TETO BRASIL CONVIDA COMUNICADORES PARA PROGRAMA DE VOLUNTARIADO

“Qual o seu papel enquanto comunicador/a na construção de uma sociedade mais justa, igualitária e sem pobreza?

Pensando nisso, o TETO Brasil – Paraná abriu novas vagas de voluntariado permanente na área de comunicação focadas em CRIAÇÃO, REDAÇÃO e AUDIOVISUAL.

Torne-se parte da equipe de comunicação do TETO PR, inscreva-se: aqui

Ao se inscrever, automaticamente contaremos com sua presença no dia 10/03, das 10h às 16h00, no Espaço Cultural e Esportivo do Sindicato dos Bancários – Rua Piquiri, 380 – Rebouças, Curitiba. 

Atuante há 10 anos no Brasil, o TETO Brasil é uma organização internacional que atua em prol da defesa dos diretos dos moradores e moradoras das favelas mais precárias.

obs.: oportunidade divulgada no Grupo (do facebook) “Vagas de Comunicação no PR

ANALISTA DE MARKETING E COMUNICAÇÃO / CURITIBA

Indústria do Segmento de Bens de Consumo, uma das maiores empresas do Brasil, líder em vendas na região Sul, contrata Analista de Marketing e Comunicação. Vaga para trabalhar em Curitiba.

atividades: 
– Desenvolvimento de material de apoio para a equipe de vendas e clientes – lâminas, catálogos, folders, materiais de merchandising e demais materiais de comunicação.
– Criação e adaptação de embalagens de produtos
– Gestão de redes sociais e mídia digital 
– Auxiliar no planejamento e execução do plano de marketing
– Acompanhamento e controle de ações promocionais e campanhas de incentivo (trade)
– Contato com agências de publicidade, veículos e demais fornecedores.
– Realizar orçamento e compra de materiais
– Controle de budget

Perfil:
– Criativo, inovador e pró-ativo;
– Formação em Design, Publicidade, Educação Artística ou Áreas afins; 
– Experiência em empresas de médio/ grande porte na área de marketing e comunicação;
– Conhecimento de mídia e eventos;
– Orientado para a ação e resultados; 
– Senso de urgência e perfil multitarefas; 
– Imprescindível conhecimento em Pacote Office, InDesign, Corel Draw e Photoshop.

Interessados enviem currículo para rh@vagasnaindustria.com.br /com pretensão salarial. Apresentação do Portfólio será um diferencial. Por favor, peço que incluam no assunto do e-mail: “vaga marketing”.

Currículos fora do perfil informado não serão considerados.

DESIGNER DE INTERFACE (UI) / CURITIBA

vaga para trabalhar em Curitiba.

requisitos: Superior completo, preferencialmente em Design; Experiência na criação de produtos digitais com foco no usuário, melhoraria e uso de wireframes, protótipos, guia de estilo e fluxos. Vivência em tradução de wireframes em layouts com foco na usabilidade e interação do usuário final; 
Habilidade em Photoshop, Illustrator no sistema Windows(ou similares) para entrega em SVG e PNG.

Interessados enviem currículo para munique.parize@mjv.com.br / informe que viu a vaga na Elenize de Poli. 

Nota do editor: Para quem está procurando emprego recomendo que entre no grupo de e-mails da Elenize de Poli. Para isso basta mandar uma e-mail com o assunto “vagas” para elenizedepoli+subscribe@googlegroups.com / todos os dias ela manda e-mails com vagas para CURITIBA e região. Minha dica é criar/inscrever um e-mail só para receber essas vagas, pois ela manda muitos e-mails por dia (muitos mesmo!), e para todos os tipos de vagas e cargos.

MOSTRA PARANAENSE DE DANÇA 2018

Mostra Paranaense de Dança. Crédito das fotos: Cayo Vieira

 ABABTG divulga cronograma de inscrições e seletivas

Em 11 anos de existência, a Mostra Paranaense de Dança – iniciativa da Associação de Bailarinos e Apoiadores do Balé Teatro Guaíra (ABABTG) – se tornou o maior evento do gênero no Brasil. Em sua última edição, em 2017, reuniu cerca de 17 mil pessoas – entre público, artistas inscritos, bailarinos profissionais convidados, equipe técnica e alunos das oficinas e workshops. Ao todo, o Festival contou com a participação de grupos de 56 cidades, sendo três de Santa Catarina e o restante do Paraná. Ambos os estados reuniram 2360 artistas inscritos, que apresentaram 566 coreografias, sendo que, destas, 122 foram aprovadas para a Mostra Final. Em 2018, a Mostra dá continuidade à sua missão de promover apresentações artísticas de companhias profissionais convidadas, revelar o talento de artistas e grupos amadores, promover a interação entre profissionais e estudantes da dança, ofertar iniciativas de formação e trazer para o Brasil artistas internacionais para apresentações inéditas.

Todos os anos, estudantes de todos os estilos de dança do Paraná e de estados vizinhos aguardam ansiosos a divulgação do cronograma de atividades da Mostra e a revelação das cidades escolhidas para receber as seletivas. Este ano, além de Curitiba, a ABABTG passará por Campo Mourão, Pato Branco, Ponta Grossa e Arapongas. Grupos, escolas, academias e bailarinos poderão se inscrever a partir do dia 7 de abril (cronograma de inscrições abaixo). Os grupos inscritos se apresentarão para uma banca de profissionais convidados pela Associação e alguns trabalhos serão selecionados para a grande final realizada tradicionalmente no palco do Guairão.

Essas cidades ainda vão receber oficinas de aprimoramento técnico e artístico em modalidades variadas, ministradas por profissionais habilitados. A grande abertura da Mostra acontece no Guairinha no dia 2 de maio e contará com a apresentação de solistas finalistas e/ou premiados no Internationales Solo-Tanz-Theater Festival Sttutgart, que acontece anualmente na Alemanha.

Cronograma da edição 2018 da Mostra Paranaense de Dança da ABABTG

Período de inscrições de escolas, academias, grupos e artistas, via site: www.ababtg.org.br/mostra:

Curitiba: de 7 a 13 de abril
Campo Mourão: de 21 a 27 de abril
Pato Branco: de 28 de abril a 4 de maio
Ponta Grossa: de 5 a 11 de maio
Arapongas: de 12 a 18 de maio

Período de seletivas nas cidades do Paraná:
Curitiba: de 3 a 6 de maio
Campo Mourão: 19 e 20 de maio
Pato Branco: 26 e 27 de maio
Ponta Grossa: 2 e 3 de junho
Arapongas: 9 e 10 de junho

Abertura com os solistas internacionais:
· Dia 2 de maio, no Guairinha, em Curitiba.

Mostra Final com os grupos selecionados e profissionais convidados:
· Entre os dias 21, 23 e 24 de junho, no Guairão, em Curitiba.

Inscrições para oficinas de aprimoramento técnico e artístico, via site www.ababtg.org.br/mostra:
· Campo Mourão: 30 de abril a 13 de maio
· Pato Branco: 7 a 20 de maio
· Ponta Grossa: 14 a 27 de maio
· Arapongas: 21 de maio a 3 de junho
· Curitiba (Mostra Final): 4 a 17 de junho
*Investimento: R$20,00 por oficina. 

Regulamento e informações: mostra@ababtg.org.br 
www.ababtg.org.br/mostra  ///  www.facebook.com/ababtgoficial

ABABTG
Fundada em 2007, a Associação de Bailarinos e Apoiadores do Balé Teatro Guaíra surgiu para fortalecer a dança e demais artes motivando uma ligação sinérgica entre os setores público e privado. Para tanto, tem desenvolvido projetos culturais que promovam ações de formação, atualização, divulgação e fomento da dança, em suas diversas linguagens. A formação de público e o apoio à gestão de carreira de seus associados bailarinos, ex-bailarinos e apoiadores do Balé Teatro Guaíra também estão entre os compromissos da ABABTG. Formalizada como uma agremiação artística e cultural de caráter civil e personalidade jurídica e recentemente qualificada como Organização Social, a Associação tem demonstrado uma atividade intensa desde a sua fundação. Entre os seus principais eventos está a Mostra Paranaense de Dança, realizada anualmente em diferentes cidades do Estado para incentivar e valorizar bailarinos e grupos amadores e promover apresentações profissionais a preços populares.

CAIXA CULTURAL TRAZ A CURITIBA A PEÇA NA SELVA DAS CIDADES – EM OBRAS

foto: Renato Mangolin

Com texto original de Bertold Brecht, a montagem oferece um novo olhar a partir de pesquisa realizada pelo grupo mundana companhia. A direção geral é assinada por Cibele Forjaz, mas conta com “propositores de encenação” da própria companhia para cada nova temporada/ocupação

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta uma versão inusitada da peça Na Selva das Cidades. Escrita em 1927, pelo dramaturgo alemão Bertolt Brecht (1898-1956), a obra ainda desafia o tempo, quase um século depois. De uma atualidade aguda, o texto alinha exclusão social aos podres poderes da vida em sociedade. Esses aspectos são investigados à exaustão para a montagem trazida pelo grupo mundana companhia.

Com direção geral de Cibele Forjaz, a peça tem elenco formado por Aury Porto, Carol Badra, Guilherme Calzavara, João Bresser, Luah Guimarãez, Mariano Mattos Martins, Sylvia Prado, Vinícius Meloni e Washington Luiz Gonzales. A pesquisa resultou em um livro distribuído gratuitamente para escolas de teatro e instituições de todo o país.

Parte do conjunto de principais realizadoras de teatro contemporâneo no Brasil, a mundana companhia fez jus a seu nome durante o desenvolvimento da estrutura da peça: ao longo de dois anos, enveredou por toda São Paulo pesquisando, de corpo presente, sua humanidade. A partir daí, arquitetou um espetáculo que se transforma, literalmente, a cada temporada/ocupação.

A partir do glossário urbano adquirido, a montagem conta a mesma história a partir de novos pontos de vista. Ao trabalho da diretora Cibele Forjaz soma-se sempre uma equipe propositiva formada por componentes do grupo que assumem uma espécie de curadoria. Em Curitiba, Aury Porto, Bia Fonseca, Flora Belotti e Rogério Pinto vão liderar a Ocupação #17 PALCO. Eles estudam o espaço e propõem, para toda a equipe, a forma que a peça assumirá durante a temporada/ocupação.

Em Curitiba, Na Selva das Cidades 
Em Obras os criadores apresentam o palco à italiana – espaço nada comum na trajetória da mundana companhia. “A imersão por São Paulo, durante a pesquisa de linguagem, nos deu um eixo. Desde o início estabelecemos uma equipe propositiva que aponta rumos. Toda a ficha técnica está o tempo inteiro envolvida, em movimento, sem um pensamento pronto e acabado para a montagem”, explica Aury Porto, fundador junto com Luah Guimarãez da mundana companhia. As peculiaridades que envolvem a montagem e o processo de criação da companhia serão apresentados durante um bate papo com o público, que será realizado no dia 4 de março, às 15 horas, com entrada franca.

Bixiga – Perdizes: Potência das experiências
Um dos textos com mais elementos expressionistas de Brecht, Na Selva das Cidades mostra a luta entre dois homens, mas também o embate com a cidade. Em 1969, o Teatro Oficina realizou uma montagem do texto considerada antológica. “Lina Bo Bardi levou, para dentro da Oficina, restos de moradias do Bixiga que estavam sendo demolidas para a construção do Minhocão, que liga Bixiga a Perdizes”, conta Aury Porto. Esse processo orientou a pesquisa de campo da mundana companhia. O impacto da imersão dos artistas com o intercâmbio junto aos moradores de SP foi vertiginoso. “Não podíamos criar uma montagem, digamos, formal. A cidade nos deu um estímulo que, na sala de ensaio, se esvaía. Decidimos abrir a possibilidade de mudar tudo a cada nova agenda de apresentações. Já fizemos sem palavra alguma; outra vez fizemos em uma hora, depois em três”, contextualiza Aury.

Dessa maneira, a companhia assumiu o risco de investir no inusitado. “Os conceitos acabados e as formas fixas não cabiam mais nesse trabalho. O próprio texto de Brecht é cheio de lacunas. Percebemos que era a partir destas lacunas que o trabalho se abriria para o nosso tempo e suas questões, para uma comunicação mais livre entre a nossa equipe de criação e o público, entre o teatro e a cidade, entre a ficção e a realidade. Resolvemos, então, abrir radicalmente o espetáculo para a potência das experiências vividas, em grupo, com a cidade. A partir desse novo paradigma, tudo passou a ser móvel e inacabado. A cada nova ocupação, tudo se transforma na relação com o espaço ocupado. Desta forma, o cenário propõe sempre uma nova intervenção no espaço. Da mesma forma, a luz, o vídeo, os figurinos e os objetos de cena só existem a partir da relação com esse novo espaço e seus conceitos. O trabalho dos atores não tem marcas fixas, mas regras de jogo que determinam a movimentação e o desenho da cena. Cada Ocupação é singular, cada sessão é uma estreia. Lutando diariamente contra a nossa tendência às relações hierárquicas e às formas prontas, estamos no risco, prontos para o inesperado”, conclui Cibele Forjaz.

Sobre a mundana companhia
Desde o ano 2000, inspirados pela militância política dos artistas de teatro da cidade de São Paulo junto ao movimento “Arte contra a Barbárie”, Aury Porto e Luah Guimarãez desejavam criar um núcleo artístico formado essencialmente por atores-produtores. A partir daí, um diretor – com afinidades afetivas e estéticas com os membros da companhia – seria convidado a participar. O mesmo ocorreria com os profissionais das outras áreas, como cenografia, figurino, música, luz, e até mesmo outros atores. A cada projeto a companhia teria um novo corpo que daria vazão às ideias de continuidade e transitoriedade. Esse é o pensamento que caracteriza a mundana companhia.

Essa companhia, de encontros conscientemente transitórios, recebe o adjetivo antes do substantivo e tem seu nome integralmente grafado com letras minúsculas. Esboça-se, assim, um projeto em constante construção por diversas mentes e mãos, num processo que pode ser chamado de “frátria”, em dissonância com a supremacia do ideário de pátria – tão caro à maioria das sociedades modernas. Essas especificidades nas relações internas se refletem nas relações com os espectadores e, obviamente, nos temas a serem investigados a cada novo projeto. Apesar de elaborado desde a virada do século, o primeiro trabalho deste núcleo artístico só foi realizado muitos anos depois.

O repertório da mundana companhia é formado pelas montagens: A Queda (2007), adaptação do romance de Albert Camus; Das Cinzas (2009), com texto de Samuel Beckett; O Idiota – uma novela teatral (2010), realizado a partir da obra homônima de Fiódor Dostoiévski; Tchekhov 4 – Uma Experiência Cênica (2010), primeiro trabalho do diretor russo Adolf Shapiro com atores brasileiros – montado por ocasião do centenário de Anton Tchekhov; Pais e Filhos (2012), com encenação adaptada do romance homônimo de Ivan Turguêniev, mais uma vez dirigida por Adolf Shapiro; O Duelo (2013), criado a partir da novela de Tchekhov, que foi a temporada anterior da mundana companhia na cidade de Curitiba em 2014. Atualmente, está apresentando a peça Dostoiévski Trip, de Vladímir Sorókin, com direção de Cibele Forjaz, numa coprodução com a Cia Livre.

Serviço:
Teatro: Na Selva das Cidades – Em Obras
Local: CAIXA Cultural Curitiba. Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR).
Data: 02 a 04 de março de 2018 (sexta a domingo)
Horário: sexta às 20h; sábado às 17h e às 20h; e domingo às 18h.
Ingressos: Vendas a partir de 24 de fevereiro (sábado). R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 16h às 19h.)
Classificação etária: 14 anos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Debate com os criadores: 04 de março, às 15h, com entrada franca.

Informações e entrevistas:
Maria Celeste Corrêa – (41) 9 9995 0169 / 9 8786 4465
maria.correa@grupoinforme.com.br
fernandezcorreamc@gmail.com

MONSTRUOSA COMPANHIA DE TEATRO APRESENTA DRAMATURGIA INCLUSIVA COM A OBRA “CACHORRO”, DE DEA LOHER

O grupo curitibano Monstruosa Companhia de Teatro prepara a obra dramatúrgica alemã “Cachorro” para a primeira temporada no Mini Guaíra. A proposta inclui um projeto de acessibilidade para espectadores com deficiência visual com o apoio do Instituto Paranaense de Cegos (IPC), e é fruto da pesquisa de Juliana Partyka. O texto é ainda uma homenagem a um dos artistas visuais mais conhecidos mundialmente: Alberto Giacometti.

“Cachorro” foi escrita por Dea Loher como uma espécie de homenagem ao escultor Alberto Giacometti, costurando elementos da biografia do artista, e reinventando-os nas duas figuras do texto: dois seres abandonados pela sorte, ironicamente ligados por um artista ausente – ao qual estão ‘presos’, cada um a seu modo. Dea Loher coloca a personagem no lugar de vítima, e o ladrão na
posição poética do artista. Ao fazer isto, coloca em questão – e em tensão – o próprio lugar da arte em nosso tempo.

A peça será apresentada de 08 a 25 de março e conta com três sessões acessíveis ao público com deficiência visual, nos três domingos da temporada. “Valendo-se de percepções sensoriais, oferece uma experiência teatral sugestiva, e diferente daquela oferecida pela áudio-descrição. Busca-se provocar o repertório individual e particular de cada um, através do contato direto com o espetáculo”, explica Juliana Partyka.

As sessões acessíveis incluem uma dinâmica interativa, com entrada antecipada das pessoas com deficiência visual, apresentação e contato com cenários e figurinos, e a inserção dos elementos verbais descritivos no próprio corpo do espetáculo. “Cachorro” conta com a consultoria de Hellen Mieko Hamada, deficiente visual, que auxilia nos assuntos relacionados a este tema específico de inclusão.

A Monstruosa Companhia de Teatro nasceu de uma pesquisa de dramaturgia inclusiva para pessoas com deficiência visual. Com início em 2016, realizou suas primeiras apresentações no Festival de Curitiba de 2017. Desde então, o grupo se abriu para receber diretores e artistas convidados e, desta forma, expandir o pensar e fazer teatro contemporâneo em especial na acessibilidade da arte.

SINOPSE:
Cachorro é uma peça curta, cerca de uma hora, quase uma miniatura se comparada com as grandes peças de Dea Loher. Escrita como uma pequena homenagem ao escultor Alberto Giacometti, a peça costura elementos da narrativa de Jean Genet sobre ele, em O Atelier de Giacometti, e parece ecoar também os retratos de A última modelo, de Franck Maubert, sobre ‘Caroline’, tida como a última musa do artista. Dea Loher costura estes elementos, reinventa-os e os condensa nas duas figuras do texto: dois seres abandonados pela sorte, ironicamente ligados pelo artista sempre ausente. Ao confundir a modelo com a vítima e o ladrão com o artista, Dea Loher produz uma ácida reflexão sobre o sentido da arte em um mundo distópico.

SERVIÇO:
Cachorro, de Dea Loher. Com Fábio Costa e Juliana Partyka. Iluminação de Lucas Mattana. Cenários e Figurinos de Paulo Vinícius. Direção de Márcio Mattana. Realização da Monstruosa Companhia de Teatro. De 08 a 25 de março, de quinta a domingo, às 20 horas. Miniauditório do Teatro Guaíra, centro de Curitiba. Ingressos a R$30 e R$15.

PARANAMBUCO REALIZA PRIMEIRA MINITEMPORADA DO PROJETO ORUN AYÊ ESTA SEMANA, NO PORTÃO CULTURAL

Paranambuco. Crédito HAI studio

Grupo desenvolve série de oficinas e shows gratuitos em Curitiba para fortalecer a identidade cultural brasileira por meio da música

A partir deste mês, o projeto Paranambuco apresenta: Orun Ayê desenvolve uma série de ações com entrada gratuita para aproximar o público curitibano de ritmos tradicionais brasileiros. Serão promovidas três oficinas seguidas de pocket shows, além de seis shows do Paranambuco com participações especiais. A primeira minitemporada acontece esta semana, entre sexta-feira e domingo (dias 23, 24 e 25), no Auditório Antônio Carlos Kraide, no Portão Cultural.

Criado em 2010, o Paranambuco é formado pelo pernambucano Matheus Braga, a paranaense Jô Nunes, o paranaense Bruno Klammer, o mineiro Fred Pedrosa e o catarinense José Navarro. O trabalho autoral surgiu a partir do estudo da musicalidade tradicional brasileira, sendo parte dele dedicada aos Orixás cultuados na Umbanda.

“Toda manifestação cultural tem o objetivo de fazer permanecer uma história. Então, ao reunir e apresentar diferentes regionalidades, nossa intenção é fortalecer a identidade do Brasil. Por meio de ritmos brincantes e da interação com a plateia, queremos propor que a diversidade do nosso país seja valorizada”, conta Matheus. 

Programação:
A primeira minitemporada começa nesta sexta (23), às 14h, com a oficina Brincando Coco e um pocket show. Os participantes terão contato com a história do coco, além de aprender a tocar alguns instrumentos e fazer uma roda de dança. Com duração de 1h30, a oficina é aberta a públicos de todas as idades e não requer inscrição prévia.

No dia 24, o show ocorre às 20h; e, no dia 25, às 19h. O grupo traz o repertório do álbum Orun Ayê, com ritmos como baião, coco, samba, maracatu e xote, além de ijexá, toruá, barravento, puxada de rede e jongo. As apresentações também terão a presença do rabequeiro e percussionista Carlos Ferraz, uma das principais referências da cultura popular e da capoeira angola em Curitiba.

Carlos já integrou o grupo Mundaréu e atuou no espetáculo Rosa Armorial. O artista fez turnês pela Europa com o grupo Forró de Rabeca e fundou a Orquestra de Berimbaus, do grupo Capoeira Angola Resistência e Arte. Também criou o primeiro Festival de Forró de Curitiba e executou o trabalho autoral Carlinhos Ferraz e Forró de Rabeca.

Serviço: 
Paranambuco apresenta: Orun Ayê | 1ª minitemporada

23/2, sexta-feira
14h: Oficina “Brincando Coco” + pocket show

// 24/2, sábado
20h: Show Paranambuco – part. Carlos Ferraz

// 25/2, domingo
19h: Show Paranambuco – part. Carlos Ferraz

// Local: Auditório Antônio Carlos Kraide, no Portão Cultural 
// Endereço: Avenida República Argentina, 3.430 , Portão, Curitiba
// Entrada: gratuita, para públicos de todas as idades

ALDEIA COWORKING ABRE VAGA DE ESTÁGIO DE ATENDIMENTO

Aldeia Coworking abre vaga de estágio de Atendimento. Vaga para estagiar em Curitiba.

“Se você está procurando um estágio onde esforço é valorizado, tem organização no seu DNA, gosta muito de receber clientes, tratá-los bem e fechar negócios, dá uma olhada aqui embaixo, veja se você se encaixa, e manda seu currículo pra gente!

Qual vai ser o seu propósito?
Todos os dias, recebemos aqui na Aldeia (física e virtualmente) um monte de gente a fim de tirar seus sonhos do papel e realizar coisas fantásticas. Você vai atender essas pessoas, recebê-las, entender do que elas precisam e ajudá-las a conseguir isso.

Seu propósito é para fechar vendas e atender bem nossos alunos, garantindo que eles tenham uma excelente interface com nossa equipe de produtos.

Como você vai saber se está mandando bem?
(√ ) Você é responsável pelos alunos, a taxa de ocupação de ocupação dos cursos e garantir a qualidade da experiência dos alunos.
( √ ) As pessoas que fazem curso na Aldeia saem apaixonadas, querendo trazer suas empresas e projetos para cá.
( √ ) As pessoas que entram em contato com a Aldeia completam sua jornada de consumidor felizes e satisfeitas.

Qual vai ser a sua rotina?
• Entrar em contato com possíveis alunos de nossos curso, esclarecer suas dúvidas e resolver suas questões.
• Fazer ligações de prospecção e follow-up com clientes. (exemplo: Oi, tudo bem? Aqui é da Aldeia, eu vi que você se interessou pela Aldeia. Gostaria de saber se você ficou com alguma dúvida e se você quer vir conhecer).
• Conversar diariamente com a mais variedade de pessoas, acolhendo suas necessidades e apresentando os serviços da Aldeia.
• Fazer “tours” e apresentar o espaço para pessoas interessadas em virar coworkers da Aldeia.
• Preparar contratos e cadastrar novos clientes

Quais são os pré-requisitos?
• Ser muito simpático, gentil e gostar de se relacionar com pessoas.
• Ser uma pessoa responsável e organizada.
• Conhecimento básico em Excel.
• Ter firmeza e segurança na fala e nas atitudes.
• Ter uma imagem boa. (não tem nada a ver com ser bonito ou feio, e sim transmitir segurança e gentileza)
• Ter jogo de cintura para falar com pessoas desconhecidas, estressadas e problemáticas. (às vezes acontece, precisamos ser doces com essas pessoas)
• Ter facilidade em receber feedbacks, não levar as coisas para o lado pessoal, saber avaliar o próprio trabalho.
• Escrever bem: você vai estar em contato com várias pessoas por e-mail e será a primeira impressão que elas terão da Aldeia.
• Estar cursando alguma faculdade (preferência para secretariado executivo, administração e psicologia), para a vaga de estágio.
• Ter disponibilidade para estagiar 6 horas por dia (das 8h às 14h com 30 minutos de intervalo)

Quanto ganha?
R$600,00
Vale-transporte
1 curso do Aldeia Lab a cada 2 meses

Como se candidatar?
Mande seu currículo para o e-mail ivan@aldeia.cc
No corpo do e-mail, escreva um pouco sobre você. O que você já fez de legal que te dá orgulho?
Escreva também a sua disponibilidade de início (se precisa pedir demissão e esperar alguns dias para começar ou não).
No assunto do email, coloque “CV Customer Success” com o seu nome do lado

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EDITORA UFPR LANÇA PRIMEIRO CONCURSO LITERÁRIO

“Com o objetivo de incentivar a criação artística e literária, colocando novos autores em circulação, a Editora da Universidade Federal do Paraná lança seu I Concurso Literário. O gênero literário escolhido para a primeira edição do concurso foi a poesia. Poetas de todo o país podem concorrer! As inscrições vão até dia 16 de abril.

Rodrigo Gonçalves, diretor da Editora UFPR, explica que a iniciativa visa mostrar o envolvimento que a editora possui com a cultura e, também, destacar novos talentos. O concurso tem abrangência nacional e a comissão julgadora será formada por especialistas em literatura, poesia e mercado editorial.

Como prêmio, o vencedor terá seu livro publicado pela Editora UFPR e lançado na XVI Feira do Livro da UFPR e 37ª Semana Literária do Sesc, que acontecem entre 17 e 22 de setembro. As inscrições vão até dia 16 de abril.

Edital I Concurso Literário da Editora UFPR

fonte:  Editora UFPR