Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
Já estão abertas as inscrições gratuitas para a oficina “Jogos em Movimento”, que acontece dia 09 de novembro, sábado, das 9h às 12h, no Espaço Excêntrico Mauro Zanatta. A iniciativa tem como objetivo proporcionar uma experiência teatral diferente, onde diversão e criatividade se juntam por meio de jogos dinâmicos.
A Oficina é destinada para todas as pessoas, maiores de 16 anos, que desejam conhecer ou se desenvolver no teatro e nas criações de cenas. Não é necessário ter experiência prévia no teatro. Durante o workshop, todos terão a oportunidade de participar de diferentes formas de expressão e criar conexões significativas através dos jogos, que vão desde tabuleiros aos baralhos de cartas que nos acompanham desde a infância.
A oficina “Jogos em Movimento” é uma realização do Grupo Reakta, um grupo independente de teatro e audiovisual fundado em 2019 por Celine Liris e Juliana Nortok, que serão as responsáveis por ministrar a oficina. “Nossa proposta é desenvolver metáforas para criação de cenas através de brincadeiras e jogos que já estão intrínsecos no nosso repertório pessoal”, explica Celine, que atua nas Artes Cénicas há dez anos e no audiovisual há três anos.
Juliana, por sua vez, também tem ampla experiência em Artes Cênicas, pesquisa a subjetividade na escrita dramatúrgica e criação de cena. Atualmente, ambas trabalham no desenvolvimento do roteiro de longa-metragem TRAVESSIA, uma história sáfica que faz um intercâmbio cultural entre Brasil e Japão em sua narrativa.
Serviço: Oficina: Jogos em Movimento Data: 09/11 – sábado Horário: 9h às 12h Local: Espaço Excêntrico Mauro Zanatta Inscrições: Gratuitas até 04/11 através deste link Saiba mais em https://www.instagram.com/gruporeakta/ Fotos: Florebela Letícia.
Oficina com Julia Raiz e Ronie Rodrigues. Crédito foto: Jessica Stori
Projeto dos artistas vai promover oficinas de escrita poética em várias regionais de Curitiba
Estão abertas as inscrições para as duas primeiras edições de “Palavra Brasil: jogos de escrita”, um ciclo de oficinas de criação literária ministradas pelos artistas Julia Raiz e Ronie Rodrigues. Até dezembro de 2024, serão realizadas seis oficinas gratuitas em diversas casas de leitura de Curitiba.
O projeto tem início nos próximos dias 30 e 31 de agosto, atendendo pessoas frequentadoras da Casa da Leitura Miguel de Cervantes, na Praça da Espanha. Já nos dias 5 e 6 de setembro, a oficina chega ao bairro Portão, na Casa da Leitura Wilson Bueno, dentro das instalações do Portão Cultural. As inscrições podem ser realizadas por meio do formulário digital, acessível a partir deste link, e também diretamente nas casas da leitura.
A dinâmica de “Palavra Brasil” parte da utilização de jogos de escrita como ferramenta para explorar a relação dos participantes com o território chamado Brasil, abordando temas como nação, língua, identidade e pertencimento. A proposta convida os participantes a experimentar a escrita de forma coletiva, incentivando a criatividade e o envolvimento com a literatura.
Um dos intuitos da iniciativa é o de descentralizar o acesso a ações de formação em literatura, contribuindo para o desenvolvimento da cena literária em regiões não centrais de Curitiba. Ao longo de sua execução, “Palavra Brasil” deve passar pelos bairros Bigorrilho, Cajuru, Pinheirinho, Portão, Santo Inácio e Uberaba.
“O projeto tem o potencial de ampliar o acesso à formação de pessoas leitoras e escritoras da comunidade curitibana e atende às políticas públicas culturais da nossa área”, partilha Julia Raiz que, ao lado de Ronie Rodrigues, assina a proposta.
Os dois são integrantes da Membrana, um ajuntamento de pessoas que escrevem em Curitiba. Com o coletivo, ambos participaram da antologia “Chão Brasil”, de 2023. Como ação de contrapartida social da publicação, realizaram a oficina “Ficção Brasil”, primeira imersão da dupla em propostas de escrita criativa a partir do corpo e suas ressonâncias. Do sucesso da empreitada, surgiu o atual “Palavra Brasil”, com a intenção de ampliar o rastro da parceria a outros recortes de público.
Sobre as pessoas ministrantes Julia Raiz (1991) é um dos grandes nomes da literatura contemporânea em Curitiba. Trabalhadora da escrita, tem sua atuação marcada pela criação e articulação coletiva. É doutora em literatura (UFPR) com recorte específico em estudos feministas da tradução. Publicou “p/ vc” (7Letras, 2019), “cidade menor” (editora Primata, 2020), “Terceiro mistério” (Lola Frita Lab, 2022) e “Metamorfoses do Sr. Ovídio” (editora Arte & Letra, 2022). Em 2023, “diário: a mulher e o cavalo”, seu livro de estreia, foi relançado pela Telaranha Edições.
Ronie Rodrigues (1985) é escritor e pesquisador em Dança Contemporânea. Atua como bailarino/pesquisador dos projetos/espetáculos “Pão com Linguiça”, “Cachaça sem rótulo”, “De maçãs e Cigarros” e “Swingnificado”. Já nas linhas da literatura, publicou “Apagar histórias com a língua (2020)” e “Roubar os mortos, lamber os vivos” (2023), ambos pela Editora Urutau. Em 2024, lançou o aclamado “João”, livro-performance também editado pela Telaranha.
Serviço: “Palavra Brasil: jogos de escrita” Com Julia Raiz e Ronie Rodrigues
PALAVRA I: Casa da Leitura Miguel de Cervantes Datas: 30 e 31 de agosto (sexta e sábado) Horário: das 9h às 13h Local: Alameda Dr. Carlos de Carvalho, 1238 (Praça da Espanha)
PALAVRA II: Casa da Leitura Wilson Bueno Datas: 5 e 6 de setembro (quinta e sexta) Horário: das 14h às 18h Local: Avenida República Argentina, 3430 (Portão Cultural) Vagas: 20 (vinte) por edição Público-alvo: pessoas com mais de 16 anos interessadas em escrita
De 7 a 11 de agosto acontece (simultaneamente em 27 cidades do Paraná) a 43ª Semana Literária Sesc & Feira do Livro. O tema deste edição será “Poesia em toda parte”, em celebração à efeméride de aniversário (80 anos) do grande e múltiplo poeta Paulo Leminski. O evento tem programação gratuita com bate-papos, shows e oficinas, além da Feira do Livro, da qual participam nosso Sebinho /// Antiquário Coisa Véia expondo livros e discos de vinil, entre os dias 07 e 11 de Agosto, quarta-feira a domingo, no Museu Oscar Niemeyer, na Rua. Mal. Hermes, 999 – Centro Cívico, em Curitiba.
Sesc preparou uma programação imperdível! O evento é gratuito, confira algumas das atrações que separamos do evento:
– Itamar Vieira Junior abre a 43ª Semana Literária e Feira do Livro. Autor de “Torto arado” fala sobre literatura e sociedade. 07/08/2024 | 19h às 21h. Museu Oscar Niemeyer – MON. Gratuito. Classificação: livre.
– Oficina “Viver Ensaisticamente” com Julia Raiz – Oficina propõe reflexão e prática em torno do gênero ensaio – 07/08/2024 | 14h às 17h – Museu Oscar Niemeyer – MON. Gratuito. Classificação: 16 anos.
– Oficina livre de monotipias e tipografias. De 07/08 a 11/08/24 | 10h às 19h. Museu Oscar Niemeyer – MON. Gratuito. Classificação: livre.
– Davi Moraes homenageia Moraes Moreira em show no Dia dos Pais – Apresentação encerra a 43ª Semana Literária & Feira do Livro – 11/08/2024 | 19h às 20h30. Museu Oscar Niemeyer – MON. Gratuito. Classificação: livre.
As oficinas serão ministradas pelas bailarinas e coreógrafas Ane Adade e Patrícia Machado
O Grupo Obragem de Teatro está com inscrições abertas para oficinas gratuitas de dança com as bailarinas e coreógrafas Ane Adade, que acontecerá do dia 30 de agosto ao dia 1º de setembro, das 18h às 22h, e Patrícia Machado de 15 a 17 de setembro, no mesmo horário. As duas oficinas serão realizadas no Espaço Obragem, localizado na Alameda Júlia da Costa, 204, bairro São Francisco, em Curitiba. O público interessado tem até o dia 29 de agosto para se inscrever gratuitamente, acessando https://linktr.ee/grupoobragemdeteatro
Ane Adade que já trabalhou com coreógrafos com Luis Fernando Bongiovanni, Gustavo Ramirez (Espanha) e Olga Roriz (Portugal), irá ministrar a oficina “Dança: processos de criação”, onde irá compartilhar metodologia de processos de criação, além disso, Comportamentos, sentidos e estados afetivos serão ativados a fim de comunicar novas presenças e experiências, desestabilizando os conceitos formais de criação em dança. Segundo a coreógrafa, o público de sua oficina, pode esperar “brincar a sério! Criar espaços para o imaginário criativo. Ativar repertórios corporais através do jogo, da improvisação e da investigação do gesto, dos sentidos e dos afetos. Experimentar a presença”, enfatiza Ane Adade.
Patrícia Machado irá conduzir a oficina “Poética Ativa”, onde os participantes serão convidados a experimentar a dança como felicidade física e propulsora de paixões individuais e coletivas, tendo o corpo como discurso expressivo e lugar de pulsão criativa. A bailarina e coreógrafa, também atua como performer e artista docente. Fez sua formação em Dança pelo Institut del Teatre de Barcelona. Desde 2016 desenvolve trabalhos coreográficos e performativos que trazem como temas centrais questões relacionadas à imigração e refúgio.
As oficinas são uma ação de contrapartida social prevista pelo projeto “A menina; o cachorro; o velho”, o novo espetáculo de dança e imagens para crianças do Grupo Obragem, com estreia prevista para outubro de 2022.
Esse projeto foi aprovado pelo Programa de Fomento e Incentivo à Cultura da Secretaria Estadual da Cultura do Paraná/2019.
SERVIÇO:
Oficina: Dança – processos de criação Quando? 30 e 31/08 e 01/09, das 18h às 22h Onde? Espaço Obragem – Alameda Júlia da Costa, 204 – São Francisco, Curitiba-PR Ministrante: Ane Adade Público-alvo: estudantes; professores; artistas e demais interessados Duração: 12h Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/oficina-processos-de-criacao-com-ane-adad/1683155 Quanto: Gratuita
Oficina: Poética Ativa Quando? 15, 16 e 17 de setembro de 2022, das 18h às 22h Onde? Espaço Obragem – Alameda Júlia da Costa, 204 – São Francisco, Curitiba-PR Ministrante: Patrícia Machado Público-alvo: estudantes; professores; artistas e demais interessados Duração: 12h Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/oficina-poetica-ativa-com-patricia-machado/1683157 Quanto: Gratuita
Contato de Assessoria: Jamilssa Melo l 41 99902-1070
A ação integra o processo do novo projeto da Cia Ilimitada, Movimentos Sobre a Cidade.
A Oficina de Dramaturgia com o diretor Marcio Abreu da Companhia Brasileira de Teatro é uma ação do projeto Movimentos sobre a Cidade, novo projeto da Cia Ilimitada que irá resultar em um espetáculo com estreia prevista para o primeiro semestre de 2023. A oficina será realizada na Biblioteca Pública do Paraná, em Curitiba, dias 11 e 12 de agosto (quinta e sexta), das 14h às 20h e dias 13 e 14 (sábado e domingo) das 11 às 17h.
A escolha do local não foi à toa, como o projeto tem como um dos objetivos tratar da relação dos moradores da cidade com os espaços oferecidos por ela, a escolha da Biblioteca se deu por tratar-se de um espaço democrático, de livre acesso e que promove encontros e saberes.
A oficina gratuita é voltada a qualquer pessoa que tenha interesse na escrita, na composição, improviso e criação para a performance e teatro.
Marcio Abreu já realizou outros trabalhos com a Cia Ilimitada, a direção do show Noël (2006). “Renovar esta parceria com o Marcio Abreu neste novo trabalho é motivo de celebração”, comemora Marcio Juliano, idealizador do projeto.
Movimentos sobre a Cidade terá uma dramaturgia autoral, escrita por Marcio Abreu, construída a partir da relação dos artistas e dos moradores de Curitiba com os lugares que habitam e que ocupam na cidade.
Os integrantes da Trupe Periferia, do diretor Kenni Rogers, são parceiros do projeto e estarão presentes na oficina, juntamente com os participantes que serão selecionados através das inscrições por e-mail.
Para esta imersão inicial, o medo foi o tema escolhido como foco de experimentação e pesquisa para este primeiro movimento sobre a cidade.
Este projeto é uma realização da Cia Ilimitada e foi incentivado pelo EBANX por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.
Serviço: Oficina de Dramaturgia com Marcio Abreu Quando/Que horas: 11 e 12 de agosto (quinta e sexta), das 14h às 20h 13 e 14 (sábado e domingo) das 11 às 17h. Onde: Biblioteca Pública do Paraná (Av. Cândido Lopes, 133 – Centro, Curitiba) Quanto: Gratuito (20 vagas) Inscrições e informações pelo e-mail: ciailimitadaoficina@gmail.com
Projeto Circo Maker estimula crianças a construírem seus próprios objetos circenses
O projeto Circo Maker, que mistura a arte circense com o movimento maker – ou faça você mesmo -, oferece 16 oficinas gratuitas para alunos das escolas públicas de Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba. Ao final das oficinas, as crianças apresentam um número circense de sua autoria. O Projeto tem o patrocínio da Cocel e é realizado com apoio do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (PROFICE) da Secretaria da Comunicação Social e da Cultura do Estado do Paraná.
Para entrarem na temática circense, as oficinas são divididas em quatro módulos que contemplam as áreas do equilibrismo, malabarismo, acrobacia e mágica. Na acrobacia, os alunos terão a oportunidade de aprender técnicas de estrelas, paradas de mão e muitos outros. No módulo de equilíbrio, serão trabalhados exercícios com bola, perna-de-pau e mais. Já no malabarismo, os alunos usarão claves, aros e bolas. E, por fim, serão ensinados truques simples de mágica no último módulo.
Mas, além dos conteúdos circenses, as crianças são incentivadas a construírem seus equipamentos. Assim, elas aprendem a criar objetos relacionados ao conteúdo trabalhado como, por exemplo, bolinhas de malabares com técnicas de balões, claves com cabos de vassoura e garrafas pet, pratos chinês com tecido e muitos outros. Desta forma, os professores também estimulam as crianças a utilizarem materiais recicláveis.
Ao final da oficina, como os alunos acabam dominando alguns movimentos circenses, eles criam um pequeno espetáculo para ser apresentado para todos os alunos. “Eles desenvolvem muito a criatividade ao longo do processo. Na mostra artística, eu direciono, mas muito do que eles apresentam vem dele, eles criam os próprios números”, afirma o professor das oficinas, Alexandre Tosin Gabardo.
Importância do circo na sociocultura Além de toda a diversão que as atividades circenses promovem às crianças, as oficinas ajudam a promover a socialização de grupos, envolvendo os alunos em dinâmicas em que é preciso pensar na convivência coletiva, no comportamento social e na responsabilidade individual e ambiental.
“É muito interessante esse trabalho coletivo, eles desenvolvem a percepção da importância de cada um, do trabalho comum e do senso coletivo. Eles entendem a sua importância e o seu lugar no momento. O malabarismo, por exemplo, desenvolve perseverança porque é uma atividade muito difícil, é preciso querer muito. Então esse foco é muito bacana de se ver”, conta o professor das oficinas.
Justamente em situações como essas, o projeto é importante para que as crianças encontrem a possibilidade de se auto afirmar como indivíduos capazes e competentes para resolver desafios.
Para a diretora da Escola Municipal Carlos Drummond de Andrade, Jacqueline Merchiori disse que os alunos participaram das oficinas com interesse e entusiasmo. “Essa oficina foi muito importante, pois possibilitou aos nossos estudantes momentos de descontração, alegria, trabalho em equipe e, principalmente, enfrentar desafios”, finaliza.
Além disso, o movimento maker aproxima o universo circense do dia a dia da criança. Alexandre explica que as crianças se interessam muito na hora de aprender a fazer os objetos porque, assim, elas podem treinar em casa. “Nós usamos materiais de fácil acesso, que se ela procurar em casa, vai ter”, afirma.
Este movimento tem entrado em muitas escolas brasileiras nos últimos anos, permitindo a elaboração de projetos e protótipos, onde os alunos fomentam a criatividade e, de fato, colocam a “mão na massa”.
Alinhamento com as ODS Todo o projeto está alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Por isso, durante as oficinas, o projeto trabalha os objetivos de saúde e bem-estar, igualdade de gênero, redução de desigualdades e consumo e produção responsável.
Os participantes recebem informações sobre os ODS, seus objetivos e metas trabalhadas no projeto. A partir de desenhos e frases feitas por eles, é criado um banner que é doado para a escola.
Contos proibidos de antropofocus. Foto: Paulo Feitosa.
As apresentações gratuitas acontecem no dia 29 de julho, no Teatro Municipal com sessões às 15 hrs e 20 hrs
Fazer o público rir, sem que os atores digam uma palavra sequer. Este é o desafio do grupo Antropofocus, que vai se apresentar em Mandirituba no dia 29 de julho, no Teatro Municipal. Serão duas apresentações no mesmo dia com entrada gratuita, a primeira às 15 hrs e a segunda às 20 hrs.
O espetáculo intitulado Contos Proibidos de Antropofocus, faz parte do projeto de circulação CONTOS EM TODOS OS CANTOS, viabilizado por meio do Profice, com apoio da Copel. No elenco, estão os atores do grupo Antropofocus, Anne Celli, Andrei Moscheto, Edran Mariano e Marcelo Rodrigues, e o ator convidado Bruno Lops.
Em comemoração aos 22 anos de trajetória, o Antropofocus está muito feliz com essa circulação pelo estado do Paraná e também por compartilhar sua pesquisa do grupo, com uma cidade da região metropolitana de Curitiba.
Além das apresentações abertas para a comunidade, o grupo também oferece uma sessão exclusiva para alunos do ensino médio de escolas públicas e uma oficina de improvisação teatral com carga horária de 9 horas.
Como o espetáculo não possui texto, pode ser assistido por pessoas surdas, que podem acompanhar e aproveitar a apresentação sem a necessidade da presença de intérprete de Libras.
“Contos Proibidos de Antropofocus” é uma das criações de maior sucesso do grupo Antropofocus, com temporadas em cidades como São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Rio de Janeiro e também em Córdoba, na Argentina, além de participações em importantes festivais de teatro no Brasil, e agora em circulação por terras paranaense.
Mandirituba fecha a programação do mês de julho do projeto CONTOS EM TODOS OS CANTOS que já passou por Jacarezinho e Ibiporã. E em agosto quem irá receber a programação do projeto serão as cidades de Antonina e Laranjeiras do Sul.
ROTEIRO * Mandirituba 29 de julho, no Teatro Municipal
* Antonina 05 e 06 de agosto, no Theatro Municipal
* Laranjeiras do Sul 12 e 13 de agosto, no Cine Teatro Iguassu
O ESPETÁCULO Em Contos Proibidos de Antropofocus, o grupo enfrenta o desafio de fazer um espetáculo sem nenhum diálogo, onde a comunicação acontece apenas por meio do som. Partindo da metáfora da incomunicabilidade, as cenas – ou contos – acontecem em ambientes onde pessoas desconhecidas se encontram, mas raramente iniciam uma conversa: dentro de um ônibus, debaixo de uma marquise num dia de chuva ou em um banheiro masculino.
O projeto, que é uma investigação do grupo sobre a força dramatúrgica que o som tem, nasceu da frequência com que grandes artistas cênicos e cinematográficos usam medidas sonoras para falar de seus trabalhos: o tom da cena, ritmo da ação e timming.
A OFICINA Voltada para artistas e não-artistas, a oficina de Improvisação Teatral visa estimular o participante a conhecer e descobrir seu potencial inato de criatividade através de exercícios teatrais.
E, por meio da improvisação, fazer com que ele tenha capacidade de ousar, perceber, ouvir, ser espontâneo, improvisar e se relacionar.
A oficina acontece nos dias 01, 02 e 03 de agosto das 19 às 22 hrs, e as inscrições podem ser realizadas através do site do Antropofocus.
SOBRE O ANTROPOFOCUS O Antropofocus está prestes a completar 22 anos de trajetória e sempre teve como premissa artística observar o ser humano e seu comportamento no cotidiano, sabendo que todas as suas ações podem ser consideradas cômicas, dependendo do prisma pelo qual é observado. Desde a sua fundação, em 2000, o grupo dedica-se ao processo colaborativo na busca de um resultado estético que represente as vozes, ideias e desejos de todos os seus integrantes.
Para isso o grupo vem se aprofundando nas ferramentas da dramaturgia dinâmica como metodologia para as criações de seus espetáculos. Em sua trajetória, o grupo realizou uma série de experimentos artísticos e intercâmbios com artistas nacionais e internacionais, que resultaram em criações de espetáculos e atividades pedagógicas realizadas em sua sede.
SERVIÇO CONTOS PROIBIDOS DE ANTROPOFOCUS Dias: 29 de julho Horário: 15hr e 20 hrs Local: Teatro Municipal de Mandirituba – Rua da Liberdade, 353 – Centro ENTRADA GRATUITA – retirar o ingresso a partir de 1 hora antes Informações: (41) 3633-1342 e @antropofocus
FICHA TÉCNICA Elenco: Anne Celli, Andrei Moscheto, Bruno Lops, Edran Mariano e Marcelo Rodrigues Sonoplastia e assistente de direção: Célio Savi Operador de som: Célio Savi Iluminação: AnryAider e Paulo Rosa Operação de luz: Paulo Rosa Cenografia: Sérgio Richter & Antropofocus Figurino e Adereços: Fabiana Pescara & Renata Skrobot Designer Gráfico: Lula Carneiro Fotos de Divulgação: Paulo Feitosa Assessoria de Imprensa: Com Leite Comunicação Integrada Articulador Local – Jacarezinho: Cleiton Santos Articuladora Local – Ibiporã: Lívia Zeferino Articulador Local – Mandirituba: Andrio Robert Diretor de Produção: Edran Mariano Direção Geral: Andrei Moscheto Realização: Antropofocus
Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Comunicação Social e Cultura
Pessoas interessadas ainda podem se inscrever! Basta preencher o formulário do evento com informações pessoais
É nesta quarta, 22 de junho às 19h! A atriz, palhaça, cantora e ex-professora da rede pública de ensino Fernanda Fuchs ministrará uma oficina de teatro baseada em seu espetáculo, “Corrente Fria, Corrente Quente”, por meio da plataforma online Zoom.
No evento, Fernanda compartilhará o seu processo de trabalho e experimentará exercícios de improvisação voltados à criação de outras histórias, narrativas e poéticas, a partir de referências e imagens já experimentadas em “Corrente Fria, Corrente Quente”.
O espetáculo no qual a oficina se baseia foi escrito pela própria Fernanda e estreou como um dos destaques do Fringe (mostra paralela do Festival de Teatro de Curitiba) no ano de 2013. Com boa aceitação da crítica especializada, a peça foi apresentada em palcos de outras cidades e esteve em cartaz em mais de dez festivais, entre eles o Satyrianas, em São Paulo, e o Festival Em Cena, de Jacarezinho (PR).
O texto de Corrente Fria, Corrente Quente foi premiado no Concurso Bunkyo de Contos, realizado em 2012, e lançado como parte do livro “Duas Cenas, um Muro? e outras histórias”, uma antologia de contos que reuniu textos de 30 autores, selecionados dentre 184 obras inscritas.
Para participar da oficina não é necessário nenhum conhecimento prévio sobre teatro.
O Circuito Griot propõe a reflexão e a construção de produtos audiovisuais por e para comunidades periféricas de Curitiba
Moradores de quatro bairros de Curitiba recebem o Circuito Griot, projeto que propõe a reflexão e a construção de produtos audiovisuais por e para comunidades periféricas da capital. Na primeira etapa, entre os meses de outubro e dezembro, as atividades ocorrem nos bairros Parolin e Sítio Cercado. De fevereiro a abril de 2022, chega ao Tatuquara e à Vila Leonice.
“Pra gente é muito importante descentralizar os acessos à cultura, tanto no que diz respeito à localidade quanto às pessoas que normalmente, por vários motivos, acessam esses bens. Então, realizar o Circuito nesses territórios, onde já existe um histórico de luta, de resistência negra em Curitiba, é muito importante”, diz Bea Gerolin, da Cartografia Filmes.
A programação consiste em Oficinas de Práticas Audiovisuais e exibições de filmes abertas à comunidade. Na oficina será abordada a linguagem e a produção cinematográfica com o compartilhar de experiências e a sensibilização de olhares das/os participantes aos territórios que habitam.
Cada bairro receberá uma Oficina com oito encontros, de 3h cada, durante dois meses. Ao final do processo, os exercícios serão reunidos em um filme-carta, resultando em quatro curtas produzidos coletivamente por moradores de bairros periféricos de Curitiba.
Já as exibições abertas à comunidade têm como objetivo aproximar a população do formato do cineclube. A proposta é exibir filmes com protagonismo ou realização negra em espaços coletivos dos bairros. As sessões quinzenais contemplam a exibição de dois filmes, um do tipo curta metragem e outro, em formato longa metragem, seguidos de um debate. Antes de todas as sessões, os longas exibidos serão decididos por votação dos próprios participantes das oficinas.
Para Andrei Bueno Carvalho, da Cartografia Filmes, o Circuito Griot é um projeto que busca englobar, de forma ativa em todo o processo, a comunidade onde as oficinas e exibições acontecerão. “Especialmente no fortalecimento da cadeia econômica movimentada por um evento cultural desta natureza a partir dos empreendedores e/ou projetos sociais locais. Tanto na alimentação do lanche das oficinas, na circulação dos anúncios sonoros no bairro como na participação das produtoras locais – que são lideranças consolidadas em seus territórios – como integrantes da equipe técnica do projeto”, diz.
O Circuito Griot é o novo projeto da Cartografia Filmes, produtora vocacionada para o audiovisual identitário negro. Também realiza, em Curitiba, outros projetos de difusão, como o Griot – Festival de Cinema Negro Contemporâneo, que acontece desde 2018, e a Afrika XX – Mostra de Cinemas Pioneiros do Continente Africano.
O Circuito Griot tem apoio da Aliança Francesa – Curitiba e Incentivo do Ebanx. Realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.
Sobre a Cartografia Filmes A Cartografia Filmes é uma produtora paranaense vocacionada para o audiovisual negro que une trajetórias diversas. Desse território de encruzilhada, nossa atuação se movimenta pelo desejo de compartilhar novas formas de acesso e produção dos bens culturais, fortalecendo e criando espaços coletivos nos eixos de DIFUSÃO, FORMAÇÃO E PRODUÇÃO do audiovisual, de maneira a abrir caminhos na reconstrução de imaginários onde as múltiplas subjetividades sejam livres para exercer sua existência com plena autonomia e potência >> Encontre a gente nas redes www.instagram.com/cartografiafilmes/
Sobre o Griot – Festival de Cinema Negro Contemporâneo O Griot – Festival de Cinema Negro Contemporâneo começou em 2018 como Mostra de Cinema Negro Brasileiro com o objetivo de criar um espaço onde pudessem exibir filmes pensados, realizados e protagonizados por pessoas pretas em território nacional. Nas edições anteriores foram exibidos com lotação máxima de público 61 curtas, dois longas e um média. Em 2020, por conta da pandemia, foi realizado em formato online. As edições aconteceram com financiamento coletivo. www.festivalgriot.com.br
Serviço Circuito Griot Onde: Parolin – Oficinas aos sábados, 23/10 a 11/12, das 09h às 12h. Exibições nos dias 31/10; 06/11; 20/11 e 04/12, às 18h30.
Sítio Cercado – Oficinas aos sábados, de 23/10 a 11/12, das 14h30 às 17h30. Exibições nos dias 30/10; 13/11; 27/11 e 11/12, às 18h30.
Contato Andrei Bueno Carvalho Coordenação e Produção Executiva (41) 9 99608/4165 cartografia.filme@gmail.com
As aulas acontecerão de 10 a 13 de agosto de 2021 de forma on-line
Na busca de ampliar o acesso, exercer a cultura da inclusão e garantir o direito de pessoas surdas a participarem de programações culturais, o Sesc Paraná abre inscrições para a Criação Teatral em Libras, uma oficina dedicada ao desenvolvimento de cenas curtas integralmente na linguagem de sinais.
A oficina possui a carga horária de 12 horas, e acontecerá de 10 a 13 de agosto, das 19h às 22h pela plataforma on-line Zoom. A atividade é gratuita e as vagas são limitadas. Podem participar pessoas surdas acima de 18 anos com interesses por artes cênicas, teatro, poesia em Libras, intérpretes, professores e demais pessoas que conhecem a Língua Brasileira de Sinais e que se interessam por teatro.
Ao longo da semana, nos encontros virtuais serão desenvolvidos exercícios introdutórios de composição cênica em Libras. Em quatro dias de vivência, os participantes desenvolverão uma cena curta e autoral, tendo como principal referência criativa a Poesia em Libras.
As atrizes Catharine Moreira e Helena Jorge Portela, surda e ouvinte, respectivamente, irão ministrar o conteúdo desenvolvido exclusivamente para a ação pela Cia. Fluctissonante, grupo teatral sediado em Curitiba que é composto por artistas e criadores surdos e ouvintes e pesquisa a união do Português e da Libras em cena.
Será disponibilizada declaração de participação no evento para os participantes que concluírem todas as aulas. Inscrições através deste link
Esta atividade faz parte da Plataforma Cena, um projeto do Sesc Nacional que acontece num ambiente digital com o objetivo de promover a produção de conhecimento e a reflexão na área das artes cênicas. São disponibilizadas oficinas, produções e exibições de vídeos desmontagens, debates, escritas e compartilhamentos de artigos sobre os trabalhos cênicos de 17 grupos e companhias de todo o país, selecionadas de forma coletiva pelo Sesc Brasil e departamentos regionais do Sesc.