Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
“Dentre as canções escolhidas estão algumas do disco Ao Vivo no Ampli do Infinito e, especialmente, parcerias do Franco com o Luís Vaz de Camões. Em uma conversa sensacional, ele nos conta como nasceram algumas músicas a partir de Os Lusíadas em um impulso do amigo Gabriel Dória Rachwal.
Abraços especiais para Os Monges da Lapa nas figuras de Leandro Hammerschmidt e ao Evilásio Hammerschmidt, à tudo o que acontece através da FAP e, também, àqueles que apareceram nas memórias do nosso encontro: Roseane Santos, André Carvalho e sua guitarra, Thai Borges, Cacau e os Farrapos e à turma do Ireno no Kelvin de Souza e Matheus Mantovani.”
A Gibiteca de Curitiba recebe a partir da próxima sexta-feira (02/08), o lançamento da exposição Shimra. As obras expostas reúnem os processos de criação da História em Quadrinhos, incluindo as escolhas artísticas e materiais finalizados da publicação. Durante a exposição, acontecerá ainda no dia 16/08 o lançamento, distribuição gratuita e sessão de autógrafos no mesmo local. A graphic novel é uma parceria entre a escritora Gabriela Antônia Rosa e o artista Victor Harmatiuk.
Durante o lançamento, no dia 16 de agosto, haverá distribuição gratuita dos exemplares e e sessão de autógrafos com os artistas. Na história em quadrinhos, crianças são treinadas para defender o seu país, onde guerreiras são escolhidas em uma cerimônia especial. “Shimra começou como uma exploração visual pura. Sempre gostei da estética de povos tribais e fiz uma sequência de imagens relacionados a um possível universo fictício com essa temática”, destaca Victor Harmatiuk.
No processo de pesquisa de escrita, Gabriela se inspirou em livros como O Conto da Aia, de Margaret Atwood, e em Filmes como “Madmax, a Estrada da Fúria”. “Também gostei muito de ler mais histórias em quadrinhos, gênero que eu não lia tanto, e, gostei muito desse processo de leitura e pesquisa. Tivemos uma criação colaborativa em Shimra. A troca com o Victor foi muito significativa, pois ele ia pensando em cima do que eu escrevia, em como poder retratar aquilo de uma outra forma”, explica a roteirista.
As artes foram desenvolvidas por Victor Harmatiuk, Henrique Lindner e Victor Rossi, com produção da Fish Films. Cada quadro pode ser considerado uma ilustração e tudo é pensado, incluindo enquadramento, luz e cores, com a intenção de evidenciar a experiência dos personagens. Com contrastes entre cenários sombrios e paisagens desérticas, há várias cenas monocromáticas que dialogam com cenas coloridas, de modo que os traços ficam mais complexos à medida em que a narrativa evolui.
Victor destaca que os leitores podem esperar um clima pesado, realista e personagens complexos que fogem dos estereótipos padrão. “Gosto muito da estética tribal e também do tema religioso que a história aborda, um dos focos que imaginava para Shimra era mostrar como as religiões podem se aproveitar das pessoas e a história mostra isso muito bem”, ressalta Victor.
Sobre a exposição, o artista espera que o público possa ter uma noção de como o universo começou a ser criado e entender como se deu o processo de suas primeiras explorações visuais. “Espero poder transmitir para o público toda a ambientação e tom que imaginei pra esse universo e, possivelmente, fazer com que se conectem a essa história tanto quanto eu”, fala o artista. A exposição é composta por 20 obras de artes visuais digitais e continua em cartaz até 12 de outubro.
A concepção do universo de Shimra começou em 2014, a partir de cenários e personagens desenvolvidos por Victor Harmatiuk e uma ideia ainda muito inicial de qual seria a história desse mundo construído no deserto. Depois, Victor compartilhou suas idéias de história com Gabriela Antonia Rosa, a responsável pela criação e desenvolvimento da narrativa. A produção de Shimra foi financiada em 2018 pelo Município de Curitiba através de um edital da Fundação Cultural de Curitiba, com apoio do Fundo Municipal de Cultura.
Victor já trabalhou como ilustrador e Concept Artist para estúdios nacionais e internacionais em vários projetos para PC, mobile, board games, animações e anúncios publicitários. Em 2016, ele fez parte do artbook Visions of a Thousand Eyes ao lado de outros artistas renomados como James Paick, Efflan Mercier e Darek Zabrocki.
SERVIÇO: Abertura da Exposição “Shimra” De 02 de agosto a 12 de outubro. Local: Gibiteca de Curitiba – Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533, centro de Curitiba. Horário: 19h Entrada Gratuita. Página do evento, aqui
SINOPSE: Treinadas desde crianças para defender seu país, as guerreiras de SHIMRA têm como honraria máxima o sacrifício voluntário, quando seu sangue é entregue ao Tudo e renova a crença do povo nas Forças: Ideia, Sorte, Perda, Ilusão, Sombra, Magia e Cor, que garantem o equilíbrio entre os distritos. Para receber essa honra, é a Sorte quem escolhe sete guerreiras, em uma cerimônia especial. Cada uma das Escolhidas recebe uma pequena pedra colorida, o maior e mais raro tesouro dos shimres. Dentro de um mundo de regras violentas não escrita, o que pode acontecer quando uma das guerreiras encontra uma pedra por acaso?
Serviço: Lançamento e Sessão de Autógrafos da História em Quadrinhos “Shimra” Data: 16 de agosto. Local: Gibiteca de Curitiba – Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533, centro Horário: 19h Distribuição Gratuita.
A cineasta é destaque na programação do Centro Cultural Sistema Fiep
Iniciando as atividades do Núcleo Audiovisual Sesi|PR de Videoarte e Cinema Experimental, o Sesi Cultura Paraná promove de 30 de julho a 2 de agosto duas mostras que apresentam um panorama das obras da artista visual, fotógrafa, poeta e cineasta Paula Gaitán. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, trabalhos em videoarte e instalações em diversas exibições coletivas.
Gaitán nasceu em Paris, em 1954, e é formada em Artes Visuais na Universidad de Los Andes de Bogotá, Colômbia. Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, sendo Diretora de Arte do clássico “A Idade da Terra”, de Glauber Rocha. A partir desse trabalho, veio para o Brasil e desenvolveu parceria artística intensa com Glauber. Suas produções aliam a linguagem cinematográfica às artes plásticas.
A ação realizada no Centro Cultural Sistema Fiep, na Unidade Dr. Celso Charuri, vai exibir ao público produções diversas da artista, das mais famosas às pouco difundidas. A programação conta com: uma mostra principal que exibe cinco obras da cineasta, um momento de bate-papo e uma mostra paralela, onde serão exibidos filmes da artista em looping durante oito horas. Confira a programação completa:
Sessão de Abertura: Diário de Sintra (2008) Em que se diferem o viajante e o exilado? Como pensar a memória criada no exílio? Esses são os eixos pelos quais gira “Diário de Sintra” (2008), de Paula Gaitán. O filme é um relato poético do exílio de Glauber Rocha nessa cidade, em que as fotografias servem de guia mnemônico para a busca de vestígios da passagem do cineasta por Sintra. O filme se constrói na fronteira de uma memória fragmentada, involuntária, inconclusa e precária. Data: 30 de julho Horário: 19h Duração: 01h30min Classificação: livre Valor: gratuito Local: Centro Cultural Sistema Fiep (Black Box) – Unidade Dr.Celso Charuri Endereço: Rua Paula Gomes, 270
Agreste O agreste pode ser vários lugares, assim como Marcélia Cartaxo pode ser várias mulheres. A atriz é colocada frente à natureza e outras figuras femininas, duplos seus em alguma instância. Desses encontros surgem novas possibilidades de se operar no mundo da representação. Data: 31 de julho Horário: 19h Duração: 01h18min Classificação: livre Valor: gratuito Local: Centro Cultural Sistema Fiep (Black Box) – Unidade Dr.Celso Charuri Endereço: Rua Paula Gomes, 270
Exilados do Vulcão Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Essas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida. Data: 1 de agosto Horário: 19h Duração: 2 horas Classificação: livre Valor: gratuito Local: Centro Cultural Sistema Fiep (Black Box) – Unidade Dr.Celso Charuri Endereço: Rua Paula Gomes, 270
Monsanto (2008) | Memória da Memória (2013) e Bate-papo com Paula Gaitán Monsanto – A passagem pela cidade de Monsanto, em Portugal, é marcada pelo entrelaçamento da natureza com memórias involuntárias. Memória da Memória – Aquele que não tem limites, pleno de afeto e imaginação. Data: 2 de agosto Horário: 19h – exibição dos filmes | 20h – bate-papo com Paula Gaitán Duração: 2 horas Classificação: livre Valor: gratuito Local: Centro Cultural Sistema Fiep (Black Box) – Unidade Dr.Celso Charuri Endereço: Rua Paula Gomes, 270
O Sesi Cultura Paraná apresenta Mostra Paralela / Paula Gaitan
Serão exibidos na Galeria do Centro Cultural Sistema Fiep filmes da artista Paula Gaitan, das 14h às 22h, em looping. Confira a programação:
Uaka (Doc/ 1988/ 1h17min) No Xingu, todos os anos se celebra na aldeia kamaiurá o Quarup, grande acontecimento festivo no qual os homens roubam o fogo divino, espalhando-o pela terra. Nove tribos participam do ritual ao som das flautas uruá, com a participação dos pajes Tacumã, Sapaim e Prepori, entre outros.
Lygiapape (Doc/ 1991/ 43min) O filme parte de instalações de Lygiapape para recriar seu universo visual e sonoro.
Eliane Radigue (Doc/ 2008/ 25min) Paula Gaitán encontra Éliane Radigue, uma das mais importantes compositoras da música experimental.
Vida (Doc/ 2008/ 1h07min) Vida é um filme sobre a atriz brasileira Maria Gladys. Vida é luz e sombra. Vida é um filme de celebração, uma homenagem à potência de estar viva, uma reflexão do que é ser uma atriz brasileira e a possibilidade de se doar com paixão e criatividade. A construção da ação poética do ator como um grito de liberdade que ilumina.
Kogi (Doc/ 2009/ 13min) Kogi é uma viagem imaginária à nação indígena Kogi situada na Serra Nevada de Santa Marta na Colômbia. Para os Kogi, existe um grande espelho que divide dois mundos, o mundo das percepções, sensorial, do mundo abstrato dos significados, nomeado de Aluna.
Noite (Exp/ 2014/ 1h23min) “Porque a noite pertence aos amantes. Porque a noite pertence à luxúria. Porque a noite pertence aos amantes. Porque a noite pertence a nós”. (Patti Smith)
A Chuva no Meu Jardim, Agnés Varda (Doc/ 2015/ 29min) Em outubro de 2014, tivemos a oportunidade de conversar com Agnès Varda em sua casa na rue Daguerre em Paris. “La pluie dans mon jardin” é resultado desse encontro. Data: 30 de julho a 2 de agosto Horário: das 14h às 22h Duração: 8 horas Classificação: livre Valor: gratuito Local: Centro Cultural Sistema Fiep (Black Box) – Unidade Dr.Celso Charuri Endereço: Rua Paula Gomes, 270
SESI CULTURA Foi em 2008 que a Regional Paraná do Serviço Social da Indústria inaugurou uma área especificamente dedicada ao desenvolvimento de ações culturais ancoradas nas diretrizes previstas na Declaração Universal dos Direitos do Homem, como a diversidade, a pluralidade e a autonomia. Desde então, o Sesi Cultura Paraná tem promovido o acesso à cultura com foco em programas de formação artística e cultural, investindo em processos criativos, formação de plateia para todas as linguagens e na formação e desenvolvimento cultural com vocação local. O Circuito Cultural Sesi, o Festival Sesi Música, os Núcleos Criativos do Sesi, o Zoom Cultural, os Programas Sesi Música, Sesi Arte, Sesi Audiovisual e Sesi Artes Cênicas são exemplos de programas desenvolvidos pela Gestão Cultural do Sesi. De 2008 até 2017, mais de um milhão de espectadores tiveram acesso à cultura por meio de cerca de 8,4 mil ações culturais realizados pelo Sesi Paraná. Todas essas ações sempre tiveram como objetivo o acesso ao bem cultural para o trabalhador da indústria, seus dependentes e para a comunidade de uma forma geral, além da difusão da arte em todas as suas manifestações, valorizando a diversidade e a pluralidade do povo brasileiro.
No próximo sábado, dia 3 de agosto, teremos o Festival Vegano de Inverno em Curitiba – organizado pelo Mundo Vegano. Ao todo serão 40 expositores. Venha se aquecer neste Inverno com muito calor humano num Festival feito com muito amor! Entrada gratuita!
Confira abaixo tudo o que estamos preparando.
O QUE TEREMOS? AÇÃO SOLIDÁRIA: Arrecadação de 1 kg de alimento não perecível e/ou cobertores/roupas que serão destinadas para creches atendidas nos projetos do Santuário Vó Benta e/ou 1kg de ração para a ONG Tomba Latas. Se você puder ajudar, traga para nós. Doação espontânea.
PROGRAMAÇÃO: 11h30 Dança Indiana Clássica – Grupo Krishna Natyam 11h40 Prática de Yôga – Casa Ananda Shakti 12h20 Dança Indiana moderna (Bollywood) – Krishna Natyam 14h Oficina de Djembe – Badenhá Foil 15h Banho de Gongo e Tigelas Tibetanas 16h Roda de Conversa Mães Empreendedoras (Coletiva Mama)
Convida os amigos e familiares! Aguardamos vocês!
LOCAL: – Clube Sociedade Água Verde (Av. Iguaçu, 2712 – Batel, Curitiba – a 1 quadra Praça do Japão) – Salão coberto da Av. República Argentina, 235 – Fácil acesso: em frente Tubo ônibus Silva Jardim – Estacionamento (R$ 5/h) e Bicicletário gratuito – Acessibilidade (rampa para cadeirante com acesso pelo estacionamento ao lado do salão do evento)
O MUNDO VEGANO é a união de pessoas em prol do planeta e todos seus seres! Todos são bem-vindos!
INFORMAÇÕES:
ACEITARÃO CARTÃO OU SÓ DINHEIRO? As duas opções
PETS SÃO PERMITIDOS NO EVENTO? A evento não é o ambiente adequado para passear com seu amigo por se tratar de ambiente fechado (salão de um clube) e área de alimentação conforme orientação da Vigilância Sanitária.
ATENÇÃO ALÉRGICOS: Se informem com os expositores sobre a possibilidade dos produtos conterem algum traço de glúten, leite, ovos etc
ECOBAGS: Levem suas sacolas! 🙂
VÁ DE BIKE: Estacionamento gratuito para bikes
ACESSIBILIDADE:: Amigos cadeirantes, o salão possui rampa de acesso ao salão. A entrada é pelo estacionamento ao lado na Av. República Argentina, 235 (em frente ao tubo Silva Jardim)
O MUNDO VEGANO é a união de pessoas em prol do planeta e todos seus seres! Todos são bem-vindos!
Todos os produtos do evento são isentos de componentes de origem animal e sem a realização de testes.
O Festival Vegano de Inverno em Curitiba tem que ter aquele Hambúrguer de Pinhão preparado com todo carinho por chefes veganos!
É a BCVEG Plant Based Food que estará presente com essa delícia de cardápio: – Hambúrguer de Pinhão R$ 10 – Empadão de Palmito R$ 7 -Torta de Damasco R$ 7 -Torta de Banana com Pinhão R$ 5
Projeto Quartas no Café do Paço da Liberdade SESC Paraná Show: Charutos de Villa-Lobos, com Franco das Camélias e Daniel D’alessandro. Datas e horários: duas apresentações em julho: dia 17, às 13h, e dia 24, às 18h. Local: Café do Sesc Paço da Liberdade. Praça Generoso Marques, 189, Centro de Curitiba. Entrada gratuita. Classificação livre. Confira a página do evento, aqui Apoio: Chocolates Weissburg
Neste sábado, dia 13 de junho, será realizado o sacolão de livros no Sunset Café, que fica bem de frente ao Museu do Olho, em Curitiba, no Juvevê. Início às 12h e término previsto às 18h. Entrada gratuita!
O QUE VAI ROLAR? Para quem ainda não foi em uma edição do Sacolão dos livros, saiba que nossa iniciativa é a de trazer principalmente autores e editoras independentes de Curitiba. Ou seja, você vai encontrar muita produção cultural literária da cidade!
EXPOSITORES CONFIRMADOS:
Laboralivros (Editora Urso e Editora Bururu) – Incubadora de projetos literários, trará as publicações das microeditoras Editora Urso e Editora BuruRu, além de outros livros, principalmente com temática focada em cultura japonesa.
FACTUM – editora especializada em história, possui um acervo de livros sobre aspectos e lugares interessantíssimos em Curitiba e muito mais!
ainda vem mais aí…
ATENÇÃO AUTORES, EDITORAS E SEBOS Ainda te espaço para expositores no evento (apenas 4 vagas), para saber mais sobre, entre em contato através da página do evento, aqui
Neste próximo sábado, 13 de julho, acontece o 32º Bazar do bem, em Curitiba. A renda do bazar será revertida em ração, castração e remédios para os mais de 150 animais assistidos por 3 protetores independentes!
Voluntários da Corrente do Bem: um Grupo de voluntários que promove eventos (como bazar bimensal e almoços) para arrecadar fundos para auxiliar animais resgatados com medicação, ração e castração ou pessoas em grande necessidade. Trabalho voluntário desenvolvido com muito amor!
Serviço: 32º Bazar do bem data: 13 de julho (sábado), das 10h às 16h Local: R. Alberto Potier, 100, Conjunto Cassiopéia, bairro Boa Vista, em Curitiba.
O “ME LEVA” é um encontro de brechós/negócios super fofo para podermos trocar/vender: roupas, calçados, acessórios, livros, decor e muito mais.
Quer expor no evento? Preencha o formulário para participar da seleção: aqui (VAGAS LIMITADAS)
Serviço: Me Leva / Encontro de Brechós Data: 13 de julho de 2019. Horário: das 10h as 17h Local: O Penal Coworking (R. Francisco de Paula Guimarães, 70 – Ahu, Curitiba, a uma quadra no Museu no Olho. ENTRADA GRATUITA Página do evento, aqui
O diferencial desse evento é que todos poderão levar qualquer coisinha que queiram desapegar e propor troca com as expositoras. Assim como as expositoras poderão tanto vender quanto trocar suas peças. A ideia é promover a consumo de Second Hand e a sustentabilidade.
Músico da nova boa safra da cena curitibana apresenta trabalho autoral pautado em questões existenciais e sociais
São Paulo, junho de 2019 – Diego Perin lança seu álbum de estréia “Cuidado Ao Ficar Muito À Vontade”. A obra, produzida por Rodrigo Lemos, fala sobre questões existenciais do artista, como em “A Ficha Cai”, que ganha clipe dirigido por Luana Marinho. Também aborda temas sociais, como em “Wallstreet”. É o primeiro full álbum lançado por Perin após o fim da Banda Gentileza. Ele faz show de lançamento em Curitiba em um local secreto no dia 6 de julho. Apenas quem adquire o ingresso, através da Sympla, recebe o endereço.
“Grande parte dessas canções surgiu de ideias que aparecem após uma conversa interessante da qual participei ou observei e me trouxe a sensação de ‘pouts, podia ter dito isso naquela hora’. A parte musical geralmente é ruminada por semanas ou meses”, explica Perin. “Cada uma das faixas tem um sentido pra mim obviamente, mas curto deixar significados abertos sempre que não cause confusão com o panorama geral. Essas pontas soltas que dão o caldo”.
“O Diego está expondo questões atuais com uma acidez bem peculiar. Isso imediatamente me despertou o interesse em trabalhar nas faixas. Então, captamos a essência dos arranjos criados pela banda, ao vivo, sem nunca dispersar a atenção para o discurso. Sem acomodar muito o ouvinte. E, passado o processo, não sei dizer se existia uma grande tarefa pra desempenhar que não fosse exatamente essa”, define Lemos.
1. O que é que falta O que faz de nós, humanidade, a coisa mais pavorosa e incrível do mundo? Isso sempre me provoca horror e maravilha. Tem dias que esse dilema é praticamente insuportável. Num dia desses veio o refrão e, a partir dele, construí tudo em volta. Questões de empatia, justiça social, rotina, pressão, opressão.
2. A ficha cai Essa é super pessoal/autobiográfica. Reflexões que rolaram depois que um amigo me jogou essa na cara: “Falou aí! Sempre foi o mais isentão”. Fiquei mordido. Um pouco antes do processo de impeachment da Dilma e a ascensão dos movimentos de extrema-direita, senti a necessidade de me posicionar sobre as coisas. Porque notei uma galera que era contra tudo aquilo que via como avanço. Quando surgiu o tal do termo “mimimi”. As pautas progressistas me definem. Deixei de ser tão cínico também. Engraçado como a posição de privilégio de ser um cara-branco-hétero-classe-média nos deixa cego para muitas injustiças. Flagro muitas fichas caindo na minha e na cabeça de uma galera nos últimos anos. Me comprometo mais. É sobre isso. Não dá pra desver as coisas. E isso deixa tudo mais claro.
3. Não vou buzinar Acima de tudo, acredito na gentileza como a melhor maneira de relacionamento entre as pessoas. Quantas vezes já ouvi: “você tem que se impor”? Meh, tô fora. Tem uma influência gigantesca de Pato Fu daquela música “UhUhUh AhAHAH IéIé”. Sempre bom escutar os outros antes de tirar conclusões. O assunto paralelo que rola no refrão é sobre não se encaixar no sistema bruto do capitalismo e suas pressões. Você tem que ter uma profissão. Você tem que ser alguém. Você tem que se matar pra ter coisas. Qual a medida do ser humano?
4. Heróis Um belo dia eu percebi que estava levantando da cama sem me espreguiçar. Primeiro me deu tristeza, depois o desespero que sinto quando ouço “Time”, do Pink Floyd. Também me trouxe, de novo, a sensação de que a rotina é uma máquina de moer carne. Temos que estar atentos ao tempo que passa para não desperdiçar, não sucumbir e ficar apático. A vida é curta demais. Sempre evoluir. Tudo é processo, nada é definitivo.
5. Treta Sobre uma conversa que presenciei e de como esses tempos bizarros nos afastaram das pessoas. E acredito que é saudável por um lado. Hoje em dia sei melhor quais são as pessoas que quero ao meu lado. Dane-se bolsominion preconceituoso, machista, homofóbico, conservador! Mas, esperançoso que sou, (não otimista) acredito na mudança e em consequência na redenção. Tem uma pitada irônica sobre isso no final da letra.
6. Wallstreet Um dia, no banho, me veio uma pira sobre especulação financeira. Quando a bolsa cai, de quem é o problema realmente? A economia devia estar a serviço do social e não o contrário. É tipo faroeste. Tem a lei e tudo mais, mas quem está lá especulando na bolsa destrói economias inteiras em nome apenas do lucro. Junto ao corporativismo, acredito ser o auge do capitalismo desumanizado, nocivo. Ou a gente evolui esse modelo econômico ou vamos nos ferrar todos. Pelo menos os 99% aqui da base da pirâmide. Resumindo: é uma sátira das trilhas de filmes faroeste spaguetti, mais Johnny Cash, mais Zé Ramalho, mais apocalipse cristão relacionando-se a esse tema da especulação. Quem são os quatro cavaleiros do apocalipse senão capitalistões de alto gabarito? Essa faixa é onde mostro meu lado mais besta.
7. Dias bons Sou completamente anti nostalgia. Até tenho problemas em sentir saudades. Num belo dia flagrei que tava acontecendo uma coisa muito especial, um clima bom, conversas construtivas. Foi durante uma mini turnê com a Estrela Leminski, o Teo Ruiz e a trupe. Nisso me deu um gatilho de vários momentos legais, desde a infância. E pô! Como os dias bons passam rápido! Essa canção é um desejo pra que eles se demorem um pouco mais. Mas é isso aí, acabou, vamos pro próximo. Peguei um riffzinho que ficava tocando praticamente todo dia na cama antes de dormir e fui fazendo um loop mântrico a la Velvet.
8. Agora Olha a anti nostalgia aí de novo gente! Escuto muito que “no meu tempo que era bom” das pessoas mais velhas. Claro! Eram jovens, cheias de esperança e sonho. Infelizmente a rotina, as cobranças, as responsabilidades, vão esmagando tudo devagarinho e o risco de nos tornarmos saudosos e amargos ao mesmo tempo é gigantesco. Não quero isso pra mim. É meu post-it colado na geladeira, meu lembrete. Tem muito do disco Alucinação do Belchior. Aproveite o presente.
FICHA TÉCNICA Diego Perin – Guitarra e voz em todas as faixas Douglas Vicente – Bateria em todas as faixas. Backing vocal em A Ficha Cai. Ruan de Castro – Baixo em todas as faixas exceto Wallstreet. Backing vocal em A Ficha Cai. Vinicius Nisi – Sintetizadoress, Teclados e afins em todas as faixas. Bozouki Irlândes em Dias Bons, Wallstreet e Agora. Rodrigo Lemos – Guitarra em todas as faixas. Baixo em Wallstreet. Backing vocal em todas as faixas exceto Agora. Valderval Oliveira – Timbale em A Ficha Cai. Vitor Salmazzo – Percussão em A Ficha Cai, Não vou Buzinar e Treta. Leandro Delmonico – Viola em Wallstreet Bernardo Stumpf e Thiago Ramalho – Backing vocal em A ficha cai. Todas as letras e músicas por Diego Perin Produzido por Rodrigo Lemos Gravado, mixado e masterizado por Valderval Oliveira Assistência de estúdio por Isabela Leite Gravado, mixado e masterizado no estúdio da Arnica Cultural em Janeiro e Fevereiro de 2019
O CLIPE DE “A FICHA CAI” Segunda faixa do álbum e primeiro single da obra ganha clipe dirigido por Luana Marinho e fala sobre destruição e foi gravado em uma fábrica desativada de Curitiba.
“O tema desconstrução é muito presente hoje em dia, ainda bem. Mas ele não é sobre isso. Para mim, desconstrução é um processo lento, solitário, necessário, tijolo a tijolo, no fundo da mente, pro resto da vida. Destruição de amarras, valores preconceituosos, valores opressores. Acredito que isso é fundamental pra questão do posicionamento que a letra aborda. Sair de cima do muro tem muito a ver com destruir esse muro completamente pra não voltar lá pra cima. É possível mudar de ideia sobre as coisas, ainda bem. Mas ter tudo as claras é fundamental. Nada melhor do que ficar no chão pra enxergar os lados pra se posicionar”, explica Diego.
FICHA TÉCNICA Luana Marinho: Direção e edição Lucas Ajuz: Camera Mayara Santarém: Camera Luana Angreves: Still Andrei Ceeze: Efeitos Moisés Prestes: Efeitos Renato Hollanda: Efeitos
SHOW DE LANÇAMENTO @ CURITIBA (PR) Dia 6 de julho, a partir das 17h Horário do show: 20h Local secreto (para descobrir o endereço, é necessário comprar o ingresso) Ingresso: R$ 20,00 – aqui
SOBRE DIEGO PERIN Diego Perin começou a estudar música em Igarapava, com 16 anos. Teve dois grupos em Curitiba antes de formar a Banda Gentileza, em 2005, projeto onde tocou baixo e concertina, lançou dois EPs ao vivo e dois álbuns em dez anos de carreira. Com a Gentileza, tocou em várias cidades e festivais como o Psicodália, o Calango (Cuiabá), o Contato (São Carlos) e o Path (São Paulo), show que marcou o fim da banda. Nesse meio tempo também participou do projeto do Rodrigo Lemos, o Lemoskine, onde conheceu o Vinicius Nisi. Tocou brevemente na banda do Leo Fressato. Seu projeto solo surgiu após o fim da Banda Gentileza, em 2016. Após um período de gestação de mais ou menos um ano, quando compôs suas primeiras músicas, se juntou ao Rodrigo Lemos pra gravar “A Dor dos Outros”, single que foi o pontapé inicial do EP “Cabresto”, já com o Nisi nos teclados, lançado em 2018. Nesse meio tempo, começou a tocar com o Douglas Vicente e o Ruan de Castro na banda da Estrela Leminski e do Teo Ruiz. Para fechar o time ainda teve o Jean Machado. Com o boom da Tuyo, o Jean foi cuidar mais da sua carreira e fecharam em quarteto para a gravação do “Cuidado Ao Ficar Muito À Vontade”, lançado em junho de 2019.
Oito artistas plásticos exibem seus trabalhos no próximo sábado (29) na exposição “A arte de ser você”. O objetivo da mostra é chamar a atenção da sociedade sobre os excessos cometidos na procura pela beleza e a necessidade do equilíbrio.
O Brasil é o segundo país com o maior número de procedimentos cirúrgicos estéticos realizados no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Em 2016, foram 1,5 milhão de intervenções realizadas, de acordo com levantamento da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética. “Os procedimentos estéticos são cada vez mais procurados. Há procedimentos que são feitos sem responsabilidade e colocando em risco, inclusive, a saúde do paciente”, explica Christine Graf Guimarães, médica especializada em transplante capilar e uma das artistas que exibirá suas telas.
Artistas As pinturas expostas são assinadas por Ana Ísis Ribas, Célia Figueiredo, Christine Graf Guimarães, Eduardo Bragança, Francisco Borges Laranjal, Maria Lúcia de Júlio, Mariana Canet e Rosângela Grafetti.
Serviço: Agenda – A arte de ser você Onde: Avenida Senador Souza Naves, 1013 – Alto da XV, Curitiba Quando: sábado, 29 de junho, das 14h às 18h Quanto: gratuito