Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
Na foto de Gus Benke, Bruna Pena em performance durante a Experiência Língua Solta
Projeto de Bruna Pena reúne música, dança e mostra de videoclipes em uma noite de experimentação audiovisual
A Experiência Língua Solta – vol. 4 acontece no dia 11 de junho como parte da programação do Olhar de Cinema. Criado e conduzido pela cantora e diretora audiovisual Bruna Pena, o projeto vem se consolidando como um espaço de encontro entre linguagens, e nesta edição amplia sua proposta ao incorporar a mostra de videoclipe que abre a festa.
Bruna Pena apresenta um show que combina voz, camadas eletrônicas, guitarra e performance, com projeções visuais e a participação de dançarinos em cena. Sua pesquisa artística transita entre o íntimo e o coletivo, criando atmosferas sensoriais que convidam o público a uma escuta expandida – e nesta edição expande ainda mais sua dimensão audiovisual. Clara Gomes e Samuca Melo assumem a pista de dança durante o show.
Ela convida para a Experiência FERALKAT LAB, projeto experimental da também diretora audiovisual Natasha Durski. Ela assume o palco com uma performance que atravessa beats, texturas e ruídos, explorando uma sonoridade que se desloca entre a pista e a experimentação eletrônica, mantendo a energia da noite em fluxo contínuo.
Abrindo a programação, a noite conta com uma mostra de videoclipes composta por 10 trabalhos selecionados por meio de chamada aberta online. Os artistas escolhidos passam a integrar o evento, com direito a entrada liberada e +1 acompanhante, fortalecendo o caráter do projeto como plataforma de circulação e troca entre produções audiovisuais independentes. O resultado será divulgado no instagram da cantora (@oibrunapena).
O evento será realizado na Blind Pig – espaço anexo ao Ginger Bar, conhecido na cidade por seus excelentes drinks e programação cultural. Endereço Rua Saldanha Marinho, 1220 – Centro – Curitiba/PR
SERVIÇO: Confira a programação completa abaixo: Programação 22h00 – Abertura da casa 23h00 – Mostra de Videoclipes (10 videoclipes de até 5 minutos) 00h00 – Show Feralkat c/ laboratorio de projeções 01h00 – Show Bruna Pena c/ laboratório de projeções e dançarinos
Valores Ingresso antecipado R$15,00 Ingressos 1º Lote: R$25,00 Ingresso na hora R$35,00 Ingresso Credenciados Olhar de Cinema R$15,00 Link Ingressos, aqui Link Inscrição Videoclipes, aqui
A peça “Somos um só: cuidar é amar e viver” estreia dia 03 de junho, às 19h no Teatro Positivo.
O Coro Cênico Pequeno Cotolengo, projeto do Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo, apresenta no dia 3 de junho a peça intitulada “Somos um só: cuidar é amar e viver”. Com mais de 35 pessoas com múltiplas deficiências em palco, o espetáculo reafirma o potencial criativo e artístico das pessoas com deficiência e celebra o poder transformador da arte como instrumento de inclusão.
A peça acompanha Marina, uma menina curiosa que realiza o sonho de conhecer a praia durante as férias. Ao lado do primo Hugo e da ambientalista Sofia, ela descobre as belezas do oceano e os impactos da poluição na vida marinha. Entre músicas e cenas emocionantes, o espetáculo aborda consciência ambiental, pertencimento e responsabilidade coletiva, mostrando que cuidar da natureza é cuidar da vida.
O elenco reúne participantes nos papéis de personagens, co-personagens e coral, todos acompanhados por profissionais especializados ao longo de todo o processo de criação e apresentação. Para Alessandra Marquete, diretora do Coro Cênico, o projeto vai além do palco. “Nossa missão é mostrar que as pessoas com deficiência são capazes de realizar qualquer atividade. O teatro é um espaço de expressão, de confiança e de superação, e cada apresentação é a prova viva disso.”
A estreia contará ainda com a presença do cantor Edy Lemond, artista brasileiro conhecido nacionalmente por sucessos do eletrofunk como a música “Madagascar”, uma das canções que integra o espetáculo. Com mais de dez anos de carreira, o cantor acumula milhões de visualizações nas plataformas digitais e é reconhecido por músicas que marcaram o gênero no Sul do país e em diferentes regiões do Brasil. A canção “Madagascar” foi carinhosamente cedida pelo artista para compor a trilha da peça, fortalecendo a proposta afetiva e inclusiva do projeto.
O Ministério da Cultura e o Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo, apresentam o Projeto Coro Cênico Pequeno Cotolengo, que conta com o patrocínio das empresas Buffalo Motores, Cia Beal, Cia de Cimentos Itambé, Condor, Dreymoor, FGVTN, Grupo Fertipar, Grupo GPS, Grupo TIC, Kingraf, Livrarias Curitiba, ON Petro, Pasa, Posto Maru, Solo Networks, Soma Sul Equipamentos e Vecci Tecidos, captado por meio da Lei de Incentivo à Cultura. O espetáculo conta com recursos de acessibilidade, como intérprete de Libras, audiodescrição, além de espaços adaptados para cadeirantes. Para aqueles que precisarem da acessibilidade, é recomendado avisar a equipe responsável que estará no local.
Com uma narrativa leve, divertida e emocionante, “Somos um só: cuidar é amar e viver” chega à sua sétima edição como um dos principais projetos do Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo voltados à inclusão e à valorização das pessoas com deficiência.
Criado em 2009, o projeto já realizou mais de 100 apresentações para públicos do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, alcançando mais de 30 mil pessoas. Para os Assistidos, estimula a criatividade, a expressão e as habilidades socioculturais, desenvolvendo de forma lúdica o potencial e a autonomia de cada participante.
A peça estreia dia 3 de junho, às 19h, no UP Experience, mini auditório do Bloco da Pós-Graduação. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados pelo Sympla neste link
Serviço: “Somos um só: cuidar é amar e viver” – Um espetáculo do Coro Cênico Pequeno Cotolengo Data: 03 de junho Horário: 19h Endereço: Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – Ecoville, Curitiba. Entrada franca. Retire seu ingresso gratuitamente neste link
Sobre o Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo O Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo realiza mais de 481 mil atendimentos multidisciplinares gratuitos, com leitos de alta complexidade em Casas Lares e Grandes Lares e leitos de transição de cuidados em suas Unidades Hospitalares, voltados à recuperação clínica e funcional de pessoas com perda transitória ou permanente de autonomia. Reconhecido e habilitado pelo Ministério da Saúde, destaca-se como a maior Organização do Paraná em seu tipo de atendimento.
Atende pacientes do SUS de Curitiba em 37 especialidades médicas e terapêuticas, oferecendo fisioterapia, psicologia, terapia ocupacional, fonoaudiologia para crianças com TEA e distúrbios de fala, e equoterapia. Mantém ainda a Escola Pequeno Cotolengo, uma das maiores de educação especial do estado.
Organização da Sociedade Civil (OSC), em 2025 foi eleita a Melhor ONG do Paraná e uma das 100 Melhores ONGs do Brasil, reconhecida entre as Melhores Empresas Para Trabalhar no Paraná e acreditada pela Joint Commission International (JCI) em cuidados prolongados nas Unidades São Luis Orione e Santa Terezinha, certificação considerada o padrão ouro internacional em excelência assistencial.
Toda a atuação é sustentada por doadores e parceiros, com gestão baseada em um sólido Programa de Compliance que assegura o uso eficaz e responsável de cada doação.
Evento terá sessões especiais com entrada gratuita para o público no jardim do hospital, além de programação exclusiva para pacientes
De 23 a 29 de maio, o Hospital Pequeno Príncipe recebe a 3ª edição da Mostra de Cinema no Pequeno Príncipe, projeto cultural voltado a crianças, familiares e à comunidade. A abertura contará com sessões especiais ao ar livre, no jardim do hospital, nos dias 23 e 24 de maio, às 19h, com entrada gratuita para o público em geral, sujeita à lotação. Para participar, é necessário retirar os ingressos uma hora antes do início de cada sessão.
Entre os dias 25 e 29, as sessões são exclusivas para pacientes e familiares, mas o público pode ter acesso à programação em formato online, disponível a partir do 23 de maio a 6 de junho no site do evento.
A iniciativa, viabilizada por meio da Lei Rouanet, propõe ampliar o acesso ao cinema dentro e fora do ambiente hospitalar, criando espaços de imaginação, acolhimento e encontro. Assim como nas edições anteriores, a Mostra leva o cinema diretamente aos pacientes internados, com exibições nos televisores do hospital, garantindo acesso seguro e democrático aos conteúdos.
Nas duas primeiras edições, realizadas em 2021 e 2022, foram exibidos mais de 40 filmes, alcançando mais de 7 mil pessoas entre pacientes, acompanhantes e público online. Como nas edições anteriores, a programação contará novamente com recursos de acessibilidade, como Libras, legendas descritivas e audiodescrição, ampliando o alcance das atividades. A nova edição mantém esse compromisso e expande a experiência com sessões presenciais e uma plataforma online aberta ao público.
Olho mágico – Histórias em todo canto Com curadoria de Sabrina Demozzi e produção da Trópico Audiovisual, com direção de Diego Florentino, a 3ª Mostra reúne 20 filmes, entre curtas e longas-metragens, e propõe uma ideia simples e potente: usar o cinema como forma de “espiar” o mundo, despertando curiosidade, empatia e conexão, sob o tema Olho Mágico – Histórias em todo canto. Os filmes percorrem temas como amizade, diversidade, meio ambiente, descobertas e fantasia, criando um percurso sensível e acessível para diferentes idades e serão apresentados em quatro eixos curatoriais:
Cuidar do mundo: histórias que aproximam as crianças da natureza e da vida em relação com o ambiente; Histórias que acontecem de perto: narrativas sobre afeto, cotidiano e relações familiares; Mundos que se encontram: encontros entre culturas, territórios e modos de viver; Inventar a alegria: filmes em que a imaginação e a brincadeira conduzem as histórias.
Para a curadora Sabrina Demozzi, a Mostra é um espaço de conexão. “Poucas coisas aproximam mais as pessoas do que o cinema. E pensar uma Mostra para as crianças é buscar essa conexão com o universo infantil, que é imenso, encantado e fabuloso. Organizamos uma seleção de filmes para que a 3ª Mostra de Cinema do Pequeno Príncipe seja esse tempo de encontro: um recorte em que pessoas de diferentes idades compartilham, juntas, o espaço da imaginação.”
Ao reunir crianças, famílias, pacientes e público externo, a Mostra reforça o papel da cultura como ferramenta de cuidado, escuta e transformação.
Além das exibições dos filmes, o projeto também produziu a reimpressão do Manual Prático de Stop-Motion, um material didático que reúne uma série de atividades e acessórios pensados para estimular a criação de histórias por meio de imagens animadas. A publicação terá distribuição gratuita para pacientes do Hospital Pequeno Príncipe, estudantes da rede pública de Curitiba e região, bem como para o público presente nas sessões abertas dos dias 23 e 24 de maio. O material também estará disponível gratuitamente, em versão digital, no site oficial do projeto.
A 3ª Mostra de Cinema no Pequeno Príncipe conta com patrocínio das empresas Grupo Braspine e Grupo Fasa, e tem o Hospital Pequeno Príncipe como instituição beneficiada.
SERVIÇO: 3ª Mostra de Cinema no Pequeno Príncipe De 23 de maio a 29 de junho de 2026 Hospital Pequeno Príncipe Avenida Silva Jardim, 1677 (esquina com Des. Motta, Curitiba) Sessões de abertura 23 e 24 de maio, às 19h Eventos abertos ao público, mediante retirada de ingressos gratuitos no local uma hora antes de cada sessão (a partir das 18h) Programação online gratuita 23 de maio a 6 de junho www.cinemanopequenoprincipe.com.br Classificação: livre
Na foto de Vitor Dias, o público reunido no quintal da Alfaiataria – Espaço de Artes durante a primeira edição da Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer, encontro que transforma escuta, convivência e partilha em experiência coletiva.
Segundo encontro do ciclo “práticas da memória – entre lembrar e esquecer”, que integra o projeto “Ações para Mundos Poéticos”, propõe uma travessia entre arte, escuta e experiência subjetiva no dia 27 de maio.
Há lembranças que permanecem acesas durante anos. Outras desaparecem antes mesmo de se tornarem linguagem. Entre aquilo que o corpo guarda, o tempo transforma e a palavra tenta alcançar, se acende a segunda edição da Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer, encontro promovido pela Alfaiataria – Espaço de Artes, em Curitiba. O encontro gratuito acontece no dia 27 de maio (quarta-feira, as 20h), e recebe o pesquisador e psicanalista Vinícius Armiliato para uma conversa aberta ao público sobre memória, subjetividade e criação.
Realizada no quintal da Alfaiataria, a ação parte da imagem ancestral das pessoas reunidas ao redor do fogo para compartilhar histórias, experiências e modos de existir. Mais do que um debate, a proposta cria um espaço de convivência e escuta, onde pensamento e presença se atravessam continuamente.
Com curadoria do artista e pesquisador Francisco Mallmann, a Roda de Fogo reúne convidados de diferentes áreas do conhecimento para refletir sobre a memória não como arquivo fixo, mas como matéria viva: algo que se reorganiza, se desloca e se reinventa continuamente. O encontro faz parte do Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos (AMP), iniciativa contemplada pelo edital de Ações Continuadas da Funarte e dedicada ao fortalecimento de práticas de criação, formação e intercâmbio nas artes da cena contemporânea.
Graduado em Artes Cênicas e Psicologia, Vinícius Armiliato desenvolve pesquisas que articulam filosofia, clínica e artes da cena. Doutor e pós-doutor na linha de Filosofia da Psicanálise da PUCPR, atua como professor da Univille e curador do Seminário Fronteiras da Psicanálise, realizado mensalmente em Curitiba desde 2021.
Memória como criação em movimento Ao aproximar psicanálise e experiência artística, o encontro propõe reflexões sobre esquecimento, repetição, elaboração e construção narrativa de si. Na clínica, lembrar nunca significa simplesmente recuperar algo intacto. Toda memória carrega desvios, lacunas e reinvenções. Nas artes da cena, essa instabilidade aparece de maneira concreta: nenhum gesto retorna da mesma forma, nenhuma presença se repete integralmente. “A memória nunca retorna de maneira idêntica. Toda lembrança carrega algo de invenção, de reconstrução e de deslocamento. Talvez lembrar seja justamente produzir novas formas de relação com aquilo que vivemos”, afirma Vinícius Armiliato.
Para Francisco Mallmann, a potência da Roda de Fogo está na possibilidade de transformar pensamento em experiência compartilhada. “O fogo aparece como imagem de encontro, mas também de transformação. Ao compartilhar experiências e escutas, percebemos que memória não é permanência absoluta, e sim algo que se move entre presença, ausência e criação”, comenta.
Ações para Mundos Poéticos A Roda de Fogo integra o conjunto de ações do Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos (AMP), idealizado por Janaina Matter, realizado em parceria com a produtora cultural Michele Menezes, da Pró Cult. Ao longo de 2026, o programa promove atividades voltadas à formação artística, pesquisa e experimentação cênica.
Entre as iniciativas estão a Oficina de Iluminação Cênica para Mulheres, ministrada por Lucri Reggiani; o Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis, conduzido por Guilherme Jaccon; a segunda edição do Programa de Formação Cênica Alfaiataria; e a Mostra Les Latinas, dedicada a solos teatrais de artistas lésbicas latino-americanas.
Ao aproximar arte, pensamento e convivência, o programa consolida a Alfaiataria – Espaço de Artes como um espaço dedicado à criação contemporânea, à troca entre diferentes saberes e à construção de experiências coletivas. “Inspirada na imagem ancestral das pessoas reunidas ao redor do fogo, a ação busca criar uma experiência de escuta compartilhada. Mais do que discutir memória, queremos produzir um espaço em que ela possa ser vivida coletivamente”, afirma Janaina Matter, diretora artística da Alfaiataria.
SERVIÇO: 2ª Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer Dia: 27 maio de 2026 Horário: 20h Duração: 1h a 1h30 Local: Quintal da Alfaiataria – Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 247 – Centro) Entrada: gratuita, sujeita à capacidade do espaço Informações: @alfaiataria_
Sobre Vinícius Armiliato: Bacharel em Artes Cênicas pela FAP e graduado em Psicologia pela PUCPR, Vinícius Armiliato é psicanalista, pesquisador e professor universitário. Doutor e pós-doutor na linha de Filosofia da Psicanálise da PUCPR, desenvolve pesquisas voltadas às relações entre memória, subjetividade, normalidade e experiência clínica. Atualmente é professor adjunto do curso de Psicologia da Univille e curador do Seminário Fronteiras da Psicanálise, realizado mensalmente em Curitiba desde 2021. Também atua como tradutor de textos nas áreas de filosofia e psicanálise e organizou publicações como Nunca se vive inteiramente o presente: patrimônio, psicanálise e epistemologia (2025) e Georges Canguilhem em Perspectiva.
HOSPITAL PEQUENO PRÍNCIPE contrata Estagiário(a) Comunicação/Asse. De Imprensa. Vaga para trabalhar em Curitiba e São José dos Pinhais-PR.
Atividades: – Auxiliar na atualização de Mailings diversos; – Conhecer e contribuir com o processo de redação de notas e comunicados em geral; – Ajudar no processo de produção de clipping e de relatórios de clipagem; – Aprender e redigir textos institucionais variados; – Acompanhar jornalistas da área de Comunicação na produção de fotos na Instituição.
Requisitos: – Estar cursando graduação em Comunicação Institucional, Comunicação Social, Jornalismo ou Relações Públicas;
Horário a combinar
Interessados(as) encaminhar cv com o nome da vaga no campo “Assunto” para o e-mail recrutamento@hpp.org.br
Peça propõe uma reflexão sobre a liberdade ao reinterpretar a trágica história do Circo Vostok. Apresentação única acontece dia 23 de maio (sábado), com ingressos a partir de R$ 10,.
A Cia de 2, grupo teatral com mais de 20 anos de trajetória, chega a Curitiba para uma apresentação única do premiado espetáculo de teatro e circo “Leões, Vodka e um Sapato 23”. A sessão acontece dia 23 de maio (sábado), às 20h, no Teatro do Sesc da Esquina.
A montagem parte do trágico e conhecido evento envolvendo o Circo Vostok para convidar o público a uma profunda reflexão sobre o aprisionamento – seja ele físico, social ou psicológico. Ao colocar em cena leões que enfrentam o seu destino no picadeiro, a obra levanta um questionamento contundente: afinal, quem realmente está enjaulado? Os animais ou nós, presos em nossas próprias contradições e injustiças humanas?
O espetáculo mistura os “restos” de uma banda e de um circo, utilizando pedaços de lona e sobras de vodka em um ambiente tomado por murmúrios russos e rugidos felinos. Em cena, quatro leões bufos convocam a plateia para testemunhar sua própria morte, sua miséria e os amargos dias de fome dentro da jaula. O tom tragicômico e a estética circense criam uma atmosfera imersiva e provocativa.
Desde sua estreia oficial em 2019, na 5ª edição do CIRCOS (Festival Internacional Sesc de Circo, em São Paulo), a peça tem trilhado um caminho de grande sucesso de público e crítica. A obra já circulou por inúmeras unidades do Sesc em São Paulo e no Paraná, além de ter integrado a programação de importantes festivais nacionais e internacionais, como o FESTCLOWN (Brasília), FESTIA (Canoas) e o Festival de Inverno de Bonito (MS).
“Leões, Vodka e um Sapato 23” rendeu a Cia de 2, prêmios de destaque na cena teatral nacional, incluindo: Festival Nacional de Teatro de Duque de Caxias (2023): Vencedor nas categorias Melhor Espetáculo (1º lugar), Melhor Direção e Melhor Cenografia e FENATA – Festival Nacional de Teatro de Ponta Grossa (2019): Vencedor de Melhor Espetáculo (Júri Popular) e Melhor Figurino.
Serviço: Espetáculo “Leões, Vodka e um Sapato 23” (Cia de 2) 23 de maio, sábado, às 20 horas Sesc da Esquina — R. Visconde do Rio Branco, 969 – Mercês, Curitiba Ingressos: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia-entrada) | R$ 10 (Trabalhador do Comércio) Classificação Indicativa: Maiores de 12 anos
Ficha técnica: Elenco: Adriano Laureano, Jean de Oliveira, Jonas di Paula e Guilherme Padilha Direção: Daniela Biancardi Direção Musical: Mateus Guimarães Figurinos: Chris Galvan Maquiagem: Daniela Biancardi Iluminação: Miguel Ramos Orientação Dramat gica: Suzana Aragão Cenografia: Núcleo de Pesquisa e Montagem do espetáculo Confecção de Cenário: Willian Alves e Orlando Sales Edição de Som: DJ Evelyn Cristina Adereços: Márcio Douglas e Orlando Sales Produção: Jean Oliveira
Montagem híbrida que une tragédia grega, ópera e rap reestreia em Curitiba com protagonismo feminino e entrada gratuita nos dias 22 e 23 de maio.
Entre o trágico e o pulsante, entre o mito e a urgência do agora, o espetáculo “Édipo: Uma Ópera RAP” retorna para uma temporada, em novo formato, renovando sua potência estética e política ao revisitar um dos mais conhecidos mitos da antiguidade sob uma perspectiva radicalmente contemporânea: a das mulheres que sobreviveram à tragédia.
Após sessões lotadas no Teatro Guairinha, em 2024, a montagem da Entre 2 Produções chega à Capela Santa Maria para duas apresentações gratuitas, nos dias 22 e 23 de maio, precedidas por um ensaio aberto no dia 20. A obra, que articula tragédia grega, ópera e rap, transforma o palco em território de fricção entre linguagens, tempos e vozes, sobretudo aquelas historicamente silenciadas.
Sob direção cênica de Jossane Ferraz, dramaturgia de Marcelo Bourscheid e direção musical e composição de André Ricardo Souza, o espetáculo constrói uma tessitura híbrida em que o erudito e o urbano não apenas coexistem, mas se tensionam e se reinventam mutuamente. Em cena, canto lírico, beats, corpos em movimento e poesia falada erguem uma narrativa que desloca o centro do mito: não mais o herói trágico, mas as mulheres que restam. “A gente não queria apenas revisitar o mito, mas escutar o que ficou à margem. É um trabalho sobre presença, sobre as mulheres que permaneceram e que agora conduzem a narrativa”, destaca a diretora Jossane.
Da tragédia clássica ao corpo contemporâneo Inspirado na obra de Sófocles, o espetáculo desloca o eixo narrativo para Antígona e Ismene, filhas de Édipo, que assumem o protagonismo de uma história marcada por fatalidades e silenciamentos. Ao dar corpo e voz a essas personagens, a montagem propõe uma escuta ampliada, sensível e crítica, sobre as heranças simbólicas e afetivas que atravessam o feminino ao longo da história.
O trabalho nasce de um processo colaborativo que reúne artistas de diferentes campos, do hip hop à música de concerto, da dança urbana à interpretação teatral, criando uma linguagem cênica singular, marcada pela força coletiva e pela diversidade de expressões.
Na foto de @fuscaazulfotografia, os atores Taciane Vieira e Silvester Neto em cena ocupa o centro da narrativa como Antígona, conduzindo com voz e presença a travessia poética de “Édipo: Uma Ópera RAP”.
Quando as mulheres ocupam a narrativa Em “Édipo: Uma Ópera RAP”, o mito é atravessado por um gesto político e poético que devolve às mulheres o lugar de narradoras de sua própria história. Antígona e Ismene emergem das margens para se tornarem eixo e pulsação da cena.
Em cena, Taciane Vieira, Jaquelivre, Vanessa Rafaelly, Jossane Ferraz e Kimberlyn Freitas tecem um tecido vivo de vozes e presenças que sustenta a narrativa. Entre canto, palavra e movimento, suas atuações não se organizam apenas como personagens, mas como um coro feminino que atravessa o espetáculo, ampliando a escuta e tensionando as camadas do mito. Soma-se a elas a presença do ator e bailarino Silvester Neto e do MC Junior Zehut, que irrompem em cenas de rap. Ao lado desse núcleo, outros artistas e musicistas reforçam a arquitetura coletiva da obra, na qual o feminino não é apenas tema, mas força estruturante da cena.
Entre batidas, árias e movimentos, o espetáculo constrói uma paisagem sonora e visual que evoca tanto o rito ancestral quanto a urgência urbana. O resultado é uma obra que reverbera no presente, questionando estruturas de poder, memória e apagamento. “A música nasce desse encontro entre mundos que, à primeira vista, parecem distantes. O rap traz a urgência da fala, enquanto o canto lírico expande o tempo da escuta. Juntos, eles criam uma dramaturgia sonora que atravessa o corpo e a memória”, afirma o diretor musical André Ricardo.
SERVIÇO: ÉDIPO: UMA ÓPERA RAP Ensaio aberto: 20 de maio (terça-feira), às 15h Reservas: via Instagram @entre2producoes ou pelo e-mail entre2prod@gmail.com Apresentações: 22 e 23 de maio ( sexta-feira e sábado), às 20h Sessão com Libras: 23 de maio Local: Capela Santa Maria, Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro, Curitiba Entrada: Gratuita Classificação indicativa: 14 anos Realização: Entre 2 Produções
SINOPSE: A clássica narrativa de Édipo, o rei tebano que mata o pai e se casa com a própria mãe, é um dos mitos mais conhecidos da antiguidade clássica. No espetáculo Édipo: Uma Ópera RAP, essa história é recontada a partir da perspectiva das filhas do rei tebano, Antígona e Ismene, últimas remanescentes do legado imemorial de mortes e infortúnios que permeia a família de um dos personagens mais conhecidos da mitologia grega.
FICHA TÉCNICA: Direção: Jossane Ferraz | Direção Musical e composição: André Ricardo | Dramaturgia: Marcelo Bourscheid | Assistência de direção e designer gráfico: Rapha Fernandes | Produção e Realização: Entre 2 Produções | Assistentes de produção: Róger Borges Araujo e Íris Pereira Gonçalves | Elenco: Taciane Vieira, JaqueLivre, Silvester Neto, Kymberlyn Freitas e Jossane Ferraz | Instrumentistas: Dalila Lopes, Violinista Chavosa, Lina Abe e João Martinez | Cantora lírica: Vanessa Rafaelly | MC: Junior Zehut | Iluminação: Lucri Reggiani | Cenografia: Jossane Ferraz e Rapha Fernandes | Figurino: Rapha Fernandes | Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo
Coordenador Comercial Vendas. Vaga para trabalhar em Curitiba.
Objetivo da Função: Responsável pela coordenação estratégica e operacional da área comercial, atuando na gestão da equipe de vendas e consultoras, com foco em prospecção de clientes, expansão da carteira, desenvolvimento de negócios e atingimento das metas comerciais. Atua garantindo a execução das estratégias de vendas, fortalecimento da marca e excelência no relacionamento com clientes e parceiros.
Principais Responsabilidades: – Coordenar e acompanhar as atividades da equipe comercial e consultoras; – Definir estratégias comerciais voltadas à prospecção, captação e expansão da carteira de clientes; – Monitorar metas, indicadores de desempenho, produtividade e resultados da equipe; – Apoiar negociações estratégicas, fechamento de vendas e relacionamento com clientes; – Garantir a execução das ações comerciais em todas as plataformas disponíveis; – Analisar dados de mercado, tendências e atuação da concorrência, propondo estratégias de crescimento; – Acompanhar o processo de prospecção ativa e formação de mailing; – Validar propostas comerciais e apoiar a equipe na construção de soluções para clientes; – Desenvolver ações para aumento de vendas, retenção e fortalecimento da carteira; – Acompanhar e apoiar visitas comerciais presenciais e negociações externas; – Coordenar campanhas comerciais, ações promocionais e divulgação da marca; – Organizar e acompanhar eventos internos e externos voltados à prospecção e relacionamento comercial; – Garantir acompanhamento e gestão da carteira de clientes estratégicos; – Elaborar e acompanhar relatórios gerenciais e indicadores comerciais; – Participar da construção das estratégias de marketing e ações comerciais integradas; – Desenvolver e implementar técnicas e processos de vendas visando melhoria contínua da performance; – Capacitar, orientar e desenvolver tecnicamente a equipe comercial; – Acompanhar treinamentos, palestras e ações de divulgação comercial junto aos clientes; – Apoiar processos licitatórios e negociações corporativas quando necessário; – Garantir alinhamento da equipe quanto às políticas, processos e objetivos estratégicos da cooperativa.
Área: Comercial / Vendas Empresa localizada em Curitiba Salário compatível com a função
Analista de Design. Vaga Presencial. Para trabalhar no centro de Curitiba.
Responsabilidades: – Criação e manutenção de Landing Pages e páginas de produto (PDP) – Desenvolvimento de embalagens, manuais e materiais gráficos – Criação de Key Visuals (KVs) – Mapeamento da jornada do usuário (UX) – Tratamento profissional de imagens – Desenvolvimento de estandes para eventos
Requisitos: – Graduação em Design Gráfico (em andamento ou concluída) – Domínio de Figma – Conhecimento em Photoshop, Illustrator e InDesign – Conhecimento em UX/UI
O que oferecemos: – Vale-Refeição: R$30/dia (Cartão CAJU) – Plano de Saúde e Odontológico (após experiência) – Cartão farmácia com desconto em folha – Vale-Transporte – Seguro de Vida – Wellhub
Na foto de Mônica Lachman, Pagu Leal em cena do espetáculo em cartaz no Teatro Novelas Curitibanas: “Do Dia Que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei”.
“Do Dia Que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei” abre temporada gratuita de 14 a 24 de maio de 2026, com cenas inéditas e diálogo sobre corpo e identidade
Há um momento em que o espelho deixa de ser apenas reflexo e passa a ser confronto. É desse território, íntimo e coletivo, que nasce “Do Dia Que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei”, solo da atriz e autora Pagu Leal, que retorna ao Teatro Novelas Curitibanas para sua quarta temporada, entre os dias 14 e 24 de maio.
Dirigido por Giorgia Conceição, o espetáculo articula humor, relato pessoal e reflexão filosófica para abordar as violências simbólicas e estéticas que atravessam, sobretudo, a vida das mulheres. Em cena, o riso surge como alívio, mas principalmente como ferramenta de deslocamento, uma forma de olhar para padrões naturalizados e revelar suas estruturas.
A beleza como construção A nova temporada incorpora cenas inéditas que percorrem a história da beleza, da antiguidade grega à contemporaneidade. Ao longo dessa travessia, o espetáculo evidencia que os padrões estéticos não são universais nem fixos, mas construções históricas que moldam corpos, comportamentos e subjetividades. Partindo de experiências pessoais, Pagu Leal estabelece uma relação direta com o público, aproximando questões íntimas de uma dimensão coletiva. “O padrão ignora o envelhecimento natural das mulheres e objetifica corpos de jovens e adolescentes, desconsiderando aspectos como raça, cores, biotipos e contextos”, afirma.
Do palco ao encontro Mais do que uma crítica, o trabalho propõe um movimento de reconhecimento e deslocamento. Ao tensionar imagens cristalizadas, o espetáculo abre espaço para outras formas de percepção e existência. “Esse trabalho também é um convite para que cada pessoa possa se olhar com mais generosidade, fora das imagens que nos foram impostas”, diz Pagu Leal.
Como nas temporadas anteriores, após cada apresentação o público é convidado a permanecer para uma roda de conversa. O momento amplia a experiência cênica e transforma o teatro em espaço de escuta e partilha, reforçando o caráter coletivo da obra.
A experiência em prática Nesta temporada, a proposta se expande para além da cena com a realização da oficina “A Burla do Corpo”, ministrada pela diretora do espetáculo, Giorgia Conceição (Miss G). A atividade, realizada no próprio teatro, aprofunda na prática questões presentes no solo ao investigar o corpo como território de expressão, memória e transformação. “O burlesco, para mim, é uma ferramenta de reconexão com aquilo que nos foi tirado: a liberdade de existir no próprio corpo”, afirma a artista.
Voltada para até 15 participantes, sem necessidade de experiência prévia, a oficina acontece em dois encontros de quatro horas, aos sábados da temporada. Com metodologia própria, Miss G conduz uma travessia somato-psíquica que busca liberar padrões que limitam a expressão e estimular a potência criativa de cada participante. Tendo como pano de fundo a história do burlesco, ligada a uma dimensão invisibilizada do teatro feito por mulheres, a prática explora movimento, corporalidade e conexão criativa. As participantes são convidadas a “desencaixotar” corpos e emoções, desenvolvendo fluidez, confiança e autoexpressão.
O projeto é realizado pela Sociedade Poética, iniciativa fundada há 11 anos por Pagu Leal, dedicada à criação e ao desenvolvimento de projetos em teatro, poesia, filosofia e literatura, com foco em mulheres e coletivos femininos em Curitiba e região metropolitana.
Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura de Curitiba – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.
SERVIÇO: Espetáculo: Do Dia que Olhei no Espelho e Não Me Encontrei Data: 14 a 24 de maio de 2026 Horários: Quinta a sábado, às 20h | Domingos, às 19h Sessões com Libras: 15 e 22 de maio (sextas) Local: Teatro Novelas Curitibanas – Claudete Pereira Jorge (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1.222) Ingressos: Gratuitos, distribuídos uma hora antes das apresentações Classificação etária: 14 anos | Duração: 55 minutos
SERVIÇO
Oficina: A Burla do Corpo Dias: 16 e 23 de maio das 14h às 18h (dois sábados) Inscrições link: aqui Vagas: até 15 pessoas (sem necessidade de experiência prévia) Classificação etária: 18 anos Informações: lojamissg@gmail.com | 41 984545313
FICHA TÉCNICA: Texto e atuação: Pagu Leal | Direção artística e figurino: Giorgia Conceição | Iluminação: Izabelle Marques | Design gráfico: Luciane Stocco | Assessoria de comunicação: Bruna Bazzo | Produção e realização: Sociedade Poética
Sobre a Sociedade Poética surgiu há 11 anos, a partir do desenvolvimento artístico e intelectual da atriz e autora Pagu Leal, consolidando-se na criação, produção e incentivo de projetos ligados ao teatro, poesia, filosofia e literatura com mulheres e coletivos de mulheres em Curitiba e região metropolitana. A Sociedade Poética desenvolve iniciativas que valorizam a linguagem, o pensamento crítico e a comunicação humana. Seu propósito é fortalecer a cultura e promover experiências transformadoras por meio da arte e da palavra.
Sobre as artistas:
Atriz, dramaturga, produtora cultural e professora de ética e oratória, Pagu Leal construiu, ao longo de 33 anos de atuação, uma trajetória sólida nas Artes Cênicas, em Curitiba e em outras cidades brasileiras. Transita por diferentes funções, linguagens e plataformas, com uma pesquisa atravessada pela Filosofia, que confere densidade crítica e poética às suas criações.
Como dramaturga, tem 11 textos encenados, entre eles “A Vênus das Peles” (Prêmio Myriam Muniz/Funarte, 2011), “Difícil Amor” (Troféu Poty Lazarotto de Melhor Texto Teatral, 2004) e “Que Absurdo!” (selecionado no projeto Dramaturgias Contemporâneas Brasileiras da Fundação Cultural de Curitiba, 2003).
Na televisão, criou e protagonizou o programa de humor “Coisas de Casal” (RPC TV), também assinando o roteiro. Como atriz, soma mais de 40 espetáculos profissionais, com passagens por companhias como Grupo Satyros, Grupo Delírio e Cia Stavis & Damaceno. Seu trabalho articula criação, interpretação e pensamento, em uma investigação contínua entre corpo, palavra e experiência.
Giorgia Conceição, a Miss G, é uma das principais disseminadoras da arte burlesca no Brasil. Artista, diretora e mentora de novos talentos, ela é Mestre em Artes Cênicas pela UFBA e autora da influente pesquisa “A Burla do Corpo”, que se tornou base para discussões do burlesco no país. Convidada por Pagu Leal, assina a direção do solo “Do dia que olhei no espelho e não me encontrei.” O espetáculo fez quatro temporadas em Curitiba, sempre com grande sucesso de público.
Co-criadora do Festival Internacional Yes, Nós Temos Burlesco, Miss G também dirigiu a mostra semanal Terça Burlesca em Curitiba e faz parte da cúpula de curadoras da Combo Drag Week. Seus trabalhos mais recentes, como os espetáculos O Piano Burlesco (2024) e Baderna (2023), têm atraído grande público. Além do alcance nacional, ela já levou sua performance para contextos internacionais, apresentando-se em cidades como Buenos Aires (Argentina), Nova Iorque (EUA), Kyoto (Japão), Berlim (Alemanha) e Viena (Áustria)