Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
Ministrada pelo dramaturgo, ator e pesquisador do riso Amande Macedo, atividade acontece de 13 a 16 de outubro, em Curitiba, e integra projeto que dá origem a espetáculo sobre golpes digitais
O que faz uma piada funcionar? Como uma situação ganha ritmo, estrutura e vira dramaturgia? É a partir dessas perguntas que o Trio Cuspão de Teatro abre a seleção para a Oficina de Imersão em Dramaturgia Cômica, que acontece de 13 a 16 de outubro, em Curitiba. Gratuita, a atividade é conduzida pelo dramaturgo, ator e pesquisador do riso Amande Macedo, na Garalhufa Escola de Atuação, no Centro. As vagas são limitadas e as inscrições estão abertas por meio de formulário disponível no link da bio do @triocuspao
Destinada a maiores de 17 anos, a oficina reúne quatro encontros, das 19h às 22h, totalizando 12 horas de imersão na escrita cômica. A seleção acontece por meio de carta de interesse, voltada a pessoas interessadas em escrita, dramaturgia e nas possibilidades do humor como linguagem de criação.
A comédia levada a sério Durante os encontros, Amande Macedo compartilha metodologias de escrita, elementos da linguagem cômica e técnicas de estruturação de piadas. A proposta combina reflexão e prática, passando por teorias do cômico, análise e construção de estruturas de humor, exercícios de escrita e experimentações.
A ideia é olhar para a comédia por dentro: entender seus mecanismos, testar possibilidades e perceber como ritmo, lógica, expectativa, quebra e absurdo podem ser utilizados na construção dramatúrgica. Para Amande, investigar a comicidade pela dramaturgia também envolve mudar a posição de quem produz e de quem é colocado como objeto do riso. “Investigar o riso no âmbito dramático teatral é como uma retomada de poder, pra mim. É identificar como possibilidade o fazer rir e não somente ser o alvo de riso”, comenta.
A pesquisa parte da possibilidade de assumir o lugar de quem conta a história e de transformar experiências em matéria para o riso. “É recuperar as rédeas de quem conta histórias suas, dos seus, das suas, des sues, e ainda se atreve a ter a intenção disso tudo desembocar em riso”. A oficina também tem uma dimensão prática e divertida. “Vamos levar muito a sério a comédia, analisar estruturas de piadas e investigar como provocar o riso como quem estuda seriamente as placas tectônicas”, afirma Amande.
Entre teorias, exercícios, tentativas e erros, os participantes experimentam as possibilidades da escrita cômica e descobrem, na prática, o que pode provocar um pequeno terremoto no diafragma.
Uma primeira etapa de “Alguém pode me ouvir?” A oficina integra “Alguém pode me ouvir?”, proposição do Trio Cuspão de Teatro, grupo emergente da cena teatral de Curitiba que pesquisa a comicidade em cena.
O projeto nasce de uma história real que parece saída de uma comédia absurda: um golpista se passa por astronauta ao telefone e convence uma mulher de 65 anos a financiar sua suposta volta à Terra. “Alguém pode me ouvir?” é a primeira frase dita pelo golpista durante a abordagem.
A situação desperta o interesse do Trio Cuspão para investigar as fraudes digitais pela linguagem teatral. O espetáculo aborda estratégias utilizadas por golpistas e formas de prevenção, aproximando informação, humor e teatro.
A oficina acontece antes do processo criativo da montagem. A criação do espetáculo começa no início de 2027, a partir das pesquisas desenvolvidas pelo grupo. A temporada está prevista para maio de 2027, com 16 apresentações em Curitiba.
O projeto inclui ainda audiodescrição integrada, em parceria com a CASA Consultoria, e bate-papos com o público após as sessões.
Neste momento, o Trio Cuspão volta o olhar para a própria matéria-prima de seu trabalho: a comicidade. A oficina cria um espaço de investigação e compartilhamento de ferramentas de dramaturgia que também alimentam a pesquisa do grupo para o futuro espetáculo.
SERVIÇO: OFICINA DE IMERSÃO EM DRAMATURGIA CÔMICA Quando: 13 a 16 de outubro de 2026 | 19h às 22h Carga horária: 12 horas Onde: Garalhufa Escola de Atuação (Rua São Francisco, 308, Centro) Público: maiores de 17 anos Vagas: limitadas Seleção: por meio de carta de interesse Inscrições: gratuitas, via formulário disponível no link da bio do @triocuspao | linktr.ee/triocuspao | https://forms.gle/2uvXR3S2MXJi75YS9
De 10 a 29 de outubro, programação gratuita ocupa o Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge, Casa Hoffmann, Passeio Público, Praça Santos Andrade e Espaço Fantástico das Artes.
Claudete Pereira Jorge foi a primeira mulher a dar nome a um teatro público de Curitiba. E também dá nome a uma travessa em frente ao Teatro Guaíra. Em outubro, sua memória ganha novos caminhos. De 10 a 23 de outubro, a 5ª Mostra Claudete Pereira Jorge realiza uma antiga vontade: deixar de acontecer apenas dentro do teatro e ocupar outros espaços da cidade. Pela primeira vez, o festival chega ao Passeio Público, à Praça Santos Andrade, à Casa Hoffmann e ao Espaço Fantástico das Artes, sem deixar de ocupar todos os espaços do Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge. Toda a programação é gratuita.
Realizada pela NBP Produções, Cia. Fluctissonante e Pomeiro Gestão Cultural, a Mostra reúne teatro, dança, performance, música, instalação, oficinas e encontros com o público, misturando artistas convidados e trabalhos selecionados por convocatória pública. “A gente queria há algum tempo que a Mostra pudesse sair do Novelas e encontrar outros lugares da cidade. Claudete faz parte da memória de Curitiba e faz sentido que essa homenagem também ocupe outros espaços, criando novos encontros entre artistas, públicos e territórios”, afirma Helena de Jorge Portela, filha de Claudete, diretora da Cia. Fluctissonante, idealizadora e curadora da Mostra.
Convites, descobertas e uma cena em movimento Quatro espetáculos foram convidados especialmente para esta edição: Do Dia Em Que Olhei No Espelho e Não Me Encontrei, de Pagu Leal; Baderna, de Giorgia Conceição (Miss G); Brio Breu, da cia. sol-te; e HI, BREASIL!, do Grupo Olho Rasteiro. Os demais trabalhos foram selecionados por meio de convocatória pública, ampliando o diálogo da Mostra com diferentes artistas e propostas da cena curitibana.
O resultado não pretende caber em uma única estética. São trabalhos que transitam pelo teatro, dança, performance, música e artes visuais, reunindo diferentes trajetórias, corpos, linguagens e perspectivas. “A convocatória abre a Mostra para aquilo que a gente ainda não conhece. Ao mesmo tempo, os convidados trazem trabalhos que queríamos muito colocar em diálogo com essa programação. O encontro entre essas duas frentes é parte importante da identidade desta edição. A ideia é criar uma programação que tenha diversidade de linguagens, mas também diversidade de olhares, corpos e experiências”, explica Igor Augustho, diretor de produção da Pomeiro Gestão Cultural e curador da Mostra.
Acessibilidade como ponto de partida Se a Mostra quer ocupar novos lugares, também quer ampliar quem pode ocupar esses lugares. A acessibilidade atravessa o evento, por isso, todas as peças da programação têm sessões com tradução para Libras. A comunidade surda pode, assim, acompanhar todos os espetáculos da Mostra.
O Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge, conta com acessibilidade para pessoas em cadeiras de rodas, idosas, com mobilidade reduzida, gestantes, etc. A proposta acompanha a própria diversidade da programação, fazendo da acessibilidade parte da experiência dos espetáculos e das relações construídas com o público. “A acessibilidade não é um recurso que acrescentamos depois. Ela faz parte da forma como pensamos a programação, os espaços e as relações. Queremos uma Mostra onde mais pessoas possam se reconhecer como parte da cena”, destaca Nautilio Portela, diretor da NBP Produções, diretor artístico da Mostra.
E se a ideia é ampliar os encontros, as crianças e as famílias também ganham espaço especial nesta edição. Histórias da Rainha Efigênia, de Ciliane Vendruscolo, acontece no Passeio Público, nos dias 10 e 11 de outubro, às 11h. No teatro, Brio Breu, da sol-te companhia, tem sessões nos dias 17 e 18 de outubro, às 15h, em uma programação voltada para todas as idades. Já HI, BREASIL!, do Grupo Olho Rasteiro, leva a Mostra para a rua, com apresentações gratuitas e de classificação livre na Praça Santos Andrade, em frente às escadarias da UFPR, nos dias 17 de outubro, às 17h, e 19 de outubro, às 18h.
Em caso de chuva, a apresentação de Histórias da Rainha Efigênia prevista para o espaço externo será transferida para a Casa Hoffmann. Para HI, BREASIL!, basta acompanhar o Instagram da Mostra Claudete.
Da formação à festa As ações formativas acompanham diferentes momentos da Mostra. Na Casa Hoffmann, a programação começa antes das apresentações artísticas, com Introdução às Danças Urbanas, com Alucas Santos, e Autonarrativas da Beleza, vivência de escrita com Pagu Leal. Durante a programação, Leal também conduz A Língua Pode Ser um Bicho, oficina de escrita realizada no dia 10 de outubro. Já nos dias 28 e 29, após o encerramento da programação artística, Kênia Coqueiro conduz Caracterização Consciente.
A programação formativa também se aproxima da criação cênica com a Micro-residência de Palhaçaria – Sala de Espera, que reúne encontros nos dias 6 e 10 de outubro e culmina na intervenção artística Sala de Espera, no dia 11 de outubro, às 19h, no Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge. A participação é gratuita e requer inscrição prévia.
O Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge recebe ainda espetáculos, performances, pocket shows e a instalação Não Foi Possível Executar, de Luques Oliveira, além de bate-papos entre artistas e a crítica cultural Luciana Romagnolli após apresentações selecionadas.
“A Mostra chega à quinta edição sem perder a vontade de experimentar. Continuamos celebrando a produção local, mas agora ampliamos os lugares de encontro. Para além de ocupar espaços, queremos criar relações entre artistas, obras e públicos”, completa Igor Augustho.
E, para terminar do jeito que a Mostra gosta, a programação sai novamente do teatro. No dia 23 de outubro, o Espaço Fantástico das Artes recebe a festa de encerramento, com o pocket show Voa Noite Duo, de Lu Faccini e Leo Gumiero, e o irreverente Troféu Cabeça de Chinchila.
A programação completa está disponível no Instagram @mostraclaudete
SERVIÇO: 5ª Mostra Claudete Pereira Jorge De 10 a 23 de outubro de 2026 Entrada: Para os espetáculos retirada de ingressos gratuitos 1 hora antes na bilheteria do Teatro. Para as demais atrações não há necessidade de retirada de ingressos, entrada por ordem de chegada sempre sujeita a lotação dos espaços. Para as oficinas, inscrições na rede da Mostra Clau (@mostraclaudete)
Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1222 – São Francisco
Casa Hoffmann Rua Dr. Claudino dos Santos, 58 – São Francisco Passeio Público Rua Luiz Leão, s/nº – Centro *Apresentações de “Histórias da Rainha Efigênia”. Em caso de chuva, a programação será transferida para a Casa Hoffmann, mantendo-se o mesmo horário no dia 10 e às 13h no dia 11.
Praça Santos Andrade Centro *Apresentações de “HI, BREASIL!”. Em caso de chuva, basta verificar as redes sociais da Mostra (@mostraclaudete) para atualizações.
Espaço Fantástico das Artes Rua Trajano Reis, 41 – São Francisco
Festa de encerramento – 23 de outubro.
Oficinas: Acontecem antes e depois da Mostra. São gratuitas, verifique as condições para participação no perfil do evento @mostraclaudete
Realização: NBP Produções, Cia. Fluctissonante e Pomeiro Gestão Cultural | Financiamento: Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Curitiba – Mecenato Subsidiado | Apoio: Fundação Cultural de Curitiba.
PROGRAMAÇÃO COMPLETA AÇÕES FORMATIVAS
As oficinas da 5ª Mostra Claudete Pereira Jorge acontecem integralmente na Casa Hoffmann, ampliando pela primeira vez a presença da Mostra pela cidade. São quatro atividades gratuitas, voltadas a diferentes práticas e experiências de criação.
Terça (6) e quinta (8): Introdução às Danças Urbanas, com Alucas Santos, das 18h30 às 21h30, propõe um primeiro contato com linguagens como hip-hop, funk e passinho, aproximando dança, cultura e diferentes corporeidades.
Quarta (7) e sexta (9): Autonarrativas da Beleza, com Pagu Leal, das 18h30 às 21h30, investiga escrita autobiográfica e criação dramatúrgica a partir de questões como beleza, corpo, tempo e identidade.
Sábado (10): A Língua Pode Ser um Bicho, com Leal, das 14h às 18h, propõe uma investigação sobre linguagem, corpo e criação.
Quarta (28) e quinta (29): Caracterização Consciente, com Kênia Coqueiro, das 18h30 às 21h30, encerra a programação formativa da Mostra.
A Micro-residência de Palhaçaria – Sala de Espera reúne encontros nos dias 6 e 10 de outubro e culmina na intervenção artística do dia 11 de outubro, às 19h.
As oficinas são gratuitas. As inscrições devem ser realizadas pelos formulários disponíveis no link da bio do Instagram @mostraclaudete
APRESENTAÇÕES E AÇÕES ARTÍSTICAS A programação artística começa oficialmente no sábado (10), com Histórias da Rainha Efigênia, de Ciliane Vendruscolo, às 11h, no Passeio Público. Em caso de chuva, a apresentação será transferida para a Casa Hoffmann. Às 19h30, o Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge recebe Vida Útil, com Gilda Elisa sob texto e direção de Igor Augustho, espetáculo que marca o retorno da atriz aos palcos e conta com tradução para Libras, celebrando o primeiro dia de apresentações com o famoso brinde a Claudete.
Domingo (11): às 11h, Histórias da Rainha Efigênia faz segunda apresentação no Passeio Público. Às 19h, no hall do teatro Sala de Espera, com Camila Jorge, Janaína Fernanda e Suelen Oliveira, junto a palhaças e palhaces que participaram de uma micro-residência que resulta numa intervenção criada a partir de uma micro-residência de palhaçaria, vai ocupar o teatro. Às 19h30, Vida Útil tem nova apresentação, também com Libras.
Terça (13): começa a exposição da instalação Não Foi Possível Executar, de Luques Oliveira, no hall do teatro, onde permanece até o dia 17, aberta a visitação durante os horários de programação. Às 20h, a Cia. Café Preto apresenta Sinal de Vida, jogo de compartilhamento de performances e cenas que partem da pergunta “o que é vitalizante hoje?”. A sessão será seguida de bate-papo com Luciana Romagnolli.
Quarta (14): às 19h, o hall recebe o pocket show de Vini Sant. Às 20h, Sinal de Vida retorna ao palco, com tradução para Libras.
Quinta (15): às 20h, Pagu Leal apresenta Do Dia Em Que Olhei No Espelho e Não Me Encontrei, seguido de bate-papo com Luciana Romagnolli.
Sexta (16): às 19h, Catharine Moreira e Talita Grünhagen apresentam a cena curta bilíngue em Libras e português Vem, Desconecta!. Às 20h, Pagu Leal retorna com Do Dia Em Que Olhei No Espelho e Não Me Encontrei, desta vez com tradução para Libras.
Sábado (17): às 15h, a programação para crianças e famílias apresenta Brio Breu, da sol-te companhia, com Libras. Às 17h, o Grupo Olho Rasteiro apresenta o espetáculo de rua HI, BREASIL!, de classificação livre, na Praça Santos Andrade, em frente às escadarias da UFPR. Às 20h, o OMI Núcleo Artístico e Cavala Produções, apresentam Revisitando a Grandeza que Somos – Cartas para Tereza de Benguela, seguido de bate-papo com Luciana Romagnolli. Domingo (18): às 15h, Brio Breu tem nova sessão para crianças e famílias. Às 19h, o hall do teatro recebe Letologias, com Trava da Fronteira. Às 20h, Revisitando a Grandeza que Somos – Cartas para Tereza de Benguela retorna, desta vez com tradução para Libras. Segunda (19): às 18h, o Grupo Olho Rasteiro apresenta o espetáculo de rua HI, BREASIL!, de classificação livre, na Praça Santos Andrade, em frente às escadarias da UFPR. Em caso de chuva, basta acompanhar o Instagram da Mostra Claudete.
Quarta (21): às 19h, Trabatalhar uma performance com Leal no hall do Teatro Novelas. Às 20h, Giorgia Conceição (Miss G) apresenta Baderna, seguido de bate-papo com Luciana Romagnolli.
Quinta (22): às 19h, o hall recebe Horrorosas Desprezíveis com o pocket show Lésbika’s. Às 20h, Baderna retorna, com tradução para Libras.
Sexta (23): a Mostra encerra sua programação artística no Espaço Fantástico das Artes, com abertura da casa a partir das 19h, com o pocket show Voa Noite Duo, de Lu Faccini e Leo Gumiero, e o Troféu Cabeça de Chinchila, festa de encerramento que celebra a produção artística curitibana com humor e irreverência.
A programação é gratuita. Informações sobre classificação indicativa, acessibilidade, inscrições e eventuais alterações estão disponíveis no Instagram @mostraclaudete
Ficha Técnica: Direção Artística: Nautilio Portela | Curadoria: Helena de Jorge Portela e Igor Augustho | Direção de Produção: Igor Augustho | Produção Executiva: Bruna Bazzo | Assistente de Produção: Felipe Bacelar | Assessoria Jurídica e Contábil: Ivanes Mattos | Tradução para Libras: Talita Grünhagen | Mediação Bate Papos: Luciana Romagnolli | Mestres de Cerimônias: Geysa Costa e Nautilio Portela | Coordenação Técnica: Lucas Amado | Produção Técnica: Blip Art | Responsável Técnico: Marley | Sonorização: Rochedo Produções Artísticas | Identidade Visual e Design Gráfico: Pat Cividanes | Assessoria de Comunicação: Bruna Bazzo | Cobertura em Tempo Real e Video Creator: Willa Tomas | Registros Fotográficos e Audiovisuais: Chico Paes | Captação de Recursos: Adriano Vogue | Realização: Cia. Fluctissonante e NBP Produções | Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural
Assessoria de Imprensa BB Comunica – @bb_comunica Foto: Vitor Dias
Assistente comercial. Vaga para trabalhar em Curitiba, no bairro Hauer, em empresa consolidada no segmento de cosméticos, com atuação na distribuição de grandes marcas.
Perfil desejado (requisitos essenciais): – Ensino médio completo – Experiência na área comercial – Conhecimentos em marketing e redes sociais – Boa comunicação verbal e escrita – Organização, proatividade e facilidade para trabalhar com metas – Perfil comunicativo, influente e orientado a resultados – Diferencial – Afinidade com o segmento de beleza e cosméticos
Principais responsabilidades: – Prestar suporte à equipe comercial e acompanhar as demandas de vendas – Atender clientes por telefone, WhatsApp e demais canais – Elaborar propostas, orçamentos e relatórios comerciais – Atualizar cadastros e acompanhar pedidos – Apoiar ações promocionais e campanhas de marketing – Auxiliar na criação de conteúdos e materiais de divulgação – Manter contato com clientes, contribuindo para o relacionamento e a fidelização
Horário: Segunda a quinta-feira, das 8h às 18h, com 1 hora de intervalo Sexta-feira, das 8h às 17h, com 1 hora de intervalo
Salário e benefícios Salário: r$ 2.182,00 Vale-refeição de r$ 31,00 por dia Vale-transporte de r$ 12,00 por dia Seguro de vida
Contratação: clt Modelo de trabalho: presencial Local: hauer – curitiba/PR
Enviar currículo para rubia (41) 98524-5921, informando assistente comercial
Experiência promovida pela Barion acontece em 19 de setembro, com quatro turmas ao longo da tarde
Para celebrar o Mês da Confeitaria, a Barion convida os pequenos a descobrirem, na prática, o universo dos bolos e doces. No dia 19 de setembro, a marca promove o evento infantil “Meu Primeiro Bolo Decorado”, uma experiência em que cada criança poderá rechear, confeitar e decorar o próprio mini bolo.
A atividade será realizada na sede da Barion, no bairro Tarumã, com quatro turmas de 45 minutos, às 14h, 15h, 16h e 17h. As inscrições custam R$ 50 e podem ser feitas pelo Sympla. A proposta é criar uma tarde de aprendizado e diversão, aproximando as crianças da confeitaria de maneira lúdica. Durante a oficina, os pequenos poderão participar das diferentes etapas de finalização do bolo, explorando ingredientes, cores e possibilidades de decoração.
A iniciativa busca valorizar uma atividade que vai além das receitas: a confeitaria também está ligada à criatividade, ao afeto e às memórias construídas em torno da comida. Para as crianças, a experiência ainda oferece a oportunidade de desenvolver autonomia e experimentar o prazer de produzir algo com as próprias mãos.
“O Mês da Confeitaria é uma oportunidade de celebrar toda a criatividade e o afeto que existem nesse universo. Queremos que as crianças também façam parte dessa comemoração, colocando a mão na massa e descobrindo como é divertido criar o próprio bolo. É uma experiência que pode despertar curiosidade, criar boas memórias e aproximar ainda mais as famílias da confeitaria”, afirma o diretor comercial da empresa, Leonardo Barion.
Serviço: Meu Primeiro Bolo Decorado Data: 19 de setembro (sábado) Horários: 14h às 14h45 | 15h às 15h45 | 16h às 16h45 | 17h às 17h45 Ingressos: R$ 50,00. As inscrições podem ser feitas pelo Sympla. Local: Barion. Endereço: BR-116, 6000 – Tarumã, Curitiba (PR)
A criatividade volta ao palco mais amado da cidade
A 10ª edição do Fusão Criativa chega à Ópera de Arame para celebrar o design, a moda, a arte e o empreendedorismo criativo em um dos espaços mais emblemáticos de Curitiba.
Serão mais de 30 expositores reunindo marcas autorais, produtos exclusivos e experiências diferenciadas, além de DJ, ambiente inspirador e uma programação pensada para toda a família. O Sebinho + Antiquário Coisa Véia participam com exposição de livros e discos. Hermanitocollage participa com suas colagens maravilhosas!!! Na feira você encontra velas, presentes, moda autoral, brechó, flash tatoo e muito mais.
Venha viver uma experiência que conecta criatividade, cultura e empreendedorismo em um dos cartões-postais mais incríveis da cidade.
Fusão Criativa – 10ª edição. Onde ideias se encontram, talentos se conectam e a criatividade acontece.
Serviço: Fusão Criativa – 10ª edição 📅 19 e 20 de setembro 🕙 Das 10h às 18h 📍 Ópera de Arame | Parque Jaime Lerner, R. João Gava, 920 – Abranches, Curitiba. 🎟️ Ingressos: R$ 30 – Inteira R$ 15 – Meia-entrada para moradores de Curitiba e Região Metropolitana.
Solo científico-filosófico escrito e dirigido por Pagu Leal, com atuação de Marrara Mara, tem apresentações gratuitas nos dias 19, 20 e 27 de setembro, em Curitiba, pelo Festival da Primavera
O que nos torna capazes de falar? E o que acontece quando uma pessoa tem voz, mas não encontra quem a escute? Essas perguntas atravessam Fale Agora, solo científico-filosófico escrito e dirigido por Pagu Leal e interpretado por Marrara Mara. A montagem parte de uma descoberta sobre o FOXP2, gene relacionado à fala e à linguagem, para construir uma investigação cênica sobre evolução, comunicação, silêncio e poder.
A estreia acontece em setembro, dentro da programação do Festival da Primavera, promovido pela Fundação Cultural de Curitiba. O espetáculo terá quatro apresentações gratuitas no Centro Cultural Espaço de Arte, nos dias 19 e 20 de setembro, e uma apresentação na Casa Hoffmann, no dia 27.
Do gene à linguagem A ideia de Fale Agora surgiu quando Pagu Leal encontrou, em um livro de biologia, informações sobre o FOXP2. A descoberta abriu uma pesquisa sobre a capacidade humana de linguagem e os processos evolutivos que permitiram o desenvolvimento de formas tão complexas de comunicação.
A fala, porém, não acontece por causa de um único elemento. Genética, cérebro, língua, boca, pregas vocais e outros mecanismos participam desse processo. Em cena, essas questões científicas convivem com perguntas filosóficas e situações concretas em que falar pode ser uma experiência de disputa, vulnerabilidade e resistência. “Tudo começou com um livro que me fez perguntar o que nos torna humanos: o que nos permite falar do passado, projetar o futuro e criar poesia? A pesquisa me levou ao FOXP2, um gene relacionado à capacidade humana de falar. A partir daí, fui entendendo que a fala é resultado de uma série de processos evolutivos que envolvem genética, cérebro, língua, boca, pregas vocais e toda uma complexidade que a peça investiga em cena”, explica Pagu Leal.
Três vozes em cena Sozinha no palco, Marrara Mara constrói três figuras que atravessam diferentes dimensões da fala. Uma delas é uma cientista e professora fascinada pelo corpo humano, pela evolução e pelos mecanismos que permitem transformar ideias em linguagem. Outra é uma atriz que chega a uma delegacia para prestar uma queixa e se depara com a dificuldade de falar sobre o que aconteceu e ser efetivamente ouvida. A terceira é a Narradora/Cassandra, responsável por fazer perguntas, estabelecer conexões e deslocar a narrativa entre diferentes tempos e histórias.
A construção das personagens coloca corpo e voz no centro da cena. Bailarina e atriz, Marrara reúne sua experiência nas duas linguagens para sustentar um solo que transita entre informação científica, ficção, humor, memória e questões políticas. “Na peça, interpreto três vozes: uma cientista, uma atriz e uma narradora. A cientista me levou para um universo muito diferente do meu, de pesquisa sobre genética e evolução da linguagem, e foi uma delícia descobrir tudo isso a partir do texto da Pagu. Já a atriz, que vai a uma delegacia prestar uma queixa, toca em um lugar muito sensível para mim e me faz pensar na dificuldade que tantas mulheres enfrentam para conseguir falar sobre situações de violência. E a narradora é quem faz as perguntas difíceis e liga todos esses pontos. É uma viagem entre passado, presente e futuro que estou muito curiosa para ver como vai reverberar nas pessoas”, conta Marrara Mara.
A pesquisa científica encontra, assim, uma questão histórica: se a linguagem possibilitou à humanidade contar histórias, expressar sentimentos, fazer acordos, falar sobre aquilo que já aconteceu e imaginar o que ainda não aconteceu, por que tantas vozes continuam sendo interrompidas, desacreditadas ou silenciadas? “Se de um lado a humanidade pode ser pensada a partir da nossa capacidade de falar, expressar ideias e sentimentos, contar histórias e fazer acordos, por outro, essa mesma capacidade também produziu silenciamentos. Ao longo da História, muitas vozes foram caladas em detrimento de uma voz única, de um discurso que se impôs. É nesse paradoxo que a peça se coloca: o que significa ter voz e, ainda assim, não ser ouvido?”, indaga Pagu Leal.
A encenação reúne diferentes linguagens artísticas para construir esse trânsito entre ciência, pensamento e experiência. Nadja Naira assina a luz; Ane Adade, a direção de movimento; Gui Almeida, cenário e figurino; e Tafnes Taborda, a trilha sonora original e as paisagens sonoras. A produção é de Cassia Hauari e Thaíse Hauari, com produção de conteúdo de Juliana Zaguobinski, design e identidade visual de Johnny Leal e produção executiva da Sociedade Poética.
SERVIÇO: Espetáculo – Fale Agora Centro Cultural Espaço de Arte: Rua Alberto Folloni, 1534 – Ahú Dias: 19 de setembro de 2026 (sab), 18h e 20h | 20 de setembro de 2026 (dom), 17h e 19h | *17h – apresentação com Libras | Ingressos: Entrada gratuita, 35 lugares, sujeitos à lotação. Distribuição 1 hora antes de cada apresentação na bilheteria. *O Centro Cultural Espaço de Arte também conta com café-bistrô, com mesas, comidas e bebidas, aberto ao público. Casa Hoffmann: Rua Claudino dos Santos, 59 – São Francisco Dia: 27 de setembro de 2026 (dom), 12h Ingressos: distribuição 1 hora antes da apresentação. Informações: @faleagorasolo
Ficha técnica Texto e Direção: Pagu Leal | Atuação: Marrara Mara | Luz: Nadja Naira | Cenário e Figurino: Gui Almeida | Trilha Sonora: Tafnes Taborda | Direção de Movimento: Ane Adade | Coordenação de Produção: Cassia Hauari | Produção: Thaíse Hauari | Produção de Conteúdo: Juliana Zaguobinski | Designer e Identidade Visual: Johnny Leal | Produção Executiva: Sociedade Poética
Marrara Mara iniciou os estudos em dança aos 12 anos e formou-se bailarina pela Escola de Danças do Teatro Guaíra. É graduada em Bacharelado e Licenciatura em Dança pela UNESPAR/FAP e atriz formada pela Academia de Artes Cênicas Cena Hum. Sua trajetória transita entre teatro, dança e audiovisual.
Participou de produções das companhias Stavis Damaceno e Regina Vogue, entre elas Tom 208 beijos e abraços sem fim, Homem ao vento e Bita e as Brincadeiras, trabalhos que receberam indicações e premiações no Troféu Gralha Azul e na APCA. No audiovisual, atuou em comerciais, videoclipes, curtas e longas-metragens, como Doutor Monstro, de Marcos Jorge, Tantas Coisas Contém em Si o Acidente, de Ana Johann, e na série Contracapa. É também cofundadora da Lunar Cia de Teatro. Foto: Bruma de Sá.
Pagu Leal é atriz, dramaturga, diretora, produtora cultural e criadora de conteúdo digital, com mais de três décadas de trajetória nas Artes Cênicas. Formada em Filosofia pela UFPR, desenvolve pesquisas em Filosofia da Linguagem, Teoria da Comunicação, Neurofilosofia e Cognição, campos que atravessam sua prática artística e pedagógica.
Como atriz, participou de mais de 40 espetáculos profissionais em Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e interior do Paraná, trabalhando com companhias como Delírio, Satyros, Confraria Cênica, Tanta Produções, Duplo Produções e Stavis Damaceno. Na televisão, criou, roteirizou e atuou na série de humor Coisas de Casal, exibida pela RPC/Globo. Como diretora, assinou trabalhos como Difícil Amor e a direção artística de concertos da Camerata Antiqua de Curitiba.
Na dramaturgia, tem 12 textos encenados, entre eles A Vênus das Peles, vencedor do Prêmio Myriam Muniz/Funarte, Difícil Amor, vencedor do Troféu Poty Lazarotto, e Que Absurdo!, selecionado para Dramaturgias Contemporâneas da Fundação Cultural de Curitiba. Também publicou ensaios críticos e artigos científicos, aproximando pensamento filosófico e prática artística. Foto: Bruma de Sá.
Assessoria de Imprensa: BB Comunica – @bb_comunica Crédito fotos: Juliana Zaguobinski, Bruma de Sá.
Vaga para trabalhar em Curitiba, em Santa Felicidade, na @woomoficial
OBJETIVO DA VAGA: Buscamos um Designer Gráfico para integrar o time de Marketing e Comunicação da Woom, atuando na criação e desdobramento de materiais visuais para campanhas, lançamentos, redes sociais, mídia, canais comerciais, eventos e demais pontos de contato da marca.
O profissional fará parte do núcleo criativo do Marketing e deverá contribuir tanto na execução quanto na construção visual das campanhas, garantindo consistência com a identidade e o posicionamento da Woom.
PRINCIPAIS RESPONSABILIDADES: – Criar e desdobrar conceitos visuais para campanhas, lançamentos e ações de Marketing da Woom; – Desenvolver materiais gráficos para os diferentes canais de comunicação e venda da marca, nos formatos online e offline; – Criar conteúdos para redes sociais, mídia paga e demais frentes digitais; – Desenvolver materiais para eventos, feiras, ativações, comunicação institucional e endomarketing; – Adaptar campanhas e identidades visuais para diferentes formatos, públicos e pontos de contato; – Participar da construção criativa das campanhas, contribuindo com referências, ideias e soluções visuais a partir dos briefings; – Garantir consistência e qualidade na aplicação da identidade visual da Woom; – Trabalhar de forma integrada com os profissionais de Marketing, Conteúdo e Design; – Organizar e conduzir suas demandas de acordo com prioridades, cronogramas e processos definidos pelo setor; – Cumprir prazos e atuar com autonomia, agilidade e organização diante de diferentes demandas simultâneas.
CONHECIMENTOS E REQUISITOS DESEJÁVEIS: – Formação em Design Gráfico, Publicidade e Propaganda ou áreas relacionadas; – Experiência profissional anterior com Design aplicado a Marketing e Comunicação; – Domínio do Adobe Creative Cloud, principalmente Photoshop, Illustrator e InDesign; – Bom domínio de composição, tipografia, hierarquia visual e tratamento de imagens; – Experiência com campanhas digitais e criação para redes sociais; – Capacidade de trabalhar com diferentes formatos e canais; – Bom repertório visual; – Organização e agilidade para lidar com múltiplas demandas; – Conhecimento de ferramentas de IA aplicadas ao processo criativo será diferencial; – Experiência com marcas de esporte, moda, lifestyle ou varejo será diferencial; – Portfólio atualizado obrigatório.
HORÁRIO: De segunda a quinta das 08h às 18h e sexta até às 17h.
O QUE OFERECEMOS: VR, VT ou auxílio combustível, convênio com farmácia, Dental Uni, bonificação, estacionamento, Wellhub (antigo Gympass), incentivo à saúde e bem-estar, incluindo a oportunidade de participar de caminhadas / corridas de rua em Curitiba.
LOCAL DE TRABALHO: Av. Ver. Toaldo Túlio, 81, Bloco A – Sta. Felicidade.
Espetáculo cruza mitologia grega, budismo tibetano e cultura popular brasileira em temporada gratuita de 17 de setembro a 4 de outubro, no Espaço Excêntrico Mauro Zanatta
Medusa não nasceu monstro. Foi transformada em um. É a partir dessa história que Drolmas revisita o mito das três górgonas e leva à cena Ana Decker, Katia Horn e Samara Rocha, em uma montagem que cruza mitologia grega, budismo tibetano e referências da cultura popular brasileira. A temporada começa em 17 de setembro, com entrada gratuita, no Espaço Excêntrico Mauro Zanatta.
Com dramaturgia de Samara Rocha, que também idealiza e atua no espetáculo, e direção de Giorgia Conceição, a peça fala de violência, silenciamento, desejo, envelhecimento e transformação a partir de uma narrativa que também se constrói pelo corpo. As atrizes cantam, dançam e permanecem em movimento, atravessando diferentes linguagens teatrais.
“Drolmas foi sendo construído por muitas mulheres, em diferentes momentos do processo. Cada encontro foi deixando uma marca na obra”, conta Samara. A pesquisa começou em 2022, em encontros entre mulheres artistas, e a dramaturgia foi sendo escrita, reescrita e transformada ao longo de leituras, conversas e ensaios.
Da lama ao lótus Na dramaturgia, a trajetória das três irmãs se organiza em três imagens: lodo, caule e lótus. Medusa, Euríale e Esteno atravessam diferentes tempos, corpos e existências até chegar à flor, associada à transformação e à iluminação.
O próprio nome do espetáculo vem de Drolma, referência tibetana ligada ao aspecto feminino do Buda. A ideia de uma mulher que escolhe buscar a iluminação justamente em um corpo feminino encontra, na peça, o mito de Medusa e histórias de mulheres que foram culpabilizadas, silenciadas ou transformadas em monstros. “Medusa, Euríale e Esteno são também etapas de uma travessia pelas violências, adaptações, resistências e possibilidades de libertação vividas pelas mulheres”, explica Samara.
Um palco em movimento Giorgia Conceição leva para a montagem sua pesquisa no burlesco, no vaudeville e no teatro de variedades. A música e a dança surgiram e cresceram durante o processo de criação, fazendo com que o espetáculo se aproximasse de uma opereta vaudevillesca. “Eu queria que, apesar de o tema ser denso, a peça fosse muito sedutora e envolvente para o público. Cada cena tem um apelo visual, estético e uma referência teatral diferente”, afirma Giorgia.
A trilha reúne composições e versões sob direção musical de Edith de Camargo, além de marchinhas de carnaval e da gravação de Cantoras do Rádio, com Carmen e Aurora Miranda. Um álbum dos anos 1970 do artista Pedro Sorongo inspira o ato final, Lótus.
As três intérpretes são mulheres maduras, com 60, 51 e 45 anos. Seus corpos, memórias e experiências atravessam questões como beleza, desejo, envelhecimento, julgamento, autonomia e violência.
Ao longo do processo de criação, Drolmas também foi compartilhado com diferentes públicos, em escolas públicas, casa de passagem e outros espaços, aproximando o trabalho de adolescentes, mulheres trans e travestis, pessoas em situação de rua e outros públicos.
A programação inclui ainda duas ações formativas: Oficina de Libras, com Nathan Sales, e Oficina de Contação de Histórias, com Samara Rocha. As inscrições podem ser feitas pelos formulários disponíveis no link da bio, em @coletivodrolmas. A temporada conta também com sessões com Libras na estreia e em todos os sábados.
A realização é do Coletivo Drolmas e Les Paranauês Cia Criativa, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura.
SERVIÇO: Drolmas Temporada: 17 de setembro a 4 de outubro de 2026 Local: Espaço Excêntrico Mauro Zanatta (Rua Lamenha Lins, 1429 – Rebouças)
Datas e horários: 17, 18 e 19 de setembro, às 20h | 20 de setembro, às 19h | 24, 25 e 26 de setembro, às 20h | 27 de setembro, às 19h | 1º, 2 e 3 de outubro, às 20h | 4 de outubro, às 19h
Sessões com Libras: Sessões com Libras: 17 de setembro, às 20h | 19 de setembro, às 20h | 26 de setembro, às 20h | 3 de outubro, às 20h
Duração: 1h10 | Classificação: 14 anos Entrada: gratuita | Ingressos: distribuídos uma hora antes de cada apresentação Capacidade: 50 lugares
Sinopse: Entrelaçando mitologia grega, budismo tibetano e cultura popularbrasileira, Drolmas ressignifica o mito de Medusa para revelar a força de mulheres que rompem o silêncio e reivindicam o direito decontar a própria história. Amaldiçoada pela deusa Atena, a sacerdotisa Medusa é transformada em monstro ao lado de suas irmãs, Esteno e Euríale. Banidas, culpabilizadas e condenadas ao silêncio, as górgonas atravessam os séculos testemunhando as violências impostas aos corpos femininos – da Grécia Antiga ao Brasil colonial e contemporâneo. Ao retomarem a própria voz, as três irmãs confrontam as narrativas que as transformaram em monstros e iniciam uma jornada de cura, resistência e libertação.
Ficha Técnica: Concepção e Dramaturgia: Samara Rocha | Direção: Giorgia Conceição | Elenco: Ana Decker, Katia Horn e Samara Rocha | Figurinos e Adereços: Katia Horn | Assistência de | Figurino: Flor Horn | Assistente de figurino: Flor Horn Brasil e Barbara Horn | Cenografia: Giorgia Conceição | Assistência de Cenografia: Michelle Bonatto e Angela Suriani | Iluminação: Raul Freitas | Direção Musical: Edith de Camargo | Assessoria de Dramaturgia e Formas Animadas: Laércio Amaral | Operação de Som: Edith de Camargo | Operação de Luz: Raul Freitas | Contrarregragem: Moizés Benvi | Direção de Produção: Samara Rocha | Produção Executiva: Moira Albuquerque | Design Gráfico: Katia Horn e Ale Horn | Mídias Sociais: Thayna Bressan | Fotografia: Polly Devides | Oficineiros: Nathan Sales e Samara Rocha | Realização: Coletivo Drolmas e Les Paranauês Cia Criativa
Há um ano, a cantora curitibana Barbara Campelli lançou Onde Eu Sol, seu primeiro álbum, de forma independente nas plataformas digitais. Agora, no aniversário do disco, leva o repertório ao palco em show que acontece no dia 24 de setembro, às 20h, no Teatro Paiol, em Curitiba. Os ingressos já estão à venda pela plataforma Pixta.
“Música calma, MPB calminha.” É assim que Barbara costuma definir sua sonoridade. Sem se preocupar muito em enquadrá-la, encontrou na calma um território próprio para cantar sobre amor, desejo, saudade, perda, recomeço e também algum deboche.
O álbum nasceu de um grande sonho: escolher as músicas, ouvir os arranjos, entrar em estúdio e reunir músicos com quem queria trabalhar, e se tornou um projeto musical. O lançamento digital aconteceu sem pressa e, naquele momento, o disco encontrou seu próprio ritmo. Um ano depois, chega ao palco celebrando junto ao público uma obra que até então existia principalmente no ambiente digital. “O álbum foi um dos sonhos que queria realizar e realizei. E agora, com um ano de vida, resolvi colocar ele no palco. Tipo a festa de aniversário mesmo. Onde Eu Sol faz um ano e agora ele vai pro mundo, ao vivo, no Paiol”, afirma a cantora.
Sem pressa, Barbara foi encontrando sua voz A música entrou na vida de Barbara muito antes de ela pensar em ser cantora. Nascida e criada em Curitiba, cresceu em uma família musical. Aos 30 anos, decidiu estudar canto e, aos 32, fez seu primeiro show. Em 2018, criou Ciclos do Amor, seu primeiro espetáculo solo.
A partir daí, sua trajetória foi se formando entre trabalhos como backing vocal, uma paixão e também parte de seu trabalho artístico, e encontros com artistas como Darlene Lepetit, Leo Fressato, Pietro Domiciano, Re Gugli, Bruna Pena e Capim Limão. Em 2021, lançou duas canções de Leo Fressato e, em 2024, fez backing vocal para o Capim Limão no Coolritiba. Barbara também integra o Doce Delírio, ao lado de Bruna Pena, Henrique Geladeira e Pietro Domiciano.
Foi desse caminho feito de encontros que nasceu a vontade de gravar Onde Eu Sol. “A música é um amor e quando ela me notou eu senti que ela também gostou de mim, mas nosso casamento não é convencional. Daqueles com festão, filhos e mesmo teto. Moramos uma na outra, numa relação íntima, mas com muito espaço”, revela.
O amor, em todas as suas contradições Produzido por Julia Klüber, Onde Eu Sol reúne oito faixas que atravessam diferentes estados do amor. Há delicadeza, mas também sensualidade, melancolia, ironia e movimento.
A ideia do álbum começou com a vontade de Barbara de gravar Perfume, canção inédita de Julia Klüber, que também assina a produção, os arranjos e a direção musical do trabalho. A ideia cresceu e virou um álbum, batizado com uma composição de Pietro Domiciano, escrita especialmente para Barbara. No palco, Julia é acompanhada por Lilian Nakahodo nos synths e beats, Vic Vilandez no baixo e Dani Dalessa na bateria. O show recebe ainda Pietro, na voz e violão, e Murilo Campelli, no violão.
Para Barbara, o amor não é apenas um tema recorrente. É o lugar onde ela se reconhece como intérprete. “Hoje me vejo como uma intérprete das ondas que o amor inunda em alguém. Uma cantora de amor, de sorriso e abraço de amor, de dor e lágrima de amor”, afirma.
Sua música também carrega uma escolha: desacelerar. Em tempos intensos, Barbara aposta em canções que pedem escuta e presença e que, segundo ela, às vezes fazem as pessoas chorarem.
O show reúne as oito faixas de Onde Eu Sol, os dois singles lançados por Barbara em 2021 e outras seis canções que continuam investigando esse território tão amplo quanto contraditório: o amor. Para Barbara, chegar ao Paiol representa um dos maiores sonhos realizados até aqui. “Fazer um show no Paiol é GIGANTE! Eu falo que depois desse show vou ter que inventar um sonho novo, porque esse vai estar realizado”, conta entusiasmada. A apresentação tem produção e realização de Wellington Guitti e Renata Zunino.
SERVIÇO: Show “Onde Eu Sol” – Bárbara Campelli Data: 24 de setembro de 2026 Horário: 20h Local: Teatro Paiol (Rua Coronel Zacarias, 51 – Prado Velho) Classificação indicativa: Livre Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada) Vendas: aqui Produção e realização: Wellington Guitti e Renata Zunino Instagram: @barbaracampelli Spotify: aqui
Claro. Mantive a mesma formatação, mas sem negrito.
Álbum Onde Eu Sol — faixa a faixa, por Barbara Campelli
Essa Confusão — Dora Morelenbaum e Zé Ibarra Uma quase declaração de amor. Uma confusão de um talvez, nem sim, nem não. No álbum, a canção ganha uma versão mais malemolente, com uma pegada jazzy.
Perfume — Julia Klüber Foi a música que me pegou pela letra desde a primeira vez que ouvi. Tem um tom quase mantrístico, com um refrão que se repete e que, no fim, todo mundo canta junto. Fala sobre o amor que desaparece quando o perfume acaba.
Acaso — Igor Cordeiro É a mais “drama” do álbum, no meu coração. Fala sobre falar em silêncio. É de faltar o ar. O solo de cordas, com viola de Anadgesda Guerra, violoncelo de Rebeca Friedman e violino de Karina Romanó, traz uma profundidade linda para a história de um amor que já não é mais e cujo silêncio fala mais alto.
Dengo — Barbara Campelli Minha única composição no álbum. Começa com um vocalize lânguido e, na segunda metade, vira uma espécie de baião percussivo, quase uma ciranda construída com os beats de Lilian Nakahodo, que também assina a coprodução. Fala sobre sentimentos que acompanham o amor, o sexo e o cotidiano.
Coração Machucadinho — Lívia Lakomy e Estrela Leminski A mais upbeat e debochada do álbum. Tem a participação de Pietro Domiciano no violão e fala sobre uma espécie de vingança de um amor perdido. É divertida demais.
Nada Por Mim — Herbert Vianna e Paula Toller Uma versão desse hit maravilhoso que todo mundo conhece e ama. Começa com ukulele e, depois, a banda entra, deixando a música com clima de mesa de bar, flerte e sorrisinhos. O solo de sax de Helinho Brandão deixa tudo ainda mais especial.
Amor Brando — Buhr Uma confissão intimista. É a única faixa feita apenas de piano e voz. Julia Klüber traz muito sentimento para uma canção que, para mim, é quase uma declaração junto de um pedido de cuidado ao amar.
Onde Eu Sol — Pietro Domiciano A faixa que dá nome ao álbum nasceu de uma história minha. Quando eu e Pietro fomos cantar juntos pela primeira vez, ele percebeu que eu estava nervosa e perguntou por quê. Contei que, aos seis anos, na minha primeira apresentação no palco da Ópera de Arame, eu caí logo no primeiro passo de uma coreografia de sapateado. Pensei em sair correndo, mas vi minha professora na coxia, sorrindo e fazendo sinal para eu levantar e continuar. E foi o que fiz.Anos depois, essa história virou a canção Onde Eu Sol. Pietro a compôs como um incentivo para eu me amar, cantar e ser leve. É de emocionar.
Sobre a artista: Barbara Campelli é cantora curitibana, intérprete e apaixonada por harmonias e canções de amor. Nascida em uma família musical, passou pelo coral e pela dança antes de se dedicar ao canto. Aos 30 anos, começou a estudar profissionalmente e, aos 32, realizou seu primeiro show.
Desde então, atuou como backing vocal e participou de projetos com nomes da cena curitibana, como Leo Fressato e Pietro Domiciano, além de cantar com a banda Capim Limão no festival Coolritiba. Em 2018, criou Ciclos do Amor e, em 2021, lançou seus primeiros singles. Em 2025, apresentou de forma independente seu primeiro álbum, Onde Eu Sol, produzido por Julia Klüber.
Bárbara define sua sonoridade como “música calma, MPB calminha” e encontra no amor, em suas delicadezas, contradições e desastres, o principal território de sua música.
FICHA TÉCNICA – SHOW ONDE EU SOL Voz: Barbara Campelli | Arranjos, direção musical e teclas: Julia Klüber | Teclas: Lilian Nakahodo | Baixo: Vic Vilandez | Bateria: Dani Dalessa | Convidado – voz e violão: Pietro Domiciano | Convidado – violão: Murilo Campelli | Luz: Lucas Amado | Som: Luigi Castel | Figurino: Isabella Brasileiro | Foto e vídeo: Letícia Futata e equipe
FICHA TÉCNICA – ÁLBUM ONDE EU SOL Voz: Bárbara Campelli | Produção, arranjos e teclas: Julia Klüber | Teclas: Lilian Nakahodo | Baixo: Vic Vilandez | Bateria: Dani Dalessa | Participação – violão: Pietro Domiciano | Participação | sax: Helinho Brandão | Participação – viola: Anadgesda Guerra | Participação – violoncelo: Rebeca Friedman | Participação – violino: Karina Romanó | Mix: Leo Gumiero | Master: Fred Teixeira | Estúdio: Gramofone | Técnico: Vitor Pinheiro
Assessoria de Imprensa: BB Comunica – @bb_comunica
A criatividade volta ao palco mais amado da cidade
A 10ª edição do Fusão Criativa chega à Ópera de Arame para celebrar o design, a moda, a arte e o empreendedorismo criativo em um dos espaços mais emblemáticos de Curitiba.
Serão mais de 30 expositores reunindo marcas autorais, produtos exclusivos e experiências diferenciadas, além de DJ, ambiente inspirador e uma programação pensada para toda a família. O Sebinho + Antiquário Coisa Véia participam com exposição de livros e discos. Hermanitocollage participa com suas colagens maravilhosas!!! Na feira você encontra velas, presentes, moda autoral, brechó, flash tatoo e muito mais.
Venha viver uma experiência que conecta criatividade, cultura e empreendedorismo em um dos cartões-postais mais incríveis da cidade.
Fusão Criativa – 10ª edição. Onde ideias se encontram, talentos se conectam e a criatividade acontece.
Serviço: Fusão Criativa – 10ª edição 📅 5 e 6 de setembro 🕙 Das 10h às 18h 📍 Ópera de Arame | Parque Jaime Lerner 🎟️ Ingressos: R$ 30 – Inteira R$ 15 – Meia-entrada para moradores de Curitiba e Região Metropolitana.