TRÊS VEZES POE TRANSFORMA CLÁSSICOS DE EDGAR ALLAN POE EM SOLO CONTEMPORÂNEO

O universo de Edgar Allan Poe ganha novas formas no palco com Três Vezes Poe, espetáculo da Lunar Companhia de Teatro que estreia com uma mini temporada em Curitiba, integrando a programação do Festival da Primavera.

As primeiras sessões acontecem no dia 3 de outubro, às 17h e às 20h, no Centro Cultural Espaço de Arte, que recebe também as apresentações do dia 10, nos mesmos horários. No dia 11, às 17h, a montagem chega ao Memorial de Curitiba, em sessão com Libras. Todas as apresentações têm entrada gratuita.

Interpretado por Victor Ferreira, com direção de Beto Meira, o solo aproxima Annabel Lee, O Coração Delator e O Corvo em uma livre adaptação que atravessa amor, perda, solidão, obsessão, saúde mental, memória e existencialismo.

DE O CORVO A TRÊS VEZES POE
A relação de Victor com Poe começou ainda no Colégio Estadual do Paraná, quando estudava teatro e teve contato com uma leitura de O Corvo. Em 2025, o ator levou ao palco uma primeira versão de um solo inspirado em O Coração Delator, no Teatro José Maria Santos, durante a Mostra Novos Olhares, com direção de Marrara Mara.

Agora, essa pesquisa se amplia e aproxima três obras que encontram pontos de contato entre amor, perturbação e existência.

“Poe tem uma capacidade muito particular de construir o terror sem necessariamente torná-lo gráfico. Ele passa pela solidão, pelo mistério e pela fantasia de uma forma muito poética. Em alguns textos, transforma as palavras em uma teia que envolve o espectador pela leitura e pela própria sonoridade”, conta Victor.

A dramaturgia de Lara Rodi e Rafael Delgado parte dos textos originais para criar uma experiência cênica contemporânea. O espetáculo não busca reproduzir os contos, mas fazer com que essas figuras encontrem outro corpo, outra voz e outro tempo.

UM SOLO FEITO POR MUITAS MÃOS
Embora tenha apenas um ator em cena, Três Vezes Poe é construído por muitas presenças. Cenário, som, iluminação e figurino ampliam o corpo de Victor em cena e ajudam a criar as atmosferas que atravessam as três obras de Poe.

“Conceber este espetáculo, a partir da obra de Edgar Allan Poe, reúne uma equipe de jovens realizadores e o desejo de levar à cena um olhar novo, plural e inspirador, nascido da contribuição de cada artista envolvido. Uma criação permeável às possibilidades que surgem da participação apaixonada de cada integrante da equipe”, afirma Beto Meira.

Para o diretor, o encontro com o público também integra o processo de criação e abre uma nova etapa para o amadurecimento da montagem.

Três Vezes Poe tem apresentações nos dias 3 e 10 de outubro, às 17h e às 20h, no Centro Cultural Espaço de Arte, e no dia 11 de outubro, às 17h, no Memorial de Curitiba, em sessão com Libras. Todas as apresentações têm entrada gratuita.

O projeto é realizado com recursos do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura de Curitiba – Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba.

SERVIÇO:
Espetáculo: Três Vezes Poe
Local: Centro Cultural Espaço de Arte
Rua Alberto Folloni, 1534 – Ahú
Datas: 3 e 10 de outubro, às 17h e às 20h
Local: Memorial de Curitiba
Rua Dr. Claudino dos Santos, 79 – São Francisco
Data: 11 de outubro, às 17h
Sessão com Libras
Ingressos: Gratuito – distribuição 1h antes de cada sessão, sujeitos à lotação.
Duração: aproximadamente 50 minutos.
Classificação: Livre para todos os públicos.

FICHA TÉCNICA:
Direção: Beto Meira
Ator: Victor Ferreira
Dramaturgia: Lara Rodi e Rafael Delgado
Assistência de direção: Marrara Mara
Cenário e figurino: Gui Almeida
Sonoplastia: Victor Willian
Iluminação: Felipe Schier
Caracterização: Anáthaly Kleina
Fotos: Duda Ferreira
Design: Victor Ferreira
Produção: Heleno Rohn
Coordenação do projeto: Cássia Hauari

SOBRE O ARTISTA
Victor Ferreira é ator e artista da cena, com trajetória iniciada ainda no período escolar, no Colégio Estadual do Paraná, onde teve seu primeiro contato com a obra de Edgar Allan Poe a partir de uma leitura de “O Corvo”.

A relação com a literatura do autor se aprofundou ao longo dos anos e, em 2025, Victor apresentou uma primeira versão de um solo inspirado em “O Coração Delator”, no Teatro José Maria Santos, durante a Mostra Novos Olhares, com direção de Marrara Mara.

Na área audiovisual, participou de trabalhos como “Use Sua Voz”, da HBO, “Sessão de Terapia” e “Meu Avô Stanislau”, da Globo, experiências que também aproximaram seu trabalho do circuito de imprensa.

Essa trajetória se encontra agora com sua pesquisa sobre Poe em “Três Vezes Poe”, espetáculo em que interpreta um solo inspirado em “Annabel Lee”, “O Coração Delator” e “O Corvo”.

Além da atuação, Victor assina o design do cartaz da montagem e participa da construção de sua identidade visual, ampliando sua atuação no processo criativo.

Fonte: @bb_comunica
Foto: Duda Ferreira @dferreira.ph

TRIO CUSPÃO DE TEATRO ABRE SELEÇÃO PARA OFICINA GRATUITA QUE INVESTIGA A COMÉDIA COMO LINGUAGEM DE CRIAÇÃO

Ministrada pelo dramaturgo, ator e pesquisador do riso Amande Macedo, atividade acontece de 13 a 16 de outubro, em Curitiba, e integra projeto que dá origem a espetáculo sobre golpes digitais

O que faz uma piada funcionar? Como uma situação ganha ritmo, estrutura e vira dramaturgia? É a partir dessas perguntas que o Trio Cuspão de Teatro abre a seleção para a Oficina de Imersão em Dramaturgia Cômica, que acontece de 13 a 16 de outubro, em Curitiba. Gratuita, a atividade é conduzida pelo dramaturgo, ator e pesquisador do riso Amande Macedo, na Garalhufa Escola de Atuação, no Centro. As vagas são limitadas e as inscrições estão abertas por meio de formulário disponível no link da bio do @triocuspao

Destinada a maiores de 17 anos, a oficina reúne quatro encontros, das 19h às 22h, totalizando 12 horas de imersão na escrita cômica. A seleção acontece por meio de carta de interesse, voltada a pessoas interessadas em escrita, dramaturgia e nas possibilidades do humor como linguagem de criação.

A comédia levada a sério
Durante os encontros, Amande Macedo compartilha metodologias de escrita, elementos da linguagem cômica e técnicas de estruturação de piadas. A proposta combina reflexão e prática, passando por teorias do cômico, análise e construção de estruturas de humor, exercícios de escrita e experimentações.

A ideia é olhar para a comédia por dentro: entender seus mecanismos, testar possibilidades e perceber como ritmo, lógica, expectativa, quebra e absurdo podem ser utilizados na construção dramatúrgica. Para Amande, investigar a comicidade pela dramaturgia também envolve mudar a posição de quem produz e de quem é colocado como objeto do riso. “Investigar o riso no âmbito dramático teatral é como uma retomada de poder, pra mim. É identificar como possibilidade o fazer rir e não somente ser o alvo de riso”, comenta.

A pesquisa parte da possibilidade de assumir o lugar de quem conta a história e de transformar experiências em matéria para o riso. “É recuperar as rédeas de quem conta histórias suas, dos seus, das suas, des sues, e ainda se atreve a ter a intenção disso tudo desembocar em riso”. A oficina também tem uma dimensão prática e divertida. “Vamos levar muito a sério a comédia, analisar estruturas de piadas e investigar como provocar o riso como quem estuda seriamente as placas tectônicas”, afirma Amande.

Entre teorias, exercícios, tentativas e erros, os participantes experimentam as possibilidades da escrita cômica e descobrem, na prática, o que pode provocar um pequeno terremoto no diafragma.

Uma primeira etapa de “Alguém pode me ouvir?”
A oficina integra “Alguém pode me ouvir?”, proposição do Trio Cuspão de Teatro, grupo emergente da cena teatral de Curitiba que pesquisa a comicidade em cena.

O projeto nasce de uma história real que parece saída de uma comédia absurda: um golpista se passa por astronauta ao telefone e convence uma mulher de 65 anos a financiar sua suposta volta à Terra. “Alguém pode me ouvir?” é a primeira frase dita pelo golpista durante a abordagem.

A situação desperta o interesse do Trio Cuspão para investigar as fraudes digitais pela linguagem teatral. O espetáculo aborda estratégias utilizadas por golpistas e formas de prevenção, aproximando informação, humor e teatro.

A oficina acontece antes do processo criativo da montagem. A criação do espetáculo começa no início de 2027, a partir das pesquisas desenvolvidas pelo grupo. A temporada está prevista para maio de 2027, com 16 apresentações em Curitiba.

O projeto inclui ainda audiodescrição integrada, em parceria com a CASA Consultoria, e bate-papos com o público após as sessões.

Neste momento, o Trio Cuspão volta o olhar para a própria matéria-prima de seu trabalho: a comicidade. A oficina cria um espaço de investigação e compartilhamento de ferramentas de dramaturgia que também alimentam a pesquisa do grupo para o futuro espetáculo.

SERVIÇO:
OFICINA DE IMERSÃO EM DRAMATURGIA CÔMICA
Quando: 13 a 16 de outubro de 2026 | 19h às 22h
Carga horária: 12 horas
Onde: Garalhufa Escola de Atuação (Rua São Francisco, 308, Centro)
Público: maiores de 17 anos
Vagas: limitadas
Seleção: por meio de carta de interesse
Inscrições: gratuitas, via formulário disponível no link da bio do @triocuspao | linktr.ee/triocuspao | https://forms.gle/2uvXR3S2MXJi75YS9

Fonte: @bb_comunica
Arte: Will Fagundes

5ª MOSTRA CLAUDETE PEREIRA JORGE ABRE AS PORTAS DO TEATRO E SE ESPALHA POR CURITIBA

De 10 a 29 de outubro, programação gratuita ocupa o Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge, Casa Hoffmann, Passeio Público, Praça Santos Andrade e Espaço Fantástico das Artes.

Claudete Pereira Jorge foi a primeira mulher a dar nome a um teatro público de Curitiba. E também dá nome a uma travessa em frente ao Teatro Guaíra. Em outubro, sua memória ganha novos caminhos. De 10 a 23 de outubro, a 5ª Mostra Claudete Pereira Jorge realiza uma antiga vontade: deixar de acontecer apenas dentro do teatro e ocupar outros espaços da cidade. Pela primeira vez, o festival chega ao Passeio Público, à Praça Santos Andrade, à Casa Hoffmann e ao Espaço Fantástico das Artes, sem deixar de ocupar todos os espaços do Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge. Toda a programação é gratuita.

Realizada pela NBP Produções, Cia. Fluctissonante e Pomeiro Gestão Cultural, a Mostra reúne teatro, dança, performance, música, instalação, oficinas e encontros com o público, misturando artistas convidados e trabalhos selecionados por convocatória pública. “A gente queria há algum tempo que a Mostra pudesse sair do Novelas e encontrar outros lugares da cidade. Claudete faz parte da memória de Curitiba e faz sentido que essa homenagem também ocupe outros espaços, criando novos encontros entre artistas, públicos e territórios”, afirma Helena de Jorge Portela, filha de Claudete, diretora da Cia. Fluctissonante, idealizadora e curadora da Mostra.

Convites, descobertas e uma cena em movimento
Quatro espetáculos foram convidados especialmente para esta edição: Do Dia Em Que Olhei No Espelho e Não Me Encontrei, de Pagu Leal; Baderna, de Giorgia Conceição (Miss G); Brio Breu, da cia. sol-te; e HI, BREASIL!, do Grupo Olho Rasteiro. Os demais trabalhos foram selecionados por meio de convocatória pública, ampliando o diálogo da Mostra com diferentes artistas e propostas da cena curitibana.

O resultado não pretende caber em uma única estética. São trabalhos que transitam pelo teatro, dança, performance, música e artes visuais, reunindo diferentes trajetórias, corpos, linguagens e perspectivas. “A convocatória abre a Mostra para aquilo que a gente ainda não conhece. Ao mesmo tempo, os convidados trazem trabalhos que queríamos muito colocar em diálogo com essa programação. O encontro entre essas duas frentes é parte importante da identidade desta edição. A ideia é criar uma programação que tenha diversidade de linguagens, mas também diversidade de olhares, corpos e experiências”, explica Igor Augustho, diretor de produção da Pomeiro Gestão Cultural e curador da Mostra.

Acessibilidade como ponto de partida
Se a Mostra quer ocupar novos lugares, também quer ampliar quem pode ocupar esses lugares. A acessibilidade atravessa o evento, por isso, todas as peças da programação têm sessões com tradução para Libras. A comunidade surda pode, assim, acompanhar todos os espetáculos da Mostra.

O Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge, conta com acessibilidade para pessoas em cadeiras de rodas, idosas, com mobilidade reduzida, gestantes, etc. A proposta acompanha a própria diversidade da programação, fazendo da acessibilidade parte da experiência dos espetáculos e das relações construídas com o público. “A acessibilidade não é um recurso que acrescentamos depois. Ela faz parte da forma como pensamos a programação, os espaços e as relações. Queremos uma Mostra onde mais pessoas possam se reconhecer como parte da cena”, destaca Nautilio Portela, diretor da NBP Produções, diretor artístico da Mostra.

E se a ideia é ampliar os encontros, as crianças e as famílias também ganham espaço especial nesta edição. Histórias da Rainha Efigênia, de Ciliane Vendruscolo, acontece no Passeio Público, nos dias 10 e 11 de outubro, às 11h. No teatro, Brio Breu, da sol-te companhia, tem sessões nos dias 17 e 18 de outubro, às 15h, em uma programação voltada para todas as idades. Já HI, BREASIL!, do Grupo Olho Rasteiro, leva a Mostra para a rua, com apresentações gratuitas e de classificação livre na Praça Santos Andrade, em frente às escadarias da UFPR, nos dias 17 de outubro, às 17h, e 19 de outubro, às 18h.

Em caso de chuva, a apresentação de Histórias da Rainha Efigênia prevista para o espaço externo será transferida para a Casa Hoffmann. Para HI, BREASIL!, basta acompanhar o Instagram da Mostra Claudete.

Da formação à festa
As ações formativas acompanham diferentes momentos da Mostra. Na Casa Hoffmann, a programação começa antes das apresentações artísticas, com Introdução às Danças Urbanas, com Alucas Santos, e Autonarrativas da Beleza, vivência de escrita com Pagu Leal. Durante a programação, Leal também conduz A Língua Pode Ser um Bicho, oficina de escrita realizada no dia 10 de outubro. Já nos dias 28 e 29, após o encerramento da programação artística, Kênia Coqueiro conduz Caracterização Consciente.

A programação formativa também se aproxima da criação cênica com a Micro-residência de Palhaçaria – Sala de Espera, que reúne encontros nos dias 6 e 10 de outubro e culmina na intervenção artística Sala de Espera, no dia 11 de outubro, às 19h, no Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge. A participação é gratuita e requer inscrição prévia.

O Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge recebe ainda espetáculos, performances, pocket shows e a instalação Não Foi Possível Executar, de Luques Oliveira, além de bate-papos entre artistas e a crítica cultural Luciana Romagnolli após apresentações selecionadas.

“A Mostra chega à quinta edição sem perder a vontade de experimentar. Continuamos celebrando a produção local, mas agora ampliamos os lugares de encontro. Para além de ocupar espaços, queremos criar relações entre artistas, obras e públicos”, completa Igor Augustho.

E, para terminar do jeito que a Mostra gosta, a programação sai novamente do teatro. No dia 23 de outubro, o Espaço Fantástico das Artes recebe a festa de encerramento, com o pocket show Voa Noite Duo, de Lu Faccini e Leo Gumiero, e o irreverente Troféu Cabeça de Chinchila.

A programação completa está disponível no Instagram @mostraclaudete

SERVIÇO:
5ª Mostra Claudete Pereira Jorge
De 10 a 23 de outubro de 2026
Entrada: Para os espetáculos retirada de ingressos gratuitos 1 hora antes na bilheteria do Teatro. Para as demais atrações não há necessidade de retirada de ingressos, entrada por ordem de chegada sempre sujeita a lotação dos espaços. Para as oficinas, inscrições na rede da Mostra Clau (@mostraclaudete)

Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge
Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1222 – São Francisco

Casa Hoffmann
Rua Dr. Claudino dos Santos, 58 – São Francisco
Passeio Público
Rua Luiz Leão, s/nº – Centro
*Apresentações de “Histórias da Rainha Efigênia”. Em caso de chuva, a programação será transferida para a Casa Hoffmann, mantendo-se o mesmo horário no dia 10 e às 13h no dia 11.

Praça Santos Andrade
Centro
*Apresentações de “HI, BREASIL!”. Em caso de chuva, basta verificar as redes sociais da Mostra (@mostraclaudete) para atualizações.

Espaço Fantástico das Artes
Rua Trajano Reis, 41 – São Francisco

Festa de encerramento – 23 de outubro.

Oficinas: Acontecem antes e depois da Mostra. São gratuitas, verifique as condições para participação no perfil do evento @mostraclaudete

Realização: NBP Produções, Cia. Fluctissonante e Pomeiro Gestão Cultural | Financiamento: Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Curitiba – Mecenato Subsidiado | Apoio: Fundação Cultural de Curitiba.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA
AÇÕES FORMATIVAS

As oficinas da 5ª Mostra Claudete Pereira Jorge acontecem integralmente na Casa Hoffmann, ampliando pela primeira vez a presença da Mostra pela cidade. São quatro atividades gratuitas, voltadas a diferentes práticas e experiências de criação.

Terça (6) e quinta (8): Introdução às Danças Urbanas, com Alucas Santos, das 18h30 às 21h30, propõe um primeiro contato com linguagens como hip-hop, funk e passinho, aproximando dança, cultura e diferentes corporeidades.

Quarta (7) e sexta (9): Autonarrativas da Beleza, com Pagu Leal, das 18h30 às 21h30, investiga escrita autobiográfica e criação dramatúrgica a partir de questões como beleza, corpo, tempo e identidade.

Sábado (10): A Língua Pode Ser um Bicho, com Leal, das 14h às 18h, propõe uma investigação sobre linguagem, corpo e criação.

Quarta (28) e quinta (29): Caracterização Consciente, com Kênia Coqueiro, das 18h30 às 21h30, encerra a programação formativa da Mostra.

A Micro-residência de Palhaçaria – Sala de Espera reúne encontros nos dias 6 e 10 de
outubro e culmina na intervenção artística do dia 11 de outubro, às 19h.

As oficinas são gratuitas. As inscrições devem ser realizadas pelos formulários disponíveis no link da bio do Instagram @mostraclaudete

APRESENTAÇÕES E AÇÕES ARTÍSTICAS
A programação artística começa oficialmente no sábado (10), com Histórias da Rainha Efigênia, de Ciliane Vendruscolo, às 11h, no Passeio Público. Em caso de chuva, a apresentação será transferida para a Casa Hoffmann. Às 19h30, o Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge recebe Vida Útil, com Gilda Elisa sob texto e direção de Igor Augustho, espetáculo que marca o retorno da atriz aos palcos e conta com tradução para Libras, celebrando o primeiro dia de apresentações com o famoso brinde a Claudete.

Domingo (11): às 11h, Histórias da Rainha Efigênia faz segunda apresentação no Passeio Público. Às 19h, no hall do teatro Sala de Espera, com Camila Jorge, Janaína Fernanda e Suelen Oliveira, junto a palhaças e palhaces que participaram de uma micro-residência que resulta numa intervenção criada a partir de uma micro-residência de palhaçaria, vai ocupar o teatro. Às 19h30, Vida Útil tem nova apresentação, também com Libras.

Terça (13): começa a exposição da instalação Não Foi Possível Executar, de Luques Oliveira, no hall do teatro, onde permanece até o dia 17, aberta a visitação durante os horários de programação. Às 20h, a Cia. Café Preto apresenta Sinal de Vida, jogo de compartilhamento de performances e cenas que partem da pergunta “o que é vitalizante hoje?”. A sessão será seguida de bate-papo com Luciana Romagnolli.

Quarta (14): às 19h, o hall recebe o pocket show de Vini Sant. Às 20h, Sinal de Vida retorna ao palco, com tradução para Libras.

Quinta (15): às 20h, Pagu Leal apresenta Do Dia Em Que Olhei No Espelho e Não Me Encontrei, seguido de bate-papo com Luciana Romagnolli.

Sexta (16): às 19h, Catharine Moreira e Talita Grünhagen apresentam a cena curta bilíngue em Libras e português Vem, Desconecta!. Às 20h, Pagu Leal retorna com Do Dia Em Que Olhei No Espelho e Não Me Encontrei, desta vez com tradução para Libras.

Sábado (17): às 15h, a programação para crianças e famílias apresenta Brio Breu, da sol-te companhia, com Libras. Às 17h, o Grupo Olho Rasteiro apresenta o espetáculo de rua HI, BREASIL!, de classificação livre, na Praça Santos Andrade, em frente às escadarias da UFPR. Às 20h, o OMI Núcleo Artístico e Cavala Produções, apresentam Revisitando a Grandeza que Somos – Cartas para Tereza de Benguela, seguido de bate-papo com Luciana Romagnolli.

Domingo (18): às 15h, Brio Breu tem nova sessão para crianças e famílias. Às 19h, o hall do teatro recebe Letologias, com Trava da Fronteira. Às 20h, Revisitando a Grandeza que Somos – Cartas para Tereza de Benguela retorna, desta vez com tradução para Libras.
Segunda (19): às 18h, o Grupo Olho Rasteiro apresenta o espetáculo de rua HI, BREASIL!, de classificação livre, na Praça Santos Andrade, em frente às escadarias da UFPR. Em caso de chuva, basta acompanhar o Instagram da Mostra Claudete.

Quarta (21): às 19h, Trabatalhar uma performance com Leal no hall do Teatro Novelas. Às 20h, Giorgia Conceição (Miss G) apresenta Baderna, seguido de bate-papo com Luciana Romagnolli.

Quinta (22): às 19h, o hall recebe Horrorosas Desprezíveis com o pocket show Lésbika’s. Às 20h, Baderna retorna, com tradução para Libras.

Sexta (23): a Mostra encerra sua programação artística no Espaço Fantástico das Artes, com abertura da casa a partir das 19h, com o pocket show Voa Noite Duo, de Lu Faccini e Leo Gumiero, e o Troféu Cabeça de Chinchila, festa de encerramento que celebra a produção artística curitibana com humor e irreverência.

A programação é gratuita. Informações sobre classificação indicativa, acessibilidade, inscrições e eventuais alterações estão disponíveis no Instagram @mostraclaudete

Ficha Técnica:
Direção Artística: Nautilio Portela | Curadoria: Helena de Jorge Portela e Igor Augustho | Direção de Produção: Igor Augustho | Produção Executiva: Bruna Bazzo | Assistente de Produção: Felipe Bacelar | Assessoria Jurídica e Contábil: Ivanes Mattos | Tradução para Libras: Talita Grünhagen | Mediação Bate Papos: Luciana Romagnolli | Mestres de Cerimônias: Geysa Costa e Nautilio Portela | Coordenação Técnica: Lucas Amado | Produção Técnica: Blip Art | Responsável Técnico: Marley | Sonorização: Rochedo Produções Artísticas | Identidade Visual e Design Gráfico: Pat Cividanes | Assessoria de Comunicação: Bruna Bazzo | Cobertura em Tempo Real e Video Creator: Willa Tomas | Registros Fotográficos e Audiovisuais: Chico Paes | Captação de Recursos: Adriano Vogue | Realização: Cia. Fluctissonante e NBP Produções | Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural

Assessoria de Imprensa
BB Comunica – @bb_comunica
Foto: Vitor Dias

“FALE AGORA” LEVA O FOXP2 DO LABORATÓRIO AO PALCO PARA INVESTIGAR FALA, SILÊNCIO E ESCUTA

Solo científico-filosófico escrito e dirigido por Pagu Leal, com atuação de Marrara Mara, tem apresentações gratuitas nos dias 19, 20 e 27 de setembro, em Curitiba, pelo Festival da Primavera

O que nos torna capazes de falar? E o que acontece quando uma pessoa tem voz, mas não encontra quem a escute? Essas perguntas atravessam Fale Agora, solo científico-filosófico escrito e dirigido por Pagu Leal e interpretado por Marrara Mara. A montagem parte de uma descoberta sobre o FOXP2, gene relacionado à fala e à linguagem, para construir uma investigação cênica sobre evolução, comunicação, silêncio e poder.

A estreia acontece em setembro, dentro da programação do Festival da Primavera, promovido pela Fundação Cultural de Curitiba. O espetáculo terá quatro apresentações gratuitas no Centro Cultural Espaço de Arte, nos dias 19 e 20 de setembro, e uma apresentação na Casa Hoffmann, no dia 27.

Do gene à linguagem
A ideia de Fale Agora surgiu quando Pagu Leal encontrou, em um livro de biologia, informações sobre o FOXP2. A descoberta abriu uma pesquisa sobre a capacidade humana de linguagem e os processos evolutivos que permitiram o desenvolvimento de formas tão complexas de comunicação.

A fala, porém, não acontece por causa de um único elemento. Genética, cérebro, língua, boca, pregas vocais e outros mecanismos participam desse processo. Em cena, essas questões científicas convivem com perguntas filosóficas e situações concretas em que falar pode ser uma experiência de disputa, vulnerabilidade e resistência. “Tudo começou com um livro que me fez perguntar o que nos torna humanos: o que nos permite falar do passado, projetar o futuro e criar poesia? A pesquisa me levou ao FOXP2, um gene relacionado à capacidade humana de falar. A partir daí, fui entendendo que a fala é resultado de uma série de processos evolutivos que envolvem genética, cérebro, língua, boca, pregas vocais e toda uma complexidade que a peça investiga em cena”, explica Pagu Leal.

Três vozes em cena
Sozinha no palco, Marrara Mara constrói três figuras que atravessam diferentes dimensões da fala. Uma delas é uma cientista e professora fascinada pelo corpo humano, pela evolução e pelos mecanismos que permitem transformar ideias em linguagem. Outra é uma atriz que chega a uma delegacia para prestar uma queixa e se depara com a dificuldade de falar sobre o que aconteceu e ser efetivamente ouvida. A terceira é a Narradora/Cassandra, responsável por fazer perguntas, estabelecer conexões e deslocar a narrativa entre diferentes tempos e histórias.

A construção das personagens coloca corpo e voz no centro da cena. Bailarina e atriz, Marrara reúne sua experiência nas duas linguagens para sustentar um solo que transita entre informação científica, ficção, humor, memória e questões políticas. “Na peça, interpreto três vozes: uma cientista, uma atriz e uma narradora. A cientista me levou para um universo muito diferente do meu, de pesquisa sobre genética e evolução da linguagem, e foi uma delícia descobrir tudo isso a partir do texto da Pagu. Já a atriz, que vai a uma delegacia prestar uma queixa, toca em um lugar muito sensível para mim e me faz pensar na dificuldade que tantas mulheres enfrentam para conseguir falar sobre situações de violência. E a narradora é quem faz as perguntas difíceis e liga todos esses pontos. É uma viagem entre passado, presente e futuro que estou muito curiosa para ver como vai reverberar nas pessoas”, conta Marrara Mara.

A pesquisa científica encontra, assim, uma questão histórica: se a linguagem possibilitou à humanidade contar histórias, expressar sentimentos, fazer acordos, falar sobre aquilo que já aconteceu e imaginar o que ainda não aconteceu, por que tantas vozes continuam sendo interrompidas, desacreditadas ou silenciadas? “Se de um lado a humanidade pode ser pensada a partir da nossa capacidade de falar, expressar ideias e sentimentos, contar histórias e fazer acordos, por outro, essa mesma capacidade também produziu silenciamentos. Ao longo da História, muitas vozes foram caladas em detrimento de uma voz única, de um discurso que se impôs. É nesse paradoxo que a peça se coloca: o que significa ter voz e, ainda assim, não ser ouvido?”, indaga Pagu Leal.

A encenação reúne diferentes linguagens artísticas para construir esse trânsito entre ciência, pensamento e experiência. Nadja Naira assina a luz; Ane Adade, a direção de movimento; Gui Almeida, cenário e figurino; e Tafnes Taborda, a trilha sonora original e as paisagens sonoras. A produção é de Cassia Hauari e Thaíse Hauari, com produção de conteúdo de Juliana Zaguobinski, design e identidade visual de Johnny Leal e produção executiva da Sociedade Poética.

SERVIÇO:
Espetáculo – Fale Agora
Centro Cultural Espaço de Arte: Rua Alberto Folloni, 1534 – Ahú
Dias: 19 de setembro de 2026 (sab), 18h e 20h | 20 de setembro de 2026 (dom), 17h e 19h | *17h – apresentação com Libras |
Ingressos: Entrada gratuita, 35 lugares, sujeitos à lotação. Distribuição 1 hora antes de cada apresentação na bilheteria. *O Centro Cultural Espaço de Arte também conta com café-bistrô, com mesas, comidas e bebidas, aberto ao público.
Casa Hoffmann: Rua Claudino dos Santos, 59 – São Francisco
Dia: 27 de setembro de 2026 (dom), 12h
Ingressos: distribuição 1 hora antes da apresentação.
Informações: @faleagorasolo

Ficha técnica
Texto e Direção: Pagu Leal | Atuação: Marrara Mara | Luz: Nadja Naira | Cenário e Figurino: Gui Almeida | Trilha Sonora: Tafnes Taborda | Direção de Movimento: Ane Adade | Coordenação de Produção: Cassia Hauari | Produção: Thaíse Hauari | Produção de Conteúdo: Juliana Zaguobinski | Designer e Identidade Visual: Johnny Leal | Produção Executiva: Sociedade Poética

Marrara Mara iniciou os estudos em dança aos 12 anos e formou-se bailarina pela Escola de Danças do Teatro Guaíra. É graduada em Bacharelado e Licenciatura em Dança pela UNESPAR/FAP e atriz formada pela Academia de Artes Cênicas Cena Hum. Sua trajetória transita entre teatro, dança e audiovisual.

Participou de produções das companhias Stavis Damaceno e Regina Vogue, entre elas Tom 208 beijos e abraços sem fim, Homem ao vento e Bita e as Brincadeiras, trabalhos que receberam indicações e premiações no Troféu Gralha Azul e na APCA. No audiovisual, atuou em comerciais, videoclipes, curtas e longas-metragens, como Doutor Monstro, de Marcos Jorge, Tantas Coisas Contém em Si o Acidente, de Ana Johann, e na série Contracapa. É também cofundadora da Lunar Cia de Teatro. Foto: Bruma de Sá.

Pagu Leal é atriz, dramaturga, diretora, produtora cultural e criadora de conteúdo digital, com mais de três décadas de trajetória nas Artes Cênicas. Formada em Filosofia pela UFPR, desenvolve pesquisas em Filosofia da Linguagem, Teoria da Comunicação, Neurofilosofia e Cognição, campos que atravessam sua prática artística e pedagógica.

Como atriz, participou de mais de 40 espetáculos profissionais em Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e interior do Paraná, trabalhando com companhias como Delírio, Satyros, Confraria Cênica, Tanta Produções, Duplo Produções e Stavis Damaceno. Na televisão, criou, roteirizou e atuou na série de humor Coisas de Casal, exibida pela RPC/Globo. Como diretora, assinou trabalhos como Difícil Amor e a direção artística de concertos da Camerata Antiqua de Curitiba.

Na dramaturgia, tem 12 textos encenados, entre eles A Vênus das Peles, vencedor do Prêmio Myriam Muniz/Funarte, Difícil Amor, vencedor do Troféu Poty Lazarotto, e Que Absurdo!, selecionado para Dramaturgias Contemporâneas da Fundação Cultural de Curitiba. Também publicou ensaios críticos e artigos científicos, aproximando pensamento filosófico e prática artística. Foto: Bruma de Sá.

Assessoria de Imprensa:
BB Comunica – @bb_comunica
Crédito fotos: Juliana Zaguobinski
, Bruma de Sá.

DROLMAS ESTREIA EM CURITIBA REVISITANDO O MITO DE MEDUSA

Espetáculo cruza mitologia grega, budismo tibetano e cultura popular brasileira em temporada gratuita de 17 de setembro a 4 de outubro, no Espaço Excêntrico Mauro Zanatta

Medusa não nasceu monstro. Foi transformada em um. É a partir dessa história que Drolmas revisita o mito das três górgonas e leva à cena Ana Decker, Katia Horn e Samara Rocha, em uma montagem que cruza mitologia grega, budismo tibetano e referências da cultura popular brasileira. A temporada começa em 17 de setembro, com entrada gratuita, no Espaço Excêntrico Mauro Zanatta.

Com dramaturgia de Samara Rocha, que também idealiza e atua no espetáculo, e direção de Giorgia Conceição, a peça fala de violência, silenciamento, desejo, envelhecimento e transformação a partir de uma narrativa que também se constrói pelo corpo. As atrizes cantam, dançam e permanecem em movimento, atravessando diferentes linguagens teatrais.

“Drolmas foi sendo construído por muitas mulheres, em diferentes momentos do processo. Cada encontro foi deixando uma marca na obra”, conta Samara. A pesquisa começou em 2022, em encontros entre mulheres artistas, e a dramaturgia foi sendo escrita, reescrita e transformada ao longo de leituras, conversas e ensaios.

Da lama ao lótus
Na dramaturgia, a trajetória das três irmãs se organiza em três imagens: lodo, caule e lótus. Medusa, Euríale e Esteno atravessam diferentes tempos, corpos e existências até chegar à flor, associada à transformação e à iluminação.

O próprio nome do espetáculo vem de Drolma, referência tibetana ligada ao aspecto feminino do Buda. A ideia de uma mulher que escolhe buscar a iluminação justamente em um corpo feminino encontra, na peça, o mito de Medusa e histórias de mulheres que foram culpabilizadas, silenciadas ou transformadas em monstros. “Medusa, Euríale e Esteno são também etapas de uma travessia pelas violências, adaptações, resistências e possibilidades de libertação vividas pelas mulheres”, explica Samara.

Um palco em movimento
Giorgia Conceição leva para a montagem sua pesquisa no burlesco, no vaudeville e no teatro de variedades. A música e a dança surgiram e cresceram durante o processo de criação, fazendo com que o espetáculo se aproximasse de uma opereta vaudevillesca. “Eu queria que, apesar de o tema ser denso, a peça fosse muito sedutora e envolvente para o público. Cada cena tem um apelo visual, estético e uma referência teatral diferente”, afirma Giorgia.

A trilha reúne composições e versões sob direção musical de Edith de Camargo, além de marchinhas de carnaval e da gravação de Cantoras do Rádio, com Carmen e Aurora Miranda. Um álbum dos anos 1970 do artista Pedro Sorongo inspira o ato final, Lótus.

As três intérpretes são mulheres maduras, com 60, 51 e 45 anos. Seus corpos, memórias e experiências atravessam questões como beleza, desejo, envelhecimento, julgamento, autonomia e violência.

Ao longo do processo de criação, Drolmas também foi compartilhado com diferentes públicos, em escolas públicas, casa de passagem e outros espaços, aproximando o trabalho de adolescentes, mulheres trans e travestis, pessoas em situação de rua e outros públicos.

A programação inclui ainda duas ações formativas: Oficina de Libras, com Nathan Sales, e Oficina de Contação de Histórias, com Samara Rocha. As inscrições podem ser feitas pelos formulários disponíveis no link da bio, em @coletivodrolmas. A temporada conta também com sessões com Libras na estreia e em todos os sábados.

A realização é do Coletivo Drolmas e Les Paranauês Cia Criativa, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura.

SERVIÇO:
Drolmas
Temporada: 17 de setembro a 4 de outubro de 2026
Local: Espaço Excêntrico Mauro Zanatta (Rua Lamenha Lins, 1429 – Rebouças)

Datas e horários: 17, 18 e 19 de setembro, às 20h | 20 de setembro, às 19h | 24, 25 e 26 de setembro, às 20h | 27 de setembro, às 19h | 1º, 2 e 3 de outubro, às 20h | 4 de outubro, às 19h

Sessões com Libras: Sessões com Libras: 17 de setembro, às 20h | 19 de setembro, às 20h | 26 de setembro, às 20h | 3 de outubro, às 20h

Duração: 1h10 | Classificação: 14 anos
Entrada: gratuita | Ingressos: distribuídos uma hora antes de cada apresentação
Capacidade: 50 lugares

Sinopse: Entrelaçando mitologia grega, budismo tibetano e cultura popularbrasileira, Drolmas ressignifica o mito de Medusa para revelar a força de mulheres que rompem o silêncio e reivindicam o direito decontar a própria história. Amaldiçoada pela deusa Atena, a sacerdotisa Medusa é transformada em monstro ao lado de suas irmãs, Esteno e Euríale. Banidas, culpabilizadas e condenadas ao silêncio, as górgonas atravessam os séculos testemunhando as violências impostas aos corpos femininos – da Grécia Antiga ao Brasil colonial e contemporâneo. Ao retomarem a própria voz, as três irmãs confrontam as narrativas que as transformaram em monstros e iniciam uma jornada de cura, resistência e libertação.

Ficha Técnica:
Concepção e Dramaturgia: Samara Rocha | Direção: Giorgia Conceição | Elenco: Ana Decker, Katia Horn e Samara Rocha | Figurinos e Adereços: Katia Horn | Assistência de | Figurino: Flor Horn | Assistente de figurino: Flor Horn Brasil e Barbara Horn | Cenografia: Giorgia Conceição | Assistência de Cenografia: Michelle Bonatto e Angela Suriani | Iluminação: Raul Freitas | Direção Musical: Edith de Camargo | Assessoria de Dramaturgia e Formas Animadas: Laércio Amaral | Operação de Som: Edith de Camargo | Operação de Luz: Raul Freitas | Contrarregragem: Moizés Benvi | Direção de Produção: Samara Rocha | Produção Executiva: Moira Albuquerque | Design Gráfico: Katia Horn e Ale Horn | Mídias Sociais: Thayna Bressan | Fotografia: Polly Devides | Oficineiros: Nathan Sales e Samara Rocha | Realização: Coletivo Drolmas e Les Paranauês Cia Criativa

Fonte: BB Comunica – @bb_comunica
Foto: Polly Devides.

FORMAÇÃO, CRIAÇÃO E INTERCÂMBIO LATINO-AMERICANO MARCAM NOVA ETAPA DO PROGRAMA AMP NA ALFAIATARIA

A Alfaiataria – Espaço de Artes, em Curitiba, está com inscrições abertas para três ações que integram a programação do Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos (AMP): a segunda edição do Programa de Formação Cênica Alfaiataria (PFCA), o Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis e a convocatória da Mostra Lés Latinas. Gratuitas, as iniciativas contemplam formação artística, qualificação em produção cultural e intercâmbio latino-americano, ampliando oportunidades para artistas em diferentes momentos de suas trajetórias.

Realizado entre março e novembro de 2026, o Programa AMP é idealizado por Janaina Matter, atriz e diretora artística da Alfaiataria e contemplado pelo edital de Ações Continuadas da Funarte, com produção da Pró Cult. Ao longo do ano, a programação reúne residência artística, oficinas, encontros e uma mostra internacional, fortalecendo processos continuados de criação e redes de colaboração entre artistas de Curitiba e de diferentes territórios da América Latina. “O Programa AMP nasce do desejo de consolidar a Alfaiataria como um espaço permanente de encontro, pesquisa e criação. Mais do que oferecer atividades pontuais, buscamos fomentar processos continuados capazes de fortalecer artistas, estimular novas experimentações e ampliar as possibilidades de circulação das artes cênicas”, afirma Janaina Matter.

Formação para novos artistas
Após o sucesso da primeira edição, o Programa de Formação Cênica Alfaiataria (PFCA) retorna selecionando seis artistas iniciantes residentes em Curitiba e Região Metropolitana para uma residência artística de 13 semanas voltada ao desenvolvimento de pesquisas autorais em teatro, dança, performance e linguagens híbridas.


Cada participante receberá uma bolsa de pesquisa de R$ 5.400 (valor bruto), além de orientações de Janaina Matter e Carmen Jorge, espaço para ensaios e pesquisa e três oficinas intensivas ministradas por Janaina Leite, Ana Kfouri e Mateus Aleluia Filho. O programa culmina em uma mostra pública dos processos criativos e em conversas com o público. Metade das vagas será destinada a pessoas negras, indígenas, LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e/ou moradores de bairros fora da Regional Matriz de Curitiba.

Produção cultural como ferramenta de autonomia
Nos dias 11 e 12 de julho, o Programa AMP promove o Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis, ministrado pelo produtor cultural Guilherme Jaccon. A formação gratuita tem carga horária de 20 horas, sendo 16 horas presenciais e 4 horas de consultoria online.


Ao longo dos encontros, os participantes terão contato com ferramentas para elaboração de projetos culturais, leitura de editais, construção de orçamentos, planejamento, cronogramas, prestação de contas e compreensão das políticas públicas de fomento à cultura. Com mais de 14 anos de atuação, Guilherme Jaccon reúne experiências em exposições, festivais, espetáculos, publicações e avaliação de editais públicos, compartilhando conhecimentos voltados ao fortalecimento da autonomia profissional e da inserção de pessoas trans e travestis no setor cultural.


Lés Latinas amplia diálogo entre artistas da América do Sul
Também estão abertas as inscrições para a Mostra Lés Latinas, primeiro festival de teatro lésbico do Brasil, que vai selecionar quatro espetáculos solos protagonizados por mulheres (cis ou trans) autodeclaradas lésbicas, um do Brasil e três de diferentes países da América do Sul. A iniciativa propõe reunir obras que tenham a experiência da lesbianidade como força estética, temática ou política, colocando em diálogo diferentes territórios, linguagens e modos de criação.


Além de duas apresentações durante a mostra, as artistas selecionadas vão propor uma ação de partilha com o público e também vão participar da gravação do podcast Lés Latinas. O projeto oferece cachê de R$ 4.800 para cada artista selecionada, além de hospedagem, alimentação, transporte local e passagens aéreas, fortalecendo o intercâmbio entre criadoras latino-americanas.


Ao reunir ações voltadas à formação, à profissionalização e ao intercâmbio artístico, o Programa AMP amplia oportunidades para artistas em diferentes momentos de suas trajetórias. “Acreditamos que investir na formação artística também passa pela criação de redes, pela troca de saberes e pelo reconhecimento da diversidade de experiências que compõem a cena contemporânea. O Programa AMP reúne ações que dialogam com diferentes públicos e fortalece artistas desde o início de seus percursos até a circulação de seus trabalhos”, destaca Michele Menezes, produtora do programa.


As inscrições para todas as ações são gratuitas. Os regulamentos, formulários e demais informações estão disponíveis no Linktree da Alfaiataria e nos links específicos de cada convocatória.

SERVIÇO:
Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos (AMP)

PROGRAMA DE FORMAÇÃO CÊNICA ALFAIATARIA (PFCA)
Inscrições: de 25 de junho a 17 de julho de 2026
Resultado: até 25 de julho de 2026
Residência artística: de 3 de agosto a 30 de outubro de 2026
Mostra de Processos: 31 de outubro e 1º de novembro de 2026
Bolsa de pesquisa: R$ 5.400 (valor bruto)
Inscrições gratuitas (residência artística):
aqui

OFICINAS DO PFCA (abertas também ao público externo, mediante inscrição)
Janaina Leite – 7, 8 e 9 de agosto
Inscrições pelo Sympla: aqui

Ana Kfouri – 5, 6 e 7 de setembro
Inscrição pelo Sympla:
aqui
Solicitação de bolsa: aqui

Mateus Aleluia Filho – 7, 8 e 9 de outubro
Inscrição pelo Sympla:
aqui
Solicitação de bolsa: aqui

LABORATÓRIO DE PRODUÇÃO CULTURAL PARA PESSOAS TRANS E TRAVESTIS
Inscrições: abertas
Datas presenciais: 11 e 12 de julho de 2026
Carga horária: 20 horas (16 horas presenciais + 4 horas de consultoria online)
Ministrante: Guilherme Jaccon
Local: Alfaiataria – Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 266 – Centro)
Inscrições gratuitas: aqui

MOSTRA LÉS LATINAS
Convocatória: de 15 de junho a 16 de agosto de 2026
Resultado: setembro de 2026
Mostra: de 18 a 22 de novembro de 2026
Inscrições gratuitas: aqui

Informações: Todas as convocatórias, regulamentos e formulários também estão reunidos no Linktree da Alfaiataria: https://linktr.ee/alfaiataria_
Dúvidas: alfaiatariaproducao@gmail.com

Fonte: @bb_comunica
Foto: Vitor Dias

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA ENCUENTROS – AÇÕES DE DIÁLOGO EM DANÇA CURITIBA – AMÉRICA LATINA

¿CÓMO LAS COSAS LLEGARON AQUÍ? de Iván Haidar. Foto: Tato Giannini.

De 5 a 13 de junho de 2026, a CAIXA Cultural Curitiba recebe a segunda edição de ENCUENTROS | ações de diálogo em dança Curitiba – América Latina, transformando Curitiba em um território de intersecção e partilha ao longo de 9 dias de programação. Durante este período, o projeto reúne criadores dedicados ao trabalho colaborativo e coletivo. A programação articula apresentações de espetáculos, residências artísticas, pocket shows e espaços de convívio, transformando a mostra em um campo de investigação contínua. ENCUENTROS se estrutura sob a premissa de que o encontro é uma ação imperativa que constrói, modifica e urge. É a partir desse entendimento que a mostra se desenha, criando espaços voltados ao compartilhamento de trajetórias, perguntas e inquietações artísticas, estéticas e políticas, focando na potência dos processos e no movimento.

Conceitualmente, a edição 2026 se articula a partir da relação somática entre corpo e território. Curitiba torna-se o ponto de partida para caminhar, mover-se e conversar sobre as performatividades, mapeando as cartografias singulares que cada artista produz em sua comunidade e na cidade que habita. A mostra de dança acompanha criadores que investigam suas práticas estéticas, inserções territoriais e projeções em rede, indagando como essas manifestações dialogam com outros contextos sem perder suas singularidades. O projeto surge também diante do distanciamento cultural histórico entre o Brasil e os demais países latino-americanos, que frequentemente desconhecem as realidades, as narrativas e as referências artísticas das nações vizinhas. Diante desse panorama, a mostra amplia os espaços de interlocução para construir redes de intercâmbio entre artistas de várias nacionalidades, provocando alteridade e mexendo com a cena curitibana.

Esse ambiente de intersecção e cooperação é costurado por uma comissão curatorial heterogênea, composta pela curadora e gestora argentina Jimena Garcia Blaya, pela artista e curadora mexicana Olga Gutiérrez, e pelo artista-gestor curitibano Leonardo Kunta, que desenham o chamamento e acompanham toda a programação para potencializar as redes internacionais de colaboração nas artes vivas latino-americanas, contando ainda com a interlocução curatorial da idealizadora e diretora artística Mariana Mello. Ao acionar esses espaços coletivos de intercâmbio, ENCUENTROS entende a travessia, o embate e a relação com outros corpos-geografias como uma provocação fundamental para os modos atuais de organização e criação nas artes vivas da América Latina e de Curitiba.

O panorama internacional reúne artistas de diferentes territórios latino-americanos na programação da CAIXA Cultural Curitiba. Do Uruguai, a criadora Eugenia S. Chirimini apresenta KRUMPFORMismo. Da Argentina, participam Iván Haidar, com a obra ¿Cómo las cosas llegaron aquí?, e a dupla formada por Constanza Copello e Delfina Serra, que apresenta Tropismo y Nastía. Representando a cena colombiana, Sara Idárraga Hamid integra a mostra com Des-emboca-dura con-mover lo atascado. Já o México marca presença com Azhareel Sierra e a performance Códice del placer. Em diálogo direto com as propostas internacionais, a cena de Curitiba se faz presente com os trabalhos ULTRAVIOLETA, de Adriana Omoto, Suíte Deserto, da Korpa Enkantada, MARIMBONDO, de André Oliveira, REGENERAÇÕES, de Majo Farias e Vitória Gabarda, e Por onde o corpo é rastro, de Nadya Romanowski.

A experiência na CAIXA Cultural Curitiba se expande ainda por meio de ações formativas e apresentações musicais que complementam a dimensão coletiva e relacional da mostra. O público e os artistas compartilharão saberes nas oficinas ministradas por Cinthia Kunifas, Laremi Paixão, Raphael Fernandes e Juliana Adur, que propõem práticas corporais de sensibilização e pensamento sobre o corpo e o mundo.

O cruzamento entre música e performance ganha força nos pocket shows que acontecem ao longo da programação. No dia de estreia, ENCUENTROS recebe Lu Faccini e o espetáculo convidado MONSTRUOSAS ALIANÇAS, de Gabriel Machado. Na segunda semana de evento, Gabriel conduzirá também o Diálogo # CITA, bate-papo público entre artistas, curadoria e público; ação acompanhada pela performance musical de Klüber. A mostra encerra com o pocket show Las Pájaras, e com o lançamento e a distribuição gratuita de uma publicação criada por Luana Navarro e Raro de Oliveira com registros criativos do projeto, estendendo a memória das escritas corporais, dos afetos e dos diálogos travados durante a mostra.

Ao conectar a cena local às urgências criativas da América Latina, ENCUENTROS consolida-se como uma cartografia viva. Cada movimento gerado ao longo desses nove dias ativa redes de alteridade, colaboração e intercâmbio. Porque o encontro é uma ação perfurativa.

Códice del placer. Crédito foto: Azur Martínez.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA
ENCUENTROS

05.06 SEX
19h30: ABERTURA ENCUENTROS
POCKET SHOW VOA NOITE DUO de Lu Faccini e Leo Gumiero [LIVRE]
MONSTRUOSAS ALIANÇAS de Gabriel Machado, Hedra Rockenbach e Stéfani Belo [LIVRE]

06.06 SÁB
14h – 17h OFICINA CORPO-CORPO CORPO-MUNDO com Cinthia Kunifas [16]
19h30
MARIMBONDO de André Oliveira (Curitiba) [LIVRE]
TROPISMO Y NASTÍA de Constanza Copello y Delfina Serra (Argentina) [18]

07.06 DOM
14h – 17h OFICINA DANÇAR É PERTENCER com Laremi Paixão [16]
18h
KRUMPFORMismo de Eugenia S. Chirimini (Uruguai) [LIVRE]
SUÍTE DESERTO de Korpa Enkantada (Curitiba) [16]

09.06 TER
19h30 POCKET SHOW MELINDRE de Julia Klüber
Diálogo Curitiba # América Latina
Bate-papo entre artistas, curadoria e público. Mediação: Gabriel Machado.

10.06 QUA
19h30
¿CÓMO LAS COSAS LLEGARON AQUÍ? de Iván Haidar (Argentina) [LIVRE]
ULTRAVIOLETA de Adriana Omoto (Curitiba) [16]

11.06 QUI
19h30
REGENERAÇÕES de Majo Farias e Vitória Gabarda (Curitiba) [18]
CÓDICE DEL PLACER de Azhareel Sierra (México) [18]

12.06 SEX
19h30
POR ONDE O CORPO É RASTRO de Nadya Romanowski (Curitiba) [LIVRE]
DES-EMBOCA-DURA CON-MOVER LO ATASCADO de Sara Idárraga Hamid (Colômbia) [10]

13.06 SÁB
10h – 13h OFICINA ARQUITETURAS ORGÂNICAS DO MOVIMENTO com Raphael Fernandes [16]
14h – 17h OFICINA JOGO DE INTERESSES – O INTERESSE COMO FORÇA DE APROXIMAÇÃO E CRIAÇÃO com Juliana Adur [16]
19h30 ENCERRAMENTO ENCUENTROS
POCKET SHOW LAS PÁJARAS [LIVRE]
Lançamento e distribuição da PUBLICAÇÃO | REGISTRO CRIATIVO [LIVRE]

SERVIÇO:
Mostra ENCUENTROS | ações de diálogo em dança Curitiba – América Latina # 2ª Edição
Data: De 05 a 13 de junho de 2026
Local: CAIXA Cultural Curitiba
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro, Curitiba – PR
Ingressos por noite: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada)
Oficinas gratuitas
INFOS E INSCRIÇÕES OFICINAS:
https://linktr.ee/mostraencuentros
https://www.encuentros.art

SÚBITA COMPANHIA LEVA REMONTAGEM DO PREMIADO “AMORES DIFÍCEIS” A DIVERSAS CIDADES PARANAENSES

Fotografia: Carol Castanho.

Com dramaturgia baseada em clássicos da literatura e do teatro, peça retorna aos palcos com nova encenação e elenco renovado para investigar os impasses do amor contemporâneo em sessões gratuitas em junho

Quase sete anos após sua última apresentação, o espetáculo “Amores Difíceis”, da Súbita Companhia de Teatro, retorna aos palcos em uma remontagem que chega de forma gratuita a sete cidades do Paraná. Entre maio e junho de 2026, a montagem percorre os municípios de Antonina, Siqueira Campos, Ribeirão do Pinhal, Bela Vista do Paraíso, Saudade do Iguaçu, Tibagi e Balsa Nova.

“Amores Difíceis” levanta uma pergunta — o que é o amor? — para construir uma encenação contemporânea que aposta na metalinguagem para investigar o amor e seus embates. A obra tem como ponto de partida o conto “Aventura de um esposo e uma esposa”, do escritor italiano Italo Calvino, e trechos das peças de A Gaivota, de Anton Tchekhov, e Bodas de Sangue, de Federico García Lorca.

Dirigido por Maíra Lour, o espetáculo tem elenco formado por Pablito Kucarz, Patrícia Cipriano, Dafne Viola e Zeca Sales, que se revezam em diferentes papéis entre cenas de obras consagradas e textos autorais. Voltada para o público jovem e adulto, a montagem carrega a assinatura da Súbita Companhia com uma encenação contemporânea marcada pelos estudos do corpo e do movimento no teatro.

“O espetáculo traz o tema das relações amorosas, seus prazeres e frustrações, embalado por músicas que falam de amor, de fossa e de superação. O elenco traz para o palco várias situações que provocam reflexões sobre escolhas, atitudes e entrega nas relações amorosas”, conta a diretora e dramaturga Maíra Lour.

A obra estreou em 2013 no Teatro Novelas Curitibanas, percorreu festivais em Curitiba, Maringá e Itacoatiara (AM), foi premiado com o Prêmio de Melhor Iluminação no 10º Festival de Teatro da Amazônia, indicado ao Prêmio Troféu Gralha Azul 2013 nas categorias Melhor Espetáculo e Melhor Direção, e fez temporada na Caixa Cultural do Rio de Janeiro em 2015. Sua última apresentação aconteceu em 2019, em uma mostra de repertório da própria companhia.

Para a circulação, a montagem se renova. “Desde a concepção do espetáculo em 2013 até os dias atuais muitas coisas mudaram em relação ao amor”, explica Lour. “A pandemia transformou as relações afetivas e nós, artistas criadores desse espetáculo, também mudamos muito, amadurecemos e hoje percebemos as relações amorosas de outra maneira. O elenco desta nova montagem trouxe outras inquietações e questões para a remontagem, revelando também uma oportunidade de amadurecimento na linguagem artística da Companhia”, completa Maíra.

Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná, com incentivo da Copel.

Sobre a Súbita Companhia de Teatro
Fundada em 2007 e sediada no Centro Histórico de Curitiba, a Súbita Companhia de Teatro é um coletivo de artistas dedicado à criação de espetáculos, produções audiovisuais, publicações e ações formativas. A companhia desenvolve pesquisa continuada em encenação e dramaturgia contemporâneas, com foco nos estudos do corpo e do movimento. Com 18 peças, 3 cenas curtas, 8 curtas-metragens e 13 publicações em dramaturgia ao longo de sua trajetória, a Súbita se destaca pela continuidade e qualidade de seu trabalho no cenário cultural brasileiro. Em 2025, foi premiada no Troféu Gralha Azul, o principal prêmio do teatro paranaense, nas categorias Melhor Espetáculo, por O medo da morte das coisas, e Melhor Direção, por Deriva, tendo recebido outras 15 indicações em diversas categorias.

Serviço
Amores Difíceis
Duração: 60 minutos
Classificação: 14 anos
Entrada: gratuita

SAUDADE DO IGUAÇU
03/junho (qua) | 15h30 e 19h
04/junho (qui) | 15h30 e 19h
Centro Cultural de Saudade do Iguaçu

TIBAGI
10/junho (qua) | 15h e 19h
11/junho (qui) | 15h e 19h
Teatro Municipal Tia Inália

BALSA NOVA
13/junho (sáb) | 16h e 20h
14/junho (dom) | 16h e 20h
Campo das Artes

Mais informações:
www.instagram.com/subitacompanhia
www.instagram.com/flutuaproducoes

Ficha técnica:
Direção: Maíra Lour |  Dramaturgia: Maíra Lour e Álvaro Antonio | Elenco: Dafne Viola, Pablito Kucarz, Patrícia Cipriano e Zeca Sales | Direção de movimento: Juliana Adur | Assistência de direção: Anna Wantuch | Sonoplastia: Álvaro Antonio | Cenário: Fernando Marés | Figurinos: Isbella Brasileiro | Iluminação: Lucri Reggiani | Direção de produção: Gilmar Kaminski | Produção executiva: Dânatha Siqueira | Assessoria de imprensa: Thays Cristine | Redes sociais e criação de conteúdo: Gabriela Berbert | Realização: Súbita Companhia e Flutua Produções

REVERBE OCUPA CURITIBA E SÃO LUIZ DO PURUNÃ COM NOVE DIAS DE PROGRAMAÇÃO NAS ARTES DA CENA

Por trás da máscara. Foto: Miguel Rubio.

Segunda edição do festival que reúne espetáculos, performances, mesas públicas, oficinas e ações imersivas de 29 de maio a 6 de junho, com artistas do Brasil, Peru e Sérvia

Curitiba e São Luiz do Purunã recebem, de 29 de maio a 6 de junho de 2026, a segunda edição do REVERBE – Encontro Internacional de Mulheridades em Cena, festival independente que transforma diferentes espaços culturais em território de criação, convivência e intercâmbio artístico. Com programação aberta ao público, o encontro reúne espetáculos, performances, mesas públicas, residências e ações formativas com artistas do Brasil e do exterior.

Idealizado por Janaina Matter, diretora da Alfaiataria, em parceria com Greice Barros, diretora da Núcleo Produções Cultura e Desenvolvimento, o REVERBE integra o The Magdalena Project, rede internacional de mulheres do teatro e da performance presente há mais de três décadas em diferentes continentes. Em sua segunda edição, o festival amplia sua atuação ao conectar arte, presença e troca coletiva em experiências que atravessam linguagens, corpos e territórios.

Com curadoria assinada por Janaina Matter, Greice Barros, Daniele Santana e Patricia Braga Alves, a programação reúne artistas nacionais e internacionais em atividades distribuídas entre Alfaiataria, Casa Hoffmann, Teatro José Maria Santos, Patuscada, em Curitiba e no Campo das Artes, em São Luiz do Purunã.

“O REVERBE nasce da vontade de criar espaços de encontro onde a arte também possa ser vivida como convivência. A programação foi pensada para aproximar artistas e público em experiências que atravessam criação, pensamento e presença”, afirma Janaina Matter.

Entre os destaques da programação estão a atriz peruana Débora Correa, do Grupo Cultural Yuyachkani; a performer sérvia Zoe Gudović; a Cia Biruta, de Petrolina (PE); a Baciada das Mulheres do Juquery (SP); e as artistas paranaenses Saravy, Adriana Omoto, Gladis das Santas, Larissa Lima e Priscilla Pontes.

Programação aberta ao público
O festival inicia no dia 29 de maio, no Campo das Artes, em São Luiz do Purunã, com a Residência Imersiva de Escrita conduzida por Helena Vieira e apresentações gratuitas do espetáculo Pianinho, da Palhaça Siriema. No dia 30, o espaço recebe os trabalhos Ultravioleta, de Adriana Omoto, e Chão de Dentro, de Priscila Pontes.

Em Curitiba, a programação começa oficialmente em 1º de junho, na Alfaiataria, com roda de abertura e sarau das artistas Camila Jorge e Má Ribeiro, do projeto Filhas da Fruta.

Entre os dias 2 e 6 de junho, o festival promove oficinas rodas de conversa gratuitas na Casa Hoffmann, discutindo temas como corpo político, teatro de grupo, criação solo e assinatura cênica. No mesmo período, a performer da Sérvia Zoe Gudović apresenta a ação Life of Life, instalação-performance realizada na Alfaiataria.

Os espetáculos noturnos ocupam o Teatro José Maria Santos e a Alfaiataria com diferentes propostas estéticas e narrativas. No dia 2 de junho, Débora Corrêa apresenta Por Trás da Máscara, Conferência Cênica. No dia 3, a Baciada das Mulheres do Juquery encena Eu, a Gorda. Já no dia 4, Saravy sobe ao palco com Raçudas.

A programação segue no dia 5 com Notícias do Dilúvio: Um Canto a Canudos, da Cia Biruta de Teatro, e encerra no dia 6 com os espetáculos A 100 Graus Celsius, de Gladis das Santas, e Manifesto de uma Mulher de Teatro, de Tânia Farias. Na mesma noite, o REVERBE realiza festa de encerramento gratuita na Patuscada, com o Samba da Nega de Janine Mathias.

“O encontro foi pensado para criar uma rede viva entre artistas, público e cidade. Existe algo muito potente quando diferentes trajetórias e experiências compartilham o mesmo espaço, seja no palco, nas oficinas ou nas conversas que surgem ao longo dos dias”, destaca Greice Barros.

Experiência imersiva e intercâmbio internacional
Além das atividades abertas ao público, o REVERBE promove uma programação exclusiva para artistas residentes, incluindo oficinas nacionais e internacionais, residência intensiva de escrita com Helena Vieira e mostra de processos criativos. A convocatória está aberta até o dia 21/05 e as inscrições podem ser feitas pelo Sympla.

Ao todo, o festival reúne nove espetáculos, ações performativas, oficinas, rodas de conversa e residências artísticas, consolidando-se como espaço de intercâmbio entre artistas de diferentes gerações, territórios e linguagens.

Criado em 2022, o REVERBE vem se fortalecendo como plataforma de circulação e criação coletiva nas artes da cena, propondo um espaço em que arte e convivência caminham juntas como formas de resistência, escuta e invenção de futuros.

O projeto é realizado com incentivo do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná), e apoio da Copel.

SERVIÇO:
2º REVERBE – Encontro Internacional de Mulheridades em Cena
Data: 29 de maio a 06 de junho de 2026
Locais: Curitiba e São Luiz do Purunã
Ingressos gratuitos. Garanta antecipadamente pelo DiskIngressos:  https://reverbe.diskingressos.com.br/ ou 1h antes do espetáculo. Entrada sujeita a lotação.

Agendamento para performance Life of Life disponível somente online e antecipadamente.
Site: https://www.alfaiataria.art/c%C3%B3pia-reverbe

Locais:
Alfaiataria (Rua Riachuelo, 266 – Centro)
Casa Hoffmann (Rua Dr. Claudino dos Santos, 58 – São Francisco)
Teatro José Maria Santos (Rua Treze de Maio, 655 – São Francisco)
Patuscada (Praça João Cândido, 238 – São Francisco)
Campo das Artes (Estrada da Lage, 370 – São Luiz do Purunã – Balsa Nova/PR)


A 100 graus Celsius. Foto: Thais Rosa.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA – REVERBE 2026
SÃO LUIZ DO PURUNÃ – Campo das Artes
Dia 29 de maio (sexta-feira)

20h – Espetáculo
Pianinho com Palhaça Siriema (PR)
Gratuito | 1h05 | 14 anos

Dia 30 de maio (sábado)
20h – Espetáculo
Ultravioleta com Adriana Omoto (PR)
Gratuito | 20 min | 16 anos

Na sequência:
Chão de Dentro com Priscilla Pontes (PR)
Gratuito | 30 min | Livre

*Apresentações com intervalo de 15 minutos.

CURITIBA
Dia 01 de junho (segunda-feira)
Alfaiataria
17h – Roda de abertura
Com artistas participantes e convidadas

20h – Sarau Filhas da Fruta
Com Camila Jorge e Má Ribeiro
Gratuito | Livre

Dia 02 de junho (terça-feira)
Casa Hoffmann
14h – Roda de conversa
Como um corpo político se torna poesia?
Com Fredda Amorim, Gladis das Santas e Zoe Gudović
Gratuito | Livre

Teatro José Maria Santos
20h – Espetáculo
Por Trás da Máscara – Conferência Cênica
Débora Corrêa – Grupo Cultural Yuyachkani (Peru)
R$ 20 e R$ 10 | 70 min | Livre

Dia 03 de junho (quarta-feira)

Casa Hoffmann
14h – Roda de conversa
Teatro de Grupo: tormenta ou sustentação?
Com Débora Corrêa, Sueli Araújo e Tânia Farias
Gratuito | Livre

Alfaiataria
14h às 18h – Performance
Life of Life – Zoe Gudović (Sérvia)
Gratuito | sessões de 15 min | 16 anos
Agendamento via QR Code

Teatro José Maria Santos
20h – Espetáculo
Eu, a Gorda – Baciada das Mulheres do Juquery (SP)
R$ 20 e R$ 10 | 45 min | 18 anos

Dia 04 de junho (quinta-feira)

Casa Hoffmann
14h – Roda de conversa
Como se tece uma assinatura cênica?
Com Adriana Omoto, Cia Biruta e Larissa Lima
Gratuito | Livre

Alfaiataria
14h às 18h – Performance
Life of Life – Zoe Gudović (Sérvia)
Gratuito | sessões de 15 min | 16 anos

17h às 19h30 – Mostra das Residentes
Gratuito | conferir classificação indicativa

Teatro José Maria Santos
20h – Espetáculo
Raçudas – Saravy (PR)
R$ 20 e R$ 10 | 70 min | 14 anos
Dia 05 de junho (sexta-feira)

Casa Hoffmann
14h – Roda de conversa
Criação solo: impulso ou imposição?
Com Baciada das Mulheres do Juquery, Priscilla Pontes e Saravy
Gratuito | Livre

Alfaiataria
14h às 18h – Performance
Life of Life – Zoe Gudović (Sérvia)
Gratuito | sessões de 15 min | 16 anos

17h às 19h30 – Mostra de Processos
Partilha Estado de Revolta – Daniele Santana (SP)
Chove – Janaina Matter e Greice Barros
Gratuito | Livre

Teatro José Maria Santos
20h – Espetáculo
Notícias do Dilúvio: Um Canto a Canudos
Cia Biruta de Teatro (PE)
R$ 20 e R$ 10 | 45 min | Livre

Dia 06 de junho (sábado)
Alfaiataria
14h às 18h – Instalação
Life of Life – Zoe Gudović (Sérvia)
Gratuito | sessões de 15 min | 16 anos

18h – Espetáculo
A 100 Graus Celsius – Gladis das Santas (PR)
R$ 20 e R$ 10 | 60 min | 18 anos

Teatro José Maria Santos
20h – Espetáculo
Manifesto de uma Mulher de Teatro – Tânia Farias (RS)
R$ 20 e R$ 10 | 45 min | 16 anos

Patuscada
21h30 – Festa de Encerramento
Samba da Nega com Janine Mathias
Gratuito | Livre

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ALFAIATARIA RECEBE VINÍCIUS ARMILIATO PARA CONVERSA SOBRE MEMÓRIA E PSICANÁLISE

Na foto de Vitor Dias, o público reunido no quintal da Alfaiataria – Espaço de Artes durante a primeira edição da Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer, encontro que transforma escuta, convivência e partilha em experiência coletiva.

Segundo encontro do ciclo “práticas da memória – entre lembrar e esquecer”, que integra o projeto “Ações para Mundos Poéticos”, propõe uma travessia entre arte, escuta e experiência subjetiva no dia 27 de maio.

Há lembranças que permanecem acesas durante anos. Outras desaparecem antes mesmo de se tornarem linguagem. Entre aquilo que o corpo guarda, o tempo transforma e a palavra tenta alcançar, se acende a segunda edição da Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer, encontro promovido pela Alfaiataria – Espaço de Artes, em Curitiba. O encontro gratuito acontece no dia 27 de maio (quarta-feira, as 20h), e recebe o pesquisador e psicanalista Vinícius Armiliato para uma conversa aberta ao público sobre memória, subjetividade e criação.

Realizada no quintal da Alfaiataria, a ação parte da imagem ancestral das pessoas reunidas ao redor do fogo para compartilhar histórias, experiências e modos de existir. Mais do que um debate, a proposta cria um espaço de convivência e escuta, onde pensamento e presença se atravessam continuamente.

Com curadoria do artista e pesquisador Francisco Mallmann, a Roda de Fogo reúne convidados de diferentes áreas do conhecimento para refletir sobre a memória não como arquivo fixo, mas como matéria viva: algo que se reorganiza, se desloca e se reinventa continuamente. O encontro faz parte do Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos (AMP), iniciativa contemplada pelo edital de Ações Continuadas da Funarte e dedicada ao fortalecimento de práticas de criação, formação e intercâmbio nas artes da cena contemporânea.

Graduado em Artes Cênicas e Psicologia, Vinícius Armiliato desenvolve pesquisas que articulam filosofia, clínica e artes da cena. Doutor e pós-doutor na linha de Filosofia da Psicanálise da PUCPR, atua como professor da Univille e curador do Seminário Fronteiras da Psicanálise, realizado mensalmente em Curitiba desde 2021.

Memória como criação em movimento
Ao aproximar psicanálise e experiência artística, o encontro propõe reflexões sobre esquecimento, repetição, elaboração e construção narrativa de si. Na clínica, lembrar nunca significa simplesmente recuperar algo intacto. Toda memória carrega desvios, lacunas e reinvenções. Nas artes da cena, essa instabilidade aparece de maneira concreta: nenhum gesto retorna da mesma forma, nenhuma presença se repete integralmente. “A memória nunca retorna de maneira idêntica. Toda lembrança carrega algo de invenção, de reconstrução e de deslocamento. Talvez lembrar seja justamente produzir novas formas de relação com aquilo que vivemos”, afirma Vinícius Armiliato.

Para Francisco Mallmann, a potência da Roda de Fogo está na possibilidade de transformar pensamento em experiência compartilhada. “O fogo aparece como imagem de encontro, mas também de transformação. Ao compartilhar experiências e escutas, percebemos que memória não é permanência absoluta, e sim algo que se move entre presença, ausência e criação”, comenta.

Ações para Mundos Poéticos
A Roda de Fogo integra o conjunto de ações do Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos (AMP), idealizado por Janaina Matter, realizado em parceria com a produtora cultural Michele Menezes, da Pró Cult. Ao longo de 2026, o programa promove atividades voltadas à formação artística, pesquisa e experimentação cênica.

Entre as iniciativas estão a Oficina de Iluminação Cênica para Mulheres, ministrada por Lucri Reggiani; o Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis, conduzido por Guilherme Jaccon; a segunda edição do Programa de Formação Cênica Alfaiataria; e a Mostra Les Latinas, dedicada a solos teatrais de artistas lésbicas latino-americanas.

Ao aproximar arte, pensamento e convivência, o programa consolida a Alfaiataria – Espaço de Artes como um espaço dedicado à criação contemporânea, à troca entre diferentes saberes e à construção de experiências coletivas. “Inspirada na imagem ancestral das pessoas reunidas ao redor do fogo, a ação busca criar uma experiência de escuta compartilhada. Mais do que discutir memória, queremos produzir um espaço em que ela possa ser vivida coletivamente”, afirma Janaina Matter, diretora artística da Alfaiataria.

SERVIÇO:
2ª Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer
Dia: 27 maio de 2026
Horário: 20h
Duração: 1h a 1h30
Local: Quintal da Alfaiataria – Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 247 – Centro)
Entrada: gratuita, sujeita à capacidade do espaço
Informações: @alfaiataria_

Sobre Vinícius Armiliato:
Bacharel em Artes Cênicas pela FAP e graduado em Psicologia pela PUCPR, Vinícius Armiliato é psicanalista, pesquisador e professor universitário. Doutor e pós-doutor na linha de Filosofia da Psicanálise da PUCPR, desenvolve pesquisas voltadas às relações entre memória, subjetividade, normalidade e experiência clínica. Atualmente é professor adjunto do curso de Psicologia da Univille e curador do Seminário Fronteiras da Psicanálise, realizado mensalmente em Curitiba desde 2021. Também atua como tradutor de textos nas áreas de filosofia e psicanálise e organizou publicações como Nunca se vive inteiramente o presente: patrimônio, psicanálise e epistemologia (2025) e Georges Canguilhem em Perspectiva.

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