TRUPE AVE LOLA ESTREIA TEMPORADA EM TEATRO AO AR LIVRE

Trupe Ave Lola. Crédito da foto: Elenize Dezgeniski

Ave Lola ao ar livre – Teatro na tenda, é o espaço onde a trupe fará três meses de temporada com apresentações em ambiente aberto, no jardim da Associação Eunice Weaver do Paraná.

No próximo dia 13 de setembro, o teatro volta a acontecer para a Trupe Ave Lola de Teatro e seu público. Depois de um ano e meio, a companhia retorna com o espetáculo “Manaós – uma saga de luz e sombra” que será apresentado ao ar livre, num parque, localizado no bairro Bacacheri.  Para assistir, o público deverá fazer sua reserva com antecedência no site da trupe. Cada apresentação terá até 50 lugares e as reservas podem ser distribuídas em grupos pequenos de até cinco pessoas. Os assentos serão separados individualmente ou em grupo, conforme as reservas, respeitando os distanciamentos. Serão 20 apresentações, de 13/9/2021 a 3/10/2021, às 14h30 ou às 20h30 em dias variados, sempre na Associação Eunice Weaver do Paraná, na rua Dr. Alarico Vieira de Alencar, 10,  Bacacheri.

Depois de muitas reuniões, planejamentos e estudos, o Teatro Ave Lola reabre as portas adaptado a nossa nova realidade. “A arte é o espaço de afirmação dos valores simbólicos conquistados pela humanidade, logo, em momentos de crise e incertezas, é por meio da arte que resistimos e preservamos a noção de liberdade, de justiça, de solidariedade. É por meio da arte e do universo imaginário que nos é proposto fazermos o exercício de nos projetarmos para além da dor que a realidade histórica nos impõe”, declara Ana Rosa ao contar um pouco de como nasceu a ideia da Ave Lola ao ar livre – Teatro na tenda. Durante três meses a trupe funcionará num espaço alternativo que possibilite um retorno seguro e ao mesmo tempo caloroso. Para retornar aos palcos a trupe Ave Lola realizará a 4ª temporada do espetáculo “Manaós – uma saga de luz e sombra”, espetáculo vencedor do Prêmio Gralha Azul em cinco categorias e com turnê na Europa prevista para 2022. Na sequência acontece a estreia do novo espetáculo da trupe, “Cão Vadio”, com apresentações que se estenderão de outubro a novembro.

A programação detalhada, com todas as datas e horários, está disponível no site da cia. Os ingressos serão cobrados através do sistema “Pague o quanto vale”, adotado desde o primeiro ano da trupe, onde a plateia assiste à peça e ao final efetua o pagamento de forma consciente. Pensando na inclusão dos mais diversos públicos e formação de plateia, a temporada contará com programa em braille e quatro apresentações com tradução simultânea para libras e audiodescrição, além de bate-papos após as sessões. Como ações formativas, a trupe realizou gratuitamente para estudantes de instituições públicas de ensino, cinco masterclasses de diferentes áreas do teatro.

Todas as ações citadas, incluindo as apresentações fazem parte do projeto “Temporada do Espetáculo Teatral: A Pequena Abelha e a Árvore Alta”, viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura, sendo uma realização da Ave Lola e As Meninas Espaço de Criação e da Secretaria Especial da Cultura e do Ministério do Turismo. Com patrocínio de: Blau Farmacêutica, Brother International Corporation do Brasil, Cia de Cimento Itambé, Comtrafo, Renner Sayerlack, Accesstage, Eletrofrio, Aldo Solar, SIL, IG. Transmissão e Distribuição de Eletricidade, Lofra, Sollo Sul, Transmoreno, Paranagran, Vaccinar, Unimed Paraná, Tratorcase Máquinas Agrícolas S/A, Frango Granjeiro.

Cozinha Ave Lola
Como de costume, a Ave Lola sempre recebe seu público com afeto e comida. Na Ave Lola ao ar livre não será diferente. Laura Tezza, produtora executiva da trupe, anuncia que haverá um espaço gastronômico com comidinhas de rua. “Queremos que o público sinta como se realmente estivesse na casa Ave Lola e achamos que a cozinha é uma das melhores formas de trazer esse acolhimento”, explica a produtora. O cardápio traz comidas populares e saborosas como, churrasquinho, pastel, algodão doce, caldo de feijão, contando com opções vegetarianas e veganas.

Sinopse do Espetáculo
O espetáculo teatral “Manaós – Uma Saga de Luz e Sombra” dá continuidade à pesquisa poética da Trupe Ave Lola, que dessa vez se aventura na linguagem do melodrama trazendo como referência uma das formas mais populares do teatro brasileiro. A história acontece na época áurea do ciclo da borracha, em Manaus de 1911. Três mulheres de povos distintos, trazidas pelo destino, encontram-se e são desafiadas a enfrentar os medos e as ameaças de uma dura realidade. A obra teve como disparadores o conto “Pequena-abelha e Árvore-alta”, da escritora acreana Jamilssa Melo, além de beber formalmente no universo fantástico proposto na obra de Hayao Miyazaki.

FICHA TÉCNICA
Elenco: Ailén Roberto, Ana Rosa Genari Tezza, Caro Hampf, Cesar Matheus, Eduardo Giacomini, Helena Tezza e Regina Bastos
Texto e direção: Ana Rosa Genari Tezza
Direção musical: Jean Jacques Lemêtre
Assistente de direção: Giovana de Liz
Músicos: Arthur Jaime e Breno Monte Serrat
Dramaturgia: A Trupe
Conto de inspiração: Jamilssa Melo
Orientação de texto: Edson Bueno
Iluminação: Beto Bruel e Rodrigo Ziolkowski
Figurino: Eduardo Giacomini
Assistente de figurino: Helena Tezza
Intervenções no figurino e cenário: Sandra Hiromoto
Plástica do personagem: Maria Adélia e Trupe
Costureiras: Rose Mary Matias de Oliveira e Larissa Yeda Rodrigues Ruiz
Cenografia e adereços de cenário: Fernando Marés
Cenotécnico: Fabiano Hoffmann, Anderson Purcotes Quinsler e Paulo Batistela (Nietzsche)
Operadores de luz: Rodrigo Ziolkowski e Alexandre Leonardo Luft
Adereços de cena: Eduardo Santos
Produtoras (es): Dara van Doorn, Carlos Becker e Elza Forte da Silva Carneiro
Produção: Entre Mundos Produções Artísticas
Produção executiva: Laura Tezza
Comunicação e assessoria de imprensa: Larissa de Lima e Jamilssa Melo
Registro fotográfico e videográfico: Larissa de Lima
Fotógrafo: Maringas Maciel
Ilustrações e projeto gráfico: Gabriel Rischbieter
Tradução para libras: Jonatas Medeiros / Fluindo Libras
Roteiro de Audiodescrição: Brisa Teixeira
Consultor em Audiodescrição: Rafael Braz
Narração Audiodescrição: Raquel Carissimi e Brisa Teixeira
Cozinha Ave Lola: Mattheus Boeck
Manutenção do espaço: Francisco Theodoro

Parceiros de trajetória: Cléber Pereira Borges, Constantino Viaro, Ety Cristina Forte Carneiro, Jaime Lerner, João Tezza Neto, José Álvaro da Silva Carneiro, Lisiane Cardona, Mayling Ling, Moema Zuccherelli, Mônica Rischbieter, Samuel Ferrari Lago, Thamis Barreto, Valéria Bechara.

Agradecimentos: Isadora Hofstaetter, Luciana Patricia de Morais, Elisa Cordeiro Brito, Tania Campos, Ana Paula Marques dos Santos, Ademar da Silva brasileiro, Orgânicos Fruta-Café, Sítio Vale do Tigre, Luismar Antonio Martins Pinto, Lucilda Schemes Pereira e aos colaboradores da Associação Eunice Weaver (AEW).

Apoio: Associação Eunice Weaver do Paraná, Escrisul Consultoria & Contabilidade, Mago Jardineiro, Flora&Cultura, Lavanderia Blanche, Padaria do Alves, Tamanduá Iluminação, Santo Dolce, Celestiale, Sushi Zen, Escola Junshin.

Patrocínio: Blau Farmacêutica, Brother International Corporation do Brasil, Cia de Cimento Itambé, Comtrafo, Renner Sayerlack, Accesstage, Eletrofrio, Aldo Solar, SIL, IG. Transmissão e Distribuição de Eletricidade, Lofra, Sollo Sul, Transmoreno, Paranagran, Vaccinar, Unimed Paraná, Tratorcase Máquinas Agrícolas S/A, Frango Granjeiro.

Instituição Beneficiada: Hospital Pequeno Príncipe (HPP).

Realização: Ave Lola e as Meninas Produções Artísticas LTDA, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo.

Serviço:
O quê: 4ª Temporada do Espetáculo Teatral “Manaós – uma saga de luz e sombra”.
Onde: Ave Lola ao ar livre – Teatro na tenda (Associação Eunice Weaver do Paraná, na rua Dr. Alarico Vieira de Alencar, 10, Bacacheri, em Curitiba)
Quando: 13/9/2021 a 3/10/2021
Quanto: Sistema “Pague o quanto vale”
Classificação: Livre
Reservas e programação: http://www.avelola.net.br/
Contato de Imprensa: Jamilssa Melo | 92-98161-1848

BATE-PAPOS VIRTUAIS DE CINEMA SOBRE A CARREIRA DE PEDRO ALMODÓVAR, PROMOVIDOS PELO SESC PARANAVAÍ, COMEMORAM O ANIVERSÁRIO DE 72 ANOS DO DIRETOR ESPANHOL

Pedro Almodóvar, um dos cineastas mais aclamados e bem sucedidos do cinema mundial contemporâneo, completa 72 anos em setembro. Quando se fala do espanhol Pedro Almodóvar é impossível não pensar em sua estética única calcada na cultura kitsch e no excesso de vermelho. Filmes com personagens femininas fortes e cheias de liberdade de expressão – herança de seu engajo na “Movida Madrileña”.

Almodóvar dá vitrine para arte em seu cinema, um bom exemplo é: “Fale com Ela” de 2002. No qual o diretor e roteirista constrói uma ode à arte.

Pedro Almodóvar em sua filmografia também recorre em muitos momentos a personagens masculinos que são diretores de cinema, como em “Dor e Glória” de 2019 “Má Educação” de 2004, Abraços Partidos de 2009 e “Ata-me” de 1989.

A metalinguagem, o exercício de fazer arte sempre estão nas narrativas de Pedro. Bem como, as relações familiares, principalmente no que tange o feminino e a experiência de ser mãe.

Em 2021 em meio à pandemia do COVID-19, Pedro presenteia o público com sua nova produção “Madres Paralelas”. Que fala justamente de um dos seus temas mais recorrentes, a maternidade. Incluso Almodóvar foi um dos primeiros diretores de cinema a produzir durante a pandemia, em 2020 rodou o curta metragem “A Voz Humana” sua primeira produção cinematográfica falada em inglês, com Tilda Swinton como protagonista.

Fica difícil em poucas palavras definir, narrar ou contar todo o processo artístico de Pedro Almodóvar. Porém, entretanto, sua estética influenciou e continua influenciado o mudo das artes, do cinema e da moda.

Em sua larga carreira cinematográfica ganhou 2 Oscars, 2 Globos de Ouro, 4 BAFTA e 4 premiações em Cannes.

Para comemorar o aniversário de Pedro Almodóvar, o Sesc de Paranavaí irá realizar virtualmente 4 bate-papos sobre a carreira do diretor. Nos dias 4, 11, 18 e 25 de setembro – sábados das 15h às 18h – pela plataforma Microsoft Teams. Os participantes dos quatro encontros irão receber certificação.

As inscrições devem ser realizadas até 3 dias antes do evento pelos links relacionados:


Bate-papo virtual CineSesc: A Movida Madrileña e Pedro Almodóvar
www.sescpr.com.br/atividade/bate-papo-virtual-cinesesc-a-movida-madrilena-e-pedro-almodovar-04-09-2021-1500/


Bate-papo virtual CineSesc: O Cinema de Pedro Almodóvar Parte 1
www.sescpr.com.br/atividade/bate-papo-virtual-cinesesc-o-cinema-de-pedro-almodovar-parte-1-11-09-2021-1500/


Bate-papo virtual CineSesc: O Cinema de Pedro Almodóvar Parte 2
www.sescpr.com.br/atividade/bate-papo-virtual-cinesesc-o-cinema-de-pedro-almodovar-parte-2-18-09-2021-1500/


Bate-papo virtual CineSesc: O Cinema de Pedro Almodóvar Parte 3
www.sescpr.com.br/atividade/bate-papo-virtual-cinesesc-o-cinema-de-pedro-almodovar-parte-3-25-09-2021-1500/

12ª FEIRA NACIONAL DO VINIL – A MAIOR FEIRA DE VINIL DE CURITIBA

Neste sábado, dia 4 de setembro, o Sebinho FATO Agenda participa da 12ª Feira Nacional de Discos de Vinil. O evento acontece na Galeria A Travessa (Green Center),  na Rua São Francisco, 232, centro de Curitiba. Com acesso pela rua treze de maio também. Serão mais de 30 expositores. Com milhares de discos, roupas, acessórios, chope gelado, comidinhas e discotecagem de vinil. A entrada é gratuita. Prestigie! Organização: @curitibavinil

Aqui temos alguns discos de vinil do Sebinho FATO Agenda, neste link.

SESC PARANÁ ABRE INSCRIÇÕES PARA OFICINA TEATRAL GRATUITA PARA SURDOS

As aulas acontecerão de 10 a 13 de agosto de 2021 de forma on-line

Na busca de ampliar o acesso, exercer a cultura da inclusão e garantir o direito de pessoas surdas a participarem de programações culturais, o Sesc Paraná abre inscrições para a Criação Teatral em Libras, uma oficina dedicada ao desenvolvimento de cenas curtas integralmente na linguagem de sinais.

A oficina possui a carga horária de 12 horas, e acontecerá de 10 a 13 de agosto, das 19h às 22h pela plataforma on-line Zoom. A atividade é gratuita e as vagas são limitadas. Podem participar pessoas surdas acima de 18 anos com interesses por artes cênicas, teatro, poesia em Libras, intérpretes, professores e demais pessoas que conhecem a Língua Brasileira de Sinais e que se interessam por teatro.

Ao longo da semana, nos encontros virtuais serão desenvolvidos exercícios introdutórios de composição cênica em Libras. Em quatro dias de vivência, os participantes desenvolverão uma cena curta e autoral, tendo como principal referência criativa a Poesia em Libras.

As atrizes Catharine Moreira e Helena Jorge Portela, surda e ouvinte, respectivamente, irão ministrar o conteúdo desenvolvido exclusivamente para a ação pela Cia. Fluctissonante, grupo teatral sediado em Curitiba que é composto por artistas e criadores surdos e ouvintes e pesquisa a união do Português e da Libras em cena.

Será disponibilizada declaração de participação no evento para os participantes que concluírem todas as aulas. Inscrições através deste link 

Esta atividade faz parte da Plataforma Cena, um projeto do Sesc Nacional que acontece num ambiente digital com o objetivo de promover a produção de conhecimento e a reflexão na área das artes cênicas. São disponibilizadas oficinas, produções e exibições de vídeos desmontagens, debates, escritas e compartilhamentos de artigos sobre os trabalhos cênicos de 17 grupos e companhias de todo o país, selecionadas de forma coletiva pelo Sesc Brasil e departamentos regionais do Sesc.

ARTISTAS VISUAIS REÚNEM 8 ANOS DE TRABALHO EM LIVRO DIGITAL

Três artistas brasileiras produzem livro e exposição digital com obras audiodescritas. Em seus trabalhos, elas abordam com diferentes técnicas temas como memória, identidade e vazio. Lançamento da publicação acontecerá no YouTube.

Acontece no dia 23 de junho, às 19h30, o lançamento do livro digital Lugar InComum. A publicação reúne obras das artistas Érica Kaminishi, Julia Ishida e Sandra Hiromoto. Em seus trabalhos, as artistas visuais abordam temas como paisagem, memória, identidade e vazio com o uso de diferentes técnicas.

O livro apresenta o trabalho de cada artista em retrospectiva, com produções feitas entre 2013 e 2021. A curadoria e o texto de apresentação são de Rosemeire Odahara Graça e o prefácio é de Denise Bandeira, professoras da Universidade Estadual do Paraná (Unespar). A edição será bilíngue e contará com audiodescrição para todas as obras.

O título alude a uma exposição de mesmo nome realizada em 2013, no Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC/PR). “É uma brincadeira, um jogo de palavras. As três artistas trabalham com produções bem diferentes, mas, no fundo, possuem pontos em comum”, reflete Érica Kaminishi.

Uma história “incomum”
As trajetórias das três artistas se cruzaram pela primeira vez durante a exposição e o lançamento do livro “Wakane: a arte visual nipo-brasileira no Paraná”, de Rosemeire Odahara Graça, em 2003. Dez anos se passaram até que suas obras fossem reunidas na exposição Lugar InComum no MAC/PR, em 2013, que foi seguida pela exibição “Olhar InComum: Japão Revisitado”, no Museu Oscar Niemeyer, em 2016.

A ascendência japonesa está entre os pontos em comum na história das três profissionais. Porém, as diferenças residem nos processos e técnicas usadas por cada uma. Julia Ishida, por exemplo, produz desenhos e pinturas a partir de fotografias. “Nestes dois últimos dois anos tenho me dedicado quase que exclusivamente ao desenho. São desenhos com muito espaço: chamo de vazio, um vazio onde o branco acaba sendo cheio, pois é um branco chapado, duro que impede você de entrar além do que o desenho permite”, comenta Julia Ishida.

Já Érica Kaminishi trabalha com diversos materiais para criar mapas e outros elementos visuais. “Utilizo Fernando Pessoa para falar da minha língua materna, o português, e alguns elementos da cultura tradicional japonesa: as nuvens, que são uma referência da pintura mais tradicional, e as cores dourado e prata, que são muito fortes no barroco japonês”, conta a artista.

Sandra Hiromoto, por sua vez, incorpora técnicas como estêncil e grafite em seus trabalhos. Suas obras estão expostas nos mais diversos espaços: de museus a muros de escola. “Em minhas obras procuro atingir o espectador com mensagens diretas, camadas de letras, muitas cores e suportes em locais acessíveis. Gosto de me aproximar e dialogar com o maior número possível de pessoas”, explica.

A ideia inicial era fazer um livro impresso e uma exposição presencial. Com a pandemia, o livro será digital e contará com a exposição Lugar InComum — Virtualidades, além do evento de lançamento que será transmitido pelo canal do YouTube do projeto. “Esse bate-papo e o livro estão inseridos numa nova realidade. É um lugar incomum, né? A gente está aprendendo a fazer artes visuais para esse novo espaço”, reconhece Rosemeire Odahara.

Serviço
O quê: Live de lançamento do livro digital Lugar InComum.
Quando: dia 23/06, às 19h30
Onde: No canal do YouTube Lugar InComum art
Link de acesso: www.youtube.com/watch?v=w8dUp3IKppM

ESCRITOR VALÊNCIO XAVIER SERÁ TEMA DE DEBATES NESTA SEMANA

Evento extra do projeto Leituras Urbanas debate o livro “O Mez da Grippe” do escritor Valêncio Xavier; mediação será feita pelo ator, produtor e contador de histórias Cristiano Nagel

Encontros gratuitos incentivam a escrita e estimulam o gosto pela leitura

O projeto cultural “Leituras Urbanas: Literatura nas Ruas da Cidadania” – que desde novembro do ano passado se dedica a incentivar a escrita e o hábito da leitura no país de maneira virtual – acaba de ganhar mais uma atividade extra.

Trata-se de um Ciclo de Leituras em que será debatido o livro “O Mez da Grippe” do escritor Valêncio Xavier. Serão cinco encontros que começam hoje (dia 24) e vão até o dia 28 de maio, sempre às 19h. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através deste link. A mediação será feita pelo ator, produtor e contador de histórias Cristiano Nagel.

Para participar, não é necessário leitura prévia e nem qualquer conhecimento anterior sobre o autor ou a obra. Basta gostar de livros, leitura e histórias. Quem desejar receber um certificado da organização precisa ter frequência mínima de 75% nos encontros.

Enredo
Publicado numa brochura em 1981, “O Mez da Grippe” é uma novela que tem, a princípio, o objetivo de narrar o período em que ocorreu o surto da gripe espanhola em Curitiba – do final de outubro ao início de dezembro de 1918; época em que também se desenrolava o fim da Primeira Guerra Mundial.

Parte do enredo é formado por uma mescla entre recortes de jornais, fotografias, depoimentos de sobreviventes, anúncios, quadras eróticas, colagem, deslocamentos temporais, absurdo, ironia, comicidade. Tudo escrito pela mão firme de Valêncio Xavier que, como poucos, alcançou excelência no tratamento da fragmentação.

Sua obra depura e atualiza o Nouveau Roman [movimento literário francês dos anos 1950 que diverge dos gêneros literários clássicos] e o coloca ao lado de escritores consagrados como Osman Lins, Julio Cortázar e outros.

Perfil
Valêncio Xavier nasceu em São Paulo, em 1933. Foi colaborador dos jornais Gazeta do Povo e Folha de S. Paulo. Também trabalhou na realização de filmes, vídeos e programas de televisão.

O livro “O Mez da Grippe” ganhou o Prêmio Jabuti de melhor produção editorial em 1999. O autor morreu em dezembro de 2008 por complicações de pneumonia.

O projeto “Leituras Urbanas: Literatura nas Ruas da Cidadania” foi viabilizado pelo Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba com auxílio da UNINTER e Instituto Joanir Zonta.

Serviço
O que: Ciclo de Leitura para debater a obra “O Mez da Grippe” do escritor Valêncio Xavier, com mediação de Cristiano Nagel.
Quando: Dias 24, 25, 26, 27 e 28 de maio, às 19h.
Quanto: As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site https://urbanasleituras.wixsite.com/leiturasurbanas/ciclos-de-leitura-on-line

Crédito das fotos e arte. Divulgação. Relacionamento com a imprensa
www.urbanasleituras.wixsite.com/leiturasurbanas
Mem & Mem Comunicação

João Alécio Mem – 41.99124-9748. E-mail: joaoalecioassessoria@gmail.com
Marlise Groth Mem – 41.99908-0511. E-mail: marliseassessoria@gmail.com
Jornalismo / Assessoria de Imprensa / Consultoria em Comunicação e Eventos / Produção e Revisão de Conteúdo

INSPIRADA EM POETISAS LATINO-AMERICANAS, MAÍRA LOUR APRESENTA LEITURA DRAMÁTICA AUDIOVISUAL “INSENSATEZ”

Ailén Scandurra. Foto: Eli Firmeza.

Inspirada em poetisas latino-americanas, Maíra Lour apresenta leitura dramática audiovisual “Insensatez”

Com estreia online e gratuita às 20h do dia 26 de maio, Maíra Lour e Ailén Scandurra interpretam o texto concebido a partir de pesquisas sobre as obras de Ana Cristina César e Alejandra Pizarnik

A leitura dramática em formato audiovisual “Insensatez”, novo projeto autoral de Maíra Lour em parceria com a Flutua Produções, estreia dia 26 de maio (quarta-feira), às 20h, via Youtube. Os ingressos são gratuitos, basta se cadastrar via Sympla para receber o link: sympla.com.br/flutuaproducoes

Maíra Lour, que assina o texto e a direção do espetáculo, contracena com a atriz Ailén Scandurra. A obra é fruto de uma residência artística realizada pelo Programa Iberescena em Buenos Aires no ano de 2017 — quando Maíra investigou a vida e a obra das poetisas Ana Cristina César e Alejandra Pizarnik — e dialoga com questões de vida e morte e a fragilidade do corpo.

Ao misturar leitura dramática e audiovisual, Maíra aposta no texto como criador de imagens, e na intensidade que suas palavras imprimem no espectador somadas à versatilidade de cenas que o audiovisual proporciona. A empreitada foi totalmente pensada, organizada e pré-produzida de forma remota e online, e então gravada seguindo todos os protocolos de saúde exigidos pelas autoridades sanitárias.

Mesmo com o desejo de retornar o quanto antes às salas de ensaio e aos teatros, Maíra vê com otimismo o alcance online que a obra passa a ter dentro dessa realidade: “A leitura online pode atravessar fronteiras com bastante facilidade e encontrar diferentes públicos. Vejo um futuro virtual promissor para essa obra e também idealizo a montagem cênica do texto”, completa a artista.

Como parte do projeto, Maíra também realizou a Oficina “Corpo-Poesia” gratuita e online para 15 pessoas, dentre estudantes das artes cênicas, artistas de teatro, dança e dramaturgos(as), nos dias 04 e 05 de maio. O projeto conta com o incentivo da Lei Aldir Blanc via Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo, e realização da Flutua Produções.

Sobre Maíra Lour
Maíra Lour é diretora teatral, dramaturga e arte educadora. Diretora da Súbita Companhia de Teatro, colaboradora e orientadora do núcleo IMP de pesquisa em dança – Investigação do Movimento Particular e idealizadora do Plataforma – Espaço de Investigação Artística. Artista profundamente interessada pela intersecção entre teatro, dança e literatura. Dedica-se à pesquisa de autoras mulheres latino-americanas; mulheres diretoras de teatro, procedimentos de direção cênica; dramaturgia contemporânea; estudos do corpo dramático-poético e modos colaborativos de criação e produção.

Ailén Scandurra e Maíra Lour. Foto: Eli Firmeza.

SERVIÇO
Estreia online e gratuita da leitura dramática INSENSATEZ
Online via Youtube
Data estreia: 26 de maio (quarta-feira), às 20h
Inscreva-se gratuitamente para receber o link da estreia e ser lembrado: www.sympla.com.br/flutuaproducoes

FICHA TÉCNICA
Direção e dramaturgia: Maíra Lour
Elenco: Ailén Scandurra e Maíra Lour
Assistente de direção: Dafne Viola
Direção de produção: Gilmar Kaminski
Assistente de produção: Luana Camargo
Direção de fotografia e pós-produção: Eli Firmeza
Som direto, desenho de som e trilha sonora: Álvaro Antonio
Direção de arte: Guenia Lemos
Assistente de direção de arte: Vilson Kurz
Iluminação: Lucri Reggiani
Técnica de montagem de iluminação: Taynara Siqueira
Figurinos: Isbella Brasileiro
Projeto gráfico: Pablito Kucarz
Comunicação: Luísa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte
Realização: Flutua Produções
Apoio: Pé no Palco, Alfaiataria e Padaria América

Projeto realizado com recursos da Lei Aldir Blanc através do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo.

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA REVELA O TRABALHO DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE CONTRA A COVID-19 EM UTI`S DE CURITIBA

O primeiro hospital de Curitiba, a Santa Casa de Misericórdia, comemora 141 anos com uma exposição mostrando a rotina dos profissionais na linha de frente

Em homenagem ao aniversário de 141 anos, o hospital Santa Casa de Misericórdia de Curitiba lança exposição física e virtual “Vivendo a pandemia no ambiente hospitalar”. A exposição fotográfica é uma iniciativa do Museu da História da Medicina do Paraná. As fotos estão instaladas nas áreas comuns do prédio histórico da Santa Casa, como corredores e nos jardins. De forma virtual, elas poderão ser acessadas pelo site www.exposicaovivendoapandemia.com.br

Devido a pandemia mundial de Covid-19, desde março de 2020 o museu realiza apenas atividades internas. O local faz parte do Espaço Cultural da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba. Segundo o curador do Museu da História da Medicina do Paraná, Fábio André Chedid, a exposição virtual é uma forma de aproximar os visitantes e o museu. “Estes registros também eternizam, do ponto de vista histórico, a perpetuação da função misericordiosa e protetora do Hospital Santa Casa de Curitiba”, disse Fábio.

A proposta é que, no futuro, o museu possa receber os visitantes externos. Por questões de segurança, em razão do último Decreto n.º 890/2021 da Prefeitura de Curitiba, apenas os pacientes e visitantes de pessoas internadas poderão ter acesso ao museu e à exposição, instalada nas alas comuns do prédio histórico. Vale destacar que o hospital foi completamente adaptado ao período de quarentena. A Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba se tornou a maior instituição filantrópica do Paraná em atendimento a pacientes com COVID-19.

Em 2020, a Santa Casa reabriu o Instituto de Medicina do Paraná e o transformou em hospital de campanha, com 110 leitos dedicados ao atendimento de pacientes com COVID-19 do SUS. Ao todo, foram disponibilizados 70 leitos exclusivos de UTI’s. Mais de 1.500 vidas já foram salvas pela Santa Casa de vítimas de COVID-19. O trabalho destes profissionais na linha de frente foi registrado pelos fotógrafos Eduardo Kimmel e Guilherme Bressan.

A exposição revela dois ambientes distintos do hospital: as zonas quentes (como são chamadas as UTI’s) e as zonas frias (fora das UTI’s, com menor circulação do vírus). Segundo Guilherme, um dos fotógrafos da exposição, foram feitos registros fotográficos e também audiovisuais. A dupla conheceu o trabalho intenso da equipe médica. “A Santa Casa foi pioneira no registro histórico deste momento”, afirma Guilherme.

Cerca de 40 fotos e material audiovisual estão disponíveis no site. O lançamento da exposição também faz parte da 19° Semana de Museus, evento nacional promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus. A exposição é a 1ª fase de um projeto viabilizado por doações de imposto de renda, por meio da Lei de Incentivo a Cultura. As doações são fundamentais para a criação de novas exposições com alta tecnologia como realidade virtual, projeções mapeadas e interações com equipamentos hospitalares pelos visitantes.

Sobre o Hospital Santa Casa de Curitiba
O Hospital de Caridade da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia foi o primeiro hospital de Curitiba e o segundo do Paraná. Com 141 anos, o hospital é voltado para o tratamento humanizado a pacientes e familiares. É considerado uma referência em especialidades médicas de média e alta complexidade. A Santa Casa é uma instituição filantrópica que conta com importantes apoiadores para manter os atendimentos médicos na Capital.

Serviço:
Exposição ‘Vivendo a Pandemia no Ambiente Hospitalar’
Data: 22 de maio até 31 de dezembro de 2021.
Local: www.exposicaovivendoapandemia.com.br
A exposição segue apenas assistida pelos públicos internos, respeitando o atual decreto da SMS (n.º 890/2021). Caso ocorra uma mudança de bandeira, que permita maior circulação de pessoas, será possível abrir a exposição para a entrada do grande público, que precisará agendar a visita pelo número (41) 3320-3502 e e-mail museu@santacasadecuritiba.com.br


CINEURGE DEBATE: CINEMA X MORAL

Neste sábado, 15 de maio, às 19h, o Festival Itinerante CineUrge recebe em seu perfil do instagram (@festivalcineurge). O jornalista e terapeuta (com especialização em psicologia e diversidade sexual) Flávio Jayme para um breve debate sobre o tema: Cinema x Moral.

A conversa tem como ponto de partida o Código Hays (1930 a 1968) instrumento de censura de conteúdo do cinema norte-americano, que deixou seus rastros na produção cinematográfica mundial. Perpassando a censura e o desenvolvimento de um cinema possível para temáticas diversas, até a atualidade com novos movimentos de regulação no audiovisual do Brasil e do mundo.

Mediação de Edson Godinho, artista visual e diretor geral do Festival CineUrge.

BATE-PAPO VIRTUAL CINESESC: O QUE É DESALMA?

No sábado dia 22 de maio, às 15h, via plataforma Microsoft Teams, o Sesc de Paranavaí promove mais um Bate-papo Virtual CineSesc. Desta vez o foco do debate é a produção audiovisual brasileira Desalma (2020).

O seriado brasileiro Desalma, original de Ana Paula Maia, apresenta ao televidente a fictícia cidade de Brígida, colônia ucraniana, que volta comemorar Ivana-Kupala após 30 anos da festividade ter sido banida da localidade.

Aclamado no Festival de Berlim, o seriado faz parte de uma nova safra de obras audiovisuais brasileiras que tem como foco os gêneros drama, fantasia, fantástico e sobrenatural.

Mediador: Edson Godinho, Técnico de Atividades do Sesc Paranavaí e Artista Visual.

Serão aceitas inscrições até no máximo 3 dias antes do evento.

Serviço:
– Bate-papo Virtual CineSesc: O que é Desalma?
– Data e horário: 22 de maio das 15h às 17h;
– Local: Plataforma Microsoft Teams;
– Valor: Gratuito;
– Classificação indicativa 16 anos.
Clique e aqui e faça sua inscrição, neste link:  www.sescpr.com.br/atividade/o-que-e-desalma-22-05-2021-1500/