Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
Cabo-verdiana estará na Ópera de Arame dia 2 de dezembro
Mayra Andrade retorna aos palcos brasileiros em 2025 para a turnê “ReEncanto”, disco gravado ao vivo em uma capela neogótica, a Union Chapel, em Londres, em 2023. A artista passa por Curitiba no dia 2 de dezembro para show na Ópera de Arame (Rua João Gava, 920 – Abranches, Curitiba – PR, 82130-010), a partir das 19h. Os ingressos já estão à venda no site Shotgun e custam de R$ 100 a R$ 360.
Acompanhada de Djodje Almeida tanto no álbum quanto nos shows aqui no Brasil, a artista passa por mais 4 capitais, passando por Brasília, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Em versões em voz e violão de músicas de seus últimos cinco álbuns de estúdio Navega (2006), Stória, Stória… (2009), Studio 105 (2010), Lovely Difficult (2013) e Manga (2019).
“ReEcanto” ganhou sua versão em vinil em agosto deste ano em uma parceria com o selo Noize Record Club (NRC+). A luxuosa edição de colecionador conta com LP duplo azul translúcido em capa gatefold, livreto, cartão postal e souvenir de ingressos da gravação.
Mayra Andrade nasceu em Cuba, porém com apenas 1 mês de vida foi para Cabo Verde e viveu entre vários países: Cabo Verde, Senegal, Angola e Alemanha, tudo por conta de seu pai diplomata. Viveu uma parte da vida na França, em Paris e hoje reside em Lisboa (Portugal). Foi na Alemanha que teve contato com a música brasileira e se apaixonou pela MPB. Fazer uma turnê no formato voz e violão, então se tornou quase que uma homenagem a sua própria história musical e de amor com o Brasil. Aqui é conhecida entre outras coisas por suas colaborações com nomes importantes da música brasileira como Chico Buarque, Criolo e Lenine.
Ganhadora de uma série de prêmios durante a carreira, a artista celebra as raízes africanas e revisita seu reportório de uma forma bem íntima. “É uma série de canções que hoje, graças a este projeto, são redescobertas pelo público e também por mim. Há canções que escrevi com 17 ou 18 anos. É muito bonito ver como o fato de escrever uma canção com verdade faz com que ela seja realmente atemporal”, declarou a artista no documentário que acompanhou o lançamento do vinil.
Serviço: Mayra Andrade em Curitiba Data: 2 de dezembro de 2025 Horário: a partir das 19h Local: Ópera de Arame (Rua João Gava, 920 – Abranches, Curitiba – PR, 82130-010) Ingressos: R$ 100, a R$ 360, no site: https://shotgun.live/en/web/events/mayra-andrade-re-encanto-curitiba Classificação indicativa 18 anos
Evento de lançamento da loja-conceito contará com apresentações musicais, videomapping e presença do time de skatistas da marca
A marca de tênis ÖUS inaugura nesta sexta-feira, dia 28 de novembro, a partir das 18h, sua primeira loja-conceito em um prédio histórico no coração da cidade. A celebração vem para reforçar a proposta de uma Flagship Store: fortalecer a comunidade local conectando marca, público e parcerias através de atividades culturais, experiências exclusivas e lançamentos inéditos.
MC Stefanie, rapper e compositoraMitayPedro Afara Project
Entre os destaques da festa de abertura estão as apresentações da MC, rapper e compositora, Stefanie; Pedro Afara Project e Mitay; videomapping na fachada e a presença dos skatistas do time da marca: Dwayne Fagundes (RS), Arthur Aguilar (DF), Rafael Gomes (PR), William Oliveira (PR), Carlos Iqui (Portugal), Gian Naccarato (SP), Filipe Ortiz (SP), Jg Jobim (SP), Italo Penarrubia (SP), John Anderson (PR) e Duda Oliveira (RJ).
Dando continuidade ao slogan PARES ÍMPARES criado há 17 anos, a loja-conceito reforça a autenticidade da marca com lançamentos de parcerias inéditas, pocket shows, discotecagens, produtos exclusivos e limitados para comunidade local e serviços como limpeza de calçados.
Todos os detalhes da Flagship Store foram pensados para oferecer uma imersão completa ao universo ÖUS. Cadeiras, poltronas, mãos francesas, azulejos, xícaras e até a máquina de waffle do Café levam a identidade visual da marca. Inclusive, alguns quitutes são receitas da mãe dos irmãos Narciso, como a cheesecake e o bolo de papoula, e os três drinks oferecidos no cardápio são assinados pelo premiado bartender Ariel Todeschini. O local promete ser ponto de encontro para trocas sobre moda, arte, skate, esportes, trampos e música.
A colaboração é parte central do seu DNA. A ÖUS já firmou parcerias com artistas, coletivos e empresas que ressoam sua visão de cultura: NBA, Rider, Jun Matsui, Criolo x Mano Brown, SneakersBR, J. Borges, Street Fighter, Rodrigo Ogi, Kamau, Angeli, Caloi, Logitech, High e Desgosto. Cada collab expande o seu universo sem abandonar o princípio que a move desde o início: celebrar a cultura brasileira através de pares de tênis.
SOBRE ÖUS Fundada em 2008 pelos irmãos Bruno Narciso e Rafael Narciso, ambos skatistas de longa trajetória, a ÖUS se consolidou como um dos principais nomes do footwear brasileiro conectado ao skate, à arte, à música e à cultura urbana. Com mais de 2.000 modelos lançados e presença em mais de 800 pontos de venda no Brasil e em países como França, Suíça, Chile, Peru e Argentina, a ÖUS mantém a essência original: design autoral, performance real e brasilidade sem filtro.
SERVIÇO: INAUGURAÇÃO ÖUS FLAGSHIP STORE 28 de novembro, a partir das 18h Rua Saldanha Marinho, 98, Centro – Curitiba www.ous.com.br | @ous_official
Bartira ganha vida com a artista Ciliane Vendruscolo ao lado do ator e músico Nando Porto na contação “Bartira, a Borboleta Distraída”, realizada pelo Projeto CUCA – Clube de Pequenos Leitores da Colorida.
Com programação gratuita, o Clube de Pequenos Leitores da Colorida promove encontros especiais, contação de histórias, entrega de kits educativos e atividades ao ar livre, ampliando o acesso das infâncias à leitura e à criação.
O Projeto CUCA – Clube de Pequenos Leitores da Colorida entra em sua fase mais vibrante com uma programação especial que ocupa diferentes espaços de Curitiba entre novembro e dezembro. A iniciativa, dedicada a crianças de 6 a 11 anos, promove uma jornada literária que une leitura, experiências artísticas, convivência e escuta sensível, com a democratização da cultura na infância. Os encontros reúnem duas turmas em atividades semanais mediadas por educadoras e artistas, sempre vinculadas ao universo da literatura infantil brasileira e à construção de repertório afetivo e imaginário.
No dia 29 de novembro, o CUCA chega ao Setor Infantil da Biblioteca Pública do Paraná com uma manhã aberta ao público, reunindo contação de histórias e entrega dos kits Pequenos Leitores da Cuca. O destaque do encontro é o espetáculo “Bartira, a Borboleta Distraída”, criação da artista Ciliane Vendruscolo e do músico Nando Porto, que mescla teatro e narração em uma aventura inspirada em Dalton Trevisan. Na história, Bartira se vê perdida no noturno, um universo de sombras e sussurros que contrasta com o ambiente ensolarado ao qual está acostumada. É ali que encontra um morcego, personagem inicialmente temido, mas que se transforma em guia e amigo em uma jornada que evidencia que a curiosidade pode ser mais forte do que o medo. A apresentação, de caráter interativo, convida o público a participar da narrativa e um olhar sensível sobre as diferenças.
O encerramento do projeto acontece no dia 6 de dezembro, no Parque Vista Alegre, com uma experiência criada pela Colorida em parceria com a Cia Tagarelices, grupo teatral curitibano. A proposta traz um caça tesouros encenado, onde as famílias são convidadas a se aventurar pela natureza e descobrir autenticidade e criatividade em uma jornada guiada pela personagem – Tempo, que incentiva os participantes a refletirem sobre pertencimento, imaginação e descoberta. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo link na bio: @soucolorida
Idealizado por Flavia Milbratz, diretora da Colorida, o CUCA propõe um espaço de desaceleração e aprofundamento em um mundo repleto de estímulos. Para ela, a leitura oferece território fértil para que as crianças compreendam emoções, ampliem sua percepção do mundo e construam repertórios interiores capazes de acompanhá-las ao longo da vida. O projeto oferece kits literários com caderno de atividades, passaporte de leitura e propostas para realizar em família, e apresenta obras de autores brasileiros e produções do coletivo paranaense Era Uma Vez, com títulos das autoras Jô Bibas, Jaqueline Conte e Verônica Fukuda, aproximando o público das diferentes linguagens da literatura contemporânea.
Com atividades realizadas na sede da Colorida, no centro de Curitiba, e ações abertas em equipamentos culturais da cidade, o CUCA procura estimular o tempo, presença e encantamento entre crianças e livros. A iniciativa também prevê uma etapa digital com conteúdos gratuitos nas redes sociais da produtora, além de oficinas destinadas a educadores, ampliando o impacto do projeto para além dos encontros presenciais. A programação segue gratuita, com informações disponíveis pelo Instagram @soucolorida
SERVIÇO: EVENTOS ABERTOS AO PÚBLICO Encontro especial na Biblioteca Pública do Paraná Contação de histórias: “Bartira, a Borboleta Distraída” + entrega dos kits Pequenos Leitores da Cuca Data: 29 de novembro (sábado) Horário: 10h Local: Setor Infantil da Biblioteca Pública do Paraná (Rua Cândido Lopes, 133) *Entrada gratuita, por ordem de chegada. Indicado para todas as idades.
Serviço:
Encerramento: Caça ao tesouro para famílias no Parque Vista Alegre com a Cia Tagarelices Data: 06 de dezembro (sábado) Horário: Das 14h30 às 17h Local: Parque Vista Alegre (Rua Cel. João Maria Sobrinho, 88) Inscrições gratuitas: neste link
Ficha técnica: Direção Geral e Artística: Flavia Milbratz | Direção de Produção: Iara Elliz | Coordenação de Programação: Tayná Platz | Mediadoras Culturais: Tayná Platz, Thais Wroblewski e Ju Feacher | Designer Gráfico: Amorim | Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo | Assessoria de Comunicação: Priscila Schip | Ministrante da oficina para professores: Fernanda Oliveira
Sobre o Projeto CUCA: O CUCA – Clube de Pequenos Leitores da Colorida é uma iniciativa gratuita dedicada a aproximar crianças de 6 a 11 anos da literatura infantil brasileira, estimulando práticas de leitura afetivas, criativas e participativas. Entre outubro e dezembro, o projeto promove encontros presenciais, leitura mediada, desafios para realizar em família, entrega de materiais literários exclusivos e experiências artísticas que fortalecem o vínculo entre crianças, livros e imaginação. A iniciativa também oferece oficinas para educadores e conteúdos digitais gratuitos para ampliar o acesso à literatura e ao diálogo sobre infância.
Sobre a Colorida A Colorida é uma produtora cultural de Curitiba especializada em projetos voltados à infância. Com mais de dez anos de atuação, desenvolve experiências poéticas, afetivas e educativas que valorizam o olhar curioso das crianças. Seu portfólio reúne ações realizadas tanto no setor privado quanto por meio de editais e leis de incentivo, sempre promovendo espaços de criação, convivência e sensibilidade para o público infantil.
Após circular por diversos espaços culturais e atender públicos distintos ao longo de 2025, o projeto “É verdade esse bilhete: Jogos de Escrita e Amor” chega ao encerramento de seu ciclo. A iniciativa passou pela Casa de Leitura Hilda Hilst, pelo Centro de Artes Guido Viaro e por unidades do CAPS, promovendo encontros que uniram leitura, criação literária e experimentação poética.
A última oficina será realizada na Casa de Leitura Wilson Bueno, nos dias 29 de novembro e 6 de dezembro, das 14h às 18h, encerrando uma jornada marcada pela troca entre participantes, o acolhimento e a exploração do amor e suas contradições por meio da escrita.
Ao longo desses meses, o projeto reuniu adolescentes, professores, frequentadores das casas de leitura e usuários dos Centros de Atenção Psicossocial. A força das oficinas esteve no ambiente de experimentação coletiva e no compartilhamento de procedimentos de escrita. Um dos participantes, Igor Bueno, resume sua experiência:
“Participar da oficina foi marcante: um momento de respiro, na contramão de um mundo conturbado e veloz. Uma imersão na arte, com uma curadoria ímpar de textos e, principalmente, com a criação de novos. O que mais me tocou foi a ausência de distinção entre escritores experientes e iniciantes — todos ali escrevendo a partir do mesmo ponto de partida. “
Conduzidas por Julia Raiz e Ronie Rodrigues, com mediação de leitura de Daniele Rosa, as oficinas oferecem jogos de escrita, partilha de referências que vão da poesia contemporânea à música popular, e práticas de criação literária acessíveis a diferentes níveis de experiência. Além disso, o projeto resultará em um e-book coletivo, reunindo textos produzidos pelos participantes ao longo das edições — uma forma de ampliar o alcance das criações e registrar a potência das vozes envolvidas.
Com caráter gratuito e descentralizado, o ciclo se consolida como um espaço de invenção e escuta sensível na cidade, abrindo caminhos para que mais leitores e escritores encontrem, na palavra, um lugar de invenção, partilha e afeto.
SERVIÇO — ÚLTIMA EDIÇÃO O quê: Oficina “É verdade esse bilhete: Jogos de Escrita e Amor” Quando: 29 de novembro e 6 de dezembro (sábados) Horário: 14h às 18h Onde: Casa da Leitura Wilson Bueno – Portão Cultural Endereço: Av. República Argentina, 3430 – Portão (ao lado do Terminal do Portão) Quanto: Gratuito Classificação: 14 anos Inscrições: https://forms.gle/oembkNmxFry3hwCA6
Polaroid usada. Em bom estado. Câmera Polaroid Supercolor 635CL. Modelo de filme instantâneo com flash embutido. Lente com foco ajustável. Compatível com filmes Polaroid 600. Acompanha manual original e case original. Produto usado, não testado com filme.
ANTIQUÁRIO COISA VÉIA + SEBINHO
Loja de livros, discos, antiguidades, móveis, camisas de time, tapeçarias, brinquedos, quadros, colecionáveis e objetos de decoração.
Atendimento: Segunda a sexta, 9h às 19h. Sábado: 9h às 17h.
Endereço: Rua Prof. João Falarz, 409, Orleans, Curitiba-PR.
WhatsApp: (41) 99745-5294, Leandro. Loja nos fundos do sobrado amarelo. Referência: Entre as lojas “Master Pró Áudio” e “João Falarz Moto Peças”, exatamente 400 metros do viaduto do Orleans.
Na foto de Walter A. Jaworski, o elenco formado por Carla Rodrigues e Juscelino Zilio que dão vida aos personagens de Valentin, o espetáculo entra em cartaz a partir do dia 21 de novembro no Teatro Barracão EnCena.
Entre risos e críticas sociais, a montagem resgata o espírito dos cabarés alemães da década de 1920 com direção de Cleide Piasecki e estreia marcada para 21 de novembro, sexta-feira, no Teatro Barracão EnCena.
A cena cultural de Curitiba ganha um novo e vibrante destaque a partir do dia 21 de novembro com a estreia do espetáculo “Valentin”, nova produção da Barracão EnCena Produções Artísticas. Com uma abordagem cômica, crítica e visualmente instigante, a peça propõe uma viagem ao universo irreverente dos cabarés alemães da década de 1920, um espaço onde o riso e a reflexão caminham lado a lado. “É um privilégio poder realizar essa produção que traz a essência da obra de Karl Valentin: textos críticos, recheados de ironia e jogo de palavras, o que o torna um grande desafio aos atores que interpretam vários personagens, trazendo o riso para a plateia”, conta a diretora de produção, Mevelyn Gonçalves.
Inspirado na obra do renomado dramaturgo e comediante Karl Valentin, conhecido como o “Charles Chaplin dos dadaístas de Munique”, o espetáculo reúne esquetes cômicos e números teatrais que exploram com humor afiado e ironia temas como o cotidiano, a arte, a política e as relações humanas. A montagem se afasta do glamour dos tradicionais cabarés de can-can e se aproxima da estética do circo e do teatro físico, resgatando a essência crítica e popular da época.
Sob a premiada direção de Cleide Piasecki, que também assina a adaptação do texto e a sonoplastia, “Valentin” traz ao palco um espetáculo autoral, de linguagem acessível e estética potente. A diretora curitibana, com mais de três décadas de atuação nas artes cênicas, reforça em “Valentin” sua marca autoral, evidenciada em obras como o recente sucesso “Desmonte”. “Sem dúvida tem sido um ano surpreendente que começou com a grande honra de dirigir a Regina Vogue e encerra com a produção do Barracão Encena de um dos autores que eu mais admiro, Karl Valentin. Um gênio, um músico, um ator, um palhaço, um autor que com seu humor inteligente, singular e sensível influenciou grandes artistas como Brecht”, afirma Piasecki.
O elenco conta com as interpretações precisas de Carla Rodrigues e Juscelino Zilio, que dão vida aos personagens e situações com sensibilidade, humor e vigor físico. A produção executiva é de Mevelyn Gonçalves, com cenários, figurinos e adereços concebidos por Paulo Vinícius, em parceria com Belle Viana e Rod Benedykt, e iluminação de Clever d’Freitas, tudo cuidadosamente pensado para transportar o espectador ao clima efervescente do período entre guerras na Alemanha. “Valentin é mais que uma peça: é uma experiência cênica ousada, divertida e provocadora, que convida o público a rir, pensar e sentir. Uma homenagem à arte do riso como forma de resistência e reflexão”, resume Mevelyn.
Entre risos e críticas sociais, a montagem resgata o espírito dos cabarés alemães da década de 1920 com direção de Cleide Piasecki e estreia marcada para 17 de novembro no Teatro Barracão EnCena.
A cena cultural de Curitiba ganha um novo e vibrante destaque a partir do dia 21 de novembro com a estreia do espetáculo “Valentin”, nova produção da Barracão EnCena Produções Artísticas. Com uma abordagem cômica, crítica e visualmente instigante, a peça propõe uma viagem ao universo irreverente dos cabarés alemães da década de 1920, um espaço onde o riso e a reflexão caminham lado a lado. “É um privilégio poder realizar essa produção que traz a essência da obra de Karl Valentin: textos críticos, recheados de ironia e jogo de palavras, o que o torna um grande desafio aos atores que interpretam vários personagens, trazendo o riso para a plateia”, conta a diretora de produção, Mevelyn Gonçalves.
Inspirado na obra do renomado dramaturgo e comediante Karl Valentin, conhecido como o “Charles Chaplin dos dadaístas de Munique”, o espetáculo reúne esquetes cômicos e números teatrais que exploram com humor afiado e ironia temas como o cotidiano, a arte, a política e as relações humanas. A montagem se afasta do glamour dos tradicionais cabarés de can-can e se aproxima da estética do circo e do teatro físico, resgatando a essência crítica e popular da época.
Sob a premiada direção de Cleide Piasecki, que também assina a adaptação do texto e a sonoplastia, “Valentin” traz ao palco um espetáculo autoral, de linguagem acessível e estética potente. A diretora curitibana, com mais de três décadas de atuação nas artes cênicas, reforça em “Valentin” sua marca autoral, evidenciada em obras como o recente sucesso “Desmonte”. “Sem dúvida tem sido um ano surpreendente que começou com a grande honra de dirigir a Regina Vogue e encerra com a produção do Barracão Encena de um dos autores que eu mais admiro, Karl Valentin. Um gênio, um músico, um ator, um palhaço, um autor que com seu humor inteligente, singular e sensível influenciou grandes artistas como Brecht”, afirma Piasecki.
O elenco conta com as interpretações precisas de Carla Rodrigues e Juscelino Zilio, que dão vida aos personagens e situações com sensibilidade, humor e vigor físico. A produção executiva é de Mevelyn Gonçalves, com cenários, figurinos e adereços concebidos por Paulo Vinícius, em parceria com Belle Viana e Rod Benedykt, e iluminação de Clever d’Freitas, tudo cuidadosamente pensado para transportar o espectador ao clima efervescente do período entre guerras na Alemanha. “Valentin é mais que uma peça: é uma experiência cênica ousada, divertida e provocadora, que convida o público a rir, pensar e sentir. Uma homenagem à arte do riso como forma de resistência e reflexão”, resume Mevelyn.
Sinopse O espetáculo “Valentin” retrata o ambiente de um cabaré na Alemanha dos anos 1920, período turbulento entre guerras, e utiliza o humor como ferramenta para discutir questões sociais e humanas. A partir de textos originais de Karl Valentin, a montagem se desenrola por meio de esquetes e números cômicos que misturam elementos circenses, crítica social e poesia visual.
Ficha Técnica Produção: Barracão EnCena Produções Artísticas | Adaptação de texto, Direção e Sonoplastia: Cleide Piasecki | Elenco: Carla Rodrigues e Juscelino Zilio | Direção de Produção: Mevelyn Gonçalves | Cenário, Figurinos e Adereços: Paulo Vinícius | Confecção de Figurinos e Adereços: Paulo Vinícius, Belle Viana e Rod Benedykt | Iluminação: Clever d’Freitas | Operação de Sonoplastia: Jessyca Arbaiter | Camareiros: Belle Viana e Rod Benedykt | Marketing: Ana Paiva | Produção Audiovisual e Mídias: João Quintino | Cartaz e fotos de divulgação: Walter Jaworski
SERVIÇO: Espetáculo “Valentin” Temporada dias: 21, 22, 23, 28, 29 e 30 de novembro, sempre às 20H. Ingressos: disponíveis para compra antecipada na secretaria do Teatro e Sympla. ( R$60,00 – inteira | R$30,00 – meia | R$25,00 – alunos) Classificação: 12 anos Link: https://www.sympla.com.br/evento/valentin/3081622
Sobre o Teatro Barracão EnCena Com 18 anos de história, o Teatro Barracão EnCena é um dos espaços culturais mais respeitados de Curitiba. Com capacidade para 180 pessoas, o local conta com estrutura completa para espetáculos, estúdios de cursos livres, galeria para exposições, café e localização privilegiada no centro da cidade, a apenas cem metros do Teatro Guaíra.
Inspirado em histórias reais e na memória urbana, o grupo Olho Rasteiro convida o público a percorrer a cidade em uma experiência teatral gratuita que mistura realidade e ficção.
O grupo Olho Rasteiro apresenta ao público o espetáculo “Como nasce uma rua ou Cartografia de um tempo”, uma experiência teatral itinerante que convida a repensar a cidade, suas memórias e futuros possíveis. As apresentações acontecem nos dias 17, 18 e 19 de novembro, às 11h e 16h, pela Rua Riachuelo, no centro de Curitiba. A participação é gratuita.
O percurso cênico tem início na Praça 19 de Dezembro e se encerra na esquina da Rua São Francisco, misturando o real e o ficcional em uma dramaturgia inspirada em histórias de pessoas que vivem e trabalham em uma das ruas mais antigas da cidade. Segundo Rana Moscheta, cofundadora do grupo, a proposta é construir um diálogo vivo entre arte e cidade: “Estar na cidade significa estar poroso ao ambiente, sem uma relação unilateral. É construir ativamente o acontecimento teatral. A função da pessoa artista na cidade vai além de uma atuação individual, ela se dá na intensificação da teatralidade urbana e na extrapolação do próprio espetáculo”.
Resultado de um processo de criação coletiva, o trabalho nasceu a partir de um levantamento histórico, entrevistas e improvisações realizadas com moradores, comerciantes e transeuntes da região. Em cena, três personagens tentam seguir suas vidas em pleno 2025, em meio a uma rua completamente urbanizada. Conduzidos por uma misteriosa figura, são instigados a sonhar novos futuros e a refletir sobre as transformações do espaço urbano. A ideia, de acordo com Paulo Chierentini, cofundador, é que o espetáculo desperte novos olhares sobre o cotidiano. “Nosso desejo é olhar para além do concreto, para além do nível horizontal da altura dos nossos olhos. Convidamos o espectador a enxergar poesia onde normalmente não se vê, a criar afetos por meio de situações ficcionais dentro de uma cidade sempre viva e real.”
A encenação valoriza a relação com o território e seus habitantes. O grupo contou com o apoio de comerciantes locais, como o Ateliê Sina, que cedeu o espaço de sua varanda para a realização de uma das cenas. Figurinos e elementos cênicos também foram adquiridos em estabelecimentos da própria rua, fortalecendo o vínculo entre arte e comunidade.
O projeto foi contemplado pelo EDITAL Nº 032/2024 – Fomento Aldir Blanc Curitiba 2024, da Fundação Cultural de Curitiba.
Serviço: Espetáculo: Como nasce uma rua ou Cartografia de um tempo Datas: 17, 18 e 19 de novembro de 2025 Horários: 11h e 16h Local: Rua Riachuelo (início na Praça 19 de Dezembro e término na esquina com Rua São Francisco), Curitiba Ingresso: Gratuito
Ficha técnica: Direção e dramaturgia: Grupo Olho Rasteiro | Elenco: Alucas Santos, Paulo Chierentini, Rana Moscheta e Rosane Freire | Consultoria de Visualidades (cenografia, figurino, maquiagem e adereços): Patricia Cipriano | Designer gráfico: Nicolas Dorvalino | Costureira: Adelaide dos Santos Silva | Contra-regra: Amanda Curedes | Assessoria de imprensa: Bruna Bazzo | Agradecimento: Ateliê Sina
Sobre o Grupo Olho Rasteiro Formado em 2014, o Grupo Olho Rasteiro tem como eixo de criação o trabalho coletivo, integrando atuação, dramaturgia, música e performance. A pesquisa do grupo parte da relação entre corpo, cidade e teatralidade, sempre buscando construir experiências que ultrapassem os limites tradicionais da cena.
Com seis trabalhos em seu repertório: Lugar de ser Inútil (2014), Os Cegos (2016), O Terreno Baldio (2016), O Auto Segundo Gabriel (2017) e Hi, Breasil! (2019), o grupo já realizou mais de 200 apresentações em estados como Paraná, São Paulo e Ceará.
No dia 15 de novembro de 2025, Curitiba será o palco da 10ª edição da Marcha do Orgulho Crespo. Há uma década, o evento ocupa as ruas da cidade para celebrar a beleza negra, combater o racismo estético e fortalecer o sentimento de pertencimento e ancestralidade.
Inspirada pelo movimento que começou em São Paulo, a marcha curitibana nasceu em 2016, após um episódio de racismo sofrido pela cantora Michele Mara. A artista transformou a dor em força coletiva e deu origem a um dos maiores atos de valorização da estética negra do Sul do país. Desde então, a Marcha do Orgulho Crespo se consolidou como um espaço de resistência, educação e celebração.
“A participação das pessoas emociona. Algumas pessoas comentam que estavam em busca desse movimento. E estou falando de gente de todas as idades. Com todo esse trabalho que fizemos, nesses anos entendo que as pessoas estão mais conscientes e em busca de existir como são. Temos uma preocupação com a formação de pessoas, de mulheres que queiram ser trancistas. Temos uma equipe pedagógica que vai até escolas e forma pessoas. E a marcha é uma comemoração a isso. A marcha é sobre vida, luta e resistência”, diz a Diretora de Produção da marcha em Curitiba, Michele Mara.
Raíz curitibana O rapper, compositor e ativista cultural curitibano, Dow Raíz, também é presença garantida no evento. Levando mensagem de resistência, ancestralidade e transformação social, o artista tem em seu trabalho todos os elementos que embasam a marcha.
“A Marcha do Orgulho Crespo não é um palco qualquer. Ela chama artistas que têm algo verdadeiro a dizer, que vivem essa pauta. Para mim, é um privilégio enorme participar — sempre foi um sonho tocar aqui e fazer parte de um movimento que agrega tanto à nossa trajetória. Meu show na Marcha é um ato de libertação. É o momento de transformar a dor em dança, em energia boa. A gente vai curtir, se abraçar e ser um protesto vivo — juntos, em cima e fora do palco. Esse é o poder da arte preta em movimento”, analisa Dow.
Programação especial celebra 10 anos de história A edição comemorativa contará com uma programação completa, reunindo oficinas, rodas de conversa e apresentações artísticas que celebram a cultura afro-brasileira.
A abertura acontece das 9h às 12h, na Praça Santos Andrade, com oficinas de turbantes e penteados afro, contação de histórias e um encontro de empreendedoras negras e migrantes africanas.
Às 13h, começa a concentração da marcha na Boca Maldita, com o Bloco Afro Pretinhosidade puxando o ritmo da celebração. A caminhada tem início às 13h30, percorrendo a Rua XV de Novembro, Al. Dr. Muricy, Av. Mal. Floriano Peixoto, Rua Monsenhor Celso, Rua Riachuelo, Rua Presidente Faria e encerrando na Praça Santos Andrade, às 14h30, onde o público será recebido com uma sequência de shows e atividades culturais.
Cronograma 15/11/2025 Prédio Histórico da UFPR ● 08h00 – Acolhimento ● 08h40 – Boas-vindas e abertura ● 09h00 – Oficinas O palco da Praça Santos Andrade será o coração pulsante do evento, com artistas e DJs que representam a potência da música negra: ● 11h00 – 12h00 – Grupo Baquetá – Bambarê – Palco Santos Andrade ● 13h00 – 13h30: Concentração na Boca Maldita ● 13h30 – 14h30: Percurso da Boca Maldita a Praça Santos Andrade ● 14h30 – 15h00: Bloco Afro Pretinhosidade – encerramento da caminhada ● 15h00 – 15h30: Fala das parlamentares e da organização ● 15h30 – 15h50: DJ Mitay – set de 20 minutos ● 15h50 – 16h00: Mudança de palco ● 16h00 – 17h00: Daniel Montelles – show ● 17h00 – 17h20: DJ Vane MRQS – set de 20 minutos ● 17h20 – 17h30: Mudança de palco ● 17h30 – 18h40: MUV e Michele Mara – show (1h10) ● 18h40 – 19h00: DJ Mitay – set de 20 minutos ● 19h00 – 19h10: Mudança de palco ● 19h10 – 20h10: Dow Raiz – show ● 20h10 – 20h30: DJ Vane MRQS – set de 20 minutos ● 20h30 – 20h40: Mudança de palco ● 20h40 – 21h50: Bia Ferreira – show (1h10) ● 21h50 – 22h00: Encerramento e agradecimentos finais
Orgulho que transforma Mais do que uma celebração, a Marcha do Orgulho Crespo é um ato político e cultural que transforma a cidade em um grande palco de afirmação. Cada cacho, cada trança e cada batida dos tambores ecoam como um lembrete: o orgulho é resistência.
A 10ª Marcha do Orgulho Crespo de Curitiba é um convite para toda a sociedade se unir, aprender e celebrar a beleza negra em todas as suas formas. Porque o orgulho é coletivo — e a luta continua.
A atriz Saravy faz investigação autobiográfica para estreia do espetáculo RAÇUDAS, de 13 a 23 de novembro na Alfaiataria com entrada gratuita. Foto: Isa LaNave.
A estreia nacional do solo da atriz Saravy acontece de 13 a 23 de novembro na Alfaiataria com entrada gratuita.
A atriz e artista sul-mato-grossense radicada em Curitiba, Saravy, apresenta RAÇUDAS, seu novo trabalho cênico em parceria com a diretora Sueli Araújo e a Pomeiro Gestão Cultural. O projeto nasce de uma investigação autobiográfica sobre o lugar da mulher negra indígena na sociedade brasileira contemporânea, explorando suas complexidades históricas e afetivas dentro de um país ainda marcado pelas contradições da colonização e da miscigenação. “Sou nascida e criada no MS, vim buscar uma formação aqui no sul do país (PR), morei na Costa Verde Fluminense, lá me aproximo dos quilombolas e dos caiçaras, fui reconhecendo minha racialização nos territórios brasileiros que morei, sigo construindo e identificando os diálogos raciais em nosso país”, conta a atriz.
Artista na encruza da racialidade brasileira, indígenafrodescendente, mestiça fronteiriça, cabocla, sertaneja, Saravy transforma a própria trajetória em matéria poética e política, fazendo de seu corpo um território de memória, escuta e resistência. RAÇUDAS é um solo com características de teatro-palestra, em que o documental e o autoficcional se misturam para criar uma cena em que arte e vida se confundem, abrindo espaço para reflexões sobre raça, gênero, território e pertencimento. “O espetáculo coloca em jogo vivências pessoais e coletivas sobre pertencimento racial no Brasil atual e estabelece um espaço de diálogo direto com o público através de temas que cruzam ciência e sabedorias ancestrais”, explica a diretora.
A montagem marca também o reencontro artístico entre Saravy e Sueli Araújo, quinze anos após a última colaboração entre as duas criadoras. A direção potencializa a força da intérprete, construindo uma encenação que parte da escuta e do rigor, atravessada pela delicadeza e pela urgência do tema, uma ação artístico-política.
O espetáculo, RAÇUDAS é um processo expandido que articula formação, criação e difusão. O projeto é composto por oficinas e vivências sobre identidade racial conduzidas por Saravy com grupos de mulheres privadas de liberdade no Centro de Integração Social na região metropolitana de Curitiba, encontros gratuitos que atuaram como impulsos para as discussões de pertencimento racial. De acordo com Saravy, foram dessas trocas que o texto, o corpo e o gesto se nutriram para dar forma ao solo. “Adentrar o sistema prisional e construir diálogo sobre identidade de nação com as mulheres privadas de liberdade nos traz material e movimenta vontades para que o caminho deste trabalho teatral seja uma oficina/assembleia, uma troca sobre Brasil com o público”, revela Saravy.
A estreia nacional acontece em Curitiba, na Alfaiataria Espaço de Artes, entre 13 e 23 de novembro de 2025, com doze apresentações gratuitas, incluindo sessões com tradução em Libras e audiodescrição. Outro fator de destaque é a equipe criativa, que reúne profissionais do audiovisual e artes visuais como Laís Melo, Lidia Ueta, Isa LaNave e Uóshi; artistas das artes cênicas como Stéfani Belo, Nathan Gabriel e Jo Mistinguett.
O percurso de RAÇUDAS também ganhará registro em uma websérie homônima, com direção audiovisual de Lidia Ueta e edição de Ricardo Kenji, composta por oito episódios curtos a serem publicados gratuitamente no YouTube. A série acompanha os bastidores do processo de criação e revela os modos de fazer teatro em Curitiba, destacando o papel das mulheres na cena contemporânea e os caminhos de uma arte construída na partilha.
Mais que uma obra sobre identidade, RAÇUDAS é uma ação que reflete sobre pertencimento. O projeto ecoa o debate sobre raça e gênero no Brasil, onde, a presença de pessoas negras e indígena na cena, amplia ações contracolonial e decolonial do país. Saravy propõe um gesto de coragem e sensibilidade: olhar para si como modo de compreender o coletivo.
Com produção da Pomeiro Gestão Cultural, referência na execução, administração e produção de projetos que provocam debates sociais e coletivos, RAÇUDAS é, ao mesmo tempo, espelho e travessia, um solo que nasce do corpo e da memória para existir no encontro com o outro. O projeto é realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo da Bosch.
Serviço:
Espetáculo RAÇUDAS Datas: 13 a 23 de novembro (Quinta a domingo, às 19h30 | Sábados e domingos também com sessões às 16h) Sessões com Libras aos sábados às 16h. Sessões com audiodescrição no sábado (22) às 16h. Local: Alfaiataria Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 274, centro de Curitiba) Ingressos: Gratuitos (Retirar uma hora antes na bilheteria)
Ficha Técnica: Idealização, Dramaturgia e Atuação: Saravy Direção e Dramaturgia: Sueli Araujo Cenografia: Laís Melo Figurino e Visagismo: Stéfani Belo e Matheus & Matheyas Iluminação: Nathan Gabriel Trilha Original: Jo Mistinguett Criação Audiovisual: Lidia Ueta Cenotécnica: Fabiano Hoffmann Direção de Produção: Igor Augustho | Pomeiro Produção Executiva: Rebeca Forbeck | Pomeiro Assistentes de Produção: Hanon Arthur e Pedro Oliveira | Pomeiro Financeiro: Ivanes Mattos | Pomeiro Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo Assessoria em Redes Sociais: Gabriela Berbert Design Gráfico: Uoshi Fotografias e Colagens: Isa LaNave Tradução para Libras: TAÉ – Libras e Cultura Audiodescrição: ELAS A.D (Helena de Jorge Portela e Joselba Fonseca) Realização: Ópera de Pequi Produções Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural
Informações adicionais:
Sobre Saravy: Nascida em Campo Grande (MS) e radicada em Curitiba (PR), Saravy é atriz, roteirista, diretora e arte-educadora popular. Com atuação destacada no teatro e no audiovisual, desenvolve projetos artísticos e formativos integrando arte, educação e direitos humanos. Em 2025, estreia seu primeiro solo, Raçudas, em parceria com a Pomeiro Gestão Cultural. No cinema, protagoniza filmes como Nó (Grafo Audiovisual) que em 2025 recebeu três kikitos do Festival de Gramado e prêmio de melhor filme no Festival Bravo em Los Angeles, A Felicidade das Coisas (Filmes de Plástico), A Caverna e Sereia (ambos da Beija-Flor Filmes), entre outras produções de longas metragens, curtas, séries, e, televisão com exibições no Brasil e pelo mundo. Reconhecida por sua força interpretativa e engajamento artístico em narrativas de sensibilidade e potência social, Saravy recebeu diversos prêmios em festivais nacionais, entre eles, Brasília, Guarnicê, Curta Taquary e Aruanda.
Sobre Sueli Araújo: é encenadora, dramaturga e roteirista e uma das fundadoras da CiaSenhas de Teatro de Curitiba. Suas produções artísticas procuram estabelecer diálogo crítico e amoroso com demandas sociais, históricas e memórias envolvendo a sociedade brasileira. A trajetória inclui publicações, curadorias e mentorias de processos criativos de grupos e artistas da cena.
@sebinhofatoagenda + @antiquariocoisaveia expõem livros e discos na última edição do ano da Feira Fusão Criativa (@fusaocriativa.cwb) neste domingo, dia 2 de novembro, no Ginger Bar (@gingerbarcwb), em Curitiba, das 13h às 20h. Com entrada livre.
Vem viver um dia de arte, moda, música e troca no clima leve do Ginger Bar É a chance de celebrar a criatividade local, curtir bons sons, descobrir marcas autorais e se inspirar nas oficinas que rolam ao longo do dia.
Serviço: 02/11 (domingo) Das 13h às 20h Ginger Bar — Rua Saldanha Marinho, 1220, Curitiba Entrada gratuita
Chega junto pra encerrar o ano com boas vibrações, muita cor e gente criativa!