CAIXA CULTURAL TRAZ A CURITIBA A PEÇA NA SELVA DAS CIDADES – EM OBRAS

foto: Renato Mangolin

Com texto original de Bertold Brecht, a montagem oferece um novo olhar a partir de pesquisa realizada pelo grupo mundana companhia. A direção geral é assinada por Cibele Forjaz, mas conta com “propositores de encenação” da própria companhia para cada nova temporada/ocupação

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta uma versão inusitada da peça Na Selva das Cidades. Escrita em 1927, pelo dramaturgo alemão Bertolt Brecht (1898-1956), a obra ainda desafia o tempo, quase um século depois. De uma atualidade aguda, o texto alinha exclusão social aos podres poderes da vida em sociedade. Esses aspectos são investigados à exaustão para a montagem trazida pelo grupo mundana companhia.

Com direção geral de Cibele Forjaz, a peça tem elenco formado por Aury Porto, Carol Badra, Guilherme Calzavara, João Bresser, Luah Guimarãez, Mariano Mattos Martins, Sylvia Prado, Vinícius Meloni e Washington Luiz Gonzales. A pesquisa resultou em um livro distribuído gratuitamente para escolas de teatro e instituições de todo o país.

Parte do conjunto de principais realizadoras de teatro contemporâneo no Brasil, a mundana companhia fez jus a seu nome durante o desenvolvimento da estrutura da peça: ao longo de dois anos, enveredou por toda São Paulo pesquisando, de corpo presente, sua humanidade. A partir daí, arquitetou um espetáculo que se transforma, literalmente, a cada temporada/ocupação.

A partir do glossário urbano adquirido, a montagem conta a mesma história a partir de novos pontos de vista. Ao trabalho da diretora Cibele Forjaz soma-se sempre uma equipe propositiva formada por componentes do grupo que assumem uma espécie de curadoria. Em Curitiba, Aury Porto, Bia Fonseca, Flora Belotti e Rogério Pinto vão liderar a Ocupação #17 PALCO. Eles estudam o espaço e propõem, para toda a equipe, a forma que a peça assumirá durante a temporada/ocupação.

Em Curitiba, Na Selva das Cidades 
Em Obras os criadores apresentam o palco à italiana – espaço nada comum na trajetória da mundana companhia. “A imersão por São Paulo, durante a pesquisa de linguagem, nos deu um eixo. Desde o início estabelecemos uma equipe propositiva que aponta rumos. Toda a ficha técnica está o tempo inteiro envolvida, em movimento, sem um pensamento pronto e acabado para a montagem”, explica Aury Porto, fundador junto com Luah Guimarãez da mundana companhia. As peculiaridades que envolvem a montagem e o processo de criação da companhia serão apresentados durante um bate papo com o público, que será realizado no dia 4 de março, às 15 horas, com entrada franca.

Bixiga – Perdizes: Potência das experiências
Um dos textos com mais elementos expressionistas de Brecht, Na Selva das Cidades mostra a luta entre dois homens, mas também o embate com a cidade. Em 1969, o Teatro Oficina realizou uma montagem do texto considerada antológica. “Lina Bo Bardi levou, para dentro da Oficina, restos de moradias do Bixiga que estavam sendo demolidas para a construção do Minhocão, que liga Bixiga a Perdizes”, conta Aury Porto. Esse processo orientou a pesquisa de campo da mundana companhia. O impacto da imersão dos artistas com o intercâmbio junto aos moradores de SP foi vertiginoso. “Não podíamos criar uma montagem, digamos, formal. A cidade nos deu um estímulo que, na sala de ensaio, se esvaía. Decidimos abrir a possibilidade de mudar tudo a cada nova agenda de apresentações. Já fizemos sem palavra alguma; outra vez fizemos em uma hora, depois em três”, contextualiza Aury.

Dessa maneira, a companhia assumiu o risco de investir no inusitado. “Os conceitos acabados e as formas fixas não cabiam mais nesse trabalho. O próprio texto de Brecht é cheio de lacunas. Percebemos que era a partir destas lacunas que o trabalho se abriria para o nosso tempo e suas questões, para uma comunicação mais livre entre a nossa equipe de criação e o público, entre o teatro e a cidade, entre a ficção e a realidade. Resolvemos, então, abrir radicalmente o espetáculo para a potência das experiências vividas, em grupo, com a cidade. A partir desse novo paradigma, tudo passou a ser móvel e inacabado. A cada nova ocupação, tudo se transforma na relação com o espaço ocupado. Desta forma, o cenário propõe sempre uma nova intervenção no espaço. Da mesma forma, a luz, o vídeo, os figurinos e os objetos de cena só existem a partir da relação com esse novo espaço e seus conceitos. O trabalho dos atores não tem marcas fixas, mas regras de jogo que determinam a movimentação e o desenho da cena. Cada Ocupação é singular, cada sessão é uma estreia. Lutando diariamente contra a nossa tendência às relações hierárquicas e às formas prontas, estamos no risco, prontos para o inesperado”, conclui Cibele Forjaz.

Sobre a mundana companhia
Desde o ano 2000, inspirados pela militância política dos artistas de teatro da cidade de São Paulo junto ao movimento “Arte contra a Barbárie”, Aury Porto e Luah Guimarãez desejavam criar um núcleo artístico formado essencialmente por atores-produtores. A partir daí, um diretor – com afinidades afetivas e estéticas com os membros da companhia – seria convidado a participar. O mesmo ocorreria com os profissionais das outras áreas, como cenografia, figurino, música, luz, e até mesmo outros atores. A cada projeto a companhia teria um novo corpo que daria vazão às ideias de continuidade e transitoriedade. Esse é o pensamento que caracteriza a mundana companhia.

Essa companhia, de encontros conscientemente transitórios, recebe o adjetivo antes do substantivo e tem seu nome integralmente grafado com letras minúsculas. Esboça-se, assim, um projeto em constante construção por diversas mentes e mãos, num processo que pode ser chamado de “frátria”, em dissonância com a supremacia do ideário de pátria – tão caro à maioria das sociedades modernas. Essas especificidades nas relações internas se refletem nas relações com os espectadores e, obviamente, nos temas a serem investigados a cada novo projeto. Apesar de elaborado desde a virada do século, o primeiro trabalho deste núcleo artístico só foi realizado muitos anos depois.

O repertório da mundana companhia é formado pelas montagens: A Queda (2007), adaptação do romance de Albert Camus; Das Cinzas (2009), com texto de Samuel Beckett; O Idiota – uma novela teatral (2010), realizado a partir da obra homônima de Fiódor Dostoiévski; Tchekhov 4 – Uma Experiência Cênica (2010), primeiro trabalho do diretor russo Adolf Shapiro com atores brasileiros – montado por ocasião do centenário de Anton Tchekhov; Pais e Filhos (2012), com encenação adaptada do romance homônimo de Ivan Turguêniev, mais uma vez dirigida por Adolf Shapiro; O Duelo (2013), criado a partir da novela de Tchekhov, que foi a temporada anterior da mundana companhia na cidade de Curitiba em 2014. Atualmente, está apresentando a peça Dostoiévski Trip, de Vladímir Sorókin, com direção de Cibele Forjaz, numa coprodução com a Cia Livre.

Serviço:
Teatro: Na Selva das Cidades – Em Obras
Local: CAIXA Cultural Curitiba. Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR).
Data: 02 a 04 de março de 2018 (sexta a domingo)
Horário: sexta às 20h; sábado às 17h e às 20h; e domingo às 18h.
Ingressos: Vendas a partir de 24 de fevereiro (sábado). R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 16h às 19h.)
Classificação etária: 14 anos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Debate com os criadores: 04 de março, às 15h, com entrada franca.

Informações e entrevistas:
Maria Celeste Corrêa – (41) 9 9995 0169 / 9 8786 4465
maria.correa@grupoinforme.com.br
fernandezcorreamc@gmail.com

MONSTRUOSA COMPANHIA DE TEATRO APRESENTA DRAMATURGIA INCLUSIVA COM A OBRA “CACHORRO”, DE DEA LOHER

O grupo curitibano Monstruosa Companhia de Teatro prepara a obra dramatúrgica alemã “Cachorro” para a primeira temporada no Mini Guaíra. A proposta inclui um projeto de acessibilidade para espectadores com deficiência visual com o apoio do Instituto Paranaense de Cegos (IPC), e é fruto da pesquisa de Juliana Partyka. O texto é ainda uma homenagem a um dos artistas visuais mais conhecidos mundialmente: Alberto Giacometti.

“Cachorro” foi escrita por Dea Loher como uma espécie de homenagem ao escultor Alberto Giacometti, costurando elementos da biografia do artista, e reinventando-os nas duas figuras do texto: dois seres abandonados pela sorte, ironicamente ligados por um artista ausente – ao qual estão ‘presos’, cada um a seu modo. Dea Loher coloca a personagem no lugar de vítima, e o ladrão na
posição poética do artista. Ao fazer isto, coloca em questão – e em tensão – o próprio lugar da arte em nosso tempo.

A peça será apresentada de 08 a 25 de março e conta com três sessões acessíveis ao público com deficiência visual, nos três domingos da temporada. “Valendo-se de percepções sensoriais, oferece uma experiência teatral sugestiva, e diferente daquela oferecida pela áudio-descrição. Busca-se provocar o repertório individual e particular de cada um, através do contato direto com o espetáculo”, explica Juliana Partyka.

As sessões acessíveis incluem uma dinâmica interativa, com entrada antecipada das pessoas com deficiência visual, apresentação e contato com cenários e figurinos, e a inserção dos elementos verbais descritivos no próprio corpo do espetáculo. “Cachorro” conta com a consultoria de Hellen Mieko Hamada, deficiente visual, que auxilia nos assuntos relacionados a este tema específico de inclusão.

A Monstruosa Companhia de Teatro nasceu de uma pesquisa de dramaturgia inclusiva para pessoas com deficiência visual. Com início em 2016, realizou suas primeiras apresentações no Festival de Curitiba de 2017. Desde então, o grupo se abriu para receber diretores e artistas convidados e, desta forma, expandir o pensar e fazer teatro contemporâneo em especial na acessibilidade da arte.

SINOPSE:
Cachorro é uma peça curta, cerca de uma hora, quase uma miniatura se comparada com as grandes peças de Dea Loher. Escrita como uma pequena homenagem ao escultor Alberto Giacometti, a peça costura elementos da narrativa de Jean Genet sobre ele, em O Atelier de Giacometti, e parece ecoar também os retratos de A última modelo, de Franck Maubert, sobre ‘Caroline’, tida como a última musa do artista. Dea Loher costura estes elementos, reinventa-os e os condensa nas duas figuras do texto: dois seres abandonados pela sorte, ironicamente ligados pelo artista sempre ausente. Ao confundir a modelo com a vítima e o ladrão com o artista, Dea Loher produz uma ácida reflexão sobre o sentido da arte em um mundo distópico.

SERVIÇO:
Cachorro, de Dea Loher. Com Fábio Costa e Juliana Partyka. Iluminação de Lucas Mattana. Cenários e Figurinos de Paulo Vinícius. Direção de Márcio Mattana. Realização da Monstruosa Companhia de Teatro. De 08 a 25 de março, de quinta a domingo, às 20 horas. Miniauditório do Teatro Guaíra, centro de Curitiba. Ingressos a R$30 e R$15.

MOSTRA NOMOS, DE LAURA MIRANDA

A Mostra Nomos, da artista visual Laura Miranda, que teve sua abertura realizada em dezembro de 2017 no Museu Oscar Niemeyer (MON), tem visitas prorrogadas até 29 de abril de 2018. Com curadoria de Kátia Canton, a exposição segue na sala 8 do MON.

No dia 8 de março, às 18h no Mini Auditório do MON, haverá o lançamento do catálogo da Mostra, com distribuição gratuita ao público. Será realizada, como parte do evento, uma mesa redonda com a participação da curadora Kátia Canton, o crítico de arte Paulo Reis e a presença das artistas Laura Miranda e Mônica Infante. A entrada do evento é franca.

A mostra Nomos apresenta dois projetos recentes da artista, Líquens 2014/2015 e Estrela Canina 2016/2017, realizados na Área de Proteção ambiental do Passaúna, região metropolitana de Curitiba. A exposição, composta por 64 obras entre desenhos e objetos conta também com dois vídeos de performance com a participação da artista Mônica Infante. A escolha do termo Nomos para designar esta exposição refere-se a um caminho numa ampla extensão em torno do espaço urbano. O trabalho é construído por meio de processos que consideram as especificidades do território e resulta do embate entre sujeito e mundo – corpo e lugar.

O Projeto Liquens se iniciou por uma série de experiências durante viagens a Índia, em que foi realizado um mapeamento das comunidades têxteis na península e deserto de Kutch. A itinerância por tantos lugares, o convívio com o trabalho familiar e o contato com as técnicas tradicionais de tingimento tornaram-se uma importante fonte de criação.

A somatória destas significações aponta para percursos a céu aberto em que a percepção do espaço surge na relação com amplitude e velocidade.

Ao escolher um local se decidiu por um riacho, de difícil acesso, em meio à mata, espaço formado por um pequeno vale. Foi a partir da imersão neste meio e da documentação de samambaias e liquens que se desenvolveu um argumento conceitual e uma paisagem cênica para o trabalho, tomando as direções fornecidas pelo sítio.

Na performance as artistas Laura Miranda e Mônica Infante, mergulhadas na água, são contornadas pelo escoamento no córrego dos elementos: leite, índigo e ouro em pó. Forma-se uma tríade com as variações dos corpos, movimentos e velocidades em devir: animal, vegetal e mineral.

Na produção plástica Laura Miranda cria três séries de desenhos sobre papel e corte a laser em camadas sobrepostas, reverberando as cores que tingiram as águas de branco, azul e dourado.

Liquens aborda as relações simbióticas de proteção e nutrição que mantém a sobrevivência das espécies e propõe uma ética, a de olhar a existência desenhada através do outro.

O projeto Estrela Canina parte da referência a cães abandonados nas bordas da represa do Passaúna em situação de extrema vulnerabilidade e, consequentemente, apresentando risco para o equilíbrio do ecossistema.

Dois cães, resgatados pela artista e batizados como Estrela e Nirvana tornaram-se protagonistas do processo de criação que deu origem a produção plástica.

O convívio afetivo no local onde foram abrigados, documentado em fotografia e vídeo com percursos no local; observações do comportamento (respostas de sobrevivência, sociabilidade e relação territorial) e do movimento corporal dos cães; anotações sobre percepções espaciais, sensações corporais e ações caninas formaram a base do processo de criação. 

Além disso, foi realizado, semanalmente, um laboratório de criação de movimento. Das imersões corporais guiadas por práticas somáticas surge a imagem do mito do cão de duas cabeças e cauda em forma de serpente cujo nome é Ortros. Ao ser morto por Hércules, este cão se transforma na estrela Sirius localizada na Constelação Cão Maior.

Cerca de um ano depois o cão Estrela morre em decorrência de disputas por território. A soma destes eventos deu origem ao nome do projeto.

A produção plástica resultante deste processo se divide em séries de desenhos e objetos. Baseados em imagens ampliadas da pele e dos pelos dos cães, os desenhos são posteriormente recortados e entrelaçados. Em outra série contornos ampliados da silhueta materializam sombras negras e espessas. Os objetos produzidos em linho, seda e cristais compõem uma instalação e fazem referência à constelação Cão Maior.

A linguagem da performance é criada a partir da conexão em níveis profundos com a vida animal a partir da ativação de camadas profundas do cérebro humano responsáveis não só pela sobrevivência mas também pela capacidade de engajamento social. Funções essas que compartilhamos com o cérebro dos animais.

Estrela Canina apresenta, a partir de um mergulho no próprio corpo das artistas, um processo expandido de conexão com potências primitivas e um transbordamento em direção à outras formas de vida.

Este projeto foi realizado por meio do Programa de Fomento e Incentivo a Cultura da Secretaria Estadual da Cultura e patrocínio da COPEL.

SOBRE A ARTISTA LAURA MIRANDA:
Laura Miranda é graduada em artes visuais (1978 a 1981) e pós-graduada em História da arte do Século XX (1999), pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP) em Curitiba. Realizou cursos de extensão (1991), na Escola de Artes Visuais do Parque Laje, no Rio de janeiro. Também é formada em Experiência Somática (2013 a 2015), prática corporal baseada nas psicologias somáticas, na etologia e na neurociência.

Atua como artista visual e performer desde a década de 1980. Foi professora da Embap de 1998 a 2000. Participou como diretora cultural da Associação Profissional de Artistas Plásticos do Paraná, de 1987 a 1989. Desde a década de 1990 trabalha como figurinista e cenógrafa. Integrou a Tempo Companhia de Dança dirigida por Rocio Infante nos anos de 1990 e desde 1998 trabalha com a artista da dança Mônica Infante, com realização de projetos e pesquisas na área da Performance.

Criou juntamente com Denise Bandeira e Juliane Fuganti em 2001, o Grão Atelier em Curitiba para promover cursos, palestras e oficinas de criação. Realizou projetos que possibilitam a conexão entre artes visuais e arte têxtil, com visitas a instituições e comunidades na Índia, Japão e Canadá.

Participou de exposições, residências artísticas e eventos culturais no Brasil, Canadá, Espanha, Portugal, Índia e Japão. Atualmente suas pesquisas relacionam corpo e meio ambiente e incluem práticas como a Educação Somática (Técnica Alexander), Experiência Somática (Peter Levine) e Ki Aikidô (arte marcial japonesa).

SERVIÇO:
Exposição “Nomos”, de Laura Miranda
Até 29 de abril de 2018
Museu Oscar Niemeyer (MON) – Sala 8
Lançamento do catálogo da Exposição:
Dia 8 de março, 18h
Com participação da curadora Kátia Canton, o crítico de arte Paulo Reis e a presença das artistas Laura Miranda e Mônica Infante.
Local: Mini auditório do MON.
ENTRADA FRANCA
*Distribuição gratuita do catálogo no dia do lançamento

Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico, Curitiba
fone: (41) 3350-4400 / Terça a domingo, das 10h às 18h / 
Retirada de ingressos: até 17h30
R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)
museuoscarniemeyer.org.br

CARTOGRAFIA, POR ANA FERREIRA ::: HOJE, QUARTA, 21 DE FEVEREIRO!!!

Cartografia” funciona assim: você vai ao saguão do Teatro Guaíra (em Curitiba) levando o seu rádio FM e seu fone de ouvido. Só lá você vai conseguir sintonizar a nossa rádio, que emite ondas de curto alcance. 

Aí você vai acompanhar uma narrativa em áudio enquanto é convidado a olhar para o espaço público através dos vidros. 

O que se passa lá? A vida, a cidade, as pessoas ocupando o espaço conforme o modo que acreditam precisar dele, talvez uns artistas intervindo ali, talvez isso seja coisa da sua cabeça pois-o-povo-é-louco-mesmo-e-isso-super-acontece-o-tempo-todo, definitivamente uns artistas intervindo ali, definitivamente este povo é louco, definitivamente nada disso faz sentido, definitivamente as pessoas procuram sentido em tudo e ocupam os espaços conforme o sentido no qual acreditam, definitivamente o-que-se-passou-e-como-há-de-terminar, definitivamente?

Programe-se: apenas dias 20 e 21 de fevereiro (terça e quarta) às 15h e com entrada franca. 

LEMBRE-SE DE LEVAR O SEU RÁDIO (pode ser um player ou mesmo seu celular se ele tiver captação de ondas FM). 

O acontecimento integra a programação da Bienal Internacional de Curitiba em seu Circuito de Galerias. É um dos fragmentos da “Obra em Progresso”, projeto que dialoga com o livro “Finnegans Wake” de James Joyce e que já apresentou as performances “Streaming” (via Facebook) e “Sobreposição” (na Airez Galeria). “Cartografia” dá segmento à pesquisa de formas de relação com o espectador através de outras utilizações de espaços e dispositivos. 

Concepção e criação: Ana Ferreira
Artistas infiltrados no espaço público: surpresa! 
Artistas convidados para a narração em áudio: também! 
Produção: Ana Rivelles 
Foto de divulgação e arte gráfica: Guilherme Zawa
Realização: Agora Coletivo, Airez Galeria e Bienal Internacional de Curitiba. 
Apoio: Centro Cultural Teatro Guaíra e Mabu Hotéis & Resorts 

Serviço
Cartografia, por Ana Ferreira
Data:  20 de fevereiro e 21 de fevereiro (quarta-feira), das 15h às 16h
Entrada gratuita

Confira a página do evento, aqui

FALA COMPANHIA DE TEATRO APRESENTA: NÓS OUTROS

Peça convivial, criada a partir do encontro com índios Guaranis e Kaingang, circula por 24 cidades do Paraná, enaltecendo as relações de encontro desde a diferença. 

A peça teatral Nós Outros, uma realização da FALA Companhia de Teatro, com dramaturgia e direção de Don Correa, circula por 24 cidades do interior do Paraná, realizando uma itinerância de 3278 Km, passando por todas as macrorregiões do estado . O trabalho da companhia curitibana promove o vínculo dos artistas com o espectador a partir da experiência de imersão dos criadores na Aldeia Tupã Nhe’e Kretã, localizada nas imediações do Parque Nacional Guaricana.

Nós outros é um encontro teatral entre pessoas de diversas origens. A partir de uma experiência junto aos Kaingang e Guaranis, o espetáculo busca suspender os discursos e perceber o outro na sua mais completa diferença. Celebrar tanto a cultura quanto cada indivíduo, através de relatos, músicas e danças, é o foco da peça. 

Para a criação da peça, a equipe conviveu com os habitantes da aldeia Tupã Nhe’e Kretã, a fim de participar de atividades propostas por eles. A partir desta convivência, a dramaturgia foi escrita e esboços de encenação foram procurados. 

O trabalho conta com colaborações de Kretã Kaingang, liderança indígena com atuação em nível nacional, e de Florêncio Rékág Fernandes, mestre em Educação e diretor da escola indígena, além dos antropólogos Paulo Homem de Góes e Cauê Krüger. O elenco é composto por Diego Marchioro, Eduardo Ramos, Patrick Belem e Richard Rebelo.

Nós Outros é a busca de um encontro sincero com pessoas com outras visões de mundo. O elenco e equipe criativa buscaram um convívio com os Guaranis e Kaingang na Aldeia Tupã Nhe’e Kretã. O espetáculo busca trazer ao público uma experiência análoga a esta. Reconhecendo a diferença que há entre nós e os outros, entre o semelhante e o diferente, a peça provoca o público a reconhecer a alteridade e ter a possibilidade de uma visão mais complexa do mundo.

Além das apresentações, a equipe realiza oficina de teatro, com acesso gratuito, em todas as macrorregiões e cria registros audiovisuais que são compartilhados em cada lugar visitado.

Com incentivo do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (PROFICE), Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Paraná, a circulação passa por 24 cidades do Paraná com até 20.000 habitantes.

Nós Outros evoca, através da política do encontro, a relação entre diferenças. Uma peça sobre ser humano e suas relações de afeto. Um encontro a partir de agenciamentos heterogêneos e seus espaços.

SOBRE A FALA Companhia de Teatro:
Fundada pelo diretor e dramaturgo Don Correa e o ator Brian Townes, a FALA Companhia de Teatro é sediada em Curitiba desde 2012. A companhia investiga a concepção de novas dramaturgias, e formas do público se relacionar diretamente com as obras. Dentre os trabalhos da companhia, destacam-se os espetáculos “Parido” (2012), “Zero (2013)”, “Gafanhoto” (2013), “Tutorial” (2017), e “Nós Outros” (2018).

FICHA TÉCNICA:
Direção e dramaturgia: Don Correa
Elenco: Diego Marchioro, Eduardo Ramos, Patrick Belem, Richard Rebelo
Composição musical: Paul Wegmann
Direção de produção: Michele Menezes
Cenário e Arte gráfica: Pablito Kucarz
Artista plástico: Max Carlesso
Figurinos: Fabianna Pescara e Renata Skrobot
Consultoria em antropologia: Paulo Homem de Góes
Assistência de produção: Mia Bueno
Produção Executiva (viagens): Diego Marchioro
Assessoria de Imprensa: Fernando de Proença
Fotos e vídeos: Bem-te-vi Produções
Local de pesquisa: Aldeia Tupã Nhe’e Kretã
Apoio: Copel – Companhia Paranaense de Energia
Incentivo: Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (PROFICE), Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Paraná
Produção: Pró Cult
Realização: FALA Companhia de Teatro
DURAÇÃO: 70 minutos
CLASSIFICAÇÃO: 14+

SERVIÇO DA CIRCULAÇÃO NÓS OUTROS:
17/02 – Teixeira Soares
18/02 – Cruz Machado
19/02 – Mangueirinha
20/02 – Candói / Cantagalo
21/02 – Chopinzinho / Nova Laranjeiras
22/02 – Capanema / Capitão Leônidas Marques
23/02 – Matelândia / Vera Cruz D’Oeste
24/02 – Céu Azul
26/02 – Corbélia / Tupãssi
27/02 – Terra Roxa
28/02 – Mamborê
01/03 – Barbosa Ferraz
02/03 – Assai
03/03 – Faxinal
04/03 – Carambei
06/03 – Porto Amazonas
07/03 – Bocaiúva do Sul
08/03 – Quatro Barras
09/03 – Antonina

ENTRADA FRANCA!

PARA INFORMAÇÕES DE LOCAIS DAS APRESENTAÇÕES E HORÁRIOS, ACESSAR, este link

TEM BUBUBU NO BOBOBÓ 2018 – 6 ANOS DE CASA SELVÁTICA

“Pega Fogo Cabaré!

A Casa Selvática completa 6 anos de existência (no bairro Rebouças, em Curitiba) e TEM BUBUBU NO BOBOBÓ é nossa grande comemoração de aniversário!

Estão todos convidadíssimos para o nosso grande almoço e festa das undervedetes mais famosas da cidade!!!

Programação:

11h30 às 15h30 – Almoço
Valor:
R$ 25 (Primeiro lote)
R$ 30 (Segundo lote)
R$ 35 (Terceiro lote para vendas após o dia 1 março)
Vendas pelo site www.selvatica.art.br ou pelos telefones (41)988072121 ou 996115910
*** A CASA ACEITA CARTÕES DE DÉBITO E CRÉDITO ***

Cardápio
Entrada: Tacos recheados com abacate, pimenta rosa e folhas verdes (acompanha maionese defumada e barbecue de abacaxi)

Principal: Conchiglione recheado com alcachofras, queijo fresco e amêndoas ou batatas laminadas servidas com ragu de cogumelos, jambu e tucupi

Sobremesa: Torta de maçãs flambadas no whisky servida com creme catalão

17h – Entrega do Troféu Cabeça de Chinchila – Entrada Franca!
O evento mais esperado do ano, a cerimônia de entrega do Troféu Cabeça de Chinchila dos Antimelhores das Artes Cênicas e Performáticas de Curitiba e região!
*** AGUARDE A LISTA DE INDICADOS! ***

Casa Selvática
Rua Nunes Machado, 950 – Rebouças (próximo à Pça. Ouvidor Pardinho)

Informações:
(41) 988072121 / 96115910
Fique ligadx em nossas redes sociais, aqui no Facebook, no Instagram e no Twitter!

Data:Domingo, 4 de março, das 11:30 às 22:00
Local: Casa Selvática Ações Artísticas, Rua Nunes Machado, 950, Rebouças, Curitiba

Confira a página do evento, aqui

FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA ABRE EDITAIS PARA CONTRATAR 261 PROJETOS CULTURAIS

Fundação Cultural de Curitiba abre 10 editais para contratar 261 projetos culturais! Inscrições: até as 12h do dia 21 de fevereiro. Confira os editais:

>> Edital de Difusão Cultural e Artística dos Núcleos Regionais da Fundação Cultural de Curitiba – R$ 500 mil – seleção de 150 projetos

>> Edital Circo da Cidade, Lona Zé Priguiça – Difusão e Formação em Circo – Temporada 2018 – R$ 300 mil – quatro projetos

>> Edital Teatro do Piá – Temporada 2018 – Difusão em Formas Animadas de Pequenos Formatos para Crianças – R$ 120 mil – três projetos

>> Edital Antonio Carlos Kraide – Temporada 2018 – Difusão em Teatro para Infância e Juventude – R$ 180 mil – quatro projetos

>> Edital da Área de Dança – Solar 2018 – R$ 300 mil – sete projetos

>> Edital de Ações de Incentivo à Leitura – Literatura 2018 – R$ 300 mil – 20 projetos

>> Edital de Ocupação de Espaços Expositivos 2018 – R$ 300 mil – cinco projetos

>> Edital Publicação 2018 – Quadrinhos, Ilustração, Cartoon, RPG – R$ 300 mil – nove projetos

>> Edital Folclore e Tradições Culturais 2018 – R$ 300 mil – 35 projetos

>> Edital de Autoria Compartilhada e Bases Temporárias – Centro de Criatividade de Curitiba 2018 – R$ 300 mil – 24 projetos

Para saber mais acesse, aqui

Em caso de dúvidas, envie e-mail para: paicatendimento@fcc.curitiba.pr.gov.br

fontes: FCC / Falante Cultural

ÍMPETO

ÍMPETO estreia no Festival de Teatro de Curitiba 2018 na mostra Fringe Curitiba no dia 01 de abril as 12h no Casa Hoffmann

SINOPSE:
A partir de trechos poéticos, o espetáculo procura a verdade por trás das palavras, enquanto no mundo lá fora o que acontece é ação em si, da forma mais visceral e violenta. A peça que se segue é baseada em fragmento real de violência doméstica. Não é apenas um ato de consciência, mas de liberdade e coragem.

FICHA TECNICA:
Texto: Caroline Amantino
Direção: Joel Leitte
Com: Caroline Amantino e Liz Martins
Produção: Liz Martins
Concepção artística: PENUMBRA teatro laboratório
Iluminação: Joel Leitte
Design gráfico: Muniz
Videomaker: Daniel Santoro

DATAS E HORÁRIOS:
Dia 01 de abril de 2018 (domingo), 12h
Dia 03 de abril de 2018 (terça-feira), 21h
Dia 05 de abril de 2018 (quinta-feira), 16h

TEMPO DE DURAÇÃO:
30 minutos

INGRESSOS:
R$10 (inteira) e R$5 (meia)

Local: Casa Hoffmann, Rua Claudino Dos Santos, 58, São Francisco, Curitiba
Data: De 1 a 5 de abril, das 12h às 16h

Confira a página do evento, aqui

FESTIVAL DE TEATRO DE CURITIBA SELECIONA PROFISSIONAIS DE COMUNICAÇÃO ONLINE E PRODUÇÃO DE VÍDEO

Festival de Teatro de Curitiba seleciona profissionais de comunicação online e produção de vídeo para trabalhar na cobertura de sua 27ª edição. Vagas para trabalhar em Curitiba.

As vagas ofertadas são:
– Social Media (produtor de conteúdo)
– Media Online (Facebook Ads, Google Adwords)
– Filmmakers (com equipamentos)

Os profissionais precisam ter experiência comprovada na área e disponibilidade entre janeiro e abril para social media e media online e de março e abril para filmmakers.

As vagas estão abertas até domingo dia 21/01 às 23:55.

Preencha o formulário disponível, aqui

fonte

HOJE, DIA 15, É O ÚLTIMO DIA PARA INSCRIÇÕES NOS EDITAIS DO SESI CULTURA PARANÁ

Sesi Cultura – Crédito Foto Rei Santos

Serão selecionadas propostas de Artes Cênicas e Música até o dia 15 de janeiro

O Sesi Cultura Paraná ampliou o prazo para inscrição de projetos culturais nos Editais de Chamamento Público 2018/2019, nas categorias de Música e Artes Cênicas. As propostas poderão ser feitas até às 18h do dia 15 de janeiro de 2018. A seleção é de âmbito nacional, portanto, interessados e residentes de outras regiões do Brasil podem se inscrever.

Os trabalhos selecionados vão integrar a programação cultural de 2018 nos teatros das unidades do Sesi-PR em Curitiba, São José dos Pinhais, Londrina, Arapongas e Pato Branco, ou nos espaços parceiros das secretarias municipais e fundações de cultura.

De acordo com a Gerente de Cultura do Sistema FIEP, Anna Zétola, os editais oferecem transparência e competitividade aos artistas locais. “O Sesi Cultura Paraná oportuniza o conhecimento de projetos artísticos novos, de nomes desconhecidos da maximídia e também promove a profissionalização de jovens produtores, desenvolvendo a economia da cultura localmente”, declara.

O objetivo da área de Cultura do Sesi-PR é identificar projetos artísticos para públicos de todas as idades com o intuito de democratizar e ampliar o acesso à cultura, bem como incentivar e difundir a multiplicidade e a diversidade das linguagens e tendências artísticas para a formação e a valorização do indivíduo e sua comunidade.

Todos os procedimentos legais para a apresentação de projetos e envio da documentação solicitada estão descritos para consulta no site www.sesipr.org.br em Licitações, no número 206/2014. Os chamamentos em aberto estão listados logo abaixo. Os projetos serão selecionados por uma comissão avaliadora e os resultados serão divulgados exclusivamente no site do Sesi Paraná, no primeiro semestre de 2018.

• 10º EDITAL DE PROGRAMAÇÃO:
CENTRO CULTURAL CASA HEITOR STOCKLER DE FRANÇA / MÚSICA 2018

Modalidade A – Vozes da Cidade e de Outras Cidades

Podem participasesi culturar do projeto “Vozes da Cidade”: compositores, músicos e intérpretes locais de música popular urbana ou de outras regiões, que desenvolvem seus trabalhos autorais num formato mais intimista, seja individual ou em duos e trios.

Modadalidade B – Acordes na Casa

Podem participar do projeto “Acordes na Casa”: artistas profissionais da música instrumental brasileira, internacional e étnica. O objetivo é formar uma programação musical contínua durante o ano, proporcionando à comunidade o acesso a diferentes gêneros da música instrumental, bem como fortalecer a cultura da região.

Para mais informações, acesse o edital: aqui

• 11º EDITAL DE PROGRAMAÇÃO:
SESI CULTURA PARANÁ – EQUIPAMENTOS CULTURAIS 2018/2019

A área de Cultura do SESI seleciona projetos culturais nas modalidades de: Artes Cênicas (Teatro, Dança e Circo) e Música para o ano de 2018 e 2019. O público alvo é, além do trabalhador da indústria e seus familiares, a comunidade da região. Os locais de realização são os Equipamentos Culturais do SESI que estão distribuídos pelo Estado do Paraná. Para mais informações, acesse o edital: aqui

• 12º EDITAL PARA SELEÇÃO DE ESPETÁCULOS:
CIRCUITO CULTURAL SESI/PR 2018

Para o Circuito Cultural, os projetos que serão selecionados são os de Artes Cênicas e de Música para apresentação em teatros parceiros das secretarias municipais, fundações de cultura municipais ou nas dependências dos auditórios e teatros das unidades do SESI-PR. As cidades pelas quais o Circuito Cultural é realizado podem ser consultadas no edital. Serão selecionados 7 grupos, sendo 3 grupos para o primeiro semestre de 2017 e 4 grupos para o segundo semestre de 2017. Para mais informações, acesse o edital: aqui

• 13º EDITAL DE PROGRAMAÇÃO:
SESI MÚSICA 2018

Para 2018, o projeto SESI Música pretende apresentar ao público da indústria e comunidade das cidades de Toledo, Ponta Grossa, Maringá e Londrina, artistas de diferentes gêneros musicais do país e também artistas da cena musical local. As apresentações acontecem no seguinte formato: show do(a) artista local, nascido(a) ou radicado(a) no Paraná, o(a) qual convida um(a) artista de renome nacional com carreira consolidada. Para mais informações, acesse o edital: aqui

Mais informações:
www.sesipr.com.br/cultura/
www.facebook.com/sesiculturapr/

SESI CULTURA – Foi em 2008 que a Regional Paraná do Serviço Social da Indústria inaugurou uma área especificamente dedicada ao desenvolvimento de ações culturais ancoradas nas diretrizes previstas na Declaração Universal dos Direitos do Homem, como a diversidade, a pluralidade e a autonomia. Desde então, o Sesi Cultura Paraná tem promovido o acesso à cultura com foco em programas de formação artística e cultural, investindo em processos criativos, formação de plateia para todas as linguagens e na formação e desenvolvimento cultural com vocação local. O Circuito Cultural Sesi, o Festival Sesi Música, os Núcleos Criativos do Sesi, o Zoom Cultural, os Programas Sesi Música, Sesi Arte, Sesi Audiovisual e Sesi Artes Cênicas são exemplos de programas desenvolvidos pela Gestão Cultural do Sesi. De 2008 até 2016, mais de 927 mil espectadores tiveram acesso à cultura por meio de cerca de 7,5 mil eventos realizados pelo Sesi Paraná. Todas essas ações sempre tiveram como objetivo o acesso ao bem cultural para o trabalhador da indústria, seus dependentes e para a comunidade de um forma geral, além da difusão da arte em todas as suas manifestações, valorizando a diversidade e a pluralidade do povo brasileiro.