EM SEU TERCEIRO ROMANCE, CEZAR TRIDAPALLI ABRE AS FERIDAS DE UM MUNDO EM EBULIÇÃO

“Vertigem do Chão” toca em temas urgentes como imigração, fanatismo, questões de gênero, corpo e territorialidade. 

Estar para não estar. Em seu terceiro romance, Vertigem do chão – que será lançando no dia 30 de novembro, às 16h, na Livraria da Vila –, o escritor Cezar Tridapalli, vencedor do Prêmio Minas Gerais com O Beijo de Schiller (2014), narra com sensibilidade e inteligência as vidas de dois homens em busca de suas identidades. Com um texto engenhoso e uma narrativa de fôlego, Tridapalli faz uma verdadeira investigação dos males do nosso século, criando um espelho partido com as esperanças e os medos dos protagonistas, o brasileiro Leonel e o holandês Stefan. 

Em um jogo de duplos, Leonel, um bailarino desencantado com a sua arte, abandona Curitiba para viver uma utopia em Utrecht, a mesma cidade que Stefan, um sujeito atlético e na corda banda moral diante do pensamento conservador do pai, troca pela capital das araucárias após o namorado ser assassinado por um fanático religioso. Tratando de temas delicados e urgentes – como a desterritorialização, a imigração, as questões de gênero, a incomunicabilidade e o radicalismo –, Tridapalli faz de Vertigem do Chão um retrato certeiro de um momento singular e cínico da História, em que o negacionismo e o revisionismo tomam a frente no debate. 

Longe de ser um romance político no sentido estrito, os personagens – diante do abismo pessoal e da ideia de fuga como libertação – representam as contradições da natureza humana. Por isso, cabe ao escritor simular uma arena de embates. Para Tridapalli, um dos papéis da literatura é, justamente, apresentar os conflitos que dão molde às relações entre os diferentes, trazer à tona fobias e emoções sem busca didática por respostas certas. “A rigor, nós não somos iguais a ninguém e essas lutas identitárias, que são fundamentais, fazem com que você se una a outra pessoa”, explica, “mas ainda assim, jamais será idêntico a alguém”. 

Nessa abordagem, ousada e bastante original, Cezar Tridapalli faz do livro um diálogo interessante com grandes obras da literatura contemporânea. Vertigem do Chão pode ser comparado a Sábado ou Máquinas como eu, ambos romances do escritor inglês Ian McEwan, em termos de linguagem e condução narrativa, mas se assemelha também aos polêmicos Plataforma e Submissão, de Michel Houellebecq, o enfant terrible francês, pela escolha dos temas e dilaceração das conclusões. 

Verdade 
Se por um lado Vertigem do Chão é um olhar amplo, por outro Leonel e Stefan são cronistas das cidades que escolheram. Como flâneurs na era da superinformação, esquadrinham as ruas com seus computadores e celulares, buscam pontos de contato com aqueles espaços urbanos, e com as pessoas que os ocupam, por meio dos bytes e bits em uma Babel cibernética. Ao mesmo tempo, enquanto caminham pela praça Santos Andrade ou pela Domplein, estão tateando um terreno movediço, um lugar que, sabem muito bem, não lhes pertencem. 

E, portanto, não existe verdade em Vertigem do Chão. Ao menos, não como um vidro blindado, impossível de ser quebrado. Segundo Tridapalli, o livro discute a ideia de individualidade, de certeza absoluta e da dificuldade de entender o interesse coletivo. “Nós somos a medida de todas as coisas”, avalia o escritor e afirma: “é essa propensão de nos colocarmos como se sempre estivesse claro o que é verdade, do mesmo modo que está claro para o outro”. 

Fotógrafo 
Desde o seu primeiro livro, Pequena Biografia de Desejos (2011), Cezar Tridapalli é um fotógrafo sem câmera. Como o personagem de outro curitibano, Cristovão Tezza – este por adoção, é verdade –, ou ainda, como os protagonistas de Janela Indiscreta e Blow Up, Leonel e Stefan observam e registram o mundo ao seu redor – mesmo que metaforicamente. São É nessas imagens, e em suas ampliações, que Curitiba e Utrecht ganham cor e forma, detalhes e minúcias, revelando seus pecadilhos e suas virtudes. 

Parte dessa dimensão plástica é o resultado da fabulosa construção narrativa do escritor que, em uma mesma frase, espelha as duas cidades. É um trabalho de ourives: uma técnica de lapidação da linguagem e de domínio da escrita. Vertigem do Chão, sem sombra de dúvidas, consolida Cezar Tridapalli como uma das grandes vozes da literatura brasileira contemporânea, capaz de dar um novo impulso para a vertigem em câmera lenta. 

Sobre o autor 
Cezar Tridapalli nasceu em Curitiba, em 1974. É escritor, professor e tradutor. Graduado em Letras e mestre em Estudo Literários pela Universidade Federal do Paraná, publicou Pequena Biografia de Desejos (7letras, 2011) e O Beijo de Schiller (Arte & Letra, 2014), livro vencedor do Prêmio Minas Gerais de Literatura. Escreve, semanalmente, crônicas para o jornal Plural e faz estudos de formação em psicanálise. É produtor executivo do festival literário Litercultura. 

Serviço 
Vertigem do Chão – Cezar Tridapalli
Editora Moinhos – 300 páginas – R$ 50 
Lançamento do livro Vertigem do Chão
Quando: 30 de novembro, às 16h
Onde: Livraria da Vila – Pátio Batel
Endereço: Av. do Batel, 1868 – Loja 314 – Batel, Curitiba – PR

INAUGURAÇÃO SEBINHO FATO AGENDA ::: DOMINGO, DIA 10

Leandro Hammerschmidt com seu amigo e cliente, Chico Cardoso.

Domingo, dia 10 de novembro, a partir das 14h, faremos uma festinha para inaugurar oficialmente nosso sebinho FATO Agenda. Já atendemos há alguns finais de semana, sexta e sábados, mas é importante fazer uma festa marco zero, né?

Então vamos lá. A festa será no domingo da próxima semana, dia 10. Teremos um trio de jazz, discotecagem de vinil, e uns shows artistas solo para abrir os trabalhos! Logo, logo anunciaremos nomes! Com a possibilidade do povo da festa se apresentar também. Me gusta!

Palco livre pra poesia, música, bate-papo, comidinhas maravilhosas, drinks, cervejas, discos de vinil e CENTENAS de livros!!! Livros a partir de 2 reais. Sim, 2 reais!!! 2 reais!!! Então venha nos prestigiar e trazer boa sorte!!!

O Sebinho FATO Agenda fica na rua Paula Gomes, 380, bairro são francisco. O sebinho fica dentro da Erva Doce Doceria Bar. Paula Gomes quase esquina com Duque de caxias. O Erva Doce tem um jardim. Pet Friendly.

Nesse evento de abertura do Sebinho FATO Agenda, contaremos também com os desapegos do Digão Duarte, jornalista conhecido no meio cultural da cidade, que colocará à venda uma boa seleção de CDs, livros e DVDs.

O Sebinho FATO agenda é a loja de livros e discos que ajuda a financiar o FATO Agenda, um blogue que divulga agenda cultural e oportunidades de emprego em comunicação, mkt, design em Curitiba. 

Programação (até agora):
– Show do Franco das Camélias às 15h30
– Show do Felipe Pacheco Brüschz (da banda Skarrei) musicando Augusto do Anjos + lançamento da Revista Arroto

– Trio de jazz – um maravilhoso no improviso

Serviço:
Inauguração Sebinho FATO Agenda 
data: domingo, dia 10 de novembro, a partir das 14h
local: Erva Doce Doceria Bar, Paula Gomes, 380, São Francisco, Curitiba.
Aberto ao público.
Página do evento: aqui
Fanpage: www.facebook.com/sebinhoFATOagenda
Instagram: www.instagram.com/sebinhofatoagenda

“HISTÓRIAS MÍNIMAS”: O ABSURDO COMO APRENDIZAGEM PARA SERMOS MAIS HUMANOS

Em seu segundo livro, autor curitibano explora as nuances que formam a ideia de cotidiano. 

A literatura é a arte da investigação. Histórias mínimas (Kafka Edições, 74 páginas), o segundo livro do jornalista e escritor Jonatan Silva, parte dessa premissa de busca para tentar entender o presente, o passado e o futuro. Por meio de contos minúsculos, e outros nem tão mínimos assim, o escritor revela uma realidade devastadora. 

Jogando com a ideia de linguagem e representação, Histórias mínimas coloca em xeque as ideias pré-fabricadas que constroem a nossa sociedade e o nosso cotidiano. Com um olhar sabido e textos ardilosos, Jonatan Silva dribla a noção de normalidade ao expor o absurdo ao microscópio literário. “A minha literatura é, acima de tudo, uma tentativa de ler o outro e de enxergar aquilo que não está dito. Ou porque não pode ser dito ou que não se sabe como dizê-lo”, explica o escritor. 

Histórias mínimas é uma literatura visual, um catálogo de cenas e colagens narrativas. De maneira inteligente, Jonatan Silva explora os espaços públicos e como se dá a relação deles com o homem. Com uma percepção aguçada e ousada, os contos que dão forma ao livro exploram situações, temas e lugares que não parecem habituais à literatura brasileira – sem perder o tom que dá massa às questões curitibanas. 

É nesse processo que o livro apresenta seu tom mais forte: com elementos minimalistas e lapidados, criando um universo bastante próprio e interessante. “É importante fazer da literatura uma provocação, colocar ideias foras do lugar para que ocupem um espaço de destaque e protagonismo”, avalia. 

O outro 
Em meio a tudo isso, Jonatan Silva faz de Histórias mínimas um panteão de seus heróis literatura. Está tudo lá: Dalton Trevisan, Jamil Snege, Valêncio Xavier e Manoel Carlos Karam ao lado de Franz Kafka, Bruno Schulz, Gonçalo M. Tavares. Nessa colcha de retalhos – ou mosaico, como prefere o autor –, o livro se transforma em uma narrativa de aprendizagens, um convite a olhar o outro. 

Ao pensar sobre o outro, Histórias mínimas evoca dois escritores fundamentais da literatura latino-americana: Jorge Luis Borges e Julio Cortázar, ambos argentinos. Ainda assim, explica Silva, existe em sua literatura um diálogo profundo com as obras de escritores contemporâneo. “Há um pouco do Carlos Machado, e sua ideia do não lugar; do Tezza, as relações em choque e xeque; Fernando Koproski, a poesia; Márcio Renato dos Santos, seu olhar sobre a cidade como personagem; Cezar Tridapalli, a sua universalidade”, comenta. 

Histórias mínimas é um resgate da literatura curitibana em sua essência mais ampla e lírica, capaz de provocar e convidar o leitor a pensar que futuro é esse que estamos construindo.

AGENDA SELVÁTICA AÇÕES ARTÍSTICAS / NOVEMBRO

Agenda Selvática Ações Artísticas (Curitiba). Novembro

Olha a agenda de novembro passando, vem com a gente!

3/11 – Cabaré Voltei: Fiesta de los muertos, Casa Selvática/CURITIBA
9/11 – Charla Con Papas, Casa Selvática/CURITIBA
10/11 – CineDebate Poliamor, Casa Selvática/CURITIBA
13/11 a 20/11 – Estreia! Etruska Waters em: O Tombamento da Republiqueta. Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade/ SÃO PAULO
16/11 – Peso Expandido – Táticas Móveis em Arte Contemporânea, Casa Selvática/CURITIBA-BR
21/11 – SapaCine, Casa Selvática/CURITIBA-BR
23/11 – Mil Besos, 4º Andar, 8ª ed. Plataforma Internacional de Dança Contemporânea,MAPUTO/MZ
24/11 – Tarde Preta, Casa Selvática/CURITIBA-BR

Fonte: Selvática Ações Artísticas

Casa Selvática, R. Nunes Machado, 950 – Rebouças, Curitiba

INOVADOR E BIZARRO: ACONTECE NESSE FINAL DE SEMANA O 2º FESTIVAL DE MONOBANDAS

A cidade de Morretes, no litoral do Paraná, irá sediar a segunda edição do Festival de Monobandas, nos dias 2 e 3 de novembro

Os braços estão ocupados com a guitarra e o pandeiro meia-lua; os pés com o bumbo, a caixa e o chimbau; a boca com a gaita e a corneta. Alguns ainda inovam e acrescentam mais sonoridades e instrumentos. Quem já viu, quer ver novamente. Quem nunca viu, fica deslumbrado. Inovador, único e totalmente bizarro, o Festival de Monobandas 2019 está na sua segunda edição e celebra os talentos supremos desses músicos individuais que, sozinhos, oferecem os sons completos de uma banda. O evento acontecerá, neste ano, na cidade de Morretes, no litoral do Paraná, nos dias 2 e 3 de novembro. Um final de semana imperdível celebrando esse estilo ousado e único de fazer o bom e velho rock’n’roll.

A curadoria e organização do festival ficou por conta da super dupla: o produtor e empresário antoninense, Marcos Maranhão (um dos idealizadores do Antonina Blues Festival), e o músico, one man band e proprietário da Fon Fon Records, Klaus Koti, que uniram os talentos, força de vontade e muita loucuragem para colocar um evento como esse em prática. “Esse é o primeiro festival grande de monobandas do Brasil (segunda edição)”, revela Koti. “A ideia sempre foi essa: fazer um festival brasileiro e mostrar esse estilo ao público, que muitas vezes desconhece, dando ênfase ao trabalho individual de cada músico – instrumentos, estilos e composições autorais”, complementa.
Serão ao todo 12 monobandas, também conhecidas como bandas de um homem/ mulher só (one man band/ one girl band) ou ainda homem/ mulher orquestra. Algumas dessas bandas tocaram na primeira edição, em Antonina, outras são inéditas no Festival. Ao todo 10 monobandas são brasileiras, 1 da Argentina e 1 do Uruguai. “Tivemos que pegar bandas mais próximas geograficamente ou que tivessem algum tipo de acesso que facilitaria para nós, pois esse ano não conseguimos o apoio da Prefeitura de Antonina e nem de outras cidade”, explicam. “Desta forma, totalmente independente, vamos realizar o evento no Pátio Beer, em Morretes, em frente para o Rio Nhundiaquara, que fica na praça do centro histórico dessa cidade histórica do nosso Paraná”, contaram os organizadores. “A ideia é tornar o Festival itinerante, difundindo o estilo em diversos locais”, conclui Marcos Maranhão. Ainda no “line up” do festival terão duas mulheres tocando (onde girl bands) e um músico do Rio de Janeiro que irá ministrar uma oficina de cigarbox (guitarra artesanal própria do estilo confeccionada com sucatas), além dos super Dj`s curitibanos Danny Tee e Eduardo Dok (ambos tem um repertório mega sofisticado quando o assunto é música boa + rock’n’roll).

Mas onde surgiu esse estilo tão original e performático? Os primeiros registros conhecidos de múltiplos instrumentos musicais tocados por uma mesma pessoa datam do século XIII, e eram o cachimbo e o tabor . O cachimbo era uma simples flauta de três furos que podia ser tocada com uma mão; o tabor é hoje mais conhecido hoje como tarola. Depois disso a coisa foi evoluindo e tomando outros formatos, até chegar no blues e no folk, onde o estilo ganhou uma versão mais rock’n’roll. Cantores de blues como “Daddy Stovepipe” (Johnny Watson) cantavam, tocavam violão e batiam os pés no ritmo, ou usavam um pedal para tocar bumbo ou prato. Num estilo mais garagem (trash) surgiu um grande one man band mais moderno e muito apreciado pelos admiradores do estilo, Hasil Adkins. Vale a pena conhecer um pouco dessa história. No Brasil, há muitos relatos mas nenhum registro oficial sobre os primórdios desse movimento. Revela-se que existia na década de 40 um one man band no Rio Grande do Sul. Quando Klaus Koti começou a desenvolver o estilo, há uns 15 anos, ainda causava estranheza no Estado e na região. “Quando eu comecei a tocar sozinho já havia um projeto bem semelhante ao meu em São Paulo, com o músico Marco Butcher”, explica Koti, que tem o projeto chamado O Lendário Chucrobillyman.

Por toda essa história e curiosidades, resta pensar que essa será uma excelente oportunidade de abrir os horizontes musicais e se divertir, numa cidade linda (a segunda cidade mais visitada do Paraná). Para quem gosta de um bom róque vale lembrar que os estilos de cada monobanda vão desde o 

blues, rockabilly, rock psicodélico, psychobilly, folk, jazz, rock primitivo-tosqueira, punk e garagem, também terá uma pitada de música brasileira. “Nossa expectativa é que o Festival de Monobandas seja muito doido e mostre mais da música autoral produzida no Estado, no Brasil e nos nossos arredores”, finalizam Klaus Koti e Marcos Maranhão.

Serviço:
2º Festival de Monobandas – Morretes
Local: Pátio Morretes, Rua General Carneiro, 6, Morretes
Data: 2 e 3 de novembro (sábado e domingo), às 14h
Entrada gratuita
Página do evento, aqui

“QUIETUS” DA BANDA DOGMA BLUE NO APP REAL DRUM / KOLB APPS


“Quietus” é uma música do excelente EP de estreia da banda Dogma Blue. Banda curitibana! Heavy metal pinhão! Que ganha uma versão drum cover tocada no aplicativo Real Drum, aquele simulador de bateria que vem com 60 lições para você aprender a tocar bateria no celular e/ou tablet!

A banda é de Curitiba! E o estúdio que desenvolveu o aplicativo também é! Só orgulho! Nossos patrocinadores, Kolb Apps!

Baixe o aplicativo Real Drum e divirta-se! É gratuito!
54 milhões de pessoas (em todo o mundo) já baixaram!
Sistema Android: Sistema iOS (apple): https://apple.co/2NimE5r

Entre na brincadeira do youtube! Faça um vídeo tocando um cover no app Real Drum (tipo isso: ) e poste com as hashtags: #KolbApps #RealDrum #DrumCover

Além de tocar bateria, com os aplicativos Kolb Apps, você também pode tocar piano, guitarra, congas, percussão, funk. São vários aplicativos e todos são práticos e gratuitos! Escolha o seu no site, baixe agora e divirta-se!

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KOLB APPS
Site: www.kolbapps.com
Fanpage: www.facebook.com/kolbapps/
Instagram: www.instagram.com/kolbapps/
Kolb Apps – real drum official channel: 
Canal oficial no YouTube:

Confira o canal no YouTube da Dogma Blue, aqui. O EP de estreia “Quietus” recebeu nota 7,5 pela crítica da Revista Roadie Crew! Um álbum totalmente independente, produzido e gravado pela banda!

MAMUTE #03 – FEIRA GRÁFICA RECEBE INSCRIÇÕES (DE ARTISTAS) ATÉ SEXTA-FEIRA (01/11)

Última semana para inscrição na Mamute – feira gráfica que será realizada em Curitiba. a MAMUTE #03 acontece dia 23/11. As inscrições para expositores da MAMUTE vão só até esta sexta-feira — dia 01 de novembro. Acesse  este link este para saber mais e participar.

“Na MAMUTE cabem todas as linguagens, todas as texturas, todas as formas, cores e plataformas. A única regra é que o seu trabalho esteja sob o enoooorme guarda-chuva da expressão gráfica—visual (e sério, ainda cabe muita gente aqui embaixo dele.”

Mais informações? 
SIGA:
www.instagram.com/mamuteafeira
www.facebook.com/mamuteafeira

FEIRA SOLAR ATELIER ABERTO / 2019

Feira Solar acontece nos dia 09 e 10 de novembro de 2019, das 12h às 18 h 43 min, no Solar do Barão – Museu da Gravura de Curitiba. Entrada gratuita. 

A Feira está na sua quarta edição, sendo um evento inicialmente relacionado a reprodutibilidade consequente da gravura, agregando a produção dos ateliês do Museu da Gravura Cidade de Curitiba, mas buscando também a difusão entre artistas de outros ateliês. 

O evento aborda a pluralidade artística no contexto contemporâneo, correlacionando o ambiente de venda/comercialização/troca, com a difusão da produção entre apreciadores de arte, promovendo a democratização do acesso aos objetos de arte. 

A programação contará ainda com apresentações de performances e intervenções artísticas, discotecagem, gastronomia de rua com comidas e bebidas. 

Serviço:
Feira Solar: Atelier Aberto 2019
Datas: 9 de nov às 11:00  às 18h.  10 de nov, das 11h às 17h 
Local: Feira Solar
Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533, Curitiba
Entrada gratuita.
Página do evento, aqui

DICK DALE NO REAL DRUM / KOLB APPS

Gostou? A música é “Miserlou” na versão do Dick Dale, trilha do filme Pulp Fiction. O aplicativo é o Real Drum do estúdio Kolb Apps, um simulador de bateria que vem com 60 lições para você aprender a tocar bateria no celular e/ou tablet!

Baixe o aplicativo e divirta-se! É gratuito!
54 milhões de pessoas (em todo o mundo) já baixaram!
Sistema Android: https://play.google.com/store/apps/details…
Sistema iOS: https://apps.apple.com/…/a…/real-drum-drums-pads/id550920929

Entre na brincadeira! Faça um vídeo tocando no app Real Drum e poste no youtube com as hashtags #KolbApps #RealDrum

Além de tocar bateria, com os aplicativos Kolb Apps, você pode tocar piano, guitarra, congas, percussão, funk. São vários aplicativos e todos são práticos e gratuitos! Escolha o seu no site, baixe agora e divirta-se!

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