SOLUEMBA CONTRATA DESENHISTA INDUSTRIAL / CAMPO MAGRO-PR

Processo seletivo Soluemba. Empresa contrata Desenhista Industrial. Para trabalhar em Campo Magro-PR.

ATIVIDADES:
– Realizar desenhos de embalagens já prontas;
– Realizar desenho de embalagens já fabricadas;
– Realizar desenhos em desenvolvimentos na área de projetos;
– Emissão de lista de corte para confecção de embalagens;
– Realizar visitas a clientes quando necessário;
– Desenvolver projetos;
– Implantar projetos de melhorias e redução de custo em embalagens já existentes.

REQUISITOS:
– Necessário Conhecimento e/ou curso em Solidworks e Autocad
– Ter conhecimento em desenvolver embalagens a partir de cálculos matemáticos;
– Ter conhecimento sobre embalagens de madeira e vontade de aprender sobre.
– Ter curso técnico de DESENHO INDUSTRIAL ou estar cursando.

Horário de trabalho: De Segunda à Sexta das 07:45 às 17:30 com 1 hora de almoço.

Salário a combinar.

De benefícios a empresa oferece:
– Refeição no local
– VT ou Ajuda de Custo
– Plano de Saúde e convênio farmácia.

Interessados enviem currículo com pretensão salarial no e-mail: rh@soluemba.com.br 

Informar no campo assunto DESENHISTA INDUSTRIAL

GERENTE DE MARKETING / CURITIBA

Gerente de Marketing. Vaga para trabalhar em Curitiba.

atividades:
Desenvolver estratégias de marketing e identidade visual da marca, implementar ações com o intuito de promover a imagem da empresa e de aprimorar os negócios, realizar pesquisas de mercado e desenvolver estratégias que aumentem os resultados. Reporte ao VP.

Requisitos:
– Superior completo, inglês avançado. Desejável Espanhol.
– Experiência na área de no mínimo 2 anos.

Horário: Comercial, de segunda à sexta.

Benefícios: Vale Refeição, Vale Transporte, Plano de Saúde Amil, Plano Odontológico.

Remuneração: CLT ou PJ.

Interessados enviem currículo para: recrutadoraempregos@gmail.com

Colocar o título da vaga no assunto do e-mail.

SEITHY REFLETE ARTES INVISIBILIZADAS PELO COLONIALISMO EM SINGLE DE ESTREIA

“Sem Nome” antecipa álbum pelo Selo Diáspora

Artista multidisciplinar e luthier curitibano, Seithy faz de sua estreia musical um reflexo de sua identidade enquanto latino americano amarelo que vê sua cultura ser apropriada e invisibilizada. A urgente “Sem Nome” é guiada pela guitarra Kakushin-I de confecção própria e pela produção musical de Hugo Noguchi. A faixa está disponível em todos os serviços de música digital e antecipa o álbum “Haikai Espiritado”.

“Depois de anos num coma colonial, entre não-lugares, inseguranças e naturalmente alocado à margem do possível, decidi saltar. Existo nesse salto, livre, caótico, saturado, conflituoso e humano. De som e de ser”, reflete ele.

No single “Sem Nome”, Seithy busca um olhar descolonial inspirado por todas as histórias, civilização e relatos que foram esquecidos em processos predatórios, desde terras até criações artísticas.

“Essa faixa é sobre o sufocar neo-colonial, não em meu nome, mas em nome de qualquer natureza não hegemônica, sobre artefatos, sobre as histórias caladas, aterradas, queimadas, sobre entrar num museu e se resumir num artefato exótico de autoria desconhecida, da cerâmica indiana do século II ao adorno kaingang de 2017”, conta Seithy.

O lançamento é uma aposta do selo Diáspora, projeto de Hugo Noguchi que pretende dar visibilidade para que artistas racializados se insiram de modo profissional no mercado musical, buscando descendentes das diásporas africana e asiática, bem como das internas brasileiras. “Sem Nome” está disponível em todas as plataformas de streaming musical.

Ouça “Sem Nome”: https://smarturl.it/SeithySemNome
Assista “Sem Nome”: https://youtu.be/8y3eCD4mSbY

Ficha técnica:
Música por Seithy
Voz, violão, guitarra e bateria acústica: Seithy.
Engenharia de som e gravação da voz e bateria acústica por Leonardo Gumiero no Gume Estúdio.
Baixo, produção musical, mixagem e masterização por Hugo Noguchi.


Seithy – crédito Fanny Ogata

Letra
Decolonize o som
Mas tenta ouvir também
A voz que se apagou, que embranqueceu
Amém.
De baixo da terra ou na cinza do fogo, das velhas bocas dos povos negados aqui.
Desestatize a cor, mas tenta ver além
Quem sucumbiu à mão
Que vem de contra-mão, e insiste em esclarecer
Que o lugar pra fala é claro e restrito
Basta que vivo ou revividamente ocupe-o

FRANCISCO OKABE LANÇA MADRUGADA, SEU NOVO SINGLE

Composta e gravada em casa, canção faz parte de “8”, próximo álbum do músico

Madrugada, o novo single de Francisco Okabe, está disponível em plataformas como Spotify, Deezer, YouTube e Bandcamp a partir desta sexta-feira, 24 de setembro. A canção faz parte de “8”, o próximo álbum do multi-instrumentista, que vai ao ar em outubro em lançamento da Queda Livre Coletiva e do selo Onça Discos.

O novo trabalho dá sequência à discografia de Francisco, nascido em Bauru (SP) e radicado em Curitiba, e mais um passo na pesquisa de sonoridades realizada no ep “80” (2019), além de seus primeiros lançamentos realizados já em período pandêmico no Brasil.

Ao longo de quase 10 anos de carreira, Chico também já produziu outros dois álbuns – “Ah não ser eu toda a gente e toda a parte!” e “Vital” (2015 e 2018) –, além de uma série de singles e participações em projetos musicais independentes, como as bandas Charles Racional, e/ou, Obake, o duo de violões DayChi, a banda ímã e o trabalho autoral da cantora Roseane Santos.

Entre questões e conclusões parciais­. O novo single propõe um passeio por linguagens e parte de uma atmosfera minimalista e gravada em fita cassete para acessar referências contemporâneas e digitais, com melodias se conectando entre violão, flauta e violoncelo, beat e vozes.

“No ep ‘80’, o fluxo era mais de dentro pra fora. Nos últimos singles e agora em ‘Madrugada’, estamos experimentando o caminho contrário, inclusive como tônica do próximo álbum, que está pronto”, conta Francisco. “Um traço comum com as faixas anteriores é a autoprodução, a descoberta de como fazer álbuns em casa. Talvez seja um tipo brasileiro de ‘bedroom pop’, esse som feito em home studio, com referências atuais e usando ferramentas acessíveis, como samplear do YouTube”, destaca. “Esse processo autônomo acaba sendo propício para criar uma mistura de todas referências que temos”.

Queda Livre. Os lançamentos de “Madrugada” e “8” (final de outubro) são realizações da Queda Livre coletiva da qual Francisco Okabe é colaborador: uma movimentação de artistas que já resultou nos discos “Fronteiriça”, de Roseane Santos, e “Ímã de Nove Pontas”, da banda ímã (lançados em 2020), e que também produziu o ep “Livro Vivo”, parceria de Luciano Faccini e Roseane Santos (de 2021). A Queda Livre surge como uma forma de nomear uma rede de apoio e criação múltipla, com trabalhos influenciados e permeados pela inspiração vinda de artistas visuais, poetas, atrizes, palhaças e outras manifestações artísticas.


Gabriel Faccini: Crédito Foto/divulgação

_ Madrugada | Ficha técnica:
Francisco Okabe: composição, arranjo, produção, violão, flauta, teclados e voz
Acácio Guedes: contrabaixo, mixagem e masterização
Day Battisti: violoncelo
Matheus Mantovani: arte
Gabriel Faccini: Crédito Foto/divulgação

Ouça _ Madrugada 
https://onerpm.link/992978221726

_ Francisco Okabe | contato
https://www.franciscookabe.com/
+55 (41) 997 765 500 (whatsapp/telefone)

francisco.okabe@gmail.com

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+        Instagram
+        YouTube – canal Onça Discos

_ Queda Livre Coletiva | conheça
https://linktr.ee/QuedaLivreColetiva

INFLUENCIADO POR GODARD E GARCÍA MÁRQUEZ, ARGENTINO ENZO MAQUEIRA DISCUTE EM LIVRO A DESCONSTRUÇÃO DA MASCULINIDADE E A FORMAÇÃO DO HOMEM

Enzo Maqueira. Foto: Paula Moneta.

Faça-se você mesmo, publicado pela PONTOEDITA, chega ao Brasil em edição com J. P. Cuenca e Bernardo Cople.

Influenciado por Godard e García Márquez, argentino Enzo Maqueira discute em livro a desconstrução da masculinidade e a formação do homem

Faça-se você mesmo, publicado pela PONTOEDITA, chega ao Brasil em edição com J. P. Cuenca e Bernardo Cople.

Faça-se você mesmo, do argentino Enzo Maqueira (Buenos Aires, 1977), é uma jornada em busca da literatura que há no real, uma crônica da felicidade perdida. O livro, que foi finalista do Prêmio Silverio Cañada da Semana Negra de Gijón, na Espanha (2019), é uma história de memórias, de projetos, mas também de tragédias e de erros. A edição da PONTOEDITA, com intervenção do escritor e cineasta J. P. Cuenca e capa com fotografia do premiado diretor de arte e publicitário carioca Bernardo Cople, marca a estreia de Maqueira no Brasil. Considerado pela crítica argentina uma das vozes mais proeminentes da literatura latino-americana (La Nación, Clarín), Maqueira aborda em sua prosa temas fundamentais como a religião, as drogas e a heteronormatividade, de modo a evidenciar que toda forma de arte é uma enunciação eminentemente política.

Solilóquio de um personagem atormentado pela possibilidade de estar doente e pela necessidade não apenas de ser outra pessoa, mas sobretudo de imaginar como deverá ser (para ele, a felicidade está em transformar-se em artista), Faça-se você mesmo acompanha alguns dias na vida de um homem sem nome e sem convicções que foge de Buenos Aires para a casa dos avós onde passava os verões de sua infância. A casa — um território sagrado no meio da Patagônia desértica — fica em San Benito, um vilarejo fictício, quase mítico, que não é apenas uma encarnação narrativa de Comodoro Rivadavia (cidade em que o autor de fato costumava, assim como seu protagonista, passar as férias de infância na casa dos avós), mas também uma homenagem a Coronel Vallejos de Manuel Puig e Macondo de Gabriel García Márquez.

Nesse lugar cheio de fantasmas do passado, entre as memórias agradáveis de verões ao lado dos avós, agora mortos, e de amigos, agora ausentes, o protagonista ganha consciência de sua covardia a partir de uma sequência de frustrações. A expectativa de futuro o impede de fazer qualquer coisa no presente, de concluir qualquer tarefa, e se traduz em procrastinação e insatisfação contínuas.

A partir de referências aos grandes mestres da Nouvelle Vague e à banda de rock inglesa Queen, o livro extrapola os limites do gênero e ganha contornos cinematográficos à medida que o protagonista se torna, ele mesmo, personagem da própria ficção. Mas a beleza da prosa de Maqueira está na desconfiança dos limites da palavra (na epígrafe que abre o livro, tirada do filme Adeus à linguagem, de Jean-Luc Godard, lemos: “As palavras — não quero voltar a saber delas”) e isso pode causar nos leitores certo nervosismo ou ansiedade por símbolos e interpretações. Pois se a narrativa começa com um tom quase idílico de busca da felicidade perdida na infância, ela vai aos poucos se transformando em outra coisa, ficando mais sombria.

A maior homenagem, porém, é a Fellini, em especial ao filme Oito e meio (há inclusive um capítulo com esse título). Em certo momento, o narrador declara: “Fellini tinha razão: as únicas memórias que valem a pena estão na infância.” Entretanto, se, como em Fellini, o romance de Maqueira de fato tem um ponto de partida autobiográfico, sua prosa não cai na autoficção, pois se abre às exigências da narrativa e propõe uma reflexão profunda sobre como a sociedade criou, mediante múltiplas ficções, uma idealização da obrigação de ser feliz. Essa obrigação (o último bastião do neoliberalismo) é equacionada no discurso vazio da autoajuda que ressoa na ironia fina presente no título (que torce a fórmula americana “do it yourself”) e dá o tom do estilo que a linguagem de Maqueira coloca em cena: um sarcasmo fellinesco que transita entre realidade, sonho ou suprarrealidade.

Essas fronteiras fluidas ganham forma na figura de um vizinho parecido com Freddie Mercury, ídolo de sua infância. A imagem do líder do Queen, que representa uma nova masculinidade, entra em conflito com a imagem do avô, símbolo de um patriarcado falido, e obriga o protagonista a enfrentar seus próprios demônios.

Mas, conforme pergunta J. P. Cuenca em sua intervenção, como seria o solilóquio de um personagem-macho em tempos de queda do capital simbólico do homem branco, intelectual, heteronormativo no mercado das ideias e da cultura? São perguntas como essa que, entre canções do Queen e referências a Truffaut, Godard e Varda, Maqueira elabora narrativamente.

Sobre o projeto gráfico
O projeto gráfico original da PONTOEDITA explora a fronteira entre realidade e ficção presente na narrativa e materializada na fotografia de Bernardo Cople na capa, impressa em papel texturizado feito com fibras de algodão. Como memória ancestral da paisagem narrativa (com a qual mantém uma relação anacrônica — a fotografia é de 2015 e o livro foi lançado na Argentina em 2018), a imagem é um convite a múltiplas interpretações.

O miolo, na medida em que apresenta em frames de um rolo de filme contínuo os rascunhos de roteiros que o personagem jamais executará, resgata graficamente a consciência cinematográfica que Maqueira imprime na narrativa.

O uso da imagem em preto em branco e do amarelo é uma homenagem às capas clássicas da revista francesa Cahiers du Cinéma e à Série Noire, famosa coleção de romances policiais da editora Gallimard criada por Marcel Duhamel em 1945 e da qual a edição da PONTOEDITA faz uma releitura, também, do formato.

“Faça-se você mesmo” é o livro no. 5 da PONTOEDITA.

Sobre o autor
Enzo Maqueira (Buenos Aires, 1977) é um escritor e jornalista argentino. Formou-se em Comunicação Social no Centro de Altos Estudios en Ciencias Exactas e é colaborador do Clarín e das revistas Anfibia, Vice e Viva, além de apresentador do programa Narraciones Extraordinarias na Radio Provincia de Buenos Aires. Considerado uma das vozes mais proeminentes da literatura contemporânea latino-americana, é autor dos livros “istorias de putas (2008), Ruda macho (2010), El impostor (2011), Electrónica (2014) e Rarities (2021). Publicado originalmente em 2018, Faça-se você mesmo foi finalista do Prêmio Silverio Cañada da Semana Negra de Gijón, na Espanha, e é a estreia do autor no Brasil.

Sobre a editora
A PONTOEDITA é uma editora independente e de nicho que publica literatura, artes visuais, música, poesia, performance e tradução sempre em edições únicas com tratamento editorial autoral e intervenções exclusivas de artistas dos mais variados campos.

Ficha técnica
Título: Faça-se você mesmo
Autor: Enzo Maqueira
Tradutor: Mauricio Tamboni
Apresentação: J. P. Cuenca
Imagem da capa: Bernardo Cople
Número de páginas: 144
Valor: R$99,90
À venda exclusivamente no site da editora, neste link: https://bit.ly/2XzfdQv

CHORAR PRA QUÊ?

O manual de sobrevivência de Bruno Sant’Anna.

Depois de andar por três dias seguidos através da linha do trem, dormindo no mato ou em casas abandonadas que encontrava pelo caminho, Bruno Sant’Anna, com seus cabelos longos – algo entre Descartes e Keanu Reeves – e o corpo magro e fino, se deu conta de que havia chegado a Paranaguá. O aviso de que estava na cidade portuária veio pelo ar: sentiu o cheiro úmido da soja que caíra dos caminhões e agora apodrecia nas ruas que levavam ao porto. Aos 21 anos, Sant’Anna percorrera 110 km em um estado de quase inconsciência. Os calçados estavam forrados por folhas e a mochila recheada com chocolate, ovos (que se quebrariam mais tarde e fariam uma grande bagunça), bolacha, latas de sardinha Pescador, duas velas, duas cervejas e um pão fatiado – que somavam R$15,98 e foram comprados em um mercadinho em Piraquara, nas primeiras horas de viagem – davam o tom do seu estado de espírito.

A fuga surgiu sem que o estudante de Filosofia soubesse que estava fugindo, escapando de uma realidade que dia após dia lhe escarrava no rosto. Bruno passara a noite com os colegas de faculdade no Academia do Lanche, um bar tradicional ao lado da Reitoria da UFPR, comumente chamando de Zarabata, e havia pouco que perdera o emprego como professor em um cursinho particular de Curitiba depois de retrucar um aluno – que o mandara para lugares de luminosidade irregular – em tentativas constantes de criar uma rebelião na sala.

Com o celular na mão, o lendário Nokia 3310, o professor calculou quanto o garoto valia no seu salário: pouco mais de seis centavos.

– Não precisa mais aparecer na minha aula –, disse em um tom entre a súplica e a camaradagem, como se fizesse um bem para o adolescente, e estendeu uma moeda de um real, mais que o suficiente para que desaparecesse durante todo o resto do ano.

Não demorou para que o pai do garoto soubesse da história e, advogando em favor do filho, fosse em busca de reparações. Estaria tudo bem se o professor, já despido do seu próprio arroubo rebelde, pedisse desculpas. “Eu me neguei e pedi demissão”, conta – passados já treze anos. “Eu devia ter esperado que me mandassem embora.” Tentando esquecer o aluguel, tomou algumas cervejas e fumou um baseado, o bastante para lhe tirar de órbita.

***

– Você é louco –. O homem, um negro que encontrara poucos minutos antes na estrada de ferro, tentava dissuadir o amigo desconhecido da ideia, genuinamente estranha, de andar pelos dormentes do trem.

Bruno não se recorda como chegou à casa daquele sujeito. A construção era simples, um bocado de madeira pregada que deixava passar o frio do inverno curitibano. Quando, finalmente, convenceu o anfitrião a levá-lo, em um carro velho e amassado, até certo ponto da ferrovia, pode voltar aos trilhos, onde – ao menos, era o que imaginava – seguiria sozinho.

Na verdade, encontrou outras pessoas pelo caminho, como os funcionários da estrada de ferro que tentaram embarcá-lo à força em um comboio e enviar o peregrino de volta à capital. Esse episódio é nebuloso – como é nebulosa a noite em que dormiu numa casa prestes a desmoronar e que já foi abrigo para o pintor Alfredo Andersen, quando retratava a Serra do Mar –, mas Bruno lembra que conseguiu se desvencilhar dos homens de alguma maneira. Quase no final da viagem, esbarraria com um vendedor de ovos que lhe deu carona em sua Belina e lhe adiantou uns passos até o destino misterioso.

De todas os flashes que aparecem na sua mente, como se fossem uma memória picotada, o mais forte e frequente é o dos pés adormecidos, anestesiados pela caminhada. Uma década mais tarde, Bruno experimentaria essa sensação novamente, desta vez sem se mexer, sem conseguir colocar o corpo para fora da cama. Essa espécie de petrificação jamais o abandonaria. Seria preciso aprender a conviver com ela.

Para ler o texto na íntegra, clique aqui.

Fonte: Texto de Jonatan Silva publicado dia 20 de setembro de 2021 no site Medium

NICHELE MATERIAIS PARA CONSTRUÇÃO CONTRATA COORDENADOR (A) DE MERCHANDISING

Vaga para trabalhar em Curitiba e região, na Nichele Materiais para Construção

“A Nichele está contratando Coordenador (a) de Merchandising! Os requisitos são:
-Ensino superior completo;
-Domínio do pacote office;
-Domínio de tendências de varejo e exposições de produtos;
-Experiência de Visual Merchandising em grandes lojas;
-Vivência na área de gestão de pessoas;
-Disponibilidade para Curitiba e Região Metropolitana, possuir CNH.

Ficou interessado? Então mande o seu currículo pra gente!
Envie para o email: curriculos@nichele.com.br ou cadastre-se pelo site www.nichele.com.br

fonte

ESTÁGIO EM DESIGN (01 VAGA) / CURITIBA

Estágio em Design (01 Vaga). Vaga para estagiar em Curitiba, no bairro Hugo Lange.

atividades: criação e publicação de material e conteúdo relacionado a atividade da empresa. 

requisitos: Cursando Design, administração ou Marketing.

Horário das 13:00 as 18:00.

Bolsa auxilio R$700,00 + Auxilio Transporte.

Interessados enviem currículo para: vagas@falavinhacontabil.com.br com o título da vaga no assunto.

BOLSA QUALIFICAÇÃO 2021 ::: EDITAL RETIFICADO

A Secretaria da Comunicação Social e da Cultura (SECC) do Paraná, por meio da Superintendência-Geral da Cultura, informa que estão abertas as inscrições para as 12 mil vagas do Programa Bolsa Qualificação Cultural – Lei Aldir Blanc 2021. Para macrorregião de Curitiba serão 3.784 vagas.  As inscrições vão de 15 a 04 de outubro de 2021.

O objetivo geral do Programa Bolsa-Qualificação é a oferta de cursos de qualificação e concessão de bolsas para até 12.000 (doze mil) trabalhadores e trabalhadoras da Cultura, pessoas físicas, residentes no Estado do Paraná. 

Os objetivos específicos do Programa Bolsa-Qualificação são:
– Incentivar a participação destes trabalhadores no processo de formação;
– Garantir conhecimentos mínimos necessários para participação em editais e ações desenvolvidas pela Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura-SECC;
– Qualificar os trabalhadores e trabalhadoras no segmento cultural em que atuam, deixando assim um legado de aperfeiçoamento do fazer Cultural e a possibilidade de geração de trabalho, emprego e renda.

Os cursos do Programa Bolsa-Qualificação Cultural serão ofertados na modalidade de Educação a Distância. Os cursos terão duração total de 120 (cento e vinte) horas, divididos em 03 (três) Módulos de 40
(quarenta) horas cada, no período de no período de 19 de outubro a 08 de dezembro de 2021.

São 3 módulos de 40 horas cada, onde você vai estudar sobre cultura e no final de cada módulo ganha R$1.000,00. 

Os cursos do Programa Bolsa-Qualificação Cultural serão ofertados na modalidade de Educação a Distância.
Os cursos contém 03 Módulos:
MÓDULO 1 – comum a todos os Segmentos do Setor Cultural;
MÓDULO 2 e MÓDULO 3 – Qualificação específica para cada segmento do setor cultural: Artes Visuais / Audiovisual / Circo/ Dança / Literatura, Livro e Leitura / Música / Ópera / Povos, Comunidades Tradicionais e Culturas Populares / Teatro / Técnicos que atuam na cadeia produtiva da cultura.

O pagamento das bolsas será realizado ao fim de cada módulo, em três parcelas de R$ 1.000,00 (um mil reais), totalizando R$ 3.000,00 (três mil reais) por bolsista. O pagamento das bolsas está condicionado ao bom desempenho no curso, ou seja, para receber a bolsa referente ao módulo concluído é preciso que o participante seja aprovado e receba o seu certificado de conclusão do módulo.

As inscrições serão realizadas online exclusivamente no endereço eletrônico no período no período de 00h00min do dia 15 de setembro de 2021 até às 23h59min do dia 04 de outubro de 2021. Os interessados devem acessar o link: https://inscricoes.apps.uepg.br/ 

Entre no site da Lei Aldir Blanc para saber mais sobre o programa, neste link.

Bolsa
CONFIRA O EDITAL RETIFICADO,  Edital Bolsa Qualificação Cultural – Lei Aldir Blanc, neste link.

fonte: Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura

Confira a
REUNIÃO COM OS DIRIGENTES MUNICIPAIS DE CULTURA
14 DE SETEMBRO DE 2021 | 9h30 às 11h30min


fonte: Cultura Paraná

GRUPO GRECA ASFALTOS CONTRATA ANALISTA DE COMUNICAÇÃO E MARKETING / ARAUCÁRIA-PR

O Grupo Greca Asfaltos, uma das maiores empresas em produtos para pavimentação asfáltica no Brasil, contrata Analista de Comunicação e Marketing. Vaga para a unidade de Araucária-PR.

atividades:
– Definir estratégias de comunicação e marketing.
– Produção e gerenciamento de conteúdo, gestão dos canais de comunicação e desenvolvimento do endomarketing.
– Responsável pelos eventos internos e participação em feiras e congressos.

Requisitos:
– Graduação em Marketing ou Publicidade e Propaganda.
– Necessário conhecimento em design gráfico (impresso e digital).
– Domínio de softwares como Photoshop, Illustrator, InDesign e Premiere.
– Experiência com gestão de canais digitais (análise, conteúdo e design): sites, intranet, canais digitais, redes sociais e produtos Google Ads, Analytics e Meu Negócio.
– Disponibilidade para atuar em Araucária-PR.

Benefícios: assistências médica e odontológica, seguro de vida em grupo, vale-alimentação, participação nos resultados da empresa, previdência privada, treinamentos internos, refeição no local, espaço para contato com a natureza, área para descanso e biblioteca colaborativa.

Interessados encaminhar currículo com pretensão salarial para rh@grecaasfaltos.com.br com o nome da vaga no assunto.

fonte