lançou seus primeiros singles. Em 2025, apresentou de forma independente seu primeiro álbum, Onde Eu Sol, produzido por Julia Klüber.

Bárbara define sua sonoridade como “música calma, MPB calminha” e encontra no amor, em suas delicadezas, contradições e desastres, o principal território de sua música.

FICHA TÉCNICA – SHOW ONDE EU SOL
Voz: Barbara Campelli | Arranjos, direção musical e teclas: Julia Klüber | Teclas: Lilian Nakahodo | Baixo: Vic Vilandez | Bateria: Dani Dalessa | Convidado – voz e violão: Pietro Domiciano | Convidado – violão: Murilo Campelli | Luz: Lucas Amado | Som: Luigi Castel | Figurino: Isabella Brasileiro | Foto e vídeo: Letícia Futata e equipe


FICHA TÉCNICA – ÁLBUM ONDE EU SOL
Voz: Bárbara Campelli | Produção, arranjos e teclas: Julia Klüber | Teclas: Lilian Nakahodo | Baixo: Vic Vilandez | Bateria: Dani Dalessa | Participação – violão: Pietro Domiciano | Participação | sax: Helinho Brandão | Participação – viola: Anadgesda Guerra | Participação – violoncelo: Rebeca Friedman | Participação – violino: Karina Romanó | Mix: Leo Gumiero | Master: Fred Teixeira | Estúdio: Gramofone | Técnico: Vitor Pinheiro

Assessoria de Imprensa:
BB Comunica – @bb_comunica

10ª EDIÇÃO DO FUSÃO CRIATIVA CHEGA À ÓPERA DE ARAME PARA CELEBRAR O DESIGN, A MODA, A ARTE

A criatividade volta ao palco mais amado da cidade

A 10ª edição do Fusão Criativa chega à Ópera de Arame para celebrar o design, a moda, a arte e o empreendedorismo criativo em um dos espaços mais emblemáticos de Curitiba.

Serão mais de 30 expositores reunindo marcas autorais, produtos exclusivos e experiências diferenciadas, além de DJ, ambiente inspirador e uma programação pensada para toda a família. O Sebinho + Antiquário Coisa Véia participam com exposição de livros e discos. Hermanitocollage participa com suas colagens maravilhosas!!! Na feira você encontra velas, presentes, moda autoral, brechó, flash tatoo e muito mais.

Venha viver uma experiência que conecta criatividade, cultura e empreendedorismo em um dos cartões-postais mais incríveis da cidade.

Fusão Criativa – 10ª edição.
Onde ideias se encontram, talentos se conectam e a criatividade acontece.

Serviço:
Fusão Criativa – 10ª edição
📅 5 e 6 de setembro
🕙 Das 10h às 18h
📍 Ópera de Arame | Parque Jaime Lerner
🎟️ Ingressos:
R$ 30 – Inteira
R$ 15 – Meia-entrada para moradores de Curitiba e Região Metropolitana.

SISTEMA FAEP CONTRATA TÉCNICO ADMINISTRATIVO II – DESIGN / CURITIBA, CENTRO

Sistema Faep contrata Técnico Administrativo II – Design. Oportunidades para trabalhar no Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar, localizado no centro de Curitiba. ATENÇÃO: Inscrição até dia: 03/08/2026, segunda-feira. HOJE!

Venha fazer parte do Sistema FAEP!

Se você gosta e acredita no agro paranaense-brasileiro, busca desenvolvimento profissional e ainda quer fazer parte de uma equipe incrível que gera impacto positivo a centenas de milhares de produtores rurais e sociedade todo ano… Essa vaga de trabalho pode ser para você!

O Sistema da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Sistema FAEP) é constituído pela Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP), Sindicatos Rurais (SR’s), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural Administração Regional do Paraná (SENAR-PR).

O campo de atuação da FAEP é institucional, na defesa e a representação legal dos milhares de agropecuaristas em diversos setores, como o econômico, social e ambiental. O SENAR-PR, por sua vez, se fundamenta no desenvolvimento do potencial do setor agropecuário por meio da oferta contínua de qualificação das mais diversas atividades ligadas ao setor rural, inclusive de gestão da propriedade. São mais de 250 cursos, na modalidade presencial, todos de forma gratuita e certificada. Além dos cursos de Formação Profissional Rural (FPR), o SENAR-PR também atua na Promoção Social (PS), com atividades que visam a melhoria da qualidade de vida da comunidade rural.


Técnico Administrativo II – Design
CENTRO – CURITIBA


Principais Atividades & Responsabilidades:
– Atuação com fechamento de arquivos para impressão, acompanhamento de produção gráfica
– Produção de materiais para mídias digitais e impressas
– Produção de peças gráficas para campanhas institucionais, eventos, redes sociais e comunicação interna
– Elaboração de parecer técnico de materiais recebidos de fornecedores
– Aplicação de conceitos visuais alinhados à identidade do Sistema FAEP. 
– Análise de materiais gráficos e materiais promocionais
Acompanhamento de tendências de design, branding e inteligência artificial aplicadas a soluções visuais     

Requisitos:
– Graduação completa em Design Gráfico, Publicidade e Propaganda, Comunicação, ou áreas correlatas.
– Pacote Office intermediário
– Sólidos conhecimentos com Adobe Photoshop, Illustrator, Canva, InDesign e motion design
– Sólidos conhecimentos com fechamento de arquivos para impressão, design de mídias digitais com foco em performance
– Disponibilidade para viagens e CNH B ativa

Diferenciais:
– Pós-graduação [especialização] em áreas correlatas
– 1+ ano de experiência em design gráfico, materiais digitais e impressos, campanhas institucionais, eventos e redes sociais.
– 1+ ano de experiência em comunicação pública ou institucional, campanhas de grande porte, bem como de varejo ou franquias

Processo Seletivo: 034/2026
Inscrição até dia: 03/08/2026
Salário: R$ 5.505,87 + benefícios

Inscrições até 03/08/2026 em: https://sistemafaep.portaldetalentos.senior.com.br/
Em caso de dúvidas entrar em contato pelo e-mail: recrutamento@senarpr.org.br


Fonte: Sistema Faep

ASSISTENTE DE TRADE MARKETING E CONTROLE DE PROCESSOS / CURITIBA, ALTO DA GLÓRIA

Assistente de Trade Marketing e Controle de Processos. Vaga para trabalhar em Curitiba, no bairro Alto da Glória.

O que você vai fazer:
Acompanhar ações de trade marketing em campo
Auditar campanhas nos pontos de venda
Apoiar e acompanhar vendedores em rota
Controlar o Programa de Excelência (PEX)
Organizar relatórios e materiais
Alimentar dados e acompanhar campanhas via sistema
Reportar melhorias e não conformidades

Buscamos alguém que:
Seja organizado(a) e detalhista
Tenha perfil analítico e boa comunicação
Habilidade de cobrança assertiva e comunicação clara.
Seja proativo(a) na resolução de problemas
Pensamento analítico
Aberta a aprendizagem, dinamismo e a mudanças

Requisitos:
– Superior completo em Marketing
– Experiência com processos, auditoria ou trade marketing
– Conhecimento intermediário/Avançado em Excel

Diferenciais:
– Experiência com melhoria de processos
– Vivência com experiência do cliente
– Conhecimento em ferramentas de auditoria de campo

Salário: R$ 3.000,00/mês
Benefícios:
– Plano de Saúde Unimed
– Plano Odontológico
– VR/VA: R$ 700,00
– Vale-Transporte ou Auxílio Combustível
– Gympass
– Convênios (SESC, universidades e Clube Gazeta do Povo)
– Seguro de vida

Caso tenha interesse mande seu currículo para o número: 41 9805-0135

EXECUTIVO DE CONTAS / CURITIBA, CAPÃO RASO

Executivo de contas. Vaga para trabalhar em Curitiba.

Atividades: gerenciar e expandir a carteira de clientes, prospectar novos negócios, realizar reuniões e apresentações comerciais, negociar contratos, elaborar propostas, acompanhar o fechamento das vendas, realizar pós-venda, manter o CRM atualizado e atuar estrategicamente para o crescimento da receita.

Requisitos: cnh e veículo próprio, experiência em vendas consultivas, gestão de contas, prospecção de novos clientes, negociação, CRM e funil de vendas. Vivência em agências de publicidade, marketing, comunicação ou mídia ooh será um diferencial.

Horários: segunda a sexta-feira, das 08h às 18h.

Remuneração: fixo de r$ 6.000,00 (pj) + comissão SEM teto (média de ganhos de r$ 18.000,00/mês) + ajuda de custo de r$ 2.550,00 + férias remuneradas.

Interessados enviar currículo para o WhatsApp: (41) 99238-0441
Você pode se candidatar na vaga através desse link, aqui

Fonte: Abler

ASSISTENTE COMERCIAL – MÍDIA EXTERIOR / CURITIBA, CAPÃO RASO

Assistente comercial – mídia exterior. Vaga para trabalhar em Curitiba, no bairro Capão Raso.

Atividades: Gerenciar e expandir a carteira de clientes, prospectar novos negócios, realizar reuniões e apresentações comerciais, negociar contratos, elaborar propostas, acompanhar o fechamento das vendas, realizar pós-venda, manter o CRM atualizado e atuar estrategicamente para o crescimento da receita.

Requisitos: CNH e veículo próprio, experiência em vendas consultivas, gestão de contas, prospecção de novos clientes, negociação, CRM e funil de vendas. Vivência em agências de publicidade, marketing, comunicação ou mídia OOH será um diferencial.

Horários: Segunda a sexta-feira, das 08h às 18h.

Remuneração: Fixo de R$ 6.000,00 (PJ) + Comissão sem teto (média de ganhos de R$ 18.000,00/mês) + Ajuda de custo de R$ 2.550,00 + Férias remuneradas.

Interessados enviar currículo para o WhatsApp: (41) 99238-0441
Você pode se candidatar na vaga através desse link: aqui

TERCEIRA EDIÇÃO DA RODA DE FOGO PROPÕE REFLEXÃO SOBRE MEMÓRIA, DIREITOS HUMANOS E RESISTÊNCIA COLETIVA

Encontro do ciclo “Práticas da Memória: entre lembrar e esquecer” recebe Leandro Franklin e Raissa Micheluzzi no dia 29 de julho para uma conversa sobre memória LGBTI+, artivismo e construção de narrativas coletivas.

A cada encontro, a Roda de Fogo amplia as possibilidades de pensar a memória a partir de diferentes experiências. Depois de percorrer as relações entre literatura, criação artística e psicanálise, a terceira edição do ciclo Práticas da Memória: entre lembrar e esquecer convida o público a refletir sobre a memória como prática política, território de disputa e ferramenta de resistência.

No dia 29 de julho, a Alfaiataria – Espaço de Artes recebe o professor, pesquisador e artivista Leandro Franklin e a jornalista, pesquisadora e agitadora cultural Raissa Micheluzzi para uma conversa aberta sobre memória, direitos humanos, cultura e os processos de preservação das histórias da população LGBTI+. A participação é gratuita e acontece, como nas edições anteriores, ao redor da fogueira no quintal da Alfaiataria, espaço pensado para estimular a escuta, a troca de experiências e a convivência.

Com curadoria do artista e pesquisador Francisco Mallmann, a Roda de Fogo reúne convidados de diferentes áreas do conhecimento para investigar a memória não como um arquivo estático, mas como uma construção permanente, atravessada pelos corpos, pelos afetos, pelos conflitos e pelas formas de produzir presença no mundo. O encontro integra o Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos (AMP), contemplado pelo edital de Ações Continuadas da Fundação Nacional de Artes (Funarte), iniciativa dedicada ao fortalecimento de práticas de criação, formação e intercâmbio nas artes da cena contemporânea.

Memória como prática de resistência
Nesta terceira edição, a conversa aproxima universidade, arte, ativismo e produção cultural para discutir a memória como um direito coletivo e uma ferramenta de transformação social. Em diálogo com suas trajetórias, Leandro Franklin e Raissa Micheluzzi, integrantes do coletivo Memória LGBTI+ Curitiba, compartilham experiências ligadas à preservação da memória LGBTI+, às políticas culturais, aos processos de documentação e às formas de tornar visíveis histórias frequentemente ausentes dos registros oficiais.

A atuação de ambos evidencia que lembrar não significa apenas preservar o passado, mas produzir novas possibilidades de existência no presente. Ao reunir pesquisa acadêmica, práticas artísticas e iniciativas de memória comunitária, os convidados discutem como arquivos, relatos, performances, documentários e ações culturais contribuem para fortalecer identidades, construir pertencimentos e ampliar o acesso à história de grupos historicamente marginalizados.

Ao aproximar diferentes campos do conhecimento, a Roda de Fogo reafirma sua proposta de transformar a memória em experiência compartilhada, fazendo da conversa um espaço em que narrativas individuais e coletivas se encontram ao redor do fogo.

A roda segue acesa
A Roda de Fogo integra o conjunto de ações do Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos (AMP), idealizado pela diretora artística Janaina Matter em parceria com a produtora cultural Michele Menezes, da Pró Cult. Contemplado pelo edital de Ações Continuadas da Fundação Nacional de Artes (Funarte), o programa promove, ao longo de 2026, uma programação contínua voltada à formação, à pesquisa, à criação e ao intercâmbio nas artes da cena contemporânea.

Depois dos encontros dedicados às relações entre memória e criação literária e às aproximações entre memória e psicanálise, a terceira edição amplia esse percurso ao abordar os vínculos entre memória, direitos humanos, artivismo e participação social, reafirmando a proposta curatorial de construir um espaço contínuo de reflexão e escuta coletiva.

Além da Roda de Fogo, o programa realiza iniciativas voltadas à formação artística e à experimentação cênica, como a Oficina de Iluminação Cênica para Mulheres, ministrada por Lucri Reggiani; o Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis, conduzido por Guilherme Jaccon; a segunda edição do Programa de Formação Cênica Alfaiataria; e a Mostra Lés Latinas, dedicada a solos teatrais de artistas lésbicas latino-americanas.

Ao articular formação, pesquisa, criação e intercâmbio artístico, o Programa Contínuo Alfaiataria reafirma o compromisso da Funarte com o fortalecimento de processos continuados nas artes e consolida a Alfaiataria como um espaço de encontro entre diferentes saberes, experiências e modos de imaginar outros mundos possíveis.

As anfitriãs Janaina Matter e Michele Menezes, junto ao curador Francisco Mallmann, durante a Roda de Fogo, encontro que integra a programação do Programa AMP e transforma o quintal da Alfaiataria em um espaço de escuta, diálogo e reflexão sobre as múltiplas formas de pensar a memória. Foto: Vitor Dias.

SERVIÇO:
3ª Roda de Fogo – Práticas da Memória: entre lembrar e esquecer
Convidados: Leandro Franklin e Raissa Micheluzzi
Data: 29 de julho de 2026
Horário: 19h (Duração: 1h a 1h30)
Local: Quintal da Alfaiataria – Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 247 – Centro)
Entrada: Gratuita, sujeita à capacidade do espaço.
Informações: @alfaiataria_

Sobre Leandro Franklin: Artivista e professor dos cursos de Direito e Produção Cultural da Universidade Federal do Paraná (UFPR), além de docente do Programa de Pós-Graduação em Direito da instituição. Coordena o projeto de extensão Máquina de Ativismos em Direitos Humanos, dirige o Grupo de Teatro do Direito UFPR – Insólitos e integra o coletivo Memória LGBTI+ de Curitiba. Sua trajetória articula pesquisa, produção artística e direitos culturais, desenvolvendo projetos voltados à cidade, à diversidade, à memória e ao fortalecimento dos direitos humanos. Entre suas publicações recentes estão Tecidos de Luta: Águas para a Vida e Em Busca de Curitiba Perdida: Lugares de Memória LGBTI+, além da organização da obra Mais Cultura na UFPR: práticas e reflexões do Mutirão no Litoral Paranaense.

Sobre Raissa Micheluzzi: Jornalista com especialização em Cinema e Audiovisual, agitadora cultural e integrante do coletivo Memória LGBTI+. Atua na comunicação do SATED-PR e desenvolve projetos voltados à preservação da memória audiovisual e oral da população LGBTI+. Em 2026 lançou o documentário Rita Moreira: crônicas, memórias e videotape, apresentado no Olhar de Cinema, sobre a trajetória da videomaker brasileira Rita Moreira. Também participa do projeto Vivas e Visíveis: Arte, Memória e Política LBT, realizado em parceria com o Grupo Dignidade, dedicado ao registro e à difusão da memória de pessoas LBT em Curitiba.

Assessoria de Imprensa
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SEIS ENCONTROS, SEIS CRIAÇÕES INÉDITAS: FLUCTI CONECTA OCUPA A ALFAIATARIA EM CURITIBA

Projeto da Cia. Fluctissonante é gratuito e reúne artistas surdos e ouvintes em residência artística que resulta em seis criações inéditas apresentadas em Curitiba com acessibilidade integrada aos processos

O que acontece quando artistas surdos e ouvintes, com diferentes trajetórias e pesquisas, aceitam criar juntos sem partir de uma proposta criativa pré estabelecida? A resposta pode ser vista gratuitamente no Flucti Conecta, novo projeto da Cia. Fluctissonante que ocupa a Alfaiataria – Espaço das Artes, nos dias 18, 19, 25 e 26 de julho, em Curitiba.

O projeto reúne seis investigações cênicas inéditas desenvolvidas ao longo de residências artísticas compostas por duplas formadas por integrantes da Cia. Fluctissonante e convidades. São processos em construção, entre cenas, performances, leituras e experimentações, ou ainda nada disso, compartilhados pela primeira vez com o público. Cada criação tem até 20 minutos de duração e um único ingresso permite acompanhar as seis apresentações realizadas em sequência ao longo de cada dia.

Idealizado pela atriz Helena de Jorge Portela, diretora artística da Cia. Fluctissonante, e pelo ator Igor Augustho, diretor de produção da Pomeiro Gestão Cultural, o projeto nasce do risco, da possibilidade de compartilhar com públicos interessados trabalhos que operam a partir das identidades, diversidades e interesses dos artistas envolvidos. “Cada dupla chegou com sua própria trajetória. O que o público vai ver é o resultado desse encontro entre diferentes formas de criar, ainda abertas”, conta Helena.

Na edição de estreia, o Flucti Conecta promove os encontros entre Alucas Santos e Paula Roque; Catharine Moreira e Talita Grünhagen; Gabriela Grigolom e Flávia Imirene; Helena de Jorge Portela e Allan Nikitis; Igor Augustho e Gilda Elisa; e Nautilio Portela e Marcel Malê. Cada dupla desenvolve sua investigação acompanhada por uma pessoa interlocutora convidada, ampliando o diálogo artístico e aprofundando a experiência criativa.

O processo também sobe ao palco
Cada dupla parte de seus repertórios e linguagens para construir uma criação inédita. O Flucti Conecta convida o público a acompanhar pesquisas em andamento, revelando os caminhos, experimentações e descobertas que fazem parte da criação artística.
Para Igor Augustho, a potência do projeto está justamente na experimentação do encontro. “O Flucti Conecta nasce da vontade de aproximar artistas e criar um espaço onde diferentes trabalhos possam dialogar. São encontros que ampliam repertórios e convidam o público a compartilhar esse percurso conosco”, afirma.


A retirada dos ingressos gratuitos acontece uma hora antes do início da programação na bilheteria da Alfaiataria, quando são disponibilizadas 20 lugares na plateia. Como parte do público pode optar por assistir apenas algumas investigações, novos ingressos são liberados entre uma apresentação e outra, conforme a disponibilidade de lugares.

Criar também é ampliar acessos
A Cia. Fluctissonante atua há quase dez anos com criação cênica bilíngue, aproximando Libras e português em seus processos. O Flucti Conecta marca uma nova etapa dessa trajetória ao reunir, pela primeira vez, também a acessibilidade arquitetônica em toda a programação.

Segundo Helena de Jorge, o projeto representa um avanço na trajetória da companhia. “É um passo importante na nossa trajetória e sei aproxima de um desejo antigo da companhia de trabalhar na direção de um desenho universal na criação cênica”, explica.

Todas as apresentações contam com interpretação em Libras, audiodescrição e estrutura arquitetônica acessível para pessoas com mobilidade reduzida e usuárias de cadeira de rodas. De acordo com Igor, os recursos de acessibilidade assumem diferentes funções em cada investigação. “Em alguns casos, Libras e audiodescrição estão integradas à cena; em outros, atuam como tradução e mediação. O mais importante é que todas as apresentações são acessíveis, respeitando a lógica de cada criação.”

O projeto é realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura de Curitiba.

FICHA TÉCNICA
Concepção e Coordenação Geral: Helena de Jorge Portela (Cia. Fluctissonante | Pomeiro Gestão Cultural) e Igor Augustho (Cia. Fluctissonante | Pomeiro Gestão Cultural) | Intérpretes de Libras: Talita Grünhagen e Kelly Caobianco (Taé – Libras e Cultura) | Supervisão Surda: Catharine Moreira | Audiodescrição – Roteiro: Helena de Jorge Portela e Joselba Fonseca | Audiodescrição – Narração: Joselba Fonseca | Audiodescrição – Consultoria: Lucas Antonio | Escrita Acompanhadora: Lucas Pinheiro, Luciana Romagnolli e Olga Nenevê | Coordenação Técnica e Luz: Thay Siqueira | Registro em Vídeo e Técnica de Som: Chico Paes | Identidade Visual e Design Gráfico: Samuel Gallo | Assessoria de Comunicação: Bruna Bazzo | Vídeos para Redes Sociais: Maya | Distribuição de Material Gráfico: Israel Sullivan | Direção de Produção: Igor Augustho (Pomeiro Gestão Cultural) | Produção Executiva: Juliana Takenaka (Pomeiro Gestão Cultural) | Assistente de Produção: Vanessa Oliveira (Pomeiro Gestão Cultural) | Assessoria Jurídica e Contábil: Ivanes Mattos (Pomeiro Gestão Cultural) | Realização e Criação: Cia. Fluctissonante | Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural

Informações adicionais
Sobre a Cia. Fluctissonante: Coletivo curitibano formado por artistas surdos e ouvintes, a Cia. Fluctissonante desenvolve desde 2016 pesquisas em criação cênica contemporânea bilíngue (Libras e português), com processos baseados na criação compartilhada. É referência nacional em arte acessível e já realizou apresentações em cerca de 40 cidades e 12 estados brasileiros. Entre suas criações estão Enquanto a Chuva Cai, Conto Com Libras, Giacomo Joyce, /TODAS/, Elevador, O Pequeno Príncipe e Língua em Revista, além de projetos digitais e participações em festivais como o Palco Giratório e o Festival de Teatro de Curitiba.

SERVIÇO:
Flucti Conecta – Compartilhamento de Investigações Cênicas e Processos de Pesquisa da Cia. Fluctissonante
Datas: 18, 19, 25 e 26 de julho
Horário: das 15h30 às 21h, com apresentações contínuas em sequência e pequenos intervalos entre os trabalhos.
Local: Alfaiataria – Espaço das Artes (Rua Riachuelo, 266)
Ingressos: gratuitos, com retirada 1 hora antes da primeira apresentação do dia. O acesso inicial é limitado, e novos ingressos são liberados ao longo da programação, conforme a saída do público no espaço.
Acessibilidade: interpretação em Libras, audiodescrição e estrutura arquitetônica acessível para pessoas com mobilidade reduzida e usuários de cadeira de rodas.
Classificação: 14 anos
Instagram: @fluctissonante | @pomeiro_


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