DOS BASTIDORES AO PALCO: EXPOSIÇÃO REVISITA A HISTÓRIA DA MAQUIAGEM TEATRAL NO BRASIL

Projeto idealizado por Livien Ullmann destaca a trajetória da maquiagem cênica no Brasil, desde o século XVI até os dias atuais, dentro da programação do Festival de Teatro de Curitiba 2026

A exposição “Maquiagem Teatral: Uma História Nacional” integra a programação da 34ª edição do Festival de Teatro de Curitiba, em 2026, e abre ao público no dia 3 de abril, propondo um mergulho na trajetória da maquiagem cênica no Brasil, desde o primeiro espetáculo registrado no país, em 1564, até os dias atuais. Idealizado pela artista Livien Ullmann, o projeto lança luz sobre uma prática fundamental para as artes cênicas, cuja presença nem sempre esteve em evidência ao longo do tempo.

A mostra se organiza como um percurso que atravessa diferentes tempos, reunindo imagens, narrativas e vestígios em uma experiência acessível e dinâmica. Ao longo do trajeto, registros históricos, objetos e espaços de interação constroem um diálogo entre passado e presente, ao mesmo tempo em que recuperam a memória de uma profissão que por muito tempo permaneceu invisível. “Durante décadas, a maquiagem no teatro foi feita pelos próprios artistas, sem reconhecimento e sem registro. Essa exposição busca preservar essa história e valorizar esses profissionais na construção da cena brasileira”, afirma Livien.

À frente da coordenação geral e direção de produção Michele Menezes destaca o desafio de transformar a pesquisa em experiência: “Dar forma a essa história foi um exercício de escuta e composição. A gente organiza vestígios, cruza tempos e constrói um percurso, que só existe porque é coletivo”.

Além da exposição, o projeto promove quatro ações formativas ao longo do período expositivo. A programação inclui duas conversas abertas ao público e duas masterclasses de maquiagem e caracterização teatral, reunindo artistas convidados e maquiadores reconhecidos nacionalmente. As atividades têm como foco a formação de maquiadores cênicos profissionais e amadores, além de aproximar o público dos processos criativos do teatro.

A exposição foi pensada para ser acessível em todo o percurso. O espaço tem circulação adaptada, audiodescrição nas obras por QR Code e audioguia. Os vídeos contam com tradução em Libras e, ao longo da temporada, acontecem visitas guiadas em Libras nos dias 05 e 12 de abril, às 17h. A mostra também considera diferentes formas de percepção, com recursos voltados a pessoas neurodivergentes e uma equipe preparada para acolher o público.

Diálogos, práticas e memórias da maquiagem na cena brasileira

O projeto conta também com uma programação formativa gratuita, com encontros e masterclasses realizados sempre na Alfaitaria – Espaço das Artes. No dia 3 de abril (sexta-feira), das 17h às 19h, acontece o primeiro encontro: A Importância da Maquiagem e do Maquiador, mediado por Livien Ullmann, com participação do diretor George Sada e da maquiadora Mona Magalhães.

No dia 4 de abril (sábado), das 17h às 19h, a programação segue com a primeira masterclass, ministrada por Livien Ullmann, que apresenta ao vivo o processo completo de criação de uma maquiagem teatral. Já no dia 11 de abril (sábado), no mesmo horário, acontece a segunda masterclass, com o maquiador Marcelino de Miranda.

Encerrando a programação formativa, o acontece o segundo encontro: A História da Maquiagem e do Maquiador, será realizado no dia 18 de abril (sábado), das 17h às 19h, com mediação de Valesca Xavier Moura Jorge e participação do maquiador Anderson Bueno e da atriz Léa Albuquerque.

O projeto é realizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), realização da Lillart, produção da Pró Cult, incentivo da Buffalo Motores e Cia Beal Alimentos.

Sobre Livien Ullman
Livien Ullmann é empresária, maquiadora e produtora cultural, formada em Design e Teatro, com uma trajetória sólida e reconhecida nas artes cênicas. À frente da Lillart Maquiagem há mais de 10 anos, desenvolve projetos que atravessam teatro, circo, dança e eventos corporativos, unindo criação artística, pesquisa e produção. É idealizadora da Convenção Lillart, a principal convenção de maquiagem artística do Brasil, e da exposição “Maquiagem Teatral: Uma História Nacional”, que evidencia e valoriza o papel do maquiador na cena cultural brasileira. Sua carreira é marcada por premiações, participações em televisão e atuação como jurada em competições da área. Também forma novos profissionais por meio de cursos presenciais e online em todo o país. Seu trabalho se destaca pela consistência, inovação e pela forma como posiciona a maquiagem como linguagem artística de relevância.

SERVIÇO:
Exposição: Maquiagem Teatral: Uma História Nacional
Abertura: 02 de abril, às 18 horas.
Datas e horários: de 03 a 18 de abril, das 10h às 19h.
Local: Alfaiataria – Espaço das Artes (Rua Riachuelo, 274)
Entrada: gratuita
Inscrições: Encontros e Masterclas em www.lillart.com.br

Ficha Técnica:
Idealização, Direção Artística, Pesquisa e Curadoria: Livien Ullmann | Concepção, Coordenação Geral e Direção de Produção: Michele Menezes | Curadoria e Artista Convidado: Anderson Bueno | Projeto Expográfico: Denise Bramatti | Identidade Visual e Design Gráfico: Luciano Maccio e Myrella Araújo | Artistas Convidados: Áldice Lopes, Alisson Rodrigues, Ana Maclaren, Anderson Bueno, Cacá Zech, Clarisse Abujamra, Claudinei Hidalgo, Cleber de Oliveira, Cristóvão de Oliveira, Fernando Ocazione, George Sada, Henrique Mello, João Marcos, Jorge Abreu, Julio Cesar Silveira, Léa Albuquerque, Lilian Blanc, Livien Ullmann, Louise Helène, Marcelino de Miranda, Marcio Desideri, Mona Magalhães, Mozart Machado, Regina Vogue, Rosamaria Murtinho, Tiça Camargo, Valesca Moura Jorge, Vitor Martinez, Westerley Dornellas | Produção e Assistência de Pesquisa: Valesca Xavier Moura Jorge | Produção Executiva: Iara Elliz | Administração Financeira: Nelcy Mendonça | Assessoria Jurídica: Thiago Portugal | Captação de Recursos: Manassés Sato | Produção Técnica e Montagem: Fabiano Hoffmann, Faho Produções Cenográficas | Iluminação e Impressão: Nicolas Caus, João Elias | Monitoria: Ales de Lara, Naiara Oliveira | Assistência de Produção: Ana Costa, Katarina Duarte, Naiara Oliveira | Produção Local (SP): Bruno Sena | Modelo Masterclass: Milena Xavier | Acessibilidade: Vozes Diversas | Audiodescrição: Cintia Alves, Ana Claudia Domingues | Tradução em Libras: Janaina Silveira | Edição de Som: Bianca Milanda | Registros em Foto e Vídeo: TB Filmes, Vitor Dias | Redes sociais: Ana Glória Braga |

Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo BB Comunica – @bb_comunica

OPORTUNIDADE DE ESTÁGIO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO NO MINISTÉRIO PÚBLICO DE CONTAS DO PARANÁ (MPC-PR)

O Ministério Público de Contas do Estado do Paraná (MPC‑PR) solicita, gentilmente, o apoio dessa instituição na divulgação de 1 (uma) vaga de estágio de pós‑graduação na área de Comunicação, destinada a estudantes regularmente matriculados em cursos reconhecidos pelo MEC.

Período de inscrições: de 23 de março a 3 de abril.

A oportunidade é voltada a alunos(as) de Jornalismo, Comunicação Social, Comunicação Pública, Assessoria de Comunicação/Imprensa e áreas correlatas, com interesse em atuar no Núcleo de Comunicação do MPC‑PR, ocalizado na Praça Nossa Senhora da Salette s/n, no 2° andar do Prédio Anexo ao Tribunal de Contas do Estado do Paraná, no Centro Cívico, em Curitiba.

Principais informações da vaga:
– Modalidade: Estágio de pós‑graduação.
– Atuação: Produção de conteúdo institucional, cobertura de eventos e apoio às ações de comunicação interna e externa.
– Carga horária: 6 horas diárias (30 horas semanais).
– Bolsa‑auxílio: R$ 3.000,00 + auxílio‑transporte.
– Regime: Presencial (manhã ou tarde).

O estágio proporciona aprendizado prático em assessoria de comunicação no setor público, com foco na promoção da cidadania, da transparência e do interesse público, além de acompanhamento técnico e contato com temas relacionados ao Direito Público e ao Controle Externo.

Como se candidatar:
Os(as) interessados(as) devem encaminhar currículo para o e‑mail
comunicacao@mpc.pr.gov.br, com o assunto:  “Banco de Talentos MPC‑PR:
Núcleo de Comunicação”.
Período de inscrições: de 23 de março a 3 de abril.
Etapas de seleção: análise de currículo, entrevista e prova escrita.

16º FEIRÃO DE LIVROS DA EDITORA UFPR COMEÇA NA PRÓXIMA TERÇA-FEIRA COM LIVROS A PARTIR DE R$10,00

Evento gratuito acontece de 7 a 9 de abril no Hall do Prédio da Administração, com descontos a partir de 50% em livros de editoras universitárias

O maior evento literário do primeiro semestre da Editora da Universidade Federal do Paraná (UFPR) começa na próxima terça-feira (7). A 16ª edição do Feirão de Livros será realizada até o dia 9 de abril, no Hall do Prédio da Administração do Centro Politécnico, em Curitiba. A entrada é gratuita e aberta a toda a comunidade, com funcionamento das 9h às 19h.

Nesta edição, o Feirão reunirá 19 expositores, entre editoras universitárias, editoras comerciais e livrarias, oferecendo uma ampla seleção de títulos acadêmicos, científicos e literários.

Além das editoras, o evento contará com um estande próprio da Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas (Amigos do HC), que comercializará moletons, camisetas e outros itens da grife UFPR. A renda obtida será destinada à construção do HCzinho, ala infantil do Hospital de Clínicas da UFPR.

Descontos

As editoras universitárias participantes oferecerão descontos a partir de 50% em seus catálogos, enquanto os demais expositores terão descontos a partir de 40% em uma ampla variedade de obras, com livros a partir de R$ 10,00.

Organizado anualmente pela Editora UFPR, vinculada à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC), o Feirão tem como objetivo aproximar leitores de editoras e livreiros, oferecendo livros de qualidade a preços acessíveis e fortalecendo o hábito da leitura.

Mais informações sobre expositores, horários e títulos disponíveis podem ser conferidas no site oficial do evento: eventos-editora.ufpr.br.

Sobre a Editora UFPR
Criada em 1987, a Editora UFPR é vinculada à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Paraná. Sua missão é divulgar o conhecimento acadêmico, científico e cultural produzido pela universidade e pela comunidade acadêmica em geral, aproximando esses conteúdos da sociedade por meio de livros e publicações.

Serviço:
16º Feirão de Livros da Editora UFPR
Quando: 7 a 9 de abril de 2026, das 9h às 19h
Onde: Hall do Prédio da Administração – Centro Politécnico da UFPR
Endereço: Av. Cel. Francisco H. dos Santos, 100 – Jardim das Américas, Curitiba
Entrada: Gratuita
Site: eventos-editora.ufpr.br

´OS GRALHAS` CHEGAM À CURITIBA PARA CUTUCAR FERIDAS E CONFRONTAR IDEIAS

Licurgo Spinola e Emerson Rechenberg, polaridades distintas da mesma geração, chegam com o pé na porta, na estreia da primeira temporada do Os Gralhas Podcast, em Curitiba.

Podcast com mais de 260 mil visualizações, Licurgo Spinola e Emerson Rechenberg estreiam primeira temporada na capital e apostam na fricção como linguagem crítica

Do imediatismo à superficialidade, o pensamento crítico é um antagonista no universo online. Se a provocação para cargas filosóficas traduz um incômodo necessário como resistência aos conteúdos rasos, para Emerson Rechenberg e Licurgo Spinola a saída não é para a esquerda ou para a direita. É pela culatra. Afinal, para os idealizadores e apresentadores do Os Gralhas Podcast, cutucar feridas sem filtro é a arte do possível.

Avessos a roteiros e combatentes da espontaneidade, Emerson e Licurgo não fazem a linha da boa vizinhança. Gravar o Os Gralhas Podcast em Curitiba é um pano de fundo quase caótico na sociedade do leite quente.

Entretanto, nessa convergência conflituosa de afetos, onde pisar na grama alheia é uma afronta social, a capital do Paraná é o ponto de encontro defenestrado onde os apresentadores confrontam o cotidiano político, social, econômico e cultural, transformando suas polaridades em sabatinas semanais pelo YouTube.

“Somos cidadãos e artistas, não necessariamente, nesta ordem. Esse olhar é o ponto de partida do podcast. Tem empatia, mas tem fúria. Tem compreensão, mas tem revolta. Tem um, que é gratiluz, e outro mais punk. Esse é o molho”, traduz o ator, diretor, cenógrafo, produtor cultural e apresentador Emerson Rechenberg.

Idealizado em 2025, o Os Gralhas Podcast teve finalmente sua estreia em abril deste ano, após meses de produção e identificações difusas em suas opiniões, como deixa claro Emerson Rechenberg.

Esse é o mote do programa. Não é para agradar convidados ou passar pano. A linha editorial é explícita. Gralhar é uma forma de sobrevivência, uma experiência condutora. Por isso, Os Gralhas não sobrevoam os assuntos; mergulham neles, justamente por entenderem como funciona a engrenagem por trás da tal ordem e progresso.

“Os Gralhas existem porque não queremos ficar calados frente a tantos desmandos. Acho que temos conteúdos diversos para falarmos de tudo e todos. Uma característica que nos torna reais neste contexto seria sermos ‘os inconformados’, aqueles que não querem viver na caixinha. Por isso tem o lado afetivo e o ofensivo. O good guy e o bad guy”, define o ator, diretor, produtor, empreendedor e apresentador Licurgo Spinola.

Com a inquietação de quem já decorou falas demais e agora prefere fazer perguntas, Licurgo é um rosto que já frequentou casas e salas de cinema do país inteiro. No folhetim, já foi galã, mocinho e bandido. Desta vez, a polaridade é outra.

“Ser artista de novela é andar no fio da navalha porque você entrega sua melhor performance para que as emissoras possam manipular o público. Quanto melhor você faz uma personagem, mais contribui para a comercialização de sua arte. Somos vítimas e cúmplices dessa manipulação”, confronta.

Do outro lado, sem levantar suspeitas de qualquer protagonismo que tente lhe cair no colo, Emerson é um produtor de bastidores. No universo de semideuses, ele assume o microfone sem cair na armadilha da vaidade. “Tem tanta gente imbecil fazendo podcast. Eu sou mais um ocupando esse lugar”, constata.

O Os Gralhas Podcast é um tropeço de raciocínios onde o pensamento não chega pronto. Ele acontece. Não oferecem respostas, mas companhia para quem ainda acha que pensar, mesmo sem conclusão, é um bom começo. Entre Emerson Rechenberg e Licurgo Spinola não há exatamente concordância. Há fricção e dicotomia.

A parceria entre a dupla vai além dos estúdios. Há algumas décadas, a cumplicidade advém do convívio diário entre coxias e palcos. Entre similaridades e diferenças, o novo desafio em formato de podcast é marcado pelo reencontro em uma nova era. Sem IAs ditando conectividades de busca, mas indagando novas perspectivas. É justamente daí que sai alguma coisa que presta.

Com mais de 260 mil visualizações entre cortes e devaneios no Instagram e TikTok, o canal do Os Gralhas Podcast no YouTube reúne mais de 60 mil reproduções e mais de mil inscritos em apenas dois meses de exibição.

O Os Gralhas Podcast está disponível nas principais plataformas, com entrevistas inéditas às terças, quintas e sábados. E, como tudo que nasce em Curitiba, ele não pede atenção. Mas inscreva-se no canal para receber as notificações de novos episódios.

Fonte: Cabana Assessoria

DESENVOLVEDOR FULL STACK (PHP / NODE.JS / REACT) / CURITIBA, SANTA FELICIDADE

DESENVOLVEDOR FULL STACK (PHP / Node.js / React). Vaga para trabalhar em Curitiba, no bairro Santa Felicidade.

Responsabilidades:
– Desenvolver, manter e evoluir aplicações web utilizando PHP (Laravel) e Node.js no backend.
– Construir interfaces modernas, responsivas e performáticas utilizando React.js.
– Aplicar conceitos avançados de programação orientada a objetos e arquitetura de software no desenvolvimento das soluções.
– Projetar e implementar soluções utilizando design patterns como MVC, Factory,
– Adapter, Command, Observer e Strategy, garantindo código reutilizável e de fácil manutenção.
– Aplicar os princípios SOLID para garantir qualidade, escalabilidade e manutenção do código.
– Desenvolver e manter APIs RESTful para integração entre serviços e aplicações.
– Trabalhar com Javascript/Typescript tanto no backend quanto no frontend.
– Criar e otimizar consultas SQL complexas, garantindo eficiência na extração de dados e alto desempenho das aplicações.
– Realizar otimização de banco de dados, incluindo uso adequado de índices, análise de performance e tuning de queries.
– Participar da definição e evolução da arquitetura de sistemas, contribuindo para soluções escaláveis e resilientes.
– Utilizar Git para controle de versão, colaborando com o time através de pull requests, code reviews e boas práticas de versionamento.
– Trabalhar em conjunto com equipes de produto, design e engenharia para garantir entregas de alta qualidade.

Requisitos Técnicos:
– Forte experiência com PHP e framework Laravel.
– Experiência com Node.js para desenvolvimento de serviços e APIs.
– Experiência sólida com React.js para desenvolvimento de interfaces web.
– Domínio de Javascript moderno (ES6+).
– Conhecimento avançado de SQL, incluindo consultas complexas e otimização de performance.
– Domínio de design patterns e princípios SOLID.
– Experiência com Git e fluxos de trabalho colaborativos.

Diferenciais:
– Experiência com Docker e containers.
– Experiência com arquitetura de microsserviços.
– Experiência com CI/CD.
– Experiência com testes automatizados (unitários e integração).
– Experiência com cloud computing.

Contratação PJ
Local de trabalho: Santa Felicidade

Currículos devem ser encaminhados para adriana.paredes@obdi.com.br  colocando no assunto o nome da vaga ou whats (21)98693-0040

RODA DE FOGO ACENDE CONVERSAS SOBRE MEMÓRIA NA ALFAIATARIA

A primeira Roda de Fogo, ciclo de conversas da Alfaiataria – Espaço de Artes sobre memória e criação, acontece em 25 de março, em Curitiba.

Ciclo criado pelo Programa Contínuo Alfaiataria reúne diferentes públicos ao redor de uma pergunta antiga: como lembramos, esquecemos e transmitimos histórias? O primeiro encontro acontece em 25 de março, às 19h, em Curitiba.

Desde muito antes da escrita, histórias são contadas ao redor do fogo. É nesse gesto ancestral de reunir pessoas para narrar, escutar e compartilhar experiências que se inspira Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer, ciclo de encontros que acontece ao longo de 2026 na Alfaiataria – Espaço de Artes, em Curitiba. As conversas acontecem no quintal da Alfaiataria, espaço aberto da casa que convida o público a se reunir ao redor da palavra e da escuta.

Com curadoria do artista e pesquisador Francisco Mallmann, o projeto propõe quatro conversas ao longo do ano (março, maio, julho e setembro) reunindo artistas e profissionais de diferentes áreas do conhecimento para pensar a memória como prática viva: algo que atravessa o corpo, o tempo e a criação. A participação é livre e gratuita.

O primeiro encontro acontece no dia 25 de março, às 19h, com a participação da escritora e artista visual Julie Fank. Em sua trajetória, a autora investiga as relações entre memória, narrativa e criação, aproximando literatura, processo criativo e experimentação artística. Diretora da Esc. Escola de Escrita, em Curitiba, Julie parte de sua própria prática para compartilhar reflexões sobre como lembranças se transformam em histórias.

Nas artes da cena, essa relação entre lembrar e esquecer faz parte do próprio trabalho. Memorizar um texto, repetir uma ação, sustentar uma presença diante do público: cada gesto mobiliza memórias e, ao mesmo tempo, as transforma. As artes da cena existem nessa tensão entre repetição e mudança, entre aquilo que permanece e aquilo que inevitavelmente se perde. “A memória nunca é algo fixo. Cada vez que lembramos, reorganizamos a experiência. No teatro isso aparece de forma muito concreta: repetir uma ação não significa reproduzi-la, mas recriá-la a cada vez”, afirma o curador Francisco Mallmann.

“Inspirado na imagem ancestral do fogo como lugar de encontro e transmissão de histórias, o ciclo cria um espaço de escuta em que a memória deixa de ser apenas tema e se torna experiência compartilhada”, explica Janaina Matter, diretora artística da Alfaiataria. A ação integra o Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos (AMP), contemplado pelo edital de Ações Continuadas da Funarte. Realizado em parceria com a produtora cultural Michele Menezes, da Pró Cult, o projeto articula ao longo de 2026 uma programação voltada à formação, criação e intercâmbio nas artes cênicas.

Além da Roda de Fogo, o AMP reúne outras iniciativas voltadas à formação e à experimentação artística, como a Oficina de Iluminação Cênica para Mulheres, ministrada por Lucri Reggiani; o Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis, conduzido por Guilherme Jaccon; a 2ª Edição do Programa de Formação Cênica Alfaiataria, residência destinada a artistas em início de trajetória; e a Mostra Les Latinas, dedicada a solos teatrais de artistas lésbicas da América Latina.

Ao articular formação, pesquisa e intercâmbio artístico, o programa reafirma a Alfaiataria como um espaço de encontro entre criação, pensamento e experimentação cênica.

SERVIÇO:
Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer
Dia: 25 de março, às 19h
Duração: 1h a 1h30
Local: Quintal da Alfaiataria – Espaço de Artes
Endereço: Rua Riachuelo, 247 – Centro
Entrada: Livre e gratuita, com acesso sujeito à capacidade do espaço
Informações: @alfaiataria_

Sobre Julie Fank:
artista visual, escritora e professora, diretora e criadora da Esc. Escola de Escrita, em Curitiba (PR), espaço de formação de escritores fundado em 2014. Doutora em Escrita Criativa pela PUCRS, é graduada em Letras e mestre em Literatura Comparada. Sua produção investiga as intersecções entre memória, narrativa e performance, tratando a página como espaço de intervenção coletiva e o espaço expositivo como território de construção ficcional. Trabalhos recentes foram apresentados na The Wrong Biennale (2020), na Torre Panorâmica de Curitiba e na exposição Corpos Utópicos (2026), no Museu da Fotografia. É autora de Embaraço (Contravento Editorial, 2017), O grande livro de criatividade (Imagine, 2019) e Dobradiça (Telaranha, 2023), além de coordenar o selo Esc. em parceria com a editora Arte & Letra.

Sobre Francisco Mallmann:
Francisco Mallmann é artista, professor e pesquisador interdisciplinar. Atua na intersecção entre escrita, performance, artes visuais e teoria. Atualmente, é docente do Curso de Artes Visuais da PUCP-PR e participa de projetos artísticos e editoriais no campo das artes contemporâneas. É graduado em Jornalismo (PUC-PR) e Artes Cênicas (FAP), mestre em Filosofia (PUC-PR) e doutor em Artes da Cena (UFRJ), com orientação de Eleonora Fabião, tendo realizado estágio de pesquisa no México (UAM), orientado por Ileana Diéguez Caballero. Com publicações regulares no Brasil e no exterior, integra diversas antologias e é autor, entre outros títulos, de “haverá festa com o que restar” (2018), “língua pele áspera” (2019), “AMÉRICA” (2020), “tudo o que leva consigo um nome” (2021) e “outra vez de novo” (2025). Em 2019, venceu o Prêmio da Biblioteca Nacional na categoria Poesia e foi finalista dos prêmios Rio de Literatura e Mix Literário. Desenvolve práticas coletivas de experimentação e colabora, em diferentes contextos, com distintas artistas, grupos, coletivos e redes – entre elas, a Selvática Ações Artísticas. Em sua trajetória, desenvolveu pesquisas interdisciplinares que articulam estética, performance, escrita e arte contemporânea, com ênfase em reflexões sobre gênero e raça. Algumas de suas obras integram o acervo do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR).

Assessoria de Imprensa:
BB Comunica – @bb_comunica

DRAMATURGIA DE RESISTÊNCIA: ARTISTAS DE MINAS GERAIS LEVAM QUATRO ESPETÁCULOS AUTORAIS AO CORAÇÃO DO FRINGE 2026

Doce Árido. Crédito Foto: Marcella Calixto.

Mostra Insubmissa ocupa o Memorial de Curitiba com disruptura narrativa, lançamento literário e formato “Pague Quanto Vale” como manifesto político.

O que é preciso desobedecer para transformar estruturas opressoras e obsoletas? É a partir dessa provocação que se organiza a Mostra Insubmissa, que reúne no Fringe da 34ª edição do Festival de Curitiba um conjunto de obras criadas por artistas de Juiz de Fora (MG), marcadas pela força da dramaturgia autoral. Entre cozinhas que guardam segredos de família, personagens que escapam das páginas de Machado de Assis, mitos religiosos revisitados com ironia e jogos imaginativos da infância, os trabalhos transitam por universos muito distintos, mas compartilham uma mesma pulsão: questionar o que parece estabelecido e reinventar narrativas.

A Mostra Insubmissa acontece entre 1º e 6 de abril de 2026, no Memorial de Curitiba, reunindo quatro espetáculos, cenas curtas, leitura dramatizada e música ao vivo. “O projeto nasce de duas necessidades complementares. A primeira, reunir histórias ligadas pela insubordinação, pela reflexão crítica, pela recusa em baixar a cabeça. A segunda, mostrar que essa resistência à opressão vem do interior, chega com o pé na porta e sotaque mineiro, vindo de longe do eixo dos grandes centros e celebrando o impulso criativo artesanal de Minas”, afirma Tairone Vale, um dos idealizadores.

A ocupação também promove o trânsito entre linguagens. O espetáculo Doce Árido, que encerra a mostra, marca o retorno aos palcos de atriz Pri Helena com trabalhos recentes de destaque no audiovisual nacional, como o premiado longa Ainda Estou Aqui e a novela Volta por Cima.
Narrativas da insubmissão

Entre os espetáculos está Doce Árido, parceria do coletivo Grilla! com o dramaturgo e diretor Tairone Vale. A montagem acompanha três gerações de mulheres que sustentam a casa com a produção artesanal de doce de leite no interior de Minas Gerais. Em cena, o trabalho cotidiano na cozinha se transforma em metáfora para discutir herança familiar, sobrevivência e resistência feminina. O elenco reúne as atrizes Pri Helena, Rebeca Figueiredo e Layla Paganini.

A mostra ainda traz de volta a Trupe Qualquer a Curitiba, onde esteve em 2024, no FRINGE com sua Minas Mostra. Desta vez, em uma ousada releitura do maior autor brasileiro, Um Homem Célebre é construída a partir dos mais famosos contos de Machado de Assis. A peça costura personagens e situações do romancista para explorar temas universais e atemporais como identidade, arte brasileira, sucesso, fracasso e as contradições da natureza humana. A ideia era contribuir para a vida de uma obra que persiste em apontar feridas, sobretudo em um momento que Machado de Assis pode ser relido a partir de sua negritude, tarefa que a peça se encarrega. Para a supervisão dramatúrgica é assinada por Pedro Kosovski, diretor e dramaturgo carioca vencedor do Prêmio Shell de Teatro.

Já o solo Versão Demo, primeiro monólogo escrito e protagonizado por Tairone Vale, apresenta uma perspectiva provocadora: o próprio Senhor das Trevas decide contar sua versão da história. Com humor ácido e ironia, o espetáculo revisita narrativas religiosas e questiona conceitos de culpa, moralidade e livre-arbítrio.

Voltado ao público infantil e familiar, Como Cozinhar uma Criança parte de uma premissa inusitada: em um programa culinário fictício, dois cozinheiros discutem se devem ou não seguir uma receita que manda preparar… uma criança. O tema gira em torno da importante pergunta: como preparar uma criança para não virar um adulto duro e intragável? Inspirado no livro do escritor português Afonso Cruz, o texto e direção de Tairone dão vida ao espetáculo que mistura teatro, música e humor para abordar imaginação e infância de forma lúdica. A montagem marca também a estreia teatral da Banda Trupicada.

Além dos espetáculos, a Mostra Insubmissa inclui as cenas curtas Pharmakon e Memento Mori, da Trupe Qualquer, com textos de Rafael Coutinho, a leitura dramatizada de Big Bang, texto infantojuvenil de Tairone Vale, e ainda um pocket show da Banda Trupicada.

Do palco para as páginas: lançamento literário
O Fringe de Curitiba marca também o nascimento editorial de Versão Demo. Após quase dez anos de gestação, o monólogo de chega ao formato de livro pela Helicônia Editora. A publicação reúne o texto integral da peça e ilustrações de Bel Benetti, que transformam o sarcasmo do espetáculo em um jogo visual igualmente irreverente.

Acesso como manifesto: Pague quanto Vale
Na contramão da elitização do acesso à cultura, todas as sessões da Mostra Insubmissa adotam o formato “Pague Quanto Vale”. Mais do que uma facilidade econômica, a escolha é um posicionamento político dos coletivos mineiros para democratizar a fruição artística e convocar o espectador do Fringe à corresponsabilidade pela manutenção da pesquisa teatral independente. “O teatro de resistência vive muito da insistência e da coletividade. A mostra também é um gesto de encontro entre artistas, obras e público”, afirma Rafael Coutinho, diretor de Um Homem Célebre e integrante da Trupe Qualquer.

SERVIÇO:
Mostra Insubmissa
Programação integrante do Festival de Curitiba – Fringe Festival
Local: Memorial de Curitiba – Teatro Londrina (R. Dr. Claudino dos Santos, 79 – São Francisco)
Data: 1º a 6 de abril de 2026
Ingressos: Pague quanto vale
Confira a programação completa no site: www.mostrainsubmissa.com | @mostrainsubmissa

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

ASSISTENTE DE MARKETING (FOCO EM CRM) / CURITIBA, ÁGUA VERDE

Assistente Marketing (foco em CRM). Vaga para trabalhar em Curitiba, no bairro Água Verde.

Responsabilidades e atribuições:
– Apoiar no planejamento, execução e análise de campanhas de CRM nos canais digitais (E-mail, SMS, WhatsApp, Push e Feed de aplicativo), garantindo segmentação adequada, organização dos disparos e acompanhamento de resultados, contribuindo para vendas, retenção e engajamento dos clientes do programa Mundo Daju.

Atividades:
– Apoiar na organização do cronograma semanal de disparos de CRM, conforme calendário comercial e direcionamento estratégico.
– Criar briefings para o time de criação, com orientações claras sobre público, oferta e canal.
– Montar, configurar e disparar campanhas nos canais de CRM, seguindo segmentações previamente definidas.
– Realizar testes básicos (links, personalização, segmentação) antes dos disparos.
– Acompanhar e organizar os resultados das campanhas (abertura, clique, conversão), atualizando relatórios e planilhas.
– Apoiar na construção e atualização de relatórios e dashboards de performance.
– Auxiliar na execução de campanhas promocionais do programa, garantindo organização de regulamentos e cumprimento de prazos.
– Acompanhar demandas operacionais como logística de brindes e execução de ações em loja.
– Apoiar na configuração e manutenção da ferramenta de CRM (listas, segmentações, automações simples).
– Sugerir melhorias operacionais com base nos resultados observados.
– Participar de reuniões de alinhamento com áreas internas e fornecedores.

Requisitos e qualificações:
– Formação cursando ou completa em: Publicidade e Propaganda; Comunicação Social; Marketing ou Áreas correlatas;

Desejável:
– Conhecimento básico em CRM, marketing digital ou e-commerce.
– Noções de segmentação de base e automações.
– Familiaridade com ferramentas de disparo de e-mail e WhatsApp.

Jornada: Segunda a sexta-feira 08h ás 18h

Salário: R$2.058,00 a R$2.400,00 por mês.

Benefícios:
– Vale-Transporte; Vale-Refeição ou Vale-Alimentação (R$ 21,14 por dia);
– Assistência médica e odontológica; Seguro de vida;
– Day-off no aniversário e folga por tempo de casa;
– Desconto para aquisição de produtos;

Candidate-se e venha fazer parte do nosso time!

Interessados devem enviar currículo via WhatsApp (informando o nome da vaga): (41) 9167-2654.

EXPERIÊNCIA LÍNGUA SOLTA VOL. 3 – JABOTICASA

Adiar o fim do mundo com encantaria e sonhos de carnaval

Língua é músculo da fala, do paladar.
Move o corpo. Lambe o mundo.
Língua é palavra. Idioma, flerte da linguagem.
Território de atravessamento.
Soltar a língua é aprender a ocupar espaços e se deslocar.

Em cada edição, a Experiência LÍNGUA SOLTA se desloca entre fronteiras linguísticas e artísticas, ocupando diferentes espaços e trazendo artistas convidados a partilharem e misturarem suas línguas e linguagens.

Depois de levar o álbum para dentro de um set de filmagem e para uma galeria de arte, propõe agora um deslocamento mais íntimo: atravessar o portão da casa da artista e ocupar o jardim dos fundos – um último rito de resistência antes que o espaço vire um restaurante.

No formato voz e violão, Bruna Pena convida PIETRO e Barbara Campelli, artistas expoentes da cena curitibana. O repertório reúne músicas do álbum LÍNGUA SOLTA, do álbum ONDE EU SOL de Barbara Campelli e da musicografia de PIETRO.

Inspirado nos saraus, o volume 3 celebra esses encontros históricos de partilha, resistência e liberdade criativa. Lugar onde a palavra circula, se mistura e arrisca.

A tarde se estende entre oficinas, comidas, bebidas e um mic aberto que celebra a expressão coletiva – um convite para que outras línguas também se soltem, atravessem medos e digam ao mundo antes que ele mude de forma.
— Oficina “Como escrever cartas e soltar a língua” com Celso Alves, como exercício de escrita e delicadezas para depois serem ditas e ouvidas no mic aberto.
— Oficina “Se enfeita – adereços recicláveis” com Mariana Ayala, ativando corpo e imaginação e transformando o espaço visual do encontro.
— Drinks por Marco Zero, assinados por Marco Zero.
— Comidas de piquenique, assinadas por Ana Spengler.
— Bazar de Roupas e Acessórios Badi e da Mari.

Programação:

OFICINA “Se enfeita – adereços recicláveis” com MARI AYALA
das 15h às 18h

OFICINA “Como escrever cartas de amor e soltar a língua” com CELSO ALVES
das 15h às 18h

SHOW BRUNA PENA + PIETRO + BARBARA CAMPELLI
18h30

MIC ABERTO
das 20h às 21h

BAZAR DA BADI E DA MARI
das 15h às 21h

PIQUENIQUE E DRINKS
das 15h até acabar

Valores:
Ingresso antecipado – R$25,00 (entrada no evento)
Ingresso na hora – R$35,00 (entrada no evento)
Oficina “Se Enfeita – adereços recicláveis” – R$65 (oficina e entrada no evento)
Oficina “Como escrever cartas de amor e soltar a lingua” – R$65 (oficina e entrada no evento)

Link Compra de Ingressos
https://pixta.me/u/experiencia-lingua-solta-vol-3

Endereço
Jaboticasa – Rua Henrique Itiberê da Cunha, 793. Bom Retiro – Curitiba/PR

Serviço
Experiência Língua Solta – Vol. 3
Dia 07/03 a partir das 15h
Show: 18h30
Ingressos: https://pixta.me/events/aa043600-dac4-4ee4-935d-986704705d20
Endereço: Jaboticasa – Rua Henrique Itibere da Cunha, 793
+ Infos: instagram.com/oibrunapena

Assessoria de Imprensa: BB Comunica – @bb_comunica

ALFAIATARIA LANÇA PROJETO ANUAL QUE CONSOLIDA ESPAÇO COMO POLO DE FORMAÇÃO E CRIAÇÃO EM CURITIBA

Na arte de Adriana Alegria, o Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos | 2026. Março a novembro, oficinas, residência artística, Roda de fogo e Mostra Les Latinas. Início com Oficina de Iluminação Cênica, 9 a 11 de março.

Projeto contemplado no edital de Ações Continuadas da Funarte inicia com oficina de iluminação cênica e reúne formação, encontros e intercâmbios artísticos ao longo de 2026.

A Alfaiataria – Espaço de Artes, em Curitiba, inicia em março de 2026 o Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos (AMP), contemplado no edital de Ações Continuadas da Funarte. A iniciativa estrutura uma programação anual dedicada à formação, criação, difusão e intercâmbio nas artes cênicas, conectando artistas a redes de circulação e diálogo que ultrapassam o contexto local. Com produção da Pró Cult, as atividades seguem até novembro e reúnem oficinas, residência artística, ciclo de encontros e uma mostra com participação latino-americana.

A primeira ação acontece entre 9 e 11 de março, com a Oficina de Iluminação Cênica, ministrada pela iluminadora Lucri Reggiani. A proposta que combina prática e teoria, abordando fundamentos técnicos e processos de criação em luz, enquanto problematiza a ocupação de um campo historicamente masculinizado, é voltada a mulheres cis, mulheres trans e pessoas de gêneros dissidentes. As inscrições podem ser localizadas no link da Bio em @alfaiataria_ 

Também em março tem início Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer, com curadoria de Francisco Mallmann. O ciclo bimestral, com edições em março, maio, julho e setembro, é aberto ao público e reúne artistas, estudantes e interessados em memória e criação. Cada encontro promove diálogo entre diferentes áreas das artes da cena, reflexão sobre como experiências se inscrevem no corpo e se transformam ao longo do tempo, e práticas de escuta e compartilhamento ao redor do fogo, símbolo ancestral de encontro e transmissão, afirmando a memória como criação coletiva.

Em julho, acontece o Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis, ministrado pelo produtor cultural Guilherme Jaccon. A formação é voltada ao desenvolvimento técnico em gestão e produção cultural, abordando leitura de editais, escrita de projetos, elaboração de orçamentos, cronogramas e prestação de contas, fortalecendo a autonomia profissional e ampliando possibilidades de inserção no circuito cultural.

Entre agosto e outubro, ocorre a 2ª edição do Programa de Formação Cênica Alfaiataria, residência destinada a artistas em formação ou iniciantes. Ao longo de três meses, participantes desenvolvem pesquisa cênica solo com orientação curatorial de Janaina Matter e Carmen Jorge, além de oficinas com Ana Kfouri, Janaina Leite e Mateus Aleluia Filho. O percurso culmina em uma Mostra de Processos aberta ao público.

Para encerrar o ciclo anual, em novembro, a Alfaiataria realiza a Mostra Les Latinas, dedicada a solos teatrais de artistas lésbicas da América Latina, selecionadas por convocatória aberta com curadoria de Janaina Matter e Sueli Araujo. Ao reunir criadoras de diferentes países, a mostra fortalece o intercâmbio artístico internacional e amplia o diálogo entre cena, identidade e território, além da produção de conteúdos em podcast com as artistas participantes.

Para a atriz e diretora artística Janaina Matter, o projeto consolida a Alfaiataria como território de pesquisa e criação. “Sustentar processos no tempo é também sustentar encontros. O Programa Continuado nasce do desejo de criar espaço para a pesquisa artística, para o convívio entre diferentes corpos e para uma cena viva, diversa e profundamente conectada ao seu tempo”, afirma.

A programação completa, assim como informações sobre inscrições e convocatórias, pode ser consultada no site e nas redes sociais da Alfaiataria. O acesso, às apresentações e ações abertas adotam o sistema “pague quanto vale”, garantindo gratuidade a quem não pode pagar. Os cursos contam com valores simbólicos de inscrição, com vagas gratuitas destinadas a pessoas de grupos historicamente marginalizados.

SERVIÇO:
Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos
Local: Alfaiataria – Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 247 – Centro – Curitiba/PR)
Período: março a novembro de 2026
Acesso: sistema “pague quanto vale” nas apresentações | cursos com valor simbólico
Informações: @alfaiataria_ / www.alfaiataria.art

Destaques da programação:

– Oficina de Iluminação Cênica, com Lucri Reggiani | de 9 a 11 de março | Inscrições: Sympla, (aqui) | 
Bolsas via formulário (aqui) | Vagas: 15

– Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer | Março, maio, julho e setembro

– Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis | Julho

– Formação Cênica Alfaiataria | Agosto a outubro

– Mostra Les Latinas | Novembro

Sobre a Alfaiataria
A Alfaiataria – Espaço de Artes é um espaço cultural independente fundado em 2019, em Curitiba (PR), dedicado à pesquisa, formação, criação e difusão nas artes cênicas e visuais contemporâneas. Com programação continuada, promove ações voltadas à diversidade e ao intercâmbio com a comunidade artística local, nacional e internacional.

Assessoria de Imprensa: BB Comunica – @bb_comunica