PEITA E TETO LANÇAM “ENTENDA QUE VOCÊ FAZ PARTE”

Crédito Imagens: Gustavo Benke

União de forças busca oferecer condições de moradias mais dignas para mais de 100 famílias em todo o Brasil.

Peita lança a frase, “entenda que você faz parte”, uma co-autoria com a organização social internacional, TETO. A venda das camisetas doadas pela marca-protesto será realizada pela embaixadora, Barbara Campelle, pelo arquiteto Juliano Monteiro e equipe. O valor arrecadado será revertido para a Campanha de Inverno do Teto Brasil, que visa construir, juntamente com as comunidades contempladas, mais de 100 casas para famílias que moram em favelas do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Em Curitiba, serão 28 moradias em três comunidades na Cidade Industrial.

O novo dizer-polêmico dialoga e busca sensibilizar os envolvidos no TETO: doadoras, voluntárias e moradoras. A ideia também é chamar a atenção de todas as pessoas para os problemas sociais do país onde vivemos. “Depois de empoderar, chegou a hora de falar sobre privilégios na Peita. Nós herdamos do Brasil escravocrata a desigualdade. Precisamos reconhecer nossos privilégios e fazer algo com eles. Aí está o gatilho dessa peita: quando você se dá conta que faz parte, faz o que depois? As pessoas que o TETO ajuda não precisam de camisetas, mas de condições dignas de moradia. Quem compra essa nova Peita, está junto na construção por uma sociedade mais igualitária. Cada um ajuda como pode, seja se voluntariando, doando ou comprando a peita”, enfatiza Karina Gallon, designer e fundadora a Peita.

A parceira Barbara Campelli, uma das sete embaixadores do TETO no Paraná . Cada um deles, bem como outros espalhados pelo Brasil, tem uma meta e financiamento coletivo próprio no site Benfeitoria. O lançamento da frase é um dos eventos organizados para arrecadar mais fundos, fomentar a campanha e incentivar as doações. “Dentro do teto nós somos porta-vozes das pessoas que estão nas comunidades. A parceria com a Peita nos possibilitará levar a mensagem social para mais gente. Nós coexistimos e precisamos cuidar uns dos outros”, reforça Bárbara.

Juntas somos fortes
“Entenda que você faz parte” não é a primeira parceria da marca-protesto. “Você importa pra mim” é uma co-criação com o projeto “Criativos pelo Haiti”, que mobiliza voluntários para desenvolver atividades, em curto prazo, de cunho humanitário no devastado país da América Central. “Mulheres à margem resistem” nasceu de uma co-criação com a “Ebulição Marginal”, evento que desde 2013 incentiva o diálogo entre literatura e manifestações artísticas na periferia de Curitiba. Em 2018, as garotas do Slam das Minas, de São Paulo, também aderiram a esses dizeres. “O som que nasce delas” foi uma co-criação com o Festival Sonora, em São Paulo, disponível exclusivamente no evento feito por e para as mulheres. “Meu corpo é político” é uma parceria com a “Casa Nem”, cuja parte da produção das peças nas cores da bandeira trans (branco, rosa e azul) é destinada à ONG que atende a população LGBT do Rio de Janeiro. A frase é título de um documentário que aborda o cotidiano de quatro militantes trans da periferia de São Paulo. Seu uso foi autorizado pelos autores da obra.

Lançamento em Curitiba
O lançamento oficial será no dia 17 de maio com o show  ‘Complicada e Perfeitinha’, das musicistas Naíra Debértolis e Amanda Pacífico e discotecagem do coletivo Casa de Suingue, com Luana Angreves e Heitor Humberto. Todo o dinheiro das entradas e o cachê dos DJs será revertido para a campanha do Teto. O restaurante A Caiçara também irá doar uma porcentagem das vendas do pão com bolinho para a causa. O evento beneficente começa às 19h e a entrada custa R$5 com nome no mural do evento e R$10 sem nome.

“LUTE COMO UMA GAROTA” COMPLETA UM ANO DE ENFRENTAMENTO URBANO E LANÇA EDIÇÃO LIMITADA DE ESCULTURAS EM CERÂMICA E MINI-DOC

    

“Lute como uma Garota” completa um ano de enfrentamento urbano e lança edição limitada de esculturas em cerâmica e mini-doc

Peita ganhou mais visibilidade após artistas como Gal Costa, Pitty e Manu D’Ávila ‘vestirem a camisa’

Dia 8 de março de 2018 a Peita completa 1 ano. E que puta ano. 14 dizeres polêmicos ganharam as ruas, carregados no peito por pessoas que acreditam na mensagem que a marca-protesto transmite. Como forma de agradecimento ao engajamento das garotas, garotos e garotes, no dia do seu aniversário será lançado o primeiro mini-doc ‘O que é lutar como uma garota?’, o tumblr ‘Lute Como Uma Garota’ e uma série de quadros confeccionados a mão, que trazem miniaturas de vestidos usados pelas sufragistas e trabalhadoras do começo do século 20, esculpido a mão (também tem mini-peita). No dia 11, a festa de comemoração é um sarau organizado com sua parceira, a banda Mulamba.

“A Peita nasceu nas ruas. Mesmo que a ideia de ter uma marca de camisetas com dizeres polêmicos em all-type já existisse, foi a Marcha das Mulheres que me motivou a criar uma ferramenta de resistência”, explica a designer Karina Gallon. “Organizações feministas batalharam mais de 60 anos pra data ser instituída. Não para ganharmos flores, é um dia de resistência, de fazermos nossas reivindicações pela igualdade entre gênero, raça, opção sexual”, complementa.

O que é lutar como uma garota?
Nesse um ano a Peita ganhou um reconhecimento acima do esperado. Diariamente pessoas entram em contato para desabafar, contar como se sentiram usando a Peita em uma reunião de trabalho, encontro de família ou andando pelas ruas. “A galera abre o coração mesmo. Recebemos relatos de estupro e outros tipos de violência física, verbal e moral. Quem usa a Peita confia na gente e sabe que pode contar conosco. Minha vontade é abraçar cada uma e dizer: ‘você não está sozinha’”, conta Gallon. Desse montante de amor, dor e desabafo, surgiu a ideia do documentário. 

Os relatos serão captados ao longo de 2018 e mensalmente um trecho será divulgado no formato de mini-doc. A afroempreendedora Aline Castro Farias é a primeira a peitar. Ela é a criadora da marca Fuá Acessórios, que usa materiais recicláveis com tecidos de estampas afro inspirados em personalidades negras, e idealizadora do “Dia de Rainha”, projeto que oferece, além de um dia com atividades e shows, bolsas e necessaires com produtos de beleza e higiene para mulheres em situação de rua. No teaser da sua entrevista, um relato emocionante do que é ser mulher, negra e criar sozinha uma filha adolescente. 

Os vídeos tem a direção de Karina Gallon e Leticiah Futata, que também assina a fotografia; a responsável pela entrevista é a psicóloga Lari Tomass; fotografia still por Duda Dalzoto e trilha sonora da Toro Creative Audio. 

Como o documentário tem um número limitado de relatos, a Peita também lança no dia 8 de março um Tumblr com os desabafos que recebe através de email ou inbox das redes sociais. 

Feministas nascem da argila
“Erguendo-nos enquanto subimos”. Esse foi o lema que a “Associação Nacional das Agremiações das Mulheres de Cor” escolheu para si em 1895 e que rege as parcerias da Peita. Depois da Mulamba e do Festival Sonora, agora é a vez da designer Marilzete Basso do Nascimento. Ela está ‘confeccionando’ roupas inspiradas nas sufragistas e operárias do início do século 20 usando argila. “Sigo o mesmo processo de uma costureira: faço os moldes dos vestidos e camisetas, recorto a massa uma por uma e ‘costuro’. Modelo o seio, barriga e quadril como se tivesse alguém dentro, pra dar a sensação de movimento’”, explica. 

O processo, pasme, leva mais de 50 horas, entre preparação da massa, modelagem, queima da argila, esmaltagem, mais queima e montagem dos quadros no tamanho 20cmx20cm. “A coleção de vestidos é exclusiva, limitada e numerada. Nenhuma peça é igual a outra: tem mais cheinhas, com menos peito, mais quadril. Teremos em estoque as ‘peitinhas Lute Como Uma Garota’”, alerta Karina. 

O perfil “As Mina na História”, famoso nas redes sociais por divulgar as conquistas e lutas de mulheres é parceira nessa empreitada. Serão sorteadas esculturas de cerâmica e camisetas em ambos os perfis no dia 8 de março. 

Festa não para 
No domingo, dia 11 de março, Peita e Mulamba se juntam em um sarau para arrecadar produtos de higiene e beleza para as mulheres em situação de risco . Entre as atrações está a banda “Horrorosas Desprezíveis”; sarau com Mulamba, Imperador Sem Teto, Nely e Resistência; intervenção e performance com a atriz Mariana Barros; discotecagem; tattoos e sorteio de peitas. O evento será no Curitiba Backpackers Hostel a partir das 15h. 

Serviço:
Sarau 1 ano de Peita e Mulamba
data: 11/03
horário: a partir das 15h
Local: Curitiba Backpackers Hostel – Rua Nilo Peçanha 243, São Francisco, Curitiba
Entrada: R$8 + um produto de higiene ou beleza. 
Site: https://peita.me/ 
Facebook: https://www.facebook.com/putapeita/ 
Instagram: https://www.instagram.com/putapeita/ 
Pinterest: https://br.pinterest.com/putapeita/
Tumblr: https://lutecomoumagarota.tumblr.com/ 
Hashtag: #putapeita

Sobre a Peita
A Peita nasceu dia 8 de março de 2017 com a frase “Lute como uma garota” invadindo as ruas de Curitiba nas manifestações do Dia Internacional da Mulher. A marca-protesto tem por objetivo dar ferramentas para mulheres lutarem contra a opressão do machismo, não apenas elevando sua autoestima, mas também promovendo uma transformação social. Assim, a Peita cumpre com a missão de trazer os dizeres do contexto das manifestações para os dias comuns, seja em camisetas, moletons, bolsas, bottons, ímãs ou adesivos. “Pedale como uma garota”, “Toque como uma garota”, “Nunca olhe pra baixo” e “Depois do não é tudo assédio” são alguns dos dizeres que também ganharam as ruas. Idealizado pela designer curitibana Karina Gallon, o projeto ainda abraça causas sociais com a co-criação de manifestos. Um exemplo é a parceria com o “Criativos pelo Haiti”, que mobiliza voluntários para desenvolver atividades de cunho humanitário no devastado país da América Central, e os dizeres “Você importa pra mim”, também na versão em crioulo haitiano: “Ou enpotan pou mwen”. Comemorando seu primeiro aniversário, a Peita lança uma série mensal de mini docs, a “Lute Como Uma Garota”, que traz relatos de mulheres contando como é, para elas, lutar como uma garota. Futuramente esse material será reunido em um documentário. Por isso, a Peita não é só uma “brusinha”.

Olá, tudo bom? 
Dia 8 de março a Peita completa um ano. A frase Lute Como Uma Garota nasceu na marcha das mulheres e vamos lançar novidades na semana que vem. Também estamos organizando uma festa com a banda Mulamba no dia 11.

ONU MULHERES SELECIONA ASSESSOR(A) EM MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

Vaga para trabalhar em Brasília-DF. Inscrições até 21/01.

“A ONU Mulheres Brasil torna público processo seletivo para a contratação de Assessor/a em Monitoramento e Avaliação, para um posto nível SB4, a ser baseado em Brasília-DF, Brasil.

A contratada ou contratado será responsável pelas atividades de monitoramento e avaliação, no âmbito do programa regional “Win-Win: Gender Equality Means Good Business”, uma parceria entre ONU Mulheres Brasil e União Europeia.

A vaga é destinada para profissionais com o seguinte perfil: Mestrado ou formação equivalente em Administração Pública Economia, Ciências Sociais, Direitos Humanos, Direito, Estudos sobre Igualdade de Gênero ou áreas afins, ou 4 anos de experiência relevante comprovada, além do tempo mínimo de experiência profissional. É solicitada experiência mínima de 4 anos em monitoramento e avaliação de projetos de desenvolvimento. A vaga requer fluência em inglês, espanhol e português. Experiência anterior nas Nações Unidas é considerada uma vantagem.

O trabalho consiste em desenvolver e implementar ferramentas de monitoramento e avaliação para os componentes do programa regional, utilizando a Política de Avaliação de ONU Mulheres, bem como seus sistemas e procedimentos de monitoramento. De forma a concretizar os valores de igualdade de gênero, nacionalidade e cultura, ONU Mulheres incentiva a candidatura de mulheres, grupos indígenas, afrodescendentes, pessoas vivendo com HIV e pessoas com necessidades especiais. Todas as candidaturas serão tratadas com confidencialidade.

As candidaturas serão recebidas por meio eletrônico até 21 de janeiro de 2018, com envio do formulário P11 (preenchido em Inglês), para o e-mail unwomenbra.hr@unwomen.org / contendo no assunto da mensagem “Candidatura: Assessoria em M&A”. Dúvidas poderão ser enviadas para unwomenbra.hr@unwomen.org / contendo no assunto da mensagem “Dúvidas: Assessoria em M&A”.

Para informações sobre a vaga, acesse:
Termo de Referência

Formulário P11

fonte: ONU Mulheres

FILMES DE MINAS PARA MANAS, MONAS E NONAS

Em Curitiba. Entrada gratuita!

“Você consegue pensar rápido em algum filme que foi dirigido por uma mulher?
Você já parou para pensar na importância em narrativas dirigidas por mulheres?
Você sabia que de 1970 a 2016 as mulheres roteirizaram apenas 8% dos filmes no Brasil? E que na direção, a representação feminina é de 2%?
Você conhece o Teste Bechdel?

Em nossa primeira conversa, dentro de uma série e bate-papos que teremos na programação da exposição “O Museu é Feminista’ e outras esperanças sobre o futuro”, vamos conversar sobre esse assunto e aumentar o nosso repertório de filmes dirigidos, escritos e roteirizados por mulheres.

Quem conduzirá “Filmes de minas para manas, monas e nonas” é Mariana Bernal. Filmmaker, atua como produtora executiva, coordenadora de produção audiovisual e cultural. Já realizou a produção de mais de cem filmes publicitários, além de gerenciar diversos projetos culturais. Há três anos é produtora executiva e coordenadora do Festival de Cinema da Bienal de Curitiba. Foi produtora executiva e coordenadora de produção da primeira temporada dos programas de televisão Homens Gourmet e Comida Caseira do canal FOXlife.

Serviço:
Título: Filmes de minas para manas, monas e nonas.
Data: 9 de dezembro, sábado,das 15:00 às 16:00
Local: Museu da Fotografia Cidade de Curitiba, Local: Museu da Fotografia | Sala da exposição “O Museu é Feminista’ e outras esperanças sobre o futuro”.
Conversa com: Mariana Bernal

Página do evento, aqui

“DEIXA ELA EM PAZ” CHEGA EM CURITIBA PARA OFICINA COM MULHERES

Coletivo feminista realiza, pela primeira vez na cidade, oficinas sobre a relação das mulheres com o espaço urbano

O Paraná registra 62 casos de violência física ou moral contra a mulher por dia, com uma média de cinco casos a cada duas horas. Neste cenário, Curitiba registra uma taxa de 98 ocorrências de violência contra a mulher a cada 100 mil habitantes. Remodelar as políticas de segurança, conscientizar a população e empoderar as mulheres em prol dos seus direitos têm sido as estratégias adotadas para transformar essa realidade. É na 3ª parte dessa estratégia que atuam coletivos como o Deixa Ela Em Paz, que aporta em Curitiba-PR para a realização do Circuito de Enfrentamento Urbano – CEU para Mulheres, laboratório criativo de intervenções urbanas dedicado ao empoderamento das mulheres em sua relação com o espaço público.

Entre os dias 17, 18 e 19 de novembro, o coletivo realiza uma oficina gratuita para repensar a realidade cotidiana das mulheres e suas experiências e usar a cidade como plataforma de comunicação. O encontro acontece em dois momentos, uma roda de conversa aberta ao público às 19h da sexta-feira, no Veg Veg Empório Vegetariano (Visconde de Nacar, 655, Centro, Curitiba); e dois dias de oficina no Edf. Anita – Rua Cândido Lopes, 304, Curitiba-PR. A oficina dura o dia todo e será realizada em parceria com o grupo Fabulosas. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas através do preenchimento do formulário disponível neste link

Traçar estratégias de enfrentamento de diversos contextos de violência faz parte do cotidiano da maioria das mulheres desde muito jovens e o resultado disso é uma experiência completamente específica em relação às cidades. A ocupação da rua é uma das principais formas de luta pela equidade de gênero e garantir às mulheres condições de mobilidade e vivência dos espaços públicos com segurança, respeito e autonomia seria uma forma de transformar essa realidade. “A cidade é também um espaço de atuação política e o planejamento urbano insensível à presença feminina é um obstáculo permanente à liberdade das mulheres”, afirma Milena Times, uma das integrantes do coletivo..

A ideia é realizar oficinas em cada região do país e Curitiba será a cidade representativa da região Sul. O projeto foi financiado coletivamente com a ajuda de mais de 520 pessoas e fez parte do canal Mulheres de Impacto, uma alternativa para incentivar projetos de liderança feminina, possibilitada por uma parceria entre o site de financiamento coletivo Benfeitoria, a ONG Think Olga e a ONU Mulheres. O projeto passou recentemente por Vitória-ES (Fotos de Divulgação do CEU em Vitória – crédito das fotos: Nunah Alle).

No primeiro momento, a proposta é dialogar com as moradoras da cidade e mapear necessidades e contextos. A partir disso será elaborada, conjuntamente, uma intervenção que aborde as questões mais sensíveis a elas. “Realizar ações de intervenção urbana proporciona, além do contato com outras mulheres e com as questões feministas, a dimensão simbólica da reapropriação do espaço urbano como algo que também é nosso por direito”, comenta Manuela Galindo, uma das integrantes do coletivo. O CEU vai mobilizar mulheres a refletirem sobre essa realidade e a construir intervenções artísticas que despertem a atenção para essas questões.

O Deixa Ela em Paz traz para o espaço público os discursos que muitas mulheres não conseguem expressar. Sua estratégia é estampar as ruas com mensagens que traduzem o direito delas de se relacionar com a cidade com liberdade e autonomia. É uma forma de transformar as causas das mulheres em fenômeno visual acessível a todos, incentivando que homens também acessem e questionem esse contexto de discriminação.

Deixa Ela Em Paz – Formado por mulheres pernambucanas, o coletivo feminista que atua em Recife e no Rio de Janeiro começou em 2015 com a colagem de lambe-lambes com a frase que lhe dá nome em várias cidades no Brasil. Hoje a ação também está no exterior e já usa técnicas diferentes, como stencil, stickers, carimbos, panfletos, ensaios fotográficos e vídeo. O grupo também aposta no ativismo digital e atua nas redes sociais com uma página com mais de 28 mil seguidores, além de construir espaços de diálogo também off line, com a realização de oficinas, palestras e encontros.

SERVIÇO:
Circuito de Enfrentamento Urbano – CEU para Mulheres
Público-alvo: exclusivo para mulheres
Data: 17 de novembro, às 19h no Veg Veg Empório Vegetariano (Visconde de Nacar, 655, Centro, Curitiba)

18 e 19 de novembro, das 9h às 17h, no no Edf. Anita – Rua Cândido Lopes, 304, Curitiba-PR

Inscrições gratuitas, aqui

Informações:
deixaelaempaz@gmail.com
facebook.com/deixaelaempaz
Joana Pires (81) 98190-5414
Manuela Galindo (21) 980329767