TEM BUBUBU NO BOBOBÓ

Foto: Mariama Lopes

Coletivo curitibano comemora seis anos de ações artísticas em sua sede no bairro rebouças com evento gastronômico

No domingo dia 4 de março, os artistas do espaço cultural Casa Selvática comemoram seis anos de ações artísticas no bairro Rebouças com o evento gastronômico TEM BUBUBU NO BOBOBÓ. Tradicionalmente organizado pelo coletivo, o evento apresenta anualmente um cardápio elaborado pelo artista Gabriel Machado para setenta pessoas com entrada, prato principal e sobremesa nas opções vegetariana e vegana.

TEM BUBUBU NO BOBOBÓ homenageia em seu nome os tempos do teatro de revista, gênero híbrido e genuinamente brasileiro, que revelou nomes como Dercy Gonçalves, Virginia Lane, Oscarito e Grande Otelo.

A Casa Selvática funciona como um cabaré, e apresenta figuras da contracultura curitibana em um ambiente festivo, caloroso e irreverente. Entre as temáticas mais trabalhadas pelo coletivo estão questões relacionadas a gênero e sexualidade e a experiência de novas identidades.

Este ano os artistas integram a Mostra Oficial do Festival de Curitiba com a estreia o espetáculo de rua Cabaret Macchina, nos dias 3 e 4 de abril às 21h, na Praça Rui Barbosa com entrada franca.

Com direção de Ricardo Nolasco e dramaturgia de Francisco Mallmann e Leonarda Glück, a partir da obra do dramaturgo alemão Heiner Müller, o espetáculo é uma pós-ópera em formato de cabaré de rua, que além de reunir pela primeira vez todos os artistas do coletivo em um mesmo projeto, conta com a participação da cantora e compositora Karina Buhr. Após a participação no Festival de Curitiba, os artistas circulam pelas regionais apresentando o espetáculo nas ruas da cidadania dos terminais de ônibus da cidade.

No segundo semestre, o coletivo propõe a residência A Reinvenção do Cabaré, com apoio do Prêmio Iberescena de Apoio à Centros Ibero-Americanos de Criação Cênica em Residência, para artistas internacionais iberoamericanos e de outras cidades brasileiras na Casa Selvática. Os quatro artistas selecionados pela convocatória tem a disposição o espaço da Casa Selvática como residência e ateliê de criação durante vinte dias, com o intuito de desenvolver suas pesquisas artísticas dentro do gênero cabaré.

SERVIÇO:
TEM BUBUBU NO BOBOBÓ 2018 – 6 ANOS DE CASA SELVÁTICA
R$30,00
(Rua Nunes Machado, 950, Rebouças, Curitiba)
Vendas pelo site www.selvatica.art.br ou pelos telefones (41) 98807-2121 ou (41) 99611-5910 / Fanpage
*** A CASA ACEITA CARTÕES DE DÉBITO E CRÉDITO ***

Cardápio
Entrada: Tacos recheados com abacate, pimenta rosa e folhas verdes (acompanha maionese defumada e barbecue de abacaxi)
Principal: Conchiglione recheado com alcachofras, queijo fresco e amêndoas ou batatas laminadas servidas com ragu de cogumelos, jambu e tucupi
Sobremesa: Torta de maçãs flambadas no whisky servida com creme catalão

Confira a página do evento, aqui

SARAU REVOLUCIONARTE! MULHERES DE LUTA!

Em Curitiba.

Programação:
17h00 às 18h00 – Tempo para organização das exposições;
18h00 às 19h00 – Abertura do Sarau e Apresentações espontâneas;
19h00 às 20h00 – Dani Zan (MPB e autorais);
20h00 às 20h30 – Apresentações espontâneas;
20h30 às 21h00 – Dani Zan (MPB e autorais);
21h00 às 22h00 – Kauane Farias e Matheus Braga (Homenagem à Clara Nunes);
**Foram realizadas inscrições de mulheres para recitar poesias e cantar/tocar músicas
Exposições Permanentes:
*Historia de Ya Mukumby;
*Veganismo e Libertação Animal;
*Bordados referentes à mulheres.

Objetivo: Diminuir custos do XL ERESS da Região VI.

Escolas Organizadoras: PUCPR, FATEC, UniBrasil Centro UniversitárioUninter. (é estudante de Serviço Social e sua escola não está na lista? Cola com a gente e vamos juntas!)

Tem interesse em realizar apresentações? Cola com a gente em: aqui

###### INGRESSOS À VENDA ######
Ingressos antecipados: ft$10,00, Na hora: ft$15,00.
*Se quiser pegar ingressos pra vender, liga nóis!

Página do evento, aqui

fonte

CAIXA CULTURAL TRAZ A CURITIBA A PEÇA NA SELVA DAS CIDADES – EM OBRAS

foto: Renato Mangolin

Com texto original de Bertold Brecht, a montagem oferece um novo olhar a partir de pesquisa realizada pelo grupo mundana companhia. A direção geral é assinada por Cibele Forjaz, mas conta com “propositores de encenação” da própria companhia para cada nova temporada/ocupação

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta uma versão inusitada da peça Na Selva das Cidades. Escrita em 1927, pelo dramaturgo alemão Bertolt Brecht (1898-1956), a obra ainda desafia o tempo, quase um século depois. De uma atualidade aguda, o texto alinha exclusão social aos podres poderes da vida em sociedade. Esses aspectos são investigados à exaustão para a montagem trazida pelo grupo mundana companhia.

Com direção geral de Cibele Forjaz, a peça tem elenco formado por Aury Porto, Carol Badra, Guilherme Calzavara, João Bresser, Luah Guimarãez, Mariano Mattos Martins, Sylvia Prado, Vinícius Meloni e Washington Luiz Gonzales. A pesquisa resultou em um livro distribuído gratuitamente para escolas de teatro e instituições de todo o país.

Parte do conjunto de principais realizadoras de teatro contemporâneo no Brasil, a mundana companhia fez jus a seu nome durante o desenvolvimento da estrutura da peça: ao longo de dois anos, enveredou por toda São Paulo pesquisando, de corpo presente, sua humanidade. A partir daí, arquitetou um espetáculo que se transforma, literalmente, a cada temporada/ocupação.

A partir do glossário urbano adquirido, a montagem conta a mesma história a partir de novos pontos de vista. Ao trabalho da diretora Cibele Forjaz soma-se sempre uma equipe propositiva formada por componentes do grupo que assumem uma espécie de curadoria. Em Curitiba, Aury Porto, Bia Fonseca, Flora Belotti e Rogério Pinto vão liderar a Ocupação #17 PALCO. Eles estudam o espaço e propõem, para toda a equipe, a forma que a peça assumirá durante a temporada/ocupação.

Em Curitiba, Na Selva das Cidades 
Em Obras os criadores apresentam o palco à italiana – espaço nada comum na trajetória da mundana companhia. “A imersão por São Paulo, durante a pesquisa de linguagem, nos deu um eixo. Desde o início estabelecemos uma equipe propositiva que aponta rumos. Toda a ficha técnica está o tempo inteiro envolvida, em movimento, sem um pensamento pronto e acabado para a montagem”, explica Aury Porto, fundador junto com Luah Guimarãez da mundana companhia. As peculiaridades que envolvem a montagem e o processo de criação da companhia serão apresentados durante um bate papo com o público, que será realizado no dia 4 de março, às 15 horas, com entrada franca.

Bixiga – Perdizes: Potência das experiências
Um dos textos com mais elementos expressionistas de Brecht, Na Selva das Cidades mostra a luta entre dois homens, mas também o embate com a cidade. Em 1969, o Teatro Oficina realizou uma montagem do texto considerada antológica. “Lina Bo Bardi levou, para dentro da Oficina, restos de moradias do Bixiga que estavam sendo demolidas para a construção do Minhocão, que liga Bixiga a Perdizes”, conta Aury Porto. Esse processo orientou a pesquisa de campo da mundana companhia. O impacto da imersão dos artistas com o intercâmbio junto aos moradores de SP foi vertiginoso. “Não podíamos criar uma montagem, digamos, formal. A cidade nos deu um estímulo que, na sala de ensaio, se esvaía. Decidimos abrir a possibilidade de mudar tudo a cada nova agenda de apresentações. Já fizemos sem palavra alguma; outra vez fizemos em uma hora, depois em três”, contextualiza Aury.

Dessa maneira, a companhia assumiu o risco de investir no inusitado. “Os conceitos acabados e as formas fixas não cabiam mais nesse trabalho. O próprio texto de Brecht é cheio de lacunas. Percebemos que era a partir destas lacunas que o trabalho se abriria para o nosso tempo e suas questões, para uma comunicação mais livre entre a nossa equipe de criação e o público, entre o teatro e a cidade, entre a ficção e a realidade. Resolvemos, então, abrir radicalmente o espetáculo para a potência das experiências vividas, em grupo, com a cidade. A partir desse novo paradigma, tudo passou a ser móvel e inacabado. A cada nova ocupação, tudo se transforma na relação com o espaço ocupado. Desta forma, o cenário propõe sempre uma nova intervenção no espaço. Da mesma forma, a luz, o vídeo, os figurinos e os objetos de cena só existem a partir da relação com esse novo espaço e seus conceitos. O trabalho dos atores não tem marcas fixas, mas regras de jogo que determinam a movimentação e o desenho da cena. Cada Ocupação é singular, cada sessão é uma estreia. Lutando diariamente contra a nossa tendência às relações hierárquicas e às formas prontas, estamos no risco, prontos para o inesperado”, conclui Cibele Forjaz.

Sobre a mundana companhia
Desde o ano 2000, inspirados pela militância política dos artistas de teatro da cidade de São Paulo junto ao movimento “Arte contra a Barbárie”, Aury Porto e Luah Guimarãez desejavam criar um núcleo artístico formado essencialmente por atores-produtores. A partir daí, um diretor – com afinidades afetivas e estéticas com os membros da companhia – seria convidado a participar. O mesmo ocorreria com os profissionais das outras áreas, como cenografia, figurino, música, luz, e até mesmo outros atores. A cada projeto a companhia teria um novo corpo que daria vazão às ideias de continuidade e transitoriedade. Esse é o pensamento que caracteriza a mundana companhia.

Essa companhia, de encontros conscientemente transitórios, recebe o adjetivo antes do substantivo e tem seu nome integralmente grafado com letras minúsculas. Esboça-se, assim, um projeto em constante construção por diversas mentes e mãos, num processo que pode ser chamado de “frátria”, em dissonância com a supremacia do ideário de pátria – tão caro à maioria das sociedades modernas. Essas especificidades nas relações internas se refletem nas relações com os espectadores e, obviamente, nos temas a serem investigados a cada novo projeto. Apesar de elaborado desde a virada do século, o primeiro trabalho deste núcleo artístico só foi realizado muitos anos depois.

O repertório da mundana companhia é formado pelas montagens: A Queda (2007), adaptação do romance de Albert Camus; Das Cinzas (2009), com texto de Samuel Beckett; O Idiota – uma novela teatral (2010), realizado a partir da obra homônima de Fiódor Dostoiévski; Tchekhov 4 – Uma Experiência Cênica (2010), primeiro trabalho do diretor russo Adolf Shapiro com atores brasileiros – montado por ocasião do centenário de Anton Tchekhov; Pais e Filhos (2012), com encenação adaptada do romance homônimo de Ivan Turguêniev, mais uma vez dirigida por Adolf Shapiro; O Duelo (2013), criado a partir da novela de Tchekhov, que foi a temporada anterior da mundana companhia na cidade de Curitiba em 2014. Atualmente, está apresentando a peça Dostoiévski Trip, de Vladímir Sorókin, com direção de Cibele Forjaz, numa coprodução com a Cia Livre.

Serviço:
Teatro: Na Selva das Cidades – Em Obras
Local: CAIXA Cultural Curitiba. Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Curitiba (PR).
Data: 02 a 04 de março de 2018 (sexta a domingo)
Horário: sexta às 20h; sábado às 17h e às 20h; e domingo às 18h.
Ingressos: Vendas a partir de 24 de fevereiro (sábado). R$ 10 e R$ 5 (meia – conforme legislação e correntistas que pagarem com cartão de débito CAIXA). A compra pode ser feita com o cartão vale-cultura.
Bilheteria: (41) 2118-5111 (De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingo, das 16h às 19h.)
Classificação etária: 14 anos
Lotação máxima: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Debate com os criadores: 04 de março, às 15h, com entrada franca.

Informações e entrevistas:
Maria Celeste Corrêa – (41) 9 9995 0169 / 9 8786 4465
maria.correa@grupoinforme.com.br
fernandezcorreamc@gmail.com

MONSTRUOSA COMPANHIA DE TEATRO APRESENTA DRAMATURGIA INCLUSIVA COM A OBRA “CACHORRO”, DE DEA LOHER

O grupo curitibano Monstruosa Companhia de Teatro prepara a obra dramatúrgica alemã “Cachorro” para a primeira temporada no Mini Guaíra. A proposta inclui um projeto de acessibilidade para espectadores com deficiência visual com o apoio do Instituto Paranaense de Cegos (IPC), e é fruto da pesquisa de Juliana Partyka. O texto é ainda uma homenagem a um dos artistas visuais mais conhecidos mundialmente: Alberto Giacometti.

“Cachorro” foi escrita por Dea Loher como uma espécie de homenagem ao escultor Alberto Giacometti, costurando elementos da biografia do artista, e reinventando-os nas duas figuras do texto: dois seres abandonados pela sorte, ironicamente ligados por um artista ausente – ao qual estão ‘presos’, cada um a seu modo. Dea Loher coloca a personagem no lugar de vítima, e o ladrão na
posição poética do artista. Ao fazer isto, coloca em questão – e em tensão – o próprio lugar da arte em nosso tempo.

A peça será apresentada de 08 a 25 de março e conta com três sessões acessíveis ao público com deficiência visual, nos três domingos da temporada. “Valendo-se de percepções sensoriais, oferece uma experiência teatral sugestiva, e diferente daquela oferecida pela áudio-descrição. Busca-se provocar o repertório individual e particular de cada um, através do contato direto com o espetáculo”, explica Juliana Partyka.

As sessões acessíveis incluem uma dinâmica interativa, com entrada antecipada das pessoas com deficiência visual, apresentação e contato com cenários e figurinos, e a inserção dos elementos verbais descritivos no próprio corpo do espetáculo. “Cachorro” conta com a consultoria de Hellen Mieko Hamada, deficiente visual, que auxilia nos assuntos relacionados a este tema específico de inclusão.

A Monstruosa Companhia de Teatro nasceu de uma pesquisa de dramaturgia inclusiva para pessoas com deficiência visual. Com início em 2016, realizou suas primeiras apresentações no Festival de Curitiba de 2017. Desde então, o grupo se abriu para receber diretores e artistas convidados e, desta forma, expandir o pensar e fazer teatro contemporâneo em especial na acessibilidade da arte.

SINOPSE:
Cachorro é uma peça curta, cerca de uma hora, quase uma miniatura se comparada com as grandes peças de Dea Loher. Escrita como uma pequena homenagem ao escultor Alberto Giacometti, a peça costura elementos da narrativa de Jean Genet sobre ele, em O Atelier de Giacometti, e parece ecoar também os retratos de A última modelo, de Franck Maubert, sobre ‘Caroline’, tida como a última musa do artista. Dea Loher costura estes elementos, reinventa-os e os condensa nas duas figuras do texto: dois seres abandonados pela sorte, ironicamente ligados pelo artista sempre ausente. Ao confundir a modelo com a vítima e o ladrão com o artista, Dea Loher produz uma ácida reflexão sobre o sentido da arte em um mundo distópico.

SERVIÇO:
Cachorro, de Dea Loher. Com Fábio Costa e Juliana Partyka. Iluminação de Lucas Mattana. Cenários e Figurinos de Paulo Vinícius. Direção de Márcio Mattana. Realização da Monstruosa Companhia de Teatro. De 08 a 25 de março, de quinta a domingo, às 20 horas. Miniauditório do Teatro Guaíra, centro de Curitiba. Ingressos a R$30 e R$15.

EDITORA UFPR LANÇA PRIMEIRO CONCURSO LITERÁRIO

“Com o objetivo de incentivar a criação artística e literária, colocando novos autores em circulação, a Editora da Universidade Federal do Paraná lança seu I Concurso Literário. O gênero literário escolhido para a primeira edição do concurso foi a poesia. Poetas de todo o país podem concorrer! As inscrições vão até dia 16 de abril.

Rodrigo Gonçalves, diretor da Editora UFPR, explica que a iniciativa visa mostrar o envolvimento que a editora possui com a cultura e, também, destacar novos talentos. O concurso tem abrangência nacional e a comissão julgadora será formada por especialistas em literatura, poesia e mercado editorial.

Como prêmio, o vencedor terá seu livro publicado pela Editora UFPR e lançado na XVI Feira do Livro da UFPR e 37ª Semana Literária do Sesc, que acontecem entre 17 e 22 de setembro. As inscrições vão até dia 16 de abril.

Edital I Concurso Literário da Editora UFPR

fonte:  Editora UFPR

LOJA DAS PULGAS PROMOVE SUA 1ª FEIRA DE LIVROS, DISCOS, CD´S E DVD´S

Sábado, dia 10 de março, a Loja das Pulgas promove sua 1ª Feira de Livros, Discos de Vinil, Cd´s e Dvd´s em Curitiba. A loja trabalha em parceria com a Associação do Amigo Animal e as vendas da feira serão revertidas para o trato dos animais da associação.

Aproveite os mega descontos desta feira!!! No acervo da loja, mais de 1000 discos de vinil com até 35% em descontos. Três caixas de “3 discos por R$10,00”. Alguns toca-discos. Discos de rock, samba, mpb, música erudita, discos coloridos, compactos. Algumas centenas de cd´s, dvd´s e blu-ray. Milhares de livros de todos os tipos: literatura brasileira, universal, coletâneas, livros técnicos, livros infantis em inglês, revistas e gibis. Aproveite o cesto de livros com preço único. Livros a partir de R$3,00 – pra todo mundo sair carregado de livros da nossa feira!

Vale lembrar que a Loja das Pulgas vende de tudo – e mais barato!!! Pois a loja comercializa as doações da Associação do Amigo Animal – associação sem fins lucrativos que abriga mais de 1000 cachorros resgatados (em Curitiba e região) e os encaminha vacinados, castrados e desverminados para adoção responsável.

Além de livros e discos, a loja tem brechó de roupas, sapatos e acessórios, espaço de móveis usados, espaço de antiguidades, brinquedos, moda e acessórios pet e mais um monte de produtos bacanas! Venha conferir!!!

Serviço:
1ª Feira de Livros, Discos de Vinil, Cd´s e Dvd´s – Loja das Pulgas
Data: 10 de março, sábado, das 8h às 16h
Local: A Loja da Pulgas fica na Rua Pe Paulo Warkocz, 29, CIC / Orleans, Curitiba – próximo ao viaduto e ao cemitério do Orleans.
Página do evento, aqui
Informações sobre a feira: (41) 99745-5294 / lojadaspulgascwb@gmail.com
Associação do Amigo Animal: www.amigoanimal.org.br
Fanpage Loja das Pulgas: aqui
Produtos da Loja das Pulgas no MercadoLivre, aqui. Alguns discos da loja, aqui

ACEITAMOS DOAÇÕES DE LIVROS E DISCOS!
Doe livros e discos para nossa feira. Iremos buscar em sua casa! E as vendas serão revertidas para os animais da Amigo Animal. Você pode trazer a doação na loja ou solicitar uma coleta em Curitiba e região. Fone para coletas: Junior (41) 99918-7040. Além de livros e discos, aceitamos todo tipo de doação: móveis, roupas, eletrodomésticos, etc. Se tiver algo parado em casa, ligue que vamos buscar!

PARTICIPE DA FEIRA
Você também pode levar seus discos e livros para vender na feira! Mas  entre em contato previamente através do e-mail: lojadaspulgascwb@gmail.com – por questão de organização.

NOTADO EDITOR: O blogue FATO Agenda tem orgulho dessa parceria com a Loja das Pulgas / Amigo Animal, porque ajudando a loja a vender, também contribuímos um pouquinho com os animais recolhidos pela Amigo Animal!

7º SLAM CONTRATAQUE!

“SÉTIMO SLAM CONTRATAQUE!

É isso mesmo, Galeraaa! Próximo Slam Contrataque já tem data marcada. No dia 24 de fevereiro, este mês, estaremos voltando à todo vapor, com muita energia e muita, mas muita POESIAA!!!
Compareçam, compartilhem e convidem à tod@s!
Gratidãooo ♥ ♥ ♥ !!!!

Evento independente e 100% gratuito – arte é um direito de tod@s!

SLAM CONTRATAQUE!
“A Arte que liberta não pode vir da mão que escraviza.”

Apresentação:

O que é um Slam? 
Slam é uma batalha de poesia feita em praça pública. O Slam tornou-se um fenômeno internacional, presente no Brasil, está ocupando as ruas de várias cidades. O Slam Contrataque, tem como objetivo ser um espaço de resistência e protesto, um meio de dar voz a todos oprimidos e todas oprimidas, através da poesia. A poesia, enquanto expressão de protesto torna-se uma ferramenta de combate dos marginalizados e das marginalizadas, contra todo tipo de opressão, e contra toda a elite burguesa que domina, explora e esmaga as populações e povos de todo o planeta!

Como funciona?
O Slam funciona através de encontros mensais nos quais ocorrem batalhas de poesias faladas. Durante o encontro são feitas declamações das poesias, que seguem as regras da dinâmica, e ao final as poesias declamadas são trocadas por livros, de acordo com a avaliação do público presente.

Regras:

AS REGRAS DO SLAM.
I. POEMAS
– Os poemas podem ser de qualquer assunto ou tema e em qualquer estilo. Cada poeta ou poetisa tem que apresentar poemas originais de sua autoria.
– Não é permitido o uso de auxílios visuais ou/e fantasias. A regra sobre auxílios visuais tem o intuito de manter o foco nas palavras (e na performance) e não em objetos.
– Não é permitido o uso de instrumentos musicais, música pré-gravada.
– Sampling: Os poetas podem citar palavras e letras de obras de outros autores.
– Não é permitido a repetição de poemas. Cada poema pode ser usado uma única vez durante as eliminatórias e uma vez na grande final.

II. AS PERFORMANCES
– A regra dos três minutos. Todas as performances não devem ultrapassar o tempo de duração. O tempo começa a ser contado a partir do momento em que o poeta se dirige ao público.

III. OS JUÍZES
O Slam parte do principio de que todo indivíduo é capaz de emitir uma opinião válida sobre arte. Não necessitando de uma formação acadêmica ou técnica para isso. Assim, as avaliações das poesias serão feitas pelo público presente através de aplausos ao final do encontro.

Serviço:
7º SLam Contrataque!
Data: Sábado, 24 de fevereiro, das 18:30 às 21:30
Local:  Cavalo Babão, Largo da Ordem, Rua Doutor Claudino Dos Santos, Curitiba
Organização: Slam Contrataque

Confira a página do evento, aqui

FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA ABRE EDITAIS PARA CONTRATAR 261 PROJETOS CULTURAIS

Fundação Cultural de Curitiba abre 10 editais para contratar 261 projetos culturais! Inscrições: até as 12h do dia 21 de fevereiro. Confira os editais:

>> Edital de Difusão Cultural e Artística dos Núcleos Regionais da Fundação Cultural de Curitiba – R$ 500 mil – seleção de 150 projetos

>> Edital Circo da Cidade, Lona Zé Priguiça – Difusão e Formação em Circo – Temporada 2018 – R$ 300 mil – quatro projetos

>> Edital Teatro do Piá – Temporada 2018 – Difusão em Formas Animadas de Pequenos Formatos para Crianças – R$ 120 mil – três projetos

>> Edital Antonio Carlos Kraide – Temporada 2018 – Difusão em Teatro para Infância e Juventude – R$ 180 mil – quatro projetos

>> Edital da Área de Dança – Solar 2018 – R$ 300 mil – sete projetos

>> Edital de Ações de Incentivo à Leitura – Literatura 2018 – R$ 300 mil – 20 projetos

>> Edital de Ocupação de Espaços Expositivos 2018 – R$ 300 mil – cinco projetos

>> Edital Publicação 2018 – Quadrinhos, Ilustração, Cartoon, RPG – R$ 300 mil – nove projetos

>> Edital Folclore e Tradições Culturais 2018 – R$ 300 mil – 35 projetos

>> Edital de Autoria Compartilhada e Bases Temporárias – Centro de Criatividade de Curitiba 2018 – R$ 300 mil – 24 projetos

Para saber mais acesse, aqui

Em caso de dúvidas, envie e-mail para: paicatendimento@fcc.curitiba.pr.gov.br

fontes: FCC / Falante Cultural