ETRUSKA WATERS EM O TOMBAMENTO DA REPUBLIQUETA (COMPLETO)


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Uma homenagem ao cinema marginal brasileiro. Um falso trailer para um filme fictício sobre Etruska Waters: uma drag queen xamânica, repulsiva e super-queer fazendo justiça social. Abandonada por sua mãe e em seguida raptada, a protagonista-dragqueen Etruska Waters, após anos, volta para se vingar. Em seu retorno a cidade que agora se tornou uma republiqueta, vê-se com uma missão: um golpe de tombamento da nação foi consumado e ela precisa salvar sua pele e a de outras viadas. Horrendas e guerreiras no melhor estilo Waters, formam seu exército queer e seguem na missão de destruir a republiqueta. Permeada de ironia e sarcasmo, a história épica e marginal é narrada ao estilo radiofônico, no formato de falso trailer, tendo como referência o “cinema de invenção”, em especial o trailer de O Bandido Da Luz Vermelha.

2017  – 13º Festival Internacional de Cinema Super-8 de Curitiba, seleção oficial.  Caixa Cultural  Curitiba – PR. 

2019 – 27o Mix Brazil Festival for a Culture of Diversity, official selection Program: Dystopya Brazil – Brazilian Shorts São Paulo, Brazil

Argumento: Stéfano Belo e Thiago Bezerra Benites
Estrelando: Stéfano Belo como Etruska Waters
Produção: Pomeiro Filmes
Co-produção: Selvática Ações Artísticas
Elenco: Leonarda Glück, Ricardo Nolasco, Simone Magalhães, Leo Bardo, Má Ribeiro, Matheus Henrique, Victor Hugo, Jo Mistinguett, Gal Freire
Direção e roteiro: Thiago Bezerra Benites
Assistente de Direção: Nico Loiola
Direção de Fotografia: Marcos Serafim e Thiago Bezerra Benites
Produtor e Diretor de Produção: Igor Augustho
Direção de Arte: Gabriella Olivo
Maquiagem e Cabelo: Amali Mussi
Montagem: Marcos Serafim e Thiago Bezerra Benites
Assistentes de Arte: Alisson Nepomuceno e Gal Freire
Assistente de Produção: Nathalia Garcia
Distribuição: Nico Loiola
Stills: Graziela Braz Camilo
Sonoplastia: Jo Mistinguett

THE MANGO TREE, NOVA COMÉDIA DE LEONARDA GLÜCK, ESTREIA EM CURITIBA E FLERTA COM O TEATRO DO ABSURDO

Flávia Imirene, Saravy e Katia Horn protagonizam nova comédia de Leonarda Glück. Foto: Vitor Dias.

O espetáculo traz, numa irreverente montagem, diferentes arquétipos do feminino em três personagens que se encontram para uma festa e cumpre curta temporada gratuita no Teatro José Maria Santos, em Curitiba.

De 5 a 22 de setembro o palco do Teatro José Maria Santos vai receber a temporada de estreia de The Mango Tree (em português A Árvore de Manga), uma comédia escrita e dirigida por Leonarda Glück que trata sobre os ideais e estereótipos do feminino na sociedade contemporânea e no imaginário popular. Através do humor, da ironia e do deboche, a criação – produzida pela Pomeiro Gestão Cultural – provoca questões acerca da presença da mulher nos dias atuais.

A trama é protagonizada por três mulheres com diferentes personalidades: uma escritora decadente, uma aspirante a atriz de Hollywood e uma ex-atriz pornô cleptomaníaca. Elas se encontram para uma festa que nunca acontece. Interpretadas por Flávia Imirene, Katia Horn e Saravy, as personagens retomam memórias do passado enquanto protegem um pomar onde há um grande pé de mangas.

Com forte inspiração no teatro do absurdo, em especial Eugène Ionesco e o brasileiro Qorpo Santo, o texto foi originalmente escrito por Glück em 2004 e agora, 20 anos depois, a dramaturga retoma o material e lhe dá nova roupagem, fazendo referência à cultura pop dos anos 1990 e também dos dias de hoje. Para Leonarda, a situação mundial é a maior referência à proposta da peça The Mango Tree: “O teatro do absurdo acabou ignorado no decorrer da história teatral, e eu acredito que não há nada mais absurdo que os dias atuais, que são um prato cheio para a dramaturgia nacional”, revela.

A visualidade da peça foi concebida a partir das cores e tonalidades das mangas – o laranja, o verde e o roxo. Na composição do espetáculo uma equipe criativa de peso, com cenário e figurinos seguindo a mesma proposta de cores como resultado de diálogo profundo entre a cenógrafa Guenia Lemos e as figurinistas Fabianna Pescara e Renata Skrobot. Somam-se ainda a artista Jo Mistinguett, na criação da trilha original, e os iluminadores Nadja Naira e Wagner Corrêa. A direção de movimento fica por conta de Katia Drumond.

A montagem integra o projeto Dramaturgia TransCuritibana, uma parceria entre a artista Leonarda Glück e a Pomeiro Gestão Cultural, que visa fomentar a presença de pessoas trans no cenário teatral e dramatúrgico de Curitiba. O projeto contempla ainda um laboratório de dramaturgia para pessoas trans, leituras públicas e a publicação de um e-book com trechos dos textos produzidos pelos participantes. A iniciativa é viabilizada com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura de Curitiba e tem o incentivo do Ebanx.

SINOPSE:
Uma escritora decadente, que é praticante de sadomasoquismo nas horas vagas, uma aspirante a atriz de Hollywood interiorana e uma ex-atriz pornô cleptomaníaca se encontram para uma festa que não acontece. Canções, rixas e suspiros do passado vêm à tona e expõem as forças e fragilidades da mulher contemporânea em um mundo caótico que as atormenta. Nos preparativos para essa celebração que jamais ocorrerá, é entre inspirações, martinis e revistas de fofoca que rememoram as agruras e os prazeres dos dias de outrora e brindam, ainda, aos que virão.

FICHA TÉCNICA
Texto e Direção: Leonarda Glück
Elenco: Flávia Imirene, Katia Horn e Saravy
Direção de Movimento: Katia Drumond
Cenografia: Guenia Lemos
Figurinos: Fabianna Pescara e Renata Skrobot
Trilha Original e Operação de Som: Jo Mistinguett
Iluminação e Operação de Luz: Nadja Naira e Wagner Corrêa
Costureira: Rose Matias
Cenotécnico: Fabiano Hoffmann
Técnico de Som: GuiMiudo
Direção de Produção: Igor Augustho
Produção Executiva: Rebeca Forbeck
Estagiários de Produção: Ayesla Fabian, Isac Kempe e Luciano França
Designer Gráfica e Identidade Visual: Adriana Alegria
Fotografias: Vitor Dias
Videomaker: Eduardo Ramos
Maquiagem Ensaio Fotográfico: Kenia Coqueiro
Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo
Estratégia Digital e Vídeo Creator: Gabriela Berbert
Intérprete de Libras: Talita Grünhagen
Captação de Recursos: Meire Abe
Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural

SERVIÇO:
THE MANGO TREE – Comédia
Temporada de 5 a 22 de setembro.
Quarta a sexta às 20h. Sábados às 16h e 20h. Domingos 16h e 19h.
Teatro José Maria Santos (Rua Treze de Maio, 655 – Centro).
Ingressos Gratuitos, retirada a partir de 1 hora antes no teatro.
Classificação: 16 Anos I Sujeito à lotação.

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

TEATRO NOVELAS CURITIBANAS – CLAUDETE PEREIRA JORGE RECEBE ESPETÁCULOS, POCKET SHOWS, INSTALAÇÕES E PERFORMANCES DURANTE TODO O MÊS DE OUTUBRO

A programação integra a 2ª Mostra Claudete Pereira Jorge, que acontece de 08 a 28 de outubro, de forma totalmente gratuita

Durante todo o mês de outubro, o Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge recebe 20 atrações gratuitas, com programação gratuita para toda a família. Isso porque a 2ª edição da Mostra Claudete Pereira Jorge, que acontece até o dia 28 de outubro, promove uma verdadeira ocupação do Teatro, com espetáculos adultos e infantis, pocket shows, instalações e performances. A Mostra ainda oferece oficinas, realizadas em outros espaços culturais da cidade.

Ao todo, quatro pocket shows vão ocupar o palco do Teatro — batizado em homenagem à atriz Claudete Pereira Jorge, que também dá nome à Mostra —, sempre antecedendo uma apresentação de teatro. No dia 14, a artista Klüber apresenta as canções do recém-lançado disco “Pra Duvidar”. Já no dia 20, é a vez de Daniel Montelles, músico maranhense radicado em Curitiba, subir ao palco com as canções de “Matriz”, seu novo trabalho. No dia 21, o casal de músicos Yoná Masullo e Claudemir Franco entretem a plateia com músicas autorais e instrumentos de corda. A agenda de pocket shows se encerra no dia 22 de outubro, quando Chico Paes se apresenta com voz e violão.

Além do palco, o hall do Teatro também é ocupado com exposição, manifesto, aberturas de processos e performances. Durante todo o período da Mostra, o público pode visitar a exposição “CLAU”, do artista Samuel Gallo, que utiliza de formas com tinta acrílica, carvão, caneta,  texturas e diversos corantes naturais, como o café, chás e vinho para  homenagear e celebrar a trajetória de Claudete Pereira Jorge. No feriado do dia 12, a atriz Helena de Jorge Portela realiza a abertura de processo da obra “O Barco”, nova montagem da Cia. Fluctissonante que leva a audiodescrição para dentro da cena. No dia 16, acontece a intervenção/performance “Dentro do Peito uma Bomba”, da atriz Patrícia Cipriano. Outra abertura de processo acontece no dia 19, dessa vez com “Dito”, da Súbita Companhia de Teatro. No dia 23, a “rádiO atalalaiA – O Amor Está no Ar” chega com a proposta de promover uma transmissão “corpa a corpa”. Para fechar a programação de ações paralelas, a artista Stéfano Belo se apresenta com a performance “Acarajé Dada Pocket Show”.

A programação também oferece quatro oficinas gratuitas para artistas e público interessado: “Introdução ao teatro para surdas e surdos”, com Catharine Moreira e Helena de Jorge Portela, no Sesi Paula Gomes. Já a Biblioteca Pública do Paraná recebe as oficinas “Criação autoral”, com Maíra Lour, “O corpo e a voz”, com Katia Drumond e “Cabaré jogo ferida obra aberta”, com Ricardo Nolasco. O artista Chico Paes realizará, em escolas da rede pública de ensino, a oficina direcionada “Meu Primeiro Samba”, em que alunos do ensino médio da rede pública poderão compor suas primeiras letras.

Já a programação teatral, que é o foco principal da Mostra, fica por conta de “Alexandria 8836BR”, com o Grupo P.U.T.O, nos dias 13 e 14; “Os Reis do Ringue” e “Caça às Bruxas”, dos coletivos drags Kings Of The Night e PsicoDrags, nos dias 15 e 16; “Tropeço”, da Tato Criação Cênica, nos dias 20 e 21 de outubro; “Carmela, Caramelo e Remela”, da Arto Companhia de Teatro, e “O Arquipélago”, da Súbita Companhia de Teatro, no final de semana dos dias 22 e 23; “Trava Bruta”, com a atriz Leonarda Glück, nos dias 26 e 27 e; “Cabaret Tarot” + “Um bailinho perdido”, ambos da Selvática Ações Artísticas, no dia 28, para fechar a Mostra.

Uma apresentação de cada espetáculo contará com interpretação simultânea em Libras, sendo “Alexandria 8836BR” no dia 14, “Caça às Bruxas” no dia 16, “O Arquipélago” no dia 23, “Trava Bruta” no dia 27 e “Cabaret Tarot” + “Um bailinho perdido” no dia 28.

O diretor de produção da Mostra, Igor Augustho, comenta sobre a pluralidade da programação. “A ideia é que o público possa, também, ocupar o teatro de outros modos. Em uma mesma noite é possível assistir a um pocket show e uma peça de teatro, ampliando a experiência de quem vier ao Novelas e possibilitando outros olhares para o panorama das artes de Curitiba. Às vezes, o público que viria assistir a uma peça específica, acaba tendo contato com um músico que não assistira normalmente”, diz ele.

O evento, realizado pela Cia. Fluctissonante, NBP Produções e Pomeiro Gestão Cultural, reúne uma intensa programação gratuita, com produções consagradas ou que estão em destaque na cena curitibana, de modo a democratizar o acesso à cultura da população. A primeira edição aconteceu nos meses de junho e julho de 2019 e apresentou um breve recorte da produção artística em voga na época.

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.


Claudete Pereira Jorge. Foto: Gilson Camargo.

Sobre Claudete Pereira Jorge
Claudete Pereira Jorge nasceu em Ponta Grossa em 1954. Com 20 anos, recém chegada de Cascavel, foi convidada para substituir uma atriz que havia faltado um ensaio. Pronto! Foi o que bastou para que, daquele dia em diante, além de substituir a faltosa em definitivo, demonstrasse o talento nato para o teatro. Desde o início da carreira integrou a NBP Produções, dirigindo e atuando em diversas montagens. Paralelamente, esteve em dezenas de espetáculos curitibanos. Com a direção de Manoel Carlos Karam em “O Cavalo Branco De Napoleão”; Antônio Carlos Kraide em “Curitiba Velha de Guerra” e “A Dama de Copas e o Rei de Cuba”; Oraci Gemba em “Zumbi”, “Via Cruscis” e “O Cerco da Lapa”; Felipe Hirsch em “Por um Novo Incêndio Romântico” e Marcelo Marchioro em “Pequenos Assassinatos”, “Lulu”, “Medeia”, “À Grega” e “Pico na Veia”, sendo que por estes dois últimos ganhou o Troféu Gralha Azul de Melhor Atriz. Claudete se tornou grande amiga do diretor Ademar Guerra e, sob a sua direção, atuou em “Noite na Taverna”, “Colônia Cecilia”, entre outras peças. Sob a direção de Octavio Camargo, atuou em “Leminski – A justa razão aqui delira” e “Catatau”. Além de Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, e a convite da primeira Bienal de Arte Contemporânea de Tessalônik na Grécia, apresentou em Atenas, Berlim, Skopje e Amsterdam o Canto I da Ilíada de Homero na língua portuguesa. Em Curitiba, esteve junto a grupos como Cia. Fluctissonante, Selvática Ações Artísticas, Minha Nossa, Tamanduá Produções, TCP, CiaIliadaHomero, entre outros. Claudete Pereira Jorge, atuou em muitos outros trabalhos, com outros tantos diretores e diretoras e com diversos atores e atrizes de Curitiba em teatro e cinema. Nos deixou, desde 2016, um legado incalculável, que merece ser respeitado, lembrado e aplaudido pelas futuras gerações das artes brasileiras.

SERVIÇO
2ª Mostra Claudete Pereira Jorge
De 08 a 28 de outubro
No Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge
Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1.222 – São Francisco, Curitiba
Entrada gratuita – distribuição de ingressos uma hora antes de cada apresentação.
Mais informações no Instagram da Mostra: https://www.instagram.com/mostraclaudete/

O BARCO – Abertura de Processo
12/out I 20h00 I Cia. Fluctissonante I 16 Anos
SINOPSE: Em seu mais recente espetáculo, a Cia. Fluctissonante propõe-se, pela primeira vez, criar um espetáculo que leva a audiodescrição para dentro da cena. Continuando a pesquisa iniciada em “Foi Assim Que O Oceano Invadiu a Minha Casa”, Helena de Jorge Portela revisita suas memórias familiares, desta vez homenageando seu pai, Nautilio Bronholo Portela, que em 2022 comemora 50 anos de trajetória no teatro. Nesta abertura do processo que teve início em 2022, através de residência artística no festival Acessa BH, Helena realizará a leitura do texto de sua autoria, em que, frente ao teatro vazio, rememora sua trajetória no teatro.


ALEXANDRIA 8836BR. Foto: Elenize Dezgeniski.

ALEXANDRIA 8836BR
13 e 14/out I 20h00 I Grupo P.U.T.O I 16 anos
SINOPSE: Quais as chances de se evitar uma tragédia anunciada?  O que se espera do futuro que se constrói nesse presente caótico? De que serve um artista no meio de tudo isso? Essas (e algumas outras) questões conduziram o processo de criação que metaforiza o Brasil pandêmico e pandemônico para ALEXANDRIA 8836BR: Uma nave. Uma arca. Uma biblioteca. Um bunker. Uma cápsula do tempo. Uma tentativa de salvar a humanidade, de antemão frustrada, por não conseguir precisar o que “humanidade” significa.

PRA  DUVIDAR
14/out I 19h20 I Joã Klüber I Livre
SINOPSE: Klüber apresenta em seu show canções do disco Pra Duvidar, recém-lançado em 23 de setembro. Trans não-binária, a artista se apresenta ao piano numa concepção intimista, ácida, pragmática e terna.

O REI DO RINGUE + CAÇA ÀS BRUXAS
15 e 16/out I 20h00 I Kings Of The Night + PsicoDrags I 18 anos
SINOPSE: Essa minimostra reúne os trabalhos ‘Caça às bruxas’, das Psicodrags, e ‘O rei do ringue’, dos Kings of the night, coletivos com base em Curitiba que partem do transformismo e do burlesco, com humor, crítica, acidez e com uma relação direta e dinâmica com o público, típica do formato cabaré. “Caça às bruxas” (2019) reúne números e performances musicais, teatrais, burlescas e de dublagem, tendo como foco as bruxas, não só as bruxas do imaginário europeu, mas a bruxa como a figura que tem o potencial de ser perseguida e de segurar o tranco. Já “O rei do ringue”, traz paródias da masculinidade, recriando em um espaço cultural um dos lugares considerados mais masculinos na nossa sociedade: um ringue de luta. Nesse ringue surgem as personalidades totalmente diversas de cada king, debochadas, irônicas, filosóficas, absurdas.

*O Rei do Ringue será apresentado no dia 15 e Caça às Bruxas será apresentado no dia 16.

DENTRO DO PEITO UMA BOMBA
16/out I 19h20 I Patricia Cipriano I Livre 
SINOPSE: Pela cidade um corpo campo minado em trânsito. Um corpo que rejeita a mulheridade e invoca a fúria retirada a força em detrimento da doçura enfiada goela abaixo!

“dentro do peito uma bomba” é uma intervenção e performance criada por Patricia Cipriano em parceria com Amira Massabki, as matérias primas deste acontecimento são o mito da medusa e a pedra. Aqui o olhar que cruza não petrifica e sim convoca. Já não há mais heróis, eles viraram escombros e o marco zero é aqui agora.

Este trabalho também é um convite para erguer novos monumentos e contar outras histórias a partir da pergunta: o que podem os corpos que portam bombas dentro do peito?

DITO – Abertura de Processo
19/out I 20h00 I Súbita Companhia I 16 Anos
SINOPSE: Dito é um  processo de criação no qual o ator Pablito Kucarz coloca em perspectiva sua construção de imagem de pai e de filho. Expõe universos distintos que coabitam para abrir possibilidades de fala entre eles, a partir de uma história familiar erguida através do silêncio sobre assuntos sensíveis. Esta proposta aprofunda a pesquisa da Companhia em teatro documental e auto ficcional iniciadas no projeto Habitat, composto por 6 solos autorais que estrearam em 2019.

TROPEÇO
20 e 21/out I 20h00 I Tato Criação Cênica I 14 anos
SINOPSE: Tropeço trata das relações humanas ao mesmo tempo em que fala da solidão. O espetáculo traz à cena a relação de duas personagens em seu cotidiano de vida em comum. A partir da linguagem da animação corporal, cria-se um mundo onde dois atores manipuladores e suas mãos dão vida a duas velhas que moram juntas. Partindo da costumeira visão que temos da velhice mostra-se sua solidão e as pequenas ações rotineiras num universo de sutileza e extravagância, poesia e comicidade em mãos que andam, dançam, bebem, respiram, riem e choram.

MATRIZ
20/out I 19h20 I Daniel Montelles I Livre
SINOPSE: Após o lançamento de seu primeiro EP “Imensidão” o músico maranhense, radicado em Curitiba, Daniel Montelles, apresenta seu novo trabalho. Matriz nasce do desejo apaixonante do artista em trazer aos palcos as vozes das Marias de sua família, mulheres anônimas, mães, filhas, esposas, mães de santo, seus amores e os ventres de mulheres que lutaram e resistiram apesar da estrutura social e financeira. Daniel cresceu no seio matriarcal de sua família paterna. Aprendeu a ler e escrever com sua avó Maria Dulcey e teve em sua mãe, Lucia, cabeleireira e manicure sua fonte de inspiração.

DUETO EM CY – SOM DE BOLSO
21/out I 19h20 I Yoná Masullo e Claudemir Franco I Livre
SINOPSE: O Dueto em CY surgiu em 2017 e é formado pela professora e musicista Yoná Masullo no Violino, além de seu esposo, o músico e compositor curitibano Claudemir Franco no violão. Para a II Mostra Claudete Pereira Jorge, o Dueto em CY apresentará o Som de Bolso. Um pocket show de trinta minutos que conta com músicas autorais de Claudemir Franco.

O ARQUIPÉLAGO
22 e 23/out I 20h00 I Súbita Companhia de Teatro I 14 Anos
SINOPSE: O solo do ator Pablito Kucarz, leva a cena a história de sua mãe. Uma mulher comum, como diversas outras mães que abandonaram sua casa muito jovens para trabalhar na cidade grande. Também se permite questionar esta história quando, em busca de sua própria identidade, se confronta com temas como preconceito, bullying, machismo e violência. Com tom suave, a narrativa tem ares de fábula pessoal ao lançar mãos de metáforas poderosas: a família que é um arquipélago, juntos porém separados pela água salgada; o garoto mariposa, agredido por ser diferente dos outros garotos; a pedra lançada como um projétil que, ao invés de ferir, prefere dançar.

CARMELA, CARAMELO E REMELA
22 e 23/out I 15h00 I Arto Companhia de Teatro I Livre
SINOPSE: Não existe melhor investigador no mundo que uma criança, seja de verdade ou de brincadeira. Nesse espírito de descobertas – Feijó, Cadu, Teteia e Babu – mergulham numa deliciosa aventura para decifrar um enigma de uma carta misteriosa. E que enigma! As crianças desvendam mais que apenas uma charada: caminham pela descoberta das próprias emoções, lembranças e reconhecem um talento precioso e essencial escondido no interior de cada uma delas. Inspirada no livro da poetisa Adélia Prado – Quando eu era Pequena, essa é uma jornada sobre as gostosuras da infância e a nossa essência mais rica: a habilidade de sermos poetas.

CHICO PAES – VOZ E VIOLÃO
22/out I 19h20 I Chico Paes I 12 anos
SINOPSE: Chico Paes nos apresenta seu show voz e violão em um clima intimista, uma experiência singular entre o artista e o espectador por meio da canção em sua forma mais pura. Suas músicas permeiam a vida cotidiana, as dores e amores, experimentando as possibilidades criativas entre os gêneros brasileiros regionais e sonoridades contemporâneas dos grandes centros urbanos globais. Uma voz marcante e um violão certeiro nos levam por caminhos entre o tradicional e o desconhecido.

rádiO atalalaiA – O Amor Está no Ar
23/out I 19h20 I Filhas da Fruta I 14 anos
SINOPSE: A radiO atalalaiA sintoniza com você o quadro “O Amor está no Ar”. Quer enviar um bilhetinho amassado, uma indireta certeira, um recado musical, uma notícia inventada, um correio galante para alguém especial ou pessoa desconhecida?  Esse é o momento!  rádiO atalalaiA uma rádio de transmissão corpa a corpa “a única rádio que toca em você”.


TRAVA BRUTA. Leonarda Glück. Foto: Alessandra Haro.

TRAVA BRUTA
26 e 27/out I 20h00 I Leonarda Glück + Pomeiro Gestão Cultural I 18 Anos
SINOPSE: Partindo de sua experiência transexual, Leonarda Glück apresenta um manifesto cênico que propõe uma ponte e também um contraponto entre o contexto artístico e a atual conjuntura política e social do Brasil no campo da sexualidade. Sozinha em cena, a atriz e dramaturga discute a relação da cultura com a transexualidade, discorre sobre como é ser uma artista trans no país de hoje e de que forma a sociedade reage a um corpo que provoca, a um só tempo, repulsa e desejo. Para tanto, o espetáculo busca tensões entre a ficção e a realidade, costurando diversas camadas de artificialidade, como videoprojeções, efeitos sonoros, filtros de redes sociais (que modificam a aparência da atriz) e artifícios de figurino, que ora revelam, ora ocultam. São recursos que vão sendo destruídos e desconstruídos ao longo da narrativa, num constante questionamento sobre quais ficções são permitidas e quais diversidades são aceitas.


CABARET TAROT + BAILINHO PERDIDO. Foto: Cibelle Gaidus.

CABARET TAROT + UM BAILINHO PERDIDO
28/out I 20h00 I Selvática Ações Artísticas I 18 anos
SINOPSE: Pés marcados no cimento quase duro de uma política mercado imobiliário de revitalização. No corpo do performer entrelaçam-se mitologias, memórias, percursos, vidas, acontecimentos.

É um recipiente alquímico- encruzilhada- lápide sacrificial.

Carta manifesto esquizo bruxaria rito jocoso carregada de sarcasmo e ironia.

Espetáculo bufo.

Tragédia pós e pré dramática.

Opereta work in progress xamã.

Ditirambo.

Vida vagabunda, destino vadio, carne de carnaval.

GILDA É PURO JAZZ!
Entre cartas, canções, memórias, fragmentos e cenas entramos juntes em um cabaret imaginário de evocação a Gilda: exercício radical de ficção e reconstrução da realidade. Cabaret tarot é um estudo do tarot através da prática do cabaré. O tarot é um cabaret de mesa.

ACARAJÉ DADA
28/out I 19h20 I Stéfano Belo I Livre 
SINOPSE: Um acarajé pout-pourri batido com pimenta e tempero para Claudete Pereira Jorge

CLAU por Samuel Gallo
Visitação permanente I Samuel Gallo I Livre
SINOPSE: Samuel Gallo, homenageia e celebra a trajetória de Claudete Pereira Jorge, expondo o que chama de “retratos experimentais” da atriz. Buscando a representação da realidade e do sonho, ele reúne estes dois universos, criando formas com tinta acrílica, carvão, caneta,  texturas e diversos corantes naturais, como o café, chás e vinho.

FICHA TÉCNICA
Direção Artística: Nautilio Portela
Curadoria: Helena de Jorge Portela e Igor Augustho
Mediação Bate Papos: Luciana Romagnolli
Tradução Libras: Taepé – Libras e Cultura
Identidade Visual 2022: Pablito Kucarz
Ilustração Identidade Visual: Conde Baltazar
Assessoria de Imprensa e Marketing Digital: Platea Comunicação e Arte
Assessoria em Mídias Sociais (Orgânicas): Bruna Bazzo
Direção de Produção: Igor Augustho
Produção Executiva: Gabriela Berbert
Assistentes de Produção: Bruna Bazzo e Rebeca Forbeck
Estagiáries de Produção: Alyssa Riccieri, Babi Ferreira, Gabriel Spanemberg, Mariana Pinheiro
Direção Técnica: Luigi Castel
Coordenação Técnica: Effex Tecnologia
Técnica de Som: Vini Ruiz
Técnico de Luz: Lucio Nogueira
Técnico de Teatro: Rafael Solla
Assistência de Técnica de Som: Felipe Novashinsky (Felino)
Assistência de Técnica de Luz: Juan Lis
Registro Audiovisual e Fotográfico: Chico Paes
Captação de Recursos: Meire Abe
Realização e Idealização: Cia. Fluctissonante e NBP Produções
Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.

ISSO É UM CONVITE, UMA CONVOCATÓRIA, UM CHAMAMENTO ABERTO QUE CELEBRA A PRIMEIRA DÉCADA DE ATIVIDADES DA CASA SELVÁTICA!

Selva aberta
Há dez anos a Casa Selvática existe em Curitiba com um espaço in-disciplinar, de convivência e festivo. Sabemos da importância desse espaço para a cidade e, por isso, queremos pensar um gestão compartilhada para que a coisa siga existindo.

Este espaço é sonho conjunto, plataforma para ser transformada em seu uso, loucura para ser compartilhada, obra aberta, in process, transgressora e pulsante. Neste momento, entendendo nosso caminho até aqui, abrimos casa e coração: queremos nos relacionar com mais artistas, coletivos, propostas e repensar a forma de residir na Casa Selvática, encontrando novas parcerias e projetos de ocupação e insistência do sobrado mais amado do underground, na capital mais fria do país.

Convidamos
Pessoas artistas, produtoras, agitadoras, ativistas e quem mais esteja a fim de pensar, ser e fazer a Selvática para colar junto!

Venha, ocupe a Selvática com seus desejos, ideias e utopias!

Tragam
Suas propostas de ocupação da casa com oficinas, debates, encontros, apresentações, ensaios, investigações, grupos de pesquisa, possibilidades para criação de mundos e lançamentos de livros e filmes.

Agito
Para começarmos a movimentação de interessades neste novo momento, convidamos todes que desejam integrar as discussões e a vida selvática para um encontro afetuoso e cheio de amor onde compartilharemos espaço, ideias e projetos para a nossa casa.

Abrimos as portas! Venha junto e refloreste a Selva conosco!

Serviço:
Data: 19 de abril, às 18:30!
Local: Casa Selvática: R. Nunes Machado, 950, Rebouças, Curitiba-PR.
Instagram: www.instagram.com/selvaticaoficial/
Site: www.selvatica.art.br/
Fonte: Selvática

TRAVA BRUTA, ESPETÁCULO SOBRE A TRANSEXUALIDADE NO BRASIL DE HOJE, CHEGA A CURITIBA NA 30ª EDIÇÃO DO FESTIVAL DE TEATRO

Trava Bruta – Leonarda Glück – Foto Alessandra Haro.

Espetáculo sobre a transexualidade estreou em São Paulo e marca os 25 anos de carreira da artista curitibana Leonarda Glück, que teve trabalhos apresentados em países da Europa e da América Latina.

Após realizar estreia nacional na cidade de São Paulo e cumprir temporada online pelas redes do Centro Cultural São Paulo, o espetáculo TRAVA BRUTA, de Leonarda Glück com direção de Gustavo Bitencourt, chega a Curitiba para duas únicas apresentações no Festival de Teatro, dias 5 e 6 de abril, às 19h30, no Mini Guaíra, com entrada franca.

TRAVA BRUTA é um manifesto que parte da experiência transexual de Glück, artista curitibana hoje residente em São Paulo, para propor uma ponte e um embate entre o contexto artístico e a conjuntura política e social brasileira atuais no que se refere ao campo da sexualidade. O trabalho marca as comemorações de 25 anos de carreira da artista e também o seu reencontro com o diretor Gustavo Bitencourt.

Leonarda, que hoje mora em São Paulo, começou a escrever o texto ainda em Curitiba, sua cidade de origem, onde fundou importantes coletivos como a Companhia Silenciosa e a Selvática Ações Artísticas. Seus trabalhos tratam de diversas temáticas, e já foram apresentados em diversos países da Europa e América Latina, mas esta é a primeira vez que a artista dedica uma criação exclusivamente à transexualidade:  “Me veio uma possível angústia repentina: a de talvez não ter conseguido em outro momento antes escrever tão intimamente sobre o assunto da transexualidade, e seus efeitos na minha mente e na vida social da qual faço parte”, diz Leonarda, que arrastou por meses a tarefa de terminar o texto.

Já em 2019, a montagem foi premiada pelo Centro Cultural São Paulo, integrando a 6ª Mostra de Dramaturgia em Pequenos Formatos da instituição. Após ter sua estreia suspensa por conta da pandemia, o trabalho foi retomado em 2021 e estreou presencialmente na Sala Jardel Filho. Sobre a pandemia, Glück faz questão de frisar: “A gente entrou no modo catástrofe que meio que está até agora. As pessoas trans ficaram ainda mais vulneráveis do que já eram antes. E elas eram muito. São, no Brasil. Física e psicologicamente.”

O espetáculo chega à capital paranaense na programação do Festival, integrando o Interlocuções, uma das ações do evento, a convite dos curadores Giovana Soar e Celso Curi. A direção da obra, que é produzida pela Pomeiro Gestão Cultural, produtora que realiza a gestão dos projetos de Leonarda, ficou a cargo de Gustavo Bitencourt, parceiro de Glück há mais de 20 anos. Juntos os dois já desenvolveram criações em performance, dança e teatro, com destaque para Valsa Nº 6, montagem do texto de Nelson Rodrigues premiada pela Funarte em 2012, na ocasião do centenário do autor.

Quando foi convidado para dirigir o espetáculo, Gustavo Bitencourt ficou com um pouco de medo. “Porque era um texto que falava muito da experiência dela como mulher trans no Brasil. Onde é que eu ia poder contribuir nisso? O que é que eu sei disso? Mas lendo e relendo, e conversando com ela, fui vendo o quanto esse texto também fala de muitas coisas que dizem respeito a todo mundo, e que era importante que a gente olhasse tanto pro que tem de específico nesse contexto do qual ela fala, quanto pra onde essa história se conecta com outras tantas”. Partindo daí, ele conta que foram entendendo o texto de Trava Bruta como um jeito de falar de coisas que são reais e concretas e nem por isso menos ficcionais.

Leonarda e Gustavo, então, se encontraram na ideia de ficção, como nos diz o diretor: “Ficção que é o que eu pesquiso, é a minha profissão  – como drag queen, que é o que eu faço da vida faz 12 anos – e é uma necessidade básica de qualquer ser humano. Humano prescinde de ficção pra viver, e em diferentes medidas, com diferentes graus de comprometimento e de risco, todo mundo vai dando um jeito de concretizar”.

Para Gustavo, o ponto chave da ideia de ficção explorada no trabalho encontra-se no fato de que “algumas ficções são permitidas e outras não. Quando se trata de gênero, as pessoas tendem a ficar muito assustadas”.  Leonarda é enfática: “Chego aqui com a certeza de que o herói macho branco, heterossexual, cristão e suas ideias precisam urgentemente ser substituídos, trocados ou mesmo revisitados por outros ângulos. Estão chatos. De alguns eu ainda gosto muito, mas estão chatos.”

O retorno de Leonarda, Gustavo e da Pomeiro ao Festival marca, também, o retorno dos artistas a cidade: por muitos anos os três integraram eventos variados dentro do Festival (como o Fringe, a Mostra Oficial, a Mostra Novos Repertórios, a Curitiba Mostra e outras). Embora suas obras tenham estreado em outros municípios do país nos últimos anos, boa parte de suas trajetórias foi consolidada em Curitiba. Esta volta marca a trajetória dos realizadores e enfatiza seus impactos culturais na cidade.

SERVIÇO
TRAVA BRUTA
Dias 5 e 6 de abril às 19h30
No Mini Guaíra (Rua Amintas de Barros s/n, Centro, Curitiba – PR)
Entrada gratuita e ingressos começam a ser distribuídos às 18h no local.
18 Anos, 70 Minutos.

“TRAVA BRUTA”, SOLO DE LEONARDA GLÜCK SOBRE A VIVÊNCIA DA SUA TRANSEXUALIDADE NA REALIDADE BRASILEIRA, CHEGA A 30ª EDIÇÃO DO FESTIVAL DE TEATRO DE CURITIBA

Trava Bruta – Leonarda Glück – Foto Alessandra Haro.

Espetáculo estreou em São Paulo em dezembro de 2021 e marca os 25 anos de carreira da artista Leonarda Glück, que teve trabalhos apresentados em países da Europa e da América Latina

Após realizar estreia nacional na cidade de São Paulo e cumprir temporadas presencial e online no Centro Cultural São Paulo, o espetáculo “Trava Bruta”, solo escrito e encenado por Leonarda Glück com direção de Gustavo Bitencourt, faz duas únicas apresentações gratuitas no Festival de Teatro de Curitiba, dias 5 e 6 de abril, às 19h, em NOVO LOCAL, agora no Mini Guaíra, Rua Amintas de Barros, s/nº, centro de Curitiba. A entrada é gratuita e os ingressos começam a ser distribuídos às 18h, no teatro mesmo.

“Trava Bruta” é um manifesto que parte da experiência transexual da própria Glück para propor uma ponte e um embate entre o contexto artístico e a atual conjuntura política e social brasileira no que se refere ao campo da sexualidade. O trabalho marca as comemorações de 25 anos de carreira da artista e também o seu reencontro com o diretor Gustavo Bitencourt. Juntos os dois já desenvolveram criações em performance, dança e teatro, com destaque para Valsa Nº 6, montagem do texto de Nelson Rodrigues premiada pela Funarte em 2012, na ocasião do centenário do autor.

Leonarda, que hoje mora na capital paulista, começou a escrever o texto ainda em Curitiba, sua cidade de origem, onde fundou importantes coletivos do cenário teatral nacional como a Companhia Silenciosa e a Selvática Ações Artísticas. Seus trabalhos tratam de diversas temáticas, e já foram apresentados em vários países da Europa e América Latina, mas esta é a primeira vez em que a artista dedica uma criação exclusivamente à transexualidade: “Me veio uma possível angústia repentina de talvez não ter conseguido em outro momento antes escrever tão intimamente sobre o assunto da transexualidade, e seus efeitos na minha mente e na vida social da qual faço parte”, diz Leonarda.

Sobre o processo de direção do espetáculo, Gustavo Bitencourt conta que percebeu o quanto o texto fala de vivências que dizem respeito a todos, e não somente às relacionadas a transexualidade no Brasil: “É importante que a gente olhe tanto para o que tem de específico nesse contexto do qual ela fala, quanto para onde essa história se conecta com outras tantas”. Partindo daí, ele entendeu o texto de “Trava Bruta” como uma auto-ficção, gênero literário e teatral que combina autobiografia com ficção.

Leonarda e Gustavo, então, se encontraram no conceito, como nos diz o diretor: “Ficção que é o que eu pesquiso, é a minha profissão  – como drag queen, que é o que eu faço da vida há 12 anos – e é uma necessidade básica de qualquer ser humano. Humano precisa de ficção pra viver, e em diferentes medidas, com diferentes graus de comprometimento e de risco, todo mundo vai dando um jeito de concretizar”, destaca.

Para Gustavo, o ponto chave da ideia no trabalho encontra-se no fato de que “algumas ficções são permitidas e outras não. Quando se trata de gênero, as pessoas tendem a ficar muito assustadas”. Leonarda complementa: “chego aqui com a certeza de que o herói macho branco, heterossexual, cristão e suas ideias precisam urgentemente ser substituídos, trocados ou mesmo revisitados por outros ângulos. Estão chatos. De alguns eu ainda gosto muito, mas estão chatos.”

A participação de Leonarda, Gustavo e da Pomeiro no Festival marca, também, o retorno dos artistas à cidade: por muitos anos os três integraram eventos variados dentro do Festival (como o Fringe, a Mostra Oficial, a Mostra Novos Repertórios, a Curitiba Mostra e outras). Embora suas obras mais recentes tenham estreado em outros municípios do país nos últimos anos, boa parte de suas trajetórias foi consolidada em Curitiba.

O espetáculo chega à capital paranaense integrando a edição comemorativa de 30 anos do Festival de Curitiba, dentro do Interlocuções,  uma das ações do evento, a convite da curadoria de Giovana Soar e Celso Curi.

Sobre os artistas:
Leonarda Glück é atriz, dramaturga e diretora curitibana radicada em São Paulo. Co-fundadora da Companhia Silenciosa e do Coletivo Selvática. Graduada em Direção Teatral pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Tem mais de vinte textos encenados por diferentes grupos, companhias e artistas brasileiros e internacionais de diversas linguagens artísticas. Publicou A Perfodrama de Leonarda Glück – Literaturas Dramáticas de Uma Mulher (Trans) de Teatro, coletânea com seis textos teatrais. Para maiores informações acesse www.leonardagluck.com

Gustavo Bitencourt é diletante profissional, nascido e residente em Curitiba, Paraná. Estudou Letras na UFPR. Atua em diversos campos artísticos e tem na indisciplinaridade uma das principais características de seu trabalho. Trabalha como ilustrador, designer gráfico, redator e tradutor, performer, ator, diretor de teatro, drag queen, crítico de arte e já compôs trilhas para teatro, dança e vídeo.

SERVIÇO
TRAVA BRUTA.
Dias 5 e 6 de abril, às 19h.
Mini Guaíra, Rua Amintas de Barros, s/nº, centro de Curitiba.
A entrada é gratuita e os ingressos começam a ser distribuídos às 18h, no próprio teatro.
18 Anos, 70 Minutos.

FICHA TÉCNICA
Criação, texto e interpretação: Leonarda Glück
Direção: Gustavo Bitencourt
Direção de produção: Igor Augustho
Trilha original: Jo Mistinguett
Luz: Wagner Antônio
Assistente de iluminação: Dimitri Luppi
Criação em vídeo e projeções: Ricardo Kenji
Figurino: Fabianna Pescara e Renata Skrobot
Fotografias: Alessandra Haro
Assessoria de imprensa São Paulo: Pombo Correio
Assessoria de imprensa Curitiba: Platea Comunicação e Arte
Realização e produção: Pomeiro Gestão Cultural

TRAVA BRUTA COM LEONARDA GLÜCK

Trava Bruta – Leonarda Glück – Foto Alessandra Haro.

Trava Bruta é um manifesto que parte da experiência transexual da autora Leonarda Glück para propor uma ponte e um embate entre o contexto artístico e a conjuntura política e social brasileira atuais no que se refere ao campo da sexualidade. O texto é também uma espécie de vertiginoso poema cuja principal metáfora reúne o ato de bloquear e impedir a livre movimentação com a capacidade de brutalidade da natureza humana, sua violência e sua incivilidade. Como é experimentar um corpo que provoca um misto de repulsa e desejo a um só tempo? O que tem a cultura a ver com a transexualidade? Como é ser uma artista trans no Brasil de 2022? Resposta não há, mas ainda há a poesia. E, mesmo que alquebrado, ainda há o teatro.

Criação, texto e interpretação de Leonarda Glück e direção de Gustavo Bitencourt (aka @dalvinhab). Em NOVO LOCAL, agora no Mini Guaíra, Rua Amintas de Barros, s/nº, centro de Curitiba, centro de Curitiba, dias 05 e 06 de abril, às 19 horas. ENTRADA FRANCA.

SERVIÇO
TRAVA BRUTA.
Dias 5 e 6 de abril, às 19h.
Mini Guaíra, Rua Amintas de Barros, s/nº, centro de Curitiba.
A entrada é gratuita e os ingressos começam a ser distribuídos às 18h, no próprio teatro.
18 Anos, 70 Minutos.

Ficha Técnica:
– Criação, texto e interpretação: Leonarda Glück
– Direção: Gustavo Bitencourt
– Direção de produção: Igor Augustho
– Trilha original: Jo Mistinguett
– Luz: Wagner Antônio
– Assistente de iluminação: Dimitri Luppi
– Criação em vídeo e projeções: Ricardo Kenji
– Figurino: Fabianna Pescara e Renata Skrobot
– Fotografias: Alessandra Haro
– Realização e produção: Pomeiro Gestão Cultural

ARTISTAS LEONARDA GLÜCK E KATIA HORN TRANSPÕEM A MITOLOGIA DAS FADAS PARA A REALIDADE CONTEMPORÂNEA EM MEMES LITERÁRIOS

As “Fadinhas Fodidas” disponibilizam textos e ilustrações inéditos toda quarta-feira, às 19h, no Instagram do projeto @maisfadinhas

A escritora Leonarda Glück e a artista plástica Katia Horn lançaram, em abril de 2020, a convite da Pomeiro Gestão Cultural, um projeto transmídia que une textos originais de Leonarda com ilustrações inéditas de Katia. Trazendo a mitologia das fadas para a realidade contemporânea, os textos e as imagens utilizam a figura das fadas num tom irônico e com humor ácido para promover reflexões políticas, culturais e sociais. Para conhecer o projeto e as fadas, basta acessar o perfil @maisfadinhas no Instagram.

Com obras que propõem reflexão sobre algo que aconteceu ou está acontecendo na semana em questão, as artistas se dispõem a ler a realidade das mulheres, em especial as brasileiras e latinas, e todas as camadas de machismo, sexismo, homofobia e transfobia que se impõe sobre suas jornadas. “Funciona quase como um meme literário que resume a situação política da semana”, comenta Leonarda Glück. Sobre a empreitada, Katia afirma: “Elas não são fofas e não moram num “felizes para sempre”, então podem gerar desconforto no público, porque elas escancaram nossas tragédias cotidianas”.

Com o projeto na rua desde abril de 2020, as artistas querem lançar um livro com as ilustrações e crônicas, além de, quem sabe, transformar a estética que criaram nas Fadinhas em produtos como camisetas e canecas. Por flertar com a estética pop, muitos fãs do projeto pedem produtos derivados. Porém, para as artistas, a visão é mais ampla: “A ideia é gerar reflexão mesmo, produzir conhecimento, disparar ideias que estimulem o pensamento autônomo nas pessoas que o projeto atingir eventualmente. Tudo isso com humor e cores vibrantes. Esse é o nosso maior sonho”, completa Leonarda.

O projeto começou de modo independente, e agora conta com o incentivo da Lei Aldir Blanc via Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo, que viabilizou, através do projeto “Mais Fadinhas Do Que Nunca”, a criação de 20 novas ilustrações e a produção de um mini documentário sobre o processo de criação das Fadinhas, dirigido pelo cineasta Thiago Bezerra Benites.

Para conhecer e acompanhar cada nova Fadinha, siga o Instagram: www.instagram.com/maisfadinhas/ e a página no Facebook: www.facebook.com/maisfadinhas

Leonarda Glück e Katia Horn

Sobre as artistas

Leonarda Glück
Atriz, dramaturga e diretora curitibana radicada em São Paulo. Co-fundadora da Companhia Silenciosa e do Coletivo Selvática. Graduada em Direção Teatral pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Tem mais de vinte textos encenados por diferentes grupos, companhias e artistas brasileiros e internacionais de diversas linguagens artísticas. Publicou A Perfodrama de Leonarda Glück – Literaturas Dramáticas de Uma Mulher (Trans) de Teatro, coletânea com seis textos teatrais. Seus projetos já foram contemplados por diversas instituições culturais brasileiras, tais como Fundação Cultural de Curitiba, Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, Fundação Nacional das Artes (Funarte), Instituto Itaú Cultural, SESC São Paulo, Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, entre outras. Os trabalhos que levam o nome da artista, sejam eles teatrais, performáticos, literários e/ou audiovisuais, já foram apresentados em diversas cidades do país e de fora dele, bem como publicados em diversas mídias, jornais, revistas e periódicos especializados em arte e cultura. As temáticas principais trabalhadas pela artista são amor, neocolonialismo, globalização, linguística, fronteiras, tecnologia, transexualidade, conflitos mundiais, Brasil, sexo, violência, cultura LGBTQI+, dominação e poder. Atualmente se prepara para estrear o solo Trava Bruta, tendo seu texto sido premiado pelo Edital de Dramaturgia em Pequenos Formatos Cênicos do CCSP 2020. Adiado pela pandemia de covid-19, o espetáculo está previsto para 2021, ano em que a artista completa 25 anos de carreira.

Katia Horn
Nasceu em 1965, em Luzerna, SC. Formou-se em Educação Artística em Dourados, MS, no ano de 1988. Está em Curitiba desde 1990, onde vem pesquisando e desenvolvendo seu trabalho em várias áreas artísticas, partindo das artes visuais para a performance, o teatro, a música e o audiovisual. Nas artes gráficas especificamente, já publicou suas ilustrações em jornais, revistas, ilustrou diversos livros e trabalhou para algumas editoras nacionais ilustrando materiais didáticos. Como artista plástica, tem um caminho de muita pesquisa técnica e estilística, conhecimentos que utiliza muito no seu trabalho como ilustradora.

FICHA TÉCNICA
Textos de Leonarda Glück
Ilustrações de Katia Horn
Produção e Realização: Pomeiro Gestão Cultural
Coordenação de Produção: Igor Augustho
Produção Executiva: Eduardo Alves
Videomaker: Thiago Bezerra Benites
Assessoria de Imprensa e Marketing Digital: Platea Comunicação e Arte, Luisa Bonin e Thays Cristine
Assessoria Jurídica e Contábil: Ivanes Mattos

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo. Todas as informações constantes nesta obra são de responsabilidade exclusiva das autoras.

EM DOSE DUPLA: CIRCO DA CIDADE RECEBE DOIS ESPETÁCULOS GRATUITOS DE CIRCO-TEATRO COM O COLETIVO PALHAÇX GOURMET

A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro – Foto de Mateus Tropo

As peças, que acontecem no mesmo dia e contam com elencos grandes, estreiam no dia 07 de março e ficam em cartaz aos sábados e domingos, às 15h e às 17h, até o dia 22 de março. A entrada é gratuita. Página do evento, aqui

As obras “A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro” e “Fim dos Tempos” terão sua estreia na lona do Circo da Cidade – Zé Priguiça, no dia 07 de março (sábado) e ficam em cartaz até o dia 22 – aos sábados e domingos – com apresentações sempre às 15h e às 17h, respectivamente. Os ingressos são gratuitos e começam a ser distribuídos uma hora antes do início do espetáculo.

As duas dramaturgias inéditas fazem parte do CIRCO-TEATRO BOQUEIRÃO, novo projeto do coletivo curitibano Palhaçx Gourmet. Por meio de apresentações gratuitas, a iniciativa nasceu com o propósito de movimentar o Circo da Cidade, além de alimentar espaços de convivência e socialização, prática comum de companhias de Circo-Teatro tradicionais.

Essencialmente, os espetáculos são sobre grupos que resistem à imposição de forças maiores, sejam elas grandes empresas ou figuras de autoridades que sequer dão as caras. Em “A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro” que acontece às 15h, a personagem Valkiria, mais conhecida como a paranormal Madame Sinistro, juntamente com seu filho Gigi, um jovem que consegue ouvir os objetos falarem, e Adalberto, um aspirante a atirador de facas, trabalham numa loja mística prestes a falir. O sonho de Valkiria sempre foi ter uma loja, mas esse desejo está ameaçado por uma dupla trambiqueira que quer construir um estacionamento na região e para isso precisam expulsar a família do local.

Fim dos Tempos – Foto de Mateus Tropo

Já em “Fim dos tempos”, apresentada às 17h, a personagem Sandra Pereira sonha em montar sua nova peça chamada “Fim dos Tempos” assim que terminar a última apresentação de uma temporada de 10 anos do espetáculo Chapeuzinho Vermelho. Porém, quando o patrocinador chega com mais 300 crianças para uma sessão extra, toda a equipe artística se atrapalha para fazer essa peça que já não queria mais. Enquanto apresenta, uma confusão fora do circo chama a atenção da companhia. A cada dia de exibição, serão apresentadas as duas peças, respectivamente às 15h e às 17h, nas quais o elenco exerce diferentes funções, dividindo-se em atuação, contrarregragem e técnica, trabalhando simultaneamente dentro e fora do espaço cênico. Além disso, as peças se cruzam, com objetos cênicos, cenários e referências que atravessam de uma para a outra.

Para diversificar seu repertório artístico e criar as dramaturgias, as palhaças e os palhaços do coletivo partiram da pesquisa e experimentação sobre a linguagem do Circo-Teatro, um formato popular e originalmente brasileiro. Como parte do processo, o elenco fez, inclusive, uma breve residência artística no Circo de Teatro Tubinho, referência no fazer circo-teatral.

“Estamos propondo um modelo de ocupação de espaço em que as pessoas são convidadas a ficar lá mais tempo do que muitas costumam em peças de teatro ou espetáculos circenses na cidade, vendo as trocas de cenário, a circulação de artistas”, conta Edran Mariano, diretor de produção da peça, sobre a importância do circo como a escolha do palco. 

Além das apresentações gratuitas no Circo da Cidade, o projeto promove outras ações, que incluem sessões exclusivas para alunos de escola pública mediante agendamento, oficinas artísticas gratuitas de Técnicas Circenses, que acontecerão sempre às quartas-feiras (manhã e tarde) entre os dias 11 de março e 15 de abril, intituladas “Palhaçaria Para Iniciantes” e “Números Circenses, além de um Cabaré com os artistas do CIRCO-TEATRO BOQUEIRÃO e os participantes das oficinas artísticas, como forma de encerramento.

SERVIÇO
De 07 a 22 de março, sábados e domingos
15h | A Pequena Loja Mística da Madame Sinistro – Classificação indicativa: 10 anos
17h | Fim dos Tempos – Classificação indicativa: 12 anos
Entrada franca, com ingressos distribuídos uma hora antes do início do espetáculo
Circo da Cidade – Zé Priguiça | Rua Dr. Benedicto Siqueira Branco, s/nº- Alto Boqueirão
Informações: (41) 3287-5307

Sobre o Palhaçx Gourmet
Originado em 2015, o coletivo Palhaçx Gourmet investiga e pratica palhaçaria, improvisação e música. Atualmente com 12 integrantes, o grupo se apresenta um sábado por mês na Casa da Flor Bistrô, em Curitiba, de forma independente e com entrada gratuita. O coletivo acredita na contribuição livre no chapéu como forma de democratizar o acesso ao trabalho produzido, movimentando a cidade culturalmente e instigando reflexão sobre a valorização da arte. Dentre as produções, destacam-se as “Palhaças Gourmet”, o “Cabernet” e o “Ocupa Rua”.

FICHA TÉCNICA
Direção: Ricardo Nolasco
Elenco e Criação: Bruno Lops, Diogo Bonito, Fernanda Fuchs, Igor Ribeiro, Karina Flor, Larissa Lima, Lucri Regianni, Má Ribeiro, Mateus Tropo, Paulo Henrique Carneiro, Rodrigo Fowolski
Provocação e Orientação Artística: Jo Mistinguett (sonoplastia), Leonarda Glück (dramaturgia), Patrícia Cipriano (figurino)
Cenotécnicos: Anderson Quinsler e Felipe Gustavo Casagrande
Costureiras: Adelaide dos Santos Silva, Ana Luiza Costa de Melo, Catarina Ribeiro e Lurdes – Lú Confecções
Iluminação: Victor Sabbag
Produção de Áudios: Jo Mistinguett
Locuções: Ricardo Nolasco
Design Gráfico: Ju Stin
Assessoria de Imprensa e Mídias Sociais: Luísa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte
Fotos de Divulgação: Mateus Tropo (registro) e Francineli Valdeira (edição)
Registro Fotográfico: Francineli Valdeira
Registro Audiovisual: Bruno Mancuso
Captação: Renata Cunali e Rumo de Cultura
Assistência de Produção: Dânatha Siqueira e Francineli Valdeira
Direção de Produção: Edran Mariano
Coordenação do Projeto: Bruno Lops, Larissa Lima, Má Ribeiro
Realização: Palhaçx Gourmet

GRUPOS DE TRABALHO – CRIAÇÃO
– Dramaturgia: Bruno Lops, Diogo Bonito e Ricardo Nolasco
– Figurino: Fernanda Fuchs, Karina Flor, Larissa Lima e Patrícia Cipriano
– Sonoplastia: Jo Mistinguett e Rodrigo Fowolski
– Cenários e traquitanas: Igor Ribeiro, Lucri Reggiani, Má Ribeiro, Paulo Henrique Carneiro e Mateus Tropo

OFICINAS PARA COMUNIDADE
Oficinas de Palhaçaria e Orientação Cênica: Larissa Lima e Má Ribeiro
Oficinas de Técnicas Circenses: Sabrina Almeida e Luis Borges

RESIDÊNCIA ARTÍSTICA
Circo de Teatro Tubinho
Projeto realizado com o apoio do Programa de Apoio de Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo do CEDIP e Celepar.

Assessoria de Imprensa
Luísa Bonin e Thays Cristine
Platea Comunicação e Arte
platea.comunicacao@gmail.com

 

COM DOIS SHOWS EM CURITIBA, ROSEANE SANTOS FAZ O PRÉ-LANÇAMENTO DO SEU PRIMEIRO ÁLBUM – FRONTEIRIÇA

Com dois shows em Curitiba, Roseane Santos faz o pré-lançamento do seu primeiro álbum – Fronteiriça 

Cantora se apresenta acompanhada de sua banda na Alfaiataria (Rua Riachuelo – 274, centro de Curitiba) dias 6 e 7 de dezembro; ingressos serão vendidos no local > R$ 30 inteira e R$ 15 meia-entrada

A estreia em disco de Roseane Santos como compositora está prestes a ser lançada! E neste primeiro final de semana de dezembro a cantora apresenta as 10 músicas de Fronteiriça, com letras escritas pela própria artista e parcerias com amigas e amigos artistas da música, teatro, literatura e dança (como Luciano Faccini, Leonarda Glück, Ary Giordani, Francisco Mallmann, Bia Figueiredo e Ana Modesto). 

Na banda estarão Victoria Vilandez, Francisco Okabe, Gabriela Bruel, Daniel D’Alessandro e Luciano Faccini, que assina também a direção musical do disco ao lado de Rose e a produção musical junto com Leonardo Gumiero. A equipe ainda conta com Moira Albuquerque na produção executiva. Para esses shows, Roseane recebe como convidadas as musicistas Nat Bermudez e Matê Magnabosco. 

Novo projeto 
Com mais de quinze anos de carreira, reconhecida como uma das vozes mais marcantes da cena curitibana e intimamente ligada aos universos do samba e ritmos afro-brasileiros, Roseane Santos compartilha com o mundo um novo diálogo com suas próprias origens. “Lançar esse trabalho é mostrar ao mundo um cruzamento de regiões da minha própria existência. São anos de pesquisa na minha caminhada entre a música tradicional e a canção contemporânea revelados ali. O disco tem um pouco de cada coisa que fiz ao longo da minha história e não é experimental no sentido de buscar algo que nunca fiz. Me assumir como compositora é a ruptura mais importante para mim neste momento, meu divisor de águas”, conta. 

Roseane Santos – Fotografia Pretícia Jeronimo Photographer

Serviço 
Roseane Santos > pré-lançamento de Fronteiriça 
Dias 6 e 7 de dezembro, 20h 
Local: Alfaiataria (Rua Riachuelo – 274, centro de Curitiba) 
Entrada: R$ 30 e R$ 15
Página do evento, aqui