FEIRA VEGANA DA TERRA TRAZ DIVERSIDADE A CURITIBA EM EVENTO TEMÁTICO “VOLTA AO MUNDO”

O famoso domingo vegano está de volta e desta vez apresenta produtos de origem em outros países. No próximo dia 07 de julho, a Galeria Green Center recebe mais uma edição da Feira Vegana Da Terra, evento único que promete encantar não apenas os veganos, mas todos os amantes da gastronomia e cultura internacional. Conhecida por seu compromisso com a sustentabilidade e o veganismo, esta edição será com o tema “Volta ao Mundo”, onde cada expositor apresentará produtos veganos inspirados em diferentes países.

Desde sabores da Palestina aos doces da Grécia, passando pela exuberância dos pratos brasileiros até os antepastos italianos e cosméticos da Turquia, a diversidade estará representada não apenas nos produtos, mas também na atmosfera multicultural que permeia o evento. Gabriela Feola, empreendedora destaque na organização da feira, ressalta a importância da diversidade cultural nesta edição: “Queremos proporcionar uma experiência que vai além do paladar. A Feira Vegana da Terra não é apenas sobre alimentação consciente, mas também sobre celebrar e respeitar as diferentes culturas ao redor do mundo através da culinária vegana”, diz Gabriela.

Mais de 200 mil curitibanos, aproximadamente 16% da população local, adotam o veganismo ou vegetarianismo como estilo de vida. Para esses indivíduos, saúde, respeito aos animais, consumo consciente e reciclagem, bem como a preservação ambiental, são valores fundamentais e prioritários. Para facilitar a vida dos consumidores, a feira reúne uma variedade de empreendedores veganos, artesanais e comprometidos com a causa trazendo uma temática que desperta a curiosidade das pessoas. “Estamos bem animadas com a receptividade que o tema Volta ao Mundo tem recebido. É uma forma de conectarmos pessoas através da comida, mostrando que é possível explorar sabores diversos de maneira ética e sustentável”, complementa Gabriela.

Para Kerolen Martins, que também faz parte da organização do evento, a Feira Vegana da Terra reúne uma seleção excepcional de produtos inovadores e vai além do esperado, oferecendo opções prontas e in natura que são livres de glúten e ideais para o bem-estar completo. “Além de alimentos, a feira também conta com produtos para higiene, limpeza e decoração, todos alinhados com os princípios veganos. Descubra como é possível transformar seu dia a dia com escolhas que não apenas respeitam o meio ambiente, mas também estimulam o paladar de forma única”, esclarece Kerolen.

Prepare-se para uma experiência que desafia conceitos pré-estabelecidos e abre novos horizontes sensoriais nesta feira que é um convite para explorar um estilo de vida vibrante e consciente, onde cada escolha faz a diferença. Venha descobrir o que há de mais inovador e saboroso na culinária vegana! Para mais informações e atualizações sobre o evento, visite a página oficial da Feira Vegana da Terra no Instagram.

Sobre Feira Vegana da Terra:
A Feira Vegana da Terra é um evento mensal dedicado à promoção da alimentação vegana, do consumo ético e do estilo de vida sustentável. Organizada pelas empreendedoras Gabriela Feola e Kerolen Martins, a feira reúne uma ampla variedade de expositores e entusiastas do veganismo para celebrar a vida livre de crueldade e inspirar mudanças positivas na sociedade. Este ano a feira acontece na Galeria Green Center.

Serviço:
12ª Edição – Feira Vegana da Terra 
 Local: Galeria Green Center 
 Endereço: Rua 13 de maio, 439 e Rua São Francisco, 232 – Centro – Curitiba.
 Entrada: Franca
 Data: 07 de julho – domingo.
 Horário: das 10h:00 às 18h:00
 Pet friendly

Rede sociais:
Instagram  
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Fonte/texto: Emanuelle Spack

ANTIQUÁRIO COISA VÉIA + SEBINHO

Antiquário Coisa Véia + Sebinho
Loja de livros, discos, antiguidades, móveis, camisas de time, brinquedos, colecionáveis e objetos de decoração.

Atendimento:
Segunda a sexta, 9h às 19h.
Sábado: 9h às 17h.

Endereço:
Rua Prof. João Falarz, 409, Orleans, Curitiba-PR. Referência: nossa loja fica nos fundos do sobrado amarelo, o Restaurante Dona Carolina. Entre as lojas “Master Pró Audio” e “João Falarz Moto Peças”. Exatamente 400 metros do viaduto do Orleans. Contato: Você também pode agendar atendimento / tirar dúvidas por whats: (41) 99745-5294 com o Leandro.

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3ª MOSTRA CLAUDETE PEREIRA JORGE TEM TERCEIRA EDIÇÃO CONFIRMADA E VOLTA A CELEBRAR ARTISTAS E PÚBLICOS DE CURITIBA

Com 4 semanas de programação, o evento convida pessoas residentes na cidade a imergir num painel plural e diverso da arte local, com atividades 100% gratuitas, até 13 de julho.

A partir do próximo dia 22 de junho a Mostra Claudete Pereira Jorge volta a ocupar o Teatro de Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge. Com o propósito de celebrar artistas e públicos da arte produzida na capital, em sua terceira edição o evento reúne durante 4 semanas espetáculos, performances e pocket shows musicais, que formam um painel plural da produção artística local. A programação se estende até o dia 13 de julho, sempre de quinta a domingo, em diversos horários, com atrações gratuitas.

O público curitibano já habituado a frequentar as salas de espetáculos da cidade se faz presente desde a primeira edição da Mostra Clau. De acordo com Igor Augustho, diretor de produção e curador do evento, “a proposta é também que públicos distantes do circuito cultural possam se aproximar dele e, num curto espaço de tempo, pouco menos de um mês, ter contato com uma multiplicidade de estéticas e criações”, conta.

A Mostra Claudete, que teve sua primeira edição realizada em 2019, surgiu inicialmente para celebrar a vida e a  trajetória da grande atriz paranaense que dá nome ao evento, quando seu nome foi adicionado ao Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge, por projeto de Lei aprovado pela Câmara de Vereadores de Curitiba. Interrompida pela pandemia, retornou em 2022, quando realizou a segunda edição e consolidou-se, enfim, como um importante espaço de troca e compartilhamento entre plateias, públicos, artistas, fazedores e entusiastas do cenário artístico curitibano. 

O carro chefe da programação mais uma vez encontra-se nos espetáculos de artes cênicas: são dezesseis apresentações de 8 espetáculos distintos, todas gratuitas. A curadoria foi composta tanto através de convites a grupos quanto por chamada pública aberta a todos os artistas da cidade. Em complemento às apresentações de dança e teatro, há os pocket shows musicais e performances que ocorrem no andar inferior do teatro. “A gente busca ocupar o teatro de outro jeito, transformando as salas de espera, a bilheteria, o hall de entrada, em lugares onde as pessoas queiram permanecer e possam experienciar outras linguagens da cidade”, conta Helena de Jorge Portela, curadora da Mostra Claudete e também filha da homenageada. 

Outro fator de destaque está nas ações de acessibilidade: todas as peças contam com sessões acessíveis em Libras e quatro delas com audiodescrição, permitindo que públicos com deficiência acompanhem parte considerável da programação. Os ingressos são gratuitos e distribuídos com 1 hora de antecedência no próprio teatro, mas pessoas idosas, gestantes, com deficiência e obesas têm acesso garantido, como explica o diretor artístico da Mostra, Nautilio Portela: “10% dos ingressos são reservados a fim de garantir que pessoas diversas possam acessar as atividades da Mostra. Assim, pessoas que estejam dentro destas identidades, podem chegar ao teatro com apenas 20 minutos de antecedência. É mais uma iniciativa da Mostra Clau que se move na direção de um fazer cultural mais democrático.”

Toda a programação pode ser conferida no Instagram, @mostraclaudete. O evento é uma realização e produção da Pomeiro Gestão Cultural, realizada também pela Cia. Fluctissonante e pela NBP Produções, aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Paraná, com recursos da Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura – Governo Federal.

Serviço:
3ª Mostra Claudete Pereira Jorge 
De 22 de junho a 13 de julho 
Local: Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge 
Rua: Presidente Carlos Cavalcanti, 1.222 – São Francisco 
Ingressos: Gratuitos (Retirar 1h antes dos espetáculos no local)
Rede social: @mostraclaudete 

Confira a programação das peças, performances, pocket shows e oficinas:

Teatro Adulto
LÍNGUA EM REVISTA
Cia. Fluctissonante | 100Min. | 16 Anos  
22 e 23 de junho | 18h 
Criar outras línguas. Falar outras línguas, sobre outras línguas, línguas que ainda não existem, histórias que ainda não foram contadas. Escrever, reescrever, não escrever, repensar, recriar, ruminar e reestabelecer línguas e histórias. Aqui, nesta língua-história falamos sobre outros caminhos. A língua-história registrada nas apostilas do ensino fundamental jogamos para o alto. Sobre ela, criamos novas estradas. Pisoteamos suas folhas como quem pisoteia folhas que não registram as nossas jornadas ao longo dos séculos. Língua pretuguês, de sinais, língua de mulher, língua preta, intensa, nova. Língua surda, afiada, sudaca, voraz. Projetamos esta nova língua. Vemos-queremos essa nova língua em todos os lugares, o tempo todo. Essa língua que agora falamos é a língua de deus, assim mesmo, em minúsculas, e das Deusas, em maiúsculas. É um contra-ataque ao homem, este homenzinho que se fez engolir ao longo dos séculos. É a língua que poderíamos ser, não fôssemos o que somos agora.

LUSCO FUSCO
Lumiô I 60Min. I 14 Anos 
27 e 28 de junho | 20h
Lusco Fusco é uma reflexão ora dramática ora bem-humorada sobre a luz e suas diversas simbologias ao longo do tempo. Em Lusco Fusco, a luz é mostrada como elemento primordial da existência humana, desde sua concepção mitológica-religiosa até sua relação com a ciência e arte.

RETILÍNEO
Batalhão Cia. de Teatro I 60Min. I 14 Anos 
29 e 30 de junho | 20h
“Retilíneo” é um espetáculo que busca navegar pela história e pela memória do povo negro brasileiro. Acompanha quatro linhas narrativas: a chegada dos portugueses na África pela ótica de uma criança africana; um homem escravizado sendo vendido num mercado público no Brasil de 1700; uma mãe negra que está longe de seu filho (ou seria seus filhos?); e um jovem negro que anda pelas ruas do centro da cidade de madrugada voltando de uma festa, quando é surpreendido por um enorme navio (ou seria uma viatura policial?).   

AQUI É MINHA CASA
Ap da 13 e Sopro Produções I 70Min. I 16 Anos 
4 e 5 de julho | 20h
Não é uma criação de cena. É um evento. Aqui é minha casa, é a construção de uma experiência. Fala sobre ruínas. Um corpo e um planeta em ruínas. Um exercício de conexão mais profunda, um reconhecimento do ser planetário, da necessidade da interdependência entre todos os seres vivos. Uma tentativa de fazer valer o oxigênio que estou respirando.  

KAZA
Tecer Teatro I 40Min. I 12 Anos 
6 e 7 de julho | 20h
Kaza trata de pessoas em situações extremas. Pessoas como eu ou você, com suas vidas ditas normais e que subitamente perdem tudo o que têm, tudo o que construíram. Kaza é sobre ter que partir, sobre perda e em como sobreviver a isso. Perder a família, um filho, a terra, a cultura. Ser obrigado a deixar seu país, sua cidade, a língua natal, o emprego, a casa. Sua história, seu passado e tudo o que nos representa. Os planos para o futuro, o sonho e a esperança. Também sobre incomunicabilidade, sobre como expressar essa dor. E finalmente, como tudo isso transforma seres humanos em invisíveis, marginais, estrangeiros, indesejáveis e estranhos aos olhos de seus iguais. Esse pequeno conjunto de fatores incontroláveis que torna o humano em não humano

5 DANÇAS
Rumo de Cultura I 100Min. I 12 Anos 
11 e 12 de julho | 20h
5 DANÇAS faz agir 5 dançarinas da geração dos anos 60, com trajetória profissional de 40 anos. O trabalho é formado por 5 peças solo autônomas apresentadas entre intervalos. As peças proliferam modos de dança e suas articulações com o contexto. 

Teatro Infantil 

ATRAVESSAR O MAR PARA SEMPRE
Teatro de Bagagem I 40Min. I Livre 
29 e 30 de junho | 15h
Duas pessoas caminham há muito tempo, vivem em travessia por fugir de uma guerra inesperada. Em suas bugigangas possuem um rádio onde ouvem uma rádio-novela e reinventam o próprio cotidiano para seguir o caminho. Durante o caminham recriam a rádio-novela com os bonecos e objetos que tem à mão. é nessa brincadeira que conhecemos a travessia de Pérola, Violeta, Ícaro e Girassol.  

NHANDEREKÓ
Grupo Baquetá | I 50Min. I Livre 
6 e 7 de julho | 15h
Nhanderekó, para o povo mbya guarani, é o verdadeiro modo de ser GUARANI, manter a cultura viva. Isso significa respeitar o meio ambiente e viver em harmonia com a natureza, retirando dela apenas o necessário para a sobrevivência. O Grupo Baquetá reuniu diferentes contos e histórias do povo guarani, que apresentam a relação destes com os animais e com os elementos da natureza (terra, ar, água e fogo).

Pocket Shows 

IMPERADOR SEM TETO
22 de junho | 17h | 14 anos
Imperador Sem Teto é um acontecimento: música, teatro, performance, dança e poesia, articulados de modo a resultar em uma obra maior que conduz o espectador a transitar por um emaranhado de experiências sensoriais. Diferentes artistas reconstroem o cotidiano, refletindo o embate das civilizações, na sua beleza e no seu horror. Daí, emergem reflexões humanas, inclusive existenciais, sobre a civilização contemporânea e suas lógicas, sobre o duelo entre o individual e o coletivo.

NOE CARVALHO
28 de junho | 19h | Livre
“Noe Carvalho – Vínculos” é um pocket show emocionante que mergulha nas profundezas do afeto e na reconexão ancestral, composto pela artista Noe Carvalho. Com batidas envolventes e letras profundamente pessoais, Noe compartilha sua jornada de auto descoberta como pessoa não binária e originária, destacando o poder transformador do amor como uma tecnologia ancestral. Este show é uma celebração da diversidade, da resiliência e da força dos laços que nos unem, oferecendo uma experiência musical e emocionalmente cativante. 

WILLA TOMAS 
5 de julho | 19h | 16 anos
a-Willa apresenta Bonde da Travesti
Willa é uma cantora independente que há 2 anos lança suas composições autorais no cenário da música curitibana. Inspirada em ritmos pop brasileiros como o funk, o brega funk e o trap, Willa canta sobre ser um corpo trans, e também sobre cenários de liberdade e celebração. Seu show na mostra Claudete é um show inédito que mistura o seu repertório com os maiores sucessos das divas brasileiras. Willa te espera dia 5 para uma grande festa cheia de funk.

PITOMBAS DO AMOR
13 de julho | Na Festa de Encerramento | 16 anos
Pitombas do Amor lançou seu primeiro EP, Drag de Lança com faixas autorais que envolvem questões da comunidade LGBTQIA+. A canção que dá nome ao trabalho, Drag de Lança, é o momento clímax do show, em que os artistas prestam homenagem a pessoas vítimas de crimes de homofobia no país, mas também fazem um convite à resistência. Fazem ainda parte do show canções que falam de amor e, principalmente, que celebram a vida através do fazer artístico em cores, movimento e som.

Performances 

ELENIZE DEZGENISKI 
Exposição permanente e outras intervenções na 3 MCPJ | Livre

Eu Luto Outra Luta | língua presa da palavra, invisível cuidado e ouvido esquecimento | Exposição permanente na 3 MCPJ | Livre

Na instalação EU LUTO OUTRA LUTA, que ocupa o corredor do espaço térreo do teatro, a frase LUTO LUTA do poeta Décio Pignatari está abrigada entre as palavras EU e OUTRA. O espectador posicionado diante da obra, entre os espelhos, é colocado em um abismo especular, onde EU LUTO se replica ao infinito, assim como a frase OUTRA LUTA.

A frase que Pignatari criou junto com seus alunos em 1968, circulou pelas ruas do Rio de Janeiro, como um grito de protesto contra o assassinato do estudante Edson Luís, cometido pelos militares durante a ditadura no Brasil. A instalação foi montada pela primeira vez em 2017 na vitrine da Alfaiataria Espaço de Arte em Curitiba.

As intervenções nos espelhos do teatro, com as frases a língua presa da palavra, invisível cuidado e ouvido esquecimento são um aviso e um lembrete. Sempre em letras miúdas, por vezes na moldura. É a reivindicação de um espaço limite, onde transitam as delicadas, e por vezes avassaladoras, relações entre o eu e o tu.

KLÍCIA CAMPOS
23 de junho | 17h | 12 anos
“Sertão Sagrado: Cangaço, Fé e Fogueiras”
Esta performance explora três pilares fundamentais da cultura nordestina: o cangaço, a devoção a Padre Cícero e as festas juninas de São João. Através de histórias de resistência, fé e celebração, inspiradas na literatura de cordel e interpretadas em Libras, a narrativa entrelaça as trajetórias de Lampião, Padre Cícero e uma vila nordestina em festa, destacando a riqueza e a diversidade cultural do sertão.

FEIJOADA DA MEIA NOITE
30 de junho | 19h | Livre 
Por meio de sons, ruídos, frases, registros, papeis e vídeos, a Feijoada da Meia Noite propõe a construção de uma visualidade multilinguagem digital-analógica-sensorial.

MEMÓRIAS DUMA BAOBÁ
6 de julho | 19h | Livre
“Memórias de uma Baobá” é uma peça sobre as histórias, as memórias, os saberes e os afetos compartilhados e vividos por mulheres negras. É uma celebração à ancestralidade feminina negra, uma valorização da oralidade como forma de resistir ao apagamento e ao genocídio. Em cena, acompanhamos a Senhora-Terra, uma mulher negra idosa que retorna à casa onde viveu por muitos anos. Lá, oferece um café para quem está assistindo, enquanto compartilha palavras que ainda habitam o seu corpo e também aquele espaço onde viveu. Ela está à espera de alguém que nunca aparece, como se algo estivesse faltando. Ainda assim, a Senhora-Terra dança pelos momentos do passado, entrelaçando-os a um presente formado por vozes de outras mulheres negras.

PROCURA-SE HISTÓRIAS EXTRAVIADAS
12 de julho | 19h | Livre
Três ações simultâneas ocupam diferentes espaços tecendo entre si uma rede de acontecimentos narrativos efêmeros e relacionais. Escritas a muitas mãos, as histórias articulam mundos antigos, reais e (im)possíveis, mundos que emergirão no encontro da proposição artística com o público. Venha se encontrar com a quandonde! 

NOVELAS CLAU KIKI BALL
13 de julho | Na Festa de Encerramento | 12 anos
Venha conhecer um pouco da cultura ballroom nessa edição da Mostra Claudete Pereira Jorge. Nessa kik ball teremos categorias estéticas de moda, passarela e realidade, além de categorias de vogue performance. A ball é um momento de enaltecer a vivência das pessoas trans, pretas, periféricas, originárias para mostrar que existimos, estamos vivas, fazendo e contando nossas histórias. 

Oficinas


COLARES ECOLÓGICOS – Katia Horn 
Dia 7 de julho 
Horário: 14h às 18h 
Local: CAIXA CULTURAL  (Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro)
15 vagas  
Nesta oficina, mulheres se reúnem para criar colares de papelão, não apenas como acessórios, mas como manifestações da conexão com a natureza e a sabedoria ancestral. Cada corte e dobra não apenas transforma o papelão, mas também renova a autoestima e empodera as participantes. O papelão, antes considerado lixo, ganha vida como uma expressão de criatividade e sustentabilidade, ecoando a ancestralidade feminina que encontrava beleza na simplicidade da natureza. Esta oficina é um convite a reconectar-se com a essência feminina e a transformar materiais reciclados em jóias de significado profundo, lembrando-nos de que nossa história está entrelaçada com a terra. 

DRAMATURGIA PRETA – Kamylla Ngoma 
Dias 11 (quinta) e 12 (sexta) de julho
Horário: 13h30 às 17h30
Local: Sala Pomeiro (Rua da Paz, 51 – Centro) 
8 vagas 
Nesta oficina, as palavras se tornam a ponte que conecta o passado e o presente, a ancestralidade e a luta, a cultura e a identidade negra. É um convite para a criação de textos teatrais que ecoam as vozes há muito silenciadas, destacando as experiências negras e suas complexidades. Em um espaço de criatividade e empoderamento, os participantes exploram temas profundos, celebrando a diversidade e desafiando estereótipos. A dramaturgia negra se torna uma ferramenta poderosa para a representatividade e a transformação, unindo a riqueza da herança cultural afro ao potencial do palco. Esta oficina é um ato político e poético, construindo uma narrativa mais inclusiva e autêntica nas artes, onde cada palavra escrita é um passo em direção a uma sociedade mais justa e igualitária.

BONECAS ABAYOMIS – Geisa Costa 
Dias 12 de julho  
Horário: 15h às 17h
Local: CAIXA CULTURAL (Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro)
15 vagas 
Esta oficina é uma dinâmica de sensibilização, que tem como proposta reunir as pessoas para uma troca de ideias e saberes, promovendo o fortalecimento da autoestima e o reconhecimento da identidade afro-brasileira. Além de retomar o prazer pela oralidade, é uma maneira de discutir a identidade negra, e também um meio de trocas de conhecimentos, contando e cantando suas histórias, ao mesmo tempo em que confeccionam as bonecas feitas apenas com malhas pretas e retalhos coloridos como faziam nossas avós. Abayomi é uma boneca negra ícone de resistência feita a partir de retalhos trançados, enrolados e amarrados, de tamanhos variados e que podem se transformar em brincos, enfeites, adereços e uma de geladeira, etc.

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

PROJETO MULHERES QUE RIMAM FAZ PREMIERE DE VIDEOCLIPE NA CINEMATECA

Da esquerda para direita: Evy’O, Brenda Calbaizer, Cris (SNJ) Negona, Diva Ganjah, Liah Vitória. Foto: Thiago Krieger.

Em uma iniciativa que enaltece os símbolos da resistência feminina no hip hop, o Projeto Mulheres Que Rimam exibe videoclipe inédito que conta com a participação das artistas Cris Negona (SNJ), Diva Ganjah, Brenda Calbaizer, Evy’O, Liah Vitória e Manuella Head. A premiere acontece no dia 23 de junho na Cinemateca de Curitiba, às 19 horas; seguida de bate-papo e pocket show, com presença de intérprete em Libras.

Ao conectar mulheres de diversas gerações, o videoclipe traz um recorte audiovisual da realidade periférica sob o ponto de vista feminino e evidencia o poder da arte como lugar de fala, resistência e luta. As cenas foram gravadas no estúdio Gramofone+, na Praça 19 de Dezembro e na Vila Torres, com participação de expressões do hip hop e da comunidade local.

O momento é uma grande realização para essas seis artistas que, juntas, trazem na bagagem a militância pelos direitos das mulheres, crianças, população negra e indígena e pela preservação do meio ambiente. Mais informações sobre essas trajetórias e trocas de conhecimento entre as participantes estão disponíveis em um vodcast no YouTube.

Além da produção musical e da obra de curta-metragem, dentre as atividades do projeto também são ofertadas duas oficinas gratuitas, sendo que uma delas está prevista para agosto e tem a proposta de democratizar o acesso aos procedimentos de cadastros dos autores de obras musicais, ao capacitar artistas independentes para que consigam gerar seus códigos (Ecad, ISRC’s, UPC’s).

A obra “Mulheres Que Rimam” será lançada nas plataformas digitais do Aoca Cultural apenas em julho e a premiere é uma oportunidade única de conferir o conteúdo na íntegra antes mesmo do seu lançamento oficial. Após a exibição, todos são convidados para uma roda de conversa sobre o processo de produção e haverá um pocket show com as rappers curitibanas. O videoclipe possui medidas de acessibilidade e o evento conta com intérpretes em Libras.

Projeto realizado via Lei Paulo Gustavo, com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura Municipal de Curitiba, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Serviço
Premiere do Videoclipe Mulheres que Rimam, com pocket show e bate papo
Ingressos: Gratuitos
Data: 23/06/2024, domingo
Horário: das 19h00 às 20h45
Local: Cinemateca de Curitiba
Endereço: Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 – São Francisco, Curitiba
Créditos fotos: Thiago Krieger, Hektor Kister, Patricia Grabowski.

Uma Produção Aoca Cultural e Ariramba Produções Culturais, com coprodução Gramofone+ e colaboração WS Produtora Audiovisual e Bridge Produções.

Instagram do Projeto: @mulheresquerimam
Canal de lançamento no YouTube: @aocacultural
Contato e agenda de entrevistas: imprensa@aocacultural.com.br

Cris Negona. Foto: Patrícia Grabowski.
Liah Vitória. Foto: Patrícia Grabowski.
Brenda Calbaizer. Foto: Patrícia Grabowski.
Diva Ganjah. Foto: Patrícia Grabowski.

FESTA NEOMARGINAL VI

A festa do Movimento Neomarginal reúne música e poesia e pela primeira vez acontece fora da cidade de São Paulo. a edição VI acontece durante o Porão Loquax no Wonka Bar no dia 11 de junho às 20h e reunirá poetas que vivem em Curitiba, São Paulo e Florianópolis.

Intervenção musical de Estrela Leminski e Téo Ruiz

Poetas de Curitiba: Greta Benitez, Katia Horn, Monica Berger, Pedro Alkimista, Ricardo Pozzo, Otto Leopoldo Winck, Sérgio Viralobos, Yohan Barcz e Daniel Osiecki

Poetas de São Paulo: Ikaro Maxx, Daniel Perroni Ratto, Vitor Miranda e Becca Luz

Poeta de Florianópolis: Catia Cernov

Movimento Neomarginal:
o Movimento Neomarginal nasceu da frase “pra tudo há um novo, menos para o marginal” do poeta Vitor Miranda 

surgiu como um questionamento ao neoliberalismo do meio artístico, na busca de juntar nos mesmos eventos artistas reconhecidos e iniciantes, numa tentativa de quebrar a politicagem do mercado

reúne artistas de diversas expressões espalhadxs pelo Brasil

realizaram a Exposição Fotográfica Neomarginal no Espaço um55

participaram do Festival da Mandioca 2023 com uma apresentação poética e do Sarau Paraisópolis 

o grupo produz a Festa Neomarginal que já está na sexta edição realizadas em São Paulo e agora em Curitiba sempre de forma itinerante 

apesar o aspecto mambembe, tem como sede o ateliê da artista Ira Rebella e a Livraria Sebo Chama de uma Vela

Instagram: www.instagram.com/neomarginais/

EXPOSIÇÃO DE ABERTURA: CORPO E COSMOS – A ARTE DE EXPANSION

Bem-vindos à inauguração de “Corpo e Cosmos”, a primeira exposição da artista viajante Expansion. Nesta mostra, Expansion nos leva a uma jornada onde o corpo feminino e os mistérios do cosmos se entrelaçam em uma expressão visual única.

Inspirada por suas viagens e experiências, Expansion cria obras que celebram a sensualidade, a força e a conexão entre o feminino e o universo. Suas peças combinam formas ousadas e cores vibrantes, desafiando nossas percepções e explorando a interligação entre o micro e o macrocosmo.

“Corpo e Cosmos” é uma celebração da resiliência feminina e uma provocação para expandir nossas mentes e corações. Convidamos todos a mergulhar nesta experiência sensorial inesquecível e a explorar a interseção entre o corpo e o cosmos através da arte de Expansion.

Serviço:
Exposição de Abertura: Corpo e Cosmos – A Arte de Expansion
Local: Shopping Novo Batel, R. Cel. Dulcídio, 517, Batel, Curitiba. Sala 42
Data: Apertura 7/junho, 15h, atração até 22h.
Sua presença em ese momento és importante!

UNIVERSO ALTERNATIVO: GARIMPA AÍ TRAZ UMA EXPLOSÃO DE CRIATIVIDADE E ESTILO NESTE DOMINGO

Uma Odisseia de Originalidade, Cultura, Sustentabilidade e Peças Raras!

Por Emanuelle Spack

Prepare-se para uma jornada única neste domingo, 19, no Bar Invasão do Teatro, onde o Garimpa Aí vai te surpreender com uma seleção inigualável de descobertas. Desde relíquias de brechós a itens exclusivos da cultura nerd e geek, passando por discos de vinil (do Antiquário Coisa Véia e do Sebinho) e artefatos do universo sensual, flash tattoos, acessórios e muito mais. Destaque para uma seleção especial de futebol com camisas de várias épocas, times e temas, incluindo algumas raras, como uma camisa que Pelé usou quando jogou no time Cosmos nos anos 70. Das 10h:00 às 18h:00, a entrada é livre para todos que desejam mergulhar nesse oceano de novidades e diversão.

Kerolen Martins, a mente por trás desse evento inovador, promete uma fusão arrebatadora de música, estilo, nostalgia e consciência ambiental. “Estou emocionada em trazer essa experiência única para Curitiba, onde o Garimpa Aí transcende o conceito de feira para se tornar uma celebração da criatividade e originalidade”, compartilha a empreendedora.

Explorar um estilo de vida alternativo é abrir as portas para um mundo de possibilidades, onde a sustentabilidade, a expressão pessoal e a busca pela autenticidade reinam supremas. É desafiar as normas sociais e encontrar novos significados e satisfação na vida, inclusive no ato de consumir, valorizando o reuso, a sustentabilidade e a redução do desperdício. O ponto alto do Garimpa Aí é a integração perfeita entre a cultura do rock e a experiência de compra, criando um ambiente descontraído e acolhedor tanto no térreo quanto no segundo andar do bar, onde o apoio aos empreendedores locais é uma prioridade.

Serviço:
Feira Coletiva Garimpa Aí
Local: Bar Invasão do Teatro
Endereço: Rua Amintas de Barros,154 – Centro – Curitiba.
Entrada: Franca
Data: 19 de maio – domingo
Horário: das 10h:00 às 18h:00
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ROTAÇÃO ESTREIA NACIONALMENTE EM CURITIBA INVESTINDO NAS RELAÇÕES DE PERSPECTIVAS ENTRE ARTISTAS E PÚBLICO

Giovanni Venturini e Lívea Castro realizam, junto ao público, ROTAÇÃO, botando corpos, coisas e relações em perspectiva no espaço. Foto de Elenize Dezgeniski

Com temporada no Teatro José Maria Santos até 16 de junho, a peça usa escadas para – entre teatro, dança e performance – criar um espaço onde o público faz parte da cena.

Inspirados em questões poéticas e contemporâneas acerca de conceitos como profundidade, altura, linha, ângulo, distância, tridimensionalidade, convergências e divergências, o ator Giovanni Venturini e a dançarina Lívea Castro estreiam em Curitiba, no próximo dia 30 de maio, sua nova criação. ROTAÇÃO é uma obra em que, acompanhados de dezenas de escadas, os artistas movem-se pelo desejo de perspectivar os seus próprios corpos, as coisas e o público, oferecendo – a cada sessão – encontros que multiplicam os modos de olhar e estar em cena e no mundo. A peça ROTAÇÃO terá curta temporada, até 16 de junho, no Teatro José Maria Santos.

Com uma dramaturgia poética, ROTAÇÃO busca expandir e tensionar a aliança entre corpos e tem como ponto de partida-encontro a relação entre Giovanni e Lívea, também idealizadores do projeto, que convidaram, para esta empreitada, o diretor Fernando de Proença, como nos conta Lívea: “Quando começamos a pensar o projeto, entendemos que precisávamos de alguém que tivesse experiência de trânsito entre as linguagens da dança e do teatro, e principalmente, alguém que pesquisasse sobre o encontro. Nesse sentido, Fernando foi essencial para potencializar as discussões que gostaríamos de formular. Foi um processo bem colaborativo onde nós três investigamos juntos os caminhos da criação.” Atuando nas fronteiras entre o teatro, a dança e a performance, esta peça é, também, o encontro entre as linguagens exploradas pelos artistas em suas trajetórias individuais. A ideia de “rotação” surge na peça não como verbo que sugere movimento, mas como possibilidade de olhar para o mundo.

A partir de textos, movimentos, interação entre corpos e objetos e troca entre performers e plateia, a cena provoca diálogos profundos sobre questões da vida. Giovanni Venturini conta que “A relação e o encontro com o público é um fator importante dessa peça e desse diálogo que se constrói. Apesar de termos uma estrutura fechada, existe a possibilidade de inúmeras aberturas a partir do outro, criando assim uma dramaturgia única a cada dia”. Trata-se de uma peça sobre perspectivas variadas de encontro que lança convites para o público viver e seguir até o fim. É preciso virar o olhar para o outro lado, enxergar por diferentes prismas. Quando há uma ROTAÇÃO, tudo aquilo que era visível já não é mais, principia-se uma atualização da perspectiva.

De acordo com o diretor do trabalho, Fernando de Proença, Rotação “investe –  a partir das relações entre artistas, público, escadas e espacialidade – na abertura de um diálogo entre Giovanni, Lívea e participantes que, na experiência de viver a gestualidade de subir e descer, ativam em seus corpos variações de presença, perspectiva e encontro”. Ele continua: “Rotação é sobre encontrar na cena e fazer, gentilmente, movimento lado a lado”. Destacadas no entre da cena, as escadas, que preenchem o cenário, fazem variações escalonadas e diversas sobre ser, estar, olhar, viver e se relacionar, investigando a potência das diferenças dos corpos, conta o diretor.

Com sessões gratuitas de quinta a domingo, a peça conta com intérpretes de Libras aos sábados e possui, em sua dramaturgia, aspectos descritivos, que também permitem a fruição por parte de pessoas cegas. A temporada corre durante apenas três semanas, sendo quinta a sábado às 20 horas e aos domingos às 19 horas. Os ingressos gratuitos estão disponíveis uma hora antes das apresentações na bilheteria do teatro. A temporada de estreia de Rotação é produzida pela Pomeiro Gestão Cultural e conta com recursos do Programa de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Serviço “Rotação”:
Temporada de estreia de 30 de maio a 16 de junho
De quinta a sábado às 20h e domingos às 19h.
Local: Teatro Zé Maria
R. Treze de Maio, 655 – São Francisco, Curitiba – PR, 80510-030
Entrada: Franca – retirar ingressos 1h antes da sessão.
Duração: 50 min – Classificação: 14 anos

Ficha Técnica:
Artistas Criadores e Idealizadores: Giovanni Venturini e Lívea Castro
Direção: Fernando de Proença
Dramaturgia: Bobby Baq, Fernando de Proença, Giovanni Venturini e Lívea Castro
Desenho de Luz: Wagner Côrrea
Trilha Sonora e Desenho de Som: Lilian Nakahodo
Figurino: Luan Valloto
Interlocução de Movimento: Mário Lopes
Preparação Vocal: Jessie Rolim
Interlocução em Descrição: Manoel Negraes
Assistentes de Figurino: Ísis Solano e Laura Bevilaqua
Calçados: Gasp
Operação de Luz: Semy Monastier
Operação de Som: Machison Abreu
Técnico de Luz (Montagem): Nicolas Caus
Motorista e Ajudante: Joacir Furtado da Silva
Intérprete de Libras: TAÉ – Libras e Cultura (Equipe: Elaine Moreira, Jéssica Nascimento, Kelly Caobianco, Nathan Sales e Talita Grünhagen)
Direção de Produção: Igor Augustho
Produção Executiva: Cindy Napoli
Produção: Rebeca Forbeck
Estagiário de Produção: Luciano França
Design Gráfico e Identidade Visual: Daniel Minchoni
Assessoria de Comunicação: Bruna Bazzo – BB Comunica
Gerenciamento de Tráfego Pago: Thays Cristine
Fotografia: Elenize Dezgeniski
Videografia: Lidia Ueta
Motions: Ricardo Kenji
Captação de Recursos: Meire Abe
Realização: Lívea Castro
Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural

Sobre os artistas:
Lívea Castro é artista de dança, professora, pesquisadora e videoartista. Graduada em Dança pela UNESPAR e pós-graduada em Estudos Contemporâneos em Dança pela UFBA. Foi uma das artistas selecionadas em ENCUENTROS – ações de diálogos em dança Curitiba/Bogotá (2022), e, junto com Giovanni Venturini, artista residente no programa 20minutos.mov (2023). Como artista e mãe indisciplinada, caminha por diferentes áreas de conhecimento, e suas pesquisas e criações são atravessadas pelo interesse no encontro, diversidade de corpos, alteridades e presenças humanas e extra-humanas como potência para repensar relações. Integra o coletivo Nó Movimento em Rede (BR).

Giovanni Venturini, além de ator, é roteirista formado pelo Instituto de Cinema. Protagonizou o curta “Big Bang”, de Carlos Segundo, onde recebeu o prêmio de melhor ator no Festival de Cinema de Brasília de 2022. Está no elenco de “Justiça 2”, série de grande sucesso da Globoplay. Nos palcos, desde 2019, percorre muitas cidades apresentando seu monólogo “A não ser”. Integrou o elenco de “Brian ou Brenda?” com direção de Yara de Novaes e Carlos Gradim também no ano de 2019. Foi dirigido por Clarisse Abujamra em 2014 em uma versão do clássico “Casa de Bonecas” de Ibsen. Seja nos espetáculos ou na escrita, Giovanni sempre traz a discussão de ser um corpo com deficiência, e fora dos padrões estéticos estabelecidos.

Fernando de Proença é diretor, ator, pesquisador de teatro e jornalista. Trabalha na prática de seu ofício na cena entre performance, dança e teatro há 25 anos. Doutor e Mestre em Teatro pela PPGT/UDESC. No entrecruzamento de linguagens, procura se atentar às ideias que moram no tempo, no corpo, nas vias, nos contextos e na experiência.

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