GRUPO BAQUETÁ LANÇA SEU PRIMEIRO DISCO NAS PLATAFORMAS DIGITAIS

O grupo curitibano Baquetá lança seu primeiro EP com cinco canções inéditas em suas plataformas digitais, no dia 19 de março, às 19h. Com composições próprias, o Grupo Baquetá traz em seu repertório a diversidade da música preta brasileira: ritmos como o samba-reggae, o ijexá, o funk e inspirações nas manifestações das culturas tradicionais do país.

Com doze anos de estrada, o grupo traz um álbum divertido e com estrutura de show, com começo, meio e fim. Segundo os músicos, era importante que o EP tivesse a cara do grupo. “Compomos, fazemos música, dança, teatro, tudo no mesmo espetáculo. Queríamos um disco que tivesse esse clima, mostrasse o que somos”. Produzido por Preto Martins, mixado e masterizado pela Gramofone, o álbum também conta com músicos convidados: Diorlei Santos, na percussão, e Acácio Guedes, no baixo.

Idealizado pela artista Kamylla dos Santos, o grupo Baquetá pesquisa e desenvolve projetos para adultos e crianças com base nos saberes da diáspora africana e dos povos originários do Brasil. “A ideia é apresentar toda força e potência dessa população, construindo espaços de representatividade para crianças e jovens negros e negras”, explica. “Para além do prazer de se ouvir música, o material do EP pode ser utilizado como ferramenta didática para criar contextos educativos antirracistas” finaliza a musicista.

Serviço:
LANÇAMENTO DO DISCO BAQUETÁ NAS PLATAFORMAS DIGITAIS
dia 19 de março, às 19h, em todas as redes sociais do grupo.
Instagram: @grupobaqueta
YouTube: youtube.com/grupobaqueta
Facebook: facebook.com/grupobaqueta
Creditar fotos: Stay Flow Fotografia

fonte / assessoria de comunicação: Vitória Gabarda

SETE JÁ ESTÁ NAS PLATAFORMAS DIGITAIS. NÃO PERCA AS LIVES NO DIA DA MULHER

SETE. Atriz Geisa Costa. Foto David D’Visant

Conquistas femininas, violência contra a mulher e racismo são os temas que permeiam o espetáculo SETE e serão abordados pela dramaturga Dione Carlos, pela atriz e ativista, Geisa Costa e o diretor musical Harry Crowl ao longo do dia 8 de março. Mediação: Thadeu Peronne, o diretor de SETE.

O espetáculo SETE já está disponível gratuitamente nas plataformas digitais da Fundação Cultural de Curitiba e da Thadeu Peronne Produções, por meio de aprovação no Licenciamento Digital com recursos da Lei Aldir Blanc. SETE traça um paralelo com a violência contra mulheres no Brasil e no mundo.

SETE é uma. SETE são várias. É o grito da mulher que renasce. No palco, os atores Ana Paula Taques, Erica Colognezi, Geisa Costa, Gideão Ferreira e Leonardo Goulart interpretam a história da heroína trágica, da mulher sequestrada, violentada que estabelece uma relação com o médico responsável por não deixar que as pessoas morram em tortura.

A peça é uma denúncia poética que traz para o palco a energia da mulher, um jogo de vozes e harmonias musicais, uma fricção de cores, de sentimentos”, define o diretor Thadeu Peronne.

O texto dramatúrgico foi inspirado na história real da advogada líbia Eman al-Obeidi que invade um hotel e denuncia ter sido estuprada por quinze soldados, durante dois dias seguidos.

Além de assistir ao espetáculo digital, não esqueça, então, das lives no Dia Internacional da Mulher, no Instagram da Thadeu Peronne Produções.

SETE. Atriz Ana Paula Taques. Foto Dvid D’Visant.

SERVIÇO:
PARA ASSISTIR:
– LIVES DO DIA INTERNACIONAL DE MULHER
– ESPETÁCULO SETE, DISPONÍVEL ATÉ 15 DE MARÇO:
Instagram: @thadeu_peronne

Assessoria: Karen Monteiro Comunicação e Tradução
karenmonteiroconteudoetraducao@gmail.com
Celular: 41. 99541-8735

GRUPO OBRAGEM ESTREIA “AS TRAMOIAS DE JOSÉ NA CIDADE LABIRÍNTICA” EM FORMATO ONLINE

As tramoias de José na cidade labiríntica / Eduardo Giacomini. Foto de Elenize Dezgeniski.

O premiado espetáculo já circulou por diversas cidades brasileiras e agora retorna para o repertório da companhia.

Para celebrar os 10 anos de diferentes temporadas e a circulação em mais de 30 cidades brasileiras, no dia 06 de março às 20h o Grupo Obragem de Teatro apresenta o espetáculo “As tramoias de José na cidade labiríntica” em uma versão inédita no formato teatro filmado que será exibido gratuitamente através da plataforma da companhia no Youtube. A fim de compartilhar com a audiência o processo criativo desta premiada obra, a apresentação será seguida de uma conversa com a equipe de criação do trabalho.

“Nós, do Grupo Obragem, estamos muito felizes com essa versão de teatro filmado da peça “As tramoias de José na cidade labiríntica”. A gente estreou essa peça há exatos 10 anos atrás, já apresentamos ela em festivais, mostras e temporadas em Curitiba e me parece que a cada sessão ela se atualiza e propõem novas reflexões sobre o comportamento humano e a sociedade que a gente vive”, ressalta o ator Eduardo Giacomini.

A montagem é um monólogo sobre um homem errante – José, nas ruas de uma grande cidade e sua experiência de reinvenção. O personagem José, interpretado com maestria pelo ator Eduardo Giacomini, reconfigura sua trajetória de vida, combinando ficções por ele arranjadas, aos seus insucessos. Ao refletir sobre momentos importantes de sua vida, como a experiência da perda do amor, do abandono ou sobre os sentimentos de vergonha e impotência, “José” discute situações que caracterizam um homem errante: A FOME; A SOLIDÃO; A INVISIBILIDADE e a PROMISCUIDADE, por exemplo.

A principal ideia da encenação é apresentar o estado de isolamento e desvio da realidade de “José”, por meio de um ambiente vazio e indeterminado. Essa proposta pretende criar identificação com a nossa sociedade e com os sentimentos de vazio e inadequação de muitas pessoas.

Além disso, no dia 08 de março às 9h será realizada uma oficina online sobre dramaturgia com Olga Nenevê, autora e diretora da peça. A ação formativa é gratuita e aberta à comunidade. Os interessados podem se inscrever pelo e-mail obragem@grupoobragemdeteatro.com.br enviando uma mini bio até o dia XX de março.

Trajetória da obra e ficha técnica

“As tramoias de José na cidade labiríntica” estreou em maio de 2011, na cidade de Curitiba, no Espaço do Grupo Obragem. A obra já fez inúmeras temporadas e circulou em mais de 30 cidades brasileiras. Ganhou Troféu Gralha Azul – Prêmio Melhores do Paraná 2012 – na categoria TEXTO ORIGINAL e ILUMINAÇÃO, além das indicações para CENÁRIO e SONOPLASTIA. Integrou importantes eventos culturais, tais como:

– Participou da Circulação SESI-PR 2014 – 1º e 2º semestre. Participou do FILO 2014;
– Participou da Semana Literária 2014 e 2015 da FCC e Secretaria de Educação do Paraná;
– Realizou apresentações para público das Regionais de Curitiba – Edital Difusão 2015;
– Participou do Projeto MOVE – solos de teatro e dança promovido pelo Grupo Obragem – 2015;
– Ganhou o Prêmio Arte Paraná da SEEC-PR em 2016.

Ficha técnica da obra
Olga Nenevê – dramaturga/diretora
Eduardo Giacomini – ator/figurinista/cenógrafo
Edith de Camargo – trilha musical
Lucas Amado – iluminador
Elenize Dezgeniski – direção de fotografia/projeções/fotos
Mariana Gómez – preparadora corporal
Alan Raffo – transmissão ao vivo/operador de câmera
Lídia Ueta – operadora de câmera/editora de vídeo
Francisco Santarosa Esmanhoto – técnico de som
Alessandra Nenevê – designer gráfico
Rose Matias e Andria Nenevê – costureira
Jonatas Medeiros – intérprete de libras
Larissa de Lima – assessora de imprensa

Serviço:
AS TRAMOIAS DE JOSÉ NA CIDADE LABIRÍNTICA – teatro filmado
Quando? 06 de março de 2021 às 20h
Onde? Transmissão da peça seguida de conversa aberta com os criadores através do YouTube da companhia:
www.youtube.com/user/Eduolga/featured

Oficina: Dramaturgia – teatro e teatro filmado – com Olga Nenevê
Quando? 08 de março de 2021 das 9h às 13h.
Onde? A oficina será realizada em plataforma online. Inscrições pelo e-mail obragem@grupoobragemdeteatro.com.br com envio de mini bio até o dia 07 de março de 2021.

Instagram: @grupoobragemdeteatro
Facebook: www.facebook.com/obragem
Site: www.grupoobragemdeteatro.com.br
Assessora de Imprensa: Larissa de Lima | 41-98510-6389

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA, DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA E DO MINISTÉRIO DO TURISMO.

TODAS AS INFORMAÇÕES CONSTANTES NESTA OBRA SÃO DE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO AUTOR.

“POR TRÁS DA CENA”, PODCAST COM CURADORIA DE MAÍRA LOUR E GILMAR KAMINSKI, REVELA OS PROCESSOS CRIATIVOS DO TEATRO

Maíra Lour e Gilmar Kaminski / Créditos: Eli Firmeza e Carol Castanho.

Feito para interessados em teatro, cada episódio conta com dois artistas criadores compartilhando suas experiências

Dramaturgia, direção de cena, atuação e cenografia são alguns dos conteúdos que o podcast “Por Trás da Cena” traz para discussão em oito episódios lançados às quintas-feiras, de 25 de fevereiro a 15 de abril. Idealizado pela diretora artística Maíra Lour e pelo produtor cultural Gilmar Kaminski, o podcast convida artistas para compartilharem suas experiências, procedimentos, modos de criação e memórias de teatro. Os episódios estão sendo pensados para que curiosos e amantes do teatro possam conhecer mais o dia a dia dos artistas, podendo se tornar uma ferramenta de aprimoramento técnico e artístico de estudantes, profissionais, pesquisadores e interessados nas artes cênicas.

Maíra define a empreitada “como um espaço de troca, conexões e escuta, para revelar o que não se vê: a sala de ensaio, as coxias, os camarins são locais que guardam a intimidade do teatro, o mecanismo todo que se movimenta para que as criações aconteçam”. E, segundo Gilmar, essa foi uma das formas que encontraram para seguir em movimento e promover encontros, mesmo sem a possibilidade da presença física.

Todos os episódios estão sendo produzidos, editados e lançados de forma remota e seguindo os protocolos sanitários de enfrentamento à COVID-19. O podcast é apresentado por Maíra e como convidados, a dupla buscou mesclar artistas curitibanos com artistas de outras regiões do país e de Portugal envolvidos no fazer teatral: dramaturgas/os, atrizes/atores, diretoras/es, cenógrafas/os, iluminadoras/os.

Maíra e Gilmar não pretendem parar nos oito episódios previstos para a temporada. Segundo eles, a ideia é criar conexões entre artistas e dar continuidade a estas conversas descontraídas e necessárias para os tempos atuais em próximas temporadas.

O podcast está disponível nas principais plataformas de streaming de áudio:

Spotify: aqui
Google Podcasts: aqui
Youtube: aqui

CRIADORES
Maíra Lour é diretora teatral, dramaturga e arte educadora. Diretora da Súbita Companhia de Teatro, colaboradora e orientadora do núcleo IMP de pesquisa em dança – Investigação do Movimento Particular e idealizadora do Plataforma – Espaço de Investigação Artística. Artista profundamente interessada pela intersecção entre teatro, dança e literatura. Dedica-se à pesquisa de autoras mulheres latino-americanas; mulheres diretoras de teatro, procedimentos de direção cênica; dramaturgia contemporânea; estudos do corpo dramático-poético e modos colaborativos de criação e produção.

Gilmar Kaminski é produtor cênico graduado pela Universidade Federal do Paraná (2017) e técnico em contabilidade pelo Instituto Federal do Paraná (2011). Desde 2014 atua como produtor na cidade de Curitiba, desenvolvendo projetos nas diversas linguagens artísticas – teatro, música, audiovisual, patrimônio cultural e literatura. É fundador da Flutua Produções e atualmente integra a equipe de produção d’A Armadilha Cia de Teatro e da Bienal de Quadrinhos de Curitiba.

FICHA TÉCNICA
Curadoria: Gilmar Kaminski e Maíra Lour
Apresentação: Maíra Lour
Produção: Gilmar Kaminski – Flutua Produções
Edição de som e vinheta: Álvaro Antonio
Comunicação: Luísa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte
Projeto gráfico: Camila Villanova e Victor Uchoa
Realização: Flutua Produções

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo.

UM CANTO ANAERÓBICO / WELLINGTON MÜLLER BUJOKAS

Copiamos texto e foto do site da Editora Quelônio

Você pode adquirir o segundo livro do poeta Wellington Müller Bujokas através do site da Editora Quelônio, aqui. O lançamento será dia 6/3, pelo Instagram da Quelônio

Um canto anaeróbico
Wellington Müller Bujokas
Editora Quelônio
Gênero: Poesia
Capa: Julia Contreiras
Posfácio: Roberto Medina
ISBN: 978-65-87790-06-0
Formato: 21,5 x 15,6 cm
104 pp.
Valor:
Preço normal: R$48.00.
Preço promocional:  R$36.00 (está com 25% de desconto por ser pré-venda)
Através do site da Quelônio, neste link

“Um canto anaeróbico é um conjunto de poemas ou de fragmentos poéticos que se entrelaçam em um longo poema, dialogando de maneira inventiva com a tradição épica, com as vanguardas e com a poesia concreta. Segundo livro de poemas do escritor e diplomata Wellington Müller Bujokas, combina a dicção de um épico abreviado, que pode ser lido de um só fôlego, a uma investigação pessoal sobre as dimensões formais da palavra poética, o sentido do vivido e os limites da comunicação verbal.

O conjunto reúne uma produção poética de alta voltagem experimental, conjugando a disposição dos signos verbais no espaço da página com um ritmo intenso e não musical. A poesia do autor promove a investigação minuciosa das palavras por meio de neologismos, polissemia, contrações e outras formas de renovação do léxico.

Os versos se dispõem em tamanhos e andamentos variados, em um estilo que envereda pela dicção paródica das vanguardas e da poesia moderna e também explora o branco das páginas, em diálogo com o concretismo.

A sonoridade desse canto poético contemporâneo inclui elementos da oralidade e contempla a visualidade experimental dos poemas, dispostos na página de acordo com o ritmo e com os efeitos de um verbo que se revela falho, mas sempre tateante, em busca de uma palavra original, mesmo que o sentido do que se diz não esteja clarividente.

A poética do autor traduz, por meio de procedimentos incomuns, temas de grande atualidade e ao mesmo tempo seculares: a relação do eu com o mundo, a (in)comunicabilidade, a subjetividade, o tempo, a memória, o padecimento, o sufocamento, a sobrevivência, a reflexão sobre o próprio fazer literário.

No posfácio, Roberto Medina destaca que, nessa poética, o esgarçamento da palavra é também o esgarçamento do mundo, um mundo a que os poemas se referem e que buscam traduzir, mas sem verdade cabal.

A edição da Quelônio procura intensificar o efeito visual dos poemas por meio de algumas soluções propostas pelo autor e que foram trabalhadas no projeto gráfico. O livro é impresso em off-set, com texto em preto e algumas ocorrências de pantone vermelho. Utilizou-se um carimbo para agregar uma terceira cor, o verde utilizado pelo autor em uma palavra de um dos poemas. Os 300 exemplares do livro foram carimbados, tornando cada exemplar único. A designer Júlia Contreiras utiliza as fontes Futura e Garamond para potencializar a visualidade e a legibilidade dos poemas, que investigam justamente o esgarçamento do signo verbal.

SOBRE O AUTOR:
Wellington Müller Bujokas nasceu em 1982 em Itararé (SP) e passou a infância em Barão de Antonina, interior de São Paulo. Na juventude, transferiu-se para Curitiba, onde se formou em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná. Posteriormente tornou-se diplomata e mudou para Brasília. Trabalhou em Astana (hoje Nur-Sultan) no Cazaquistão, e em Moscou. Atualmente mora em Baku, no Azerbaijão. É autor de Estudos (Travessa dos Editores, 2012). Um canto anaeróbico é seu segundo livro de poemas.

ARTISTAS LEONARDA GLÜCK E KATIA HORN TRANSPÕEM A MITOLOGIA DAS FADAS PARA A REALIDADE CONTEMPORÂNEA EM MEMES LITERÁRIOS

As “Fadinhas Fodidas” disponibilizam textos e ilustrações inéditos toda quarta-feira, às 19h, no Instagram do projeto @fadinhasfodidas

A escritora Leonarda Glück e a artista plástica Katia Horn lançaram, em abril de 2020, a convite da Pomeiro Gestão Cultural, um projeto transmídia que une textos originais de Leonarda com ilustrações inéditas de Katia. Trazendo a mitologia das fadas para a realidade contemporânea, os textos e as imagens utilizam a figura das fadas num tom irônico e com humor ácido para promover reflexões políticas, culturais e sociais. Para conhecer o projeto e as fadas, basta acessar o perfil @fadinhasfodidas no Instagram.

Com obras que propõem reflexão sobre algo que aconteceu ou está acontecendo na semana em questão, as artistas se dispõem a ler a realidade das mulheres, em especial as brasileiras e latinas, e todas as camadas de machismo, sexismo, homofobia e transfobia que se impõe sobre suas jornadas. “Funciona quase como um meme literário que resume a situação política da semana”, comenta Leonarda Glück. Sobre a empreitada, Katia afirma: “Elas não são fofas e não moram num “felizes para sempre”, então podem gerar desconforto no público, porque elas escancaram nossas tragédias cotidianas”.

Com o projeto na rua desde abril de 2020, as artistas querem lançar um livro com as ilustrações e crônicas, além de, quem sabe, transformar a estética que criaram nas Fadinhas em produtos como camisetas e canecas. Por flertar com a estética pop, muitos fãs do projeto pedem produtos derivados. Porém, para as artistas, a visão é mais ampla: “A ideia é gerar reflexão mesmo, produzir conhecimento, disparar ideias que estimulem o pensamento autônomo nas pessoas que o projeto atingir eventualmente. Tudo isso com humor e cores vibrantes. Esse é o nosso maior sonho”, completa Leonarda.

O projeto começou de modo independente, e agora conta com o incentivo da Lei Aldir Blanc via Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo, que viabilizou, através do projeto “Mais Fadinhas Do Que Nunca”, a criação de 20 novas ilustrações e a produção de um mini documentário sobre o processo de criação das Fadinhas, dirigido pelo cineasta Thiago Bezerra Benites.

Para conhecer e acompanhar cada nova Fadinha, siga o Instagram: www.instagram.com/fadinhasfodidas/ e a página no Facebook: www.facebook.com/fadinhasfodidas

Leonarda Glück e Katia Horn

Sobre as artistas

Leonarda Glück
Atriz, dramaturga e diretora curitibana radicada em São Paulo. Co-fundadora da Companhia Silenciosa e do Coletivo Selvática. Graduada em Direção Teatral pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Tem mais de vinte textos encenados por diferentes grupos, companhias e artistas brasileiros e internacionais de diversas linguagens artísticas. Publicou A Perfodrama de Leonarda Glück – Literaturas Dramáticas de Uma Mulher (Trans) de Teatro, coletânea com seis textos teatrais. Seus projetos já foram contemplados por diversas instituições culturais brasileiras, tais como Fundação Cultural de Curitiba, Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, Fundação Nacional das Artes (Funarte), Instituto Itaú Cultural, SESC São Paulo, Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, entre outras. Os trabalhos que levam o nome da artista, sejam eles teatrais, performáticos, literários e/ou audiovisuais, já foram apresentados em diversas cidades do país e de fora dele, bem como publicados em diversas mídias, jornais, revistas e periódicos especializados em arte e cultura. As temáticas principais trabalhadas pela artista são amor, neocolonialismo, globalização, linguística, fronteiras, tecnologia, transexualidade, conflitos mundiais, Brasil, sexo, violência, cultura LGBTQI+, dominação e poder. Atualmente se prepara para estrear o solo Trava Bruta, tendo seu texto sido premiado pelo Edital de Dramaturgia em Pequenos Formatos Cênicos do CCSP 2020. Adiado pela pandemia de covid-19, o espetáculo está previsto para 2021, ano em que a artista completa 25 anos de carreira.

Katia Horn
Nasceu em 1965, em Luzerna, SC. Formou-se em Educação Artística em Dourados, MS, no ano de 1988. Está em Curitiba desde 1990, onde vem pesquisando e desenvolvendo seu trabalho em várias áreas artísticas, partindo das artes visuais para a performance, o teatro, a música e o audiovisual. Nas artes gráficas especificamente, já publicou suas ilustrações em jornais, revistas, ilustrou diversos livros e trabalhou para algumas editoras nacionais ilustrando materiais didáticos. Como artista plástica, tem um caminho de muita pesquisa técnica e estilística, conhecimentos que utiliza muito no seu trabalho como ilustradora.

FICHA TÉCNICA
Textos de Leonarda Glück
Ilustrações de Katia Horn
Produção e Realização: Pomeiro Gestão Cultural
Coordenação de Produção: Igor Augustho
Produção Executiva: Eduardo Alves
Videomaker: Thiago Bezerra Benites
Assessoria de Imprensa e Marketing Digital: Platea Comunicação e Arte, Luisa Bonin e Thays Cristine
Assessoria Jurídica e Contábil: Ivanes Mattos

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo. Todas as informações constantes nesta obra são de responsabilidade exclusiva das autoras.

SORTEIO OSTRAS PERDIDAS

Ostras perdidas sorteiam produtos de artistas independentes. 

OS PRÊMIOS
1° SORTEADO: 01 disco “Vestígios” (2020) da @criaturascwb + 1 quadro A3 com arte do @os.ratos + 1 CD do @francodascamelias + Voucher de R$20 + camiseta @ostrasperdidas
2° SORTEADO: 1 quadro A3 com arte do @os.ratos + 1 CD @francodascamelias + 1 quadrinho (Vol. 1) do @os.ratos

3° SORTEADO: 1 quadrinho Vol. 2 (@os.ratos) + 1 CD @francodascamelias

REGRAS
ATENÇÃO, PARA CONCORRER A TODOS OS PRÊMIOS DO SORTEIO você deve
1° passo: Curtir a foto oficial (NESTE LINK) no instagram e comentar o nome de dois amigos (não vale perfis de marcas, famosos ou fakes)
2° passo: Siga nossa página (@ostrasperdidas)
Simples né? Bora participar!!

Ostras Perdidas
produtora cultural curitibana, loja virtual de discos, livros e outros produtos artísticos. Nosso projeto tem o principal objetivo de funcionar como um canal catalisador para produções artísticas independentes. 
Fanpage: www.facebook.com/ostrasperdidas
Instagram: www.instagram.com/ostrasperdidas


Franco das Camélias 
www.francodascamelias.wordpress.com

Artes e Metiês (2020) Franco das Camélias (CD COMPLETO)
Produzido no Bacacheri, em Curitiba.
Lançado pelo Youtube no dia 1º de maio de 2020.
Lançado em CD no dia 12 de novembro de 2020.
Foto de Emanuella Kalil: “Piano toco com martelo”
+ em www.francodascamelias.wordpress.com

LAURA PETIT RETORNA COM O SENSUAL CLIPE “SOL NA VIRILHA”

Cantora lança primeira faixa desde elogiado álbum “Pelada por Esporte”

Após apresentar um olhar com frescor sobre o feminino e um mergulho nos amores modernos nos seus dois primeiros discos, Laura Petit revela uma nova fase da carreira com uma série de singles já projetados para 2021. O primeiro deles é “Sol na Virilha”, faixa que acaba de chegar às plataformas de streaming e ganha também um clipe.

A canção é o primeiro lançamento de Laura desde “Pelada por Esporte” (2019), um álbum que em seguida ganhou também uma série de remixes, “Pelada na Pista”, com quatro faixas que ofereciam uma nova perspectiva. Agora, a artista une a identidade musical do último disco com a entrega lírica de seu primeiro trabalho, “Monstera Deliciosa” (2017), em uma composição sobre voltar-se para dentro e reafirmar sua autonomia após uma relação abusiva.

“‘Sol na Virilha’ é uma música densa, intensa e ainda assim leve. Acho que na estética e na produção, essa nova faixa se aproxima mais do ‘Pelada’. Mas a poesia e a temática mais doída tem um quê do ‘Monstera’. Pensando agora talvez seja um híbrido entre os dois discos. Foi uma faixa difícil e gostosa de escrever e produzir. Serviu pra sublimar dores profundas e íntimas do jeito mais leve que eu pude. Pra eu me apropriar das minhas dores, do meu corpo e das minhas escolhas. Sol na Virilha é dançante, sensual e intensa”, resume Laura Petit.

A artista vai da MPB ao baião, da psicodelia ao experimental. Trazendo uma visão agridoce, bem-humorada e por vezes debochada dos afetos modernos, ela entrega uma sinceridade desinibida, uma candura desconcertante e uma ironia cortante, embaladas por uma instrumentação tão atual quanto nostálgica.

Nascida em Brasília e criada em Curitiba, Petit traz a arte no corpo desde sempre. Bailarina da infância até a adolescência, ela utiliza a linguagem corporal da dança para evoluir sua música. Em 2017, Petit lançou “Monstera Deliciosa”, um álbum que oferecia uma percepção livre e criativa do feminino. O segundo disco, “Pelada por Esporte”, marcou um olhar diferente e fora do universo decadente da temática do álbum anterior, voltando-se para dentro.

Com “Sol na Virilha”, Laura Petit referencia a sua própria discografia, mas sem deixar de olhar para o futuro. A artista agora prepara uma série de lançamentos que serão revelados aos poucos ao longo de 2021.

Assista a “Sol na Virilha”:
https://youtu.be/RVBjF1k8XDQ
Ouça “Sol na Virilha”:
https://smarturl.it/SolNaVirilha

Ficha técnica:
Produção: Eduardo Rozeira
Mix: Dani Mariano
Master: Pedro Soares
Videoclipe: Leticiah F.
Maquiagem: Marina Costa

Letra:
Sol na Virilha

Não vá dizer
Que me avisou
Se vai doer
Não avisa
Mas se vier
Não me jure amor
Cê tem o rei
Na barriga

Não era seu
Nunca foi seu
Não põe a mão
Era só meu
Sempre foi meu
Mesmo em vão

Não vá dizer
Que me avisou
Se vai doer
Não avisa
Mas se vier
Não me jure amor
Eu tenho o sol
Na virilha

Não era seu
Nunca foi seu
Não põe a mão
Era só meu
Sempre foi meu
Mesmo em vão

Não era seu
Nunca foi seu
Não põe a mão
Deixe meu véu
Assim eu vou

Era só meu
Sempre foi meu
Mesmo em vão
Não vou pro céu
Eu já não ia

Quando a sangria era folia
E o fim era questão só de recomeçar
A gente ria sem saber o que esperar

 

PEÇA SEU PLANTÃONILDO

Vídeos para quem mora longe, para quem está hospitalizado, para profissionais da saúde, para quem deseja apenas alegrar o dia de alguém com uma mensagem. Entre em contato e peça seu vídeo (entre os dias 08 e 11 de fevereiro, primeira remessa) através do site: www.gruposemeandoamor.com.br/plantaonildo

O projeto se chama Plantãonildo, a iniciativa é de um grupo de palhaços voluntários de hospitais se adaptou para continuar seu trabalho. 

O grupo recebe pedidos e faz um vídeo especial a quem possa desejar. Exemplo: uma filha pede um vídeo personalizado para sua mãe e nossos palhaços produzem e enviam por whatsapp. 

O trabalho é voluntário. Os vídeos são gratuitos e serão encaminhados em até 10 dias depois da data de término dos pedidos.  Essa primeira remessa será de pedidos feitos entre dia 08 e 11 de fevereiro. Os pedidos são feitos pelo site:  www.gruposemeandoamor.com.br/plantaonildo

PRODUTORA CULTURAL ISADORA FLORES LANÇA O “LABORATÓRIO GARRA!”, PROJETO QUE OFERECE CURSO PROFISSIONALIZANTE E OFICINAS GRATUITAS PARA JOVENS DA CULTURA

Terão prioridade nas inscrições agentes culturais com idade entre 16 e 25 anos, pretos, pardos, indígenas, mães solo, LGBTQIA+, Pessoas com Deficiência e de baixa renda. 

A primeira edição do projeto “Laboratório Garra!” acontece entre os meses de fevereiro e março de 2020 de forma online e gratuita. O projeto é um ambiente de formação voltado para pessoas interessadas em produção cultural, sobretudo da área da música. Além de um curso profissionalizante de maior duração com a produtora e idealizadora do projeto Isadora Flores, serão realizadas sete oficinas gratuitas de temas variados com profissionais atuantes da cena cultural: Bina Zanette, Brenda Santos, Carolina Wanderley, Gilmar Kaminski, Helena Sofia, Julie Fank e Luana Angreves.

As inscrições estão acontecendo pela página: www.lnk.bio/garralab, e vão até dia 29 de janeiro para o curso profissionalizante, e para as outras oficinas se estendem até dia 19 de março de acordo com o calendário de Oficinas. 

O curso de maior duração – com carga horária de 21h – dará direito ao registro profissional de “Diretor/a de Produção” emitido pelo SATED-PR (os custos com o Registro serão cobrados pelo SATED/PR). Terão prioridade nas inscrições agentes culturais com idade entre 16 e 25 anos, pretos, pardos, indígenas, mães solo, LGBTQIA+, Pessoas com Deficiência e de baixa renda. O projeto tem incentivo da Fundação Cultural de Curitiba, através da Lei de Incentivo à Cultura do Município e da Lei Aldir Blanc – Lei Federal de Emergência Cultural (Lei que dispõe sobre ações emergenciais destinadas ao setor cultural a serem adotadas durante o estado de calamidade pública).

O nome do projeto, “Garra!” é um convite para agentes culturais que batalham na cena independente e são profissionais iniciantes, muitas vezes alheios às políticas de incentivo à cultura. O “Laboratório Garra!” também oferece a oportunidade para que mais pessoas tenham acesso a conteúdos de formação e direito a um registro profissional.

INFORMAÇÕES SOBRE AS OFICINAS
As inscrições para o Curso e todas as Oficinas acontecem pelo link: www.lnk.bio/garralab

1. “Curso de Produção” com a produtora Isadora Flores e participação de Gilmar Kaminski e Carolina Wanderley.
MÓDULO I: Leis de Incentivo, preparação de projetos, Mecenato Subsidiado e Lei Municipal de Incentivo de Curitiba)”
04 de fevereiro de 2021, das 09h às 12h
11 de fevereiro de 2021, das 09h às 12h
18 de fevereiro de 2021, das 09h às 12h
MÓDULO II: Profice – Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Paraná”
04 de março de 2021, das 09h às 12h
MÓDULO III: Lei Federal de Incentivo à Cultura”
18 de março de 2021, das 09h às 12h

2. Oficina: “Aspectos jurídicos básicos da produção cultural” com a advogada e consultora em direitos culturais e propriedade intelectual Carolina Wanderley (São Sebastião Cultura e Propriedade Intelectual)
20 de fevereiro de 2021, das 09h às 12h

3. Oficina: “Sonorização para produtores”, com a Produtora, cantora e compositora Helena Sofia (Estúdio Old Cat) – Dia 27 de fevereiro de 2021, das 09h às 12h

4. Oficina: “Uma festa de verdade! – Produção Cultural como laboratório de Experiências”, com a produtora cultural, criativa e pesquisadora Brenda Santos (Um Baile Bom)
Dia 06 de março de 2021, das 09h às 12h

5. Oficina: “NEM TUDO SÃO LIKES: da superfície à profundidade da comunicação digital”, com a comunicadora, seletora musical e ativista Luana Angreves (Cliteriosa)
Dia 13 de março de 2021, das 09h às 12h

6. Oficina: “Curadoria para projetos de música”, com a produtora e curadora Bina Zanette (Santa Produção)
Dia 13 de março de 2021, das 14h às 17h

7. Oficina: “Gestão administrativa e prestação de contas de projetos culturais”, com o produtor cultural e técnico em contabilidade Gilmar Kaminski (Flutua Produções)
Dia 20 de março de 2021, das 09h às 12h

8. Oficina: “Escrita para quem se (in/e)screve” com a escritora, professora e artista visual Julie Fank (ESC. Escola de Escrita)
Dia 27 de março de 2021, das 09h às 12h

Inscrições: https://lnk.bio/garralab

Ficha Técnica:
Coordenação: Isadora Flores
Coordenação de Produção e Gestão Financeira: Gilmar Kaminski
Produção Executiva: Vi Gabarda
Ministrantes: Isadora Flores, Bina Zanette, Helena Sofia, Julie Fank, Carolina Wanderley, Brenda Santos, Luana Angreves e Gilmar Kaminski
Videos: Alan Raffo
Design Gráfico: Brenda Santos
Assessoria de Imprensa: Luisa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte
Realização: Isadora Flores I Produtora
Produção: Flutua Produções
Apoio: SATED-PR

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA, DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA E DO MINISTÉRIO DO TURISMO.