DOC “FINA CAMADA DE GELO”

Com direção de Vinicius Ferreira, a produção é um recorte sobre a cena musical autoral da capital paranaense e faz parte de um projeto maior e homônimo, cujo lançamento ocorreu em outubro de 2017, com o livro de Eduardo Mercer, “Uma Fina Camada de Gelo: O Rock Autoral e a Alma Arredia de Curitiba“.

 Fina camada de gelo from rock curitiba on Vimeo.

Ficha técnica:
Direção e produção – vinicius ferreira
Direção de fotografia – vinicius gennaro
Produção executiva – fabiano neves
Roteiro – manoel de souza neto
Artes gráficas – castro pizzano
Videografismo – vinicius brandão
Montagem – vinicius ferreira/matheus dutra acervomusin/orlando azevedo
Câmera – danilo custódio/matheus dutra/vinicius gennaro/vinicius ferreira
Colorista – thiado maceno
Drone – leonardo salomão
Suporte – isabela lanave/walter thons/matheus dutra
Som – luigi castel/lucas maffini/guilherme hahn
Desenho de som – eduardo alves
Pesquisa de trilha sonora – manoel de souza neto/digão duarte/vinicius ferreira
Assessoria de imprensa – de inverno comunicação/adriane perin
Mídias sociais – de inverno/marcos paulo anubis
Distribuição – etno filmes
Apoio – anotherother/mangle music/musin/casatreze studio/soy latino bar
Aagradecimentos – a todos que fazem parte dessa história
Elenco – helinho pimentel/paulo teixeira/eduardo mercer/fernando tupan
rodrigo del rei/margot brasil/marcel felipe prestes/guto dias
jr ferreira/fábio elias/adriane perin/wallace barreto
fabiano neves/victor frança/daniel azulai
manoel de souza neto/eduardo pizzato/bernardo bravo
rayssa fayet/estrela leminski/téo ruiz/léo fressato

SHOW DO POLAROID TRANSPORTA VOCÊ DE VOLTA AOS ANOS 90

O grupo curitibano Polaroid, formado por músicos e cantores paranaenses, apresenta o show “Disquete de Memórias: anos 90”, na sexta (23 de agosto), às 21h00, no Teatro Ebanx Regina Vogue show, em Curitiba.

Em única apresentação, Polaroid traz um espetáculo divertido, com muito humor e cheio de momentos nostálgicos e emocionantes. A apresentação é repleta de grandes hits, coreografias icônicas, e toda a alegria e animação características da década de 90.

A direção geral é de Maurício Vogue, direção musical de Gilson Fukushima e direção executiva de Leonardo Tanaka e Renata Furtado. 

Confira a página do evento, aqui

PROGRAMA CURITIBANEANDO COM DANIEL D’ALESSANDRO E FRANCO DAS CAMÉLIAS

Ouça aqui o programa Curitibaneando (da  Radio Cultura de Curitiba) com Daniel D’Alessandro e Franco das Camélias. Gravado dia 01 de agosto de 2019. Apresentação: Barbara Kirchner

“Dentre as canções escolhidas estão algumas do disco Ao Vivo no Ampli do Infinito e, especialmente, parcerias do Franco com o Luís Vaz de Camões. Em uma conversa sensacional, ele nos conta como nasceram algumas músicas a partir de Os Lusíadas em um impulso do amigo Gabriel Dória Rachwal.

Abraços especiais para Os Monges da Lapa nas figuras de Leandro Hammerschmidt e ao Evilásio Hammerschmidt, à tudo o que acontece através da FAP e, também, àqueles que apareceram nas memórias do nosso encontro: Roseane Santos, André Carvalho e sua guitarra, Thai Borges, Cacau e os Farrapos e à turma do Ireno no Kelvin de Souza e Matheus Mantovani.”

Ouça https://francodascamelias.wordpress.com

Uma hora inteirinha com os compositores que têm raízes na capital dos pinheirais só na Rádio Cultura de Curitiba, a mais livre de todas!

Sintonize a AM930 ou ouça de qualquer lugar do planeta no
www.cultura930.com.br/curitibaneando

#curitibaneando #cultura930 #FATOagendaCultural

DIEGO PERIN LANÇA ÁLBUM DE ESTREIA “CUIDADO AO FICAR MUITO À VONTADE”, O CLIPE DE “A FICHA CAI” E ANUNCIA SHOW DE LANÇAMENTO EM LOCAL SECRETO

Diego Perin. Foto: Nicolas Salazar

Músico da nova boa safra da cena curitibana apresenta trabalho autoral pautado em questões existenciais e sociais

São Paulo, junho de 2019 – Diego Perin lança seu álbum de estréia “Cuidado Ao Ficar Muito À Vontade”. A obra, produzida por Rodrigo Lemos, fala sobre questões existenciais do artista, como em “A Ficha Cai”, que ganha clipe dirigido por Luana Marinho. Também aborda temas sociais, como em “Wallstreet”. É o primeiro full álbum lançado por Perin após o fim da Banda Gentileza. Ele faz show de lançamento em Curitiba em um local secreto no dia 6 de julho. Apenas quem adquire o ingresso, através da Sympla, recebe o endereço. 

“Grande parte dessas canções surgiu de ideias que aparecem após uma conversa interessante da qual participei ou observei e me trouxe a sensação de ‘pouts, podia ter dito isso naquela hora’. A parte musical geralmente é ruminada por semanas ou meses”, explica Perin. “Cada uma das faixas tem um sentido pra mim obviamente, mas curto deixar significados abertos sempre que não cause confusão com o panorama geral. Essas pontas soltas que dão o caldo”. 

“O Diego está expondo questões atuais com uma acidez bem peculiar. Isso imediatamente me despertou o interesse em trabalhar nas faixas. Então, captamos a essência dos arranjos criados pela banda, ao vivo, sem nunca dispersar a atenção para o discurso. Sem acomodar muito o ouvinte. E, passado o processo, não sei dizer se existia uma grande tarefa pra desempenhar que não fosse exatamente essa”, define Lemos. 

Ouça “Cuidado o Ficar Muito À Vontade”: https://spoti.fi/2XfNfaU 

FAIXA A FAIXA

1. O que é que falta 
O que faz de nós, humanidade, a coisa mais pavorosa e incrível do mundo? 
Isso sempre me provoca horror e maravilha. Tem dias que esse dilema é praticamente insuportável. Num dia desses veio o refrão e, a partir dele, construí tudo em volta. Questões de empatia, justiça social, rotina, pressão, opressão. 

2. A ficha cai 
Essa é super pessoal/autobiográfica. Reflexões que rolaram depois que um amigo me jogou essa na cara: “Falou aí! Sempre foi o mais isentão”. Fiquei mordido. Um pouco antes do processo de impeachment da Dilma e a ascensão dos movimentos de extrema-direita, senti a necessidade de me posicionar sobre as coisas. Porque notei uma galera que era contra tudo aquilo que via como avanço. Quando surgiu o tal do termo “mimimi”. As pautas progressistas me definem. Deixei de ser tão cínico também. Engraçado como a posição de privilégio de ser um cara-branco-hétero-classe-média nos deixa cego para muitas injustiças. Flagro muitas fichas caindo na minha e na cabeça de uma galera nos últimos anos. Me comprometo mais. É sobre isso. Não dá pra desver as coisas. E isso deixa tudo mais claro. 

3. Não vou buzinar 
Acima de tudo, acredito na gentileza como a melhor maneira de relacionamento entre as pessoas. Quantas vezes já ouvi: “você tem que se impor”? Meh, tô fora. Tem uma influência gigantesca de Pato Fu daquela música “UhUhUh AhAHAH IéIé”. Sempre bom escutar os outros antes de tirar conclusões. O assunto paralelo que rola no refrão é sobre não se encaixar no sistema bruto do capitalismo e suas pressões. Você tem que ter uma profissão. Você tem que ser alguém. Você tem que se matar pra ter coisas. Qual a medida do ser humano? 

4. Heróis 
Um belo dia eu percebi que estava levantando da cama sem me espreguiçar. Primeiro me deu tristeza, depois o desespero que sinto quando ouço “Time”, do Pink Floyd. Também me trouxe, de novo, a sensação de que a rotina é uma máquina de moer carne. Temos que estar atentos ao tempo que passa para não desperdiçar, não sucumbir e ficar apático. A vida é curta demais. Sempre evoluir. Tudo é processo, nada é definitivo. 

5. Treta 
Sobre uma conversa que presenciei e de como esses tempos bizarros nos afastaram das pessoas. E acredito que é saudável por um lado. Hoje em dia sei melhor quais são as pessoas que quero ao meu lado. Dane-se bolsominion preconceituoso, machista, homofóbico, conservador! Mas, esperançoso que sou, (não otimista) acredito na mudança e em consequência na redenção. Tem uma pitada irônica sobre isso no final da letra. 

6. Wallstreet 
Um dia, no banho, me veio uma pira sobre especulação financeira. Quando a bolsa cai, de quem é o problema realmente? A economia devia estar a serviço do social e não o contrário. É tipo faroeste. Tem a lei e tudo mais, mas quem está lá especulando na bolsa destrói economias inteiras em nome apenas do lucro. Junto ao corporativismo, acredito ser o auge do capitalismo desumanizado, nocivo. Ou a gente evolui esse modelo econômico ou vamos nos ferrar todos. Pelo menos os 99% aqui da base da pirâmide. Resumindo: é uma sátira das trilhas de filmes faroeste spaguetti, mais Johnny Cash, mais Zé Ramalho, mais apocalipse cristão relacionando-se a esse tema da especulação. Quem são os quatro cavaleiros do apocalipse senão capitalistões de alto gabarito? Essa faixa é onde mostro meu lado mais besta. 

7. Dias bons 
Sou completamente anti nostalgia. Até tenho problemas em sentir saudades. Num belo dia flagrei que tava acontecendo uma coisa muito especial, um clima bom, conversas construtivas. Foi durante uma mini turnê com a Estrela Leminski, o Teo Ruiz e a trupe. Nisso me deu um gatilho de vários momentos legais, desde a infância. E pô! Como os dias bons passam rápido! Essa canção é um desejo pra que eles se demorem um pouco mais. Mas é isso aí, acabou, vamos pro próximo. Peguei um riffzinho que ficava tocando praticamente todo dia na cama antes de dormir e fui fazendo um loop mântrico a la Velvet. 

8. Agora 
Olha a anti nostalgia aí de novo gente! Escuto muito que “no meu tempo que era bom” das pessoas mais velhas. Claro! Eram jovens, cheias de esperança e sonho. Infelizmente a rotina, as cobranças, as responsabilidades, vão esmagando tudo devagarinho e o risco de nos tornarmos saudosos e amargos ao mesmo tempo é gigantesco. Não quero isso pra mim. É meu post-it colado na geladeira, meu lembrete. Tem muito do disco Alucinação do Belchior. Aproveite o presente. 

FICHA TÉCNICA 
Diego Perin – Guitarra e voz em todas as faixas 
Douglas Vicente – Bateria em todas as faixas. Backing vocal em A Ficha Cai. 
Ruan de Castro – Baixo em todas as faixas exceto Wallstreet. Backing vocal em A Ficha Cai. 
Vinicius Nisi – Sintetizadoress, Teclados e afins em todas as faixas. Bozouki Irlândes em Dias Bons, Wallstreet e Agora. 
Rodrigo Lemos – Guitarra em todas as faixas. Baixo em Wallstreet. Backing vocal em todas as faixas exceto Agora. 
Valderval Oliveira – Timbale em A Ficha Cai. 
Vitor Salmazzo – Percussão em A Ficha Cai, Não vou Buzinar e Treta. 
Leandro Delmonico – Viola em Wallstreet 
Bernardo Stumpf e Thiago Ramalho – Backing vocal em A ficha cai. 
Todas as letras e músicas por Diego Perin 
Produzido por Rodrigo Lemos 
Gravado, mixado e masterizado por Valderval Oliveira 
Assistência de estúdio por Isabela Leite 
Gravado, mixado e masterizado no estúdio da Arnica Cultural em Janeiro e Fevereiro de 2019 

O CLIPE DE “A FICHA CAI” 
Segunda faixa do álbum e primeiro single da obra ganha clipe dirigido por Luana Marinho e fala sobre destruição e foi gravado em uma fábrica desativada de Curitiba. 

“O tema desconstrução é muito presente hoje em dia, ainda bem. Mas ele não é sobre isso. Para mim, desconstrução é um processo lento, solitário, necessário, tijolo a tijolo, no fundo da mente, pro resto da vida. Destruição de amarras, valores preconceituosos, valores opressores. Acredito que isso é fundamental pra questão do posicionamento que a letra aborda. Sair de cima do muro tem muito a ver com destruir esse muro completamente pra não voltar lá pra cima. É possível mudar de ideia sobre as coisas, ainda bem. Mas ter tudo as claras é fundamental. Nada melhor do que ficar no chão pra enxergar os lados pra se posicionar”, explica Diego. 

FICHA TÉCNICA 
Luana Marinho: Direção e edição 
Lucas Ajuz: Camera 
Mayara Santarém: Camera 
Luana Angreves: Still 
Andrei Ceeze: Efeitos 
Moisés Prestes: Efeitos 
Renato Hollanda: Efeitos 

SHOW DE LANÇAMENTO @ CURITIBA (PR) 
Dia 6 de julho, a partir das 17h 
Horário do show: 20h 
Local secreto (para descobrir o endereço, é necessário comprar o ingresso) 
Ingresso: R$ 20,00 – aqui

SOBRE DIEGO PERIN
Diego Perin começou a estudar música em Igarapava, com 16 anos. Teve dois grupos em Curitiba antes de formar a Banda Gentileza, em 2005, projeto onde tocou baixo e concertina, lançou dois EPs ao vivo e dois álbuns em dez anos de carreira. Com a Gentileza, tocou em várias cidades e festivais como o Psicodália, o Calango (Cuiabá), o Contato (São Carlos) e o Path (São Paulo), show que marcou o fim da banda. Nesse meio tempo também participou do projeto do Rodrigo Lemos, o Lemoskine, onde conheceu o Vinicius Nisi. Tocou brevemente na banda do Leo Fressato. Seu projeto solo surgiu após o fim da Banda Gentileza, em 2016. Após um período de gestação de mais ou menos um ano, quando compôs suas primeiras músicas, se juntou ao Rodrigo Lemos pra gravar “A Dor dos Outros”, single que foi o pontapé inicial do EP “Cabresto”, já com o Nisi nos teclados, lançado em 2018. Nesse meio tempo, começou a tocar com o Douglas Vicente e o Ruan de Castro na banda da Estrela Leminski e do Teo Ruiz. Para fechar o time ainda teve o Jean Machado. Com o boom da Tuyo, o Jean foi cuidar mais da sua carreira e fecharam em quarteto para a gravação do “Cuidado Ao Ficar Muito À Vontade”, lançado em junho de 2019. 

Discografia 
EP “Cabresto” (2018): https://www.youtube.com/watch?v=Dh9wAKpriTM 
“Cuidado Ao Ficar Muito À Vontade” (2019): https://spoti.fi/2XfNfaU 
Redes Sociais 
Facebook: https://www.facebook.com/perindiegoperin/ 
Instagram: https://www.instagram.com/perindiego/ 
Youtube: https://www.youtube.com/diegoperin 
Streaming 
Spotify: https://open.spotify.com/artist/32jpI2NVsxiXpl8RAUveus 
Deezer: https://www.deezer.com/en/artist/14299755 
Vídeos 
“A Dor Dos Outros” (2017): https://www.youtube.com/watch?v=iLSbmbmPFb0 
“Cabresto” (2018): https://www.youtube.com/watch?v=xygA3EtYwCs 
“Tapeçaria de Asfalto” (2018): https://www.youtube.com/watch?v=Rl93mMyMraQ 
“A Dor Dos Outros” (2018): https://www.youtube.com/watch?v=eoqMO90tFBY 
“Salto” (2018): https://www.youtube.com/watch?v=rXACBE2w9K4 

Participação 
Sofar Sounds Latin America: https://www.youtube.com/watch?v=qPVbl8MSE-c 

Informações à imprensa
Alets Comunicação 
Letícia Tie 
leticia@aletscomunica.com 
(11) 9 4867-8963

COM INÍCIO NESTA QUINTA-FEIRA (20), FIMS REÚNE AGENTES DA PRODUÇÃO MUSICAL NACIONAL E INTERNACIONAL EM CURITIBA

crédito foto: Nicolas Salazar

A terceira edição da Feira Internacional da Música do Sul – FIMS traz neste ano além da programação diversos shows no ‘Circuito Off’

Entre os dias 20 e 22 de junho, o Portão Cultural, em Curitiba, recebe a terceira edição da Feira Internacional da Música do Sul – FIMS. Considerado um dos principais eventos de negócios do setor musical no sul do país, além da programação oficial, a Feira apresenta diversos shows nos espaços culturais da cidade. 

Neste ano, palestras, mesas, debates, rodadas de negócios, showcases e o circuito off, atraem o público e diversos agentes da cadeia produtiva da música nacional e internacional.

Em 2019, as inscrições nos showcases superaram a edição passada. Para o desempate, foi utilizado o critério de distribuição geográfica com foco na região sul.

Entre os selecionados estão, A Banda Mais Bonita da Cidade (Curitiba), Janine Mathias (Curitiba), Caburé Canela (Londrina), Dandara Manoela (Santa Catarina), Yangos (Rio Grande do Sul), Modernas Ferramentas Científicas de Exploração (Rio Grande do Sul), MARTTE (São Paulo) e o rapper Sucio Bang (Colômbia).

Neste ano, duas palestras compõem a grade. A diretora de pesquisa do DATA SIM (núcleo de pesquisa da SIM São Paulo), Dani Ribas retrata a importância de dados e informações confiáveis para o desenvolvimento do mercado da música.

O diretor de design estratégico da Rizoma Aceleradora de Projetos Culturais, Iuri Freiberger, traz a discussão sobre o desenvolvimento de novas formas do design para projetos criativos no mercado da música.

Ao todo, seis temáticas englobam as mesas tendo como pano de fundo o contexto da tecnologia. Com destaque para as mesas sobre ‘o papel da pesquisa musical na era da infobesidade’, ‘ dificuldades de se lançar um álbum independente’ e ‘música brasileira no exterior’.

Entre artistas, jornalistas e produtores participam, Lio Soares (Tuyo), Pena Schmidt (Lista das Listas), Fer Isella (Limbo Music / SoL Madrid), Fabi Pereira (Papo de Música / FARO), Tony Ayex (Tenho mais discos que Amigos), Melina Hickson (Porto Musical), David McLoughlin (Brasil Calling), Filip Košťálek (Festival Colours) e outros.

No eixo profissionalizante da FIMS, seis cursos de curta duração trazem diversos especialistas do mercado da música, entre eles, a gerente de marketing da Habro Music, Renata Gomes; os produtores, Alec Haiat e Samuel Galdino do Projeto Suspechos; o produtor musical e proprietário do Grupo UN Music, Barral Lima; os produtores do Centro Europeu/AIMEC, Alonso Figueroa e Danilo Bencke (AIMEC); a brand da agência Talquimy, Tathy Moura e o curador e programador do espaço Agulha (RS), Guilherme Thiesen Netto.

No complexo do Portão Cultural, a Casa da Leitura Wilson Bueno será o espaço dedicado para a troca de ideias entre os profissionais de entidades do Sesi Cultura (PR), DaleGig, Sarau As Mina Tudo (SP), Soundscape, Tenho mais discos que Amigos e Rádio Butiá Brasil.

Além da programação oficial no Portão Cultural, após as atividades, acontecem paralelamente em diversos espaços da cidade, os shows com Lemoskine (PR), Leo Fressato (PR), Fernando Lobo (PR), Thaïs Morell (PR), Janine Mathias (PR), Kia Sajo (SC), Bananeira Brass Band (PR), Cida Airam (PR), Trabalhos Espaciais Manuais (RS) e DJ Manoel Canepa (RS).

Para os interessados em participar de todas as atividades da FIMS, o  credenciamento deve ser feito pela plataforma do Ingresso Nacional (a partir de R$40). Confira a programação detalhada no site oficial: fims.com.br

Serviço:

3ª Feira Internacional do Música do Sul
Onde: Portão Cultural –  Av. Rep. Argentina, 3.432 – Portão, Curitiba
Quando: Entre os dias 20 e 22 de junho de 2019
Site: fims.com.br

KLÜBER – DETOX (CLIPE OFICIAL)


videoclipe da música Detox, do músico Klüber 

Direção: Isabella Mariana
Conceito: Klüber e Isabella Mariana
Montagem: Thiago Pereira
Cor: Isabella Mariana e Thiago Pereira
Direção de Fotografia: Matheus de La Palm
Assistente de Fotografia: Sofia Toso, André Andrade
Direção de Arte: Raul Krüger
Assistente de Arte: Bruna Paholsky, Helana Wichinoski
Produção executiva: Klüber, Helana Wichinoski, Bruna Paholsky
Figurino: Isabelle Krauze
Maquiagem: Thairine Cordeiro
Contrarregra: Stefano Lleporino, Jorge Martins Marques, Guilherme Busato
Making of: André Andrade
Locação: Mamute Lounge em Piraquara/PR. Pedreira desativada em Piraquara/PR

Apoio: VIDEOLOC
Agradecimentos: Mamute Lounge, Marcio Murilo Tesserolli, Angelo Maximo, Reptilia, Heloisa Strobel Jorge, Leveza do Ser, Brotto, Dan Lira Tolomoni, Sol Pizzatto, Jessica Klüber, Russil Klüber, Murilo Silvestrim, Mariê Mazer, Rafael Lorran.

Detox – Klüber Voz, piano, estalos, letra e música: Klüber Produção musical: Murilo Silvestrim Captação, edição, mixagem e masterização: Guilherme Silveira Gravado em março de 2019.

Letra:
Numa mão vai o suco detox, noutra vai o pacote de salsichas
Tanta água que jorra em tanto chafariz aa
Tanta água que falta em tanto canto do país
Há muita gente que chega, é atendido e sai
Há tanta vez que não chega nunca
Tanta gente que espera em fila de hospital
Mas a preferência é do acidente da família global
O pobre resignado, o rico avarento… ambicioso, ai! a
É preciso saber sobre os artrópodes e miriápodes a
Mas não sobre o sistema sócio-político-econômico
Isso é bestêra, me’rmão… Não precisa não
Eu sou vegetariano e cuido dos animais, mas também sou fumante e não cuido de mim
Eu não sou preconceituoso, mas até tenho amigos que são
Eu não gosto de maconheiro, mas dirijo alcoolizado
Não sei o que é pior, a ignorância ou o capitalismo
Sei que eu sou chato, mas você o é também
Quando não questiona nada e vai na onda de outrem

Klüber 
Canal do youtube, aqui
Fanpage, aqui

SCHË LANÇA SEU PRIMEIRO SINGLE “AS CORES”


SCHË é uma cantora e compositora curitibana que lançou sua primeira música agora dia 21 de fevereiro, uma quinta-feira, em uma live em seu perfil do Facebook, e em seu perfil do Instagram: @sche_cantante.

Seu primeiro single intitulado “As Cores” foi concebido de rascunhos que tinha escrito há anos que se encaixaram em perfeita harmonia na melodia. O refrão ela escreveu no estúdio em alguns pares de minutos, surgiu, como dizem, do nada. A letra não narra uma sequência de acontecimentos, são fragmentos de experiências e constatações que juntas formam uma amálgama de sentimentos e sensações. A letra tem profundidade, poesia, fala de esperança, fala de amor de uma maneira não óbvia, o que dá a ela várias interpretações dependendo do interlocutor. Mas mesmo sendo poética e profunda ainda é pop pela sua sonoridade. Este single foi produzido pelo Amadeus de Marchi e Gustavo Schirmer e teve masterização do Nico do Nico’s Studio onde foi gravado.

Contando um pouco sobre sua história, desde muito cedo gostava de brincar afinando a voz com o piano, ficava horas ouvindo discos antigos de Jazz na casa dos pais, onde a relação com a música foi muito estreita. Quando adolescente as amizades trouxeram a mistura de gêneros como o Rock n’ Roll, Punk-Rock e Grunge. Foi quando aos 17 anos assumiu pela primeira vez o posto de vocalista, sua primeira banda chamava-se “Neo Canibalismo” e tocavam Rock Alternativo. Passou por outras bandas como “Ela e os Demais” que trouxe a influência da MPB, “The Sharons” onde cantava Rock n’ Roll autoral e “Scheila Foltran e os Jazzers” que foi seu último projeto onde reencontrou sua paixão de infância, o Jazz. Tudo isso somou muito para enriquecer sua experiência musical.

Agora, assumindo sua verdadeira identidade artística, SCHË traz uma nova sonoridade original e envolvente. Suas músicas possuem uma sonoridade moderna que mistura pop, jazz, rock experimental e alternativo, trip hop, e uma pegada eletrônica. Sua aparência e estilo são impactantes. Seus materiais sonoros e áudio visuais são muito bem produzidos. O objetivo de sua carreira é ter um lugar significativo no cenário fonográfico brasileiro. E este projeto tem como cerne a inquietação da artista, que de um ponto de vista singular vindo de sua personalidade artística, aborda temas como empoderamento, profundidade, olhar para si mesmo, auto aceitação, introspecção, sagrado feminino, amor, tudo com uma linguagem poética e um olhar único.

SCHË fez uma festa de pré-lançamento na sua casa um dia antes do lançamento oficial.

“A festa foi aqui em casa e foi maravilhoso poder estar com muito amigos e parceiros no aconchego do meu lar. Montamos um palco na sala e mudamos o conceito de entretenimento por aqui, hehehe. No show acústico fui acompanhada por Du Gomide no violão, onde tocamos minhas quatro músicas autorais incluindo a música As Cores, que foi lançada oficialmente nesta quinta em todas as plataformas digitais. Depois do show passamos o clipe no telão duas vezes e as pessoas vibraram muito, até porque muitas delas tinham participado das filmagens. Tive apoio do restaurante Bab Tuma de comida Síria, e tivemos também o apoio da cervejaria Brew Field de chop artesanal, e meu outro apoiador é o salão Tristano Peluqueria, que fez o meu cabelo. A atmosfera da festa foi de muita emoção e alegria. Tive feedbacks muito positivos, tanto do clipe quantos das outras músicas que serão lançadas nos próximos meses. Hoje sou só agradecimentos por tudo que aconteceu ontem, pela energia positiva que meus amigos e parceiros me transmitiram. E me sinto muito grata pelo apoio e pela confiança que todos eles depositam em mim.”

Sobre o Clipe
foi produzido lindamente pelo O Filme Produções, foi filmado no final de janeiro, na antiga galeria Soma que agora é Espaço de performance e etc onde fomos muito bem recebidos pelo dono do espaço Eduardo Amato. O clima das filmagens foi de total descontração, o elenco era formado por amigos convidados, e a produção também, salvo algumas pessoas que acabaram viraram amigos neste momento. O Clipe teve a participação da sua mãe, e até do gato da família, podemos ver o seu nome no elenco, Bruce Lee.

Ficha técnica do clipe Direção e Direção Fotografia Raphael Moraes Direção de Arte e Figurino Gui Almeida Assistente de Fotografia Richardyson Marafon, Nathalie Caparica e Anderson Dubaca Produção Giovanni Cosenza Montagem e Cor Raphael Moraes Roteiro Raphael Moraes, Gui Almeida, SCHË Maquiagem Jhonny Macartney Assistente de maquiagem Hiago Pinheiro Elenco em ordem alfabética. Anderson Dubaca Catarina Flor Bruce Lee Bruno Raetsch Cacau Larissa Carangi Linda Andrade Ferreira Loysi Liider Milla Elen Monah Linda Nitai Nunes SCHË Siu Foltran.

Crédito foto: Ana Seidel

SCHË nas redes sociais:
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e-mail: falecom@sche.com.br
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NESTE SÁBADO ::: BE.CAUSE: CAMPANHA DE AJUDA HUMANITÁRIA

Foto: Brunno Covello

BE.CAUSE é evento de ajuda humanitária: arrecadação de material escolar (aqui em Curitiba, NESTE SÁBADO, 16 de fevereiro ) para crianças refugiadas e captação de recursos para atendimento aos refugiados do Paraná e Roraima. É um projeto de ajuda humanitária criado através da parceria Asteroide, Os Samaritanos e Linyon Global Workers e do apoio da Editora Collaborativa.

O objetivo é a arrecadação de material escolar para crianças refugiadas de várias nacionalidades e também arrecadação de fundos para custear a logística e atendimento dos refugiados que estão chegando no Brasil pela fronteira com a Venezuela.

Para aproximar diversas culturas através da arte, no dia 16 de fevereiro, a sede da Asteroide irá conectar performance, artes visuais, música, gastronomia e bate-papo em um único evento.

Nesta data, todo o material escolar doado será reunido para que na semana seguinte seja realizada a distribuição nas comunidades que o projeto abrange.
Ainda nesta oportunidade, obras de arte serão colocadas a venda e todo o valor arrecadado será revertido para a campanha.

Como posso ajudar?
– Você pode entregar sua doação nos pontos de coleta (informações em andamento);
– Adquirindo uma obra da exposição;
– Comprando um dos pratos vendidos no evento. (Todo valor arrecadado será revertido para a campanha.)
– Divulgando o evento/campanha!
– Sendo voluntário no dia do evento!

Contato pelo whats 41 99581 3018 – Ana Rivelles

Programação do evento:
Programação do evento:

Sábado, 16 de fevereiro de 2019, das 15h às 22h.
15:00 – Abertura da Exposição
Artistas:
Atelier Vinco (instalação)
Bruno Santos (fotografia)
Brunno Covello (fotografia)
Deise Dias (pintura)
Isabelle Mesquita (instalação)
Marlon Anjos (pintura)
Ricardo Durski (litografia)
Tales Costa (desenho arquitetônico)
Vivien Zanlorenzi (pintura)
16:00 – Livro de Esboço, performance musical de Angelo Esmanhotto
17:00 – Pocket Show do Trio Alma Síria
17:30 – Show Acústico com Berthony Pierre (Haiti)
18:30 – Performance Circense com Rivas Sulbaran (Venezuela)
19:00 – Fechamento do evento com Show da Banda Perna Leiga

*Comidinhas por Yasmin Comida Árabe
**Durante todo o evento serão exibidos filmes (longas e curtas) selecionados pela curadoria de Rayat O’Haylle
***A Loja das Pulgas estará comercializando livros e discos a preços especiais.

*Evento Gratuito*

***PERGUNTAS FREQUENTES***

– Para participar é preciso doar em grandes quantidades?
Não! Toda (toda mesmo!) ajuda é bem vinda! Você pode doar uma caneta e seremos igualmente gratos.

– O evento é gratuito?
Sim! Totalmente gratuito e todxs são muito bem vindxs!

– O que é estar refugiado?
Refugiados são pessoas que se encontram fora do seu país devido a fundado temor de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, opinião política ou participação em grupos sociais e que não possa ou não queira voltar para casa.
Também são considerados refugiados aqueles que fogem de seu país de origem por causa de conflitos armados, violência generalizada e violação massiva dos direitos humanos.

– Por que ajudar crianças refugiadas e não os crianças brasileiras que tanto precisam?
Entendemos que não há distinção entre brasileiros e não-brasileiros. Todos formamos uma única raça – a raça humana. Acreditamos que a diversidade é uma força quando todos se unem por um mesmo objetivo. Acolher quem está refugiado não se resume a aceitá-los no nosso país, mas compartilhar histórias, culturas, música, gastronomia, arte e visões diferentes de um mesmo mundo.
Aceitar é acolher e acolher é o contrário de marginalizar. Aceitá-los, fala sobre quem somos, e que projetos temos para a nossa sociedade, pois, reafirmamos, não existe o “nós” e o “eles”. Acolher forma laço e não muro, é sinal de força, do que se faz em solidariedade, sentimento, gesto, aquilo que não tem fronteiras e que une corações.

Haiti, Port Au Prince. Foto: Brunno Covello

Serviço:
Be.Cause: Campanha de Ajuda Humanitária
Local: Asteroide, Rua Flávio Dallegrave, 2661, Hugo Lange, Curitiba
Data: Sábado, 16 de fevereiro de 2019, das 15h às 22h.
Entrada gratuita
Confira a página do evento, aqui

SESI PRORROGA EDITAL PARA SELEÇÃO DE PROJETOS MUSICAIS

Serão aceitas propostas de música popular urbana, instrumental brasileira, internacional e étnica até 08 de fevereiro

O Sesi Cultura Paraná está selecionando projetos culturais na área de Música para compor a programação de 2019 do Centro Cultural Casa Heitor Stockler de França em Curitiba. A seleção, de âmbito regional, ocorre até as 18h do dia 08 de janeiro. Serão aceitas propostas voltadas para todas as classes etárias.

O edital oferece duas modalidades de inscrição, são elas: “Vozes da Cidade e de Outras Cidades” e “Acordes na Casa” – projetos idealizados pela Gerência de Cultura do Sesi-PR e que ocorrem anualmente na Casa Heitor. O primeiro abre espaço para a música popular urbana, destinado aos compositores, músicos e intérpretes de canções locais ou autorais, num formato mais intimista de duos ou trios.

Acordes na Casa, por sua vez, contempla artistas profissionais da música instrumental brasileira, internacional e étnica. O objetivo é proporcionar à comunidade o acesso a diferentes gêneros da música instrumental, bem como fortalecer a cultura da região.

Todos os procedimentos legais para a apresentação de propostas e envio da documentação solicitada estão descritos para consulta no site www.fiepr.org.br, em Licitações, no número 902/2018. Os projetos serão selecionados por uma comissão avaliadora e os resultados serão divulgados exclusivamente no site do Sesi Paraná, ainda no primeiro semestre de 2019.

Mais informações: 
www.sesipr.com.br/cultura 
www.facebook.com/sesiculturapr 
www.fiepr.org.br

BE.CAUSE: CAMPANHA DE AJUDA HUMANITÁRIA

Foto: Brunno Covello

BE.CAUSE é evento de ajuda humanitária: arrecadação de material escolar (aqui em Curitiba, NESTE SÁBADO, 16 de fevereiro ) para crianças refugiadas e captação de recursos para atendimento aos refugiados do Paraná e Roraima. É um projeto de ajuda humanitária criado através da parceria Asteroide, Os Samaritanos e Linyon Global Workers e do apoio da Editora Collaborativa.

O objetivo é a arrecadação de material escolar para crianças refugiadas de várias nacionalidades e também arrecadação de fundos para custear a logística e atendimento dos refugiados que estão chegando no Brasil pela fronteira com a Venezuela.

Para aproximar diversas culturas através da arte, no dia 16 de fevereiro, a sede da Asteroide irá conectar performance, artes visuais, música, gastronomia e bate-papo em um único evento.

Nesta data, todo o material escolar doado será reunido para que na semana seguinte seja realizada a distribuição nas comunidades que o projeto abrange.
Ainda nesta oportunidade, obras de arte serão colocadas a venda e todo o valor arrecadado será revertido para a campanha.

Como posso ajudar?
– Você pode entregar sua doação nos pontos de coleta (informações em andamento);
– Adquirindo uma obra da exposição;
– Comprando um dos pratos vendidos no evento. (Todo valor arrecadado será revertido para a campanha.)
– Divulgando o evento/campanha!
– Sendo voluntário no dia do evento!

Contato pelo whats 41 99581 3018 – Ana Rivelles

Programação do evento:
Programação do evento:

Sábado, 16 de fevereiro de 2019, das 15h às 22h.
15:00 – Abertura da Exposição
Artistas:
Atelier Vinco (instalação)
Bruno Santos (fotografia)
Brunno Covello (fotografia)
Deise Dias (pintura)
Isabelle Mesquita (instalação)
Marlon Anjos (pintura)
Ricardo Durski (litografia)
Tales Costa (desenho arquitetônico)
Vivien Zanlorenzi (pintura)
16:00 – Livro de Esboço, performance musical de Angelo Esmanhotto
17:00 – Pocket Show do Trio Alma Síria
17:30 – Show Acústico com Berthony Pierre (Haiti)
18:30 – Performance Circense com Rivas Sulbaran (Venezuela)
19:00 – Fechamento do evento com Show da Banda Perna Leiga

*Comidinhas por Yasmin Comida Árabe
**Durante todo o evento serão exibidos filmes (longas e curtas) selecionados pela curadoria de Rayat O’Haylle
***A Loja das Pulgas estará comercializando livros e discos a preços especiais.

*Evento Gratuito*

***PERGUNTAS FREQUENTES***

– Para participar é preciso doar em grandes quantidades?
Não! Toda (toda mesmo!) ajuda é bem vinda! Você pode doar uma caneta e seremos igualmente gratos.

– O evento é gratuito?
Sim! Totalmente gratuito e todxs são muito bem vindxs!

– O que é estar refugiado?
Refugiados são pessoas que se encontram fora do seu país devido a fundado temor de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, opinião política ou participação em grupos sociais e que não possa ou não queira voltar para casa.
Também são considerados refugiados aqueles que fogem de seu país de origem por causa de conflitos armados, violência generalizada e violação massiva dos direitos humanos.

– Por que ajudar crianças refugiadas e não os crianças brasileiras que tanto precisam?
Entendemos que não há distinção entre brasileiros e não-brasileiros. Todos formamos uma única raça – a raça humana. Acreditamos que a diversidade é uma força quando todos se unem por um mesmo objetivo. Acolher quem está refugiado não se resume a aceitá-los no nosso país, mas compartilhar histórias, culturas, música, gastronomia, arte e visões diferentes de um mesmo mundo.
Aceitar é acolher e acolher é o contrário de marginalizar. Aceitá-los, fala sobre quem somos, e que projetos temos para a nossa sociedade, pois, reafirmamos, não existe o “nós” e o “eles”. Acolher forma laço e não muro, é sinal de força, do que se faz em solidariedade, sentimento, gesto, aquilo que não tem fronteiras e que une corações.

Haiti, Port Au Prince. Foto: Brunno Covello

Serviço:
Be.Cause: Campanha de Ajuda Humanitária
Local: Asteroide, Rua Flávio Dallegrave, 2661, Hugo Lange, Curitiba
Data: Sábado, 16 de fevereiro de 2019, das 15h às 22h.
Entrada gratuita
Confira a página do evento, aqui