EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA REVELA O TRABALHO DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE CONTRA A COVID-19 EM UTI`S DE CURITIBA

O primeiro hospital de Curitiba, a Santa Casa de Misericórdia, comemora 141 anos com uma exposição mostrando a rotina dos profissionais na linha de frente

Em homenagem ao aniversário de 141 anos, o hospital Santa Casa de Misericórdia de Curitiba lança exposição física e virtual “Vivendo a pandemia no ambiente hospitalar”. A exposição fotográfica é uma iniciativa do Museu da História da Medicina do Paraná. As fotos estão instaladas nas áreas comuns do prédio histórico da Santa Casa, como corredores e nos jardins. De forma virtual, elas poderão ser acessadas pelo site www.exposicaovivendoapandemia.com.br

Devido a pandemia mundial de Covid-19, desde março de 2020 o museu realiza apenas atividades internas. O local faz parte do Espaço Cultural da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba. Segundo o curador do Museu da História da Medicina do Paraná, Fábio André Chedid, a exposição virtual é uma forma de aproximar os visitantes e o museu. “Estes registros também eternizam, do ponto de vista histórico, a perpetuação da função misericordiosa e protetora do Hospital Santa Casa de Curitiba”, disse Fábio.

A proposta é que, no futuro, o museu possa receber os visitantes externos. Por questões de segurança, em razão do último Decreto n.º 890/2021 da Prefeitura de Curitiba, apenas os pacientes e visitantes de pessoas internadas poderão ter acesso ao museu e à exposição, instalada nas alas comuns do prédio histórico. Vale destacar que o hospital foi completamente adaptado ao período de quarentena. A Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba se tornou a maior instituição filantrópica do Paraná em atendimento a pacientes com COVID-19.

Em 2020, a Santa Casa reabriu o Instituto de Medicina do Paraná e o transformou em hospital de campanha, com 110 leitos dedicados ao atendimento de pacientes com COVID-19 do SUS. Ao todo, foram disponibilizados 70 leitos exclusivos de UTI’s. Mais de 1.500 vidas já foram salvas pela Santa Casa de vítimas de COVID-19. O trabalho destes profissionais na linha de frente foi registrado pelos fotógrafos Eduardo Kimmel e Guilherme Bressan.

A exposição revela dois ambientes distintos do hospital: as zonas quentes (como são chamadas as UTI’s) e as zonas frias (fora das UTI’s, com menor circulação do vírus). Segundo Guilherme, um dos fotógrafos da exposição, foram feitos registros fotográficos e também audiovisuais. A dupla conheceu o trabalho intenso da equipe médica. “A Santa Casa foi pioneira no registro histórico deste momento”, afirma Guilherme.

Cerca de 40 fotos e material audiovisual estão disponíveis no site. O lançamento da exposição também faz parte da 19° Semana de Museus, evento nacional promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus. A exposição é a 1ª fase de um projeto viabilizado por doações de imposto de renda, por meio da Lei de Incentivo a Cultura. As doações são fundamentais para a criação de novas exposições com alta tecnologia como realidade virtual, projeções mapeadas e interações com equipamentos hospitalares pelos visitantes.

Sobre o Hospital Santa Casa de Curitiba
O Hospital de Caridade da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia foi o primeiro hospital de Curitiba e o segundo do Paraná. Com 141 anos, o hospital é voltado para o tratamento humanizado a pacientes e familiares. É considerado uma referência em especialidades médicas de média e alta complexidade. A Santa Casa é uma instituição filantrópica que conta com importantes apoiadores para manter os atendimentos médicos na Capital.

Serviço:
Exposição ‘Vivendo a Pandemia no Ambiente Hospitalar’
Data: 22 de maio até 31 de dezembro de 2021.
Local: www.exposicaovivendoapandemia.com.br
A exposição segue apenas assistida pelos públicos internos, respeitando o atual decreto da SMS (n.º 890/2021). Caso ocorra uma mudança de bandeira, que permita maior circulação de pessoas, será possível abrir a exposição para a entrada do grande público, que precisará agendar a visita pelo número (41) 3320-3502 e e-mail museu@santacasadecuritiba.com.br


MON INAUGURA MAIS DUAS EXPOSIÇÕES VIRTUAIS NO GOOGLE ARTS & CULTURE

Uma delas é a mostra “Man Ray em Paris”, aberta cinco dias antes de o Museu fechar temporariamente suas portas e que agora poderá ser vista por todos

No Dia Mundial da Arte, comemorado em 15 de abril, o Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba, inaugura mais duas exposições virtuais na plataforma Google Arts & Culture. Agora são oito mostras disponíveis, no total. As novidades que o público poderá conferir sem sair de casa são: “Man Ray em Paris”, exposição que havia sido aberta dias antes de o MON fechar temporariamente suas portas, e “O Último Império”, do fotógrafo Serguei Maksimishin, com imagens que retratam a Rússia contemporânea e que esteve em cartaz no Museu até março de 2019.

“A arte nunca foi tão importante quanto neste momento em que o mundo passa por um período de quarentena. Para contribuir com todos que estão em casa, o MON tem criado diversos conteúdos inspiradores nas redes sociais, como oficinas do Setor Educativo e muitos outros, mas a plataforma Google Arts & Culture é, sem dúvidas, uma ferramenta importantíssima para nós e para o nosso público”, afirma a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika.

O MON ingressou na plataforma em fevereiro de 2018, ao lado dos grandes museus do Brasil e do mundo. As oito exposições oferecidas agora são: “Luz ≅ Matéria”; “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”; “Nos Pormenores um Universo – Centenário de Vilanova Artigas”; “Irmãos Campana”; “Não Está Claro até que a Noite Caia”, da artista Juliana Stein, e “Circonjecturas”, do artista Rafael Silveira, além de “O Último Império” e “Man Ray em Paris”.

“Esta foi a última exposição inaugurada no MON antes do fechamento temporário do Museu e retrata muito bem Paris entre 1921 e 1940, época de maior efervescência criativa de Man Ray, quando ele lá viveu. Tal período sucedeu uma grande guerra, além da gripe espanhola, o que nos faz pensar que a mostra deverá marcar também o pós-pandemia”, comenta.

Juliana lembra ainda que o Museu Oscar Niemeyer produziu digitalmente em tempo recorde a exposição “Man Ray em Paris”: “Nosso objetivo era que a mostra estivesse acessível ao público o mais rápido possível, por meio da plataforma digital”.

Graças à parceria do Museu com o Google Arts & Culture, o público poderá acessar de casa muitas fotos emblemáticas deste que foi um dos maiores artistas visuais do início do século XX e expoente do movimento surrealista. Além das fotografias, também estão disponíveis na visita virtual várias outras obras de Man Ray, como objetos, vídeos, fotografias e serigrafias de tamanhos variados.

Também já está disponível na plataforma a mostra “O Último Império”, com imagens que retratam a Rússia contemporânea e que ficou em cartaz no MON até março de 2019. As fotografias de Serguei Maksimishin funcionam como um testemunho que, ao revelar o cotidiano daquele país, possibilita a imersão do público numa história que evoca o período soviético, a grave crise nos anos 90 e chega a questões atuais.

Sobre o Google Arts & Culture
Lançado em 2011, o Google Arts & Culture tem parcerias com mais de 2.000 museus e instituições culturais em todo o mundo e mais de 60 no Brasil, para que as pessoas, de qualquer lugar, possam explorar algumas das coleções de arte mais emblemáticas da história.

A plataforma tem duas missões: a primeira é dar acesso à arte e cultura a todos, em qualquer lugar; a segunda é a de ser parceiro de inovação para o setor cultural. O Arts & Culture trabalha com organizações culturais e museus para ajudá-los a compartilhar e preservar seu conteúdo e criar experiências culturais interessantes usando tecnologia de ponta, como a realidade virtual.

Sobre o MON
O Museu Oscar Niemeyer (MON) pertence ao Estado do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção asiática da América Latina. No total, o acervo conta com aproximadamente 7 mil peças, abrigadas num espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Decreto
O MON está temporariamente fechado para o público, atendendo ao decreto estadual nº 4.230, que determina o fechamento dos espaços culturais do Governo do Paraná – museus, bibliotecas e teatros – e suspende os eventos artísticos e culturais a partir do dia 17 de março de 2020.

Serviço:
www.museuoscarniemeyer.org.br
Museu Oscar Niemeyer na plataforma Google Arts & Culture
Disponível em g.co/contemporaryart

RODA DE QUINTAL DO LAB SECRETO BLACK MONEY

Rimon Guimarães. Foto de Pretícia Jerônimo

Em sua terceira edição, evento homenageia a fotógrafa curitibana Fernanda Castro e se alia a iniciativas geridas por pessoas negras como o brechó das pretas e o SABÃO MESSIAS e ganha como presente a fachada do artista visual Rimon Guimarães.

O Lab Secreto abre suas portas no domingo, dia 15 de dezembro para a terceira edição de sua Roda de Quintal – BLACK MONEY. Em parceria com o Núcleo Periférico (Centro Cultural Periférico), busca a emancipação e autonomia da população através da criação de alianças e do próprio investimento. A homenageada desta edição é a fotógrafa Fernanda Castro, primeira mulher a trabalhar com carteira assinada como fotojornalista em Curitiba. 

Entre os trabalhos de Fernanda, destacam-se os registros realizados nas comunidades quilombolas do Paraná. Para esta edição, a fotógrafa apresenta em uma exposição um recorte de fotos produzidas durante toda sua trajetória. 

Além disso, o Lab convida o Brechó das Pretas, rede de mulheres negras que administra uma loja localizada na rua São Francisco, para expor suas peças de roupas; a empreendedora Luciana Tavares idealizadora da Tuttan, primeira agência de modelos majoritariamente negra, o artista curitibano Rimon Guimarães para grafitar a fachada do espaço; o empreendedor Rodrigo de Melo com sua marca de SABÃO MESSIAS, produzidos a partir do dendê, argila verde, carvão, arruda e coco e a DJ Dani Black para tocar seu set especial no evento. 

O Lab Secreto é um laboratório de fotografia analógica e um ateliê de processos históricos e alternativos idealizado pela fotógrafa e laboratorista Pretícia Jerônimo. Para o Laboratório, a fotografia é um meio de compartilhar aprendizados e alcançar outras formas de percepção do mundo ao nosso redor. 

Desde a sua criação em 2016, o Lab abre suas portas para a comunidade experimentar e desenvolver estudos com fotografia analógica e processos históricos e alternativos de impressão como a cianotipia, marrom Van Dyke, papel salgado, goma bicromatada. Filmes são revelados com diferentes métodos, como caffenol e outras fórmulas. 

Em datas especiais, a laboratorista Pretícia abre o quintal do Lab Secreto para transformá-lo em um espaço livre para conversas e trocas de diferentes áreas artísticas. Assim, a partir da fotografia analógica o Lab Secreto se constitui como um espaço de vivência possível de trocar conhecimentos e a partir de suas criações, produz agendas, bolsas e obras em papel que estão a venda no espaço, buscando compartilhar com o público formas de gerir esse espaço que é construído coletivamente. 

SERVIÇO 
RODA DE QUINTAL – BLACK MONEY 
15 de dezembro 
14h às 21h 
LAB SECRETO – Rua José Antoniassi, 247, no bairro Vista Alegre em Curitiba. (no final da Rua Teffé) 
Página do evento, aqui
redes sociais: 
instagram: @lab_secreto

Foto de Fernanda Castro

EM SEU TERCEIRO ROMANCE, CEZAR TRIDAPALLI ABRE AS FERIDAS DE UM MUNDO EM EBULIÇÃO

“Vertigem do Chão” toca em temas urgentes como imigração, fanatismo, questões de gênero, corpo e territorialidade. 

Estar para não estar. Em seu terceiro romance, Vertigem do chão – que será lançando no dia 30 de novembro, às 16h, na Livraria da Vila –, o escritor Cezar Tridapalli, vencedor do Prêmio Minas Gerais com O Beijo de Schiller (2014), narra com sensibilidade e inteligência as vidas de dois homens em busca de suas identidades. Com um texto engenhoso e uma narrativa de fôlego, Tridapalli faz uma verdadeira investigação dos males do nosso século, criando um espelho partido com as esperanças e os medos dos protagonistas, o brasileiro Leonel e o holandês Stefan. 

Em um jogo de duplos, Leonel, um bailarino desencantado com a sua arte, abandona Curitiba para viver uma utopia em Utrecht, a mesma cidade que Stefan, um sujeito atlético e na corda banda moral diante do pensamento conservador do pai, troca pela capital das araucárias após o namorado ser assassinado por um fanático religioso. Tratando de temas delicados e urgentes – como a desterritorialização, a imigração, as questões de gênero, a incomunicabilidade e o radicalismo –, Tridapalli faz de Vertigem do Chão um retrato certeiro de um momento singular e cínico da História, em que o negacionismo e o revisionismo tomam a frente no debate. 

Longe de ser um romance político no sentido estrito, os personagens – diante do abismo pessoal e da ideia de fuga como libertação – representam as contradições da natureza humana. Por isso, cabe ao escritor simular uma arena de embates. Para Tridapalli, um dos papéis da literatura é, justamente, apresentar os conflitos que dão molde às relações entre os diferentes, trazer à tona fobias e emoções sem busca didática por respostas certas. “A rigor, nós não somos iguais a ninguém e essas lutas identitárias, que são fundamentais, fazem com que você se una a outra pessoa”, explica, “mas ainda assim, jamais será idêntico a alguém”. 

Nessa abordagem, ousada e bastante original, Cezar Tridapalli faz do livro um diálogo interessante com grandes obras da literatura contemporânea. Vertigem do Chão pode ser comparado a Sábado ou Máquinas como eu, ambos romances do escritor inglês Ian McEwan, em termos de linguagem e condução narrativa, mas se assemelha também aos polêmicos Plataforma e Submissão, de Michel Houellebecq, o enfant terrible francês, pela escolha dos temas e dilaceração das conclusões. 

Verdade 
Se por um lado Vertigem do Chão é um olhar amplo, por outro Leonel e Stefan são cronistas das cidades que escolheram. Como flâneurs na era da superinformação, esquadrinham as ruas com seus computadores e celulares, buscam pontos de contato com aqueles espaços urbanos, e com as pessoas que os ocupam, por meio dos bytes e bits em uma Babel cibernética. Ao mesmo tempo, enquanto caminham pela praça Santos Andrade ou pela Domplein, estão tateando um terreno movediço, um lugar que, sabem muito bem, não lhes pertencem. 

E, portanto, não existe verdade em Vertigem do Chão. Ao menos, não como um vidro blindado, impossível de ser quebrado. Segundo Tridapalli, o livro discute a ideia de individualidade, de certeza absoluta e da dificuldade de entender o interesse coletivo. “Nós somos a medida de todas as coisas”, avalia o escritor e afirma: “é essa propensão de nos colocarmos como se sempre estivesse claro o que é verdade, do mesmo modo que está claro para o outro”. 

Fotógrafo 
Desde o seu primeiro livro, Pequena Biografia de Desejos (2011), Cezar Tridapalli é um fotógrafo sem câmera. Como o personagem de outro curitibano, Cristovão Tezza – este por adoção, é verdade –, ou ainda, como os protagonistas de Janela Indiscreta e Blow Up, Leonel e Stefan observam e registram o mundo ao seu redor – mesmo que metaforicamente. São É nessas imagens, e em suas ampliações, que Curitiba e Utrecht ganham cor e forma, detalhes e minúcias, revelando seus pecadilhos e suas virtudes. 

Parte dessa dimensão plástica é o resultado da fabulosa construção narrativa do escritor que, em uma mesma frase, espelha as duas cidades. É um trabalho de ourives: uma técnica de lapidação da linguagem e de domínio da escrita. Vertigem do Chão, sem sombra de dúvidas, consolida Cezar Tridapalli como uma das grandes vozes da literatura brasileira contemporânea, capaz de dar um novo impulso para a vertigem em câmera lenta. 

Sobre o autor 
Cezar Tridapalli nasceu em Curitiba, em 1974. É escritor, professor e tradutor. Graduado em Letras e mestre em Estudo Literários pela Universidade Federal do Paraná, publicou Pequena Biografia de Desejos (7letras, 2011) e O Beijo de Schiller (Arte & Letra, 2014), livro vencedor do Prêmio Minas Gerais de Literatura. Escreve, semanalmente, crônicas para o jornal Plural e faz estudos de formação em psicanálise. É produtor executivo do festival literário Litercultura. 

Serviço 
Vertigem do Chão – Cezar Tridapalli
Editora Moinhos – 300 páginas – R$ 50 
Lançamento do livro Vertigem do Chão
Quando: 30 de novembro, às 16h
Onde: Livraria da Vila – Pátio Batel
Endereço: Av. do Batel, 1868 – Loja 314 – Batel, Curitiba – PR

AJUDE A LEVAR O ESPETÁCULO COMA (DA CIA DE TEATRO INDEPENDENTE DE CURITIBA) PARA DUQUE DE CAXIAS/RJ!!!

A Cia Teatral Pathos foi selecionada para o Festival Nacional de Teatro de Duque de Caxias!!!  O espetáculo “Coma” foi um dos 4 projetos vindos de fora do estado do Rio de Janeiro para compor a mostra adulta no Festival. A equipe está muito orgulhosa pela seleção, mas para participar do festival, a companhia precisa de ajuda. Para bancar a viagem. E pra isso você pode colaborar a partir de R$10,00. 

A apresentação será no dia 9 de outubro, às 19h, no Teatro Raul Cortez na cidade de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. Para a cia é uma honra imensa ter essa oportunidade. Mas, por ser uma CIA independente de Curitiba, eles estão sem condições de arcar com a viagem – sem qualquer patrocínio ou ajuda de custos. O festival também não pôde disponibilizar recursos para as companhias, porque é mais um lugar de resistência no meio artístico.

Então qualquer valor que você puder contribuir, será super bem vindo!!! O site é fácil de usar, é seguro e sigiloso, você nem precisa se expor, inclusive. Mas você pode doar e concorrer: as doações serão recompensadas com sorteio de ensaios fotográficos das fotógrafas Celine Liris, Lis Guedes e Larissa Pereira. O sorteio do ensaio fotográfico com a Larissa Pereira será feito no dia da apresentação, dia 09/10, e o ensaio será feito até o dia 12/10, porque ela vem de São Paulo para fazer o trabalho.

A intenção da cia é sair de Curitiba/PR na madrugada do dia 08/10 com 2 carros para chegar em Duque de Caxias a noite, lá eles descansam e se  apresentam no dia seguinte e voltam no dia 10 ou 11/10. A ficha técnica da cia tem 8 pessoas, além de equipamentos grandes e pesados de cenário, por isso não compensa ir de avião ou ônibus. Basicamente eles vão gastar apenas com o combustível e pedágio. E, isso, nos dois carros totaliza uma média de R$2200,00 de ida e volta nesse trecho de +/- 850km. No Catarse eles pedem R$2500,00 por causa da taxa de 13% do Catarse (R$325 retirados desse valor total). Confira todas as informações detalhadas do projeto no site Catarse, aqui.

Você também pode entrar em contato com a Cia Teatral Pathos e pedir a conta bancária pra depósito direto, já que o Catarse demora 10 dias para entregar a grana. No site você também pode parcelar, então ficam disponíveis as opções!

A estadia da trupe não está inclusa no orçamento: eles estão vendo esta questão estadia em Duque de Caxias-RJ com alguns amigos, mas se você tem  ou sabe quem tem uma casa disponível pelas redondezas pra oferecer pra cia por 3 noites, entre em contato!! Obrigado por toda a ajuda!!! Viva o teatro!!!

COMA

Se você ainda não assistiu o espetáculo COMA, que estreou em Novembro de 2018 no LabCom/PUCPR, trate de assistir as próximas apresentações na sua cidade, porque é uma peça muito especial feita de coração. Com presença confirmada no Festival de Teatro de Pontal do Paraná/PR!!

SINOPSE:
COMA é o 4° espetáculo autoral da CIA Teatral Pathos. A peça trata sobre questões de opressão no cotidiano que permeiam e atingem a todos de maneira brutal. Situações ligadas ao trabalho em análogo a escravidão e ao abuso de poder são alguns dos temas abordados pela CIA em sua montagem.

FICHA TÉCNICA:
Texto, direção e concepção: Elton Meduna
Elenco: Alini Maria, Arthur Augustus, Celine Liris, Elton Meduna e Victor Dezute.
Operação de luz e som: Aly Chaves
Fotografia: Lis Guedes e Larissa Pereira
Realização: CIA Teatral Pathos