DISCO DE VINIL LP GAL COSTA – ÍNDIA /// 1973 /// SEBINHO FATO AGENDA

Disco de Vinil Lp GAL COSTA – ÍNDIA /// 1973 /// Preço: VENDIDO /// @sebinhofatoagenda + @antiquariocoisaveia

Disco usado. De época, 1973. Em bom estado. Sem riscos. Com marcas do tempo, mas foi testado e não pula. Por favor, veja as fotos. Capa sem encarte. Capa sem grifos ou marcações. Seguindo o guia internacional para avaliação de discos de vinil: mídia: G+; Capa: G. Código do disco: 6349.077

Informações:
Gal Costa – Índia
Selo: Philips – 6349.077
Formato: Vinil, LP, Album, Stereo, Gatefold
País: Brasil
Lançado: 1973
Gênero: Latin
Estilo: MPB

Músicas:
A1 – Índia (6:51)
A2 – Milho Verde (4:20)
A3 – Presente Cotidiano (2:54)
A4 – Volta (3:17)
B1 – Relance (4:52)
B2 – Da Maior Importância (5:12)
B3 – Passarinho (2:23)
B4 – Pontos De Luz (2:40)
B5 – Desafinado (2:36)

Seguindo o “Guia Internacional Para Avaliação de Discos de Vinil”:

AVALIAÇÃO DO VINIL:
GOOD (G+)
Disco usado. Em bom estado. Apresenta algumas marcas de uso. Com riscos superficiais, mas foi testado e não pula. Por favor, veja as fotos.

AVALIAÇÃO DA CAPA:
GOOD (G): Capa em bom estado. Sem encarte. Sem grifos ou marcações. Obs.: com leves marcas do tempo, por favor, veja as fotos.

FRETE: Taxa de entrega p/ todo país: R$24,90. Com opção de retirada na loja:
ANTIQUÁRIO COISA VÉIA + SEBINHO
Livros, discos, antiguidades, móveis, camisas de time, brinquedos, colecionáveis e objetos de decoração.
Atendimento: Segunda a sexta, 9h às 19h. Sábado: 9h às 17h.
Rua Prof. João Falarz, 409, Orleans, Curitiba-PR.
Referência: nossa loja fica nos fundos do sobrado amarelo, o Restaurante Dona Carolina.
Entre as lojas “Master Pró Audio” e “João Falarz Moto Peças”. Exatamente 400 metros do viaduto do Orleans.

Confira alguns discos de vinil do sebinho, aqui

– Discos de vinil:
– https://sebinhofatoagenda.com.br/vinil
– https://www.antiquariocoisaveia.com.br/vinil

ATENÇÃO: Entregamos um dia por semana (sem taxa) no centro de Curitiba, combine por whats: 41.99745.5294, com Leandro.

Atendimento:
Segunda a sexta, 9h às 19h.
Sábado: 9h às 17h.

Nossos links:
https://linklist.bio/antiquariocoisaveia

Instagram:
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LANÇAMENTO DO LIVRO “WALTEL BRANCO – O MAESTRO OCULTO”, DE FELIPPE ANÍBAL

Dia 29/nov, quarta-feira, às 19h, no Restaurante A Caiçara – Culinária Litorânea (@acaicara), em Curitiba, será lançada biografia “Waltel Branco – O maestro oculto” escrita por jornalista Felippe Aníbal (@felippeanibal). O livro é resultado de oito anos de trabalho, respaldado por mais de 50 entrevistados e vasta pesquisa historiográfica. A pré-venda já tá disponível pelo site www.waltel.com.br

O livro é editado pela Banquinho Publicações, com edição fina do Téo Souto Maior e projeto gráfico classudo da Livia Shimamura – sem os quais esse projeto jamais seria concretizado. A publicação tem 504 páginas e um caderno de fotos que passeia pela história do maestro.

É um trabalho que não só se debruça sobre a trajetória do Waltel Branco, mas que trata da própria história da música. Sim, por meio dos trabalhos do maestro, é possível apresentar os principais movimentos musicais ocorridos da segunda metade do século XX pra cá. É uma celebração à música.

Waltel Branco foi múltiplo. Como instrumentista, arranjador, intérprete ou diretor musical, transitou por praticamente todos os ritmos. Da música clássica às trilhas de novela; da Bossa Nova ao rock; do jazz ao samba; do black ao brega; da MPB aos regionais; entre tantas outras vertentes. Apesar da magnitude de suas criações, permanece oculto, à sombra. Quer dizer: permanecia. Com este livro, Felippe Aníbal traz à luz a vida e a obra do velho maestro. De quebra, apresenta um saboroso relato sobre a evolução da música brasileira e seus bastidores.

Você também vai ler histórias de: João Gilberto, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Pixinguinha, Radamés Gnattali, Roberto Menescal, Nara Leão, Marcos Valle, João Donato, Sérgio Ricardo, Djalma Ferreira, Dom Um, Elizeth Cardoso, Moacyr Silva, Elis Regina, Dom Salvador, Tim Maia, Hyldon, Alceu Valença, Zé Ramalho, Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Novos Baianos, Janete Clair, Dias Gomes, Boni, Nelson Motta, Henry Mancini, Dizzy Gillespie, Nat King Cole, Freddy Cole, Françoise Hardy, Paulinho da Viola, Alcione, Elza Soares, Agepê, Cazuza, Ney Matogrosso, Fafá de Belém, João Bosco, Odair José, Evaldo Braga, Alice Ruiz e muitos outros.

Ah, o projeto foi viabilizado por meio de Lei de Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba. A empreitada tem apoio do Centro de Diagnóstico Água Verde, Instituto de Oncologia do Paraná e Hospital IPO. Viva a Cultura e as leis de incentivo.

Serviço:
Lançamento do Livro “Waltel Branco – O maestro oculto”
Data: Dia 29/nov, quarta-feira, 19h.
Local: Restaurante A Caiçara – Culinária Litorânea, R. Dr. Claudino dos Santos, 90 – São Francisco, Curitiba-PR – no Largo da ordem, em frente ao Memorial de Curitiba.
Entrada Livre. 

Ficha técnica: Páginas: 504. Formato: 16×23 cm, brochura. 1ª Edição. Ano: 2023.  Editora: Banquinho Publicações. Pré-venda: Garanta já seu exemplar com desconto de 10% + frete grátis no site: www.waltel.com.br ::: Seu livro será enviado a partir de 22 de nov. de 2023.

DISCO VINIL LP MILTON NASCIMENTO & LÔ BORGES – CLUBE DA ESQUINA /// 1972 /// RARÍSSIMO

Disco Vinil Lp MILTON NASCIMENTO & LÔ BORGES – CLUBE DA ESQUINA /// 1972 /// Preço: R$739,90 /// @sebinhofatoagenda

Disco de vinil Milton Nascimento e Lô Borges – Clube da Esquina / Disco duplo. Ano: 1972. Original de época. Raro. Em ótimo estado, sem riscos. Quase perfeitos. Não pulam. Capa com leves marcas, por favor, veja as fotos. Seguindo o guia internacional para avaliação de vinil: Mídia: NM. Capa: VG. Código do disco: 31 C 164 422901.

Músicas
A1 – Tudo Que Você Podia Ser
A2 – Cais
A3 – O Trem Azul
A4 – Saídas E Bandeiras Nᵒ 1
A5 – Nuvem Cigana
A6 – Cravo E Canela
B1 – Dos Cruces
B2 – Um Girassol Da Cor De Seu Cabelo
B3 – San Vicente
B4 – Estrelas
B5 – Clube Da Esquina Nº 2
C1 – Paisagem Da Janela
C2 – Me Deixa Em Paz
C3 – Os Povos
C4 – Saídas E Bandeiras Nᵒ 2
C5 – Um Gosto De Sol
D1 – Pelo Amor De Deus
D2 – Lilia
D3 – Trem De Doido
D4 – Nada Será Como Antes
D5 – Ao Que Vai Nascer

INFORMAÇÕES:
MILTON NASCIMENTO & LÔ BORGES – CLUBE DA ESQUINA
Selo: EMI Odeon – 31C 164 422901
Formato: 2 x Vinil, LP, Album, Reissue, Stereo, Gatefold
País: Brasil
Lançado: 1972
Gênero: Jazz, Latin, Folk, World, & Country
Estilo: MPB

Cód. Interno: 500025

Obs.: Alguns músicos que participam do disco: Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes, Tavito, Wagner Tiso, Toninho Horta, Robertinho Silva, Luiz Alves, Nelson Angelo, Rubinho, Alaíde Costa, Paulo Moura, Eumir Deodato, Gonzaguinha, Raul De Souza.

Seguindo o “Guia Internacional Para Avaliação de Discos de Vinil”:

Mídia: Near Mint (NM):
Dois discos em estado praticamente perfeito. Foram pouquíssimo usados e não apresentam nenhuma imperfeição estética ou sonora. Muito bem conservados, com pouquíssimas marcas visíveis (muito leves e superficiais) que não afetam a sonoridade. Nenhum ou mínimo ruído.

Capa: Very Good (VG):
Capa Inteira com pouco sinal de uso aparente. Marcas na superfície ou bordas do papelão, pequenos descascados, manchas, desgaste da tinta no aro do vinil.

FRETE: Taxa de entrega para todo país: R$20,00. Com opção de retirada no estoque: Travessa Isaacson Chinasso, 37, bairro Orleans, em Curitiba.

ATENÇÃO: Entregamos toda sexta-feira (sem taxa) no centro de Curitiba, combine por whats: 41.99745.5294, com Lelê.

Importante: só reservamos livros e discos mediante pagamento adiantado. Conto com sua compreensão.




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PAULO LEMINSKI COMPLETARIA 78 ANOS NESTA QUARTA (24/08)

Paulo Leminski por João Urban.

Autor é um dos principais nomes da literatura brasileira do último século

Paulo Leminski se consolidou como um dos nomes mais importantes e vibrantes da literatura brasileira. O escritor, que completaria 78 anos no dia 24/08, experimentou diversas linguagens artísticas com uma rica obra poética, de prosa experimental, tradução, ensaios e composições musicais.

Para conhecer mais a obra de Leminski: https://pauloleminski.com.br

Nascido em Curitiba em 1944, Leminski fez de sua vida uma busca pelo sublime. Seja pela procura religiosa, vinda da vontade de ser monge que o levou a passar parte da juventude em um mosteiro, até a filosofia zen que marcou sua obra, passando pelo minimalismo do dia a dia dos haicais. A forma poética japonesa, aliás, teve no autor um de seus grandes divulgadores no Brasil.

Em 1975 começa uma série de lançamentos de trabalhos que se tornaram marcos na literatura brasileira com “Catatau”, em prosa, e dos escritos poéticos independentes  “Quarenta clics em Curitiba” (com o fotógrafo Jack Pires) em 1976 e “Não fosse isso e era menos não fosse tanto e era quase” e “Polonaises”, ambos de 1980. A repercussão destes trabalhos foram base para o seminal “Caprichos e relaxos” (1983). Quatro anos depois lança seu último livro em vida, o cultuado “Distraídos venceremos”.

Como tradutor, Leminski trouxe para nossa língua textos de autores plurais como Matsuó Bashô, Beckett, James Joyce e John Lennon. Como compositor, escreveu mais de 100 canções e teve suas composições gravadas por nomes como Caetano Veloso, Itamar Assumpção, Banda Blindagem (Ivo Rodrigues), Ney Matogrosso, Paulinho Boca de Cantor e Moraes Moreira. Em 2015, sua filha Estrela Leminski compilou as canções do pai em um songbook com partituras e cifras que podem ser baixadas de modo gratuito.

Confira uma playlist com faixas icônicas de autoria do poeta: https://spoti.fi/3PIL7Pl

Baixe o songbook de modo gratuito: http://www.pauloleminski.com.br/songbook/livro-cancoes-paulo-leminski.html

Em 2013, a carreira de Leminski ganhou um renascimento com a cultuada coletânea “Toda Poesia”, best-seller com as obras poéticas completas, organizada por Alice Ruiz, que acompanhou toda a produção de sua obra. Esse trabalho apresentou o autor para toda uma nova leva de leitores.

Neste ano, seu trabalho ganha edições em todo o mundo com publicações na Itália, Espanha, Argentina e Estados Unidos. Para os fãs brasileiros, um sarau de celebração ao poeta acontece em sua cidade natal de Curitiba, no dia de seu aniversário, no Wonka Bar e a exposição Múltiplo Leminski abre em outubro em Porto Alegre, no Centro Cultural da UFRGS.

Para mais informações:
Build Up Media
(24) 999377203
contato@buildupmedia.com.br

ELIFAS ANDREATO

Elifas Andreato faleceu nesta terça-feira (29), em São Paulo, aos 76 anos, devido a complicações decorrente de um infarto. Elifas foi um grande artista brasileiro. Com mais de quarenta anos de atividade como artista plástico, Elifas foi especialmente reconhecido como ilustrador de capas de discos de vinil. Ao todo, são 362 capas produzidas, principalmente nos anos 70, para artistas como Clara Nunes (Nação), Martinho da Vila (A Rosa do Povo), Clementina de Jesus, Paulinho da Viola, Chico Buarque (Ópera do Malandro), Elis Regina, Adoniran, Toquinho e Vinicius (A Arca de Noé). Elifas nasceu no Paraná, em Rolândia, e começou sua produção de capas em 1973, quando criou a do long-play Nervos de Aço, de Paulinho da Viola – uma capa maravilhosa! Elifas tinha trabalho engajado, sempre se posicionou contra a ditadura militar. Em 2011 foi homenageado no Prêmio Vladimir Herzog. Além de engajada, sua obra tem grande beleza, sensibilidade e qualidade artística: reconhecida no mundo inteiro.

LUCYMAR NICASTRO LANÇA ÁLBUM VERSOS MEUS


Lucymar Nicastro lança Versos Meus, álbum com oito músicas de sua autoria. A cantora gravou no estúdio Gramofone, com produção de Alvaro Ramos e arranjos de Davi Sartori e Dudu Ramos.

Disponível nas plataformas digitais: Youtube, Spotfy, Deezer.

O projeto foi viabilizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo.

Ficha técnica:
Gravado no Estúdio Gramofone
Arranjos de Eduardo Ramos e Davi Sartori.

Músicos:
Thiago Duarte – contrabaixo
Julião Boêmio – cavaquinho
Marcio Rosa
Marcelo Oliveira
Ricardo Salmazo
Ita Brasil
Lucas Melo
André Ribas
Eduardo Ramos – Arranjo e violão
Alvaro Ramos – violão

Lucymar Nicastro. Foto: Jornal A cena.

Saiba mais sobre a cantora:
Facebook: Lucymar Nicastro
Instagram: @lucymarnicastro

Leia a reportagem completa do lançamento no Jornal A Cena, aqui. Por Giseli Canto.

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A música “Lembranças” foi gravada com a Rosa Lídia, a inesquecível Rosinha do Grupo Nymphas. Linda homenagem! 

LIVE SHOW LUCYMAR NICASTRO – VENHA CANTAR COM A GENTE!

Hoje, terça-feira, dia 2  março, às 20h, tem live show da Lucymar Nicastro, com Eduardo Ramos, Adelson Padilha e Ita Brasil. A live será transmitida através do facebook da Lucymar, aqui

Apoio Cultural: Mococa » Produtos Alimentícios

Sua contribuição é muito importante para os artistas! Colabore com a arte, curta,  chame os amigos, ajude os músicos nesse tempo tão “impossível” para a música!

Caixa Econômica:
Ag.: 3877
Conta: 24086-4
Lucymar Cachuba Nicastro
CPF: 442.920.409-82

Itaú:
Ag. 8733
Conta: 09171-6
Lucymar Cachuba Nicastro
CPF: 442.920.409-82


LAURA PETIT RETORNA COM O SENSUAL CLIPE “SOL NA VIRILHA”

Cantora lança primeira faixa desde elogiado álbum “Pelada por Esporte”

Após apresentar um olhar com frescor sobre o feminino e um mergulho nos amores modernos nos seus dois primeiros discos, Laura Petit revela uma nova fase da carreira com uma série de singles já projetados para 2021. O primeiro deles é “Sol na Virilha”, faixa que acaba de chegar às plataformas de streaming e ganha também um clipe.

A canção é o primeiro lançamento de Laura desde “Pelada por Esporte” (2019), um álbum que em seguida ganhou também uma série de remixes, “Pelada na Pista”, com quatro faixas que ofereciam uma nova perspectiva. Agora, a artista une a identidade musical do último disco com a entrega lírica de seu primeiro trabalho, “Monstera Deliciosa” (2017), em uma composição sobre voltar-se para dentro e reafirmar sua autonomia após uma relação abusiva.

“‘Sol na Virilha’ é uma música densa, intensa e ainda assim leve. Acho que na estética e na produção, essa nova faixa se aproxima mais do ‘Pelada’. Mas a poesia e a temática mais doída tem um quê do ‘Monstera’. Pensando agora talvez seja um híbrido entre os dois discos. Foi uma faixa difícil e gostosa de escrever e produzir. Serviu pra sublimar dores profundas e íntimas do jeito mais leve que eu pude. Pra eu me apropriar das minhas dores, do meu corpo e das minhas escolhas. Sol na Virilha é dançante, sensual e intensa”, resume Laura Petit.

A artista vai da MPB ao baião, da psicodelia ao experimental. Trazendo uma visão agridoce, bem-humorada e por vezes debochada dos afetos modernos, ela entrega uma sinceridade desinibida, uma candura desconcertante e uma ironia cortante, embaladas por uma instrumentação tão atual quanto nostálgica.

Nascida em Brasília e criada em Curitiba, Petit traz a arte no corpo desde sempre. Bailarina da infância até a adolescência, ela utiliza a linguagem corporal da dança para evoluir sua música. Em 2017, Petit lançou “Monstera Deliciosa”, um álbum que oferecia uma percepção livre e criativa do feminino. O segundo disco, “Pelada por Esporte”, marcou um olhar diferente e fora do universo decadente da temática do álbum anterior, voltando-se para dentro.

Com “Sol na Virilha”, Laura Petit referencia a sua própria discografia, mas sem deixar de olhar para o futuro. A artista agora prepara uma série de lançamentos que serão revelados aos poucos ao longo de 2021.

Assista a “Sol na Virilha”:
https://youtu.be/RVBjF1k8XDQ
Ouça “Sol na Virilha”:
https://smarturl.it/SolNaVirilha

Ficha técnica:
Produção: Eduardo Rozeira
Mix: Dani Mariano
Master: Pedro Soares
Videoclipe: Leticiah F.
Maquiagem: Marina Costa

Letra:
Sol na Virilha

Não vá dizer
Que me avisou
Se vai doer
Não avisa
Mas se vier
Não me jure amor
Cê tem o rei
Na barriga

Não era seu
Nunca foi seu
Não põe a mão
Era só meu
Sempre foi meu
Mesmo em vão

Não vá dizer
Que me avisou
Se vai doer
Não avisa
Mas se vier
Não me jure amor
Eu tenho o sol
Na virilha

Não era seu
Nunca foi seu
Não põe a mão
Era só meu
Sempre foi meu
Mesmo em vão

Não era seu
Nunca foi seu
Não põe a mão
Deixe meu véu
Assim eu vou

Era só meu
Sempre foi meu
Mesmo em vão
Não vou pro céu
Eu já não ia

Quando a sangria era folia
E o fim era questão só de recomeçar
A gente ria sem saber o que esperar