4ª BIENAL BLACK BRAZIL ART ABRE INSCRIÇÕES GRATUITAS

Penteado, pintura de Georgia Lobo, exposta na 1ª Bienal Black.

Evento recebe trabalhos de artes visuais, arte design, arte digital, arte urbana, vídeo, arte sonora, performance, instalação e outras formas artísticas​

O Instituto Black Brazil Art torna pública a abertura da chamada de trabalhos para a 4ª edição Bienal Black Brazil Art, que acontecerá de setembro a dezembro de 2026, na cidade de Recife (PE). Com o tema As Cinco Peles, a mostra coletiva propõe uma curadoria que compreende o corpo como território vivo e o mundo como uma trama de relações contínuas, atravessadas por memória, ancestralidade, conflito e invenção coletiva.

Trabalhos artísticos de todo o Brasil podem ser inscritos gratuitamente pelo site bienalblack.com.br/4bienalblack.

Esta edição parte da teoria das Cinco Peles (Textura, Corpo, Espaço, Rede e Comunidade), formulada por Friedensreich Hundertwasser (1928-2000), deslocando sua matriz eurocêntrica para uma leitura crítica e decolonial. A Bienal parte de um diálogo com pensamentos afro-diaspóricos e indígenas, especialmente com o pensamento do filósofo e ativista Nêgo Bispo (1959-2023), para quem o mundo não se organiza por separações rígidas, mas por convivência, circularidade e continuidade.

Os trabalhos podem ser inscritos nas categorias Artes Visuais, Arte Design, Arte Digital, Arte Urbana, Vídeo, Arte Sonora, Performance, Instalação, entre outras formas de expressão contemporânea. Artistas individuais ou coletivos podem se inscrever em até duas categorias. A Bienal também prioriza a participação de instituições de ensino, projetos pedagógicos e processos artístico-educativos.

Os trabalhos premiados da 4ª edição Bienal Black Brazil Art receberão prêmios em dinheiro para artistas brasileiros residentes no Brasil, bolsas de residência artística virtual (2027) e de internacionalização cultural, além de certificação e catálogo digital para todos os selecionados. A programação paralela inclui oficinas, palestras, rodas de conversa, ações educativas e comunitárias, gratuitas ao público, realizadas de forma presencial ou virtual. A Bienal também incentiva a comercialização das obras físicas.

“Ao decolonizar a noção das Cinco Peles, a 4ª Bienal Black afirma uma curadoria que não separa corpo, território e mundo, mas os entende como camadas contínuas de existência, memória e criação coletiva”, aponta Patricia Brito, diretora da Bienal Black. Os cinco eixos de criação (as cinco peles) da Bienal Black este ano são:
– Textura (epiderme): corpo, pele, identidade e ancestralidade;
– Corpo (vestuário): manifestações identitárias e performativas;
– Espaço (casa): territórios, memória e processos de pertencimento;
– Rede (identidade social): conexões, diásporas e solidariedade;
– Comunidade (meio global): diálogos locais e globais, com abordagem coletiva e sustentável.


1ª Bienal Black. Crédito foto:  Isidoro B. Guggiana.

Serviço:
O que: Inscrições para a 4ª edição Bienal Black Brazil Art
Quando: de 10 de março a 30 de abril de 2026
Regulamento e inscrição: bienalblack.com.br/4bienalblack
Quanto: gratuito

Redes sociais
Site oficial: blackbrazilart.com.br | Facebook: /BlackBrazilArt
Instagram: @bienalblackbrazilart | Twitter: @blackbrasilart | YouTube: /BlackBrazilArt

Sobre Patricia Brito
Curadora independente, museóloga e crítica de arte, é fundadora da Bienal Black e do Programa de Residência Artística Virtual Compartilhada. É membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), da Associação Internacional de Museus de Mulheres (AIWM) e da Rede Europeia de Brasilianistas em Análise Cultural (REBRAC).

Colaboradora da Enciclopédia Itaú Cultural, foi citada no Mapa de Curadores Negros no Brasil, elaborado pela equipe de Trabalhadores de Artes da América Latina. Em 2021, foi indicada ao Prêmio Açorianos pela realização da 1ª Bienal Black.

É também autora do romance Casa Grande SEM Senzala, publicado pela BBA. Sua prática curatorial está profundamente engajada com perspectivas decoloniais, práticas artísticas contemporâneas e diálogos transnacionais, buscando expandir a visibilidade de narrativas afro-diaspóricas nos circuitos globais de arte tendo a escuta como prática de processo.

Sobre a Black Brazil Art
A Black Brazil Art é uma empresa independente de gerenciamento de artes com sede em Porto Alegre (RS). Desde 2004 está envolvida na curadoria, desenvolvimento e gestão de artes visuais e eventos culturais nacionais e internacionais, projetos e exposições de arte, seleção de obras de arte, consultoria em projetos de artes e residências.

Dentro do nosso foco, um olhar especial é dado ao mapeamento da produção artística de mulheres negras, buscando equilibrar narrativas e oportunidades dentro e fora do país. O instituto é responsável pelas três edições da Bienal Black, o evento virtual Arte Sem Fronteiras e a Residência Artística Virtual Compartilhada que chega agora à sua quinta edição.

TAPETE PERSA KASHAN IRANIANO 2,97CM X 1,92CM FEITO À MÃO /// ANTIQUÁRIO COISA VÉIA

TAPETE PERSA KASHAN IRANIANO 2,97CM X 1,92CM FEITO À MÃO /// R$11.999,00 /// @antiquariocoisaveia@sebinhofatoagenda *preço já com o desconto da loja, Confira todas os tapetes do Antiquário Coisa Véia, aqui

Tapete persa kashan. Iraniano. Feito à mão. Tapete usado. Antigo. Em ótimo estado. Material: Confeccionado em lã, com base de algodão para maior durabilidade. Desenho: Apresenta um medalhão central com motivos florais detalhados. Flor de romã. Originário da cidade de Kashan, no centro do Irã, conhecido por sua alta qualidade e intrincados padrões.

Informações:
Origem: Irã
Modelo: Kashan
Medidas: 297 x 192 cm
Composição: lã/algodão
Pontuação de nós (densidade): muito boa

Escritos na etiqueta:
Persian Rug
Nº: 614
Kind: kashan
Hand craft Iran

️ ANTIQUÁRIO COISA VÉIA + SEBINHO

Loja de livros, discos, antiguidades, móveis, camisas de time, tapeçarias, brinquedos, quadros, colecionáveis e objetos de decoração.

Atendimento:
Segunda a sexta, 10h às 19h.
Sábado: 9h às 17h.

Endereço:
Rua Prof. João Falarz, 409, Orleans, Curitiba-PR, exatamente 400 metros do viaduto do Orleans.
WhatsApp: (41) 99745-5294, Leandro.

HISTORIADORAS DESENVOLVEM PROJETO QUE ORGANIZA DOCUMENTOS DA COMISSÃO ESTADUAL DA VERDADE DO PARANÁ

Trabalho de salvaguarda é inédito na América Latina por mostrar os bastidores da escrita do Relatório da CEV/PR, além de reunir, catalogar e disponibilizar o Inventário Técnico para a sociedade

Um grupo de pesquisadoras do Paraná poderão receber mais informações sobre a ditadura no Paraná e sobre o trabalho da Comissão Estadual da Verdade Teresa Urban. Esta etapa da pesquisa teve início na última quinta-feira (23). A ação faz parte do projeto “Inventário Participativo: memória, verdade e justiça do Paraná”, financiado pelo Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (PROFICE) da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná e apoiado pela Companhia Paranaense de Energia (Copel).

A pesquisa também reúne materiais colhidos pela Comissão Estadual da Verdade do Estado do Paraná, criada em 2012 com o intuito de examinar graves violações de direitos humanos praticados no estado entre 18 de setembro de 1946 e 05 de outubro de 1988. Os materiais podem ser enviados para o e-mail contato@inventariomemoriaeverdade.com.br ou pelo site https://inventariomemoriaeverdade.com.br/ até o dia 01 de março de 2026.

O trabalho é inédito na América Latina, por mostrar os bastidores da pesquisa, além de reunir, catalogar e preservar os materiais. A equipe é formada pelas historiadoras Claudia Cristina Hoffmann, Flávia da Rosa Melo e pelos assistentes de pesquisa, Kim Alan Vasco e Gabriella Daphne Pereira Ferreira.

Cláudia é a coordenadora do projeto e atuou no Ministério Público do Estado do Paraná como historiadora. Na época, Hoffmann colaborou com a Comissão Estadual da Verdade do Paraná, participando de audiências públicas, entrevistas e autoria de textos, principalmente envolvendo questões indígenas, quilombolas e recortes de gênero.

“Apesar do nosso Relatório da Comissão Estadual da Verdade do Paraná ter recebido elogios de outros estados por conta do trabalho robusto que foi entregue, enfrentamos muitas limitações, como por exemplo, não havia remuneração para todos os profissionais e pesquisadores que trabalharam no processo. Então, dependíamos das energias individuais e interesse no tema. Se tivéssemos na época uma Política de Memória mais efetiva, o resultado seria ainda melhor”, explicou Cláudia.

O inventário participativo é dividido em duas frentes de atuação. A primeira busca englobar e preservar a documentação relacionada ao Relatório da Comissão Estadual da Verdade, garantindo organização e acesso público. “Este inventário será um instrumento de pesquisa, que permitirá acessar de forma instrumentalizada o fundo documental da Comissão Estadual da Verdade no Arquivo Público do Paraná, abrindo horizontes para novas pesquisas, interpretações e aprofundamentos sobre a nossa história recente”, afirma a historiadora Flávia da Rosa Melo.

A segunda frente consiste na produção de novos documentos com base na metodologia da História Oral, por meio de entrevistas com pessoas que trabalharam para a Comissão da Verdade. A partir disso, o projeto promove ações pedagógicas, como cursos de formação, palestras e eventos sobre a ditadura e a História do Paraná. A iniciativa também está aberta a receber novas informações: caso alguém queira compartilhar histórias, fotografias ou documentos, é possível compartilhar com a equipe de pesquisa.

No Inventário Participativo também serão incluídas informações sobre duas iniciativas importantes para o Estado do Paraná no cumprimento de recomendações do Relatório da Comissão da Verdade: a criação do Comitê Estadual, Memória, Verdade e Justiça do Paraná, atuante desde 2017; e a criação do Lume: Lugar de Memória , em 2018.

O LUME: Lugar de Memória Juiz Aldo Fernandes está localizado no prédio do antigo Presídio do Ahú, atual Centro Judiciário de Curitiba, no Paraná e “se propõe a ser um espaço educativo e está à disposição da comunidade como um agente social transformador” afirma Cláudia. Integra a Rede Brasileira de lugares de memória (REBRALUM), Rede Latino Americana e Caribenha de Lugares de Memória (RESLAC) e a Coalizão Internacional dos Sítios de Consciência.

Lume significa “luz”, e tem por finalidade problematizar e dar visibilidade aos direitos violados, principalmente dos mais vulneráveis, cuja história ainda não foi toda contada. A partir das memórias “sensíveis” e “difíceis” sobre torturas, dores, traumas e medos, sejam elas individuais e/ou coletivas sobre o período, o objetivo do LUME é promover a educação, a democracia e os direitos humanos. E, apesar do foco principal do lugar ser o período ditatorial, “estamos atentos a outros tempos, sempre trabalhando em defesa e para o fortalecimento da democracia”, destaca Cláudia.

Relatos de resistência

O jornalista e escritor Aluízio Ferreira Palmar foi um dos sobreviventes das torturas e prisões do período ditatorial. Nascido no Rio de Janeiro, Aluízio mudou-se em 1967 para o Paraná, onde foi preso em 1969 e transferido para diversos centros de tortura no Paraná e no Rio de Janeiro.

No final da década de 1990, Aluízio começou as buscas por desaparecidos políticos e em 2005 lançou o livro “Onde foi que vocês enterraram nossos mortos?”. Anos depois, Aluízio tornou-se assessor da Comissão Nacional da Verdade e depois colaborou com as comissões estaduais.

Aluízio vê na lembrança do passado uma esperança no futuro e cita um evento realizado na Universidade de São Paulo no início de outubro, em que foram entregues 63 certidões de óbitos retificadas para os familiares dos desaparecidos políticos. Nos documentos constam o motivo das mortes devido à ditadura.

“Eu ando muito otimista, porque pela primeira vez os golpistas estão respondendo pelos seus crimes, estamos retificando as certidões de óbito adulteradas, pela primeira vez conseguimos avançar nesse processo da justiça de transição, 61 anos após o golpe militar”, comentou.

Outra vítima da ditadura foi a professora de História aposentada, Judite Maria Barboza Trindade, a qual prestou depoimento na Comissão Estadual da Verdade. Em 1968, Judite era estudante do curso de História da Universidade Federal do Paraná (UFPR), participava do Movimento Estudantil e foi presa em uma reunião de estudantes, sendo condenada e ficou presa por um ano.

“É preciso reavivar as memórias, mesmo que sejam lembranças que nos causem desassossego, para que os fatos não se repitam. Assim, negamos com veemência toda forma de autoritarismo e reafirmamos a importância da democracia”, destacou Judite.

ESPETÁCULO “AOS COMPANHEIROS DE ESTRADA” VOLTA A CURITIBA EM JULHO COM HOMENAGEM A GUIMARÃES ROSA E POTY LAZZAROTTO

De 03 a 20 de julho, o público curitibano poderá reencontrar Aos Companheiros de Estrada no palco do Mini Auditório: Glauco Flores de Sá Brito em nova temporada do espetáculo que reúne poesia, teatro físico e uma profunda conexão com a literatura brasileira. Os ingressos já estão à venda pelo Sympla. A montagem, que teve sua estreia em 2023, nasce da parceria entre o diretor amazonense Victor Lucas Oliver e a atriz e dramaturga Camila Ferrão, fruto da pesquisa realizada durante o curso “Estado de Ser do Ator”, do LUME Teatro.

A ideia do espetáculo surgiu do encontro criativo entre os artistas. “Eu tinha um texto e o Victor uma grande vontade de fazer acontecer”, conta Camila Ferrão, que também assina a dramaturgia. A inspiração para a peça veio da vivência da atriz em uma caminhada de 189 km pelos “Caminhos do Sertão”, trajeto que refaz os passos do personagem Riobaldo, de Grande Sertão: Veredas (1956), de Guimarães Rosa. A experiência deu origem a uma dramaturgia autoficcional, que mistura memórias, travessias e a geografia simbólica do sertão.

Com duração de 60 minutos, o espetáculo propõe uma jornada sensorial ao público, guiada por uma viajante que compartilha sua trajetória por paisagens internas e externas. A palavra e o corpo em cena se tornam ferramentas para convidar a plateia a caminhar, metaforicamente, sobre um solo que é ao mesmo tempo chão e encenação, memória e presente. A narrativa propõe a experiência de “entrar e experimentar o livro”, como define a própria atriz.

Nesta nova temporada, o espetáculo “Aos Companheiros de Estrada” propõe uma travessia ainda mais urgente e sensível. A encenação amplia seu percurso: além de explorar as paisagens internas e externas de uma viajante que narra sua jornada, o espetáculo evoca a delicada e crítica situação do Cerrado Mineiro, sua estiagem, o envenenamento dos rios, as queimadas e a depredação crescente. A palavra e o corpo continuam sendo ferramentas essenciais em cena, mas agora se expandem em direção a um grito coletivo pela preservação da vida. O chão da cena torna-se solo sagrado e ameaçado, e a narrativa convida o público não apenas a imaginar, mas a se responsabilizar. Através da união entre dança, poesia, música, artes visuais e literatura, o espetáculo transforma o palco em território de alerta, resistência e reinvenção.

OFICINAS
Além das apresentações, Camila Ferrão e Victor Lucas Oliver irão ministrar duas oficinas para formação de artistas locais. No dia 09 de julho, a oficina ‘Corpo-escrita: Criação e dramaturgia’, chega ao Mini Auditório com duração de 3 horas e 30 minutos. Já no dia 16 de julho, Victor ministra a oficina ‘Criação de solos a partir de teatro gestual’. As inscrições para ambas oficinas serão divulgadas em breve pelo instagram do espetáculo @aoscompanheirosdeestrada

FICHA TÉCNICA:
Direção: Victor Lucas Oliver
Assistência de direção e equipe de produção: Natalia Bresolin
Elenco: Camila Ferrão, Luciano Sangreman e Yuri Campagnaro
Direção de movimento: Larissa Lorena
Direção de Produção e Coordenação: Mayra Fernandes
Iluminação: Juliane Rosa
Intérprete de Libras: Nathan Sales
Assistente de produção: Karu Mochinsky
Figurino: Joselina Bresolin
Fotografia: Eduardo Ramos
Assessoria de imprensa: Igor Horbach e Folhetim Cultural
Cenografia: Stephane Bacelar
Ilustrações:Yuri Campagnaro
Arte gráfica e design: Victor Lucas Oliver e Yuri Campagnaro
Sonoplastia: Luciano Sangreman, Anderson Pressendo e Yuri Campagnaro
Músicas autorais de Yuri Campagnaro
Apoio: Toca Ateliêr, Sangreman Luthier e Encantos dos doces da Ste.

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba. Prefeitura Municipal de Curitiba, Ministério da Cultura e Governo Federal

SERVIÇO:
Aos Companheiros de Estrada – Espetáculo
Quando: 03 a 20 de julho de 2025
Sessões: Quinta a Sábado às 20h00; Domingo às 19h
Sessões com intérprete de LIBRAS: Dias 12,13, 19 e 20
Onde: Mini Auditório Glauco Flores De Sá Brito
Quanto: Gratuito
Retirada uma hora antes no Teatro  Mini Auditório Glauco Flores De Sá Brito
Instagram: @aoscompanheirosdeestrada

Oficinas
Corpo-escrita: Criação e dramaturgia
Quando: 09 de julho de 2025
Horário: Das 19h às 22h30
Local: Mini Auditório – Glauco Flores de Sá Brito
Carga Horária: 3h:30m

Criação de solos a partir de teatro gestual
Professor: Victor Lucas Oliver
Quando: 16 de julho de 2025
Horário: Das 19h às 22h30
Local: Mini Auditório – Glauco Flores de Sá Brito
Carga Horária: 3h:30m

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

MINC E UFPR ABREM INSCRIÇÕES PARA O PRÊMIO CLEODON SILVA

Premiação vai fomentar inovação na gestão cultural

O Ministério da Cultura (MinC) e a Universidade Federal do Paraná (UFPR), por meio dos projetos Soluções Digitais para Mapeamento e Gestão Cultural e do Laboratório de Cultura Digital (LabCD), lançam o Prêmio Cleodon Silva. A iniciativa, que homenageia o importante ativista da cultura brasileira, busca estimular o desenvolvimento de soluções inovadoras para a gestão do fomento à cultura no país.

Cleodon Silva, um dos mais importantes ativistas culturais do país, foi escritor, operário e militante das causas sociais. Sua luta pela cultura livre e digital deixou um legado significativo para o Brasil. Ao homenagear Cleodon Silva, o prêmio busca reconhecer a importância de sua contribuição para o desenvolvimento cultural do país e inspirar novas gerações de artistas e ativistas.

“O desafio de qualificar soluções digitais para o fomento à cultura, atualmente, requer que toda uma cadeia produtiva do campo da tecnologia seja mobilizada”, destaca Juliana Almeida, coordenadora de Acompanhamento de Projetos na Subsecretaria de Gestão Estratégica do MinC. E “o intuito do prêmio é ativar atores da tecnologia para resolução de problemas da plataforma Mapas Culturais”, reforça ela.

“O prêmio Cleodon Silva é uma oportunidade única de fomentar a inovação e o desenvolvimento de soluções tecnológicas para a gestão do fomento cultural”, afirma Deborah Rebello Lima, coordenadora do projeto Qualificação do Ecossistema de Soluções Digitais para a Cultura na UFPR. “Ao homenagear Cleodon Silva, estamos reconhecendo a importância de sua luta pela cultura livre e fortalecendo a rede de cultura digital no Brasil”.

Ao organizar este prêmio a partir dos dois TEDs que executa em parceria com o MinC, a UFPR reconhece a necessidade e essencialidade da Rede de Cultura Digital como condição para integração de todos os entes e sinaliza para o papel de uma extensa rede que abarca desde o produtor cultural mais na ponta do processo até os responsáveis pelas decisões em nível nacional do processo cultural, reforça Maria Tarcisa Silva Bega, coordenadora do Ted Laboratório de Cultura Digital/UFPR.

O prêmio contempla duas categorias: Prototipação de Ideia Nova e Prototipação de Melhoramento, ambas voltadas para soluções que superem desafios relacionados ao banco de problemas resultante da Oficina de Design e Mapeamentos de Jornadas. Os prêmios variam de R$ 7.500,00 a R$ 25.000,00.

As inscrições podem ser realizadas até o dia 07 de outubro de 2024 por meio deste link, aqui

Mais informações podem ser obtidas no edital completo em, aqui

Sobre o Prêmio “Cleodon Silva”
O prêmio busca: Estimular a inovação e o desenvolvimento de soluções tecnológicas para a gestão do fomento cultural; Promover a transparência e o acesso democrático às oportunidades de fomento; Fortalecer a participação cidadã e a colaboração entre os diversos atores do cenário cultural; Fomentar os arranjos produtivos de Soluções Digitais para Mapeamento e Gestão Cultural e Sistematizar um banco de Soluções e Solucionadores para o software livre Mapas Culturais.

O MinC, a UFPR e a Cultura Digital
A parceria entre o MinC e a UFPR, através do Projeto Soluções Digitais, tem como objetivo qualificar o ecossistema de soluções digitais de mapeamento e gestão cultural para atender a execução das leis de fomento à Cultura, em especial, à Política Nacional Aldir Blanc (PNAB).

Outro projeto realizado entre as instituições também está envolvido, sendo ele o Laboratório de Cultura Digital (LabCD) da UFPR, referência no desenvolvimento de pesquisas e ações na área da cultura digital. Fomentado pelo MinC, o LabCD vem desenvolvendo uma série de ações no campo da cultura digital.

Espera-se que a divulgação deste prêmio contribua para o desenvolvimento da cultura digital no Brasil e para a valorização da memória de Cleodon Silva.

Sobre Cleodon Silva
Cleodon Silva foi um importante ativista cultural, sindicalista e pensador brasileiro. Sua trajetória, marcada pela luta pelos direitos dos trabalhadores e pela defesa da cultura livre, deixou um legado significativo para o país. Foi um grande defensor da cultura livre, acreditando no direito de todos de criar, compartilhar e transformar a cultura digital, acreditando no acesso democrático à informação e na produção cultural independente. Desenvolveu diversos projetos sociais, como a criação de bibliotecas comunitárias, o uso de tecnologias para a organização de comunidades e o desenvolvimento de plataformas digitais de acesso livre à cultura.

Cleodon Silva deixou um rico legado de luta e esperança. Seu exemplo inspira novas gerações de ativistas e defensores da cultura e da justiça social.

Para saber mais, acesse:
Mapas Culturais (aqui)
Instituto Pólis (aqui)
Live de lançamento (aqui)
Live Tira-dúvidas (aqui)

O prêmio Cleodon Silva é uma oportunidade de contribuir para o desenvolvimento da cultura digital no Brasil.

Fonte: Coordenadoria de Cultura UFPR

INCUBADORA DE FILMES CINEMÁLIA BUSCA A INCLUSÃO DE JOVENS NO AUDIOVISUAL

Convocatória será aberta no dia 30 de outubro para recebimento de roteiros inéditos

Buscando a democratização do formato curta-metragem e o fortalecimento de seu potencial cultural e educativo, nasce a Cinemália, nova incubadora de filmes que, fundada na crença do cinema como ferramenta de cidadania, pretende formar e inserir jovens no mercado audiovisual por meio da viabilização de suas criações artísticas.

No dia 30 de outubro de 2024, a Cinemália abrirá uma convocatória para o recebimento de roteiros inéditos. As inscrições são gratuitas. A missão da instituição é auxiliar no desenvolvimento do roteiro selecionado, financiar sua filmagem, distribuir em festivais e circuitos de arte, além de colaborar para a inserção dos profissionais no mercado audiovisual brasileiro.

A organização também irá trabalhar para a formação crítica de público, com exibições para audiências à margem dos grandes centros de acesso, seguidas de atividades culturais. Em data a ser divulgada, após abertura das inscrições, está prevista uma live na página da Cinemália para esclarecimentos de eventuais dúvidas.

A Cinemália tem apoio do Instituto Solea, ONG dedicada à redução das desigualdades no país, Finos Filmes, Cinecolor Digital – finalizadora responsável pela pós-produção do filme -, Monstercam – locadora de equipamentos oficial do projeto -, Gargantua Film – distribuidora italiana, que cuidará da carreira do curta-metragem no mercado internacional – e Clube Drama.

Site: cinemalia.org
Instagram: @cinemalia__

ANTIQUÁRIO COISA VÉIA + SEBINHO

Antiquário Coisa Véia + Sebinho
Loja de livros, discos, antiguidades, móveis, camisas de time, brinquedos, colecionáveis e objetos de decoração.

Atendimento:
Segunda a sexta, 9h às 19h.
Sábado: 9h às 17h.

Endereço:
Rua Prof. João Falarz, 409, Orleans, Curitiba-PR. Referência: nossa loja fica nos fundos do sobrado amarelo, o Restaurante Dona Carolina. Entre as lojas “Master Pró Audio” e “João Falarz Moto Peças”. Exatamente 400 metros do viaduto do Orleans. Contato: Você também pode agendar atendimento / tirar dúvidas por whats: (41) 99745-5294 com o Leandro.

Nossos links:
https://linklist.bio/antiquariocoisaveia

Instagram:
https://www.instagram.com/antiquariocoisaveia
https://www.instagram.com/sebinhofatoagenda

Loja virtual:
https://www.antiquariocoisaveia.com.br
https://www.sebinhofatoagenda.com.br

Shopee (+ de 3000 livros):
https://shopee.com.br/sebinhofatoagenda

Facebook:
https://www.facebook.com/antiquariocoisaveia/
https://www.facebook.com/sebinhofatoagenda/

Youtube:
https://www.youtube.com/@antiquariocoisaveia

TikTok:
https://www.tiktok.com/@antiquariocoisaveia

DIRETORIA DE CULTURA DA UEM ABRE AS INSCRIÇÕES PARA O CONCURSO DE GRAFITE NANDO NASCIMENTO – UEM 2024

Até o dia 19/maio, artistas de grafite residentes no estado do Paraná podem se inscrever no Concurso de Grafite Nando Nascimento – UEM 2024 para grafitar as paredes do bloco A34, que abrigam a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura no Campus Sede da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Serão selecionados/as dois/duas artistas que receberão o valor de R$ 2500,00 cada. A ação integra o selo Ocupa UEM – Arte e Cultura e é fruto da parceria entre a Diretoria de Cultura da UEM, a Secretaria Municipal de Cultura (SEMUC) e a Secretaria Municipal da Juventude, Cidadania e Migrantes (SEJUC).

O nome escolhido para o título do concurso homenageia o grafiteiro Nando Nascimento, que dedicou sua vida à arte e espalhou seus desenhos em diversos muros da cidade de Maringá. O legado deixado por Nando, que prezava pela paz e união por meio do grafite, é reconhecido pela UEM e pela Prefeitura de Maringá como uma importante contribuição para a arte e a cultura na cidade e no Estado do Paraná.

O edital e o formulário de inscrição podem ser acessados no Portal DCU.

Fonte: ASC UEM

AP DA 13 OFERECE 25 VAGAS GRATUITAS PARA CURSO DE PRODUÇÃO E GESTÃO CULTURAL

Mayra Fernandes (Cardume Cultural) e Eduardo Ramos (Sopro Produções) lançam convocatória para uma imersão em Produção e Gestão Cultural para artistas das regiões descentralizadas de Curitiba. Foto: Iara Elliz.

Com a ideia de fomentar o acesso ao fazer cultura, a Sopro Produções e a Cardume Cultural, promovem a seleção de 25 artistas das artes cênicas de regiões descentralizadas de Curitiba para uma imersão de três meses em curso presencial que propõe conceitos de produção, elaboração de projetos e gestão cultural.

Está aberta a convocatória gratuita que vai selecionar 25 artistas de regiões descentralizadas de Curitiba para uma grande imersão em Produção e Gestão Cultural, a seletiva leva os artistas para um curso presencial com duração de três meses, que vai acontecer de 4 de maio a 20 de julho, no AP da 13 Espaço Multicultural. A proposta é uma parceria entre a Sopro Produções e a Cardume Cultural, dos diretores e produtores, Eduardo Ramos e Mayra Fernandes que fomentam as artes cênicas há mais de 10 anos.

Envolvidos com projetos culturais independentes e também via lei de incentivo, Eduardo Ramos e Mayra Fernandes, pretendem com o curso, oferecer e garantir aos participantes o acesso às ferramentas e aos mecanismos do mercado de trabalho das artes cênicas no Brasil. A ideia é gerar autonomia e entendimento sobre a arte quanto ofício “principalmente para os artistas mais jovens que se encontram distantes do centro e que não possuem acesso aos equipamentos culturais públicos e instituições de ensino voltadas às artes”, diz Eduardo Ramos.

Mayra Fernandes conta que a proposta prevê além da concepção profissional da criação de um espetáculo ou qualquer produto cultural de forma independente, os participantes também terão acesso ao funcionamento das Leis de Incentivo das esferas Municipal, Estadual e Federal. “Este projeto movimenta a economia criativa local e nacional, além de garantir o direito básico ao acesso à cultura”, afirma a produtora.

São 25 vagas ofertadas gratuitamente para o curso de Produção e Gestão Cultural, entre elas, 5 para artistas negros; 5 para PCDs e indígenas; 5 para gênero trans, e 10 ao público geral. Todos devem ter pelo menos 3 anos de trajetória artística comprovada e ser residente de bairros descentralizados ou periféricos de Curitiba. O projeto conta também com Intérprete em Libras, para atender participantes da comunidade surda. O formulário para inscrição está disponível no link da Bio, encontrada no instagram do AP da 13: @apeda13 e @cardumeproducaocultural; ou diretamente neste link, aqui

Eduardo Ramos e Mayra Fernandes
O projeto convida a artista, diretora e produtora Mayra Fernandes, fundadora e diretora da Cardume Cultural, que possui 17 anos de experiência na elaboração e gestão de projetos culturais de diversas áreas, à frente como produtora de grandes festivais.

Eduardo Ramos, é diretor, dramaturgo e produtor da Setra Companhia, por onde idealizou e dirigiu 15 espetáculos de teatro e dança nos últimos 10 anos, partilha também sua bagagem a frente como fundador do Espaço Cultural independente AP da 13, com programação multicultural que movimenta o cenário artístico curitibano nos últimos 8 anos.

SERVIÇO
Inscrições no link da Bio em @apedatreze e @cardumeproducaocultural
PRODUÇÃO E GESTÃO CULTURAL PARA ARTISTAS EMERGENTES
com Eduardo Ramos e Mayra Fernandes
12 encontros aos sábados das 9h às 12h
Início: 04/05 | Término: 20/07
Dia 20/07 serão dois encontros, sendo um das 9h às 12h e outro das 14h às 17h

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

ASSOCIAÇÃO PARANAENSE DE BASE FLORESTAL LANÇA PRÊMIO DE JORNALISMO

As florestas plantadas são fundamentais para o planeta, pois aliam conservação e sustentabilidade, oferecendo uma matéria-prima renovável e com mínimo impacto ambiental. Além da contribuição direta como fonte de insumo para os mais diversos fins, são um fator-chave para a redução da pressão sobre as florestas nativas. E como forma de reforçar essa mensagem, a Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE) lança o 1º Prêmio APRE Florestas de Jornalismo.

Segundo o presidente da Associação, Zaid Ahmad Nasser, o setor de base florestal está presente no dia a dia das pessoas, com inúmeros produtos provenientes das florestas, e estimula o desenvolvimento social de municípios e comunidades. Assim, a premiação chega com o objetivo de incentivar a cobertura jornalística sobre esse segmento, destacando a importância dele para a economia do estado e os benefícios sociais e ambientais gerados.

“Esse segmento gerou um PIB de R$ 244 bilhões no Brasil. No Paraná, mesmo ocupando apenas 5% da área territorial do estado, com 1,17 milhão de hectares plantados, concentramos 25% do volume de toda a madeira produzida no país. Do gênero pinus, os números são ainda mais expressivos – temos a maior área e produzimos 55% do volume brasileiro. Além disso, aqui estão 16,5% de todos os empregos gerados pelo segmento florestal no Brasil. Se olharmos para a questão da sustentabilidade, para cada hectare plantado, nossas associadas mantêm mais um hectare conservado. São números importantes que mostram que o setor de florestas plantadas é bastante significativo para a sociedade como um todo. Nós sabemos disso, mas precisamos disseminar essas informações para reforçar nosso papel como parte da solução para um mundo mais sustentável”, afirma.

Para o diretor executivo da Associação, Ailson Loper, a decisão de criar um prêmio de jornalismo vem sendo trabalhada desde o ano passado, justamente para servir de ponte entre o setor e a imprensa e estimular o debate.

“Esse segmento é gigante ao oferecer uma gama de soluções sustentáveis para os mais diversos públicos. Hoje, todos os olhos estão voltados para o futuro do planeta, mas, no segmento florestal, aliar produção e conservação já faz parte do nosso dia a dia. Temos a sorte de contar com uma mídia especializada de qualidade acompanhando o setor, mas percebemos que estamos sempre falando para nós mesmos, e precisamos envolver a sociedade, o grande público, nessa discussão, para acabar com o preconceito que envolve a atividade e mostrar nosso potencial para a bioeconomia. Estamos muito seguros em promover esse prêmio, porque sabemos que temos inúmeras vantagens ambientais e sociais a serem abordadas pela imprensa. Com isso, esperamos plantar uma semente para garantir um jornalismo voltado também para a produção florestal sustentável”, destaca.

Prêmio
O Prêmio APRE Florestas de Jornalismo é uma iniciativa da Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE). O objetivo é estimular a cobertura jornalística de qualidade relacionada ao setor de florestas plantadas do Paraná, para reforçar a importância do segmento para a economia do estado e os benefícios sociais e ambientais gerados, além de reconhecer a excelência do trabalho da imprensa.

O tema central da primeira edição será “Florestas plantadas: protagonistas da bioeconomia”, envolvendo questões como sustentabilidade, dados econômicos, importância do setor, inovação, tecnologia, gestão, trabalhos sociais, entre outras.

Poderão concorrer veículos de imprensa de todo o Brasil, respeitando a abrangência territorial geográfica do prêmio – reportagens focadas no estado do Paraná, com matérias jornalísticas relacionadas ao tema principal, produzidas por um ou mais profissionais, e que tenham sido publicadas/veiculadas entre 01 de janeiro de 2023 e 15 de outubro de 2023.

O prêmio terá três categorias – Reportagem escrita (jornais, revistas, sites, portais e blogs); Reportagem de áudio (produções veiculadas em rádio ou plataformas de podcast); e Reportagem de vídeo (reportagens transmitidas em emissoras de televisão, sites ou plataformas de compartilhamento de vídeo).

O primeiro lugar de cada levará o prêmio de R$ 3.000 + certificado + troféu. Já o segundo será contemplado com R$ 1.500 + certificado + troféu. Por fim, o terceiro colocado receberá um leitor digital de livros + certificado + troféu. Haverá, ainda, uma Menção Honrosa oferecida pela Embrapa Florestas aos trabalhos jornalísticos que, entre os classificados, também abordem questões como ciência, pesquisas científicas, institutos e universidades. No entanto, isso não servirá como critério de avaliação ou desclassificação.

Os finalistas serão divulgados no site www.apreflorestas.com.br e pelo e-mail cadastrado na inscrição. Já os vencedores serão conhecidos no dia 24 de novembro de 2023, durante o Jantar Anual da APRE, que acontecerá no Maggiore Eventos, em Curitiba (PR). A Associação irá custear as despesas de viagem do finalista, caso o profissional seja de outra cidade.

Acesse o regulamento na íntegra: aqui

Paraná: um estado florestal
De acordo com o presidente da APRE, Zaid Ahmad Nasser, o Paraná é pioneiro em plantios florestais em larga escala e apresenta condições climáticas favoráveis e características competitivas, como infraestrutura logística (acesso a rodovias, portos e aeroportos), proximidade com os principais centros consumidores, presença de centros de pesquisa e universidades, além de importantes polos industriais.

Uma característica importante do setor florestal paranaense é a capacidade de abastecer mais de um segmento industrial, resultando em uma indústria múltipla e diversificada de produtos, aplicações industriais e serviços. Outro ponto de destaque são os constantes avanços em pesquisa genética e desenvolvimento de técnicas de manejo, que garantem aumento de produtividade e mais qualidade à madeira.

“Também devemos lembrar que nosso segmento não só protege suas matas nativas e corpos d’água como auxilia no sequestro de carbono da atmosfera. Além disso, a maioria da energia consumida pela nossa atividade é gerada na própria indústria, a partir de subprodutos do processo industrial. O uso de materiais renováveis gera uma energia limpa e contribui para a redução do uso de energias não renováveis e para a diminuição das emissões de carbono. São inúmeros benefícios para a sociedade e para o meio ambiente e esperamos, com o prêmio, que tudo isso seja amplamente divulgado na imprensa”, reforça Nasser.

Estudo Setorial APRE
Recentemente, a Associação lançou o Estudo Setorial APRE 2022, documento com os principais dados do setor de florestas plantadas do Paraná, que reforça a importância e relevância do segmento para o estado. A grande novidade desta edição é que, além das versões física e digital, a Associação disponibilizou também, em seu site, um painel interativo. A partir dele, todos os interessados – empresas, órgãos públicos, imprensa ou sociedade –, terão acesso rápido e descomplicado às informações do Estudo Setorial em âmbito estadual e por município, com diversos filtros, como área plantada, gênero, principal produto florestal, Valor Bruto de Produção e muito mais.

Saiba mais em www.apreflorestas.com.br

Sobre a APRE
A Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE), uma das primeiras associações de silvicultura no país, é uma entidade sem fins lucrativos que congrega, desde 1968, as empresas da cadeia produtiva de florestas plantadas do estado. Juntas, elas gerenciam praticamente 50% dos plantios florestais do Paraná. Para sustentar as ações técnicas, também fazem parte do quadro de associadas, integrando o Conselho Científico, as principais organizações de ensino e pesquisa paranaenses ligadas ao setor.

Com uma atuação política apartidária, a entidade conquistou o posto de porta-voz do setor paranaense de florestas plantadas na interlocução com os diferentes públicos – poder público, nas três esferas; organizações setoriais; imprensa; formadores de opinião; e sociedade.

Serviço
1º Prêmio APRE Florestas de Jornalismo
Inscrições: até 16 de outubro de 2023
Tema principal: Florestas plantadas: protagonistas da bioeconomia
Categorias: Reportagem escrita; Reportagem de áudio; Reportagem de vídeo
Mais informações: aqui