ABERTAS INSCRIÇÕES PARA A NOVA TURMA DO PRÉ-PÓS UFPR

O curso Pré-pós da Superintendência de Inclusão, Políticas Afirmativas e Diversidade da Universidade Federal do Paraná (Sipad) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) abre inscrições para a sua quarta turma, que terá aulas de fevereiro a junho de 2021.

O curso tem o objetivo de preparar membros de grupos sociais vulneráveis interessados em cursar mestrado ou doutorado. Serão selecionados 100 alunos.

As aulas começam em 25 de fevereiro e serão on-line, como no curso de 2020.

As inscrições vão até 5 de fevereiro!

Sobre o curso Pré-pós da Sipad
O Pré-pós da Sipad tem raízes em uma iniciativa de 2013 do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab) que, a partir de 2018, passou a fazer parte da então recém-criada Sipad.

O curso tem o objetivo é preparar estudantes negras e negros, quilombolas, indígenas e pessoas LGBTI para concorrer aos processos seletivos oferecidos por programas de pós-graduação no país. O projeto está na sua quinta edição.

A primeira edição do Pré-Pós ocorreu em 2013. A segunda edição em 2014 com a oferta de duas turmas. A terceira edição foi realizada em 2017 e, a quarta, em 2019. Em 2020, a oferta é integralmente remota.

SERVIÇO
Inscrições para o Curso Pré-Pós da Sipad UFPR
Quando: de 20 de janeiro a 5 de fevereiro.
Onde: por meio de formulário on-line.
Mais informações: pelo e-mail cursopreposufpr@gmail.com ou pelo WhatsApp (41) 98418-6137.

Mais detalhes neste link

PUBLIQUE NO JORNAL RELEVO

“Publique no RelevO, impresso mensal de literatura com mais de dez anos de circulação. E a gente remunera (não é aquelas coisas, mas remunera).”

Envie sua contribuição (conto, artigo, resenha, ensaio, poesia) para contato@jornalrelevo.com 

Sobre o jornal
O RelevO é um IMPRESSO mensal de cultura, sobretudo de literatura. É editado, desde setembro de 2010, pelo jornalista Daniel Zanella.
Mateus Ribeirete é o editor-assistente.
Mateus Senna é o revisor.
Marceli Mengarda é a diagramadora e projetista gráfica.
Thaís Alessandra Tavares cuida da parte logística e Felipe Gollnick é responsável pelas mídias sociais.

O periódico não tem fins lucrativos e conta com o serviço público de prestação de contas, na página 2, e um ombudsman na página 5. Atualmente, o espaço é assinado pelo escritor Ricardo Lísias.

O jornal tem distribuição gratuita em mais de cem cidades do Brasil e pode ser ASSINADO por 50 reais ao ano.

fonte

BAIXO SÃO FRANCISCO: IMPULSOS DE UMA (RE)OCUPAÇÃO URBANA

Livro BAIXO SÃO FRANCISCO: IMPULSOS DE UMA (RE)OCUPAÇÃO URBANA. Autora: Selma Baptista. Documentário: Jessica Candal. Fotografias: Shigueo Murakami, Lucas Pereira Nery e Alice Pizzaai Goltz. Textos adicionais: Jaques Brand, Renata Carvalho Rodrigues Souza. Curitiba. 2020. Produtora Transpira. 194 p. Preço: DISTRIBUIÇÃO GRATUITA.

Sinopse:
O livro é resultado de uma ampla pesquisa com viés etnográfico, balizado por pesquisas de campo, bibliografia antropológica, histórica e arquitetônica. O projeto “BAIXO SÃO FRANCISCO” debruçou-se sobre o icônico bairro curitibano e, através de uma perspectiva antropológica, convidou a cientista social Selma Baptista e a cineasta Jessica Candal para criarem produtos culturais, cada qual com seu olhar e perspectiva sobre o bairro. Selma Baptista escreveu o livro e Jessica Candal coordenou e dirigiu o documentário HIP HOP no corre no baixo, co-dirigido com Camila Macedo, KBU, Mano Jhow.

Sobre a Autora:
Selma Baptista é Pós-doutora em Antropologia pela USP, Doutora em Ciências Sociais pela UNICAMP e Mestre em Antropologia Social pela mesma universidade.Foi professora titular do departamento de Antropologia da UFPR, onde se aposentou. Atualmente produz pesquisas, orientações e assessorias na área de crítica cultural.

DISTRIBUIÇÃO GRATUITA: O livro na versão impressa está disponível para distribuição gratuita em locais parceiros do projeto: BAR MÃE, Rua Treze de Maio, 512, bairro São Francisco. GALERIA SOMA, R. São Francisco, 179, bairro São Francisco. BICICLETARIA CULTURAL, R. Presidente Faria, 226, Centro. COLETIVO SFco179, R. São Francisco, 179, São Francisco. Endereços em Curitiba.

FICHA TÉCNICA
Autora do Livro: Selma Baptista
Documentário: Jessica Candal – Direção: Camila Macedo / Jessica Candal / KBU / Mano Jhow
Pesquisa: Alice Pizzaia / Caroline Blum
Designer Gráfico: Lucas Pereira Nery
Coordenação Geral: Jonas Prates
Incentivo: Caixa / Lei de incentivo cultura / Fundação Cultural de Curitiba / Prefeitura de Curitiba / Realização: Transpira. 

CANAIS OFICIAIS DO PROJETO
SITE: www.baixosaofrancisco.com.br
INSTAGRAM: www.instagram.com/baixo_sao_francisco/
FACEBOOK: www.facebook.com/BaixoSaoFranciscoCuritiba/
YOUTUBE:  www.youtube.com/channel/UCKmHQk0yUQcmF_Ml_EyNYXg

Sobre o FILME
Núcleo coordenado pela cineasta Jessica Candal, o documentário segue o cotidiano de dois personagens cativos no bairro, que transitam pela cena HIP HOP curitibana: Mano Jhow e KBU. Com direção coletiva, o documentário tem uma linguagem crua da realidade de diversas ocupações por jovens que povoam a ebulição cultural e social do bairro pela ótica do movimento Hip Hop.

Jessica Candal é Bacharela em Audiovisual (ECA-USP) e especialista em Poéticas Visuais (EMBAP). Como diretora realizou os curtas Ainda Ontem; Bárbara na Cidade; Teia e O Espelho de AnA. Como roteirista, escreveu os longas Horizonte; Ferrugem, com Aly Muritiba; Tão Longe do Centro da Terra, com Aarón Fernández; O Espanto, com George Walker; e foi uma das co-autoras de Eduardo e Mônica. Atualmente está escrevendo A Rua é Noiz, cinebiografia de Emicida, junto dele, Aly Muritiba e Toni C.

TROY ROSSILHO LANÇA ÁLBUM “ÍNTIMO E COMUM”

Troy Rossilho lança álbum “íntimo e comum”,  o décimo álbum do cantor e compositor, gravado apenas com voz e violão

O cantor e compositor Troy Rossilho lançou na última quinta-feira (17/12), pelo youtube e plataformas digitais o seu décimo álbum, “íntimo e comum”. Com sabor de casa de praia e um cheiro caipira e brejeiro, o disco, gravado apenas com voz e violão de nylon, traz no seu repertório quatorze canções autorais e tem músicas em parceria com Luiz Felipe Leprevost, Otávio Linhares, Alexandre Nero, Jô Nunes, Fernando Lamarão, Alexandre França e Rodrigo Augusto Ribeiro. A mixagem e masterização são de Gilson Fukushima e a capa de Faena Rossilho e Enzo Amato. A distribuição é da Tratore.

Troy Rossilho é autor e parceiro de canções gravadas por vários artistas. Também é criador de trilhas para peças de teatro e cinema. O músico é idealizador do canal no youtube “No Estúdio do Troy” (www.youtube.com/user/NoEstudiodoTroy), que prestigia bandas e artistas locais em sua maioria; e também do canal “Troy Rossilho”, onde apresenta seu trabalho autoral em vários formatos e em parceria com diversos convidados. Atualmente tem um projeto em parceria com o “Kilanio Orquestra de Violões” e a banda “Troy e os Calvos”, projetos autorais ainda em andamento. A maioria do seu trabalho está disponível em todas as plataformas digitais.

No vídeo do post publicamos a faixa “Do Fundo” do álbum.  Você pode ouvir o disco inteiro do Troy Rossilho no Youtube www.youtube.com/troyrossilho e/ou no spotify

LIVE DE NATAL DA LUCYMAR NICASTRO E CONVIDADOS

Live show de natal da cantora Lucymar Nicastro, nesta quarta-feira, dia 23 de dezembro, às 19h, através do link: www.facebook.com/lucymar.nicastro

A artista, compositora e intérprete, Lucymar Nicastro, apresenta live show comemorando o natal com repertório de clássicos da MPB.

Você pode contribuir com o cachê dos músicos.
Sua contribuição é valiosa! 

Banco Itau
Ag 7367
Conta 22698-7
Lucymar C Nicastro
Cpf 442.920.409-82

JO MISTINGUETT FAZ LIVE PARA LANÇAR “DESTROY THE MUSIC – DYKES”

Jo Mistinguett – Apokalipse Now. Foto por Helen Kaliski

A artista curitibana apresenta o trabalho multimídia que faz referências ao lesbofeminismo e convida as artistas Gisele Dias aka DJ Elle e Carol Shimeji

A multiartista Jo Mistinguett faz uma live no dia 18 de dezembro de 2020 às 20 horas para lançar o single-video arte intitulado de “Destroy The Music – Dykes”. Ela se junta a Carol Shimeji e Gisele Dias Aka DJ Elle. A entrada é gratuita. O link da exibição vai ser exibido no Instagram de Jo Mistinguett – www.instagram.com/jomistinguett – no dia do evento.

O vídeo single foi lançado no dia 4 de dezembro e tem concepção, composição, performance e edição de autoria de Jo Mistinguett, as imagens e interlocução, de Helen Kaliski e a máscara, de Sílvia da Silva e Lua Castilho. Assista ao video clipe:


O trabalho é uma sequência de seu EP Apokalipse Now, de agosto de 2020. “Em Apokalipse Now surgiram algumas reflexões em minha cabeça sobre destruir o que entendemos por música. Acredito na destruição como possibilidade de se construir algo novo”, explica a autora, “e convoco a outras sapatão fazerem o mesmo”. Com referências ao atual contexto social e político do país, o projeto é todo composto por faixas e vídeos produzidos, mixados, gravados e editados por ela em sua casa.

Há 16 anos na cena curitibana atuando como produtora musical, performer, DJ, sonoplasta, compositora de trilhas sonoras originais e pesquisadora de novas tecnologias e novas percepções e experimentações sonoras, Jo se desenvolve em diferentes contextos artísticos. Entre seus trabalhos mais recentes realiza a jam eletrônica, Fenda Profana, em parceria com a artista Gisele Dias e o núcleo de pesquisa e ações em arte lésbica, SAPATARIA, ao lado de Daniele Cristyne e Helen Kaliski. Participou no Festival Motomix The Rokr Festival em 2006 e 2007. Em 2009, a música Girls Speak Louder em parceria com o produtor francês Costello atingiu o topo das listas em portais de DJS como Beatport e Juno Download. Realizou duas turnês na Europa de maneira independente, é co-fundadora da matilha Horrorosas Desprezíveis, com a qual participou do Festival Psicodália em 2019, integra o coletivo Casa Selvática.

– www.jomistinguett.com
– www.instagram.com/jomistinguett 

– www.youtube.com/jomistinguett 
– www.facebook.com/jomistinguettart 
– www.soundcloud.com/jomistinguett 
– www.twitter.com/Jo_Mistinguett 
– twitch.com/jomistinguett

CAROL SHIMEJI é diretora de arte , ilustradora, animadora e vj, atuante na área desde de 1999. Formada em Design Digital pela Universidade Anhembi Morumbi (2003). Realizações artísticas nas áreas de artes visuais/digitais e musicais. Exemplos: animação de abertura da Comic Con Experience (CCXP), o maior evento de cultura pop do Brasil – cliente: HBO Brasil. Ilustração e animação para o festival Satélite 061 (Brasília). Animação “Casal Neura” – cliente: MTV Brasil. Direção de arte para espetáculos musicais como: “Caixa de Memória Nelson Gonçalves 100 anos, na voz de Criolo” – Sesc Pinheiros, 2019. “Eterno Retorno a Mais de Mil, Pepeu Gomes” – Sesc Pompeia, 2019. “Festival Comida de Verdade” – Ocupação 9 de Julho, 2019. “Gero Camilo Canta Belchior”- Caixa Cultural São Paulo, 2018. “África Brasil 40 anos com Jorge Du Peixe, BNegão, Xênia França, Russo Passapusso e Nayra Costa”- Sesc Pinheiros, 2016 e outros. Além da produção de videoclipes para artistas como: Marcia Castro feat. Mayra Andrade, Selvagens à Procura de Lei, Orquestra Jabaquara, Miranda Kassin e outros.

www.youtube.com/perfixduo 

– www.shimejistudio.com

GISELE DIAS (A.K.A. ELLE) é Dj, produtora, atriz, cantora, locutora, dubladora e performer. Suas primeiras experiências como Dj foram tocando black music em campeonatos de surf e skate em Santos – SP. Ainda em 2004 passou a tocar house, progressive house e electro em várias casas noturnas no estado de São Paulo (Santos, Baixada Santista e Guarulhos). Foi 2 vezes Dj convidada da Rádio Jovem Pan de Santos para fazer sets ao vivo. Em 2008 mudou-se definitivamente para Curitiba e tocou em vários clubes e também foi Dj residente do Vox Bar de 2008 à 2017. Produtora da Festa Cabarelle Burlesco desde 2013. Em 2019 iniciou a jam eletro-acústica “Fenda Profana” com a Dj e produtora Jo Misttinguett que através de CDjs, toca-discos, mixers, sintetizadores, efeitos, drum machines e outros equipamentos eletrônicos, sons mecânicos industriais feitos com objetos inusitados, ruídos e beats feitos com colagens instantâneas performados ao vivo pelas próprias artistas – criam uma atmosfera experimental de múltiplas percepções e estilos musicais.

– www.mixcloud.com/gisele-dias_ELLE/
www.instagram.com/giseledias.a.k.a.elle/
www.facebook.com/giseledias.djelle/ 

www.facebook.com/giseledias.a.k.a.Elle
www.twitter.com/DjElleDias

Serviço:
Live Profana
Jo Mistinguett convida Carol Shimeji, Gal Freire, Galiza e Giselle Dias
Sexta, 18 de dezembro de 2020
Das 20 às 21 horas
O link da exibição vai ser exibido no Instagram de Jo Mistinguett – www.instagram.com/jomistinguett – no dia do evento.

O FESTIVAL GRIOT ESTREIA COM LEA GARCIA NO LONGA “UM DIA COM JERUSA”

Lea Garcia é Jerusa, uma figura que representa o tempo, o afeto, a cor e o espaço.

O Festival Griot estreia com o longa “Um Dia com Jerusa” da roteirista e diretora, Viviane Ferreira. O filme é uma adaptação do curta “O Dia de Jerusa” (2014) que trata do afeto em relação ao tempo, suas nuances e heranças da ancestralidade. É uma obra que humaniza a figura Griot (lê-se Griô), indivíduo que na África Ocidental tem a vocação de transmitir e preservar as histórias, conhecimentos, mitos e canções do seu povo. Jerusa Anunciação, interpretada por Lea Garcia simboliza o arco dramático da ancestralidade contida no Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo.

Tempo. Afeto. Cor. Espaço. A aposta de Viviane Ferreira em seu primeiro longa é mostrar a vivência de duas gerações que se entrelaçam tendo como base o tempo e suas motivações através das costuras ancestrais tecidas pela personagem Jerusa Anunciação.

A equipe de profissionais da obra é composta majoritariamente por mulheres negras, presentes nas funções criativas da produção desde fotografia até a montagem. “Um Dia com Jerusa” apresenta um olhar corajoso em explicitar um texto recheado de camadas reais em conjunto com um elenco vindo do teatro negro brasileiro. Valdineia Soriano, Debora Marçal e Antônio Pitanga atuam em destaque no longa.

É através da câmara escura de Jerusa Anunciação e da inversão de sua imagem que iremos ressignificar a história, as referências, os mitos e talvez ser o sujeito oculto por trás da personagem Silvia (Debora Marçal), a garota que por boa sorte encontra a raiz e a resposta para o seu tempo presente.

O Festival Griot é gratuito e começa no dia 11 e vai até o dia 20 de dezembro, na plataforma de streaming TODESPLAY . A programação completa está disponível no site do Festival, incluindo as atividades que acontecem simultaneamente no evento.

O Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo tem o apoio da TODESPLAY, Olhar Distribuição, O2 Pós, Mubi, Projeto Paradiso, AVEC-PR, ABRACCINE. Incentivo da Celepar e Ebanx. Projeto realizado com apoio do programa de apoio e incentivo à cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Sinopse “Um Dia com Jerusa”:
Silvia (Débora Marçal) trabalha com pesquisa de público para uma marca de sabão em pó. Ao bater na porta de Jerusa (Léa Garcia), é surpreendida com respostas nada convencionais, e o diálogo a leva a compreender a vida de outra maneira, menos rápida e menos quantitativa.

Serviço:
Realização: Cartografia Filmes.
Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo.
De 11 a 20 de dezembro.
Na Plataforma da TODESPLAY.
Evento Gratuito.

Sobre a Cartografia Filmes:
A Cartografia Filmes é uma produtora paranaense vocacionada para o audiovisual negro que une trajetórias diversas. Desse território de encruzilhada, nossa atuação se movimenta pelo desejo de compartilhar novas formas de acesso e produção dos bens culturais, fortalecendo e criando espaços coletivos nos eixos de DIFUSÃO, FORMAÇÃO E PRODUÇÃO do audiovisual, de maneira a abrir caminhos na reconstrução de imaginários onde as múltiplas subjetividades sejam livres para exercer sua existência com plena autonomia e potência.

Conheça a Cartografia Filmes
Sobre o Griot – Festival de Cinema Negro Contemporâneo:
O Griot – Festival de Cinema Negro Contemporâneo começou em 2018 como Mostra de Cinema Negro Brasileiro com o objetivo de criar um espaço onde pudessem exibir filmes pensados, realizados e protagonizados por pessoas pretas em território nacional. Nas edições anteriores foram exibidos com lotação máxima de público 61 curtas, dois longas e um média. As edições aconteceram com financiamento coletivo. 

Sobre a TODESPLAY:
A TODESPLAY é uma plataforma global de streaming gerenciada pela APAN – Associação de Profissionais do Audiovisual Negro, com objetivo de contribuir com a equidade de gênero e raça para consolidação de um mercado audiovisual mais diverso e representativo, para todes.

BAIXO SÃO FRANCISCO: IMPULSOS DE UMA (RE)OCUPAÇÃO URBANA

O projeto “BAIXO SÃO FRANCISCO” debruçou-se sobre o icônico bairro curitibano e, através de uma perspectiva antropológica, convidou a cientista social Selma Baptista e a cineasta Jessica Candal para criarem produtos culturais, cada qual com seu olhar e perspectiva sobre o bairro. Selma Baptista escreveu o livro BAIXO SÃO FRANCISCO: IMPULSOS DE UMA (RE)OCUPAÇÃO URBANA e Jessica Candal coordenou e dirigiu o documentário HIP HOP no corre no baixo. Esses dois produtos foram o resultado de um longo período de pesquisa e observação da dinâmica social e histórica que compõem o ethos particular da região.

Palco de inúmeras polêmicas, tensões históricas e sociais, o “Baixo”- como foi carinhosamente apelidado pela equipe – demonstrou um rico cenário para avaliar a construção identitária da urbanidade curitibana. Além de fornecer uma ampla gama de fatos históricos, que contribuem para um entendimento do contexto contemporâneo, o bairro funciona como palco para manifestações culturais, políticas e sociais.

FICHA TÉCNICA
Autora do Livro: Selma Baptista
Documentário: Jessica Candal – Direção: Camila Macedo / Jessica Candal / KBU / Mano Jhow
Pesquisa: Alice Pizzaia / Caroline Blum
Designer Gráfico: Lucas Pereira Nery
Coordenação Geral: Jonas Prates
Incentivo: Caixa / Lei de incentivo cultura / Fundação Cultural de Curitiba / Prefeitura de Curitiba /
Realização: Transpira

LIVRO
O livro é resultado de uma ampla pesquisa com viés etnográfico, balizado por pesquisas de campo, bibliografia antropológica, histórica e arquitetônica.

A autora do livro tem um vasto caminho no campo das ciências sociais. Selma Baptista é Pós-doutora em Antropologia pela USP, Doutora em Ciências Sociais pela Universidade de Campinas e Mestre em Antropologia Social pela mesma universidade.

Foi professora titular do departamento de Antropologia da UFPR, onde se aposentou. Atualmente produz pesquisas, orientações e assessorias na área de crítica cultural, com foco nos temas: culturas populares, narrativas orais, antropologia da performance, teatro experimental, políticas públicas de cultura e etnografia da ciência.

FILME
Núcleo coordenado pela cineasta Jessica Candal, o documentário segue o cotidiano de dois personagens cativos no bairro, que transitam pela cena HIP HOP curitibana: Mano Jhow e KBU. Com direção coletiva, o documentário tem uma linguagem crua da realidade de diversas ocupações por jovens que povoam a ebulição cultural e social do bairro pela ótica do movimento Hip Hop.

Jessica Candal é Bacharela em Audiovisual (ECA-USP) e especialista em Poéticas Visuais (EMBAP). Como diretora realizou os curtas Ainda Ontem; Bárbara na Cidade; Teia e O Espelho de AnA. Como roteirista, escreveu os longas Horizonte; Ferrugem, com Aly Muritiba; Tão Longe do Centro da Terra, com Aarón Fernández; O Espanto, com George Walker; e foi uma das co-autoras de Eduardo e Mônica. Atualmente está escrevendo A Rua é Noiz, cinebiografia de Emicida, junto dele, Aly Muritiba e Toni C.

LANÇAMENTO
Os produtos finais – livro e filme – serão lançados oficialmente em formato on-line, nos canais oficiais do projeto, dia 15 de dezembro às 20 horas. O livro na versão impressa estará disponível para distribuição gratuita em locais parceiros do projeto e inseridos dentro do Baixo São Francisco, a partir do dia 16 de dezembro. São eles MÃE, bar localizado na Rua Treze de maio, 512, Galeria SOMA com endereço na Rua São Francisco, 179, BICICLETARIA CULTURAL, situada na rua Presidente Faria, 226 e por fim o espaço coletivo SFco179, também endereçado na Rua São Francisco, 179.

CANAIS OFICIAIS DO PROJETO
SITE: www.baixosaofrancisco.com.br
INSTAGRAM: www.instagram.com/baixo_sao_francisco/
FACEBOOK: www.facebook.com/BaixoSaoFranciscoCuritiba/
YOUTUBE:  www.youtube.com/channel/UCKmHQk0yUQcmF_Ml_EyNYXg

TRAILER DO FILME

SERVIÇO:
BAIXO SÃO FRANCISCO: IMPULSOS DE UMA (RE)OCUPAÇÃO URBANA
LANÇAMENTO ON-LINE GRATUITO DO LIVRO/FILME:
15 de dezembro 2020 às 20 horas nos canais oficiais do projeto
www.baixosaofrancisco.com.br
DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DO LIVRO IMPRESSO
A partir do dia 16 de dezembro de 2020
BAR MÃE – Rua Treze de Maio, 512 – São Francisco, Curitiba -PR
GALERIA SOMA – Rua São Francisco, 179 – São Francisco, Curitiba-PR
BICICLETARIA CULTURAL – Rua Presidente Faria, 226 – Centro, Curitiba – PR
COLETIVO SFco179 – Rua São Francisco, 179 – São Francisco, Curitiba – PR

VIDA E OBRA DA POETA ANA CRISTINA CESAR


Vida e obra da poeta Ana Cristina Cesar – 01/07/2016 – Jornal Futura – Canal Futura

A Festa Literária Internacional de Paraty, em sua décima quarta edição, homenageia a poeta Ana Cristina Cesar. Expoente da geração da poesia marginal, criou um personagem – Ana C. – e uma escrita atravessada por elementos do cotidiano e também aspectos da própria intimidade. Viveu um tempo em Londres, escreveu para revistas e jornais alternativos, lançou livros em edições independentes, escreveu muitas cartas e trabalhou na televisão. Ana Cristina Cesar tem hoje uma legião de fãs de muitas idades mas principalmente jovens que não puderam conviver com ela. A poeta suicidou-se no dia 29 de outubro de 1983, aos 31 anos de idade. A reportagem é de Juli Wexel.

fonte: Jornal Futura


O documentário BRUTA AVENTURA EM VERSOS, da diretora Letícia Simões, resgata a trajetória da poeta e tradutora brasileira Ana Cristina Cesar, ícone da Geração Mimeógrafo e Poesia Marginal, obras como A Teus Pés, suas pulsões, a vida e o processo de criação. Artistas, amigos e estudiosos relembram a poetisa.

A escritora Ana Cristina Cesar foi um ícone da poesia marginal dos anos 1970 no Rio de Janeiro. Ela se matou em 1983, aos 31 anos, deixando inúmeros leitores e adeptos. Partindo da apropriação de sua obra por outros artistas, o documentário procura captar a beleza e a originalidade de sua escrita através do olhar de atores, dançarinos e poetas. (fonte: Israel Lee)

A GERAÇÃO MIMEÓGRAFO (também denominado movimento Alissara) foi um movimento, ou fenômeno sociocultural brasileiro que ocorreu imediatamente após a Tropicália, durante a década de 1970, em função da censura imposta pela ditadura militar, que levou intelectuais, professores universitários, poetas e artistas em geral, em todo o país, a buscarem meios alternativos de difusão cultural, notadamente o mimeógrafo, tecnologia mais acessível na época. Da tecnologia mais usada vem o seu nome.

Sua produção literária não foi aceita por grandes editoras, pelo menos até 1975, quando a editora Brasiliense publicou  “26 Poetas Hoje” – livro organizado por Heloísa Buarque de Hollanda. Por estar à margem do circuito editorial estabelecido, sua poesia foi denominada poesia marginal. A produção artística desta geração igualmente não circulava em tradicionais galerias. A geração mimeógrafo também se expressou através da música, do cinema e da dramaturgia, sendo a sua produção poética a mais lembrada, possivelmente por ser aquela produção mais adequada às restrições de suporte impostas pela página mimeografada. As outras artes podiam ser divulgadas, porém não poderíamos ouvir uma canção ou ver um filme em um pequeno jornal ou revista mimeografados, ou fotocopiados.

Nos EUA, o termo “poesia marginal” é usado para designar a poesia feita pelos poetas chamados de pós-beats.

Fonte: Wikipédia