COM FESTA-SHOW NO ORNITORRINCO, ROSEANE SANTOS BRINDA SEU PRIMEIRO ÁLBUM

A cantora se apresenta no bar Ornitorrinco (Benjamin Constant, 400, Centro de Curitiba) sexta 27 de setembro, acompanhada do Bailinho Perdido, com repertório variado e muitas surpresas; festa marca o final da campanha de financiamento coletivo de Fronteiriça, em fase de finalização.

Quem é fã de música brasileira tem um convite duplo para este final de setembro: na próxima sexta-feira, a cantora Roseane Santos comanda o baile no palco do Ornitorrinco e ainda chama amigxs, admiradoras e admiradores para colaborarem na reta final da campanha de financiamento do seu álbum Fronteiriça, que se encerra na próxima segunda-feira, dia 30. 

Reta final >
O disco reúne 10 canções, dentre textos escritos pela própria artista e parcerias com amigas e amigos artistas da música, teatro, literatura e dança (como Luciano Faccini, Leonarda Glück, Ary Giordani, Francisco Mallmann, Bia Figueiredo e Ana Modesto). A banda tem André Garcia no violão, guitarra e arranjos-base, Gabriela Bruel na percussão, Daniel D’Alessandro na bateria, Victoria Vilandez no contrabaixo e Luciano Faccini no clarinete, violão, efeitos, ambientações, direção artística — ao lado da própria Rose — e produção musical em parceria com Leonardo Gumiero, além de várias participações especiais. Quem assina a arte é Thalita Sejanes e a produção executiva é de Moira Albuquerque. 

Com apoio do Colégio Medianeira em suas fases iniciais, o projeto encerra na próxima segunda-feira (30) a campanha de financiamento coletivo para contemplar despesas finais de mixagem, masterização, lançamento e remuneração da equipe (12 profissionais, entre músicos, designer e produtores). 

Ainda dá tempo!
As contribuições partem de R$ 15 e oferecem diversas recompensas, como ingressos para shows de FRONTEIRIÇA, download de faixas exclusivas antes do lançamento oficial e convites para o evento de audição das músicas com toda a equipe. 

> confira a página da campanha do Benfeitoria www.benfeitoria.com/fronteiricaroseanesantos 

> saiba mais sobre a música de Roseane Santos: 
www.soundcloud.com/roseane-santos/ 

O baile da Rose >
Na festa de sexta, Rose estará à frente do Bailinho, com Kelvin de Souza, Luciano Faccini, Acácio Guedes, Daniel D’Alessandro, Gabriela Bruel e Má Ribeiro, além da convidada mais que especial, Victoria Vilandez. Uia! No repertório, canções autorais – mas o material do disco fica para o lançamento  –, muito Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga, João do Vale, Chico César, Gilberto Gil, Efigênia Rolim e ainda um monte de surpresas. Compareça! O baile começa a partir das 20h. 

Serviço: 
Roseane Santos + Bailinho Perdido no Ornitorrinco!
Sexta-feira, 27 de setembro 
Das 20h às 00h
Ornitorrinco Bar > Rua Benjamin Constant, 400, Centro 
Entrada > R$ 10 
Página do evento, aqui

TEATRO, DANÇA E PERFORMANCE SÃO ATRAÇÕES DA MOSTRA NOVOS REPERTÓRIOS 2018

Pálidos – CiaSenhas. Foto Elenize Dezgeniski

Programação eclética e gratuita reúne 16 espetáculos produzidos em Curitiba. As apresentações acontecerão de 17 a 26 de agosto.

Quem estiver na capital paranaense, entre os dias 17 e 26 de agosto, terá a oportunidade de prestigiar as produções artísticas mais expressivas do teatro, da dança e da performance de Curitiba, durante a 11ª edição da Mostra Novos Repertórios. Além de eclética a Mostra também é gratuita.

O evento, que vem crescendo a cada ano, está definitivamente consolidado e possibilita ver e tornar visível o que de mais potente se produz por aqui. A satisfação do público em relação à qualidade e diversidade dos espetáculos nas últimas edições garantiram a presença do evento no calendário cultural da cidade.

“Fundamentalmente a Mostra foi criada para dar mais visibilidade às nossas produções. Houve uma evolução no conceito, mas como o nome diz, queremos apresentar um recorte do que há de mais novo na cidade – em linguagem, pesquisa, repertório etc. Queremos que os curitibanos e os que moram aqui frequentem mais os espaços culturais da cidade e valorizem o que é produzido aqui, pois nossas produções são de altíssimo nível”, declara Michele Menezes, idealizadora e diretora de produção do projeto.

A programação deste ano privilegia a multiplicidade de linguagens artísticas e irá ocupar os palcos dos teatros Guairinha (Auditório Salvador de Ferrante), Miniauditório (Glauco Flores de Sá Brito) e Teatro Novelas Curitibanas, além de realizar apresentações ao ar livre (em lugares públicos como praças e terminais de ônibus) e nas sedes das companhias locais.

Entre os destaques, a estreia do novo trabalho de Maikon K, Neblina Canibal, tido como o maior nome atual na performance brasileira. O artista, em seu trabalho anterior, ficava nu em uma bolha no trabalho DNA de DAN e foi preso de forma violenta, no ano passado, em Brasília, enquanto se apresentava em frente ao Museu Nacional da República. O espetáculo Pálidos, a última montagem da CiaSenhas, companhia curitibana que vem conquistando reconhecimento nacional. Primavera Leste da Minha Nossa Companhia de Teatro, que tem desenvolvido pesquisas importantes e promovido o intercâmbio entre artistas de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Curitiba. O musical tem direção de Dimis Jean Sores a partir da dramaturgia de Diogo Liberano (RJ).

“O maior destaque, na verdade, é o ecletismo das produções. No ano passado já tivemos uma programação para gostos bem variados, mas este ano verticalizamos. Também resolvemos retomar mais um dos conceitos da Novos Repertórios, que é apresentar novos talentos. Com isso, teremos na programação jovens artistas, mas que já conquistam espaço com trabalhos importantes”, ressalta Michele.

“O evento simboliza também uma tentativa de resistência artística, de unir forças enquanto pensadores da arte e da sociedade e nos darmos um momento do ano para olharmos para nossa criação, a Mostra proporciona este encontro mediado pela cidade e por olhares de profissionais externos como críticos e curadores”, conta a atriz, produtora e tradutora Giovana Soar da companhia brasileira de teatro, responsável pela direção artística da Mostra.

A gestora cultural, Sonia Sobral (SP) já confirmou presença nesta edição, bem como críticos renomados como Valmir Santos (Teatro Jornal/SP), Danielle Avila Small (Questão de Crítica/RJ) e Michele Rolim (Agora/RS). Espera-se também a presença de curadores de importantes festivais do país.

A relação dos espetáculos com a cidade, com o público e o corpo na cena como posicionamento político norteou o processo de escolha da equipe de curadores, que nesta edição conta com a produtora cultural, Loa Campos, com o ator Rodrigo Ferrarini e com o diretor e professor da UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Henrique Saidel. “Tentamos desenhar uma programação que contemplasse, na medida do possível, as diferenças. Costuramos, assim, uma grade com espetáculos em espaços fechados (palco italiano, caixa preta, espaços alternativos) e na rua (praças, terminais de ônibus, orelhões etc.). Uma grade com trabalhos de teatro, teatro musical, dança, cabaré, performance. Uma grade com obras que abordam – cada qual à sua maneira – questões identitárias, sociais, raciais e de gênero, sobre lugares de fala. Uma grade composta por artistas já experientes e por artistas que estão iniciando suas carreiras. Uma grade, portanto, em sintonia com o que tem pulsado na cidade e nos corpos, com a cena que construímos juntos, todos os dias, nesses tempos sombrios e estranhos em que estamos vivendo”, destaca Loa Campos.

Propor a discussão do fazer artístico e dos caminhos que o futuro aponta para as artes cênicas é também um dos propósitos da Mostra que inclui ainda na programação encontros, conversas e debates com o intuito de promover trocas e reflexões entre artistas locais, artistas convidados de outras cidades, críticos, pensadores, criadores, programadores de festivais e público.

“Espero que além de repetir o sucesso de público do ano passado, que a Mostra renda bons frutos para as companhias e artistas. Queremos movimentar Curitiba durante os dias de evento e atrair cada vez mais olhares para a nossa cidade”, conclui Menezes.

Pão com linguiça. Foto: Paulinha Kozlowski

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

Dia 17 (sexta)
(15h) – CONVERSA com Sonia Sobral (SP) – Casa 4 Ventos
(21h) – PRIMAVERA LESTE / Minha Nossa Companhia de Teatro – Guairinha
(23h) – SHOW LADY INCENTIVO E AS CONTRAPARTIDAS/Ave Lola – Sede Ave Lola

Dia 18 (sábado)
(12h) – RADIO ATALAIA / Filhas da Fruta e Catarina – Passeio Público
(19h) – NEBLINA CANIBAL (*Estreia) / Maikon K – companhia brasileira de teatro (21h) – P DE PALHAÇO / Cena Hum – Guairinha
(22h) – FESTA / Breguenaits – Jokers (*pago: R$40 e R$20)

Dia 19 (domingo)
(15h) – CONVERSA (Danielle Avila, Edson Bueno, Michele Rolim e Francisco Mallmann) – Estúdio Delírio
(17h) – CABARET VOLTEI / Selvática Ações Artísticas e O Estábulo de Luxo – Guairinha

Dia 20 (segunda-feira)
(19h) – PROJETO QUEER / Rainha de 2 Cabeças – Mini Guaíra
(21h) – PÃO COM LINGUIÇA / Entretantas Conexões em Dança – Guairinha

Dia 21 (terça-feira)
(19h) BILLIE / Dezoito Zero Um Cia de Teatro – Mini Guaíra
(21h) – LEVANTE / Fernando de Proença e Renata Roel – Guairinha

Dia 22 (quarta-feira)
(12h) – AGORA VOCE OUVIRÁ / Henrique Saidel – Mercado das Flores
(19h) – ENTRE CABOCLOS E BAIANAS / Leo Cruz – Teatro Novelas Curitibanas
(21h) – CABARET DAS DIVINAS DIVAS / Ruído Companhia de Teatro – Guairinha

Dia 23 (quinta-feira)
(12h) – O ESCREVEDOR DE HISTÓRIAS/ Marcel Szymanski – Praça Rui Barbosa
(15h) CONVERSA com Valmir Santos (Crítico do Site Teatro Jornal) – Casa 4 Ventos
(19h) – ENTRE CABOCLOS E BAIANAS / Leo Cruz – Teatro Novelas Curitibanas

Dia 24 (sexta-feira)
(12h) – O ESCREVEDOR DE HISTÓRIAS/ Marcel Szymanski – Praça Rui Barbosa
(19h) – <CORPATROZ.EXE> / Cia Corpa – Teatro Novelas Curitibanas
(21h) – OS PÁLIDOS / CiaSenhas – Sede Cia Senhas

Dia 25 (sábado)
(19h) – <CORPATROZ.EXE> / Cia Corpa – Teatro Novelas Curitibanas
(21h) – OS PÁLIDOS / CiaSenhas – Sede Cia Senhas

Dia 26 (domingo)
(15h) – BALANÇO FINAL – Teatro Novelas Curitibanas
(17) – FESTA DE ENCERRAMENTO – Ornitorrinco

A realização deste projeto é da Pró Cult e conta com o incentivo da Ademilar e do Banco do Brasil, através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura e apoio da Fundação Cultural de Curitiba.

Obs.: Os ingressos são gratuitos e serão distribuídos uma hora antes dos espetáculos, nos locais das apresentações. Sujeito à lotação dos espaços.

Confira a programação completa:
www.novosrepertorios.com.br
Facebook: @novosrepertorios
http://procultbr.com/

Endereços:
Guairinha (Rua XV de Novembro, 971 – Centro / Telefone: 41 3304 7900).
Mini Guaíra (Rua Amintas de Barros, s/n – Centro / Telefone: 41 3304 7900).
Teatro Novelas Curitibanas (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1.222 – São Francisco / Telefone: 41 3321 3358).
Ave Lola (Av. Mal. Deodoro, 1227 – Centro / Telefone: 41 2112 9924).
CiaSenhas (Rua São Francisco, 35 –  São Francisco / Telefone: 41 3222 0355).
companhia brasileira de teatro (Rua José Bonifácio, 135 – sala 01 – Largo da Ordem / Telefone: 41 3223 7996).
Casa 4 Ventos (Rua da Paz, 51 – Alto da XV / Telefone: 41 3040-3322).
Passeio Público (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, s/n – Centro / Telefone: 41 3350 9940).
Estúdio Delírio (R. Saldanha da Gama, 69 – Centro / Telefone: 41 3016 3769).
Mercado das Flores (Praça Generoso Marques, s/n).
Ornitorrinco (R. Benjamin Constant, 400 – Centro / Telefone: 41 3121 2334).
Jokers (R. São Francisco, 164 – Centro / Telefone: 41 3324 2351).

Neblina Canibal – Foto Amanda Vicentini

POETA CURITIBANO FERNANDO KOPROSKI PASSA A LIMPO SUA TRAJETÓRIA EM PEQUENO DICIONÁRIO DE AZUIS

Volume celebra as mais de duas décadas dedicas aos versos com poesia completa e fortuna crítica.

Fernando Koproski é um dos nomes mais importantes da literatura brasileira dos últimos anos. Poeta, tradutor, prosador e letrista de rock e música popular, o curitibano completa em 2018 mais de duas décadas dedicadas aos versos e, para celebrar esse momento, publica Pequeno dicionário de azuis.

O volume reúne toda a poesia de Koproski a partir de 1995, com o debut em Manual de ver nuvens, e se debruça sobre clássicos do universo koproskiano como Nunca seremos tão felizes como agora (2009) e Tudo que não sei sobre o amor (2003), que contém CD gravado em parceria com o músico Luciano Romanelli.

A poesia de Koproski transpira musicalidade e ritmo, não é à toa que muitos dos seus versos foram transformados em canções por nomes como Beijo AA Força, Carlos Machado, Casca de Nós e Alexandre França. Para o lançamento, que acontece no dia 26 de junho, às 19h30, no bar Ornitorrinco, o autor irá ler seus poemas acompanhado pelo guitarrista Mario Vizioli. No dia 27 de junho, o poeta apresenta o mesmo número para estudantes do Ensino Médio da rede pública de educação de São José dos Pinhais, Biblioteca Scharffenberg de Quadros.

Beleza áspera
Muito além que um apanhado da trajetória autoral de Koproski, Pequeno dicionário de azuis presenteia o leitor com poemas inéditos, fortuna crítica e entrevistas, somando 660 páginas. Para o escritor, em tempos de e-books e outras plataformas para se fazer e divulgar literatura, o papel ainda é fundamental para que se passe a limpo uma carreira prolífera como a sua. “Gosto de livros, cresci lendo e me apaixonando por livros reais, com ossatura forte de papel, livros com musculatura de papel e nervos de papel. E por isso, era natural sonhar em fazer um livro real. Livros virtuais não me atraem, acho eles sem graça”, comenta.

A poesia de Fernando Koproski é de uma beleza áspera, quase casual e que reflete a Curitiba de Leminski, Dalton Trevisan e Jamil Snege – e não a Cidade Sorriso ou a capital do futuro das propagandas. “A poesia é um acaso, uma espécie de acidente, uma voz que chama não os melhores, nem os mais belos, mas provavelmente uma convocação aos mais feios, desajustados, talvez problemáticos ou simplesmente despreparados para ficar frente a frente com a beleza e a verdade”, comenta o poeta em uma das entrevistas de Pequeno dicionário de azuis.

Entre contrapontos e choques de realidade, Koproski tece, como Penélope, seu tapete para desfazê-lo em seguida. Sempre na contramão dos lugares-comuns e do academicismo do mundo literário, poemas como “Universidade federal”, do Retrato do artista quando primavera (2016), “Autorretratos”, de Narciso para matar (2016), ou “Há flores dentro do tronco”, do, até agora, inédito À Procura da poesia mais pura (2017), apresentam um Fernando combativo, avesso aos formalismos que enquadram e limitam a poesia.

Agridoce
Como explica o escritor Paulo Sandrini, em um dos textos críticos que compõe a obra, “a poesia de Koproski é também um canto de guerra contra esse mundo atual, lugar lúgubre, reacionário, de poucos afetos e muito egoísmo”. Para lutar contra a banalidade do mal, nada mais certo que a pureza e inocência, que nada têm de ingenuidade.

Pequeno dicionário de azuis funciona também como uma grande ode às várias formas de amor. Se os versos de O Livro de sonhos (1999) celebram a juventude, a vontade de estar vivo a plenitude de Rimbaud ou Jim Morrisson, os poemas de Nunca seremos tão felizes como agora têm um endereço certo.

Como Vinícius de Moraes, Koproski é um poetinha. Não por ser menor, ao contrário, pela grandeza de seu delicado – e agridoce – vislumbre sobre o cotidiano. Algo que somente os olhos do poeta treinado, e sôfrego, é capaz de produzir. Segundo Fernando, escrever poesia não é um ato diário, é algo sobre o qual se debruça como um viajante sobre um mapa. “Para fazer poesia você precisa de um assombro, um insight, uma inspiração, alguma espécie de gatilho de fogo para ‘atravessar o espelho’ e encontrar o poema lá do outro lado”, afirma.

Não é exagero dizer que a poesia é a arte do encanto e da busca pelo ideal da beleza. Isso porque, como explica o poeta, “a importância da poesia e da compaixão, misericórdia e do amor é a mesma.” E, novamente, o que surge é a pureza e a inocência – que só pode ser aprendida com as crianças.  “Ingrid grávida”, “Laurinha” e “O olhar de Laura”, os três da safra inédita, formam uma belíssima trilogia da paternidade.

No final, se percebe que Pequeno dicionário de azuis é um caleidoscópio poético, capaz de levar o leitor em uma viagem pelo coração do poeta que, como bem definiu Antônio Thadeu Wojciechowski, bomba versos em nosso sangue.

Sobre o autor
Fernando Koproski nasceu em Curitiba em 1973. É autor da trilogia Um Poeta deve morrer – Nunca seremos tão felizes como agora (2009), Retrato do artista quando primavera (2014) e Retrato do artista quando verão, outono, inverno (2014). Escreveu a série ficcional A Complicada beleza – Narciso para matar (2016), Crônica de um amor morto (2016) e A Teoria do romance na prática (2016) –, os livros de poesia Como tornar-se azul em Curitiba (2004), Pétalas, pálpebras e pressas (2004), premiado pela Secretaria do Estado da Cultura do Paraná, entre outros.

Koproski foi o primeiro tradutor do cantor e poeta canadense Leonard Cohen no Brasil, publicando as coletâneas Atrás das linhas inimigas de meu amor (2007) e A Mil beijos de profundidade (2016). É responsável pela tradução e seleção dos poemas de Charles Bukowski que compõem os livros Essa loucura roubada que não desejo a ninguém a não ser a mim mesmo amém (2005), Amor é tudo que nós dissemos que não era (2012) e Maldito deus arrancando esses poemas de minha cabeça (2015). Traduziu, em 2016, Cabeça de adulto, obra poética de Jeff Tweedy, vocalista e letrista da banda Wilco.

Serviço:
Lançamento de Pequeno dicionário de azuis
Poesia | Editora 7Letras | 660 páginas | R$ 69,00.
Leitura de poemas na voz do autor acompanhado pelo guitarrista Mario Vizioli
Quando: 26 de junho (terça-feira) | Horário: 19h30
Onde: Bar Ornitorrinco (R. Benjamin Constant, 400 – Centro de Curitiba).

CAIXA PRETA #02 | BALANÇO BRASILEIRO

CAIXA PRETA #02
Uma viagem pela música negra mundial
ESPECIAL: Balanço Brasileiro

28 ABR 18 . SÁBADO . 22H30
____________________________________
Hora de preparar as malas para esta viagem pela música negra mundial. Tudo sendo registrado na nossa CAIXA PRETA.

⋞ NO COMANDO ⋟
Babi Oeiras
Disco Veneno

⋞ EQUIPE ⋟
DESIGN E PRODUÇÃO: Brenda Santos

⋞ VALORES ⋟
R$ 12,00

Local: Ornitorrinco, Benjamin Constant, 400, Centro de Curitiba
Data: Dia 28 de abril, sábado, das 22:30 às 3:30 (29 de abril)

Organização: Ornitorrinco, Um Baile Bom, Disco Veneno, Babi Oeiras

Confira a página do evento, aqui

HOJE ::: CUTELO ASSASSINO – UMA TRAGÉDIA GREGA DE ATROCIDADES NO AP DA 13

CUTELO ASSASSINO – Uma Tragédia Grega de Atrocidades

ÚNICA APRESENTAÇÃO

Amygdalota, espartana, esposa do grego Tartarian, quer reconhecimento pelos anos casada. Ela prepara o jantar: um frango é manipulado, cutelado e cozinhado em cena.

Após mais uma tentativa de dominação através da cultura, do sexo e do território de um homem sobre uma mulher, ela vira o jogo.

A linguagem é híbrida, teatro e cinema dialogam. A cena real e a cena cinematográfica, projetada, estão simultaneamente presentes para o público.

Este é voyeur do cotidiano do casal, que discutem a relação. A encenação teatral se utiliza da linguagem cinematográfica na ocupação de uma casa com a multiplicação da cena através do vídeo e do áudio, possibilitando ao público acompanhar a cena presencialmente ou assistir como em um cinema.

A dramaturgia de Leonarda Glück ironiza a tradição grega como pano de fundo para uma tragicomédia mordaz e ácida.
Ambientes se fundem ao acompanhar a última hora desse casamento.

Onde estará a Luz nas Trevas?

Edição AP. DA 13

Criadores desta Edição:
Texto – Leonarda Glück
Encenação e Atuação – Patricia Saravy e Ricardo Nolasco
Som – Jo Mistinguett
Olhos de Câmeras – Guilherme Chalegre, Renata Correa, Lais Melo
Arte do espaço – Patricia Cipriano.
Produção – Victor Hugo
Apoio e Parceria – Selvática Ações Artísticas e Casa Selvática.

Serviço:
Gênero – Tragicomédia
Classificação: 18 anos
Local – Ap. da 13 – Rua Treze de Maio, 1001, apto 01, centro de Curitiba.
Data – 05/12/2017 – terça-feira
Entrada – R$20 / R$10

Agradecimentos aos parceiros – a todxs artistas selváticxs, Leonarda Glück, Fabia Regina, Fábio Kinas, Maikon K, Karina Flor, Jeff Grochovs, Amabilis de Jesus, Gustavo Bittencourt, Luigi D’Angelo, Pedro Mansa, Bistrô da Flor, Cândida Monte, Well Guitti e Bar Ornitorrinco.

Página do evento, aqui