BFACE RETORNA COM ÁLBUM “EGORITMOS”

Trabalho reúne participações especiais de Tuyo, fvve, Thiago Elniño, InPulso e Inaki

O flow de Bface se encontra a tons de jazz e folk angolano e samples de Flaming Lips e Itamar Assumpção em “Egoritmos”, novo álbum do beatmaker, produtor, compositor e rapper curitibano lançado pelo seu selo Suite Music. O segundo trabalho solo do artista amplia a sonoridade que ele vem construindo no cenário musical nos últimos 10 anos, mas sem abrir mão de explorar novos BPMs e padrões rítmicos.

Desde o título, o disco escancara sua provocação com os conceitos de algoritmo, ego e ritmo. Indo do micro para o macro e do pessoal para o universal, Bface entrega letras sobre a relação da arte com números, polêmicas da era da internet, crises de identidade, ansiedade, resistência e resiliência diante do racismo e autoritarismo vividos no cotidiano. “Egoritmos” é uma afiada crítica à cultura musical online, que afeta o psicológico dos artistas com seus algoritmos e muda o mundo da arte, traduzindo a relevância e qualidade de uma obra em números.

Pensado inicialmente como um EP, o álbum foi ganhando forma ao longo de dois anos. Se no começo do processo, a ideia era trabalhar com beats e temas pré-selecionados, logo foi ficando claro que era necessário um fluxo mais livre para deixar que as faixas falassem por si só. Assim, além das batidas do próprio Bface, “Egoritmos” conta com uma faixa produzida por EricBeatz e duas por Jxtacincx, além de participações especiais de Tuyo, fvve, Thiago Elniño, InPulso e Inaki.

Bface surgiu na explosão do rap underground nacional do início dos anos 2000. Em 2005 iniciou sua jornada artística, aprendendo de forma autodidata a produzir beats e a gravar suas próprias composições. A partir de 2009, passou a compor diversos projetos coletivos que renderam mixtapes e eventos em Curitiba e região. A paixão pelo rap se uniu ao interesse pela história da música e pelas coleções de LPs, fazendo com que a pesquisa de samples e a apreciação de diversos gêneros musicais sejam partes fundamentais e características do seu trabalho.

A partir do single “O Som da Chuva” (2009), surgiram grupos e projetos coletivos culminando no primeiro lançamento de impacto “Bface apresenta: Suite Para Corações Urbanos”, uma coletânea com diversos artistas falando de amor em faixas produzidas pelo artista. De 2014 a 2016 foi um período dedicado à produção de outros artistas até o single “Rec ON”, acompanhado de clipe, projetar Bface para fora da cena local e abrindo caminho para a sequência de “O Infame” e “Práxis”, singles que integraram o álbum de estreia, “Gradientes” (2018). O disco apareceu em algumas listas de álbuns notáveis daquele ano e rendeu participação em vários projetos de sessions, como Sofar Sounds, HAI Studio, Estufa entre outros.

Bface. Crédito foto: Gustavo Salun

Ficha técnica
Todas faixas produzidas por Bface, com exceções Jetpack e Devaneio em Sol produzidas por Jxtacincx e Torrents produzida por EricBeatz
Gravação, Mix e Master: Bface
Direção de Arte e Design: Bface
Foto: Gustavo Salun
Produção Executiva
Amanda Tintori e Bface
Gravadora Suite Music

Ouça “Egoritmos”: www.suite.fanlink.to/egoshit

Acompanhe Bface:
www.soundcloud.com/brunobface
www.twitter.com/BfaBface
www.instagram.com/bfacee

CONTRATEMPO FESTIVAL REÚNE MAIS DE 100 ARTISTAS DE TODO PARANÁ

Contratempo Festival é também um manifesto da classe que aguarda o Pacote de Medidas de Apoio ao Setor Cultural prometido pelo Governo do Estado do Paraná para maio

Nasce um novo espaço para exaltar o poder transformador da cultura e levar sanidade às pessoas isoladas devido a pandemia. Artistas do Paraná se unem para a primeira edição do Contratempo Festival, um evento online, com mais de 100 ações ao vivo durante 12 horas consecutivas. As transmissões serão entre 9h e 21h, de terça-feira, dia 23 de junho, no canal do Instagram das/dos artistas. 

Contratempo Festival traz a multiplicidade e versatilidade do setor cultural: música, teatro, cinema, circo, literatura, performances, dança, artes plásticas, fotografia, juntas em um só evento. A cada hora, apresentações exclusivas que prometem surpreender as espectadoras e espectadores. Serão oito artistas solo, companhias e/ou bandas por hora. Karol Conka, Alexandre Nero, Fabíula Nascimento (única que será no twitter porque seus perfis foram ocupados por pessoas negras em junho), A Banda Mais Bonita da Cidade, Ave Lola, Baque Mulher, Mandicuera, Mulamba, Cia dos Palhaços, Letícia Sabatella, Janine Mathias, Dow Raiz, Fotofolia, Rimon Guimarães, Slam das Gurias CWB, Caburé Canela, De um filho, de um cego, Abacate Contemporâneo, Luís Melo, Katiuscia Canoro e cia brasileira de teatro, entre outros, outras e outres movimentam a terça-feira do Paraná. 

Mais que apresentações, o evento é um manifesto, um pedido de socorro da classe artística, uma das primeiras a parar e que não tem previsão de retorno presencial. Ao contrário de outros estados do Brasil, que logo no início da pandemia publicaram editais de auxílio emergencial ao setor, o Governo do Paraná segue sem ações efetivas. O tímido pacote de medidas de “apoio e fortalecimento do setor cultural”, anunciado para maio, ainda não aconteceu, e quando questionada sobre recursos para o Fundo Estadual de Cultura, a Superintendente de Cultura, Luciana Casagrande Pereira, comenta sobre a esperança na aprovação da Lei Aldir Blanc como único plano do Estado. A lei aguarda a sanção presidente até dia 1º de julho. 

A previsão desse recurso realmente chegar às trabalhadoras e trabalhadores da cultura é tardia para a situação de emergência que a classe enfrenta, e os artistas cobram uma resposta mais efetiva. Enquanto isso, a cadeia produtiva da economia criativa se vira da forma que dá, iniciativas como Salve a Graxa e Cultura Salva arrecadam cestas básicas e distribuem aos profissionais mais afetados pelo coronavírus. 

A Coragem – Rede de Profissionais da Música de Curitiba, articuladora do Contratempo Festival, ressalta que a classe artística rapidamente atendeu as determinações da OMS e segue apoiando a permanência do fechamento dos espaços culturais, por entender que o isolamento social é fundamental para atravessar este momento. Porém, diante da impossibilidade de continuar exercendo suas atividades profissionais, o setor necessita de medidas compatíveis com a situação emergencial que atinge todos os trabalhadores paranaenses da cultura”. O Coletivo também está participando de conversas com a prefeitura de Curitiba, onde um grupo de trabalho está sendo criado para encaminhar ações concretas de apoio. 

:: CONTRATEMPO 
O nome do festival é um indicativo para o momento que a classe artística está vivendo. Contratempo é uma circunstância ou incidente inesperado, que impede ou contraria o curso de um acontecimento, de um projeto. Na música, é um deslocamento do acento métrico natural do compasso. Onde o acento que seria no tempo forte (naturalmente) acontece no tempo fraco. Contratempo pode ser regular e irregular. 

Programação:

:: 09h às 10h
09h às 09h15 – Leticia Sabatella 
09h15 às 09h30 – Bia Figueiredo / Parabolé
09h30 às 09h45 – Fotofolia / Iria Braga
09h45 às 10h – Katiuscia Canoro / Itaercio Rocha

:: 10h às 11h
10h às 10h15 – Baque Mulher / Mano a Mano Trio
10h15 às 10h30 – Maureen Miranda e Necos Yaros / Pé no Palco
10h30 às 10h45 – Adri Menegale / Cia Portátil
10h45 às 11h – Grupo Fato / Leonardo Cruz e Laremi Paixão

:: 11h às 12h
11h às 11h15 – Cia Brasileira de Teatro / Diego Perin
11h15 às 11h30 – Aminoácido / Jossane Ferraz
11h30 às 11h45 – Léo Fressato / Luis Mello
11h45 às 12h – Rogeria Holtz / Rubyhoo

:: 12h às 13h
12h às 12h15 – Raissa Fayet / Abacate Contemporâneo
12h15 às 12h30 – Amanda Lyra / Partigianos
12h30 às 12h45 – Conde Baltazar / O Tiziu
12h45 às 13h – Rimon Guimarães / Francisco Mallmann

:: 13h às 14h
13h às 13h15 – Antropofocus / Bea Gerolin
13h15 às 13h30 – Cultucada / Davi Henn
13h30 às 13h45 – A banda mais bonita da cidade / Um baile bom
13h45 às 14h – Dow Raiz / Mahallo

:: 14h às 15h
14h às 14h15 – Fabiula Nascimento / Tuyo
14h15 às 14h30 – Ave Lola / Bernardo Bravo
14h30 às 14h45 – Festival Saliva / Juliana Cortes
14h45 às 15h – Londrina Ska Clube / Marcel Szymanski

:: 15h às 16h
15h às 15h15 – Leandro Daniel / Caburé Canela
15h15 às 15h30 – De ym filho, de um cego
15h30 às 15h45 – Chico Paes / Marcio Juliano Outro Samba
15h45 às 16h – Súbita / Casa do Suingue

:: 16h às 17h
16h às 16h15 – Ethnya / Raquel Bombieri
16h15 às 16h30 – Hause of X / Murillo Mongelo
16h30 às 16h45 – Saulo Soul /
16h45 às 17h – Sofar Curitiba / Kendri Albuquerque

:: 17h às 18h
17h às 17h15 – Gal Freire / Esperanza
17h15 às 17h30 – Renara Melão / Vigor Mortis
17h30 às 17h45 – Central Sistema de Som / Trupe da Periferia
17h45 às 18h – Goat Fest / Siamese

:: 18h às 19h
18h às 18h15 – Alexandre Nero / Slam das Gurias
18h15 às 18h30 – Família Estranha / Obragem
18h30 às 18h45 – Juana Profunda / Rubia Divino
18h45 às 19h – Janine Mathias / Babi Oeiras

:: 19h às 20h
19h às 19h15 – Curitiba Jazz Festival / Cia Senhas
19h15 às 19h30 – Mulamba / Cia dos Palhaços
19h30 às 19h45 – Ricardo Pozzo / Roseane Santos
19h45 às 20h – Karol Conka / Selvátiva

:: 20h às 21h
20h às 20h15 – Estrela Leminski e Teo Ruiz / Bloco Afropretinhosidade
20h15 às 20h30 – Cia Stavis Damaceno / Mandicuera
20h30 às 20h45 – Dalvinha Brandão / Mano Cappu
20h45 às 21h – Miss G / MUV

SERVIÇO
Contratempo Festival
data: 23 de junho, terça-feira.
horário: 9h às 21h
Página do evento no facebook, aqui
Organização: Coragem – Rede de Profissionais da Música de Curitiba

Local: conta do Instagram de cada artista. 
www.instagram.com/karolconka/ 
www.instagram.com/leticia_sabatella/ 
www.instagram.com/alexandrenero/ 
www.instagram.com/bandamaisbonita/ 
www.instagram.com/katiusciacanoro/ 
www.instagram.com/ave_lola/ 
www.instagram.com/selvaticaoficial/ 
www.instagram.com/missgburlesca/ 
www.instagram.com/luismeloficial/ 
www.instagram.com/baquemulhercwb/ 
www.instagram.com/associacao_mandicuera/ 
www.instagram.com/rochaitaercio/ 
www.instagram.com/mulambaoficial/ 
www.instagram.com/slamdasguriascwb/ 
www.instagram.com/ciadospalhacos/ 
www.instagram.com/dowraizoficial/ 
www.instagram.com/janinemathias/ 
www.instagram.com/foto_folia/ 
www.instagram.com/rimonguimaraes/ 
www.instagram.com/caburecanela/ 
www.instagram.com/deumfilhodeumcego/ 
www.instagram.com/abacate.contemporaneo/ 
www.instagram.com/ciabrasileira/ 
www.twitter.com/fabiunascimento

foto: Karol Conka. Crédito: Carlos Salles
fonte: 
Cliteriosa Comunicação 
Santa Produção

CONTRATEMPO FESTIVAL

Artistas do Paraná se unem para a primeira edição do Contratempo Festival, um evento online, com mais de 100 ações ao vivo durante 12 horas consecutivas. As transmissões serão entre 9h e 21h, de terça-feira, dia 23 de junho, no canal do Instagram das/dos artistas. 

Contratempo Festival traz a multiplicidade e versatilidade do setor cultural: música, teatro, cinema, circo, literatura, performances, artes plásticas, dança, fotografia, juntas em um só evento. A cada hora, apresentações exclusivas que prometem surpreender as espectadoras e espectadores. 

Mais que apresentações, o evento é um manifesto, um pedido de socorro da classe artística, uma das primeiras a parar e não tem previsão de retorno presencial. Ao contrário de outros estados do Brasil, que logo no início da pandemia publicaram editais de auxílio emergencial ao setor, o Governo do Paraná segue sem ações efetivas. O pacote de medidas de “apoio e fortalecimento do setor cultural”, anunciado para maio, ainda não aconteceu, e quando questionada sobre recursos para o Fundo Estadual de Cultura, a Superintendente de Cultura, Luciana Casagrande Pereira desconversa e diz que estão aguardando a Lei Aldir Blanc, que que aguarda a sanção presidente até dia 1º de julho.

CONTRATEMPO FESTIVAL
O nome do festival é um indicativo para o momento que a classe artística está vivendo. Contratempo é uma circunstância ou incidente inesperado, que impede ou contraria o curso de um acontecimento, de um projeto. Na música, é um deslocamento do acento métrico natural do compasso. Onde o acento que seria no tempo forte (naturalmente) acontece no tempo fraco. Contratempo pode ser regular e irregular.

PROGRAMAÇÃO
Confira quem se apresenta no Festival e já vai seguindo todes no Instagram para receber a notificação do início das apresentações ao vivo:

:: 09h às 10h
09h às 09h15 – Leticia Sabatella 
09h15 às 09h30 – Bia Figueiredo / Parabolé
09h30 às 09h45 – Fotofolia / Iria Braga
09h45 às 10h – Katiuscia Canoro / Itaercio Rocha

:: 10h às 11h
10h às 10h15 – Baque Mulher / Mano a Mano Trio
10h15 às 10h30 – Maureen Miranda e Necos Yaros / Pé no Palco
10h30 às 10h45 – Adri Menegale / Cia Portátil
10h45 às 11h – Grupo Fato / Leonardo Cruz e Laremi Paixão

:: 11h às 12h
11h às 11h15 – Cia Brasileira de Teatro / Diego Perin
11h15 às 11h30 – Aminoácido / Jossane Ferraz
11h30 às 11h45 – Léo Fressato / Luis Mello
11h45 às 12h – Rogeria Holtz / Rubyhoo

:: 12h às 13h
12h às 12h15 – Raissa Fayet / Abacate Contemporaneo
12h15 às 12h30 – Amanda Lyra / Partigianos
12h30 às 12h45 -Conde Baltazar / O Tiziu
12h45 às 13h – Rimon Guimarães / Francisco Mallmann

:: 13h às 14h
13h às 13h15 – Antropofocus / Bea Gerolin
13h15 às 13h30 – Cultucada / Davi Henn
13h30 às 13h45 – A banda mais bonita da cidade / Um baile bom
13h45 às 14h – Dow Raiz / Mahallo

:: 14h às 15h
14h às 14h15 – Fabiula Nascimento / Tuyo
14h15 às 14h30 – Ave Lola / Bernardo Bravo
14h30 às 14h45 – Festival Saliva / Juliana Cortes
14h45 às 15h – Londrina Ska Clube / Marcel Szymanski

:: 15h às 16h
15h às 15h15 – Leandro Daniel / Caburé Canela
15h15 às 15h30 – De ym filho, de um cego
15h30 às 15h45 – Chico Paes / Marcio Juliano Outro Samba
15h45 às 16h – Súbita / Casa do Suingue

:: 16h às 17h
16h às 16h15 – Ethnya / Raquel Bombieri
16h15 às 16h30 – Hause of X / Murillo Mongelo
16h30 às 16h45 – Saulo Soul /
16h45 às 17h – Sofar Curitiba / Kendri Albuquerque

:: 17h às 18h
17h às 17h15 – Gal Freire / Esperanza
17h15 às 17h30 – Renara Melão / Vigor Mortis
17h30 às 17h45 – Central Sistema de Som / Trupe da Periferia
17h45 às 18h – Goat Fest / Siamese

:: 18h às 19h
18h às 18h15 – Alexandre Nero / Slam das Gurias
18h15 às 18h30 – Familia Estranha / Obragem
18h30 às 18h45 – Juana Profunda / Rubia Divino
18h45 às 19h – Janine Mathias / Babi Oeiras

:: 19h às 20h
19h às 19h15 – Curitiba Jazz Festival / Cia Senhas
19h15 às 19h30 – Mulamba / Cia dos Palhaços
19h30 às 19h45 – Ricardo Pozzo / Roseane Santos
19h45 às 20h – Karol Conka / Selvátiva

:: 20h às 21h
20h às 20h15 – Estrela Leminski e Teo Ruiz / Bloco Afropretinhosidade
20h15 às 20h30 – Cia Stavis Damaceno / Mandicuera
20h30 às 20h45 – Dalvinha Brandão / Mano Cappu
20h45 às 21h – Miss G / MUV

SERVIÇO
Contratempo Festival
data: 23 de junho, terça-feira.
horário: 9h às 21h
Página do evento no facebook, aqui
Organização: Coragem – Rede de Profissionais da Música de Curitiba

INOVADOR E BIZARRO: ACONTECE NESSE FINAL DE SEMANA O 2º FESTIVAL DE MONOBANDAS

A cidade de Morretes, no litoral do Paraná, irá sediar a segunda edição do Festival de Monobandas, nos dias 2 e 3 de novembro

Os braços estão ocupados com a guitarra e o pandeiro meia-lua; os pés com o bumbo, a caixa e o chimbau; a boca com a gaita e a corneta. Alguns ainda inovam e acrescentam mais sonoridades e instrumentos. Quem já viu, quer ver novamente. Quem nunca viu, fica deslumbrado. Inovador, único e totalmente bizarro, o Festival de Monobandas 2019 está na sua segunda edição e celebra os talentos supremos desses músicos individuais que, sozinhos, oferecem os sons completos de uma banda. O evento acontecerá, neste ano, na cidade de Morretes, no litoral do Paraná, nos dias 2 e 3 de novembro. Um final de semana imperdível celebrando esse estilo ousado e único de fazer o bom e velho rock’n’roll.

A curadoria e organização do festival ficou por conta da super dupla: o produtor e empresário antoninense, Marcos Maranhão (um dos idealizadores do Antonina Blues Festival), e o músico, one man band e proprietário da Fon Fon Records, Klaus Koti, que uniram os talentos, força de vontade e muita loucuragem para colocar um evento como esse em prática. “Esse é o primeiro festival grande de monobandas do Brasil (segunda edição)”, revela Koti. “A ideia sempre foi essa: fazer um festival brasileiro e mostrar esse estilo ao público, que muitas vezes desconhece, dando ênfase ao trabalho individual de cada músico – instrumentos, estilos e composições autorais”, complementa.
Serão ao todo 12 monobandas, também conhecidas como bandas de um homem/ mulher só (one man band/ one girl band) ou ainda homem/ mulher orquestra. Algumas dessas bandas tocaram na primeira edição, em Antonina, outras são inéditas no Festival. Ao todo 10 monobandas são brasileiras, 1 da Argentina e 1 do Uruguai. “Tivemos que pegar bandas mais próximas geograficamente ou que tivessem algum tipo de acesso que facilitaria para nós, pois esse ano não conseguimos o apoio da Prefeitura de Antonina e nem de outras cidade”, explicam. “Desta forma, totalmente independente, vamos realizar o evento no Pátio Beer, em Morretes, em frente para o Rio Nhundiaquara, que fica na praça do centro histórico dessa cidade histórica do nosso Paraná”, contaram os organizadores. “A ideia é tornar o Festival itinerante, difundindo o estilo em diversos locais”, conclui Marcos Maranhão. Ainda no “line up” do festival terão duas mulheres tocando (onde girl bands) e um músico do Rio de Janeiro que irá ministrar uma oficina de cigarbox (guitarra artesanal própria do estilo confeccionada com sucatas), além dos super Dj`s curitibanos Danny Tee e Eduardo Dok (ambos tem um repertório mega sofisticado quando o assunto é música boa + rock’n’roll).

Mas onde surgiu esse estilo tão original e performático? Os primeiros registros conhecidos de múltiplos instrumentos musicais tocados por uma mesma pessoa datam do século XIII, e eram o cachimbo e o tabor . O cachimbo era uma simples flauta de três furos que podia ser tocada com uma mão; o tabor é hoje mais conhecido hoje como tarola. Depois disso a coisa foi evoluindo e tomando outros formatos, até chegar no blues e no folk, onde o estilo ganhou uma versão mais rock’n’roll. Cantores de blues como “Daddy Stovepipe” (Johnny Watson) cantavam, tocavam violão e batiam os pés no ritmo, ou usavam um pedal para tocar bumbo ou prato. Num estilo mais garagem (trash) surgiu um grande one man band mais moderno e muito apreciado pelos admiradores do estilo, Hasil Adkins. Vale a pena conhecer um pouco dessa história. No Brasil, há muitos relatos mas nenhum registro oficial sobre os primórdios desse movimento. Revela-se que existia na década de 40 um one man band no Rio Grande do Sul. Quando Klaus Koti começou a desenvolver o estilo, há uns 15 anos, ainda causava estranheza no Estado e na região. “Quando eu comecei a tocar sozinho já havia um projeto bem semelhante ao meu em São Paulo, com o músico Marco Butcher”, explica Koti, que tem o projeto chamado O Lendário Chucrobillyman.

Por toda essa história e curiosidades, resta pensar que essa será uma excelente oportunidade de abrir os horizontes musicais e se divertir, numa cidade linda (a segunda cidade mais visitada do Paraná). Para quem gosta de um bom róque vale lembrar que os estilos de cada monobanda vão desde o 

blues, rockabilly, rock psicodélico, psychobilly, folk, jazz, rock primitivo-tosqueira, punk e garagem, também terá uma pitada de música brasileira. “Nossa expectativa é que o Festival de Monobandas seja muito doido e mostre mais da música autoral produzida no Estado, no Brasil e nos nossos arredores”, finalizam Klaus Koti e Marcos Maranhão.

Serviço:
2º Festival de Monobandas – Morretes
Local: Pátio Morretes, Rua General Carneiro, 6, Morretes
Data: 2 e 3 de novembro (sábado e domingo), às 14h
Entrada gratuita
Página do evento, aqui

LANÇAMENTO DO LIVRO SOBRE O SOM DOS SETENTA

Você é o nosso convidado para o lançamento do livro SOBRE O SOM DOS SETENTA, do jornalista e agitador cultural Aroldo Antonio Glomb Junior, neste dia 13 de setembro, às 19 horas, na Escola Portfólio, em Curitiba!

Esta é a primeira obra do jornalista, amante da boa música, colecionador de discos e organizador, ao lado de sua esposa, da tradicional Feira Vinil Vivo!

Nesta obra, a primeira de uma coleção de 10 edições, Glomb fala sobre 20 discos que ele indicaria para qualquer pessoa do ano de 1970! São discos de rock, jazz, blues, soul e outras surpresas.

O jornalista não ficou preso ao formato “discos de sucesso” e nem mesmo aos estilos musicais mais tranquilos de se escrever – falando até mesmo de música caipira!

A obra tem o apoio da Nova Garagem e da Let’s Rock, que apostaram no projeto ousado!

No dia haverá também uma mini feira de vinil!

A obra Sobre o Som dos Setenta será vendida neste dia pelo valor de R$39, e você poderá comprar a sua edição autografada pelo escritor.

Serviço:
Lançamento do livro Sobre o Som dos Setenta
Data: Sexta, 13 de setembro, das 19h às 22h
Local: Escola Portfolio, Rua Alberto Folloni, 634 A – Juvevê, Curitiba
Página do evento, aqui
Entrada gratuita!

Organização:  Sobre o Som dos SetentaLet’s RockAntigas Novidades do RockEscola PortfolioObleas Originales

MISTURA SONORA DE DOW RAIZ CHEGA AO TEATRO DO PAIOL

Dow Raiz. Foto: Luciano Meirelles – HAI studio

Rapper curitibano é atração de setembro do projeto Brasis no Paiol. 

O rapper curitibano Dow Raiz leva sua mistura de rimas, batidas e influências para o projeto Brasis no Paiol 2019. O artista, que há alguns anos está entre os destaques nacionais, apresenta-se no icônico palco de Curitiba no dia 12 de setembro, quinta-feira, às 20h. Os ingressos, com valores a R$ 10 e R$ 5, estão à venda na Capela Santa Maria e no Teatro do Paiol. 

O show tem como base o repertório do EP “As Profundezas de um Tempo Danger”, que Dow Raiz lançou em abril deste ano. No trabalho, o rap é a linha mestra, com as clássicas batidas boom bap do hip hop, mas passando também pelo jazz, trap, funk e diferentes estilos da música brasileira. O disco marca a fase em que o artista mudou-se de Curitiba para São Paulo e firmou-se como um dos destaques nacionais do rap, com passagens pelo projeto Rap Box e Showlivre.

A carreira do rapper começou em 2007. Após fazer parte dos grupos Inthefinityvoz e Unification, ganhou destaque nacional com o lançamento da faixa “Abrafé de Abraão”, em 2013. No mesmo ano, lançou o álbum “Antibióticos de Rua”. 

No palco, Dow estará acompanhado pelo DJ Morenno Mongelos, Ian Giller na bateria, Allan Giller no baixo, Chico Han na flauta, Gabriel Gaiardo no piano, Du Gomide na guitarra e Will Costa na percussão. 

Confira os próximos shows do Brasis no Paiol 2019: 
– 24 de outubro: Plutão já foi Planeta (RN) 
– 21 de novembro: Edgar (SP) 
– 05 de dezembro: Bernardo Bravo (Curitiba) 
– 19 de dezembro: Anelis Assumpção (SP) 

Brasis no Paiol 
Desde 2012, os produtores Bina Zanette (Santa Produção) e Heitor Humberto (Fineza Comunicação e Cultura) realizam uma sequência de shows no Teatro do Paiol, com artistas de diferentes regiões do Brasil, bem como nomes da cidade. O objetivo é sempre apresentar novidades, lançamentos, estreias e projetos especiais de artistas com trabalhos de relevância artística, que gerem interesse do público curitibano. 

Em 2019, o projeto é realizado com o Projeto de Apoio e Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba. Conta com o patrocínio do Shopping Pátio Batel e o apoio do restaurante A Caiçara, Hostel O Bosque e Zoloo Videolab. 

Serviço 
Dow Raiz no Brasis no Paiol 
data: 12 de setembro, quinta-feira, 20h 
local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n 
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia) 
Página do evento: aqui

Pontos de venda: 
– Capela Santa Maria: R. Conselheiro Laurindo, 273 
Horário bilheteria: terça à sexta, 9h às 12h e 14h às 18h30 (consulte horários diferenciados em dias de eventos). Telefone: (41) 3321-2840. 

– Teatro do Paiol: Praça Guido Viaro, s/n (vendas a partir do dia 20/08, havendo disponibilidade de ingressos) 
Horário bilheteria: Terça à sexta, 14h às 17h30 (consulte horários diferenciados em dias de eventos). Telefone: (41) 3213-1340. 

LUEDJI LUNA VEM À CURITIBA PELA PRIMEIRA VEZ E FAZ DOIS SHOWS NO PAIOL

Ingressos esgotaram em 24 horas e artista baiana anuncia sessão extra. Shows abrem a temporada do projeto Brasis no Paiol no dia 25 de abril.

O projeto Brasis no Paiol começa sua temporada de 10 shows em 2019 com a estreia da cantora e compositora baiana Luedji Luna em Curitiba. A artista se apresenta acompanhada por sua banda no dia 25 de abril, quinta-feira, às 20h e 21h40. As entradas da primeira sessão esgotaram em menos de 24 horas. A venda do segundo show começa na segunda-feira, dia 8, às 10h.

Luedji Luna lançou seu primeiro disco, “Um Corpo no Mundo”, em 2017. O álbum reúne diferentes sonoridades como MPB, samba, ritmos africanos, batuque baiano e jazz, com letras que abordam temas sociais, principalmente no que se refere à identidade afrobrasileira.

Pensados coletivamente, os arranjos trazem a identidade cultural de cada um dos músicos, que resultou numa sonoridade de difícil definição. O disco teve produção de Sebastian Notini, músico sueco radicado na Bahia, que também assina a direção musical do espetáculo. Kato Change, guitarrista queniano que já tocou com nomes como Aloe Blacc, Salïf Keita e Sean Kuti, é o responsável pelos arranjos de guitarra. François Muleka, filho de imigrantes congoleses, é o violonista. Já o baixo elétrico e acústico fica por conta do cubano radicado em São Paulo Aniel Somellian. As percussões são de Rudson Daniel, de Salvador, e de Sebastian Notini.

O trabalho foi contemplado com o Prêmio Afro (2017) e Prêmio Bravo na categoria Revelação (2018). Com o disco, a artista circulou pelos principais festivais brasileiros como Coquetel Molotov (Recife/PE), Radioca (Salvador/BA), Breve (Belo Horizonte/MG), Timbre (Uberlândia/MG) e Coala (São Paulo/SP).

O show
O show é uma proposta para se pensar identidade, é o olhar da cantora sobre si mesma a partir do contato, ainda que disperso, com os imigrantes africanos em São Paulo. O projeto se fundamenta na ideia do não pertencimento, do corpo que ocupa o espaço, mas não se identifica, e da necessidade de conexão com a ancestralidade.

Shows da temporada 2019 do Brasis no Paiol:
23/05 – Aláfia (SP)
13/06 – Tulipa Ruiz (SP)
11/07 – Siba (PE), 11 de julho;
15/08 – Duo + Dois: Duofel, Robertinho Silva e Carlos Malta (SP/RJ)
12/09 – Dow Raiz (Curitiba)
24/10 – Plutão já foi Planeta (RN)
21/11 – Edgar (SP)
05/12 – Bernardo Bravo (Curitiba)
19/12 – Anelis Assumpção (SP)

Brasis no Paiol
Desde 2012, os produtores Bina Zanette (Santa Produção) e Heitor Humberto (Fineza Comunicação e Cultura) realizam uma sequência de shows no Teatro do Paiol, com artistas de diferentes regiões do Brasil, bem como nomes da cidade. O objetivo é sempre apresentar novidades, lançamentos, estreias e projetos especiais de artistas com trabalhos de relevância artística, que gerem interesse do público curitibano.

Em 2019, o projeto é realizado com o Projeto de Apoio e Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba. Conta com o patrocínio do Shopping Pátio Batel e o apoio do restaurante A Caiçara.

Serviço:
Luedji Luna – sessão extra
Dia 25 de abril, quinta-feira, 21h40
Teatro do Paiol: Praça Guido Viaro, s/n
Ingressos*: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada, conforme legislação)
Página do evento, aqui

*INGRESSOS:
Pontos de venda sem cobrança de taxa:
– Teatro do Paiol: Praça Guido Viaro, s/n
Horário bilheteria: Terça à sexta, 14h às 17h30 (consulte horários diferenciados em dias de eventos)
Telefone: (41) 3213-1340
– Capela Santa Maria: R. Conselheiro Laurindo, 273
Horário bilheteria: terça à sexta, 9h às 12h e 14h às 18h30 (consulte horários diferenciados em dias de eventos)
Telefone: (41) 3321-2840
Venda com cobrança de taxa: www.aloingressos.com.br

fonte: Cliteriosa Comunicação

SCHË LANÇA SEU PRIMEIRO SINGLE “AS CORES”


SCHË é uma cantora e compositora curitibana que lançou sua primeira música agora dia 21 de fevereiro, uma quinta-feira, em uma live em seu perfil do Facebook, e em seu perfil do Instagram: @sche_cantante.

Seu primeiro single intitulado “As Cores” foi concebido de rascunhos que tinha escrito há anos que se encaixaram em perfeita harmonia na melodia. O refrão ela escreveu no estúdio em alguns pares de minutos, surgiu, como dizem, do nada. A letra não narra uma sequência de acontecimentos, são fragmentos de experiências e constatações que juntas formam uma amálgama de sentimentos e sensações. A letra tem profundidade, poesia, fala de esperança, fala de amor de uma maneira não óbvia, o que dá a ela várias interpretações dependendo do interlocutor. Mas mesmo sendo poética e profunda ainda é pop pela sua sonoridade. Este single foi produzido pelo Amadeus de Marchi e Gustavo Schirmer e teve masterização do Nico do Nico’s Studio onde foi gravado.

Contando um pouco sobre sua história, desde muito cedo gostava de brincar afinando a voz com o piano, ficava horas ouvindo discos antigos de Jazz na casa dos pais, onde a relação com a música foi muito estreita. Quando adolescente as amizades trouxeram a mistura de gêneros como o Rock n’ Roll, Punk-Rock e Grunge. Foi quando aos 17 anos assumiu pela primeira vez o posto de vocalista, sua primeira banda chamava-se “Neo Canibalismo” e tocavam Rock Alternativo. Passou por outras bandas como “Ela e os Demais” que trouxe a influência da MPB, “The Sharons” onde cantava Rock n’ Roll autoral e “Scheila Foltran e os Jazzers” que foi seu último projeto onde reencontrou sua paixão de infância, o Jazz. Tudo isso somou muito para enriquecer sua experiência musical.

Agora, assumindo sua verdadeira identidade artística, SCHË traz uma nova sonoridade original e envolvente. Suas músicas possuem uma sonoridade moderna que mistura pop, jazz, rock experimental e alternativo, trip hop, e uma pegada eletrônica. Sua aparência e estilo são impactantes. Seus materiais sonoros e áudio visuais são muito bem produzidos. O objetivo de sua carreira é ter um lugar significativo no cenário fonográfico brasileiro. E este projeto tem como cerne a inquietação da artista, que de um ponto de vista singular vindo de sua personalidade artística, aborda temas como empoderamento, profundidade, olhar para si mesmo, auto aceitação, introspecção, sagrado feminino, amor, tudo com uma linguagem poética e um olhar único.

SCHË fez uma festa de pré-lançamento na sua casa um dia antes do lançamento oficial.

“A festa foi aqui em casa e foi maravilhoso poder estar com muito amigos e parceiros no aconchego do meu lar. Montamos um palco na sala e mudamos o conceito de entretenimento por aqui, hehehe. No show acústico fui acompanhada por Du Gomide no violão, onde tocamos minhas quatro músicas autorais incluindo a música As Cores, que foi lançada oficialmente nesta quinta em todas as plataformas digitais. Depois do show passamos o clipe no telão duas vezes e as pessoas vibraram muito, até porque muitas delas tinham participado das filmagens. Tive apoio do restaurante Bab Tuma de comida Síria, e tivemos também o apoio da cervejaria Brew Field de chop artesanal, e meu outro apoiador é o salão Tristano Peluqueria, que fez o meu cabelo. A atmosfera da festa foi de muita emoção e alegria. Tive feedbacks muito positivos, tanto do clipe quantos das outras músicas que serão lançadas nos próximos meses. Hoje sou só agradecimentos por tudo que aconteceu ontem, pela energia positiva que meus amigos e parceiros me transmitiram. E me sinto muito grata pelo apoio e pela confiança que todos eles depositam em mim.”

Sobre o Clipe
foi produzido lindamente pelo O Filme Produções, foi filmado no final de janeiro, na antiga galeria Soma que agora é Espaço de performance e etc onde fomos muito bem recebidos pelo dono do espaço Eduardo Amato. O clima das filmagens foi de total descontração, o elenco era formado por amigos convidados, e a produção também, salvo algumas pessoas que acabaram viraram amigos neste momento. O Clipe teve a participação da sua mãe, e até do gato da família, podemos ver o seu nome no elenco, Bruce Lee.

Ficha técnica do clipe Direção e Direção Fotografia Raphael Moraes Direção de Arte e Figurino Gui Almeida Assistente de Fotografia Richardyson Marafon, Nathalie Caparica e Anderson Dubaca Produção Giovanni Cosenza Montagem e Cor Raphael Moraes Roteiro Raphael Moraes, Gui Almeida, SCHË Maquiagem Jhonny Macartney Assistente de maquiagem Hiago Pinheiro Elenco em ordem alfabética. Anderson Dubaca Catarina Flor Bruce Lee Bruno Raetsch Cacau Larissa Carangi Linda Andrade Ferreira Loysi Liider Milla Elen Monah Linda Nitai Nunes SCHË Siu Foltran.

Crédito foto: Ana Seidel

SCHË nas redes sociais:
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BRASIS NO PAIOL APRESENTA HURTMOLD 20 ANOS

Banda instrumental é a penúltima atração do projeto em 2018.

Brasis no Paiol traz a Curitiba o show comemorativo de 20 anos da banda Hurtmold. Destaque no cenário independente de música instrumental, o grupo se apresenta no dia 16 de novembro, às 20h no Teatro do Paiol, em Curitiba. Os ingressos já estão à venda e custam entre R$20 e R$40.

Com influências calcadas no rock e que passam pelo jazz, punk, funk, música eletrônica até chegar aos ritmos regionais da música brasileira, Hurtmold já dividiu o palco com músicos como o norte-americano Rob Mazurek, o brasileiro Paulo Santos (Uakti) e o suiço Thomas Rohrer. Individualmente seus integrantes colaboraram com os artistas Naná Vasconcelos, Pharoah Sanders, Bill Dixon, Roscoe Mitchell, Toninho Horta, Prefuse 73, Dan Bitney (Tortoise), Joe Lally (Fugazi), Mike Ladd, High Priest, entre outros.

De 1998 para cá, Hurtmold lançou seis álbuns. O sétimo nasceu quando entraram em estúdio novamente, mas desta vez para a produção do álbum Hurtmold & Paulo Santos, Curado, que saiu em setembro de 2016 e entrou na lista dos melhores discos do ano da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA). Em 2017, lançaram a edição comemorativa de 15 anos do álbum Cozido em vinil.

Agenda Brasis no Paiol
07/12 – Badi Assad lança “Volta ao Mundo em 80 Artistas”.

Sobre o projeto
Brasis no Paiol é uma iniciativa das produtoras Santa Produção e Fineza Comunicação & Cultura, em um parceria iniciada em 2012. Alguns nomes que já passaram pelo palco do Brasis: Qinho, Sambas do Absurdo, Rael, Karol Conka (com Emicida e Kamau), Metá Metá, Juçara Marçal, Pélico, Romulo Froes, Katia B, Ná Ozzetti, Passo Torto, Rico Dalasam, Trupe Chá de Boldo, Graveola, Alzira E, Fióti, Saulo Duarte e a Unidade, Patricia Bastos & Dante Ozzetti, Bianca Gismonti, Macaco Bong, Felipe Cordeiro, entre outros. Em 2018, o projeto conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Curitiba, Fundação Cultural de Curitiba, Joaquim Livros & Discos, A Caiçara, Effex Tecnologia e Criação e Cliteriosa Comunicação. O projeto gráfico é de Jaime Silveira.

SERVIÇO:
HURTMOLD 20 ANOS
Data: 16 de novembro, sexta
Hora: 20h
Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho, Curitiba.
Ingressos: R$20 e R$40.
Pontos de venda: bilheteria do teatro, Livraria Joaquim e A Caiçara.
Página do evento, aqui

Ouça Hurtmold: aqui