IPHAN ABRE CONCURSO: 411 VAGAS PARA TODO O PAÍS, COM 9 VAGAS PARA JORNALISTA/RELAÇÕES PÚBLICAS

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional abre concurso público com 411 vagas em todo o país. Inscrições acabam as 18 horas do dia 9 de julho (HOJE!) de 2018 (horário oficial de Brasília/DF).:

– 104 para Analista I
– 176 para Técnico I
– 131 para Auxiliar Institucional I

Com vagas para jornalismo, relações públicas (MG: 1 vaga, DF: 7 vagas, e RJ: 1 vaga), antropologia, economia, tecnologia da informação, relações internacionais, administração, arqueologia, geoprocessamento, biblioteconomia, botânica, agronomia, engenharia civil, história, arquivologia, arquitetura e urbanismo, dentre outras!

ANALISTA I – ÁREA COMUNICAÇÃO SOCIAL:
DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS ATIVIDADES: desenvolver atividades de nível superior, de complexidade e responsabilidade elevadas que compreendam o assessoramento especializado voltado para a gestão dos processos relativos à salvaguarda e à preservação do patrimônio cultural; acompanhar e se manifestar em processos relacionados a políticas intersetoriais e temáticas transversais ao patrimônio cultural; desenvolver e participar das atividades de articulação e mobilização social necessárias às ações institucionais; participar
em conselhos representativos, comissões, grupos e equipes de trabalho de interesse da administração; elaborar e analisar orçamentos; executar atividades de gestão administrativa, orçamentária e financeira; acompanhar

e fiscalizar projetos e(ou) serviços; elaborar termos de referência, projetos e editais; fiscalizar contratos, convênios e instrumentos congêneres; e outras atividades compatíveis com as atribuições profissionais e competências institucionais.

REMUNERAÇÃO: R$ 5.035,29.

JORNADA DE TRABALHO: 40 horas semanais.

ÁREA 1

REQUISITO: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Comunicação Social, Jornalismo ou Relações Públicas, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).

As inscrições serão abertas em 18 de junho.

Taxa: Nível superior: R$ 117,00. Nível médio: R$ 84,00.

Horário: Será admitida a inscrição somente via internet, através deste link / solicitada no período entre 10 horas do dia 18 de junho de 2018 e 18 horas do dia 9 de julho de 2018 (horário oficial de Brasília/DF).

Confira o edital aqui

E todas as informações aqui

Atuação do Iphan
O quadro técnico do Iphan – distribuído entre a sede em Brasília, 27 superintendências estaduais, 37 escritórios técnicos, incluindo os Parques Históricos Nacionais e seis unidades especiais – é responsável por uma ampla gama de atribuições constitucionais e legais, como identificação, reconhecimento, salvaguarda e fiscalização do Patrimônio Cultural Nacional, proteção dos Sítios Arqueológicos e Reservas Técnicas, preservação de acervos documentais e bibliográficos, identificação da diversidade linguística, gestão do Patrimônio Genético, execução de projetos e obras de intervenção em bens e conjuntos tombados, gerenciamento dos programas PAC das Cidades Históricas e Agora é Avançar, aprovação, fiscalização e apuração de prestação de contas de Convênios e processos de Lei de Incentivo à Cultura, ações educativas, assistência técnica e monitoramento do Patrimônio Mundial, e definição da Política de Patrimônio Cultural no Brasil.

fonte

SEXTA AUTORAL PROMOVE SHOWS GRATUITOS NO SESI SÃO JOSÉ

Banda The Shorts

Três bandas locais prometem muito rock’n’roll, country , blues e rock alternativo

Notório por dar espaço e visibilidade aos artistas do estado, o Sesi Cultura Paraná desenvolve em São José dos Pinhais o projeto Sexta Autoral. A ação valoriza as bandas locais com produções próprias e independentes promovendo shows desses talentos na Região Metropolitana de Curitiba. Na edição de junho, três bandas vão se apresentar gratuitamente no dia 29, sexta-feira, levando uma pluralidade de sonoridades ao palco do Teatro Sesi São José dos Pinhais. O público pode esperar muito rock’n’roll, country, blues e rock alternativo. Saiba mais sobre a programação abaixo.

Banda The Shorts
The Shorts é uma banda curitibana formada pelas musicistas Natasha Durski (voz e sintetizadores), Andreza Michel (baixo e backing vocal), Taís D’Albuquerque (guitarra) e Babi Age (bateria). Sua atual formação também agrega Matheus Reinert na segunda guitarra. A sonoridade evocada pela banda mistura elementos do rock alternativo, shoegaze, ambiências etéreas e noise, com um vocal que dá o tom sensual e hipnótico da banda.

Banda Êta Nóis
A música de raíz americana é a inspiração da Banda Êta Nóis. Folk, Country, Rock e Blues se misturam na interpretação de Fábio Elias, Renato Ximú, Deiwerson de Lima e Antônio Carlos Paraná. O quarteto, que já é conhecido por outros projetos musicais na capital paranaense, apresenta um show carismático e contagiante.

Banda Sete Sangrias
Sete Sangrias tem em sua formação Sergião Rodrigues (vocais/contra-baixo), Dinho Peruscello (guitarra/backing vocal) e Heitor Eduardo (bateria). Com repertório autoral, a banda faz um som inspirado no rock nacional e internacional de diferentes épocas. As letras em português abordam temas variados, dosando romantismo, bom humor, loucuras e poesia.

Serviço:
O Sesi Cultura Paraná apresenta
Sexta Autoral
Data: sexta-feira, dia 29 de junho
Horário: às 19 horas (duração de 180 minutos)
Valor: ingresso solidário – doação de 1kg de alimento não perecível
Classificação indicativa: livre
Local: Teatro Sesi São José dos Pinhais
Endereço: Rua Quinze de Novembro, 1800 – Centro de Sesi São José dos Pinhais-PR
Observação: retirar ingresso com 1 hora de antecedência (sujeito a lotação)

Mais informações:
www.sesipr.com.br/cultura/ 
www.facebook.com/sesiculturapr/

SESI CULTURA
Foi em 2008 que a Regional Paraná do Serviço Social da Indústria inaugurou uma área especificamente dedicada ao desenvolvimento de ações culturais ancoradas nas diretrizes previstas na Declaração Universal dos Direitos do Homem, como a diversidade, a pluralidade e a autonomia. Desde então, o Sesi Cultura Paraná tem promovido o acesso à cultura com foco em programas de formação artística e cultural, investindo em processos criativos, formação de plateia para todas as linguagens e na formação e desenvolvimento cultural com vocação local. O Circuito Cultural Sesi, o Festival Sesi Música, os Núcleos Criativos do Sesi, o Zoom Cultural, os Programas Sesi Música, Sesi Arte, Sesi Audiovisual e Sesi Artes Cênicas são exemplos de programas desenvolvidos pela Gestão Cultural do Sesi. De 2008 até 2017, mais de um milhão de espectadores tiveram acesso à cultura por meio de cerca de 8,4 mil ações culturais realizados pelo Sesi Paraná. Todas essas ações sempre tiveram como objetivo o acesso ao bem cultural para o trabalhador da indústria, seus dependentes e para a comunidade de uma forma geral, além da difusão da arte em todas as suas manifestações, valorizando a diversidade e a pluralidade do povo brasileiro.

ITAERCIO ROCHA LANÇA ÁLBUM COM MAIS DE 10 RITMOS POPULARES

Caboclo narra sua trajetória do Maranhão a Curitiba.

O multiartista Itaercio Rocha lança seu segundo álbum solo, Caboclo. Com arte de Kiko Dinucci, o disco estará disponível nas plataformas de streaming a partir do dia 27 de junho, no mesmo dia do show realizado em São Luís do Maranhão, durante o aniversário de Dona Teté, cantora, compositora, grande artista maranhense e Rainha do Cacuriá, amiga de Ita desde os anos de 1980, quando trabalharam juntos com cultura popular, e para quem foi dedicada a faixa ‘Almericiar’. O show de lançamento em Curitiba será no dia 24 de agosto no Teatro Paiol.

O projeto nasce de dentro para fora, como diz Ita, do interior para a capital. “É a junção do Itaercio de Pedras com a cabrocha que coloco no carnaval curitibano”, explica ele que foi um dos fundadores do bloco carnavalesco Garibaldis e Sacis Caboclo Ita é uma entidade dos terreiros de mina no Maranhão, Ita significa pedra em tupi guarani. Itaercio nasceu em Pedras, como citado acima, localizada no município de Humberto de Campos no Maranhão. Somando isso ao Rocha de seu sobrenome, Itaercio é pedra três vezes. “Sou caboclão do mato, da beira d’água, sou caiçara”.

As canções narram os lugares por onde Itaercio Rocha passou. “Origem não é uma coisa que você volta. Origem é uma coisa que você carrega”, ressalta. As músicas fazem homenagens, saúdam forças da natureza e representam sua ancestralidade. Esse é o caso de ‘Atotô’, uma louvação a Obaluaê, composta em parceria com o músico, André Abujamra. “Hora de maré” é um samba de abertura de trabalhos, enquanto “Ele me ama” é um carimbó brega que fala sobre amizade e diversidade.

O disco agrega mais de 10 ritmos em suas 14 faixas. Tem caixa do Divino Espírito Santo, tambor de mina, bumba bois de vários sotaques, afoxé, entre outros. As músicas são de Itaercio e alguns parceiros: Thayana Barbosa, Daniel Fernandes, Du Gomide, André Abujamra e Matheus Braga e os arranjos são de Fred Pedrosa, Du Gomide, Matheus Braga e o Próprio Itaercio. “A seleção é um pouco do que compus para teatro, carnaval e outras inspirações.

A direção musical é do curitibano Du Gomide, também produtor do disco ‘Ailum’ do Marano, Santa Rima e Karla Silva. A mixagem ficou nas mãos do produtor musical Fred Teixeira, que já trabalhou com artistas como Tony Bennett, Ron Carter, Hermeto Pascoal, Zélia Duncan, Arnaldo Antunes e Zeca Baleiro, entre outros.

Trajetória
Nascido no município com o maior bumba-meu-boi do Brasil, Humberto de Campos, no Maranhão, Itaercio Rocha já morou em Olinda (PE), São Luís (MA), Campo Grande (MS), Rio de Janeiro (RJ) e Maringá (PR) antes de parar em Curitiba, no ano de 1996. O interesse pelas culturas populares vem de berço: desde pequeno, recebeu influências culturais da família, como seu pai, músico prático, que tocava nas procissões, nos bumba-bois e nos bailes do interior; e sua mãe que fazia e regia a festa de coroação da Nossa Senhora e pastoris, além de participar de outras festividades populares e religiosas.

É formado em Educação Artística com habilitação em Artes Cênicas, pelas Faculdades de Artes do Paraná (FAP) e é especialista em Estudos Contemporâneos em Dança, pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), por meio da Faculdade Angel Vianna (FAV).

Atuou e dirigiu espetáculos junto ao grupo Mundaréu, com o qual gravou vários álbuns. Em 2006 lançou seu primeiro disco solo e autoral, Chegadim. É autor do Livro/CD “Como é bom festa junina III”, em parceria com Mara Fontoura, com quem ainda escreveu o livro “Como diz o ditado”. Tendo o Hospital Pequeno Príncipe como entidade beneficiada, o músico lançou os álbuns Cancioneiro popular (2009) e Encanto de brincar (2013) e dirigiu os espetáculos Encanto de Brincar e Bumbando na Congada. Em 2017 lançou o show “Por Consolação”, onde interpreta clássicos da música popular brasileira.

Ficha técnica
Direção musical: Du Gomide
Direção cênica: Rafael Camargo
Produção musical: Du Gomide e Itaercio Rocha
Produção Executiva: Bina Zanette/ Santa Produção
Mixagem e masterização: Fred Teixeira
Gravação: Nicos Studio
Itaercio Rocha – , voz, violão, percussão..
Denis Mariano – Bateria, percussão, surdo.
Bruno Klammer – Percussão.
Fred Pedrosa – baixo, viola.
Matheus Braga – Violão, voz, cavaco.
Du Gomide – Viola, rabeca, beat, guitarra, ukulele, teclado.
Lauro Ribeiro – sousafone, trombone.
Ian Giller Branco – Steel Drum.
Coro: Du Gomide, Melina Mulazani, Matheus Braga, Vinicius Azevedo e Thayana Barbosa
Arte: Kiko Dinucci
Fotos: Dayana Luiza

Identidade visual do projeto é do multiartista Kiko Dinucci

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Siga no instagram: @rochaitaercio
Site: https://itaerciorocha.wixsite.com/portfolio
Youtube: /itaerciorocha
Deezer: itaerciorocha
Spotify: itaercio
Baixe o disco neste link

Projeto realizado com apoio do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba. Incentivo Pátio Batel.

JULHO DAS PRETAS – PR 2018!

As mulheres negras do Paraná se reuniram, de forma independente ou por meio de movimentos sociais e demais organizações, para organizar uma programação com muitas atividades para o Julho das Pretas 2018.

Há tempos que o Movimento de Mulheres Negras (MMN) realiza eventos em comemoração ao Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha, em 25 de julho. Desde o ano passado, esse evento que era realizado em apenas um dia se ampliou e se transformou em uma programação de atividades para o mês de julho.

O mote desse ano é: DIREITOS IMPORTAM! PRETAS NO PODER!

Entenda melhor sobre a comemoração do Julho das Pretas:

Texto de Ana Carolina Dartora

*DIA 25 DE JULHO, DIA NACIONAL DE TEREZA DE BENGUELA*

Dia 25 de Julho se celebra no Brasil o Dia Nacional de *Tereza de Benguela* e da Mulher Negra. A data foi instituída através da Lei nº 12.987/2014, que entrou em vigor no dia 02 de junho de 2013. A inspiração vem do Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha, marco internacional da luta e da resistência da mulher negra, criado em 25 de julho de 1992, durante o 1º Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, na República Dominicana.

Anualmente, o 25 de julho é, portanto, dedicado à mulher negra no Brasil e no mundo. Em todo o país, são realizadas audiências públicas, festivais, seminários, conferências, feiras, entre outras tantas atividades, numa reafirmação da identidade, da história, da resistência e da luta das mulheres negras em prol da igualdade de oportunidades que ainda não existe de fato em nossa sociedade.

*Tereza de Benguela* representa todas as mulheres negras na homenagem que lhe foi prestada através da Lei que institui o 25 de Julho no Brasil. Nascida no século XVIII, ela chefiou o Quilombo do Piolho ou Quariterê, nos arredores de Vila Bela da Santíssima Trindade, no Estado do Mato Grosso. Sob seu comando, a comunidade cresceu militar e economicamente, incomodando o governo escravista. Após ataques das autoridades ao local, Benguela foi presa, vindo a suicidar-se após se recusar a viver sob regime de escravidão.

Sua luta nos inspira para que sigamos atuando na busca por consolidação e visibilidade desta data, tendo em conta a condição de opressão de gênero, racial e étnica em que ainda vivem as mulheres negras.

Também celebramos esta data com o objetivo de ampliar e fortalecer organizações de mulheres negras, construir estratégias para a inserção de temáticas voltadas para o enfrentamento ao racismo, sexismo, discriminação, preconceito e demais formas de opressão, bem como fazemos exigência de ampliação de direitos, democratização de espaços de poder e decisão na sociedade, promoção, valorização e debate sobre a identidade da mulher negra brasileira.

*Direitos Importam! Pretas no Poder!*

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO E PARTICIPE!

30/06 – Café e bate papo das pretas
Local: Sede da RMN-PR – Rua Professor Ovídio Brasílio da Costa, 2251, casa 3 – Santa Quitéria – Curitiba/PR
Horário: 9h30 – 12h

07/07 – Oficina Saúde da População Negra e Prevenção Combinada
Local: Tenda na “Boca Maldita” – Próxima à Praça Osório
Rua XV de Novembro – Curitiba/PR
Horário: 10h – 15h

07/07 e 08/07 – Ilê Yabás: mães e rainhas pretas
Virada Cultural de Mulheres Negras
Local: Sociedade Operária Beneficente 13 de Maio
Rua Desembargador Clotário Portugal, 274, Centro – Curitiba/PR
Horário: a partir das 15h

09/07 a 13/07: Palestras e ações sobre a temática da população negra e indígena
Local: Colégio Estadual Guaíra
Rua Lamenha Lins, 1962 – Rebouças – Curitiba – PR
Horário: Manhã e tarde
Realização: Associação Usina de Ideias

13/07: Oficina de cartazes para a Marcha das Mulheres Negras
Com as (os) alunas (os) do Colégio Estadual Guaíra
Local: Colégio Estadual Guaíra.
Rua Lamenha Lins, 1962 – Rebouças – Curitiba – PR
Horário: Manhã e tarde
Realização: Associação Usina de Ideias

14/07 – Palestra sobre o livro “Com Ela”
Com a Escritora Ingrid M. Alves
Local: Livraria Vertov
Rua Visconde do Rio Branco, 835 – Sala 02 – Mercês – Curitiba/PR
Horário: 14h

14/07 – Cine Debate – Cara Gente Branca
Local: Livraria Vertov
Rua Visconde do Rio Branco, 835 – Sala 02 – Mercês – Curitiba/PR
Horário: 18h

16/07 – Seminário Classe, Gênero e Raça
Local: Sede da APP Sindicato
Av. Iguaçu, 880 – Rebouças – Curitiba/PR
Horário: 18h – 20h

21/07 – Palestras e lançamentos de livros
“Ayo” – Escritora Vera Paixão
“Com Ela” – Escritora Ingrid M. Alves
Local: Livraria Vertov
Rua Visconde do Rio Branco, 835 – Sala 02 – Mercês – Curitiba/PR
Horário: 10h

21/07 – Roda de Conversa – Feminismo Negro
Local: Livraria Vertov
Rua Visconde do Rio Branco, 835 – Sala 02 – Mercês – Curitiba/PR
Horário: 14h

21/07 – Roda de Conversa – Saberes Ancestrais das Parteiras
Local: Livraria Vertov
Rua Visconde do Rio Branco, 835 – Sala 02 – Mercês – Curitiba/PR
Horário: 16h

22/07 – Feira do Afro-empreendedor
Homenagem às mulheres negras
Local: Praça Zumbi dos Palmares
Rua Eloi Orestes Zeglin, Pinheirinho – Curitiba/PR
Horário: 14h – 18h

22/07 – Oficina Corpo, Voz e Movimento
Local: Praça Zumbi dos Palmares
Rua Eloi Orestes Zeglin, Pinheirinho – Curitiba/PR
Horário: 15h – 16h

25/07 – Arraiá das Pretas
Local: Quintal da Maria
Av. Jaime Reis, 366 – São Francisco – Curitiba/PR
Horário: 19h – 22h

26/07 – A Mulher Negra na Universidade: conquistas e desafios
Local: Universidade Federal do Paraná – Setor de Ciências Humanas
Rua General Carneiro, 460 – Edifício D. Pedro I – Reitoria – Curitiba/PR
Horário: 19h

25, 26 e 27/07 – V Colóquio de Feminismo Negro
Local: Universidade Estadual de Maringá (UEM)
Av. Colombo, 5790 – Jardim Universitário – Maringá/PR
Horário: 19h30

27/07 – Oficina A Saúde da Mulher Negra
Local: Sede da ANEPRO (Associação dos Negros Procopenses)
Av. Antônio Silveira Brasil, 265, Jardim Bandeirantes – Cornélio Procópio / PR
Horário: 13h – 17h30

27/07 – CuTUCando a Inspiração apresenta: Slam Resistência Surda
Local: Teatro Universitário de Curitiba – TUC
Galeria Júlio Moreira – Travessa Nestor de Castro, s/nº, Gal. Júlio Moreira – Centro – Curitiba/PR
Horário: 19h – 22h
Apoio: Feira do Poeta
Curadoria: Gabriela Grigolom

28/07 – Dia das Princesas Negras
Local: Espaço Salão Africanitude – Estética e Arte
Rua Angenor Antônio Rodrigues, 432 – Sítio Cercado – Curitiba/PR
Horário: 10h

28/07 – Roda de Conversa “Empoderamento da mulher negra”
Dança e Bate-papo sobre o Julho das Pretas
Local: FAISCA – Feira Agroecológica de Inclusão Social Cultura e Artes
Avenida Ângelo Moreira, 5030 – Umuarama / PR
Horário: 16h – 20h

29/07 – Marcha das Mulheres Negras
Local: Parolin
Rua Professor Plácido e Silva, 860 – Parolin (Em frente ao Armazém da Família) – Curitiba/PR.
Horário: 14h

fonte: Rede de Mulheres Negras no Paraná

II CRAZY CAT TATTOO

Crazy Cat Gang  promove a segunda edição do Crazy Cat Tattoo, neste sábado, dia 23 de junho, na Casa Selvática, em Curitiba.

“Neste segunda edição conseguimos o apoio dos tatuares mais ninjas e gateiros de Curitiba

Felipe Cesar @felipecesar.me
Tamy Antunes @tamyantunes
Bad Vibes Tattoo
Vértebra Estúdio Vértebra
Prii_tattoo @pricilaadamski.tattoo
@loiz_loiz 

Vai ter tatuagem de gato de 5 a 7cm por R$200,00. 

Vai ter bazar de roupas e cacarecos a partir de R$2,00 até no máximo R$50,00

Vai ter comidinhas juninas veganas com a Kzau Cozinha
– caldinho de feijão
– torta de pinhão
– bolo de milho
– bolinho de milho salgado
– curau
– suspiro de amendoim
– chá da bruxa (com frutas e especiarias)
E ainda os tradicionais:
– paçoca
– pé de moleque
– quentão

Produtos exclusivos Crazy Cat Gang com canecas, adesivos, bandanas doadas pela Design de Estimação e carteiras vegan e de couro doadas pela Yë

Pocket Show ao vivo Rogê Além e DJS convidados (Clau Gonçalves, Edu Dario, Manas Zilli)

Workshop de Cuidados Felinos com a Andreza Soinegg, que é especialista em comportamento felino, babá de felinos da empresa Su Gato Mi Gato e também voluntária Crazy Cat Gang

Serviço:
II Crazy Cat Tattoo
DIA: 23/06
Horário: 13h às 19h,
LOCAL: Casa Selvática, Rua Nunes Machado, 950, Rebouças, Curitiba
Confira a página do evento, aqui

Apoio: Vertebra, Bronco Tattoo, Laia Tattoo, Casa Selvática e voluntárias ninjas
Ilustra: Rafaella Vanni

POETA CURITIBANO FERNANDO KOPROSKI PASSA A LIMPO SUA TRAJETÓRIA EM PEQUENO DICIONÁRIO DE AZUIS

Volume celebra as mais de duas décadas dedicas aos versos com poesia completa e fortuna crítica.

Fernando Koproski é um dos nomes mais importantes da literatura brasileira dos últimos anos. Poeta, tradutor, prosador e letrista de rock e música popular, o curitibano completa em 2018 mais de duas décadas dedicadas aos versos e, para celebrar esse momento, publica Pequeno dicionário de azuis.

O volume reúne toda a poesia de Koproski a partir de 1995, com o debut em Manual de ver nuvens, e se debruça sobre clássicos do universo koproskiano como Nunca seremos tão felizes como agora (2009) e Tudo que não sei sobre o amor (2003), que contém CD gravado em parceria com o músico Luciano Romanelli.

A poesia de Koproski transpira musicalidade e ritmo, não é à toa que muitos dos seus versos foram transformados em canções por nomes como Beijo AA Força, Carlos Machado, Casca de Nós e Alexandre França. Para o lançamento, que acontece no dia 26 de junho, às 19h30, no bar Ornitorrinco, o autor irá ler seus poemas acompanhado pelo guitarrista Mario Vizioli. No dia 27 de junho, o poeta apresenta o mesmo número para estudantes do Ensino Médio da rede pública de educação de São José dos Pinhais, Biblioteca Scharffenberg de Quadros.

Beleza áspera
Muito além que um apanhado da trajetória autoral de Koproski, Pequeno dicionário de azuis presenteia o leitor com poemas inéditos, fortuna crítica e entrevistas, somando 660 páginas. Para o escritor, em tempos de e-books e outras plataformas para se fazer e divulgar literatura, o papel ainda é fundamental para que se passe a limpo uma carreira prolífera como a sua. “Gosto de livros, cresci lendo e me apaixonando por livros reais, com ossatura forte de papel, livros com musculatura de papel e nervos de papel. E por isso, era natural sonhar em fazer um livro real. Livros virtuais não me atraem, acho eles sem graça”, comenta.

A poesia de Fernando Koproski é de uma beleza áspera, quase casual e que reflete a Curitiba de Leminski, Dalton Trevisan e Jamil Snege – e não a Cidade Sorriso ou a capital do futuro das propagandas. “A poesia é um acaso, uma espécie de acidente, uma voz que chama não os melhores, nem os mais belos, mas provavelmente uma convocação aos mais feios, desajustados, talvez problemáticos ou simplesmente despreparados para ficar frente a frente com a beleza e a verdade”, comenta o poeta em uma das entrevistas de Pequeno dicionário de azuis.

Entre contrapontos e choques de realidade, Koproski tece, como Penélope, seu tapete para desfazê-lo em seguida. Sempre na contramão dos lugares-comuns e do academicismo do mundo literário, poemas como “Universidade federal”, do Retrato do artista quando primavera (2016), “Autorretratos”, de Narciso para matar (2016), ou “Há flores dentro do tronco”, do, até agora, inédito À Procura da poesia mais pura (2017), apresentam um Fernando combativo, avesso aos formalismos que enquadram e limitam a poesia.

Agridoce
Como explica o escritor Paulo Sandrini, em um dos textos críticos que compõe a obra, “a poesia de Koproski é também um canto de guerra contra esse mundo atual, lugar lúgubre, reacionário, de poucos afetos e muito egoísmo”. Para lutar contra a banalidade do mal, nada mais certo que a pureza e inocência, que nada têm de ingenuidade.

Pequeno dicionário de azuis funciona também como uma grande ode às várias formas de amor. Se os versos de O Livro de sonhos (1999) celebram a juventude, a vontade de estar vivo a plenitude de Rimbaud ou Jim Morrisson, os poemas de Nunca seremos tão felizes como agora têm um endereço certo.

Como Vinícius de Moraes, Koproski é um poetinha. Não por ser menor, ao contrário, pela grandeza de seu delicado – e agridoce – vislumbre sobre o cotidiano. Algo que somente os olhos do poeta treinado, e sôfrego, é capaz de produzir. Segundo Fernando, escrever poesia não é um ato diário, é algo sobre o qual se debruça como um viajante sobre um mapa. “Para fazer poesia você precisa de um assombro, um insight, uma inspiração, alguma espécie de gatilho de fogo para ‘atravessar o espelho’ e encontrar o poema lá do outro lado”, afirma.

Não é exagero dizer que a poesia é a arte do encanto e da busca pelo ideal da beleza. Isso porque, como explica o poeta, “a importância da poesia e da compaixão, misericórdia e do amor é a mesma.” E, novamente, o que surge é a pureza e a inocência – que só pode ser aprendida com as crianças.  “Ingrid grávida”, “Laurinha” e “O olhar de Laura”, os três da safra inédita, formam uma belíssima trilogia da paternidade.

No final, se percebe que Pequeno dicionário de azuis é um caleidoscópio poético, capaz de levar o leitor em uma viagem pelo coração do poeta que, como bem definiu Antônio Thadeu Wojciechowski, bomba versos em nosso sangue.

Sobre o autor
Fernando Koproski nasceu em Curitiba em 1973. É autor da trilogia Um Poeta deve morrer – Nunca seremos tão felizes como agora (2009), Retrato do artista quando primavera (2014) e Retrato do artista quando verão, outono, inverno (2014). Escreveu a série ficcional A Complicada beleza – Narciso para matar (2016), Crônica de um amor morto (2016) e A Teoria do romance na prática (2016) –, os livros de poesia Como tornar-se azul em Curitiba (2004), Pétalas, pálpebras e pressas (2004), premiado pela Secretaria do Estado da Cultura do Paraná, entre outros.

Koproski foi o primeiro tradutor do cantor e poeta canadense Leonard Cohen no Brasil, publicando as coletâneas Atrás das linhas inimigas de meu amor (2007) e A Mil beijos de profundidade (2016). É responsável pela tradução e seleção dos poemas de Charles Bukowski que compõem os livros Essa loucura roubada que não desejo a ninguém a não ser a mim mesmo amém (2005), Amor é tudo que nós dissemos que não era (2012) e Maldito deus arrancando esses poemas de minha cabeça (2015). Traduziu, em 2016, Cabeça de adulto, obra poética de Jeff Tweedy, vocalista e letrista da banda Wilco.

Serviço:
Lançamento de Pequeno dicionário de azuis
Poesia | Editora 7Letras | 660 páginas | R$ 69,00.
Leitura de poemas na voz do autor acompanhado pelo guitarrista Mario Vizioli
Quando: 26 de junho (terça-feira) | Horário: 19h30
Onde: Bar Ornitorrinco (R. Benjamin Constant, 400 – Centro de Curitiba).

EXPOSIÇÃO “INTERAFETIVIDADE” É SUCESSO EM CURITIBA E LOTA GALERIA NO SHOPPING PÁTIO BATEL

Interafetividade – foto Renata Peterlini

Exposição “Interafetividade” é sucesso em Curitiba e lota galeria no Shopping Pátio Batel

Mais uma atração promovida pelo Circuito Cultural Ademilar cai nas graças dos curitibanos e é sucesso de público. E o melhor: se você ainda não viu, ela fica em exposição até 30 de junho com acesso gratuito

A exposição “Interafetividade”, inaugurada no dia 15 de maio, é resultado da união de duas figuras já reconhecidas da cena cultural: a premiada artista plástica Sandra Hiromoto e a cantora e compositora Fernanda Takai. A conexão entre as artistas não é recente. Elas trabalham juntas desde 2011, quando se conectaram via redes sociais e Sandra foi convidada para produzir a arte gráfica de um livro da cantora.

Em “Interafetividade”, Sandra cria pinturas inspiradas nas músicas de Fernanda, estabelecendo um diálogo entre as artes, além de uma imersão em um mundo imaginário recriado entre encontros e desencontros amorosos. A exposição recebeu cerca de 200 pessoas em sua inauguração e já é considerada recorde de público da Galeria InterARTividade, localizada no Shopping Pátio Patel.

Para Sandra, o projeto fortalece ainda mais a relação entre as artistas. “Do conceito à concretização da ideia, desenvolver esse trabalho foi um misto de liberdade e entrosamento da equipe. O resultado nos deixou muito orgulhosos. Vale a pena conferir”, destaca a artista, convidando o público a visitar a exposição.

Utilizando-se de técnicas digitais, a galeria interativa oferece uma experiência sensorial que envolve o espectador e seus sentidos. Com conceito inovador, a Galeria InterARTividade é a única no Brasil a trabalhar exclusivamente com projeção em paredes. Sua característica multimídia e exposições de sucesso no currículo – sempre gratuitas – a colocaram no mapa cultural da cidade.

Sobre as artistas
Sandra Hiromoto é artista visual e designer especialista em poéticas do ensino na arte contemporânea. Representou o Brasil no “Heart Brazilian Art Festival – Trienalle de Aichi”, no Japão, e é reconhecida internacionalmente, tendo sido premiada em Paris, na França, e na Bélgica. Participou da III Bienal de Artes Brasileiras em Bruxelas. Já expôs nos Museus de Kobe, Ehime, Yokohama e Kumamoto, todos no Japão. Também teve seu trabalho exposto nos Estados Unidos, Peru, Espanha, Colômbia, México e Cuba. Premiada em diversos salões de arte no Brasil, possui obras no acervo do Palácio Imperial do Japão.

Fernanda Takai é compositora e artista reconhecida pela sua trajetória na banda Pato Fu. Há dez anos iniciou também uma carreira solo. Lançou 18 álbuns e sete DVDs, tem quatro discos de ouro e já vendeu mais de um milhão de cópias. É uma artista que coleciona vários prêmios, entre eles o Grammy Latino e o Prêmio da Música Brasileira. Autora de quatro livros, recentemente conquistou um Prêmio Jabuti.

Circuito Cultural Ademilar
A exposição “Interafetividade” é uma das apostas da segunda edição do Circuito Cultural Ademilar, uma iniciativa que fomenta a cena artística da cidade e incentiva cerca de 20 projetos de música, arte, teatro e dança. O projeto foi viabilizado via Lei do Mecenato Municipal pela Ademilar, uma das maiores incentivadoras da área privada de Curitiba. “Interafetividade” fica em exposição até 30 de junho, seguindo o horário de funcionamento do shopping.

Serviço
Exposição Interafetividade
Local: Galeria InterARTividade | Shopping Pátio Batel, piso L3, Av. do Batel, 1868, Batel, Curitiba-PR.
Entrada: gratuita

Período: até 30 de junho

Atendimento à imprensa
The Way Comunicação
Tel.: (41) 3107-2020

IPHAN ABRE CONCURSO: 411 VAGAS PARA TODO O PAÍS, COM 9 VAGAS PARA JORNALISTA/RELAÇÕES PÚBLICAS

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional abre concurso público com 411 vagas em todo o país:

– 104 para Analista I
– 176 para Técnico I
– 131 para Auxiliar Institucional I

Com vagas para jornalismo, relações públicas (MG: 1 vaga, DF: 7 vagas, e RJ: 1 vaga), antropologia, economia, tecnologia da informação, relações internacionais, administração, arqueologia, geoprocessamento, biblioteconomia, botânica, agronomia, engenharia civil, história, arquivologia, arquitetura e urbanismo, dentre outras!

ANALISTA I – ÁREA COMUNICAÇÃO SOCIAL:
DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS ATIVIDADES: desenvolver atividades de nível superior, de complexidade e responsabilidade elevadas que compreendam o assessoramento especializado voltado para a gestão dos processos relativos à salvaguarda e à preservação do patrimônio cultural; acompanhar e se manifestar em processos relacionados a políticas intersetoriais e temáticas transversais ao patrimônio cultural; desenvolver e participar das atividades de articulação e mobilização social necessárias às ações institucionais; participar
em conselhos representativos, comissões, grupos e equipes de trabalho de interesse da administração; elaborar e analisar orçamentos; executar atividades de gestão administrativa, orçamentária e financeira; acompanhar

e fiscalizar projetos e(ou) serviços; elaborar termos de referência, projetos e editais; fiscalizar contratos, convênios e instrumentos congêneres; e outras atividades compatíveis com as atribuições profissionais e competências institucionais.

REMUNERAÇÃO: R$ 5.035,29.

JORNADA DE TRABALHO: 40 horas semanais.

ÁREA 1

REQUISITO: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Comunicação Social, Jornalismo ou Relações Públicas, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).

As inscrições serão abertas em 18 de junho.

Taxa: Nível superior: R$ 117,00. Nível médio: R$ 84,00.

Horário: Será admitida a inscrição somente via internet, através deste link / solicitada no período entre 10 horas do dia 18 de junho de 2018 e 18 horas do dia 9 de julho de 2018 (horário oficial de Brasília/DF).

Confira o edital aqui

E todas as informações aqui

Atuação do Iphan
O quadro técnico do Iphan – distribuído entre a sede em Brasília, 27 superintendências estaduais, 37 escritórios técnicos, incluindo os Parques Históricos Nacionais e seis unidades especiais – é responsável por uma ampla gama de atribuições constitucionais e legais, como identificação, reconhecimento, salvaguarda e fiscalização do Patrimônio Cultural Nacional, proteção dos Sítios Arqueológicos e Reservas Técnicas, preservação de acervos documentais e bibliográficos, identificação da diversidade linguística, gestão do Patrimônio Genético, execução de projetos e obras de intervenção em bens e conjuntos tombados, gerenciamento dos programas PAC das Cidades Históricas e Agora é Avançar, aprovação, fiscalização e apuração de prestação de contas de Convênios e processos de Lei de Incentivo à Cultura, ações educativas, assistência técnica e monitoramento do Patrimônio Mundial, e definição da Política de Patrimônio Cultural no Brasil.

fonte

BATUCADA – ESPECIAL CARTOLA E NELSON CAVAQUINHO

No próximo sábado (09) acontece o evento Batucada – Especial Cartola e Nelson Cavaquinho, com o grupo Braseiro. A apresentação iniciará às 20h, na Caiçara Bar, em Curitiba, no valor de $15. 

O grupo Braseiro surgiu em 2013 com uma formação hoje distinta. A proposta atual é defender as composições de sambistas da cena local que estabelecem, em sua melodias e letras, um diálogo direto com os mestres sambistas fundadores das escolas do Colorado, Estácio, Império Serrano, da Portela, Mangueira Estácio e outras. Formado pelos músicos Jonas Lopes (bandolim e cavaquinho), Otto Lenon (pandeiro), Luiz Ivanqui (violão 7 cordas), Ricardo Salmazo (percussão e voz) e Otávio Augusto (clarinete e clarone), o grupo ressalta e defende o samba da velha guarda brasileira, além de dialogar com melodias do samba contemporâneo. Propõe arranjos que relacionam os gêneros de samba e choro, com outras vertentes deste gênero. O Braseiro está disponível para participar de projetos culturais envolvendo leis de incentivo, além de apresentações em bares, casas de shows e eventos.

Confira um pouco do som do Grupo Braseiro:


Serviço:
BATUCADA – ESPECIAL CARTOLA E NELSON CAVAQUINHO
Data: Sábado, dia 9 de junho, das às 20h a meia noite
Local: A Caiçara, Rua Dr. Claudino dos Santos, 90, Largo da Ordem, São Francisco-PR.
Entrada: 15 reais.
Confira a página do evento, aqui.

CABARET DE RUA NA PRAÇA RUI BARBOSA

Cabaret Macchina foto de Larissa Brum

Após circular por diversos espaços públicos da cidade, artistas da Casa Selvática retornam com a pós-ópera anti-edipiana Cabaret Macchina na Praça Rui Barbosa

A partir desta quinta feira, dia 7 de junho, é possível assistir o espetáculo Cabaret Macchina do coletivo curitibano Casa Selvática na Praça Rui Barbosa. A peça retorna às dependências da Rua da Cidadania Matriz, de quinta à sábado às 20h e no domingo às 17h com entrada gratuita.

Com direção de Ricardo Nolasco e dramaturgia de Francisco Mallmann e Leonarda Glück, a partir da obra do dramaturgo alemão Heiner Müller, o espetáculo é uma pós-ópera em formato de cabaré de rua.

Os artistas vão às ruas de Curitiba em busca dos restos de um herói. O coletivo exercita assim uma nova possibilidade para o mundo, um espetáculo máquina desejante. No humor corrosivo de um famigerado cabaré, o dia-a-dia de vedetes encenando clássicos ocidentais em uma pós-ópera anti-edipiana. Dentro da cidade, personagens canônicas dos escombros de um teatro de guerra se encontrarão com os fantasmas de uma contemporaneidade que atira a tudo e a todos no grande vácuo do desuso.

Após circular por diferentes espaços públicos da cidade, o Museu Municipal de Arte (MUMA), o Pátio da Reitoria da Universidade Federal do Paraná, o estacionamento da sede administrativa da Rua da Cidadania da Cidade Industrial e nas dependências do Centro Cultural Boqueirão, os artistas da Casa Selvática retornam com a pós-ópera anti-edipiana Cabaret Macchina para a Praça Rui Barbosa, espaço onde o espetáculo estreou integrando a Mostra Oficial do Festival de Teatro com participação especial de Karina Buhr.

Cabaret Macchina foto de Mariama Lopes

SERVIÇO:
CABARET MACCHINA – Uma pós-ópera anti-edipiana da Casa Selvática
Praça Rui Barbosa, centro de Curitiba
7,8,9 e 10 de junho (quinta, sexta e sábado às 20h e no domingo às 17h)
Entrada Gratuita
Confira a página do evento, aqui

Cabaret Macchina foto de Humberto Araujo