BANDA VULCANIÓTICA NO ESPAÇO FANTÁSTICO ::: SÁBADO, 6 DE AGOSTO

A festa dia 06 de agosto, sábado, no Espaço Fantástico, em Curitiba, marca a volta da Banda Vulcaniótica aos palcos! O grupo mistura música com teatro desde 2014 e já tocou em vários festivais, entre eles o Psicodália, Forró da Lua Cheia e Libélula!

Este também é o primeiro show após o lançamento do  seu disco de rock experimental.

O evento conta com a participação do DJ Neto Tim!

Seviço:
Banda Vulcaniótica no Espaço Fantástico
Local: Espaço Fantástico, R. Trajano Reis, 41 – São Francisco, Curitiba
Data: 6 de agosto, sábado
Para comprar seu ingresso acesse o link do sympla no perfil da banda, aqui:  https://linktr.ee/vulcaniotica :::: (Instagram, Spotify, Youtube, TikTok)

LEO FRESSATO RETRATA A SOLIDÃO EM MEIO À MULTIDÃO NO CLIPE DE “NEXO”


O cantor e compositor Leo Fressato canta a solidão e os amores mal fadados no clipe “Nexo”. A faixa faz parte do EP “Canções Pra Você Me Perder de Vista” e o vídeo está no canal do YouTube do artista.

“Este vídeo foi gravado no festival Psicodália em fevereiro de 2019 e nunca havíamos finalizado. De certa forma esse clipe vai finalizar os projetos de 2019 definitivamente. ‘Nexo’ é a minha favorita do EP e este clipe vem pra dar mais ouvidos a esta canção e pra falar um pouco da solidão e do abandono que muitas vezes sentimos em momentos como este da pandemia”, conta ele.

Com mais de 15 anos de carreira, o cantor e compositor brasiliense de nascença e curitibano de coração é um artista prolífico, marcado por canções que tratam de amor ou de sua ausência. Transformando sentimentos íntimos em performance, Leo ganhou notoriedade nacional com o hit “Oração”, d’A Banda Mais Bonita da Cidade, e com a faixa “Coisa Linda”, uma parceria com Tiago Iorc.

Em 2013, lançou “Canções para o Inverno Passar Depressa” (Ouça aqui), com produção musical de Jérôme Gras, um álbum que trazia melodiosidade, romantismo e rancor. Esse espírito está presente no disco “Louco e Divertido” (Ouça o álbum: aqui), que se utiliza de leveza para celebrar o amor, uma inaptidão ao mundo moderno e os términos e foi lançado no ano passado.

O EP traz uma interpretação minimalista de três canções em um complemento do universo do trabalho principal. O clipe da principal faixa, “Nexo”, foi dirigido por Juliana Sanson. “Canções Pra Você Me Perder de Vista” está disponível em todas as plataformas de música digital.

Leo Fressato. Crédito foto: Matheus Wittkowski

Ficha técnica:
Violão e voz – Leo Fressato
Mixagem e masterização – Ian Fonseca
Direção e Edição – Juliana Sanson 
Direção de Fotografia – Gustavo Castro 
Produção – Fabulário Filmes

Letra:
Não Precisa se Preocupar
Meu amor já foi teu
Mas agora acabou, não aguentou o vazio
Não Precisa lembrar
Muito menos telefonar
Já que nunca telefonou
Pra saber como está o lado de cá
E aqui tudo mudou
Mas eu continuo a ser amor
Mesmo que você com tanta imaturidade 
Tenha dispersado um amor de verdade
Que era mais Que teu corpo
Que não era o teu sexo
Eu contigo era Canção
E os teus olhos silêncio
Não faziam nexo

DIEGO PERIN LANÇA ÁLBUM DE ESTREIA “CUIDADO AO FICAR MUITO À VONTADE”, O CLIPE DE “A FICHA CAI” E ANUNCIA SHOW DE LANÇAMENTO EM LOCAL SECRETO

Diego Perin. Foto: Nicolas Salazar

Músico da nova boa safra da cena curitibana apresenta trabalho autoral pautado em questões existenciais e sociais

São Paulo, junho de 2019 – Diego Perin lança seu álbum de estréia “Cuidado Ao Ficar Muito À Vontade”. A obra, produzida por Rodrigo Lemos, fala sobre questões existenciais do artista, como em “A Ficha Cai”, que ganha clipe dirigido por Luana Marinho. Também aborda temas sociais, como em “Wallstreet”. É o primeiro full álbum lançado por Perin após o fim da Banda Gentileza. Ele faz show de lançamento em Curitiba em um local secreto no dia 6 de julho. Apenas quem adquire o ingresso, através da Sympla, recebe o endereço. 

“Grande parte dessas canções surgiu de ideias que aparecem após uma conversa interessante da qual participei ou observei e me trouxe a sensação de ‘pouts, podia ter dito isso naquela hora’. A parte musical geralmente é ruminada por semanas ou meses”, explica Perin. “Cada uma das faixas tem um sentido pra mim obviamente, mas curto deixar significados abertos sempre que não cause confusão com o panorama geral. Essas pontas soltas que dão o caldo”. 

“O Diego está expondo questões atuais com uma acidez bem peculiar. Isso imediatamente me despertou o interesse em trabalhar nas faixas. Então, captamos a essência dos arranjos criados pela banda, ao vivo, sem nunca dispersar a atenção para o discurso. Sem acomodar muito o ouvinte. E, passado o processo, não sei dizer se existia uma grande tarefa pra desempenhar que não fosse exatamente essa”, define Lemos. 

Ouça “Cuidado o Ficar Muito À Vontade”: https://spoti.fi/2XfNfaU 

FAIXA A FAIXA

1. O que é que falta 
O que faz de nós, humanidade, a coisa mais pavorosa e incrível do mundo? 
Isso sempre me provoca horror e maravilha. Tem dias que esse dilema é praticamente insuportável. Num dia desses veio o refrão e, a partir dele, construí tudo em volta. Questões de empatia, justiça social, rotina, pressão, opressão. 

2. A ficha cai 
Essa é super pessoal/autobiográfica. Reflexões que rolaram depois que um amigo me jogou essa na cara: “Falou aí! Sempre foi o mais isentão”. Fiquei mordido. Um pouco antes do processo de impeachment da Dilma e a ascensão dos movimentos de extrema-direita, senti a necessidade de me posicionar sobre as coisas. Porque notei uma galera que era contra tudo aquilo que via como avanço. Quando surgiu o tal do termo “mimimi”. As pautas progressistas me definem. Deixei de ser tão cínico também. Engraçado como a posição de privilégio de ser um cara-branco-hétero-classe-média nos deixa cego para muitas injustiças. Flagro muitas fichas caindo na minha e na cabeça de uma galera nos últimos anos. Me comprometo mais. É sobre isso. Não dá pra desver as coisas. E isso deixa tudo mais claro. 

3. Não vou buzinar 
Acima de tudo, acredito na gentileza como a melhor maneira de relacionamento entre as pessoas. Quantas vezes já ouvi: “você tem que se impor”? Meh, tô fora. Tem uma influência gigantesca de Pato Fu daquela música “UhUhUh AhAHAH IéIé”. Sempre bom escutar os outros antes de tirar conclusões. O assunto paralelo que rola no refrão é sobre não se encaixar no sistema bruto do capitalismo e suas pressões. Você tem que ter uma profissão. Você tem que ser alguém. Você tem que se matar pra ter coisas. Qual a medida do ser humano? 

4. Heróis 
Um belo dia eu percebi que estava levantando da cama sem me espreguiçar. Primeiro me deu tristeza, depois o desespero que sinto quando ouço “Time”, do Pink Floyd. Também me trouxe, de novo, a sensação de que a rotina é uma máquina de moer carne. Temos que estar atentos ao tempo que passa para não desperdiçar, não sucumbir e ficar apático. A vida é curta demais. Sempre evoluir. Tudo é processo, nada é definitivo. 

5. Treta 
Sobre uma conversa que presenciei e de como esses tempos bizarros nos afastaram das pessoas. E acredito que é saudável por um lado. Hoje em dia sei melhor quais são as pessoas que quero ao meu lado. Dane-se bolsominion preconceituoso, machista, homofóbico, conservador! Mas, esperançoso que sou, (não otimista) acredito na mudança e em consequência na redenção. Tem uma pitada irônica sobre isso no final da letra. 

6. Wallstreet 
Um dia, no banho, me veio uma pira sobre especulação financeira. Quando a bolsa cai, de quem é o problema realmente? A economia devia estar a serviço do social e não o contrário. É tipo faroeste. Tem a lei e tudo mais, mas quem está lá especulando na bolsa destrói economias inteiras em nome apenas do lucro. Junto ao corporativismo, acredito ser o auge do capitalismo desumanizado, nocivo. Ou a gente evolui esse modelo econômico ou vamos nos ferrar todos. Pelo menos os 99% aqui da base da pirâmide. Resumindo: é uma sátira das trilhas de filmes faroeste spaguetti, mais Johnny Cash, mais Zé Ramalho, mais apocalipse cristão relacionando-se a esse tema da especulação. Quem são os quatro cavaleiros do apocalipse senão capitalistões de alto gabarito? Essa faixa é onde mostro meu lado mais besta. 

7. Dias bons 
Sou completamente anti nostalgia. Até tenho problemas em sentir saudades. Num belo dia flagrei que tava acontecendo uma coisa muito especial, um clima bom, conversas construtivas. Foi durante uma mini turnê com a Estrela Leminski, o Teo Ruiz e a trupe. Nisso me deu um gatilho de vários momentos legais, desde a infância. E pô! Como os dias bons passam rápido! Essa canção é um desejo pra que eles se demorem um pouco mais. Mas é isso aí, acabou, vamos pro próximo. Peguei um riffzinho que ficava tocando praticamente todo dia na cama antes de dormir e fui fazendo um loop mântrico a la Velvet. 

8. Agora 
Olha a anti nostalgia aí de novo gente! Escuto muito que “no meu tempo que era bom” das pessoas mais velhas. Claro! Eram jovens, cheias de esperança e sonho. Infelizmente a rotina, as cobranças, as responsabilidades, vão esmagando tudo devagarinho e o risco de nos tornarmos saudosos e amargos ao mesmo tempo é gigantesco. Não quero isso pra mim. É meu post-it colado na geladeira, meu lembrete. Tem muito do disco Alucinação do Belchior. Aproveite o presente. 

FICHA TÉCNICA 
Diego Perin – Guitarra e voz em todas as faixas 
Douglas Vicente – Bateria em todas as faixas. Backing vocal em A Ficha Cai. 
Ruan de Castro – Baixo em todas as faixas exceto Wallstreet. Backing vocal em A Ficha Cai. 
Vinicius Nisi – Sintetizadoress, Teclados e afins em todas as faixas. Bozouki Irlândes em Dias Bons, Wallstreet e Agora. 
Rodrigo Lemos – Guitarra em todas as faixas. Baixo em Wallstreet. Backing vocal em todas as faixas exceto Agora. 
Valderval Oliveira – Timbale em A Ficha Cai. 
Vitor Salmazzo – Percussão em A Ficha Cai, Não vou Buzinar e Treta. 
Leandro Delmonico – Viola em Wallstreet 
Bernardo Stumpf e Thiago Ramalho – Backing vocal em A ficha cai. 
Todas as letras e músicas por Diego Perin 
Produzido por Rodrigo Lemos 
Gravado, mixado e masterizado por Valderval Oliveira 
Assistência de estúdio por Isabela Leite 
Gravado, mixado e masterizado no estúdio da Arnica Cultural em Janeiro e Fevereiro de 2019 

O CLIPE DE “A FICHA CAI” 
Segunda faixa do álbum e primeiro single da obra ganha clipe dirigido por Luana Marinho e fala sobre destruição e foi gravado em uma fábrica desativada de Curitiba. 

“O tema desconstrução é muito presente hoje em dia, ainda bem. Mas ele não é sobre isso. Para mim, desconstrução é um processo lento, solitário, necessário, tijolo a tijolo, no fundo da mente, pro resto da vida. Destruição de amarras, valores preconceituosos, valores opressores. Acredito que isso é fundamental pra questão do posicionamento que a letra aborda. Sair de cima do muro tem muito a ver com destruir esse muro completamente pra não voltar lá pra cima. É possível mudar de ideia sobre as coisas, ainda bem. Mas ter tudo as claras é fundamental. Nada melhor do que ficar no chão pra enxergar os lados pra se posicionar”, explica Diego. 

FICHA TÉCNICA 
Luana Marinho: Direção e edição 
Lucas Ajuz: Camera 
Mayara Santarém: Camera 
Luana Angreves: Still 
Andrei Ceeze: Efeitos 
Moisés Prestes: Efeitos 
Renato Hollanda: Efeitos 

SHOW DE LANÇAMENTO @ CURITIBA (PR) 
Dia 6 de julho, a partir das 17h 
Horário do show: 20h 
Local secreto (para descobrir o endereço, é necessário comprar o ingresso) 
Ingresso: R$ 20,00 – aqui

SOBRE DIEGO PERIN
Diego Perin começou a estudar música em Igarapava, com 16 anos. Teve dois grupos em Curitiba antes de formar a Banda Gentileza, em 2005, projeto onde tocou baixo e concertina, lançou dois EPs ao vivo e dois álbuns em dez anos de carreira. Com a Gentileza, tocou em várias cidades e festivais como o Psicodália, o Calango (Cuiabá), o Contato (São Carlos) e o Path (São Paulo), show que marcou o fim da banda. Nesse meio tempo também participou do projeto do Rodrigo Lemos, o Lemoskine, onde conheceu o Vinicius Nisi. Tocou brevemente na banda do Leo Fressato. Seu projeto solo surgiu após o fim da Banda Gentileza, em 2016. Após um período de gestação de mais ou menos um ano, quando compôs suas primeiras músicas, se juntou ao Rodrigo Lemos pra gravar “A Dor dos Outros”, single que foi o pontapé inicial do EP “Cabresto”, já com o Nisi nos teclados, lançado em 2018. Nesse meio tempo, começou a tocar com o Douglas Vicente e o Ruan de Castro na banda da Estrela Leminski e do Teo Ruiz. Para fechar o time ainda teve o Jean Machado. Com o boom da Tuyo, o Jean foi cuidar mais da sua carreira e fecharam em quarteto para a gravação do “Cuidado Ao Ficar Muito À Vontade”, lançado em junho de 2019. 

Discografia 
EP “Cabresto” (2018): https://www.youtube.com/watch?v=Dh9wAKpriTM 
“Cuidado Ao Ficar Muito À Vontade” (2019): https://spoti.fi/2XfNfaU 
Redes Sociais 
Facebook: https://www.facebook.com/perindiegoperin/ 
Instagram: https://www.instagram.com/perindiego/ 
Youtube: https://www.youtube.com/diegoperin 
Streaming 
Spotify: https://open.spotify.com/artist/32jpI2NVsxiXpl8RAUveus 
Deezer: https://www.deezer.com/en/artist/14299755 
Vídeos 
“A Dor Dos Outros” (2017): https://www.youtube.com/watch?v=iLSbmbmPFb0 
“Cabresto” (2018): https://www.youtube.com/watch?v=xygA3EtYwCs 
“Tapeçaria de Asfalto” (2018): https://www.youtube.com/watch?v=Rl93mMyMraQ 
“A Dor Dos Outros” (2018): https://www.youtube.com/watch?v=eoqMO90tFBY 
“Salto” (2018): https://www.youtube.com/watch?v=rXACBE2w9K4 

Participação 
Sofar Sounds Latin America: https://www.youtube.com/watch?v=qPVbl8MSE-c 

Informações à imprensa
Alets Comunicação 
Letícia Tie 
leticia@aletscomunica.com 
(11) 9 4867-8963

DIEGO PERIN APRESENTA ÚLTIMO SHOW DO ANO

Diego por Luciano Meirelles

Músico toca canções inéditas que farão parte do seu repertório no Psicodália 2019

Dia 6 de dezembro, Diego Perin apresenta seu show solo na Quinta Autoral do Ornitorrinco Bar. Após ser confirmado para o Psicodália, o músico traz ao público curitibano novas composições, uma palhinha do repertório que irá tocar no carnaval de 2019 em Rio Negrinho. Abrindo e fechando a festa, o coletivo de seletores Casa de Suingue discoteca muita música brasileira, latina, funk norte-americano, rock e balcã. Os ingressos custam R$10 com nome no evento do Facebook.

Diego é ex-baixista da Banda Gentileza, onde tocou durante mais de 10 anos. Ele lançou seu primeiro trabalho solo, “Cabresto”, disponível em todas as plataformas digitais e para download gratuito, este ano e já está preparando o novo EP para o primeiro trimestre de 2019. As composições seguem a mesma linha, expurgando suas inquietações através de letras instigantes e instrumental distorcido, transitando entre o rock, blues, tuaregue, brega e outros ritmos. Ao seu lado estão o baterista Douglas Vicente, também da banda Charme Chulo; o guitarrista Ruan Castro, aqui atacando como baixista, da extinta Black Cherry e Vinicius Nisi, da A Banda Mais Bonita da Cidade, no teclado. Diego canta e toca guitarra.

Casa de Suingue por Dayana Luiza

O evento começa às 20h com seleção musical de Luana Angreves e Heitor Humberto, conhecidos pelas memoráveis festas da Rádio Kombi, rádio interna do Psicodália, onde são radialistas desde 2014. Show está previsto para às 21h30.

Sobre o Diego Perin
Diego Perin estuda música desde os 15 anos, quando ainda morava em sua cidade natal, Igarapava, São Paulo. Desembarcou em Curitiba para cursar Publicidade e Propaganda na UFPR e na universidade, em 2004, conheceu seus colegas da Banda Gentileza. Em 10 anos de carreira, a banda tocou nos renomados festivais: Psicodália (Rio Negrinho/SC), Path (São Paulo/SP), Calango (Cuiabá/MT) e Contato (São Carlos/SP). A canção “Afinal de Contas” foi tema de personagem da novela da Rede Globo, Malhação de 2013. O músico tocou também na banda Lemoskine e acompanhou o cantor Leo Fressato. Atualmente, além de se dedicar a composição do seu trabalho solo, Diego é baixista da banda que acompanha a dupla Estrela Leminski e Téo Ruiz.

Serviço:
Quinta Autoral com Diego Perin e Casa de Suingue
Data: 6 de dezembro, quinta-feira
Hora: 20h
Local: Ornitorrinco Bar – R. Benjamin Constant, 400 – Centro
Ingressos: R$10 com nome do mural do evento e R$20 sem nome no mural.
Confira a página do evento, aqui

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Baixe gratuitamente Cabresto: www.diegoperin.com.br
Youtube: http://bit.ly/dYoutubeiegoperin-youtube
Spotify: http://bit.ly/diegoperin-spotify
Deezer: http://bit.ly/DiegoPerin-Deezer

FESTIVAL ESTOPIM ACONTECE ESTA SEMANA, COM LINE-UP PLURAL E DEBATES SOBRE O MERCADO MUSICAL INDEPENDENTE

Carne Doce / Crédito: Mídia Ninja

Realizado de 15 a 17 de dezembro, evento surge como um espaço para agregar vivências diversas e fomentar novas conexões

Curitiba recebe a primeira edição do Festival Estopim esta semana, entre os dias 15 e 17, com a proposta de impulsionar novas movimentações no cenário artístico. Idealizado pela Arnica Cultural, o evento reúne atrações independentes e painéis sobre o mercado musical. Um dos destaques do line-up é a banda Francisco, el hombre, que foi indicada ao Grammy Latino este ano e encerra a turnê “Eita, Fudeu!” na capital paranaense.

O Estopim também terá a banda goiana Carne Doce e o quinteto pernambucano Tagore, ambos com discos aclamados pela crítica especializada e passagem por grandes festivais brasileiros. Mulamba, Tuyo e Trombone de Frutas são outros três nomes de peso que integram os shows, compondo uma programação plural e relevante para a música nacional.

“A intenção é agregar vivências diversas e proporcionar conexões intensas. Queremos que o festival seja um combustível para pensar e articular nosso lugar nesse mercado e fomentar ainda mais a cena curitibana. A ideia é que o Estopim, além de crescer em si, dê força para desdobrar outros empreendimentos”, defende a produtora Leticia Martins.

Conteúdo relevante
Para contribuir com esse propósito, os painéis discutirão três eixos: gestão de carreira e autoprodução; festivais que movimentam o Sul; e iniciativas que reinventam as cenas independentes. “O mercado se transformou, temos novas formas de produzir música. A troca de informações aprimora o trabalho artístico e incentiva essa onda maravilhosa que estamos vivendo em Curitiba”, afirma o diretor de comunicação João Taborda.

Entre os convidados, estão representantes de vários projetos significativos na música brasileira. Alguns exemplos são as iniciativas Tenho Mais Discos Que Amigos, PWR Records, Onça Discos e Água Viva Concentrado Artístico; além das bandas Cora, Machete Bomb e Carne Doce; e dos festivais Psicodália, Musicletada, Enxame e Ruído CWB.

A bagagem da Arnica
Com um espírito de autogestão, a Arnica Cultural foi inaugurada em 2016 pela banda Trombone de Frutas. Além de ter recebido artistas como Di Mello e O Terno na casa localizada no Bigorrilho, o coletivo produziu o festival Biro Biro Day Show, na rua São Francisco; e o palco Arnica, durante o Festival Coolritiba, na Pedreira Paulo Leminski.

“Nosso objetivo sempre foi profissionalizar o cenário independente, com pró-atividade e coragem para desconstruir. O Estopim, com shows e ações formativas, é um passo importante para catalisar a cultura. Também estamos trilhando novos rumos, assumindo o caráter de selo musical e estúdio”, conta Rodrigo Chavez, um dos gestores da Arnica.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

_ 15/12, SEXTA-FEIRA: PAINÉIS
LOCAL: Arnica Cultural (rua Otelo Queirolo, 237 – Bigorrilho, Curitiba)
INGRESSO: gratuito, pela plataforma Sympla

_ 18h: FAZENDO O ROLÊ | Bate-papo sobre gestão de carreira e autoprodução
Convidados: Heitor Humberto, Salma Jô e Macloys Aquino (Carne Doce), Kaila Pelisser e Katherine Zander (Cora), Vitor Salmazo (Machete Bomb)

_ 19h30: AMPLIFICA AÍ | Um panorama dos festivais que movimentam o Sul
Convidados: Bina Zanette, Michelle Hesketh (Musicletada e Ruído CWB), Alexandre Osiecki (Psicodália), Jonas Bender Bustince (Festival Enxame)

_ 20h: BURACOS NO TETO | Iniciativas que reinventam as cenas independentes
Convidados: Tony Aiex (Tenho Mais Discos Que Amigos), Rodrigo Chavez (Arnica Cultural), Matheus Mantovani (Onça Discos), Hannah Carvalho e Leticia Tomás (PWR Records), Luciano Faccini (Água Viva Concentrado Artístico)

_ 16/12, SÁBADO: SHOWS
LOCAL: Hermes Bar ( rua Engenheiro Rebouças, 1645 – Rebouças, Curitiba)
INGRESSO: R$ 35 por dia de show ou R$ 60 o passaporte, pela plataforma Sympla

_ 20h30: Loop Room
_ 22h: Mulamba

_ 23h30: Carne Doce
_ 1h: Trombone de Frutas
_ DJ Baqueta

_ 17/12, DOMINGO: SHOWS
LOCAL: Hermes Bar ( rua Engenheiro Rebouças, 1645 – Rebouças)

INGRESSO: R$ 35 por dia de show ou R$ 60 o passaporte, pela plataforma Sympla

_ 19h: Tuyo
_ 20h30: Tagore
_ 22h: Francisco, el hombre
_ DJ Bila Sampaio

Para saber mais:
Facebook | Instagram | Evento | Ingressos

FESTIVAL ESTOPIM DIVULGA PROGRAMAÇÃO COM LINE-UP PLURAL E DEBATES SOBRE O MERCADO MUSICAL INDEPENDENTE

Realizado de 15 a 17 de dezembro, evento surge como um espaço para agregar vivências diversas e fomentar novas conexões

Curitiba recebe a primeira edição do Festival Estopim entre os dias 15 e 17 deste mês, com a proposta de impulsionar novas movimentações no cenário artístico. Idealizado pela Arnica Cultural, o evento reúne atrações independentes e painéis sobre o mercado musical. Um dos destaques do line-up é a banda Francisco, el hombre, que foi indicada ao Grammy Latino este ano e encerra a turnê “Eita, Fudeu!” na capital paranaense.

O Estopim também terá a banda goiana Carne Doce e o quinteto pernambucano Tagore, ambos com discos aclamados pela crítica especializada e passagem por grandes festivais brasileiros. Mulamba, Tuyo e Trombone de Frutas são outros três nomes de peso que integram os shows, compondo uma programação plural e relevante para a música nacional.

“A intenção é agregar vivências diversas e proporcionar conexões intensas. Queremos que o festival seja um combustível para pensar e articular nosso lugar nesse mercado e fomentar ainda mais a cena curitibana. A ideia é que o Estopim, além de crescer em si, dê força para desdobrar outros empreendimentos”, defende a produtora Leticia Martins.

Conteúdo relevante
Para contribuir com esse propósito, os painéis discutirão três eixos: gestão de carreira e autoprodução; festivais que movimentam o Sul; e iniciativas que reinventam as cenas independentes. “O mercado se transformou, temos novas formas de produzir música. A troca de informações aprimora o trabalho artístico e incentiva essa onda maravilhosa que estamos vivendo em Curitiba”, afirma o diretor de comunicação João Taborda.

Entre os convidados, estão representantes de vários projetos significativos na música brasileira. Alguns exemplos são as iniciativas Tenho Mais Discos Que Amigos, PWR Records, Onça Discos e Água Viva Concentrado Artístico; além das bandas Cora, Machete Bomb e Carne Doce; e dos festivais Psicodália, Musicletada, Enxame e Ruído CWB.

A bagagem da Arnica
Com um espírito de autogestão, a Arnica Cultural foi inaugurada em 2016 pela banda Trombone de Frutas. Além de ter recebido artistas como Di Mello e O Terno na casa localizada no Bigorrilho, o coletivo produziu o festival Biro Biro Day Show, na rua São Francisco; e o palco Arnica, durante o Festival Coolritiba, na Pedreira Paulo Leminski.

“Nosso objetivo sempre foi profissionalizar o cenário independente, com pró-atividade e coragem para desconstruir. O Estopim, com shows e ações formativas, é um passo importante para catalisar a cultura. Também estamos trilhando novos rumos, assumindo o caráter de selo musical e estúdio”, conta Rodrigo Chavez, um dos gestores da Arnica.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

_ 15/12, SEXTA-FEIRA: PAINÉIS
LOCAL: Arnica Cultural (rua Otelo Queirolo, 237 – Bigorrilho, Curitiba)
INGRESSO: gratuito, pela plataforma Sympla

_ 18h: FAZENDO O ROLÊ | Bate-papo sobre gestão de carreira e autoprodução
Convidados: Heitor Humberto, Salma Jô e Macloys Aquino (Carne Doce), Kaila Pelisser e Katherine Zander (Cora), Vitor Salmazo (Machete Bomb)

_ 19h30: AMPLIFICA AÍ | Um panorama dos festivais que movimentam o Sul
Convidados: Bina Zanette, Michelle Hesketh (Musicletada e Ruído CWB), Alexandre Osiecki (Psicodália), Jonas Bender Bustince (Festival Enxame)

_ 20h: BURACOS NO TETO | Iniciativas que reinventam as cenas independentes
Convidados: Tony Aiex (Tenho Mais Discos Que Amigos), Rodrigo Chavez (Arnica Cultural), Matheus Mantovani (Onça Discos), Hannah Carvalho e Leticia Tomás (PWR Records), Luciano Faccini (Água Viva Concentrado Artístico)

_ 16/12, SÁBADO: SHOWS
LOCAL: Hermes Bar ( rua Engenheiro Rebouças, 1645 – Rebouças, Curitiba)
INGRESSO: R$ 35 por dia de show ou R$ 60 o passaporte, pela plataforma Sympla

_ 20h30: Loop Room
_ 22h: Mulamba

_ 23h30: Carne Doce
_ 1h: Trombone de Frutas
_ DJ Baqueta

_ 17/12, DOMINGO: SHOWS
LOCAL: Hermes Bar ( rua Engenheiro Rebouças, 1645 – Rebouças)
INGRESSO: R$ 35 por dia de show ou R$ 60 o passaporte, pela plataforma Sympla

_ 19h: Tuyo
_ 20h30: Tagore
_ 22h: Francisco, el hombre
_ DJ Bila Sampaio

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