TEATRO PAIOL RECEBE O PALCO DIFUSOR DA BANANEIRA BRASS BAND PARA SHOW DE LANÇAMENTO DE NOVO EP

Cinco artistas selecionados para o Palco Difusor dividem o palco do Teatro Paiol em grande show com Bananeira Brass Band para lançamento do novo EP. Créditos: Miriane Figueira.

As cinco músicas gravadas com os cinco novos nomes da música autoral curitibana entram nas plataformas digitais dia 16 de julho e são apresentadas em grande show de lançamento, no dia 25 de julho, fruto da imersão em produção musical realizada pelo coletivo em 2023.

Dia 25 de julho, é o dia de celebrar e apresentar ao público o resultado de um ano de trabalhos imersivos na produção musical, realizado pelo coletivo Bananeira Brass Band em parceria com a Diversa Produções, o Palco Difusor. Artistas da cena autoral curitibana: Betania Hernandez, Dharma Jhaz, Princesas do Ritmo, Lele Farah e Sem Registro, são os nomes que estão no novo EP – Palco Difusor, que traz além de musicalidades diversas, uma troca de experiências que serão compartilhadas com a plateia que se formará no Teatro Paiol, em apresentação única e gratuita.

Antecede o grande show, o lançamento do EP – Palco Difusor, nas principais plataformas digitais no dia 16 de julho, e também as sessions no YouTube, com início no dia 18 a 23 de julho. De acordo com a produtora e gestora cultural, Pri de Morais, o acesso antes do show, vai permitir que o público conheça o trabalho e chegue no Paiol com as músicas em mente. “A ideia do projeto é impulsionar a carreira destes artistas com a produção de singles, vídeos, ensaios fotográficos e toda a vivência com outros musicistas em estúdio. Também trazer pro conhecimento do público o que a música autoral de Curitiba está fermentando de mais atual”, conta.

O projeto Palco Difusor nasceu do desejo de descentralizar ações culturais na capital. Dessa forma o coletivo Bananeira Brass Band e a Diversa Produções, criaram em 2023 o projeto, que circulou por cinco Regionais e selecionou em edital os cinco artistas com trabalhos autorais para uma imersão completa no processo da produção musical, incluindo vivência no Estúdio Aroeira e grande show de encerramento para apresentar ao público as novidades musicais.

De acordo com Audryn Souza, musicista integrante da Bananeira e idealizador do projeto, o intuito do circuito foi difundir o funcionamento do mercado da música autoral curitibana em três frentes de profissionalização: “os artistas selecionados ganham com a produção de material profissional; a Bananeira Brass Band ganha com o intercâmbio artístico; toda a equipe de produção, comunicação e estúdio ganha com o amadurecimento de sua atuação na cena da cidade”, revela.

Na primeira etapa foi lançado o edital de chamamento. Os 81 inscritos passaram por uma seletiva com os produtores musicais e curadores do Palco Difusor – Erica Silva, Bface e Gian Lucca, que levaram os cinco artistas selecionados para a próxima fase com encontros de criação junto a Bananeira Brass Band em estúdio para trabalhar e ensaiar repertório de show, gravação de single e live session.

Dentro do Palco Difusor, os artistas também tiveram acesso a apresentações nas Regionais de Curitiba. Segundo Pri de Morais, a ideia foi fazer do Palco Difusor um multiplicador nas comunidades, a fim de democratizar o acesso à produção e consumo cultural. “É uma proposta que visa a amplificação do ecossistema da música independente curitibana através da integração de diversas regiões da cidade buscando fortalecimento da economia cultural e profissionalização de todos os agentes culturais envolvidos”.

Com isso o projeto contou com ações sociais e integração com o público em cada Regional, com a realização de cinco oficinas de percussão direcionadas para instituições que atendem adultos em situação de vulnerabilidade social, seguidas de apresentações da Bananeira Brass Band, em cortejo acústico.

Palco Difusor é um projeto realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba com o incentivo da Celepar e Phil Young’s.

SERVIÇO:
Lançamentos:
Dia 16 de julho: EP disponível em todas as plataformas digitais.
Dias 18 a 23 de julho: lançamentos sessions no Youtube
Show Palco Difusor
Local: Teatro Paiol (Rua Cel. Zacarias, 51 – Prado Velho)
Data: 25 de julho de 2024
Horário: 20h
Ingressos: gratuitos (distribuição 1h antes)
Classificação: 12 anos

Sobre a Bananeira Brass Band
A Bananeira Brass Band é um coletivo de sopros e percussão que surge no cenário musical de Curitiba no ano de 2015 com o propósito de trazer a experiência que seus integrantes tiveram em sua formação musical através das bandas marciais e fanfarras difundindo e valorizando a música instrumental por meio de um show dançante em espírito festivo.  A discografia da Bananeira Brass Band conta com o EP #PotassioNeles (2018) e o álbum Feira Livre (2021), indicado ao Grammy Latino 2022 na categoria Melhor Projeto Gráfico de um Álbum.

A formação instrumental da Bananeira Brass Band é inspirada nas bandas de rua de New Orleans e na cultura das Brass Bands (bandas de sopros). Apesar da influência de grupos estrangeiros, a banda busca trazer em seu repertório autoral a música brasileira, explorando ritmos dançantes de todas as regiões do Brasil, misturando gêneros musicais que vão do funk ao baião.

Formação atual da Bananeira Brass Band: 
Audryn Souza (trompete)
Denusa Castellain (saxofone)
Emilyn Shayene (trombone)
Fernanda Cordeiro (trombone)
Lucas Ramos (trompete)
Luís Fernando Diogo (percussão)
Luís Rolim (percussão)
Pierre de Cerjat (sousafone)

Sobre os cinco novos nomes da música: 

Betania Hernandez
É musicista e começou muito cedo. Aos 8 anos, entrou no Sistema  Nacional de Orquestra da Venezuela e formou-se em bacharel em Composição e Criação Musical, na Uniarte, em Caracas, na Venezuela. Logo depois da graduação, migrou para o Brasil, tornou-se mestre em Estudos Latino-Americanos pela Universidade Unila, em Foz do Iguaçu. A artista já lançou dois álbuns: Passos do Vento e  Lua, Sol, Mar e Estrelas pela sua própria  produtora. Fez parte do Palco Difusor e com a Bananeira Brass Band compôs a música: Tudo de Nós. Segundo Betania, enquanto mulher imigrante, é a liberdade que foi dada às mulheres artistas criadoras, o que tornou a experiência tão rica e necessária para o território curitibano e para todos.

Sem Registro
O grupo veio somar ao projeto trazendo  influências da música eletrônica, rap e do funk adicionando ao som orgânico da Bananeira Brass Band as nuances do sintético numa pegada mais cyberpunk do estilo “Garage”. O grupo tem como  pilar principal e a ponte entre todos os integrantes o Rafael Ludvich. Foi ele quem uniu os fundadores há aproximadamente 6 anos. Sobre a trajetória do grupo, em 2022, em um evento organizado pelo artista “Bface” em parceria com a Budweiser fizeram a abertura do show da dupla de artistas do Rio de Janeiro “Pumapjl”. Para os integrantes do grupo, a participação no projeto deu uma experiência singular de conhecer um estúdio profissional e desenvolver um projeto com outros artistas.

Dharma Jhaz
Travesti multi-instrumentista, cantora, produtora musical, rapper e performer sonora, desenvolve através dos instrumentos de sopro, voz, corpo e performance, experimentações empíricas baseadas em elementos intercontinentais da cultura latina, afro-brasileira, jazz e punk. Tem em suas referências a música brasileira no free jazz mestiço, manifestado nas Jam Sessions e Lives que participa em colaboração com diversos artistas da cena da música experimental e eletrônica nacional e internacional. A artista acredita que a possibilidade de consolidar o conceito autoral Punk Jazz no projeto, pode inspirar as novas gerações a conhecerem o que uma travesti pode fazer, muito além dos estigmas e preconceitos que nos limitam a estatísticas trágicas, e a marginalização.

Lele Farah
Desde da infância envolvida com música por conta do trabalho do pai, que é produtor musical e multi-instrumentista. Após a pandemia juntou-se com um grupo de amigos que já estavam no processo de iniciar uma gravadora voltada ao gênero rap. Em sua trajetória, ela lançou uma sequência de singles que vem elaborando nos últimos 2 anos. As maiores conquistas profissionais foram as participações no palco do festival de bolso no Jazz Festval, aberturas de shows para artistas como Dalsin, Yago Oproprio e ADL do Favela Vive. A artista afirma que a participação no Palco Difusor possibilitou a troca artística com grandes músicos e de certa forma ter a experiência completa de fazer shows, gravação de estúdio, gravação de videoclipes, sessão  de fotos e todo processo em si.

Princesas do Ritmo
As integrantes da Banda se conheceram na Ong Passos da Criança, na Vila Torres, em Curitiba, que tem como princípio básico fortalecer o empoderamento feminino através da musicalidade afro. Maíra, Geovana, Sabrina, Catherine e Polyana se uniram para  formar uma banda de percussão e levar a música a diferentes  espaços públicos, descentralizando a cultura, aproximando a comunidade a sua ancestralidade. A banda já recebeu Menção Honrosa e também elas já participaram de eventos em parceria com a Sanepar em diversos espaços e projetos culturais celebrando o mês da Consciência Negra. No Palco Difusor, as Princesas trouxeram o swing do axé, do samba reggae promovendo autoestima e o protagonismo de mulheres pretas. De acordo com as integrantes da banda, houve um grande crescimento musical.

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

AGENDA CHEIA: BANDOLINISTA DANIEL MIGLIAVACCA FAZ SÉRIE DE SHOWS EM CURITIBA E CIRCULA POR 15 CIDADES PARANAENSES COM DOIS PROJETOS DEDICADOS À MÚSICA INSTRUMENTAL BRASILEIRA

Daniel Migliavacca. Foto: Elis Ribeirete.

Até dezembro, o músico apresenta a série de shows “Duos” na capital e viaja para outras 15 cidades com o concerto “História do Choro”

Entre os meses de julho e dezembro, o bandolinista Daniel Migliavacca se apresenta em Curitiba e em mais 15 cidades do interior do Paraná. Ao todo, serão 27 apresentações, sendo 12 em Curitiba, com a série “Duos”, no Teatro Barracão Encena, e 15 shows em outras regiões do Estado, com a circulação do já consagrado projeto “História do Choro”.

Série de shows inédita “Duos” destaca a sonoridade do bandolim
Para este projeto, que acontece uma vez por mês no Teatro Barracão Encena, em Curitiba, sempre às 20h, Daniel Migliavacca convida seis instrumentistas brasileiros para uma série de duos inusitados com o intuito de explorar a sonoridade do bandolim e mostrar o instrumento em formações pouco usuais.

Na estreia dos concertos, prevista para os dias 13 e 14 de julho, o músico recebe o percussionista paulistano Caíto Marcondes. Nesta primeira combinação, os curitibanos podem esperar um repertório eclético, valorizando a mistura de timbres e explorando todas as possibilidades possíveis dos instrumentos individualmente e, principalmente, juntos.

No total, serão 12 shows até dezembro, sendo dois concertos seguidos por mês. Os próximos convidados são o violinista Gabriel Vieira (10 e 11 de agosto); o baixista Glauco Sölter (14 e 15 de setembro); a cantora Izabel Padovani (19 e 20 de outubro); o guitarrista Mário Conde (23 e 24 de novembro) e o clarinetista Sérgio Albach (14 e 15 de dezembro). Todas as apresentações acontecem às 20h. Os ingressos são vendidos a preços populares, custam R$10 (inteira) e R$5 (meia entrada) e ficam disponíveis uma hora antes na bilheteria do próprio Teatro Barracão Encena (R. Treze de Maio, 160 – Centro).

Para este lançamento, Daniel Migliavacca busca levar ao público um pouco da produção musical de Curitiba e do Brasil, promovendo um rico intercâmbio artístico e cultural. “Me sinto muito feliz de estar realizando um projeto tão rico musicalmente e com tantos músicos incríveis que eu admiro. Além de ser um projeto de longa duração, com muitos concertos, o que é raro no meio musical. O público poderá curtir vários encontros especiais e únicos.”, complementa.

O projeto, que conta com o incentivo do CEDIP, da Bosch e da Celepar, através da Lei de Incentivo à Cultura da cidade de Curitiba, também prevê a realização de seis concertos didáticos em regiões descentralizadas, com o objetivo de ampliar o alcance do projeto e fomentar a formação de plateia nos bairros.

Cidades paranaenses recebem apresentações de “História do Choro”
Também entre os meses de julho e dezembro, Daniel Migliavacca viaja para 15 cidades com a circulação do concerto “História do Choro”, que conta também com a participação dos músicos Lucas Melo (violão 7 cordas) e Luis Rolim (percussão). O concerto apresenta um panorama da história do Choro através de um repertório repleto de clássicos de seus principais compositores. Apesar de ser um gênero genuinamente brasileiro e a primeira música urbana brasileira, o Choro ainda é pouco difundido e conhecido do grande público.

O repertório, com arranjos e direção musical de Daniel Migliavacca, homenageia compositores fundamentais do gênero como: Chiquinha Gonzaga, Joaquim Callado, Anacleto de Medeiros, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Garoto, Waldir Azevedo, Pixinguinha, Luperce Miranda, Jacob do Bandolim e chorões paranaenses como o bandolinista Walter Scheibel.

Os concertos serão em Quatro Barras (22/07), Ampére (16/08), Salto do Lontra (17/08), Chopinzinho (18/08), Itapejara d’Oeste (20/09), Clevelândia (21/09), Honório Serpa (22/09), Contenda (30/09), Tijucas do Sul (07/10), Antonina (29/10), Morretes (30/10), além de Ipiranga, Bocaiúva do Sul, Guaraqueçaba e Balsa Nova, em datas a serem confirmadas. Os shows serão gratuitos em todas as cidades.

A circulação é um desdobramento do projeto homônimo que, em 2019, promoveu uma série de doze concertos temáticos no Teatro Paiol, em Curitiba, com direção musical de Daniel Migliavacca e participações especiais de músicos de destaque no cenário nacional dedicados à produção e divulgação do Choro pelo Brasil e pelo mundo. A cada edição, uma parte da história do Choro era contada através das principais obras do gênero e seus compositores. Na época, o projeto se tornou um programa de televisão, com transmissão dos concertos na íntegra pela TV Paraná Turismo.

O “História do Choro” é um projeto incentivado pelo Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura – PROFICE da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Governo do Estado do Paraná, com apoio da Copel. Além das 15 apresentações gratuitas para a população, os músicos passarão por 15 escolas antes dos concertos para tocar e contar um pouco da história do Choro, criando um espaço aberto aos estudantes de escolas públicas do ensino fundamental.


Daniel Migliavacca. Foto: Elis Ribeirete.

Sobre Daniel Migliavacca
O bandolinista Daniel Migliavacca é um dos jovens representantes do Choro e do bandolim no Brasil. Tem se destacado em diversos projetos como instrumentista, compositor, arranjador e diretor musical. Já conquistou prêmios pelo Brasil como instrumentista e compositor e possui 7 CDs lançados. É bacharel em Música Popular pela UNESPAR (2011) e mestre em Música pela UFRJ (2019) tendo lançado uma série de Dez Estudos para Bandolim Solo contribuindo para o desenvolvimento técnico do instrumento no Brasil.

Atualmente, prepara o lançamento de dois álbuns com o seu quarteto, um em parceria com a cantora Rogéria Holtz e outro dedicado ao trombonista Raul de Souza em parceria com o flautista e saxofonista Eduardo Neves.

SERVIÇO DUOS
– 13 e 14 de Julho, às 20h – Daniel Migliavacca convida Caíto Marcondes (percussão/SP)
– 10 e 11 de Agosto, às 20h – Daniel Migliavacca convida Gabriel Vieira (violino/SC)
– 14 e 15 de Setembro, às 20h – Daniel Migliavacca convida Glauco Sölter (baixo elétrico/PR)
– 19 e 20 de Outubro, às 20h – Daniel Migliavacca convida Izabel Padovani (voz/SP)
– 23 e 24 de Novembro, às 20h – Daniel Migliavacca convida Mário Conde (guitarra/PR)
– 14 e 15 de Dezembro, às 20h – Daniel Migliavacca convida Sérgio Albach (clarone e clarinete/PR)

Local: Teatro Barracão Encena
(R. Treze de Maio, 160 – Centro, Curitiba – PR, 80020-270)
Ingressos: R$10 (inteira) / R$5 (meia entrada)
Vendas no local, uma hora antes das apresentações

SERVIÇO HISTÓRIA DO CHORO
Quatro Barras
22 de julho às 20h – Auditório da Secretaria de Educação
Rua Nilo Fávaro, 100 – Centro, Quatro Barras

Ampére
16 de agosto às  20h 
Anfiteatro Municipal Ana Maria Basso
Esperança, Ampére

Salto do Lontra
17 de agosto às  20h – Auditório do Centro de Eventos
Rua Dona Rosa Oening – Parque Industrial II, Salto do Lontra

Chopinzinho
18 de agosto às 20h -Anfiteatro David Rogos Schmitz
Rua Frei Everaldo, 399-441 – Centro, Chopinzinho

Itapejara d’Oeste
20 de setembro às 20h – Casa da Cultura
Rua Santos Dumont, 80 – Centro, Itapejara d”Oeste

Clevelândia
21 de setembro às 20h – Centro Cultural Cigarra
Rua Major Diogo Ribeiro, nº 645 – São Sebastião, Clevelândia

Honório Serpa
22 de setembro às 20h – Centro Cultural de Honório Serpa
Avenida Júlio Henrique Scheib, 1009 – Centro, Honório Serpa

Contenda
30 de setembro às 20h – Salão Contendinha
Rua Projetada, 30 – Centro, Contenda

Tijucas do Sul
07 de outubro às 20h – Praça Padre Antonio Koremann
Centro, Tijucas do Sul

Antonina
2 de outubro às 20h – Theatro Municipal
Rua Dr. Carlos Gomes da Costa, 266 – Centro, Antonina

Morretes
30 de outubro 15h – Coreto Sinibaldo Trombini
Largo Lamenha Lins – Centro Histórico, Morretes

Ipiranga, Bocaiúva do Sul, Guaraqueçaba e Balsa Nova: mais informações em breve.

Entrada gratuita

FICHA TÉCNICA – DUOS
Direção musical: Daniel Migliavacca
Músicos: Daniel Migliavacca, Caíto Marcondes, Gabriel Vieira, Glauco Solter, Izabel Padovani, Mario Conde e Sérgio Albach
Direção de produção e Gestão de projeto: Gilmar Kaminski
Produção executiva: Luana Camargo
Assistência de produção: Záire Osório
Técnico de som: Chico Santarosa
Iluminação: Victor Sabbag
Projeto gráfico: Pablito Kucarz
Redes sociais e Assessoria de imprensa: Platea Comunicação e Arte
Registro audiovisual: Renato Próspero
Captação de recursos: Meire Abe
Produção: Flutua Produções
Incentivo: CEDIP, Bosch e Celepar
Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

FICHA TÉCNICA – HISTÓRIA DO CHORO
Direção musical: Daniel Migliavacca
Músicos: Daniel Migliavacca, Lucas Melo e Luis Rolim
Direção de produção e Gestão de projeto: Gilmar Kaminski
Produção executiva: Luana Camargo
Assistência de produção: Záire Osório
Técnico de som: Eduardo Schotten
Iluminação: Victor Sabbag
Projeto gráfico: Jonas Lopes
Redes sociais e Assessoria de imprensa: Platea Comunicação e Arte.
Registro audiovisual: Renato Próspero
Motorista: Demétrios Eugênio
Produção: Flutua Produções

Apoio: Copel
Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura | Governo do Estado do Paraná.

CAMPO DAS ARTES RECEBE MARCIO JULIANO OUTRO SAMBA NA MOSTRA PÔR DO SOL

Marcio Juliano e banda. Foto: Leandro Taques.

As apresentações do show (dias 01,02, 08 e 09 de abril) também fazem parte da programação do Festival de Teatro de Curitiba.

Ousadia, contemporaneidade, lirismo e bom humor caracterizam o show Marcio Juliano Outro Samba, próxima atração da Mostra Pôr do Sol, dias 01, 02, 08 e 09 de abril, às 20h, no Campo das Artes, em São Luiz do Purunã-PR. O evento marca a abertura oficial do espaço, projeto de vida do ator paranaense Luís Melo, que vem sendo construído desde 2008.

O show é uma experiência cênica musical multimídia que tem como fonte de inspiração o repertório e os artistas da Época de Ouro da música brasileira, período que vai de 1929 a 1945. Desdobramento da pesquisa realizada pelo cantor Marcio Juliano em trabalhos anteriores, No Samba” (2016) e “Noël” (2006).

Com caráter teatral e leitura contemporânea deste universo musical, Outro Samba conta com interações e intervenções de projeções mapeadas, com áudios sincronizados. “A ideia é revisitar uma estética muito explorada por esta geração de compositores, a do cinema”, revela Marcio que também dirige o show. A assistência de direção e iluminação é de Nadja Naira (Companhia Brasileira de Teatro). Outro Samba traz ao palco músicos virtuosos: Sérgio Albach (clarone), que assina a direção musical, Lucas Melo (violão 7 cordas) e Luis Rolim (bateria e percussão). Misturando diferentes linguagens projeta em cena participações especiais como a Orquestra à Base de Sopro e o trombonista Raul de Souza, falecido no ano passado.

Dorival Caymmi, Wilson Baptista, Noel Rosa, Pixinguinha, Ary Barroso estão presentes no repertório com narrativa diversa que homenageia o samba e suas múltiplas possibilidades, mas que sobretudo evoca a alegria, o amor e a superação da melancolia.

O show estreou em Curitiba, no final de 2019, ano de lançamento do CD de mesmo nome e, durante a pandemia, em 2021, foi adaptado ao formato digital, virou DVD e circulou virtualmente pelo interior do Paraná. “Participar da Mostra é uma experiência muito feliz, vamos oferecer ao público um espetáculo com uma abordagem diferente, é um show de música ancorado no teatro. Voltar ao presencial, poder ensaiar, preparar o show e o espaço para receber o público é muito emocionante”, comemora Marcio que também é o produtor geral da Mostra Pôr do Sol.

“O Campo das Artes é um espaço muito importante, único no Brasil. O fato dele estar situado no Paraná é uma riqueza para nós. Espero que esta iniciativa privada do Luís Melo sirva de inspiração ao poder público para que, por meio das leis de incentivo, movimente este lugar com muitas atrações e oportunidades artísticas porque o público está sedento de arte. Todos os ingressos da Mostra esgotaram em apenas 8 horas após a distribuição pelo site”, conta.

O evento integra a programação do Festival de Teatro de Curitiba – edição 2022.

Confira a PROGRAMAÇÃO da Mostra que segue até 16 de abril:
1 e 2 de abril – 20h
Marcio Juliano Outro Samba – Cia Ilimitada
*durante o Festival de Teatro de Curitiba

8 e 9 de abril – 20h 
Marcio Juliano Outro Samba – Cia Ilimitada
*durante o Festival de Teatro de Curitiba

15 e 16 de abril – 20h
O Arquipélago – Súbita Companhia de Teatro  

MOSTRA PÔR DO SOL VIRTUAL
Local: Canal Campo das Artes no Youtube
www.youtube.com/channel/UCAVR2jOa08eYZ46p31YuzLw
Horário: 20h
Datas: 
19 de abril 
Manaós – Trupe Ave Lola (Duração: 80min)
20 de abril 
Noël.doc – Marcio Juliano e Cia ilimitada (Duração: 53min)
21 de abril 
Aqui – Súbita Companhia de Teatro (Duração: 60min)

Projeto realizado com o apoio da Copel, por meio do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura), da Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná.

SERVIÇO:
MOSTRA PÔR DO SOL – 11 de março a 16 de abril
Espetáculo: SHOW MARCIO JULIANO OUTRO SAMBA
Data: 01, 02, 08 e 09 de abril 
Horário: 20h
Local: Campo das Artes (Estrada da Lage, 370 – São Luiz do Purunã/Balsa Nova-PR)
Contato exclusivo por whatsapp: 41 99995 8383
Email: contato@campodasartes.com.br
Ingressos gratuitos mediante reserva pelo site: www.campodasartes.com.br/
Capacidade: 100 pessoas por apresentação
Duração: 60 minutos
Classificação Indicativa: Livre 

Ficha Técnica – Show Marco Juliano Outro Samba
Direção, Pesquisa e Concepção: Marcio Juliano. Direção Musical: Sérgio Albach. Iluminação e Assistência de Direção: Nadja Naira. Som: Chico Santarosa. Projeções: Alan Raffo. Animação: Carlon Hard e Rômolo D’hipólito. Figurino: Áldice Lopes. Elenco: Marcio Juliano, Luís Rolim, Lucas Melo e Sérgio Albach. Participação Virtual: Raul de Souza, Uyara Torrente, Érica Silva, Iria Braga, Milena Tupi, Cássia Damasceno e músicos da Orquestra à Base de Sopro de Curitiba. Assessoria de Comunicação: Glaucia Domingos. Realização e Produção: Companhia Ilimitada.

Sobre Marcio Juliano 
Marcio Juliano é um artista brasileiro. Natural de Curitiba, começou no teatro e na música aos 15 anos. De lá para cá escreveu, compôs, cantou, atuou, dirigiu, dançou, operou luz, foi contrarregra, produziu. Em 2005, fundou a Cia Ilimitada, produtora cultural onde realiza seus projetos. Como cantor, estreou em 2006, Noël, show cênico musical em homenagem a Noel Rosa, com direção de Marcio Abreu e Direção Musical de Sérgio Albach. O disco Noël veio em 2009, com ele Marcio visitou teatros de 25 cidades brasileiras, em mais de 70 apresentações, que tiveram um público de 50 mil espectadores. Seu trabalho mais recente é o projeto Outro Samba, que faz uma releitura das composições da Época de Ouro e inclui a gravação de CD e também DVD e pode ser conferido no site do artista: http://marciojuliano.com.br/

SAIBA MAIS:
www.campodasartes.com.br/
www.instagram.com/_campodasartes/
Facebook: @campodasartesbrasil

CONTATOS:
Produção
Marcio Juliano
marciojulianocontato@gmail.com
41 99902 5147
Laura Tezza
lauraproducaoavelola@gmail.com
41 99995 8383
Mídias Digitais
Jamilssa Melo
jamilssa@arvorealta.net
92 98161 1848

IRIA BRAGA CELEBRA COM SHOW O FIM DA CAMPANHA DE DOAÇÃO DO PRIMEIRO CD SOLO

Cantora ressignifica álbum durante a pandemia e alcança público de forma afetiva

Após seis meses de campanha nas redes, a cantora e atriz curitibana Iria Braga, anuncia o show virtual que encerra um movimento iniciado por ela no dia 20 de agosto do ano passado. Por impulso, a artista postou um vídeo comunicando a doação do primeiro CD solo. A decisão, que surgiu sem muitas pretensões, acabou se transformando em uma campanha inédita que coleciona muitas histórias. “Eu não pensei em uma estratégia. A iniciativa veio do coração como uma espécie de ação-salvação em meio a pandemia. Eu queria fazer algo que tivesse sentido e fosse amoroso. Queria ressignificar o objeto e a música nesse período que a distância, a saudade e os temores tinham tomado grande proporção. Encontrei na palavra “doação” algo bastante profundo que servia ao propósito”, comenta Iria.

O ineditismo da campanha também trouxe muitos desafios. A primeira dúvida era saber se as pessoas ainda ouviam CD, uma vez que a indústria fonográfica já tinha decretado a morte dessa mídia. As 680 cópias doadas trouxeram a resposta. “Fiquei impressionada com a procura”, relata a artista que antes da iniciativa cogitou jogar todas as cópias no lixo.

O trabalho foi enviado via correio para várias cidades do Brasil e para outros países, como França, Portugal, Polônia, Canadá, Argentina e Holanda. Em Curitiba, os fãs puderam retirar o CD no Sebo Arcádia que fica no centro da cidade.

A artista, que completa 25 anos de trajetória, diz que o diferencial da campanha está em ser feita na primeira pessoa. “É uma relação direta com quem recebeu o CD. Eu respondia as mensagens, dimensionava a logística, escrevia as dedicatórias nos CDS e acompanhava as entregas.  Não foi algo mecânico. Mas isso só foi possível porque a pandemia nos fez parar”, afirma a cantora.

Reconhecida como uma solução de sucesso, a campanha cumpriu seu papel e agora passa a inspirar artistas da música a iniciarem suas campanhas.

HISTÓRIAS
A ação já coleciona histórias emocionantes. Joice mora em Lisboa e viu a campanha da cantora pelo facebook e resolveu presentear a mãe, Maria Catarina. Combinou que ela fosse buscar um presente na Arcádia sem revelar o que era. Maria Catarina adorou a surpresa e até postou fotos no grupo de família. Dias depois Joice entra em contato para pedir mais uma cópia para a mãe que quis continuar o movimento presenteando uma parente que nasceu e mora na Polônia.

Diego escreve para contar que o CD foi seu companheiro na reabilitação da COVID.

Maíra que assistiu ao show do trabalho ao vivo em 2017, conta das emoções que sentiu naquele dia e que o CD revigorou todas esses sentimentos.

Cleiton diz que as músicas do CD, antes ouvidas pelo youtube, foram trilha sonora do seu casamento e que a oportunidade de ter o CD representa um “selo” desse amor.

SOBRE O DISCO
O primeiro solo de Iria Braga apresenta-se ao mundo. O trabalho, segundo a cantora, foi gestado paulatinamente no curso de sua carreira. Iria serviu-se dos shows que produziu como espécies de ateliês criativos de onde retirou parte do repertório para o gravação. Como é o caso de “Peito Vazio”, composição de Cartola e Elton Medeiros que a acompanha desde sua primeira empreitada. “A medida do tempo as próprias músicas é quem escolheram ficar”, brinca Iria. Além da canção já citada, integram o trabalho “Mana” música de domínio público, “Crotalus Terrificus” de Arrigo Barnabé e Paulinho da Viola, uma versão da conhecida ária de Georges Bizet “Habanera”, “Estrela de Sal” de Wagner Barbosa, “Chapéu de Sobra” de Dú Gomide e Estrela Leminski, “Baião do Mato” de Iria e Elizabeth Fadel, e, “Tempo Água” de Indioney Rodrigues, quem também faz o texto de apresentação do disco.

Fruto de uma iniciativa independente e financiado pela própria cantora, o álbum foi gravado em 2013 com o apoio do Estúdio Gramofone + Musical (Curitiba/PR). Os arranjos e direção musical de Oliver Pellet. A formação instrumental além de Oliver na guitarra e violão, conta com Davi Sartori (piano e Rhodes), Denis Mariano (bateria), Sandro Guaraná (baixo fretless), Alexandro Ribeiro (clarinete) e Alonso Figueroa (efeitos e samples).

“Uma voz que se insere na rica tradição musical brasileira.”
(Luiz Claudio Oliveira, Jornal Gazeta do Povo de 24/04/2013)

“Achei a música linda e tristíssima, ótima cantora, com estilo”;
(Nelson Motta sobre Peito Vazio.)

“Que interessante a versão da Iria Braga, hein? AMEI. Muito corajosa ela e tem voz linda”;
(Vânia Bastos sobre Crotalus Terrificus.)

“Estou ouvindo. Lindo trabalho. Linda música, lindos músicos e linda voz. Amei”;
(Jane Duboc sobre o álbum.)

“Bonito demais”;
(Xico Sá sobre o álbum.)

“Adorei esse CD. É um encanto o repertório, os arranjos, os músicos, tudo. Te Parabenizo.”
(Paquito D’Rivera.)

SOBRE IRIA BRAGA
Múltipla. Inquieta. Intensa.
Cantora, atriz e produtora, Iria Braga é filha de muitas influências e experiências que ao longo de vinte e cinco anos de carreira metamorfosearam-se imprimindo uma personalidade única e expressiva no que canta e produz.  A marca registrada da artista é a profusão das emoções à flor da pele aliada a técnica e a performance em cena.

Formada como atriz pelo Colégio Estadual do Paraná e em Licenciatura em Música na Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Unespar), Iria também integrou inúmeros grupos, bandas e trabalhos musicais, mas o destaque fica para a produção de seus quinze shows solos.  Em 2014, gravou seu primeiro álbum solo. O trabalho rendeu temporadas de shows pelo Brasil e pela América Latina.

Iria experimentou o cinema, trabalhou com diferentes companhias de teatro na cidade de Curitiba e teve sua passagem pela TV. Durante quatro anos e meio (2014-2018) foi apresentadora dos programas “É-Cultura” e “Palco” da emissora TV É-Paraná, tornando-se uma das representante e porta-voz do circuito artístico nos meios de comunicação do estado.

O SHOW
Previsto para dia 23/02, às 21hs, a apresentação virtual será transmitida pelo canal do YouTube da artista diretamente do espaço cultural, Casa Quatros. A produção audiovisual fica por conta de Luigi Castel e Luana Godin.  O figurino é assinado por Juliano Fonseca.

Mesclando o repertório do disco a novas composições, Iria é acompanhada pelos instrumentistas Joel Muller (violão) e Luis Rolim (bateria).

De projetos em solo brasileiro a turnês internacionais, Iria encerra um grande ciclo na carreira proporcionado pelo álbum.  Se reconecta ao seu público e o amplia.

O encerramento abre as portas para IRIDESCENTE. O novo EP tem lançamento previsto em todas as plataformas em março de 2022.

SERVIÇOS SHOW IRIA BRAGA
Gratuito
Data: 23/02
Horário: 21hs
YouTube Iria Braga
LINK: https://www.youtube.com/channel/UCQ9f0eZjMYGs28Y5W3ed2Bg

CONTATOS PARA ENTREVISTA E INFORMAÇÕES:
Tel.(041)9.9843.9543
E-mail: contato@iriabraga.com

SHOW MARCIO JULIANO OUTRO SAMBA -TRANSMISSÃO PARA CURITIBA


Crédito da foto: Leandro Taques

As apresentações (ao vivo e gratuitas) serão realizadas dias 04 e 05/12 (sábado e domingo), no Youtube.

O show Marcio Juliano – Outro Samba, que circulou virtualmente por oito cidades do interior do Paraná, terá transmissão (ao vivo) direcionada desta vez para Curitiba. Será neste fim de semana, dias dias 04 e 05/12 (sábado e domingo), às 19h, pelo Youtube, neste link

Outra ação do projeto será a realização da Live “A Música Brasileira e a Época de Ouro”, com a participação do músico Sérgio Albach e do cantor Marcio Juliano, nesta quinta-feira (02/12), às 19h, no mesmo link acima.

O show audiovisual é uma colagem sofisticada de 12 clipes gravados em diferentes momentos e espaços, parte deles realizados em 2019 e outra em 2021, durante a pandemia. O clipe que abre o show Eu Quero Um Samba (Janet de Almeida e Haroldo Barbosa), por exemplo, retrata este contexto do isolamento social, foi criado a partir da colaboração de vários artistas que se gravaram dançando em suas casas. O Teatro Guaíra, em Curitiba, foi usado como locação para alguns clipes. O palco, a plateia, as coxias, e os camarins serviram de cenário para as gravações realizadas presencialmente no ano passado, respeitando todos os protocolos sanitários para garantir a segurança dos artistas e da equipe.

Outro Samba é um mergulho na Época de Ouro, período representado por uma geração de grandes compositores brasileiros entre 1929 e 1945, mas com uma leitura contemporânea deste universo musical. Conta com virtuoses como Sérgio Albach (clarone e clarinete), que também assina a direção musical, Daniel Migliavacca (bandolim e violão tenor), Lucas Melo (violão 7 cordas) e Luís Rolim (bateria e percussão).

Dorival Caymmi, Wilson Baptista, Noel Rosa, Pixinguinha, Ary Barroso estão presentes no repertório com narrativa diversa que homenageia o samba e suas múltiplas possibilidades, mas que sobretudo evoca a alegria, o amor e a superação da melancolia.

“As composições retratam um país que me interessa discutir, refletir e que, ainda hoje, abordam questões relevantes, como no caso da música Pedreiro Waldemar (Wilson Baptista e Roberto Martins) que constrói um edifício e depois não pode entrar. Bem oportuna também é a reflexão de Noel Rosa na mordaz e bem-humorada composição Com que Roupa? (Noel Rosa)”, conta Marcio Juliano que também dirige o trabalho.

Os clipes que compõem o show misturam diferentes linguagens e trazem a participação de muitos artistas. Estão presentes: Orquestra à Base de Sopro de Curitiba na faixa Boneco/Nega do Cabelo, releitura que mescla Nega do Cabelo Duro e Boneca de Pixe, que também conta com a participação das cantoras Érica Silva (Banda Mulamba), Iria Braga, Milena Tupy e da atriz Cassia Damasceno (Companhia Brasileira de Teatro). A cantora Uyara Torrente, da Banda Mais Bonita da Cidade, está em Judiaria de Lupicínio Rodrigues e a performer Giorgia Conceição – Miss G atua em Na Aldeia (Silvio Caldas, Caruzinho e De Chocolat). Tem ainda a participação ilustre de artistas de fora do Paraná, como a cantora Mônica Salmaso, considerada uma das mais importantes do Brasil, em Provei (Noel Rosa e Vadico), e o trombonista Raul de Souza, falecido em junho deste ano, que gravou Na Aldeia.

“Outro Samba é um convite para o compartilhar virtual, para a escuta coletiva que nos leva, através da música, a uma determinada história do Brasil. Uma possibilidade de conexão com nossa ancestralidade na tentativa de compreender os caminhos e as escolhas coletivas que nos trouxeram até aqui”, conclui Marcio.

Projeto realizado com Recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.


Crédito das fotos: Leandro Taques

SERVIÇO:
SHOW AUDIOVISUAL MARCIO JULIANO OUTRO SAMBA
(Transmissão ao vivo)
Datas e Horários:
-04/12 (sábado), às 19h
-05/12 (domingo), às 19h
Onde: Canal Marcio Juliano no Youtube – Link: https://www.youtube.com/marciojuliano
Quanto: Gratuito
Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: 12 anos

CONTATOS:
Produção
Marcio Juliano
marciojulianocontato@gmail.com
41 99902 5147

Assessoria de Imprensa:
Glaucia Domingos
glauciadomingos@hotmail.com
41 99909 7837

BRASEIRO CONVIDA NELSON SARGENTO PARA SHOW EM CURITIBA

O projeto Sesi Música promove ação para amantes do samba e do choro 

O Sesi Música, iniciativa do Sesi Cultura Paraná, promove o show “Braseiro convida Nelson Sargento” no dia 26 de outubro, às 20h horas, no Teatro Campus da Indústria, em Curitiba.

No show “O samba de Nelson Sargento”, o grupo curitibano Braseiro convida o multiartista carioca Nelson Sargento para participar de um encontro inesquecível no qual darão destaque às composições do sambista.

A banda curitibana Braseiro é formada por amantes do Samba e do Choro. A proposta do grupo é defender as composições de sambistas da cena local, sem deixar de lado os compositores consagrados que permeiam as rodas de vários locais do Brasil. Valorizando a identidade da raiz, o grupo formado por Jonas Lopes (cavaquinho e bandolim), Luiz Ivanqui (violão 7 cordas), Otávio Augusto (sopros), Ricardo Salmazo (percussão) e Otto Lenon (percussão), nesta edição conta também com a participação de Roseana Santos (voz) e Luís Rolim (percussão) e tem por intuito buscar a sonoridade do samba mais tradicional, como a dos regionais que fizeram história na música brasileira em outros tempos. Os integrantes são ativos dentro da cena do samba em Curitiba e contribuem com a disseminação do estilo musical, buscando propagar a filosofia do samba, em especial, na capital paranaense.

O carioca Nelson Sargento faz parte da história viva do samba brasileiro, juntamente com Riachão (BA) e Hermínio Bello de Carvalho (RJ), seu Nelson está entre os consagrados sambistas da velha guarda que ainda encontra-se vivo. Além de ser considerado um dos maiores nomes da escola de samba carioca da Mangueira.

Nascido em 1924, Nelson Sargento é um multiartista, atuante até os dias de hoje. Cantor, compositor, escritor, pintor, músico, ator, artista plástico e pesquisador, ele já participou de longas e curtas-metragens, escreveu e lançou dois livros, desenvolve seu trabalho como artista plástico por meio dos conhecimentos adquiridos em seu trabalho de pintor e pedreiro, ofício que exerceu por muitos anos, além de compor e musicar canções que ficaram consagradas nacional e internacionalmente.

Nelson Sargento mudou-se para o morro da Mangueira quando tinha aproximadamente dez anos e, morando lá, conheceu Cartola e Nelson Cavaquinho – que o ensinaram a tocar violão e que, no futuro, seriam seus parceiros de composição. Entrou para a ala de compositores da Mangueira e compôs canções como “Falso Amor Sincero”, “Vai dizer a Ela” (com Carlos Marreta), “Nas Asas da Canção” (com Dona Ivone Lara) entre outros. Sua composição de maior sucesso, “Agoniza Mas Não Morre”, foi gravada por Beth Carvalho e tornou-se um hino de resistência da cultura do samba carioca. Em 2017 teve seu show “Nelson Sargento com Vida” eleito como melhor show nacional por votação popular, segundo o Guia da Folha de São Paulo.

SERVIÇO
SESI MÚSICA APRESENTA:
Braseiro convida Nelson Sargento
Data: 26 de outubro
Horário: 20h
Duração: 60 minutos
Classificação: livre
Valor: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)
Local: Teatro Campus da Indústria
Endereço: Av. Com. Franco, 1341 – Jardim Botânico, Curitiba
Página do evento, aqui

Mais informações:
www.sesipr.com.br/cultura /
www.facebook.com/sesiculturapr

SESI CULTURA – Foi em 2008 que a Regional Paraná do Serviço Social da Indústria inaugurou uma área especificamente dedicada ao desenvolvimento de ações culturais ancoradas nas diretrizes previstas na Declaração Universal dos Direitos do Homem, como a diversidade, a pluralidade e a autonomia. Desde então, o Sesi Cultura Paraná tem promovido o acesso à cultura com foco em programas de formação artística e cultural, investindo em processos criativos, formação de plateia para todas as linguagens e na formação e desenvolvimento cultural com vocação local. O Circuito Cultural Sesi, o Festival Sesi Música, os Núcleos Criativos do Sesi, o Zoom Cultural, os Programas Sesi Música, Sesi Arte, Sesi Audiovisual e Sesi Artes Cênicas são exemplos de programas desenvolvidos pela Gestão Cultural do Sesi. De 2008 até 2017, mais de um milhão de espectadores tiveram acesso à cultura por meio de cerca de 8,4 mil ações culturais realizados pelo Sesi Paraná. Todas essas ações sempre tiveram como objetivo o acesso ao bem cultural para o trabalhador da indústria, seus dependentes e para a comunidade de uma forma geral, além da difusão da arte em todas as suas manifestações, valorizando a diversidade e a pluralidade do povo brasileiro.