FUNDO MUNICIPAL DE CULTURA FINANCIA PROJETOS DE ILUSTRADORES E QUADRINISTAS

Ilustradores, quadrinistas e cartunistas têm até o dia 24 de outubro para se inscrever no Edital Quadrinhos 2020/2021, da Fundação Cultural de Curitiba. Os projetos selecionados receberão recursos do Fundo Municipal de Cultura para a criação e publicação física ou virtual do trabalho, além da realização do evento de lançamento, exposição e workshop.

Serão selecionados 15 projetos de artistas que morem em Curitiba. Para os projetos serão destinados R$ 270 mil (R$ 18 mil para cada um), além de R$ 30 mil para custeio de atividades de apoio ao desenvolvimento dos trabalhos.

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CURITOWN – A CULTURA DO SKATE EM CURITIBA

“A história do skate brasileiro também começou nas ladeiras curitibanas. O documentário longa metragem CURITOWN conta a história do skate de Curitiba. E é uma história fascinante! Segue uma linha cronológica de 1970 a 2000, que conta como tudo começou até culminar no reconhecimento de Curitiba como a Capital do skate.

O skate é mais do que esporte, lazer e meio de transporte, o skate é uma manifestação cultural. Uma cultura que envolve hábito, comportamento, moda, lazer, sociabilidade, identidade, um estilo de vida. A cidade apresenta um expressivo número de skatistas e muito se deve a existência de gerações que preservam a prática ao longo do tempo e dos lugares. Pista do Gaúcho, Ambiental e Drop Dead Skatepark geraram skatistas de qualidade para Curitiba e para fora dela, e durante as décadas de 1990 a 2000 a cidade foi considerada a capital do skate do Brasil. Esta cena envolvia marcas como Maha skate shop e Drop Dead com suas fábricas de tábuas e roupas, com suas lojas que promoviam as tendências de moda, campeonatos nacionais amadores, música, skatistas alcançando o pódio em campeonatos mundiais. Skate, fotografia, vídeo, marcas, fábricas, campeonatos, nomes de destaque, pioneiros do skate na capital. História.

Este universo cultural é mostrado neste documentário audiovisual de 57 minutos, trazendo para os skatistas e para um público amplo a cultura do skate curitibano, um dos mais tradicionais do Brasil. O recorte temporal vai da década de 1970 a de 2000, a partir dos depoimentos de skatistas pioneiros chegando até os campeões mundiais.

Ficha técnica:
Pesquisa 
| Victor Augustus Graciotto Silva e Juliana Cristina Reinhardt – documental e entrevista I 
André Kloss – mapeamento das pistas de skate |

Documentário Audiovisual
| Eli Firmeza – direção de fotografia e edição I Victor Augustus Graciotto Silva – direção, produção e roteiro I Felipe Oliver Arnoso, Castro Pizzano e Matheus Reinhardt Luz – assistência de direção e de produção |

Exposição
| Victor Augustus Graciotto Silva – coordenação e curadoria I Rebeca Gavião Pinheiro – Produção I Marcello Kawase – Programação e identidade visual I Regina Maria Schimmelpfeng de Souza – revisão de texto I Juliana Cristina Reinhardt – edição de conteúdo |

Livro
| Rafael Kloss – projeto gráfico e diagramação I Victor Augustus Graciotto Silva – edição I Juliana Cristina Reinhardt – edição de conteúdo e supervisão editorial I Regina Maria Schimmelpfeng de Souza – revisão de texto |

Oficina de vídeo criativa 
| Castro Pizzano, Felipe Oliver Arnoso, Matheus Reinhardt Luz – ministrante, produção e edição

Participantes e colaboradores: Kico Westphalen, Maria Elaigne Ferreira, Adriano Scharf, Marco Antônio Campos “Neggreety”, Carlos Caldart, Dego, Wallace, Dennis Kistmann, Aldy Maingué “Didi”, Luiz Hernani Scharf Junior “Dudo”, Estácio Seixas, Luis Eduardo Woff “Liba”, Fernando José Johnson, Juarez Matter, Marco Antônio Imaguire “Maguila”, Carlos Eduardo Dias “Alemão”, Heloise Imaguire, Cristian Aurélio Pereira “Sapão”, Alex Carolino, Cristian Barrera “Chileno”, Danilo do Rosário, Larissa Carollo, Diego Costa, Carlos de Andrade “Piolho”, Miguel Zafner Junior “Catarina”, Márcio Coraiola, Luiz César Ferreira, Franco Bertognoli Zaniolo, Alexandre Wolf “Sal”, Júlio Kondo “Japa”, Raphael Braciak “Urso”, Sérgio Marcelo Pacheco “Mortex”, Michel Simonetto, Rodrigo Leon Borgues “Tatu”, Pablo Vaz, Angelo Esteves “Manjo”, Ronaldo Miranda, Daniel Vieira, Alexandre Maia, Filipe Ortiz, Renato de Souza, Felipe Espíndola, Luiz Gaida, Guilherme Trakynas, Felipe Chales, Erick Bollmann, Glauber Harmann, Leandro Olivo, Beto Janz, Ricardo Elias, Edilene Ozorio “Dinha”, Erick Bollmann, Marcel Rodrigues, Ruy Rebka Prado.

Exposição: Curitown – a cultura do skate em Curitiba, entre 16 de junho a 20 de agosto de 2018 no Museu Municipal de Arte de Curitiba.

Projeto contemplado no Mecenato / 2015 e realizado com o apoio da Prefeitura Municipal de Curitiba, Fundação Cultural de Curitiba, Fundo Municipal de Cultura – Programa de Apoio e Incentivo à Cultura.

Incentivo: CELEPAR | CAIXA

fonte: Editora Máquina de Escrever

GIBITECA DE CURITIBA RECEBE EXPOSIÇÃO E LANÇAMENTO DE SHIMRA, UMA HQ SOBRE MENINAS GUERREIRAS

A Gibiteca de Curitiba recebe a partir da próxima sexta-feira (02/08), o lançamento da exposição Shimra. As obras expostas reúnem os processos de criação da História em Quadrinhos, incluindo as escolhas artísticas e materiais finalizados da publicação. Durante a exposição, acontecerá ainda no dia 16/08 o lançamento, distribuição gratuita e sessão de autógrafos no mesmo local. A graphic novel é uma parceria entre a escritora Gabriela Antônia Rosa e o artista Victor Harmatiuk. 

Durante o lançamento, no dia 16 de agosto, haverá distribuição gratuita dos exemplares e e sessão de autógrafos com os artistas. Na história em quadrinhos, crianças são treinadas para defender o seu país, onde guerreiras são escolhidas em uma cerimônia especial. “Shimra começou como uma exploração visual pura. Sempre gostei da estética de povos tribais e fiz uma sequência de imagens relacionados a um possível universo fictício com essa temática”, destaca Victor Harmatiuk.

No processo de pesquisa de escrita, Gabriela se inspirou em livros como O Conto da Aia, de Margaret Atwood, e em Filmes como “Madmax, a Estrada da Fúria”. “Também gostei muito de ler mais histórias em quadrinhos, gênero que eu não lia tanto, e, gostei muito desse processo de leitura e pesquisa. Tivemos uma criação colaborativa em Shimra. A troca com o Victor foi muito significativa, pois ele ia pensando em cima do que eu escrevia, em como poder retratar aquilo de uma outra forma”, explica a roteirista.

As artes foram desenvolvidas por Victor Harmatiuk, Henrique Lindner e Victor Rossi, com produção da Fish Films. Cada quadro pode ser considerado uma ilustração e tudo é pensado, incluindo enquadramento, luz e cores, com a intenção de evidenciar a experiência dos personagens. Com contrastes entre cenários sombrios e paisagens desérticas, há várias cenas monocromáticas que dialogam com cenas coloridas, de modo que os traços ficam mais complexos à medida em que a narrativa evolui.

Victor destaca que os leitores podem esperar um clima pesado, realista e personagens complexos que fogem dos estereótipos padrão. “Gosto muito da estética tribal e também do tema religioso que a história aborda, um dos focos que imaginava para Shimra era mostrar como as religiões podem se aproveitar das pessoas e a história mostra isso muito bem”, ressalta Victor. 

Sobre a exposição, o artista espera que o público possa ter uma noção de como o universo começou a ser criado e entender como se deu o processo de suas primeiras explorações visuais. “Espero poder transmitir para o público toda a ambientação e tom que imaginei pra esse universo e, possivelmente, fazer com que se conectem a essa história tanto quanto eu”, fala o artista. A exposição é composta por 20 obras de artes visuais digitais e continua em cartaz até 12 de outubro.

A concepção do universo de Shimra começou em 2014, a partir de cenários e personagens desenvolvidos por Victor Harmatiuk e uma ideia ainda muito inicial de qual seria a história desse mundo construído no deserto. Depois, Victor compartilhou suas idéias de história com Gabriela Antonia Rosa, a responsável pela criação e desenvolvimento da narrativa. A produção de Shimra foi financiada em 2018 pelo Município de Curitiba através de um edital da Fundação Cultural de Curitiba, com apoio do Fundo Municipal de Cultura.

Victor já trabalhou como ilustrador e Concept Artist para estúdios nacionais e internacionais em vários projetos para PC, mobile, board games, animações e anúncios publicitários. Em 2016, ele fez parte do artbook Visions of a Thousand Eyes ao lado de outros artistas renomados como James Paick, Efflan Mercier e Darek Zabrocki.

SERVIÇO:
Abertura da Exposição “Shimra”
De 02 de agosto a 12 de outubro.
Local: Gibiteca de Curitiba – Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533, centro de Curitiba.
Horário: 19h
Entrada Gratuita.
Página do evento, aqui

SINOPSE:
Treinadas desde crianças para defender seu país, as guerreiras de SHIMRA têm como honraria máxima o sacrifício voluntário, quando seu sangue é entregue ao Tudo e renova a crença do povo nas Forças: Ideia, Sorte, Perda, Ilusão, Sombra, Magia e Cor, que garantem o equilíbrio entre os distritos. Para receber essa honra, é a Sorte quem escolhe sete guerreiras, em uma cerimônia especial. Cada uma das Escolhidas recebe uma pequena pedra colorida, o maior e mais raro tesouro dos shimres. Dentro de um mundo de regras violentas não escrita, o que pode acontecer quando uma das guerreiras encontra uma pedra por acaso?

Serviço:
Lançamento e Sessão de Autógrafos da História em Quadrinhos “Shimra”
Data: 16 de agosto.
Local: Gibiteca de Curitiba – Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533, centro
Horário: 19h
Distribuição Gratuita.