SEBINHO FATO AGENDA – LIVROS E DISCOS DE VINIL

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STRIP-TEASE BURLESCO COM MÚSICA AO VIVO CHEGA À PRAINHA DA ITUPAVA COM “CABARET DE BOLSO”

Pioneira do Burlesco brasileiro e Drag Queen pianista integram o elenco do show de variedades que tem estreia nesta sexta-feira (08/04), no recém inaugurado Teatro de Bolso da rua Itupava.

Estreia nesta sexta-feira (08/04) o show de variedades burlesco “Cabaret de Bolso”, iniciativa das burlescas Curitibanas Lídia Café da Manhã e Miss G em parceria com a drag queen Jeruza Miller. A proposta da noite é unir o strip-tease clássico burlesco ao repertório pianístico clássico, jazzístico e popular de Jeruza Miller (Jeferson Ulbrich), musicista de carreira internacional. O resultado é um dos primeiros shows burlescos com música ao vivo da história de Curitiba, com uma seleção musical que passa por Brahms, As Frenéticas e Duke Ellington.

“Cabaret de Bolso” dá início a  programação cabareteira do recém-inaugurado Teatro de Bolso de Curitiba, localizado no interior da galeria Itupava 1299, que abriga o conglomerado de bares e restaurantes conhecido como “prainha da Itupava”. Segundo Lídia Café da Manhã, o ambiente é “ideal para um show da linguagem burlesca, que combina com um público boêmio e disposto a participar integralmente da apresentação com gritos, assobios e aplausos”. O público do espetáculo ainda contará com 10% de desconto em compras feitas após o show no bar Barbarium Pocket, a poucos metros do teatro.

O elenco conta com a pioneira do burlesco brasileiro Miss G, que foi uma das fundadoras do Festival Yes! Nós Temos Burlesco (RJ) e atual diretora das Terças Burlescas do Ginger Bar, além de Lídia café da Manhã, a primeira burlesca brasileira a ter seu trabalho apresentado no festival do Burlesque Hall of Fame (Las Vegas). A programação da noite conta com números inéditos de strip-tease burlesco, duetos cantados e comédia falada. O performer boylesco Monge Safado fica encarregado pela assistência de palco, que em shows burlescos inclui o recolhimento de peças de roupa de forma provocativa.

Programa:
CABARET DE BOLSO
08/04/2022 – Sexta-Feira
Teatro de Bolso Curitiba
Endereço: R. Itupava, 1299 – Hugo Lange, Curitiba – PR
Sessão dupla: 22h e 23h
Ingresso: R$ 30,00
www.sympla.com.br/cabaret-de-bolso__1534421
Duração: 45 minutos

Não recomendado para menores de 18 anos
Apoio: Barbarium Pocket

Conheça as artistas:


Lídia Café da Manhã @vedetematinal
Se você come depois da meia-noite, é a primeira refeição do seu dia! Lídia Café da Manhã é uma vedete matinal e burlesca notívaga entusiasta e entusiasmada pela era de ouro do strip-tease clássico! Explora as corporalidades desvairadas das dançarinas exóticas e já se apresentou em festas, cabarés e festivais em Curitiba, Maringá, São Paulo e Rio de Janeiro, tendo exibido também seu trabalho nos festivais Burlesque Hall of Fame (Las Vegas, EUA), Salvaje: Festival Internacional de Burlesque de Argentina (Rosario, Argentina) e POA Burlesque (Porto Alegre, RS). Criadora e produtora do projeto Cabaré Notívagas e do Cabaret de Bolso.


Miss G  @corpospelaliberdade
Senhoras e senhores, apresento-lhes Miss G (stage name da artista Giorgia Conceição – Curitiba, 1981). Artista burlesca, agitadora cultural, mentora de novos artistas. Ela encabeça vários projetos relacionados ao Burlesco pelo Brasil: foi criadora e dirigente do Festival Internacional Yes, Nós Temos Burlesco (de 2015 a 2021, no Rio de Janeiro), faz parte da cúpula de curadoras da Combo Drag Week (Curitiba) e, atualmente, dirige e apresenta a mostra semanal Terça Burlesca, no Ginger Bar. Foi artista homenageada no PoA Burlesque Festival, em 2021. Durante a pandemia, foi porta voz do Burlesco Brasileiro em diversos eventos latino-americanos, como Salvage  (Argentina, 2020), Encuentro Latino de Burlesque (Ciudad de México, 2020). Dedica-se à formação de novos artistas, mirando na ampliação da cena nacional e criação de uma comunidade, formando público e dando condições para a divulgação dessa arte no Brasil. Além disso, já fez participações em eventos, mostras, festivais nacionais e internacionais, até mesmo em séries e novelas, como Ligações Perigosas (Globo, 2016) e Tempo de Amar (Globo, 2017). Já se apresentou em diversas cidades do país, e também em Nova Iorque (EUA), Kyoto (Japão), Berlim (Alemanha), Viena e Graz (Áustria), Granada (Espanha). Ministra workshops online e presenciais, já tendo passado por instituições como Tanzquartier (Viena), El Apeadero (Granada) e Instituto Itaú Cultural (SP)


Jeruza Miller @jeruza.miller
Jeruza Miller, drag queen pianista, é criadora do projeto PianoDrag. Nascida em Curitiba e criada nos rincões do interior do Paraná, Jeruza Miller é hoje uma musicista de carreira internacional. A proposta de PianoDrag é levar a riqueza e a beleza da música para piano e piano e canto com seu repertório clássico, jazzístico e popular para um público que valoriza cada vez mais a diversidade nas manifestações culturais. A premissa é música de qualidade, independente da expressão de gênero.

TRAVA BRUTA, ESPETÁCULO SOBRE A TRANSEXUALIDADE NO BRASIL DE HOJE, CHEGA A CURITIBA NA 30ª EDIÇÃO DO FESTIVAL DE TEATRO

Trava Bruta – Leonarda Glück – Foto Alessandra Haro.

Espetáculo sobre a transexualidade estreou em São Paulo e marca os 25 anos de carreira da artista curitibana Leonarda Glück, que teve trabalhos apresentados em países da Europa e da América Latina.

Após realizar estreia nacional na cidade de São Paulo e cumprir temporada online pelas redes do Centro Cultural São Paulo, o espetáculo TRAVA BRUTA, de Leonarda Glück com direção de Gustavo Bitencourt, chega a Curitiba para duas únicas apresentações no Festival de Teatro, dias 5 e 6 de abril, às 19h30, no Mini Guaíra, com entrada franca.

TRAVA BRUTA é um manifesto que parte da experiência transexual de Glück, artista curitibana hoje residente em São Paulo, para propor uma ponte e um embate entre o contexto artístico e a conjuntura política e social brasileira atuais no que se refere ao campo da sexualidade. O trabalho marca as comemorações de 25 anos de carreira da artista e também o seu reencontro com o diretor Gustavo Bitencourt.

Leonarda, que hoje mora em São Paulo, começou a escrever o texto ainda em Curitiba, sua cidade de origem, onde fundou importantes coletivos como a Companhia Silenciosa e a Selvática Ações Artísticas. Seus trabalhos tratam de diversas temáticas, e já foram apresentados em diversos países da Europa e América Latina, mas esta é a primeira vez que a artista dedica uma criação exclusivamente à transexualidade:  “Me veio uma possível angústia repentina: a de talvez não ter conseguido em outro momento antes escrever tão intimamente sobre o assunto da transexualidade, e seus efeitos na minha mente e na vida social da qual faço parte”, diz Leonarda, que arrastou por meses a tarefa de terminar o texto.

Já em 2019, a montagem foi premiada pelo Centro Cultural São Paulo, integrando a 6ª Mostra de Dramaturgia em Pequenos Formatos da instituição. Após ter sua estreia suspensa por conta da pandemia, o trabalho foi retomado em 2021 e estreou presencialmente na Sala Jardel Filho. Sobre a pandemia, Glück faz questão de frisar: “A gente entrou no modo catástrofe que meio que está até agora. As pessoas trans ficaram ainda mais vulneráveis do que já eram antes. E elas eram muito. São, no Brasil. Física e psicologicamente.”

O espetáculo chega à capital paranaense na programação do Festival, integrando o Interlocuções, uma das ações do evento, a convite dos curadores Giovana Soar e Celso Curi. A direção da obra, que é produzida pela Pomeiro Gestão Cultural, produtora que realiza a gestão dos projetos de Leonarda, ficou a cargo de Gustavo Bitencourt, parceiro de Glück há mais de 20 anos. Juntos os dois já desenvolveram criações em performance, dança e teatro, com destaque para Valsa Nº 6, montagem do texto de Nelson Rodrigues premiada pela Funarte em 2012, na ocasião do centenário do autor.

Quando foi convidado para dirigir o espetáculo, Gustavo Bitencourt ficou com um pouco de medo. “Porque era um texto que falava muito da experiência dela como mulher trans no Brasil. Onde é que eu ia poder contribuir nisso? O que é que eu sei disso? Mas lendo e relendo, e conversando com ela, fui vendo o quanto esse texto também fala de muitas coisas que dizem respeito a todo mundo, e que era importante que a gente olhasse tanto pro que tem de específico nesse contexto do qual ela fala, quanto pra onde essa história se conecta com outras tantas”. Partindo daí, ele conta que foram entendendo o texto de Trava Bruta como um jeito de falar de coisas que são reais e concretas e nem por isso menos ficcionais.

Leonarda e Gustavo, então, se encontraram na ideia de ficção, como nos diz o diretor: “Ficção que é o que eu pesquiso, é a minha profissão  – como drag queen, que é o que eu faço da vida faz 12 anos – e é uma necessidade básica de qualquer ser humano. Humano prescinde de ficção pra viver, e em diferentes medidas, com diferentes graus de comprometimento e de risco, todo mundo vai dando um jeito de concretizar”.

Para Gustavo, o ponto chave da ideia de ficção explorada no trabalho encontra-se no fato de que “algumas ficções são permitidas e outras não. Quando se trata de gênero, as pessoas tendem a ficar muito assustadas”.  Leonarda é enfática: “Chego aqui com a certeza de que o herói macho branco, heterossexual, cristão e suas ideias precisam urgentemente ser substituídos, trocados ou mesmo revisitados por outros ângulos. Estão chatos. De alguns eu ainda gosto muito, mas estão chatos.”

O retorno de Leonarda, Gustavo e da Pomeiro ao Festival marca, também, o retorno dos artistas a cidade: por muitos anos os três integraram eventos variados dentro do Festival (como o Fringe, a Mostra Oficial, a Mostra Novos Repertórios, a Curitiba Mostra e outras). Embora suas obras tenham estreado em outros municípios do país nos últimos anos, boa parte de suas trajetórias foi consolidada em Curitiba. Esta volta marca a trajetória dos realizadores e enfatiza seus impactos culturais na cidade.

SERVIÇO
TRAVA BRUTA
Dias 5 e 6 de abril às 19h30
No Mini Guaíra (Rua Amintas de Barros s/n, Centro, Curitiba – PR)
Entrada gratuita e ingressos começam a ser distribuídos às 18h no local.
18 Anos, 70 Minutos.

APENAS UM SAXOFONE / LYGIA FAGUNDES TELLES

Anoiteceu, faz frio, 44 anos e 5 meses, como passa rápido “Meu Deus”, eu sinto o frio circular que sai do assoalho ea se infiltra no tapete, meu tapete é Persa, aliás, todos meus tapetes são Persas. Mas eu não sei o que esses bastardos fazem que não impedem que o frio se instale. Onde agora, onde?

Eu poderia pedir que acendessem a lareira, mais eu mandei o copeiro ir embora, o copeiro, a arrumadeira, a cozinheira; TODOS RUA, um a um, uma corja que ri de mim pelas costas. Mas onde agora, onde?

A lenha, em algum lugar da casa, mais acender a lareira, não é tão fácil como parece no cinema, o xinês ficava horas e horas assoprando e mexendo até acender e eu mal tenho forças para acender meu cigarro. Onde agora, onde?

Eu desliguei o telefone da parede, peguei a garrafa de Whisky, estou sentada aqui a não sei quanto tempo, bebendo, mais bebendo devagar, por que hoje, hoje eu não quero ficar bêbada, hoje não. Engraçado sabe, eu to sentada aqui a não sei quanto tempo, foi escurecendo e eu não acendi as luzes da casa e agora que está escuro eu vejo, vejo essa sala exorbitando de riqueza, uma riqueza inútil, fútil, coisas que eu comprei nas minhas viagens pelo mundo a fora e eu nem lembrava mais que tinha. Mas onde agora, onde?

Eu tenho um velho que me dá dinheiro, um jovem que me dá gozo e um sábio que me dá aulas de doutrinas filosóficas, uma filosofia tão platônica que na segunda aula ele se deito comigo, mais você acha que eu me importo com que ele ou qualquer pessoa pensa de mim? Claro que não, mais eu já me importei. E por causa da opinião alheia, é que hoje, ah hoje eu tenho um casaco de Vizon, um gato Siamês, eu tenho um sapato com fivela de diamante, eu tenho um piano com calda, uma chácara com piscina, um diamante que é quase do tamanho do ovo de uma pomba e um aquário com floresta de coral no fundo. Mas eu trocaria tudo, tudo, anéis e dedos, mais uma vez, só mais uma vez, ouvir o som do saxofone e saber que ele está bem em algum lugar, nem pediria para vê-lo, não eu não pediria tanto. Mas onde agora, onde?

A primeira vez que nós nos amamos foi numa praia e era uma noite muito quente, então nós entramos na água do mar nús e a água parecia a água de uma banheira, uma água morna e ele ficou assustado quando eu disse que nunca tinha sido batizada, então com as mãos em concha, ele pegou a água depositou na minha cabeça e disse: Eu te batizo Luiziana, em nome do Pai, do Filho, do Espírito Santo, Amém! Eu pensei que ele tava brincando, mais ele nunca falou tão sério em toda sua vida. Luiziana, Luiziana, nunca mais ninguém me chamou assim. Onde agora, onde?

Nessa noite na praia eu disse a ele: Se você me ama, me ama mesmo, suba naquela duna, nú como está e toque seu saxofone o mais alto que você puder até a polícia chegar! Eu corri, vesti minha roupa, por que ele tocava tão alto que eu sabia que a polícia não ia demorar. Ah, ele tinha o cabelo todo bagunçado, a camiseta despencada, o sapato um lixo, mais o sorriso, ah, o sorriso era tão branco, tão lindo, que quando ele sorria eu parava de sorrir só para ficar olhando o sorriso dele.

Ele me levou pra morar com ele, era um apartamento no 10º andar, era um apartamento pequeno, pobre, feio, sujo, mas nós nos amamos tanto e fomos tão imensamente felizes naquele 10º andar. Em uma noite, uma noite ele me levou para jantar e afinal eu disse á ele: Se você me ama, me ama mesmo, dei me cá seu saxofone e suba naquela mesa, grite o mais alto que você puder CORNUDOS, TODOS CORNUDOS! Ele me entregou o saxofone, enquanto eu saia envergonhada eu escutei ele gritando: CORNUDOS, TODOS CORNUDOS! Me alcançou na rua e me implorou: Luiziana não me negue, não me negue. Era um amor grande demais, entende? Eu não sabia o que fazer com um amor tão grande assim, na hora a gente nunca sabe. Por acaso alguém da valor na respiração? Haha, da né, quando ela se esculhamba toda, ai todo mundo da valor. “Poxa eu respirava tão bem.” Mais na hora que ta tudo dando certo, a gente não da valor, eu não dei.

Comecei a ficar exigente sabe; Se você me ama, me ama mesmo, me dê um par de brincos! Se você me ama, me ama mesmo me dê um vestido novo! Se você me ama, me ama mesmo me leve pra jantar em lugares chiques! Se vc me ama, me ama mesmo …, ele começou a trabalhar tanto que ele saia pra tocar nos bares durante a noite e só voltava no outro dia, já amanhecendo, cansado ele deitava na cama enrodilhado tocava o saxofone e ainda me dizia: Luiziana, Luiziana você é minha música e eu não vivo sem música. E abocanhava o bucal do saxofone como fazia com meu seio. Eu quis terminar sabe, mais eu não tive coragem, então eu decidi que eu faria tudo pra que aquele amor apodrecesse de tal forma que um dia ele fosse embora e nem olhasse para trás de tanto nojo. Então uma noite, uma noite eu tinha um compromisso, nessa época eu vivia cheia de compromissos, pintava meus olhos diante do espelho e ele tocava saxofone, eu ia me encontrar com um banqueiro sabe, ele sabia disso, então eu parei, parei de pintar os olhos, olhei pra ele e disse: Se você me ama, me ama mesmo, sai daqui agora e se mate, imediatamente!

CAMPO DAS ARTES RECEBE MARCIO JULIANO OUTRO SAMBA NA MOSTRA PÔR DO SOL

Marcio Juliano e banda. Foto: Leandro Taques.

As apresentações do show (dias 01,02, 08 e 09 de abril) também fazem parte da programação do Festival de Teatro de Curitiba.

Ousadia, contemporaneidade, lirismo e bom humor caracterizam o show Marcio Juliano Outro Samba, próxima atração da Mostra Pôr do Sol, dias 01, 02, 08 e 09 de abril, às 20h, no Campo das Artes, em São Luiz do Purunã-PR. O evento marca a abertura oficial do espaço, projeto de vida do ator paranaense Luís Melo, que vem sendo construído desde 2008.

O show é uma experiência cênica musical multimídia que tem como fonte de inspiração o repertório e os artistas da Época de Ouro da música brasileira, período que vai de 1929 a 1945. Desdobramento da pesquisa realizada pelo cantor Marcio Juliano em trabalhos anteriores, No Samba” (2016) e “Noël” (2006).

Com caráter teatral e leitura contemporânea deste universo musical, Outro Samba conta com interações e intervenções de projeções mapeadas, com áudios sincronizados. “A ideia é revisitar uma estética muito explorada por esta geração de compositores, a do cinema”, revela Marcio que também dirige o show. A assistência de direção e iluminação é de Nadja Naira (Companhia Brasileira de Teatro). Outro Samba traz ao palco músicos virtuosos: Sérgio Albach (clarone), que assina a direção musical, Lucas Melo (violão 7 cordas) e Luis Rolim (bateria e percussão). Misturando diferentes linguagens projeta em cena participações especiais como a Orquestra à Base de Sopro e o trombonista Raul de Souza, falecido no ano passado.

Dorival Caymmi, Wilson Baptista, Noel Rosa, Pixinguinha, Ary Barroso estão presentes no repertório com narrativa diversa que homenageia o samba e suas múltiplas possibilidades, mas que sobretudo evoca a alegria, o amor e a superação da melancolia.

O show estreou em Curitiba, no final de 2019, ano de lançamento do CD de mesmo nome e, durante a pandemia, em 2021, foi adaptado ao formato digital, virou DVD e circulou virtualmente pelo interior do Paraná. “Participar da Mostra é uma experiência muito feliz, vamos oferecer ao público um espetáculo com uma abordagem diferente, é um show de música ancorado no teatro. Voltar ao presencial, poder ensaiar, preparar o show e o espaço para receber o público é muito emocionante”, comemora Marcio que também é o produtor geral da Mostra Pôr do Sol.

“O Campo das Artes é um espaço muito importante, único no Brasil. O fato dele estar situado no Paraná é uma riqueza para nós. Espero que esta iniciativa privada do Luís Melo sirva de inspiração ao poder público para que, por meio das leis de incentivo, movimente este lugar com muitas atrações e oportunidades artísticas porque o público está sedento de arte. Todos os ingressos da Mostra esgotaram em apenas 8 horas após a distribuição pelo site”, conta.

O evento integra a programação do Festival de Teatro de Curitiba – edição 2022.

Confira a PROGRAMAÇÃO da Mostra que segue até 16 de abril:
1 e 2 de abril – 20h
Marcio Juliano Outro Samba – Cia Ilimitada
*durante o Festival de Teatro de Curitiba

8 e 9 de abril – 20h 
Marcio Juliano Outro Samba – Cia Ilimitada
*durante o Festival de Teatro de Curitiba

15 e 16 de abril – 20h
O Arquipélago – Súbita Companhia de Teatro  

MOSTRA PÔR DO SOL VIRTUAL
Local: Canal Campo das Artes no Youtube
www.youtube.com/channel/UCAVR2jOa08eYZ46p31YuzLw
Horário: 20h
Datas: 
19 de abril 
Manaós – Trupe Ave Lola (Duração: 80min)
20 de abril 
Noël.doc – Marcio Juliano e Cia ilimitada (Duração: 53min)
21 de abril 
Aqui – Súbita Companhia de Teatro (Duração: 60min)

Projeto realizado com o apoio da Copel, por meio do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura), da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná.

SERVIÇO:
MOSTRA PÔR DO SOL – 11 de março a 16 de abril
Espetáculo: SHOW MARCIO JULIANO OUTRO SAMBA
Data: 01, 02, 08 e 09 de abril 
Horário: 20h
Local: Campo das Artes (Estrada da Lage, 370 – São Luiz do Purunã/Balsa Nova-PR)
Contato exclusivo por whatsapp: 41 99995 8383
Email: contato@campodasartes.com.br
Ingressos gratuitos mediante reserva pelo site: www.campodasartes.com.br/
Capacidade: 100 pessoas por apresentação
Duração: 60 minutos
Classificação Indicativa: Livre 

Ficha Técnica – Show Marco Juliano Outro Samba
Direção, Pesquisa e Concepção: Marcio Juliano. Direção Musical: Sérgio Albach. Iluminação e Assistência de Direção: Nadja Naira. Som: Chico Santarosa. Projeções: Alan Raffo. Animação: Carlon Hard e Rômolo D’hipólito. Figurino: Áldice Lopes. Elenco: Marcio Juliano, Luís Rolim, Lucas Melo e Sérgio Albach. Participação Virtual: Raul de Souza, Uyara Torrente, Érica Silva, Iria Braga, Milena Tupi, Cássia Damasceno e músicos da Orquestra à Base de Sopro de Curitiba. Assessoria de Comunicação: Glaucia Domingos. Realização e Produção: Companhia Ilimitada.

Sobre Marcio Juliano 
Marcio Juliano é um artista brasileiro. Natural de Curitiba, começou no teatro e na música aos 15 anos. De lá para cá escreveu, compôs, cantou, atuou, dirigiu, dançou, operou luz, foi contrarregra, produziu. Em 2005, fundou a Cia Ilimitada, produtora cultural onde realiza seus projetos. Como cantor, estreou em 2006, Noël, show cênico musical em homenagem a Noel Rosa, com direção de Marcio Abreu e Direção Musical de Sérgio Albach. O disco Noël veio em 2009, com ele Marcio visitou teatros de 25 cidades brasileiras, em mais de 70 apresentações, que tiveram um público de 50 mil espectadores. Seu trabalho mais recente é o projeto Outro Samba, que faz uma releitura das composições da Época de Ouro e inclui a gravação de CD e também DVD e pode ser conferido no site do artista: http://marciojuliano.com.br/

SAIBA MAIS:
www.campodasartes.com.br/
www.instagram.com/_campodasartes/
Facebook: @campodasartesbrasil

CONTATOS:
Produção
Marcio Juliano
marciojulianocontato@gmail.com
41 99902 5147
Laura Tezza
lauraproducaoavelola@gmail.com
41 99995 8383
Mídias Digitais
Jamilssa Melo
jamilssa@arvorealta.net
92 98161 1848