PUBLIQUE NO JORNAL RELEVO

“Publique no RelevO, impresso mensal de literatura com mais de dez anos de circulação. E a gente remunera (não é aquelas coisas, mas remunera).”

Envie sua contribuição (conto, artigo, resenha, ensaio, poesia) para contato@jornalrelevo.com 

Sobre o jornal
O RelevO é um IMPRESSO mensal de cultura, sobretudo de literatura. É editado, desde setembro de 2010, pelo jornalista Daniel Zanella.
Mateus Ribeirete é o editor-assistente.
Mateus Senna é o revisor.
Marceli Mengarda é a diagramadora e projetista gráfica.
Thaís Alessandra Tavares cuida da parte logística e Felipe Gollnick é responsável pelas mídias sociais.

O periódico não tem fins lucrativos e conta com o serviço público de prestação de contas, na página 2, e um ombudsman na página 5. Atualmente, o espaço é assinado pelo escritor Ricardo Lísias.

O jornal tem distribuição gratuita em mais de cem cidades do Brasil e pode ser ASSINADO por 50 reais ao ano.

fonte

TROY ROSSILHO LANÇA ÁLBUM “ÍNTIMO E COMUM”

Troy Rossilho lança álbum “íntimo e comum”,  o décimo álbum do cantor e compositor, gravado apenas com voz e violão

O cantor e compositor Troy Rossilho lançou na última quinta-feira (17/12), pelo youtube e plataformas digitais o seu décimo álbum, “íntimo e comum”. Com sabor de casa de praia e um cheiro caipira e brejeiro, o disco, gravado apenas com voz e violão de nylon, traz no seu repertório quatorze canções autorais e tem músicas em parceria com Luiz Felipe Leprevost, Otávio Linhares, Alexandre Nero, Jô Nunes, Fernando Lamarão, Alexandre França e Rodrigo Augusto Ribeiro. A mixagem e masterização são de Gilson Fukushima e a capa de Faena Rossilho e Enzo Amato. A distribuição é da Tratore.

Troy Rossilho é autor e parceiro de canções gravadas por vários artistas. Também é criador de trilhas para peças de teatro e cinema. O músico é idealizador do canal no youtube “No Estúdio do Troy” (www.youtube.com/user/NoEstudiodoTroy), que prestigia bandas e artistas locais em sua maioria; e também do canal “Troy Rossilho”, onde apresenta seu trabalho autoral em vários formatos e em parceria com diversos convidados. Atualmente tem um projeto em parceria com o “Kilanio Orquestra de Violões” e a banda “Troy e os Calvos”, projetos autorais ainda em andamento. A maioria do seu trabalho está disponível em todas as plataformas digitais.

No vídeo do post publicamos a faixa “Do Fundo” do álbum.  Você pode ouvir o disco inteiro do Troy Rossilho no Youtube www.youtube.com/troyrossilho e/ou no spotify

JO MISTINGUETT FAZ LIVE PARA LANÇAR “DESTROY THE MUSIC – DYKES”

Jo Mistinguett – Apokalipse Now. Foto por Helen Kaliski

A artista curitibana apresenta o trabalho multimídia que faz referências ao lesbofeminismo e convida as artistas Gisele Dias aka DJ Elle e Carol Shimeji

A multiartista Jo Mistinguett faz uma live no dia 18 de dezembro de 2020 às 20 horas para lançar o single-video arte intitulado de “Destroy The Music – Dykes”. Ela se junta a Carol Shimeji e Gisele Dias Aka DJ Elle. A entrada é gratuita. O link da exibição vai ser exibido no Instagram de Jo Mistinguett – www.instagram.com/jomistinguett – no dia do evento.

O vídeo single foi lançado no dia 4 de dezembro e tem concepção, composição, performance e edição de autoria de Jo Mistinguett, as imagens e interlocução, de Helen Kaliski e a máscara, de Sílvia da Silva e Lua Castilho. Assista ao video clipe:


O trabalho é uma sequência de seu EP Apokalipse Now, de agosto de 2020. “Em Apokalipse Now surgiram algumas reflexões em minha cabeça sobre destruir o que entendemos por música. Acredito na destruição como possibilidade de se construir algo novo”, explica a autora, “e convoco a outras sapatão fazerem o mesmo”. Com referências ao atual contexto social e político do país, o projeto é todo composto por faixas e vídeos produzidos, mixados, gravados e editados por ela em sua casa.

Há 16 anos na cena curitibana atuando como produtora musical, performer, DJ, sonoplasta, compositora de trilhas sonoras originais e pesquisadora de novas tecnologias e novas percepções e experimentações sonoras, Jo se desenvolve em diferentes contextos artísticos. Entre seus trabalhos mais recentes realiza a jam eletrônica, Fenda Profana, em parceria com a artista Gisele Dias e o núcleo de pesquisa e ações em arte lésbica, SAPATARIA, ao lado de Daniele Cristyne e Helen Kaliski. Participou no Festival Motomix The Rokr Festival em 2006 e 2007. Em 2009, a música Girls Speak Louder em parceria com o produtor francês Costello atingiu o topo das listas em portais de DJS como Beatport e Juno Download. Realizou duas turnês na Europa de maneira independente, é co-fundadora da matilha Horrorosas Desprezíveis, com a qual participou do Festival Psicodália em 2019, integra o coletivo Casa Selvática.

– www.jomistinguett.com
– www.instagram.com/jomistinguett 

– www.youtube.com/jomistinguett 
– www.facebook.com/jomistinguettart 
– www.soundcloud.com/jomistinguett 
– www.twitter.com/Jo_Mistinguett 
– twitch.com/jomistinguett

CAROL SHIMEJI é diretora de arte , ilustradora, animadora e vj, atuante na área desde de 1999. Formada em Design Digital pela Universidade Anhembi Morumbi (2003). Realizações artísticas nas áreas de artes visuais/digitais e musicais. Exemplos: animação de abertura da Comic Con Experience (CCXP), o maior evento de cultura pop do Brasil – cliente: HBO Brasil. Ilustração e animação para o festival Satélite 061 (Brasília). Animação “Casal Neura” – cliente: MTV Brasil. Direção de arte para espetáculos musicais como: “Caixa de Memória Nelson Gonçalves 100 anos, na voz de Criolo” – Sesc Pinheiros, 2019. “Eterno Retorno a Mais de Mil, Pepeu Gomes” – Sesc Pompeia, 2019. “Festival Comida de Verdade” – Ocupação 9 de Julho, 2019. “Gero Camilo Canta Belchior”- Caixa Cultural São Paulo, 2018. “África Brasil 40 anos com Jorge Du Peixe, BNegão, Xênia França, Russo Passapusso e Nayra Costa”- Sesc Pinheiros, 2016 e outros. Além da produção de videoclipes para artistas como: Marcia Castro feat. Mayra Andrade, Selvagens à Procura de Lei, Orquestra Jabaquara, Miranda Kassin e outros.

www.youtube.com/perfixduo 

– www.shimejistudio.com

GISELE DIAS (A.K.A. ELLE) é Dj, produtora, atriz, cantora, locutora, dubladora e performer. Suas primeiras experiências como Dj foram tocando black music em campeonatos de surf e skate em Santos – SP. Ainda em 2004 passou a tocar house, progressive house e electro em várias casas noturnas no estado de São Paulo (Santos, Baixada Santista e Guarulhos). Foi 2 vezes Dj convidada da Rádio Jovem Pan de Santos para fazer sets ao vivo. Em 2008 mudou-se definitivamente para Curitiba e tocou em vários clubes e também foi Dj residente do Vox Bar de 2008 à 2017. Produtora da Festa Cabarelle Burlesco desde 2013. Em 2019 iniciou a jam eletro-acústica “Fenda Profana” com a Dj e produtora Jo Misttinguett que através de CDjs, toca-discos, mixers, sintetizadores, efeitos, drum machines e outros equipamentos eletrônicos, sons mecânicos industriais feitos com objetos inusitados, ruídos e beats feitos com colagens instantâneas performados ao vivo pelas próprias artistas – criam uma atmosfera experimental de múltiplas percepções e estilos musicais.

– www.mixcloud.com/gisele-dias_ELLE/
www.instagram.com/giseledias.a.k.a.elle/
www.facebook.com/giseledias.djelle/ 

www.facebook.com/giseledias.a.k.a.Elle
www.twitter.com/DjElleDias

Serviço:
Live Profana
Jo Mistinguett convida Carol Shimeji, Gal Freire, Galiza e Giselle Dias
Sexta, 18 de dezembro de 2020
Das 20 às 21 horas
O link da exibição vai ser exibido no Instagram de Jo Mistinguett – www.instagram.com/jomistinguett – no dia do evento.

BAIXO SÃO FRANCISCO: IMPULSOS DE UMA (RE)OCUPAÇÃO URBANA

O projeto “BAIXO SÃO FRANCISCO” debruçou-se sobre o icônico bairro curitibano e, através de uma perspectiva antropológica, convidou a cientista social Selma Baptista e a cineasta Jessica Candal para criarem produtos culturais, cada qual com seu olhar e perspectiva sobre o bairro. Selma Baptista escreveu o livro BAIXO SÃO FRANCISCO: IMPULSOS DE UMA (RE)OCUPAÇÃO URBANA e Jessica Candal coordenou e dirigiu o documentário HIP HOP no corre no baixo. Esses dois produtos foram o resultado de um longo período de pesquisa e observação da dinâmica social e histórica que compõem o ethos particular da região.

Palco de inúmeras polêmicas, tensões históricas e sociais, o “Baixo”- como foi carinhosamente apelidado pela equipe – demonstrou um rico cenário para avaliar a construção identitária da urbanidade curitibana. Além de fornecer uma ampla gama de fatos históricos, que contribuem para um entendimento do contexto contemporâneo, o bairro funciona como palco para manifestações culturais, políticas e sociais.

FICHA TÉCNICA
Autora do Livro: Selma Baptista
Documentário: Jessica Candal – Direção: Camila Macedo / Jessica Candal / KBU / Mano Jhow
Pesquisa: Alice Pizzaia / Caroline Blum
Designer Gráfico: Lucas Pereira Nery
Coordenação Geral: Jonas Prates
Incentivo: Caixa / Lei de incentivo cultura / Fundação Cultural de Curitiba / Prefeitura de Curitiba /
Realização: Transpira

LIVRO
O livro é resultado de uma ampla pesquisa com viés etnográfico, balizado por pesquisas de campo, bibliografia antropológica, histórica e arquitetônica.

A autora do livro tem um vasto caminho no campo das ciências sociais. Selma Baptista é Pós-doutora em Antropologia pela USP, Doutora em Ciências Sociais pela Universidade de Campinas e Mestre em Antropologia Social pela mesma universidade.

Foi professora titular do departamento de Antropologia da UFPR, onde se aposentou. Atualmente produz pesquisas, orientações e assessorias na área de crítica cultural, com foco nos temas: culturas populares, narrativas orais, antropologia da performance, teatro experimental, políticas públicas de cultura e etnografia da ciência.

FILME
Núcleo coordenado pela cineasta Jessica Candal, o documentário segue o cotidiano de dois personagens cativos no bairro, que transitam pela cena HIP HOP curitibana: Mano Jhow e KBU. Com direção coletiva, o documentário tem uma linguagem crua da realidade de diversas ocupações por jovens que povoam a ebulição cultural e social do bairro pela ótica do movimento Hip Hop.

Jessica Candal é Bacharela em Audiovisual (ECA-USP) e especialista em Poéticas Visuais (EMBAP). Como diretora realizou os curtas Ainda Ontem; Bárbara na Cidade; Teia e O Espelho de AnA. Como roteirista, escreveu os longas Horizonte; Ferrugem, com Aly Muritiba; Tão Longe do Centro da Terra, com Aarón Fernández; O Espanto, com George Walker; e foi uma das co-autoras de Eduardo e Mônica. Atualmente está escrevendo A Rua é Noiz, cinebiografia de Emicida, junto dele, Aly Muritiba e Toni C.

LANÇAMENTO
Os produtos finais – livro e filme – serão lançados oficialmente em formato on-line, nos canais oficiais do projeto, dia 15 de dezembro às 20 horas. O livro na versão impressa estará disponível para distribuição gratuita em locais parceiros do projeto e inseridos dentro do Baixo São Francisco, a partir do dia 16 de dezembro. São eles MÃE, bar localizado na Rua Treze de maio, 512, Galeria SOMA com endereço na Rua São Francisco, 179, BICICLETARIA CULTURAL, situada na rua Presidente Faria, 226 e por fim o espaço coletivo SFco179, também endereçado na Rua São Francisco, 179.

CANAIS OFICIAIS DO PROJETO
SITE: www.baixosaofrancisco.com.br
INSTAGRAM: www.instagram.com/baixo_sao_francisco/
FACEBOOK: www.facebook.com/BaixoSaoFranciscoCuritiba/
YOUTUBE:  www.youtube.com/channel/UCKmHQk0yUQcmF_Ml_EyNYXg

TRAILER DO FILME

SERVIÇO:
BAIXO SÃO FRANCISCO: IMPULSOS DE UMA (RE)OCUPAÇÃO URBANA
LANÇAMENTO ON-LINE GRATUITO DO LIVRO/FILME:
15 de dezembro 2020 às 20 horas nos canais oficiais do projeto
www.baixosaofrancisco.com.br
DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DO LIVRO IMPRESSO
A partir do dia 16 de dezembro de 2020
BAR MÃE – Rua Treze de Maio, 512 – São Francisco, Curitiba -PR
GALERIA SOMA – Rua São Francisco, 179 – São Francisco, Curitiba-PR
BICICLETARIA CULTURAL – Rua Presidente Faria, 226 – Centro, Curitiba – PR
COLETIVO SFco179 – Rua São Francisco, 179 – São Francisco, Curitiba – PR

VIDA E OBRA DA POETA ANA CRISTINA CESAR


Vida e obra da poeta Ana Cristina Cesar – 01/07/2016 – Jornal Futura – Canal Futura

A Festa Literária Internacional de Paraty, em sua décima quarta edição, homenageia a poeta Ana Cristina Cesar. Expoente da geração da poesia marginal, criou um personagem – Ana C. – e uma escrita atravessada por elementos do cotidiano e também aspectos da própria intimidade. Viveu um tempo em Londres, escreveu para revistas e jornais alternativos, lançou livros em edições independentes, escreveu muitas cartas e trabalhou na televisão. Ana Cristina Cesar tem hoje uma legião de fãs de muitas idades mas principalmente jovens que não puderam conviver com ela. A poeta suicidou-se no dia 29 de outubro de 1983, aos 31 anos de idade. A reportagem é de Juli Wexel.

fonte: Jornal Futura


O documentário BRUTA AVENTURA EM VERSOS, da diretora Letícia Simões, resgata a trajetória da poeta e tradutora brasileira Ana Cristina Cesar, ícone da Geração Mimeógrafo e Poesia Marginal, obras como A Teus Pés, suas pulsões, a vida e o processo de criação. Artistas, amigos e estudiosos relembram a poetisa.

A escritora Ana Cristina Cesar foi um ícone da poesia marginal dos anos 1970 no Rio de Janeiro. Ela se matou em 1983, aos 31 anos, deixando inúmeros leitores e adeptos. Partindo da apropriação de sua obra por outros artistas, o documentário procura captar a beleza e a originalidade de sua escrita através do olhar de atores, dançarinos e poetas. (fonte: Israel Lee)

A GERAÇÃO MIMEÓGRAFO (também denominado movimento Alissara) foi um movimento, ou fenômeno sociocultural brasileiro que ocorreu imediatamente após a Tropicália, durante a década de 1970, em função da censura imposta pela ditadura militar, que levou intelectuais, professores universitários, poetas e artistas em geral, em todo o país, a buscarem meios alternativos de difusão cultural, notadamente o mimeógrafo, tecnologia mais acessível na época. Da tecnologia mais usada vem o seu nome.

Sua produção literária não foi aceita por grandes editoras, pelo menos até 1975, quando a editora Brasiliense publicou  “26 Poetas Hoje” – livro organizado por Heloísa Buarque de Hollanda. Por estar à margem do circuito editorial estabelecido, sua poesia foi denominada poesia marginal. A produção artística desta geração igualmente não circulava em tradicionais galerias. A geração mimeógrafo também se expressou através da música, do cinema e da dramaturgia, sendo a sua produção poética a mais lembrada, possivelmente por ser aquela produção mais adequada às restrições de suporte impostas pela página mimeografada. As outras artes podiam ser divulgadas, porém não poderíamos ouvir uma canção ou ver um filme em um pequeno jornal ou revista mimeografados, ou fotocopiados.

Nos EUA, o termo “poesia marginal” é usado para designar a poesia feita pelos poetas chamados de pós-beats.

Fonte: Wikipédia

TRUPE AVE LOLA CELEBRA 10 ANOS DE HISTÓRIA COM ESTREIA ONLINE NO FESTIVAL ARTE COMO RESPIRO

Manaós. Crédito Maringas Maciel

O espetáculo teatral Manaós – Uma Saga de Luz e Sombra será exibido no próximo domingo (06) às 20h. Após a estreia, os artistas da trupe farão um bate-papo online para falar sobre o percurso artístico da companhia nesta primeira década.

Curitiba, 30 novembro de 2020 – A partir do dia 06 de dezembro às 20h, a filmagem do espetáculo teatral Manaós – uma saga de luz e sombra (2019), da Trupe Ave Lola, ficará disponível gratuitamente na plataforma online do Itaú Cultural (IC) durante 24h, integrando a programação nacional do Festival Arte como Respiro – 4ª edição – uma ação que reúne diversos artistas aprovados pelo edital Arte como Respiro: Múltiplos Editais de Emergência.

Essa será a primeira vez que a Trupe Ave Lola disponibilizará uma peça online para a sua audiência e também será a primeira vez que a companhia celebrará o seu aniversário de forma remota. “Todos os anos temos o hábito de reunir os artistas da cidade e a nossa audiência para brindar mais um ano de trabalho e arte. Porém, por causa da pandemia faremos um bate-papo online após a exibição do espetáculo dentro da programação do Festival Arte como Respiro. É uma forma de nos encontrarmos e refletirmos juntos sobre a nossa trajetória”, explica a diretora teatral Ana Rosa Tezza.

Reinventar as formas de dialogar com a sua audiência tem sido um desafio constante para os artistas de todo o mundo. É nesse contexto que a linguagem do audiovisual tornou-se um recurso fundamental para o teatro.

“A Trupe Ave Lola de teatro está honrada por ter sido selecionada pelos curadores do “Arte como Respiro”. Vivemos `um momento onde temos que unir força e encontrar novas formas, mesmo sabendo que a arte do teatro reivindicará sempre a presença, a corporeidade e o outro. Mas, enquanto não podemos desfrutar dessa bela característica das artes cênicas, aproveitemos as possibilidades das tecnologias e do engenho humano para resistirmos e atravessarmos esse momento de crise. Esperamos estar logo com nossas portas abertas e a casa cheia de pessoas celebrando o “estar juntos”, em segurança”, ressalta a diretora Ana Rosa Tezza.

UMA TRUPE DE TEATRO EM TEMPOS DE PANDEMIA
Compartilhar com a audiência o processo criativo de um espetáculo que deveria ter estreado em abril de 2020 foi a primeira forma que a Trupe Ave Lola encontrou para continuar falando sobre teatro no período de quarentena. Já nas primeiras semanas de isolamento social, a companhia lançou a websérie Sobre VIVER no teatro em tempos de reclusão, que é composta por 10 episódios no qual artistas de diferentes áreas do teatro (interpretação, figurino, música, produção, dramaturgia e direção, preparação vocal e corporal, iluminação) contam as especificidades do seu ofício. Todos os episódios da primeira temporada estão disponíveis gratuitamente no canal do YouTube e na IG TV da Trupe Ave Lola.

Além disso, a companhia lançou no mês de agosto de 2020 o Podcast Ave Lola composto por uma programação semanal de entrevistas (Conversas na Coxia) e leituras musicadas de textos da literatura universal (Boca de Cena). Todos os episódios do Podcast Ave Lola estão disponíveis em diversas plataformas e também pelo YouTube.

Serviço:

Manaós, uma saga de luz e sombra
>> Disponibilização online do espetáculo teatral no dia 06 de dezembro às 20h pela plataforma https://www.itaucultural.org.br/ dentro da programação do Festival Arte como Respiro – 4ª Edição. O espetáculo ficará disponível durante 24h.
Duração: 1h20
Classificação Indicativa: 14 anos | Não recomendado para menores de 14 anos por conter cena de insinuação de estupro.

Trupe Ave Lola de Teatro: 10 anos de história
>> Bate-papo online no dia 06/12 às 21h30 após a estreia do espetáculo Manaós – uma saga de luz e sombra no Festival Arte Como Respiro através deste link, aqui 

Instagram: @ave_lola
Facebook: www.facebook.com/avelolaespacaodecriacao/
Site: www.avelola.net.br/
Assessora de Imprensa: Larissa de Lima | 41-98510-6389

ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA AS OFICINAS DO GRIOT – III FESTIVAL DE CINEMA NEGRO CONTEMPORÂNEO

Concurso de críticas irá premiar 1° e 2° lugar com R$ 300 e R$ 200 reais respectivamente

Já estão abertas as inscrições para as oficinas do Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo. Serão três oportunidades formativas com o intuito de valorizar o processo criativo do audiovisual, direcionando profissionais com mais profundidade do que se passa e ouve na tela. A oficina ministrada pelo crítico e curador Fabio Rodrigues Filho, promoverá um concurso de críticas com premiação para o primeiro e segundo lugar.

A oficina “Uma Conversada Inacabada com Imagens” é apoiada pela Associação de Vídeo e Cinema do Paraná (AVEC – PR) e é destinada somente para residentes do Paraná. E tem o objetivo de estimular novos criadores do estado a falar sobre cinema. A proposta segundo, Filho, é “abordar a crítica como lugar de conversa com os filmes, entre imagens e pessoas, e entre cinema e as coisas do mundo – reconhecendo as partes em diálogo como agentes ativos”.

As oficinas “Produção audiovisual para mídias digitais”, ministrada por Caio Franco, e “Como o som se articula no cinema”, ministrada por Evelyn Santos, são para interessados de todo o Brasil. As três oficinas possuem vagas preferenciais para pessoas negras ou indígenas.

As inscrições são gratuitas e vão até 4 de dezembro. As oficinas têm início no dia 12 de dezembro e fazem parte do Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo que acontece de 11 a 20 de dezembro de 2020. O evento é gratuito e contemplará todo o Brasil, promovendo as narrativas da atuação, realização, e produção do audiovisual negro.

A programação completa está disponível no site do Festival, incluindo as atividades que acontecem simultaneamente no evento.

O Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo tem o apoio da TODESPLAY, Olhar Distribuição, O2 Pós, Mubi, Projeto Paradiso, AVEC-PR, ABRACCINE. Incentivo da Celepar e Ebanx. Projeto realizado com apoio do programa de apoio e incentivo à cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Serviço:
Realização: Cartografia Filmes
Oficinas do Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo.
Inscrições até o dia 4 de dezembro.
Inscreva-se gratuitamente, aqui

Sobre o Festival Griot
O Griot – Festival de Cinema Negro Contemporâneo começou em 2018 como Mostra de Cinema Negro Brasileiro, com o objetivo de criar um espaço onde pudessem exibir filmes pensados, realizados e protagonizados por pessoas pretas em território nacional. Nas edições anteriores foram exibidos com lotação máxima de público 61 curtas, dois longas e um média. As edições aconteceram com financiamento coletivo.
www.festivalgriot.com.br

Sobre a Associação de Vídeo e Cinema do Paraná – AVEC – PR
A AVEC-PR tem sua origem no final da década de 70, com o surgimento em Curitiba do movimento de produção em cinema Super 8, com os festivais nacionais da Escola Técnica, com o núcleo de realizadores da Cinemateca, e finalmente com o movimento Vídeo-Vive, já nos anos 90.

Nessa sua trajetória a AVEC se destacou por ser a principal interlocutora dos produtores de cinema e vídeo paranaenses junto às esferas municipais e estadual na área da cultura.

Conheça a AVEC-PR

Sobre Fabio Rodrigues Filho
Atua na crítica, curadoria, pesquisa e realização em cinema. Mestrando em comunicação na UFMG. Graduou-se na mesma área na UFRB. Membro dos grupos Áfricas nas Artes (Cahl/UFRB) e Poéticas da Experiência (UFMG). Cineclubista, participou do Cineclube Mário Gusmão, Cine Tela Preta e do Cinema em Vizinhança. Compôs a comissão de seleção de festivais, mostras e laboratórios, a exemplo do FestCurtasBh (2019/2020), Diáspora Lab (2018), FIANB (Festival Internacional do Audiovisual Negro do Brasil, 2020), entre outros. Atualmente faz parte da equipe de curadoria do IX CachoeiraDoc, festival junto ao qual vem contribuindo ao longo dos últimos anos.

Sobre Evelyn Santos:
É formada em Produção de Áudio e Vídeo, Operação de Som e Direção Cinematográfica. Trabalha há quatro anos com Captação de Som direto, Microfonista e Assistente em diversas produções que já rodaram em vários festivais. Dirigiu seu primeiro curta-metragem ”Dádiva”.

Sobre Caio Franco:
Caio Franco é cineasta e fotógrafo. Após se formar em comunicação pela PUC-Rio, trabalhou em produtoras como assistente de produção e assistente de pesquisa até 2015, quando começou a trabalhar no canal Jout Jout Prazer, no youtube. Seu primeiro filme, Antes de Ontem, rodou por diversos festivais no Brasil em 2019.

PRÊMIO JORNADA EM RECONHECIMENTO À TRAJETÓRIA

Prêmio Jornada em Reconhecimento à Trajetória

O reconhecimento à importantes trajetórias de vida intimamente conectadas ao desenvolvimento artístico ou cultural do Paraná é o objetivo do Prêmio Jornada. Nele, serão selecionados artistas, mestras, mestres, grupos e coletivos do território paranaense que tenham prestado relevantes contribuições ao desenvolvimento cultural do Estado a longo prazo.

Cada trajetória contemplada receberá o valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais). A premiação será dividida em 20 (vinte) diferentes áreas, buscando contemplar o máximo de atuações possíveis: Cultura Tradicional, Cultura de Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais, Cultura Afro, Cultura LGBTQIA+, Cultura de Refugiados, Migrantes e Apátridas, Cultura Hip Hop, Fanfarras, Bandas Marciais, Dança, Cultura Alimentar, Teatro, Música, Literatura, Artes Visuais, Circo, Audiovisual, Ópera, Arte Educação e Técnicos.

Para a inscrição, os participantes precisam gravar um vídeo de 04 a 10 minutos de duração, contando sua história de atuação no setor cultural do Paraná. Também é necessário encaminhar documentos que comprovem a atuação.

Inscrições até 23 de novembro.

Confira os editais, aqui

fonte: Superintendência da Cultura

OUTRAS PALAVRAS – PRÊMIO DE OBRAS LITERÁRIAS

O concurso público “Prêmio de Obras Literárias” irá selecionar e premiar textos de obras de romance, coletânea de contos e crônicas, coletânea de poesia, roteiro, dramaturgia, coletânea de ensaios críticos, pesquisa de cultura alimentar e livro ilustrado, escritas em língua portuguesa.

Cada obra literária selecionada receberá um valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais). Como contrapartida, as obras premiadas poderão ser publicadas pela SECC no prazo de até cinco anos. Para romance, coletânea de contos e crônicas, coletânea de poesia, roteiro, dramaturgia, coletânea de ensaios críticos e pesquisa de cultura alimentar, serão aceitas obras de 49 a 250 páginas de elementos textuais, seguindo as especificações da ABNT para formatação de texto. Já no caso de livros ilustrados, serão aceitas obras de 16 a 150 páginas, em tamanho A4, em PDF contendo texto e imagem integrados.

Inscrições até 20 de novembro.

Confira o edital, aqui

fonte: Superintendência da Cultura

PRÊMIO REGISTROS FOTOGRÁFICOS E AUDIOVISUAIS: DIFUSÃO DE SABERES E FAZERES TRADICIONAIS

PRÊMIO REGISTROS FOTOGRÁFICOS E AUDIOVISUAIS: Difusão de Saberes e Fazeres Tradicionais

Contemplando registros fotográficos ou audiovisuais de manifestações culturais populares e tradicionais do Paraná, este prêmio tem como objetivo central a preservação da memória e documentação de Povos Indígenas, Comunidades Caiçaras, Comunidades Quilombolas, Ciganos, Faxinalenses, e Povos de Matriz Africana.

Cada premiado receberá o valor de R$ 4.000,00 (quatro mil reais). Na categoria Registro Fotográfico, a proposta deverá conter um conjunto de fotos que versem sobre um mesmo tema, propondo uma sequência fotográfica lógica, e não foto única. O conjunto deverá ser composto de no mínimo 5 (cinco) fotografias e no máximo de 10 (dez) fotografias. Já para a categoria de Registro Audiovisual, a proposta deverá conter os registros com duração de 7 (sete) minutos e no máximo 120 (cento e vinte) minutos. Inscrições até 23 de novembro.

Confira os editais, aqui

fonte: Superintendência da Cultura