Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
As aulas acontecerão de 10 a 13 de agosto de 2021 de forma on-line
Na busca de ampliar o acesso, exercer a cultura da inclusão e garantir o direito de pessoas surdas a participarem de programações culturais, o Sesc Paraná abre inscrições para a Criação Teatral em Libras, uma oficina dedicada ao desenvolvimento de cenas curtas integralmente na linguagem de sinais.
A oficina possui a carga horária de 12 horas, e acontecerá de 10 a 13 de agosto, das 19h às 22h pela plataforma on-line Zoom. A atividade é gratuita e as vagas são limitadas. Podem participar pessoas surdas acima de 18 anos com interesses por artes cênicas, teatro, poesia em Libras, intérpretes, professores e demais pessoas que conhecem a Língua Brasileira de Sinais e que se interessam por teatro.
Ao longo da semana, nos encontros virtuais serão desenvolvidos exercícios introdutórios de composição cênica em Libras. Em quatro dias de vivência, os participantes desenvolverão uma cena curta e autoral, tendo como principal referência criativa a Poesia em Libras.
As atrizes Catharine Moreira e Helena Jorge Portela, surda e ouvinte, respectivamente, irão ministrar o conteúdo desenvolvido exclusivamente para a ação pela Cia. Fluctissonante, grupo teatral sediado em Curitiba que é composto por artistas e criadores surdos e ouvintes e pesquisa a união do Português e da Libras em cena.
Será disponibilizada declaração de participação no evento para os participantes que concluírem todas as aulas. Inscrições através deste link
Esta atividade faz parte da Plataforma Cena, um projeto do Sesc Nacional que acontece num ambiente digital com o objetivo de promover a produção de conhecimento e a reflexão na área das artes cênicas. São disponibilizadas oficinas, produções e exibições de vídeos desmontagens, debates, escritas e compartilhamentos de artigos sobre os trabalhos cênicos de 17 grupos e companhias de todo o país, selecionadas de forma coletiva pelo Sesc Brasil e departamentos regionais do Sesc.
Com estreia online e gratuita às 20h do dia 26 de maio, Maíra Lour e Ailén Scandurra interpretam o texto concebido a partir de pesquisas sobre as obras de Ana Cristina César e Alejandra Pizarnik
A leitura dramática em formato audiovisual “Insensatez”, novo projeto autoral de Maíra Lour em parceria com a Flutua Produções, estreia dia 26 de maio (quarta-feira), às 20h, via Youtube. Os ingressos são gratuitos, basta se cadastrar via Sympla para receber o link: sympla.com.br/flutuaproducoes
Maíra Lour, que assina o texto e a direção do espetáculo, contracena com a atriz Ailén Scandurra. A obra é fruto de uma residência artística realizada pelo Programa Iberescena em Buenos Aires no ano de 2017 — quando Maíra investigou a vida e a obra das poetisas Ana Cristina César e Alejandra Pizarnik — e dialoga com questões de vida e morte e a fragilidade do corpo.
Ao misturar leitura dramática e audiovisual, Maíra aposta no texto como criador de imagens, e na intensidade que suas palavras imprimem no espectador somadas à versatilidade de cenas que o audiovisual proporciona. A empreitada foi totalmente pensada, organizada e pré-produzida de forma remota e online, e então gravada seguindo todos os protocolos de saúde exigidos pelas autoridades sanitárias.
Mesmo com o desejo de retornar o quanto antes às salas de ensaio e aos teatros, Maíra vê com otimismo o alcance online que a obra passa a ter dentro dessa realidade: “A leitura online pode atravessar fronteiras com bastante facilidade e encontrar diferentes públicos. Vejo um futuro virtual promissor para essa obra e também idealizo a montagem cênica do texto”, completa a artista.
Como parte do projeto, Maíra também realizou a Oficina “Corpo-Poesia” gratuita e online para 15 pessoas, dentre estudantes das artes cênicas, artistas de teatro, dança e dramaturgos(as), nos dias 04 e 05 de maio. O projeto conta com o incentivo da Lei Aldir Blanc via Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo, e realização da Flutua Produções.
Sobre Maíra Lour Maíra Lour é diretora teatral, dramaturga e arte educadora. Diretora da Súbita Companhia de Teatro, colaboradora e orientadora do núcleo IMP de pesquisa em dança – Investigação do Movimento Particular e idealizadora do Plataforma – Espaço de Investigação Artística. Artista profundamente interessada pela intersecção entre teatro, dança e literatura. Dedica-se à pesquisa de autoras mulheres latino-americanas; mulheres diretoras de teatro, procedimentos de direção cênica; dramaturgia contemporânea; estudos do corpo dramático-poético e modos colaborativos de criação e produção.
Ailén Scandurra e Maíra Lour. Foto: Eli Firmeza.
SERVIÇO Estreia online e gratuita da leitura dramática INSENSATEZ Online via Youtube Data estreia: 26 de maio (quarta-feira), às 20h Inscreva-se gratuitamente para receber o link da estreia e ser lembrado: www.sympla.com.br/flutuaproducoes
FICHA TÉCNICA Direção e dramaturgia: Maíra Lour Elenco: Ailén Scandurra e Maíra Lour Assistente de direção: Dafne Viola Direção de produção: Gilmar Kaminski Assistente de produção: Luana Camargo Direção de fotografia e pós-produção: Eli Firmeza Som direto, desenho de som e trilha sonora: Álvaro Antonio Direção de arte: Guenia Lemos Assistente de direção de arte: Vilson Kurz Iluminação: Lucri Reggiani Técnica de montagem de iluminação: Taynara Siqueira Figurinos: Isbella Brasileiro Projeto gráfico: Pablito Kucarz Comunicação: Luísa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte Realização: Flutua Produções Apoio: Pé no Palco, Alfaiataria e Padaria América
O espanhol Pedro Almodóvar é sem dúvidas um dos maiores nomes do cinema mundial vivo. O diretor aos 71 anos de idade continua a todo vapor, em 2021 está trabalhando em sua nova produção cinematográfica: Madres Paralelas. A história retrata duas mulheres que dão a luz no mesmo dia, o longa metragem acompanha a rotina dessas duas mães durante os anos em que seus filhos crescem. O lançamento previsto para o ano de 2022 tem Penélope Cruz no papel protagônico, e também traz nomes renomados mundialmente como: Julieta Serrano e Rossy de Palma.
Em 2020 Almodóvar foi um dos primeiros diretores a rodar e lançar um material em meio à pandemia. O curta metragem The Human Voice, sua primeira direção na língua inglesa, protagonizado por Tilda Swinton.
Pedro Almodóvar tem uma vasta cinebiografia como diretor e roteirista com cerca de 14 curtas metragens e 22 longas metragens. Também é dono da Produtora Cinematográfica El Deseo, que produz seus filmes e uma série de outras grandes produções em âmbito mundial.
Em sua larga carreira cinematográfica ganhou 2 Oscars, 2 Globos de Ouro, 4 BAFTA e 4 premiações em Cannes.
“Porém antes de todo esse caminho de sucesso Pedro Álmodovar foi um jovem revolucionário na Espanha dos anos 80. Um dos integrantes mais expressivos do movimento transgressor: La Movida Madrileña. E é sobre este tema que iremos falar em nosso primeiro encontro sobre o diretor espanhol no dia 17 de abril às 15h no Bate-papo Virtual CineSesc: Pedro Almodóvar e a Movida Madrileña, via a plataforma Microsoft Teams”. (Edson Godinho, Técnico de Atividades Sesc Paranavaí)
Nas semanas sequentes no dia 24 de abril e 1º de maio iremos destrinchar sua cinebiografia em duas partes. Os eventos são gratuitos e promovidos pelo Sesc de Paranavaí, mas podem ser acessados por todos os lugares do estado e do país. As inscrições devem ser efetuadas via site do Sesc Paraná, até 3 dias antes da realização de cada evento e a classificação indicativa de todos os bate-papos é 18 anos.
Abaixo links para as inscrições dos eventos por data:
Em abril, tradicional escola de teatro de Curitiba apresenta “A Morte de Ivan Ilitch” e “A Revolução das Mulheres”.
A montagem virtual de dois textos históricos, “A Morte de Ivan Ilitch”, de León Tolstói, e “A Revolução das Mulheres”, de Aristófanes – é nova empreitada de artistas pesquisadores e residentes da Escola de Teatro Pé no Palco, que tem sede física em Curitiba e mais de 25 anos de existência. O grupo desafia os limites impostos pelo distanciamento social no fazer teatral e trabalha na construção e na pesquisa das possibilidades criativas no “mundo cibernético”.
As montagens, realizadas com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, deram um respiro para a equipe artística envolvida, que desde o início da pandemia está impulsionada a quebrar paradigmas do teatro, desbravar novos conceitos sobre a presença, o lugar da atriz e do ator e a recepção no teatro multimídia, além de estudar possibilidades do ensino do teatro na modalidade virtual.
É realmente desafiador entender como o teatro pode se adaptar ao virtual e alcançar um teor artístico que magnetize a plateia. E que sim, se configure como uma obra de arte. O intuito, neste momento, é proporcionar experiências artísticas significativas para quem quiser dar “uma chance” para experiências virtuais cênicas.
As duas peças contam com a participação de Fátima Ortiz, que em 2021 comemora seus 50 anos de carreira. A atriz e diretora teatral, muito conhecida por seus escritos e práticas dentro do teatro para crianças, é também a fundadora do Pé no Palco.
“A Morte de Ivan Iltich” é uma realização do ator Pedro Bonacin, em comemoração aos seus 20 anos de dedicação ao teatro. Na peça, o ator divide cena com ErtaAle (Alexandre Bonin) e Fátima Ortiz. Baseado na novela de León Tolstói, publicada em 1886, a história retrata com aguda profundidade o tema da morte e o sentido da vida. O acontecimento conta com trilha sonora de Saulo Soul em parceira com Gustavo Arthury, figurinos de Carmen Rodriguez e olhar cenográfico de Ricardo Albertti. A direção é de Fátima Ortiz e interlocução de direção e trabalho de corpo são de Vanessa Corina.
“A Revolução das Mulheres”, com direção de Vanessa Corina e parceria da Sim Companhia de Teatro, é uma adaptação das obras “A Greve do Sexo” e “A Revolução das Mulheres”, de Aristófanes, importante autor do teatro grego, considerado o maior representante da comédia antiga. Discutindo temas recentes pertinentes ao mundo caótico atual, o elenco leva o público a rir e talvez a chorar em reflexões irônicas sobre a condição da mulher na atualidade.
No espetáculo, oito mulheres se reúnem por meio de uma videoconferência para ocupar Atena. No elenco, Jordana Botelho, Alini Maria, Fabiene, Talyssa Mendes, Bruna Felizari, Aline Navarro, João Merlin, ErtaAle, Pedro Bonacin e Fátima Ortiz. Na direção de produção dos espetáculos está Giselle Lima, uma das dirigentes da escola.
Ambos os espetáculos têm entrada franca. Além disso, como contrapartida, o grupo oferece oficinas gratuitas que utilizam a metodologia dos cursos livres de teatro, coordenados por ErtaAle e Vanessa Corina. Para participar, é só entrar em contato direto com a escola por meio das redes sociais (Instagram ou Facebook). As vagas são limitadas.
Importante ressaltar que estes projetos se tornaram possíveis por meio dos recursos da Lei Aldir Blanc, e estão sendo vitais para a manutenção do trabalho dos artistas da casa. Entendemos que, em virtude da situação real de pandemia no Brasil, a lei precisa ser prorrogada e os editais precisam ser menos burocratizados, para atingir o maior número possível de artistas e técnicas (os) de teatro. O apoio e consciência da comunidade sobre a realidade dos artistas da cidade é essencial.
ANOTE NA AGENDA: A MORTE DE IVAN ILITCH Apresentações ao vivo: De 8 a 11 de abril (quinta a domingo) Às 20h, pela plataforma de videoconferência ZOOM. YOUTUBE: Dias 12, 14, 19, 20 e 21 de Abril, às 20h, no canal oficial da Pé no Palco no YouTube, aqui
A REVOLUÇÃO DAS MULHERES De 15 a 25 de abril (quinta a domingo), às 20h, ao vivo no Zoom (é necessário baixar o aplicativo no celular ou no computador).
PARA PARTICIPAR DAS OFICINAS GRATUITAS: Acompanhe o perfil da escola @penopalco no Instagram ou no Facebook. Nossa programação será amplamente divulgada por estes canais.
CRÉDITOS Cartaz – A Revolução das Mulheres – Bruna Thimoteo Cartaz – A Morte de Ivan Ilitch – Saulo Soul Cartaz – Pé no Palco Virtual – Bruna Thimoteo Release e comunicação – Zime Bagana Contato para agendar entrevistas- (41)99679-4252 (WhatsApp – Zime Bagana)
Canal “Histórias da Ailén” estreia programação inédita com contações de histórias de autores curitibanos
O projeto, idealizado pela artista Ailén Roberto, reunirá 10 contações de histórias de livros escritos por autores curitibanos com tradução para libras e bate-papos sobre literatura para crianças.
Já que não podemos sair de casa, que tal viajar pelas histórias de autoras e autores de Curitiba? Esse é o convite do projeto inédito “Curitiba – literatura e histórias”, que acontecerá de 05 a 24 de abril de 2021 através do canal do YouTube Histórias da Ailén. Ao todo, serão publicadas 10 contações de histórias inéditas com tradução para libras e bate-papos online com os autores participantes.
A curadoria dos livros que integram o projeto foi realizada pela atriz e contadora Ailén Roberto a partir do acervo do Coletivo Era Uma Vez, grupo colaborativo de escritores e ilustradores de literatura infantil e juvenil, que produz em Curitiba para leitores de toda parte do mundo. “Eu já tinha uma aproximação com alguns autores do Coletivo Era Uma Vez, mas a partir deste projeto pude conhecer a fundo a produção dos autores e ilustradores contemporâneos de Curitiba que se dedicam com muita seriedade e sensibilidade à literatura para crianças. O projeto tem o objetivo de criar uma ponte entre os autores e os pequenos leitores / espectadores por meio das novas tecnologias”, explica a atriz Ailén Roberto.
As histórias selecionadas apresentam diferentes personagens e paisagens: de leão mandão que só sabe dizer não que surge por meio das rimas da escritora Delma Maria Lucchin no livro “Onde tem ão tem confusão” à delicadeza de uma menina que tenta desvendar os mistérios do amor e do mar no livro “Coração Submarino”, do escritor Lucas Buchile. Diferente do mundo real, a imaginação não tem limites geográficos nem pandêmicos.
Além disso, a programação do projeto “Curitiba – Literatura e histórias” realizará bate-papos com os autores dos livros nos dias 10, 17 e 24 de abril no formato live através do canal Histórias da Ailén. “Essa é uma forma de dialogar com crianças, pais e educadores sobre a produção literária da nossa cidade. ”, considera Ailén Roberto, que também fará a mediação dos encontros.
No dia 26 de março de 2021, o projeto já promoveu uma oficina formativa para os professores da rede municipal de ensino de Curitiba ministrada pelo Prof. Dr. Cleber Fabiano sobre Literatura Moderna Infantil e no dia 09 de abril de 2021 realizará a oficina “Poemagia, Poesia e Infância”, que será ministrada pela Adriana Barretta Almeida ação está também voltada para os professores da rede municipal de ensino.
Ficha Técnica Direção, atuação e roteiro: Ailén Roberto Captação e edição de imagens: Daniel Santoro Tradução para libras: Fluindo Libras (Viviana Rocha) Produção: Surya Roberto Designer gráfico: Gabriel Rischbieter Web designer: Penta Kill Assessoria de imprensa e redes sociais: Larissa de Lima Apoio: Coletivo “Era uma vez” Coordenação Coletivo Era Uma Vez: Josiane Mayr Bibas Realização: Colorín Colorado Produções Artísticas
Serviço Curitiba – literatura e histórias > Contações inéditas e bate-papos com autores curitibanos disponibilizados gratuitamente no canal do YouTube Histórias da Ailén.
Programação Completa | De 05 a 24 de abril de 2021
Contação: Onde tem ão tem confusão Autora: Delma Maria Lucchin Quando? 05 de abril às 11h
Contação: À espera do Sol Autora: Rapha Nunes Quando? 07 de abril às 11h
Contação: Cheiros Autora: Celia Cris Silva Quando? 09 de abril às 11h
Bate-papo: Célia Cris Silva, Ana Rapha Nunes e Delma Maria Lucchin Mediação: Ailén Roberto Quando? 10 de abril às 19h
Contação: A coceira de Bartolomeu Autora: Josiane Mayr Bibas Quando? 12 de abril às 11h
Contação: Pitico e a Gata Branca Autora: Rosy Greca Quando? 14 de abril às 11h
Contação: O ovo do bolo Autora: Marilza Conceição Quando? 16 de abril às 11h
Bate-papo: Marilza Conceição, Rosy Greca e Josiane Mayr Bibas Mediação: Ailén Roberto Quando? 17 de abril às 19h
Contação: Passarinho às oito e pouco Autora: Jaqueline Conte Quando? 19 de abril às 11h
Contação: Coração Submarino Autora: Lucas Buchile Quando? 21 de abril às 11h
Contação: Meu amigo Boris Autora: Veronica Fukuda Quando? 22 de abril às 11h
Contação: Viagem pelo Jardim Autora: Álvaro Posselt Quando? 23 de abril às 11h
Bate-papo: Álvaro Posselt, Veronica Fukuda, Lucas Buchile e Jaqueline Conte Mediação: Ailén Roberto Quando? 24 de abril às 18h
Assessora de Imprensa: Larissa de Lima | 41-98510-6389. Crédito fotografia: Daniel Santoro
PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA, DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA E DO MINISTÉRIO DO TURISMO.
TODAS AS INFORMAÇÕES CONSTANTES NESTA OBRA SÃO DE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO AUTOR.
Conquistas femininas, violência contra a mulher e racismo são os temas que permeiam o espetáculo SETE e serão abordados pela dramaturga Dione Carlos, pela atriz e ativista, Geisa Costa e o diretor musical Harry Crowl ao longo do dia 8 de março. Mediação: Thadeu Peronne, o diretor de SETE.
O espetáculo SETE já está disponível gratuitamente nas plataformas digitais da Fundação Cultural de Curitiba e da Thadeu Peronne Produções, por meio de aprovação no Licenciamento Digital com recursos da Lei Aldir Blanc. SETE traça um paralelo com a violência contra mulheres no Brasil e no mundo.
SETE é uma. SETE são várias. É o grito da mulher que renasce. No palco, os atores Ana Paula Taques, Erica Colognezi, Geisa Costa, Gideão Ferreira e Leonardo Goulart interpretam a história da heroína trágica, da mulher sequestrada, violentada que estabelece uma relação com o médico responsável por não deixar que as pessoas morram em tortura.
A peça é uma denúncia poética que traz para o palco a energia da mulher, um jogo de vozes e harmonias musicais, uma fricção de cores, de sentimentos”, define o diretor Thadeu Peronne.
O texto dramatúrgico foi inspirado na história real da advogada líbia Eman al-Obeidi que invade um hotel e denuncia ter sido estuprada por quinze soldados, durante dois dias seguidos.
Além de assistir ao espetáculo digital, não esqueça, então, das lives no Dia Internacional da Mulher, no Instagram da Thadeu Peronne Produções.
SETE. Atriz Ana Paula Taques. Foto Dvid D’Visant.
SERVIÇO: PARA ASSISTIR: – LIVES DO DIA INTERNACIONAL DE MULHER – ESPETÁCULO SETE, DISPONÍVEL ATÉ 15 DE MARÇO: Instagram: @thadeu_peronne
As tramoias de José na cidade labiríntica / Eduardo Giacomini. Foto de Elenize Dezgeniski.
O premiado espetáculo já circulou por diversas cidades brasileiras e agora retorna para o repertório da companhia.
Para celebrar os 10 anos de diferentes temporadas e a circulação em mais de 30 cidades brasileiras, no dia 06 de março às 20h o Grupo Obragem de Teatro apresenta o espetáculo “As tramoias de José na cidade labiríntica” em uma versão inédita no formato teatro filmado que será exibido gratuitamente através da plataforma da companhia no Youtube. A fim de compartilhar com a audiência o processo criativo desta premiada obra, a apresentação será seguida de uma conversa com a equipe de criação do trabalho.
“Nós, do Grupo Obragem, estamos muito felizes com essa versão de teatro filmado da peça “As tramoias de José na cidade labiríntica”. A gente estreou essa peça há exatos 10 anos atrás, já apresentamos ela em festivais, mostras e temporadas em Curitiba e me parece que a cada sessão ela se atualiza e propõem novas reflexões sobre o comportamento humano e a sociedade que a gente vive”, ressalta o ator Eduardo Giacomini.
A montagem é um monólogo sobre um homem errante – José, nas ruas de uma grande cidade e sua experiência de reinvenção. O personagem José, interpretado com maestria pelo ator Eduardo Giacomini, reconfigura sua trajetória de vida, combinando ficções por ele arranjadas, aos seus insucessos. Ao refletir sobre momentos importantes de sua vida, como a experiência da perda do amor, do abandono ou sobre os sentimentos de vergonha e impotência, “José” discute situações que caracterizam um homem errante: A FOME; A SOLIDÃO; A INVISIBILIDADE e a PROMISCUIDADE, por exemplo.
A principal ideia da encenação é apresentar o estado de isolamento e desvio da realidade de “José”, por meio de um ambiente vazio e indeterminado. Essa proposta pretende criar identificação com a nossa sociedade e com os sentimentos de vazio e inadequação de muitas pessoas.
Além disso, no dia 08 de março às 9h será realizada uma oficina online sobre dramaturgia com Olga Nenevê, autora e diretora da peça. A ação formativa é gratuita e aberta à comunidade. Os interessados podem se inscrever pelo e-mail obragem@grupoobragemdeteatro.com.br enviando uma mini bio até o dia XX de março.
Trajetória da obra e ficha técnica
“As tramoias de José na cidade labiríntica” estreou em maio de 2011, na cidade de Curitiba, no Espaço do Grupo Obragem. A obra já fez inúmeras temporadas e circulou em mais de 30 cidades brasileiras. Ganhou Troféu Gralha Azul – Prêmio Melhores do Paraná 2012 – na categoria TEXTO ORIGINAL e ILUMINAÇÃO, além das indicações para CENÁRIO e SONOPLASTIA. Integrou importantes eventos culturais, tais como:
– Participou da Circulação SESI-PR 2014 – 1º e 2º semestre. Participou do FILO 2014; – Participou da Semana Literária 2014 e 2015 da FCC e Secretaria de Educação do Paraná; – Realizou apresentações para público das Regionais de Curitiba – Edital Difusão 2015; – Participou do Projeto MOVE – solos de teatro e dança promovido pelo Grupo Obragem – 2015; – Ganhou o Prêmio Arte Paraná da SEEC-PR em 2016.
Ficha técnica da obra Olga Nenevê – dramaturga/diretora Eduardo Giacomini – ator/figurinista/cenógrafo Edith de Camargo – trilha musical Lucas Amado – iluminador Elenize Dezgeniski – direção de fotografia/projeções/fotos Mariana Gómez – preparadora corporal Alan Raffo – transmissão ao vivo/operador de câmera Lídia Ueta – operadora de câmera/editora de vídeo Francisco Santarosa Esmanhoto – técnico de som Alessandra Nenevê – designer gráfico Rose Matias e Andria Nenevê – costureira Jonatas Medeiros – intérprete de libras Larissa de Lima – assessora de imprensa
Serviço: AS TRAMOIAS DE JOSÉ NA CIDADE LABIRÍNTICA – teatro filmado Quando? 06 de março de 2021 às 20h Onde? Transmissão da peça seguida de conversa aberta com os criadores através do YouTube da companhia: www.youtube.com/user/Eduolga/featured
Oficina: Dramaturgia – teatro e teatro filmado – com Olga Nenevê Quando? 08 de março de 2021 das 9h às 13h. Onde? A oficina será realizada em plataforma online. Inscrições pelo e-mail obragem@grupoobragemdeteatro.com.br com envio de mini bio até o dia 07 de março de 2021.
PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA, DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA E DO MINISTÉRIO DO TURISMO.
TODAS AS INFORMAÇÕES CONSTANTES NESTA OBRA SÃO DE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO AUTOR.
As “Fadinhas Fodidas” disponibilizam textos e ilustrações inéditos toda quarta-feira, às 19h, no Instagram do projeto @maisfadinhas
A escritora Leonarda Glück e a artista plástica Katia Horn lançaram, em abril de 2020, a convite da Pomeiro Gestão Cultural, um projeto transmídia que une textos originais de Leonarda com ilustrações inéditas de Katia. Trazendo a mitologia das fadas para a realidade contemporânea, os textos e as imagens utilizam a figura das fadas num tom irônico e com humor ácido para promover reflexões políticas, culturais e sociais. Para conhecer o projeto e as fadas, basta acessar o perfil @maisfadinhas no Instagram.
Com obras que propõem reflexão sobre algo que aconteceu ou está acontecendo na semana em questão, as artistas se dispõem a ler a realidade das mulheres, em especial as brasileiras e latinas, e todas as camadas de machismo, sexismo, homofobia e transfobia que se impõe sobre suas jornadas. “Funciona quase como um meme literário que resume a situação política da semana”, comenta Leonarda Glück. Sobre a empreitada, Katia afirma: “Elas não são fofas e não moram num “felizes para sempre”, então podem gerar desconforto no público, porque elas escancaram nossas tragédias cotidianas”.
Com o projeto na rua desde abril de 2020, as artistas querem lançar um livro com as ilustrações e crônicas, além de, quem sabe, transformar a estética que criaram nas Fadinhas em produtos como camisetas e canecas. Por flertar com a estética pop, muitos fãs do projeto pedem produtos derivados. Porém, para as artistas, a visão é mais ampla: “A ideia é gerar reflexão mesmo, produzir conhecimento, disparar ideias que estimulem o pensamento autônomo nas pessoas que o projeto atingir eventualmente. Tudo isso com humor e cores vibrantes. Esse é o nosso maior sonho”, completa Leonarda.
O projeto começou de modo independente, e agora conta com o incentivo da Lei Aldir Blanc via Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo, que viabilizou, através do projeto “Mais Fadinhas Do Que Nunca”, a criação de 20 novas ilustrações e a produção de um mini documentário sobre o processo de criação das Fadinhas, dirigido pelo cineasta Thiago Bezerra Benites.
Leonarda Glück Atriz, dramaturga e diretora curitibana radicada em São Paulo. Co-fundadora da Companhia Silenciosa e do Coletivo Selvática. Graduada em Direção Teatral pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Tem mais de vinte textos encenados por diferentes grupos, companhias e artistas brasileiros e internacionais de diversas linguagens artísticas. Publicou A Perfodrama de Leonarda Glück – Literaturas Dramáticas de Uma Mulher (Trans) de Teatro, coletânea com seis textos teatrais. Seus projetos já foram contemplados por diversas instituições culturais brasileiras, tais como Fundação Cultural de Curitiba, Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, Fundação Nacional das Artes (Funarte), Instituto Itaú Cultural, SESC São Paulo, Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, entre outras. Os trabalhos que levam o nome da artista, sejam eles teatrais, performáticos, literários e/ou audiovisuais, já foram apresentados em diversas cidades do país e de fora dele, bem como publicados em diversas mídias, jornais, revistas e periódicos especializados em arte e cultura. As temáticas principais trabalhadas pela artista são amor, neocolonialismo, globalização, linguística, fronteiras, tecnologia, transexualidade, conflitos mundiais, Brasil, sexo, violência, cultura LGBTQI+, dominação e poder. Atualmente se prepara para estrear o solo Trava Bruta, tendo seu texto sido premiado pelo Edital de Dramaturgia em Pequenos Formatos Cênicos do CCSP 2020. Adiado pela pandemia de covid-19, o espetáculo está previsto para 2021, ano em que a artista completa 25 anos de carreira.
Katia Horn Nasceu em 1965, em Luzerna, SC. Formou-se em Educação Artística em Dourados, MS, no ano de 1988. Está em Curitiba desde 1990, onde vem pesquisando e desenvolvendo seu trabalho em várias áreas artísticas, partindo das artes visuais para a performance, o teatro, a música e o audiovisual. Nas artes gráficas especificamente, já publicou suas ilustrações em jornais, revistas, ilustrou diversos livros e trabalhou para algumas editoras nacionais ilustrando materiais didáticos. Como artista plástica, tem um caminho de muita pesquisa técnica e estilística, conhecimentos que utiliza muito no seu trabalho como ilustradora.
FICHA TÉCNICA Textos de Leonarda Glück Ilustrações de Katia Horn Produção e Realização: Pomeiro Gestão Cultural Coordenação de Produção: Igor Augustho Produção Executiva: Eduardo Alves Videomaker: Thiago Bezerra Benites Assessoria de Imprensa e Marketing Digital: Platea Comunicação e Arte, Luisa Bonin e Thays Cristine Assessoria Jurídica e Contábil: Ivanes Mattos
Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo. Todas as informações constantes nesta obra são de responsabilidade exclusiva das autoras.
A comédia ácida “Dezembro”, texto do chileno Guillermo Calderón, com direção de Diego Fortes, estreia o nline na sexta-feira dia 04 de dezembro às 20h, seguido de um bate-papo sobre o espetáculo. A inscrição é gratuita e feita via Sympla, para que o espectador receba o link do dia da estreia
Além da estreia online do espetáculo no dia 04 de dezembro, o projeto irá realizar on-line uma leitura dramática do espetáculo “Clase”, do mesmo dramaturgo, no dia 18 de dezembro às 20h, e oferecerá gratuitamente à comunidade 6 oficinas. São elas: Formação e Sensibilização pelo Teatro com Diego Fortes, A iluminação cênica como elemento de linguagem com Augusto Ribeiro, Técnicas básicas de transmissão ao vivo com Alan Raffo, Criação de Solos com Ludmila Nascarella, Elaboração e gestão de projetos culturais, com Isadora Flores e Gilmar Kaminski, Improvisação e comicidade com Fernanda Fuchs e um Bate-Papo: Cenário e cenotécnica, com Guenia Lemos e Samuel Amorim. O acesso para a inscrição em todas as atividades pode ser feito pelo link: www.sympla.com.br/a.armadilha
Dezembro se passa num futuro próximo, onde o Chile está travando uma guerra contra o Peru e a Bolívia. Em Santiago, na véspera de Natal, o soldado Jorge e suas irmãs, Paula e Trinidad, discutem sobre política, nacionalismo e família, pois ele deve se apresentar ao exército no dia seguinte e voltar para o campo de batalha. As irmãs, gêmeas entre elas e ambas grávidas, discordam radicalmente sobre o que ele deve fazer: fugir ou lutar. Ao longo da noite, recebem algumas visitas inusitadas, descobrem segredos entre eles e a discussão culminará na decisão de Jorge.
Com três atores em cena: Alan Raffo, Fernanda Fuchs e Ludmila Nascarella, Dezembro é uma obra potente que trata de assuntos graves como a xenofobia, a solidariedade, a guerra e os estados de exceção. Uma comédia ácida que convida o público a invadir a intimidade desta família e a refletir sobre questões tão pungentes ao nosso presente. O texto, traduzido pelo diretor Diego Fortes, é considerado pela crítica internacional como um dos mais provocativos e relevantes do teatro latino-americano recente.
Sobre o espetáculo, Valmir Santos, jornalista e crítico do site Teatrojornal, afirma: “Eles são o retrato bem-acabado das incongruências da família, do Estado, da propriedade e da tradição, para mixar o corte crítico que subjaz na escrita de Calderón. Contrastar a realidade histórica e produzir ironia a partir dela – a corrosão do riso – é outra das perspicácias de sua obra como um todo. A encenação de Diego Fortes enfatiza o humor para tourear a gama de informações e de ideias.”
Dezembro. Fotografia: Luisa Bonin
SERVIÇO: Estreia online e gratuita do espetáculo DEZEMBRO, seguido de bate-papo com a equipe Online via Youtube Data estreia: 04 de dezembro às 20h Inscreva-se gratuitamente para receber o link da estreia e ser lembrado: https://bit.ly/3kU22Pw
Leitura dramática do texto CLASE de Guillermo Calderón Online via Youtube Data: 18 de dezembro às 20h Inscreva-se para receber o link da estreia e ser lembrado: https://bit.ly/395Ln9M
OFICINAS GRATUITAS
Oficina: Formação e sensibilização pelo teatro com Diego Fortes Data: 8, 9, 10 e 11 de Dezembro das 10h às 12h Inscrições gratuitas: https://bit.ly/3fjCDxA Para Estudantes de teatro e demais interessados a partir de 18 anos. Online via Sympla Zoom
Oficina: A iluminação cênica como elemento de linguagem com Augusto Ribeiro 9 e 10 de Dezembro das 19h às 21h Inscrições gratuitas: https://bit.ly/393grGY Para Estudantes de artes cênicas entre 15 e 21 anos. Online via Sympla Zoom
Oficina: Técnicas básicas de transmissão ao vivo com Alan Raffo 14 e 15 de dezembro, das 19h às 21h Inscrições gratuitas: https://bit.ly/3kPVZf6 Para estudantes, interessados em artes cênicas, produtores a partir de 15 anos. Online via Sympla Zoom
Oficina: Criação de Solos com Ludmila Nascarella Datas: 7 e 8 de Dezembro das 20 às 22h Inscrições gratuitas: https://bit.ly/3fq3Tui Para adolescentes entre 13 e 18 anos. Online via Sympla Zoom
Oficina: Elaboração e gestão de projetos culturais, com Isadora Flores e Gilmar Kaminski 16 e 17 de dezembro, das 10h às 12h Inscrições gratuitas: https://bit.ly/35QUitk Para artistas, estudantes de artes cênicas e música e demais interessados em produção cultural e na elaboração de projetos culturais. Online via Sympla Zoom
Oficina: Improvisação e comicidade com Fernanda Fuchs 16 e 17 de dezembro, das 19h às 21h Inscrições gratuitas:: https://bit.ly/3fmRgAm Para estudantes de teatro e pessoas interessadas em comédia Online via Sympla Zoom
BATE-PAPO Bate-papo sobre “Cenário e cenotécnica”, com Guenia Lemos e Samuel Amorim 11/12 às 20h Via Youtube da Armadilha – Inscreva-se para ser lembrado: https://bit.ly/2UMyh91
Sobre o diretor Diego Fortes Diego Fortes é ator, diretor, dramaturgo e artista docente convidado de direção da Escola SP de Teatro. Em 2001, iniciou A Armadilha, companhia pela qual realizou as peças Café Andaluz, Os Leões, Bolacha Maria, O Fantástico Coração Subterrâneo, Poses para Dormir, Dezembro, entre outras. Escreveu e dirigiu O Grande Sucesso, texto pelo qual recebeu o Prêmio Shell de Melhor Autor em 2017 e em 2018, a convite de Renato Borghi, encenou Molière, de Sabina Berman, que conta com Matheus Nachtergaele no papel-título.
Sobre o dramaturgo Guillermo Calderón Nascido em Santiago do Chile, Guillermo Calderón é diretor, dramaturgo e roteirista. Escreveu Dezembro, Neva, Mateluna, Villa + Discurso, Kiss, entre outras peças. No cinema, colaborou no roteiro dos filmes Julieta se fue a los cielos, O Clube e Neruda – os dois últimos foram indicados a Melhor Filme Estrangeiro no Globo de Ouro.
Sobre A Armadilha Criada em 2001, A Armadilha é uma companhia de teatro contemporâneo iniciada por Diego Fortes. Em 18 anos de trabalho, suas obras são marcadas pelo equilíbrio entre o refinamento na criação artístico e a acessibilidade de diversos públicos. Desde 2011, a companhia tem encenado textos latinos como Orinoco, de Emílio Carballido; Duas da Manhã (uma adaptação de dois textos de Lola Arias) e Poses para dormir, também de Lola Arias. Além de Dezembro, a companhia se prepara para encenar em breve o texto Clase, também de Guillermo Calderón.
“PROJETO REALIZADO COM O APOIO DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA”
Realização: A Armadilha Produção: Flutua Produções – Gilmar Kaminski Isadora Flores – Produtora Cultural Incentivo: Lei de Incentivo à Cultura Fundação Cultural de Curitiba Prefeitura Municipal de Curitiba
Ficha técnica: Texto: Guillermo Calderón Tradução, Direção e Sonoplastia: Diego Fortes Elenco: Alan Raffo, Fernanda Fuchs e Ludmila Nascarella Iluminação: Nadja Naira Assistência de Iluminação: Elisa Ribeiro Operação de luz: Augusto Ribeiro Cenário: Guenia Lemos Cenotecnia: Samuel Amorim e Johne Rodrigues (Drig’s Artes Visuais) e Jesmiel (Boogiganga Shop). Figurino: Maureen Miranda Direção de Produção: Isadora Flores Produção Executiva e Gestão Financeira: Gilmar Kaminski Direção de Comunicação: Luísa Bonin – Platea Comunicação e Arte Programação Visual: blanc.ag Fotos: Eika Yabusame (E-photos) e Luísa Bonin
Concurso de críticas irá premiar 1° e 2° lugar com R$ 300 e R$ 200 reais respectivamente
Já estão abertas as inscrições para as oficinas do Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo. Serão três oportunidades formativas com o intuito de valorizar o processo criativo do audiovisual, direcionando profissionais com mais profundidade do que se passa e ouve na tela. A oficina ministrada pelo crítico e curador Fabio Rodrigues Filho, promoverá um concurso de críticas com premiação para o primeiro e segundo lugar.
A oficina “Uma Conversada Inacabada com Imagens” é apoiada pela Associação de Vídeo e Cinema do Paraná (AVEC – PR) e é destinada somente para residentes do Paraná. E tem o objetivo de estimular novos criadores do estado a falar sobre cinema. A proposta segundo, Filho, é “abordar a crítica como lugar de conversa com os filmes, entre imagens e pessoas, e entre cinema e as coisas do mundo – reconhecendo as partes em diálogo como agentes ativos”.
As oficinas “Produção audiovisual para mídias digitais”, ministrada por Caio Franco, e “Como o som se articula no cinema”, ministrada por Evelyn Santos, são para interessados de todo o Brasil. As três oficinas possuem vagas preferenciais para pessoas negras ou indígenas.
As inscrições são gratuitas e vão até 4 de dezembro. As oficinas têm início no dia 12 de dezembro e fazem parte do Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo que acontece de 11 a 20 de dezembro de 2020. O evento é gratuito e contemplará todo o Brasil, promovendo as narrativas da atuação, realização, e produção do audiovisual negro.
A programação completa está disponível no site do Festival, incluindo as atividades que acontecem simultaneamente no evento.
O Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo tem o apoio da TODESPLAY, Olhar Distribuição, O2 Pós, Mubi, Projeto Paradiso, AVEC-PR, ABRACCINE. Incentivo da Celepar e Ebanx. Projeto realizado com apoio do programa de apoio e incentivo à cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.
Serviço: Realização: Cartografia Filmes Oficinas do Griot – III Festival de Cinema Negro Contemporâneo. Inscrições até o dia 4 de dezembro. Inscreva-se gratuitamente, aqui
Sobre o Festival Griot O Griot – Festival de Cinema Negro Contemporâneo começou em 2018 como Mostra de Cinema Negro Brasileiro, com o objetivo de criar um espaço onde pudessem exibir filmes pensados, realizados e protagonizados por pessoas pretas em território nacional. Nas edições anteriores foram exibidos com lotação máxima de público 61 curtas, dois longas e um média. As edições aconteceram com financiamento coletivo. www.festivalgriot.com.br
Sobre a Associação de Vídeo e Cinema do Paraná – AVEC – PR A AVEC-PR tem sua origem no final da década de 70, com o surgimento em Curitiba do movimento de produção em cinema Super 8, com os festivais nacionais da Escola Técnica, com o núcleo de realizadores da Cinemateca, e finalmente com o movimento Vídeo-Vive, já nos anos 90.
Nessa sua trajetória a AVEC se destacou por ser a principal interlocutora dos produtores de cinema e vídeo paranaenses junto às esferas municipais e estadual na área da cultura.
Conheça a AVEC-PR
Sobre Fabio Rodrigues Filho Atua na crítica, curadoria, pesquisa e realização em cinema. Mestrando em comunicação na UFMG. Graduou-se na mesma área na UFRB. Membro dos grupos Áfricas nas Artes (Cahl/UFRB) e Poéticas da Experiência (UFMG). Cineclubista, participou do Cineclube Mário Gusmão, Cine Tela Preta e do Cinema em Vizinhança. Compôs a comissão de seleção de festivais, mostras e laboratórios, a exemplo do FestCurtasBh (2019/2020), Diáspora Lab (2018), FIANB (Festival Internacional do Audiovisual Negro do Brasil, 2020), entre outros. Atualmente faz parte da equipe de curadoria do IX CachoeiraDoc, festival junto ao qual vem contribuindo ao longo dos últimos anos.
Sobre Evelyn Santos: É formada em Produção de Áudio e Vídeo, Operação de Som e Direção Cinematográfica. Trabalha há quatro anos com Captação de Som direto, Microfonista e Assistente em diversas produções que já rodaram em vários festivais. Dirigiu seu primeiro curta-metragem ”Dádiva”.
Sobre Caio Franco: Caio Franco é cineasta e fotógrafo. Após se formar em comunicação pela PUC-Rio, trabalhou em produtoras como assistente de produção e assistente de pesquisa até 2015, quando começou a trabalhar no canal Jout Jout Prazer, no youtube. Seu primeiro filme, Antes de Ontem, rodou por diversos festivais no Brasil em 2019.