ARGENTINOS FAZEM VIAGEM DE CARRO CRUZANDO AS AMÉRICAS, PARTICIPAM DO PSYCHO CARNIVAL EM CURITIBA E DEPOIS SEGUEM RUMO AO ALASKA

Por Rodrigo Juste Duarte, Curitiba 21 de fevereiro de 2020.

O Festival Psycho Carnival é realizado há 21 anos em Curitiba, com uma programação repleta de shows de rock durante as festividades carnavalescas, com dedicação ao gênero psychobilly e outros estilos relacionados. Desde as primeiras edições o evento tem caráter internacional, trazendo não só artistas de vários países mas também um público de fora do Brasil para apreciar o festival.

Nesta edição de 2020, o Psycho Carnival receberá a visita de duas pessoas da Argentina que estão em uma grande viagem cruzando as Américas, tendo como destino final o Alaska. Davi e Ludmila (que costumam ser chamados como Dash e Vampi) saíram de Buenos Aires e iniciaram esta aventura, adotando um estilo de vida alternativo, nômade e minimalista. 

Esta viagem, realizada a bordo de uma van, ganhou o nome de Contemplando América e vai passar pelo maior número de países possíveis. O primeiro destino é o Brasil, onde estão desde setembro do ano passado, quando cruzaram a fronteira em São Borja, no Rio Grande do Sul, e seguiram para Santa Catarina. 

Por ser realizada por vias terrestres, o roteiro pode variar conforme os viajantes vão conhecendo o país, gerando a vontade de conhecer determinados locais e eventos. Foi assim que o festival curitibano se tornou uma das escalas. “O Psycho Carnival nos entusiasmou desde que chegamos ao Brasil”, afirma Vampi, que assim como Dash, são apreciadores de gêneros como psychobilly e rockabilly. “Dessa vez, viajamos de Florianópolis a Curitiba para curtir e conhecer outras bandas que participam do festival, em especial Guana Batz”, comenta, referindo-se aos britânicos que são a principal atração do evento.

Companheiros, viajantes e aventureiros, Dash e Vampi são veganos e defensores dos direitos dos animais. Eles difundem relevantes informações sobre este tema durante a viagem, buscando expandir a empatia e o respeito aos animais. “Desenvolvemos atividades diferentes nesta área e levamos esse trabalho conosco aonde quer que vamos, procuramos transmitir uma mensagem em favor do respeito e do amor por outros seres”, afirma. Os relatos de viagem são registrados nas redes sociais do Contemplando América (no Facebook e Instagram) e também eu um fanzine impresso chamado Travelzine. 

Confira a entrevista completa com Vampi:

Qual a imagem que vocês tem do carnaval brasileiro? E do Psycho Carnival, que é um evento diferenciado no Carnaval?
Quanto ao renomado Carnaval do Brasil, temos uma imagem com forte conotação cultural e tradicionalista, em que também encontramos a maior diversidade sexual, assim como as diferentes etnias que habitam o país, vivida de forma livre e aceita pela sociedade como algo natural, como deveria ser em qualquer outro lugar do mundo. Também está claro o espírito dos nativos dessas terras, de alegria, muita dança e cores.

O Psycho Carnival nos entusiasmou desde que chegamos ao Brasil. Já que eu (Vampi) nunca pude frequentar na Argentina por diferentes razões. Contei a Dash sobre o festival, do que se trata, já que compartilhamos um gosto pela cena e cultura rockabilly / psychobilly, ele gostou da ideia de visitar Curitiba para participar e aqui estamos, aguardando pelo evento.

Desde que chegaram ao Brasil, quais cidades vocês visitaram? Depois de Curitiba, para onde vocês irão?
Cruzamos a fronteira em 18 de setembro pela cidade de São Borja tendo como primeiro destino Florianópolis, atravessando o Rio Grande do Sul. Visitamos a ilha quase inteiramente onde aproveitamos a oportunidade para trabalhar na temporada, também visitamos Camboriú e todas as suas praias. No caminho para o Psycho Carnival de Curitiba, visitamos as cidades de Blumenau e Pomedore.

No final do festival, continuaremos percorrendo um pouco mais do Brasil. Estamos indo para São Paulo, onde visitaremos o Santuário Terra dos Bichos, entre outros lugares. Depois vamos para o Rio de Janeiro visitando as diferentes praias no caminho e de lá vamos para o Peru, passando por destinos como Belo Horizonte, Brasília e parte do Mato Grosso. Será uma aventura.

Depois do Brasil, quais outros países vocês pretendem visitar?
Contemplando a América, como chamamos essa travessia, propõe-se atravessar o continente do país mais ao sul de onde viemos (Argentina) até a última fronteira ao norte (Alasca, EUA), visitando todos os países possíveis, com exceção da Guiana, Suriname e Guiana Francesa por uma questão de vistos.

Quanto tempo vai levar para chegar ao Alaska? O retorno à Argentina será mais rápido ou haverá muitas paradas?
Contando a partir de agora, acreditamos que em dois anos e meio estaremos no Alaska. Não temos nenhum tipo de planejamento em relação ao retorno, acreditamos que será mais rápido. Neste modo de vida, muitas coisas surgem o tempo todo, o que torna a viagem muito incerta. Também gostaríamos de conhecer outros continentes.

Como vocês planejaram a viagem? Qual o veículo utilizado? À noite vocês acampam, dormem no carro ou ficam em hotéis?
O planejamento de viagens baseia-se em viver a vida da mesma maneira que em qualquer outra alternativa padrão, embora optemos por ficar longe de laços e estagnação. Viajamos e trabalhamos na estrada. Somos surpreendidos dia após dia, não apenas por regiões com seus habitantes e suas paisagens, mas também pela capacidade de sermos uma espécie com adaptabilidade. Viajamos e vivemos o que é conhecido como VanLife, em um VW Transporter T4 modelo 2000 (Albita), que foi equipada com tudo o que é necessário para esse fim, com isolamento térmico e possui uma agradável sala de estar que se converte em uma cama à noite. Também temos um banheiro químico, uma cozinha completa e um chuveiro de mão. Portanto, dormimos onde gostamos, evitando despesas desnecessárias para nós, como hotéis, camppings, etc.

Vocês trabalham nas cidades que viajam para pagar as despesas de viagem?
Sim, não temos outra forma de financiamento no momento, nem somos ricos, portanto usamos nossa criatividade para gerar renda para pagar a viagem ao longo do percurso. Carregamos conosco uma TravelZine, uma revista de viagem autogerenciada e adesivos com nosso logotipo. Este material está disponível e todas as vendas são úteis para seguirmos adiante.

Vocês são ativistas veganos e defensores dos direitos dos animais. Fale mais sobre essa causa.
Este ponto é muito importante para nós, pois nos motiva e nos une além da viagem como uma aventura. Nos conhecemos em Buenos Aires, Argentina, em um trabalho pela causa dos direitos dos animais, independentemente das espécies. Como ativistas, desenvolvemos atividades diferentes nesta área e levamos esse trabalho conosco aonde quer que vamos, procuramos transmitir uma mensagem em favor do respeito e do amor por outros seres sencientes com quem compartilhamos o planeta, conscientizando as pessoas sobre a situação que os animais e o planeta estão sofrendo por causa do nosso consumo, que são altamente substituíveis nesses tempos.

É difícil fazer o ser humano entender a diferença entre um algo e um ALGUÉM. No entanto, as mentes estão mudando e trabalhamos para isso, essa cruzada também é um alerta, para desenvolver empatia e igualdade. Qualquer pessoa pode viver sem prejudicar os outros, independentemente da situação em que vive, da região, do clima e de outros fatores. Só é necessário ter consciência sobre o sofrimento que causamos em cada escolha que fazemos.

Convidamos todos a conhecer mais sobre esse problema assistindo a documentários como “Dominion” e “Cowspiracy”.

O Psycho Carnival já recebeu várias bandas argentinas, inicialmente com artistas de neorockabilly (como Motorama e Los Primitivos), até o surgimento das primeiras bandas psychobilly portenhas (como Jinetes Fantasmas). Qual a experiência de vocês nesse cenário musical?
Nossa experiência nesta cena começou assistindo aos shows destas bandas em Buenos Aires ou cidades costeiras da Argentina. Jinetes Fantasmas, Los Cianuros, The Broken Toys, Los Peyotes, Ghost Bastards, etc. Uma das nossas bandas favoritas é o Sick Sick Sinners (de Curitiba), uma ótima referência local. Dessa vez, viajamos de Florianópolis a Curitiba para curtir e conhecer outras bandas que participam do festival, em especial Guana Batz (da Inglaterra).

O que vocês esperam da estadia em Curitiba durante o Psycho Carnival?
É a nossa primeira visita à cidade, esperamos que seja uma estadia segura e muito divertida. Estamos na expectativa por onde estacionar nossa van para ir tranquilamente ao festival, visitar o local, conhecer novas pessoas e voltar para descansar em nossa casa sobre rodas. Estamos empolgados com a chegada antecipada e sabemos que vamos ter experiências positivas e muitas outras histórias para contar.

COM SHOW GRATUITO NA PRAÇA GENEROSO MARQUES, ÍMÃ FAZ A QUARTA E ÚLTIMA EDIÇÃO DO PROJETO AINDA ASSIM NESTE SÁBADO (14/12)

Apresentação ocorre às 17h em frente ao SESC Paço da Liberdade; banda apresentará canções de seu primeiro álbum, incluindo os singles Memória do Chão e Mangueador

Com o objetivo de aproximar produtores e artistas ligados à música independente latino americana, a série Ainda Assim chega à sua quarta e última edição, após ter recebido shows e oficinas de Soema Montenegro (AR), Joana Queiroz (RJ/SP) e Roseane Santos (PR) desde março deste ano. Realizado pelo Água Viva Concentrado Artístico, em parceria com Girolê Produções (PR), Bambaê Produções (PR), Riacho (RS), Onça Discos, Ocitocina – Largo das Artes e SESC Paço da Liberdade, o projeto neste próximo sábado apresentará gratuitamente a banda Ímã às 17h.

Composta por nove artistas do cenário curitibano, Ímã mistura as estéticas trazidas por cada integrante em torno da música brasileira. O magnetismo das várias vozes e da instrumentação diversificada (violão, violoncelo, cavaquinho, flauta, clarinete, sintetizador, baixo, guitarra, bateria e percussões) atrai o rock, o samba, o funk, o ijexá, o boi, entre outros ritmos, gerando um campo sonoro rico em texturas e de cheio possibilidades.

O grupo está junto desde 2017 explorando novos territórios no campo da canção, permeado pela inventividade e incertezas de seu tempo. Com dois singles lançados em 2019, “Memória do Chão” e “Mangueador” (com participação de Cacau de Sá), a banda se prepara para o lançamento do primeiro álbum. Com previsão de lançamento para o início de 2020, o futuro disco também contará com participações de Soema Montenegro, Roseane Santos, Melina Mulazani e Matê Magnabosco.

Serviço:
Ímã na Praça Generoso Marques (centro de Curitiba)
Sábado, 14 de dezembro
Entrada livre
Mais informações no evento: aqui

BANDA SINCOPÉ APRESENTA SHOW DE LANÇAMENTO DO EP TEIÁ

Foto Isabelle Neri

Para lançar três canções inéditas de seu novo EP, banda Sincopé apresenta seu novo show Teiá no Teatro Rodrigo D’Oliveira neste domingo 

Neste domingo, dia 1 de de dezembro às 16h, a banda Sincopé apresenta o show de lançamento de seu novo EP, Teiá no Teatro Rodrigo de Oliveira. Formada por Isaac Dias (violão e guitarra), Gabriela Bruel (bateria e percussão), Érica Silva (baixo, guitarra e voz), Natalia Bermúdez (voz e flauta transversal), e Camila Cardoso (bateria, marimba), a banda apresenta uma sonoridade com referências da música popular em seus mais variados conceitos, desde a organicidade do samba de raiz e da ciranda até as distorções de guitarras elétricas e efeitos percussivos inusitados. 

O show Teiá apresenta uma formação instrumental diversa, com músicos multi-instrumentistas tocando ritmos como samba, ska, ciranda, xote e rock em arranjos que trazem tanto sonoridades cruas e tradicionais como timbres sintéticos pós-modernos. Com as canções que integram o CD e o EP, o espetáculo traz a estética de uma linguagem inovadora, misturando ritmos e influências em canções que refletem sobre o modo de vida na sociedade atual, sem perder a leveza na musicalidade e a dinâmica de um grupo coeso e experiente. 

Trazendo canções de seu primeiro trabalho e de seu último EP, todas de autoria dos integrantes do grupo e de parceiros, o Show Teiá é resultado de intercâmbios e experimentações musicais, com canções cujas temáticas passeiam pelos universos urbano e sentimental, bem como o debate de assuntos como a solidão humana e a paixão. Sincopé oferece ao público um espetáculo completo, cujo fio condutor é a busca de palavras que expressem a mistura e integração de diversas linguagens. 

A banda Sincopé vem mostrando seu trabalho inteiramente autoral utilizando as diversas possibilidades instrumentais de cada um dos integrantes aliadas a uma forma original de arranjar e compor. O grupo cria sonoridades a partir de inspirações variadas e em suas letras busca revelar o que há de mais verdadeiro no ser humano, utilizando variações rítmicas, inserções percussivas extremamente visuais, melodias que fogem às fórmulas costumeiras da música pop, dinâmicas instrumentais ricas e combinações variadas de instrumentos em uma mesma música. O som da banda configura-se num autêntico estilo contemporâneo, que mescla o que há de mais orgânico na cultura popular brasileira a timbres sintéticos e espaciais. 

Desde sua criação, a banda vem mostrando seu trabalho em eventos, festivais, teatros e casas de show, sempre alcançando diversos públicos e faixas etárias. Suas principais apresentações foram o FEMUCIC, Festival da Canção de Maringá em 2007, Festival de Cultura da Universidade Federal do Paraná, Teatro Paiol em Curitiba, Oficina de Música de Curitiba e WebFest Valda 2012, no Rio de Janeiro. Neste último, o grupo alcançou o segundo lugar geral entre 500 inscritos, e recebeu o prêmio de vocalista revelação para Natalia Bermúdez. Em 2017 o grupo realizou shows em 8 cidades do Paraná através do Prêmio Arte Paraná, entre elas Maringá, Londrina e Guarapuava. Também em 2017 o grupo lançou uma série de 3 videoclipes, contemplada no edital “Medianeira Nossa Música”. 

SERVIÇO: 
SHOW DE LANÇAMENTO DO EP TEIÁ 
Domingo, 1 de dezembro às 16h 
Teatro Rodrigo D’Oliveira (Rua Trajano Reis, 41, São Francisco, Curitiba) 
Ingressos: R$10 (ANTECIPADO) R$15 (NA HORA) 
Página do evento, aqui

LANÇAMENTO DO LIVRO SOBRE O SOM DOS SETENTA

Você é o nosso convidado para o lançamento do livro SOBRE O SOM DOS SETENTA, do jornalista e agitador cultural Aroldo Antonio Glomb Junior, neste dia 13 de setembro, às 19 horas, na Escola Portfólio, em Curitiba!

Esta é a primeira obra do jornalista, amante da boa música, colecionador de discos e organizador, ao lado de sua esposa, da tradicional Feira Vinil Vivo!

Nesta obra, a primeira de uma coleção de 10 edições, Glomb fala sobre 20 discos que ele indicaria para qualquer pessoa do ano de 1970! São discos de rock, jazz, blues, soul e outras surpresas.

O jornalista não ficou preso ao formato “discos de sucesso” e nem mesmo aos estilos musicais mais tranquilos de se escrever – falando até mesmo de música caipira!

A obra tem o apoio da Nova Garagem e da Let’s Rock, que apostaram no projeto ousado!

No dia haverá também uma mini feira de vinil!

A obra Sobre o Som dos Setenta será vendida neste dia pelo valor de R$39, e você poderá comprar a sua edição autografada pelo escritor.

Serviço:
Lançamento do livro Sobre o Som dos Setenta
Data: Sexta, 13 de setembro, das 19h às 22h
Local: Escola Portfolio, Rua Alberto Folloni, 634 A – Juvevê, Curitiba
Página do evento, aqui
Entrada gratuita!

Organização:  Sobre o Som dos SetentaLet’s RockAntigas Novidades do RockEscola PortfolioObleas Originales

DOC “FINA CAMADA DE GELO”

Com direção de Vinicius Ferreira, a produção é um recorte sobre a cena musical autoral da capital paranaense e faz parte de um projeto maior e homônimo, cujo lançamento ocorreu em outubro de 2017, com o livro de Eduardo Mercer, “Uma Fina Camada de Gelo: O Rock Autoral e a Alma Arredia de Curitiba“.

 Fina camada de gelo from rock curitiba on Vimeo.

Ficha técnica:
Direção e produção – vinicius ferreira
Direção de fotografia – vinicius gennaro
Produção executiva – fabiano neves
Roteiro – manoel de souza neto
Artes gráficas – castro pizzano
Videografismo – vinicius brandão
Montagem – vinicius ferreira/matheus dutra acervomusin/orlando azevedo
Câmera – danilo custódio/matheus dutra/vinicius gennaro/vinicius ferreira
Colorista – thiado maceno
Drone – leonardo salomão
Suporte – isabela lanave/walter thons/matheus dutra
Som – luigi castel/lucas maffini/guilherme hahn
Desenho de som – eduardo alves
Pesquisa de trilha sonora – manoel de souza neto/digão duarte/vinicius ferreira
Assessoria de imprensa – de inverno comunicação/adriane perin
Mídias sociais – de inverno/marcos paulo anubis
Distribuição – etno filmes
Apoio – anotherother/mangle music/musin/casatreze studio/soy latino bar
Aagradecimentos – a todos que fazem parte dessa história
Elenco – helinho pimentel/paulo teixeira/eduardo mercer/fernando tupan
rodrigo del rei/margot brasil/marcel felipe prestes/guto dias
jr ferreira/fábio elias/adriane perin/wallace barreto
fabiano neves/victor frança/daniel azulai
manoel de souza neto/eduardo pizzato/bernardo bravo
rayssa fayet/estrela leminski/téo ruiz/léo fressato

BRASIS NO PAIOL APRESENTA HURTMOLD 20 ANOS

Banda instrumental é a penúltima atração do projeto em 2018.

Brasis no Paiol traz a Curitiba o show comemorativo de 20 anos da banda Hurtmold. Destaque no cenário independente de música instrumental, o grupo se apresenta no dia 16 de novembro, às 20h no Teatro do Paiol, em Curitiba. Os ingressos já estão à venda e custam entre R$20 e R$40.

Com influências calcadas no rock e que passam pelo jazz, punk, funk, música eletrônica até chegar aos ritmos regionais da música brasileira, Hurtmold já dividiu o palco com músicos como o norte-americano Rob Mazurek, o brasileiro Paulo Santos (Uakti) e o suiço Thomas Rohrer. Individualmente seus integrantes colaboraram com os artistas Naná Vasconcelos, Pharoah Sanders, Bill Dixon, Roscoe Mitchell, Toninho Horta, Prefuse 73, Dan Bitney (Tortoise), Joe Lally (Fugazi), Mike Ladd, High Priest, entre outros.

De 1998 para cá, Hurtmold lançou seis álbuns. O sétimo nasceu quando entraram em estúdio novamente, mas desta vez para a produção do álbum Hurtmold & Paulo Santos, Curado, que saiu em setembro de 2016 e entrou na lista dos melhores discos do ano da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA). Em 2017, lançaram a edição comemorativa de 15 anos do álbum Cozido em vinil.

Agenda Brasis no Paiol
07/12 – Badi Assad lança “Volta ao Mundo em 80 Artistas”.

Sobre o projeto
Brasis no Paiol é uma iniciativa das produtoras Santa Produção e Fineza Comunicação & Cultura, em um parceria iniciada em 2012. Alguns nomes que já passaram pelo palco do Brasis: Qinho, Sambas do Absurdo, Rael, Karol Conka (com Emicida e Kamau), Metá Metá, Juçara Marçal, Pélico, Romulo Froes, Katia B, Ná Ozzetti, Passo Torto, Rico Dalasam, Trupe Chá de Boldo, Graveola, Alzira E, Fióti, Saulo Duarte e a Unidade, Patricia Bastos & Dante Ozzetti, Bianca Gismonti, Macaco Bong, Felipe Cordeiro, entre outros. Em 2018, o projeto conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Curitiba, Fundação Cultural de Curitiba, Joaquim Livros & Discos, A Caiçara, Effex Tecnologia e Criação e Cliteriosa Comunicação. O projeto gráfico é de Jaime Silveira.

SERVIÇO:
HURTMOLD 20 ANOS
Data: 16 de novembro, sexta
Hora: 20h
Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho, Curitiba.
Ingressos: R$20 e R$40.
Pontos de venda: bilheteria do teatro, Livraria Joaquim e A Caiçara.
Página do evento, aqui

Ouça Hurtmold: aqui

VENDIDO ::: DISCO DE VINIL “A REVISTA POP APRESENTA O PUNK ROCK” (1977) RARÍSSIMO

Esse disco é histórico!!! Disco para colecionadores!!! Foi o primeiro disco de punk rock a ser lançado no Brasil, em 1977!!! Serviu pra abrir as portas para o punk!!! Está em bom estado: não pula! Preço: R$119,00 – aceitamos cartão! O disco está em Curitiba, na LOJA DAS PULGAS!

Confira nossos discos, neste link

“A Revista Pop Apresenta o Punk Rock” (número de registro: 6300 288) é uma coletânea lançada em LP no ano de 1977 pela gravadora Philips e pela extinta Revista POP. Segundo o cartunista Márcio Baraldi, este LP é importantíssimo para a história do rock no Brasil, pois serviu pra abrir as portas para o punk rock.” Fonte: Wikipédia.

Disco de vinil, 33 rpm.  As músicas deste disco você pode ver nas fotos. Ele possui 12 faixas:

lado A: God Save the Queen – Sex Pistols;  Loudmonth – Ramones; In the City – The Jam; Might be Lying – Eddie and the Hot Rods; Young Savage – Ultravox; Cherry Bomb – The Runaways; 

lado B: Now I Wanna Sniff Some Glue – Ramones; Pretty Vacant – Sex Pistols; Everyones a Winner – London; Slow Down – The Jam; Writing on the Wall – Eddie and the Hot Rods; Boozy Creed – Stinky Toys.

Seguindo “Guia Internacional Para Avaliação de Discos de Vinil” :
GÊNERO: Rock
ANO: 1977
SELO: Philips
Número: 6300 288 (consulte o discogs)
AVALIAÇÃO DA CAPA: “G”: Bom. Buracos, rasgos, falta de pedaços.
AVALIAÇÃO DO VINIL: “EX”: Excelente. Pequenas marcas e riscos superficiais. Possibilita uma audição com pouca interferência, mas não pula!

ATENÇÃO, É IMPORTANTE:
O disco esta em bom estado. Tem riscos leves, mas não pulam. Mas, se você realmente quiser comprá-lo, por favor, me avise para que possa testá-lo!!! Rodarei o disco inteiro (os dois lados) para saber se está em boas condições.

Se quiser testá-lo também, este disco está disponível em Curitiba, na LOJA DAS PULGAS! Rua Padre Paulo Warkocz, 29, CIC / Orleans – próximo ao cemitério/viaduto do Orleans e Escola Estadual Santo Antonio. Mencione que viu este anúncio no FATO Agenda, ajuda nozes!

Preço: R$119,00 (aceitamos cartão!) Aproveite!!!

Mais informações: Leandro H: (41) 99745-5294 (tim/WhatsApp)

Confira nossos discos, neste link

Você também pode comprá-la direto no MercadoLivre através deste link (se puder comprá-lo direto com a gente, pra a gente é melhor! :))

Muito obrigado!!!

Confira as fotos: