TULIPA RUIZ – BRASIS NO PAIOL

Tulipa Ruiz – Às Vezes from Biondo Artwork on Vimeo.

A terceira edição do Brasis no Paiol 2019 traz a Curitiba a cantora e compositora paulista Tulipa Ruiz. A artista vem à cidade para o show de lançamento do álbum “TU” no dia 13 de junho, quinta-feira, no Teatro do Paiol. Os ingressos custam R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada). ATUALIZAÇÃO: Ingressos esgotados na bilheteria. Venda da cota online abre às 14h no site Alô Ingressos.

O mais recente trabalho de Tulipa tem um formato “nude”, como ela chama. Segundo a artista, é como se as músicas estivessem peladas, já que foram gravadas utilizando voz e violão. “Em um momento no qual a tecnologia nos dispersa e a overdose de informação nos sobrecarrega, quis fazer um disco mais íntimo, mais próximo, mais cru”, explica. Participam do disco seu irmão, o violonista Gustavo Ruiz; e o percussionista Stéphane San Juan. Os dois assinam a produção. O canadense Scotty Hard foi o engenheiro de som e gravou as músicas em seu estúdio, em Nova York.

“TU” é o quarto disco de Tulipa Ruiz, lançado digitalmente em 2017. Antes dele, vieram “Efêmera” (2010), “Tudo Tanto” (2012) e “Dancê” (2015). Em 2015, faturou o Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Pop Contemporâneo Brasileiro.

Confira os próximos shows do Brasis no Paiol 2019:
– 11 de julho: Siba (PE)
– 15 de agosto: Duo + Dois: DUOFEL, Robertinho Silva e Carlos Malta (SP/RJ)
– 12 de setembro: DowRaiz (Curitiba)
– 24 de outubro: Plutão Já Foi Planeta (RN)
– 21 de novembro: Edgar (SP)
– 05 de dezembro: Bernardo Bravo (Curitiba)
– 19 de dezembro: Anelis Assumpção (SP)

Brasis no Paiol
Desde 2012, a Santa Produção e Fineza Comunicação & Cultura realizam uma sequência de shows no Teatro do Paiol, com artistas de diferentes regiões do Brasil, bem como nomes da cidade. O objetivo é sempre apresentar novidades, lançamentos, estreias e projetos especiais de artistas com trabalhos de relevância artística, que gerem interesse do público curitibano.

Em 2019, o projeto é realizado com o Projeto de Apoio e Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba. Conta com o patrocínio do Shopping Pátio Batel e o apoio do restaurante A Caiçara, Hostel O Bosque e Zoloo Videolab.

Serviço:
Tulipa Ruiz – Brasis no Paiol 2019
13 de junho, quinta-feira, 20h
Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n, Prado Velho, Curitiba 
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia)
Início das vendas: 27 de maio*
– 9h Capela Santa Maria
– 14h Site Alô Ingressos
(a partir do dia 28 de maio, havendo disponibilidade, o Teatro do Paiol também venderá ingressos).
Confira a página do evento, aqui

>> Limite de compra de três ingressos por pessoa
Arte da página: Brenda Dos Santos
Comunicação: Cliteriosa Comunicação
Palco: Effex – Tecnologia E Criação

*INGRESSOS:
As vendas começam no dia 27 de maio, segunda-feira – mais informações a seguir

Os ingressos são disponibilizados da seguinte forma:
– O teatro tem a capacidade para 217 lugares
10% destinados à Fundação Cultural de Curitiba
10% destinados ao patrocinador do projeto
5% destinados à produção
Os ingressos sao colocados à venda da seguinte forma:
80% para venda nos pontos físicos (Capela Santa Maria e Paiol) sem cobrança de taxa
20% para venda online com cobrança de taxa.

LUEDJI LUNA VEM À CURITIBA PELA PRIMEIRA VEZ E FAZ DOIS SHOWS NO PAIOL

Ingressos esgotaram em 24 horas e artista baiana anuncia sessão extra. Shows abrem a temporada do projeto Brasis no Paiol no dia 25 de abril.

O projeto Brasis no Paiol começa sua temporada de 10 shows em 2019 com a estreia da cantora e compositora baiana Luedji Luna em Curitiba. A artista se apresenta acompanhada por sua banda no dia 25 de abril, quinta-feira, às 20h e 21h40. As entradas da primeira sessão esgotaram em menos de 24 horas. A venda do segundo show começa na segunda-feira, dia 8, às 10h.

Luedji Luna lançou seu primeiro disco, “Um Corpo no Mundo”, em 2017. O álbum reúne diferentes sonoridades como MPB, samba, ritmos africanos, batuque baiano e jazz, com letras que abordam temas sociais, principalmente no que se refere à identidade afrobrasileira.

Pensados coletivamente, os arranjos trazem a identidade cultural de cada um dos músicos, que resultou numa sonoridade de difícil definição. O disco teve produção de Sebastian Notini, músico sueco radicado na Bahia, que também assina a direção musical do espetáculo. Kato Change, guitarrista queniano que já tocou com nomes como Aloe Blacc, Salïf Keita e Sean Kuti, é o responsável pelos arranjos de guitarra. François Muleka, filho de imigrantes congoleses, é o violonista. Já o baixo elétrico e acústico fica por conta do cubano radicado em São Paulo Aniel Somellian. As percussões são de Rudson Daniel, de Salvador, e de Sebastian Notini.

O trabalho foi contemplado com o Prêmio Afro (2017) e Prêmio Bravo na categoria Revelação (2018). Com o disco, a artista circulou pelos principais festivais brasileiros como Coquetel Molotov (Recife/PE), Radioca (Salvador/BA), Breve (Belo Horizonte/MG), Timbre (Uberlândia/MG) e Coala (São Paulo/SP).

O show
O show é uma proposta para se pensar identidade, é o olhar da cantora sobre si mesma a partir do contato, ainda que disperso, com os imigrantes africanos em São Paulo. O projeto se fundamenta na ideia do não pertencimento, do corpo que ocupa o espaço, mas não se identifica, e da necessidade de conexão com a ancestralidade.

Shows da temporada 2019 do Brasis no Paiol:
23/05 – Aláfia (SP)
13/06 – Tulipa Ruiz (SP)
11/07 – Siba (PE), 11 de julho;
15/08 – Duo + Dois: Duofel, Robertinho Silva e Carlos Malta (SP/RJ)
12/09 – Dow Raiz (Curitiba)
24/10 – Plutão já foi Planeta (RN)
21/11 – Edgar (SP)
05/12 – Bernardo Bravo (Curitiba)
19/12 – Anelis Assumpção (SP)

Brasis no Paiol
Desde 2012, os produtores Bina Zanette (Santa Produção) e Heitor Humberto (Fineza Comunicação e Cultura) realizam uma sequência de shows no Teatro do Paiol, com artistas de diferentes regiões do Brasil, bem como nomes da cidade. O objetivo é sempre apresentar novidades, lançamentos, estreias e projetos especiais de artistas com trabalhos de relevância artística, que gerem interesse do público curitibano.

Em 2019, o projeto é realizado com o Projeto de Apoio e Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba. Conta com o patrocínio do Shopping Pátio Batel e o apoio do restaurante A Caiçara.

Serviço:
Luedji Luna – sessão extra
Dia 25 de abril, quinta-feira, 21h40
Teatro do Paiol: Praça Guido Viaro, s/n
Ingressos*: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada, conforme legislação)
Página do evento, aqui

*INGRESSOS:
Pontos de venda sem cobrança de taxa:
– Teatro do Paiol: Praça Guido Viaro, s/n
Horário bilheteria: Terça à sexta, 14h às 17h30 (consulte horários diferenciados em dias de eventos)
Telefone: (41) 3213-1340
– Capela Santa Maria: R. Conselheiro Laurindo, 273
Horário bilheteria: terça à sexta, 9h às 12h e 14h às 18h30 (consulte horários diferenciados em dias de eventos)
Telefone: (41) 3321-2840
Venda com cobrança de taxa: www.aloingressos.com.br

fonte: Cliteriosa Comunicação

BRASIS NO PAIOL APRESENTA HURTMOLD 20 ANOS

Banda instrumental é a penúltima atração do projeto em 2018.

Brasis no Paiol traz a Curitiba o show comemorativo de 20 anos da banda Hurtmold. Destaque no cenário independente de música instrumental, o grupo se apresenta no dia 16 de novembro, às 20h no Teatro do Paiol, em Curitiba. Os ingressos já estão à venda e custam entre R$20 e R$40.

Com influências calcadas no rock e que passam pelo jazz, punk, funk, música eletrônica até chegar aos ritmos regionais da música brasileira, Hurtmold já dividiu o palco com músicos como o norte-americano Rob Mazurek, o brasileiro Paulo Santos (Uakti) e o suiço Thomas Rohrer. Individualmente seus integrantes colaboraram com os artistas Naná Vasconcelos, Pharoah Sanders, Bill Dixon, Roscoe Mitchell, Toninho Horta, Prefuse 73, Dan Bitney (Tortoise), Joe Lally (Fugazi), Mike Ladd, High Priest, entre outros.

De 1998 para cá, Hurtmold lançou seis álbuns. O sétimo nasceu quando entraram em estúdio novamente, mas desta vez para a produção do álbum Hurtmold & Paulo Santos, Curado, que saiu em setembro de 2016 e entrou na lista dos melhores discos do ano da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA). Em 2017, lançaram a edição comemorativa de 15 anos do álbum Cozido em vinil.

Agenda Brasis no Paiol
07/12 – Badi Assad lança “Volta ao Mundo em 80 Artistas”.

Sobre o projeto
Brasis no Paiol é uma iniciativa das produtoras Santa Produção e Fineza Comunicação & Cultura, em um parceria iniciada em 2012. Alguns nomes que já passaram pelo palco do Brasis: Qinho, Sambas do Absurdo, Rael, Karol Conka (com Emicida e Kamau), Metá Metá, Juçara Marçal, Pélico, Romulo Froes, Katia B, Ná Ozzetti, Passo Torto, Rico Dalasam, Trupe Chá de Boldo, Graveola, Alzira E, Fióti, Saulo Duarte e a Unidade, Patricia Bastos & Dante Ozzetti, Bianca Gismonti, Macaco Bong, Felipe Cordeiro, entre outros. Em 2018, o projeto conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Curitiba, Fundação Cultural de Curitiba, Joaquim Livros & Discos, A Caiçara, Effex Tecnologia e Criação e Cliteriosa Comunicação. O projeto gráfico é de Jaime Silveira.

SERVIÇO:
HURTMOLD 20 ANOS
Data: 16 de novembro, sexta
Hora: 20h
Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho, Curitiba.
Ingressos: R$20 e R$40.
Pontos de venda: bilheteria do teatro, Livraria Joaquim e A Caiçara.
Página do evento, aqui

Ouça Hurtmold: aqui

SAMBAS DO ABSURDO NO PROJETO BRASIS NO PAIOL

Projeto de Juçara Marçal, Rodrigo Campos e Gui Amabis é inspirado no livro de Albert Camus

Juçara Marçal, Rodrigo Campos e Gui Amabis lançam no Teatro do Paiol o projeto inspirado no O Mito do Sísifo, de Albert Camus, Sambas do Absurdo. No show, o trio apresenta, além dos oito sambas que compõem o disco, outras canções que de alguma forma também contemplam o Absurdo. O espetáculo é dia 26 de outubro, às 20h e os ingressos custam entre R$20 e R$40.

Os Sambas do Absurdo, parcerias de Rodrigo Campos (música) e Nuno Ramos (letra), narram o encontro com o Absurdo, apresentado no livro como o divórcio do indivíduo com a própria a vida. Segundo Camus, a única questão filosófica que importa é o suicídio, e quando encontramos o Absurdo, que seria, em suma, a falta de sentido da vida, temos duas opções: ou nos suicidamos ou aprendemos a viver uma vida absurda.

A proposta estética do disco tem no cerne a quebra de alguns alicerces do samba, enquanto gênero. Essa quebra oferece, consequentemente, um samba obscuro, dissolvido, vertiginoso, pisamos num terreno pantanoso, e talvez essa sensação se pareça mesmo com o Absurdo. Juçara canta, Rodrigo toca violão e cavaco e Gui arranja, fazendo valer seus recursos de produtor e sua maneira peculiar de samplear.

Agenda Brasis no Paiol
6/11 – Hurtmold, 20 anos de carreira.
07/12 – Badi Assad lança “Volta ao Mundo em 80 Artistas”.

Sobre o projeto
Brasis no Paiol é uma iniciativa das produtoras Santa Produção e Fineza Comunicação & Cultura, em um parceria iniciada em 2012. Alguns nomes que já passaram pelo palco do Brasis: Rael, Karol Conka (com Emicida e Kamau), Metá Metá, Juçara Marçal, Pélico, Romulo Froes, Katia B, Ná Ozzetti, Passo Torto, Rico Dalasam, Trupe Chá de Boldo, Graveola, Alzira E, Fióti, Saulo Duarte e a Unidade, Patricia Bastos & Dante Ozzetti, Bianca Gismonti, Macaco Bong, Felipe Cordeiro, entre outros.  Em 2018, o projeto conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Curitiba, Fundação Cultural de Curitiba, Joaquim Livros & Discos, A Caiçara, Effex Tecnologia e Criação e Cliteriosa Comunicação. O projeto gráfico é de Jaime Silveira.

SERVIÇO
Sambas do Absurdo
Data: 26 de outubro, sexta-feira
Hora: 20h
Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho, Curitiba.
Ingressos: R$20 e R$40.
Pontos de venda: bilheteria do teatro, Livraria Joaquim e A Caiçara.
Mais informações no evento: aqui

Ouça Sambas do Absurdo
Spotify: aqui
YouTube:

UYARA TORRENTE LANÇA SINGLE SOLO

Vocalista da ‘A Banda Mais Bonita da Cidade’ mistura regionalismo, pop e dub.

“Cabelo moderno e coração de jacu”. É assim que Uyara Torrente descreve a si e ao seu primeiro trabalho solo,“A Temperança”.  O single da intérprete mistura instrumentos regionais e orientais às batidas do dub e foi composto através da dança. Conforme Uyara reagia aos beats apresentados, a música ganhou forma. “Eu me salvo dançando. Quero que a minha música seja a minha salvação através do corpo”, conta.

Após 10 anos como frontwoman da A Banda Mais Bonita da Cidade, onde continua firme e forte, a cantora sentiu a necessidade de ter seu próprio discurso, com uma via estética diferente da banda. Foi nos silêncios da chácara em que mora ao pé da Serra do Mar, que a composição da multiartista Maria Lalla Cy Aché, “A Temperança”, se apresentou como a canção que deveria ser a primeiro do seu trabalho solo.

A letra lúdica carrega singeleza e força, ganhando nova roupagem quando misturada a texturas orgânicas, como o pau de chuva no lugar do tradicional chimbal da bateria. A influência das batidas eletrônicas do dub vieram do  artista, parceiro de banda e também diretor do single, Marano Ailum. “Ele me apresentou umas coisas que eu gostava de dançar. As batidas entravam em mim. O disco dele já tem essa pegada, que eu gosto muito. Outra artista que me sinalizou caminhos foi Luiza Lian, quando vi seu show, percebi estava no caminho certo”, comenta Uyara e reforça que mesmo a música não falando diretamente sobre o feminismo, ela vem carregada da reconstrução do seu próprio feminino.

Sobre a direção, Marano explica que a música é uma mistura regional e oriental dentro da estrutura pop. “Os sons do harmônio e cítara se misturam ao da rabeca e tambores. O dub aparece descontruíndo a estrutura pop da música, apresentando um trabalho original e diferente. Acho que o resultado é um tipo de world music à brasileira”. Desconstrução possível graças às mãos e ouvidos afiados de Buguinha Dub que redesenha a canção.

Jean Machado, da banda Tuyo, participou da pré-produção, em seguida Du Gomide assumiu a produção ao lado de Marano, gravando também alguns instrumentos da faixa. Du produziu o álbum Ailum, do Marano, Karla Pereira, Itaercio Rocha, entre outros artistas. A masterização também é do Buguinha Dub.

CLIPE
Além da música, Uyara lança também o clipe, o que oferece mais corpo a canção. A direção, fotografia e montagem é do Rosano Mauro Jr. As projeções fractais psicodélicas foram criadas pelo artista Luiz Abreu, que também assina a finalização do clipe. “Essa música é muito íntima, diz muito sobre mim. Foi um desafio cantar meu single, olhando diretamente para a câmera”, conta Uyara.

SOBRE UYARA
Uyara Torrente nasceu em Paranavaí, noroeste do Paraná. Aos 17 anos se mudou para Curitiba, onde cursou Artes Cênicas, na Faculdade de Artes do Paraná. Desde de 2005 trabalha com teatro, cinema e música. Há 10 anos está à frente da A Banda Mais Bonita da Cidade, circulando pelos principais festivais e eventos do Brasil – Abril Pro Rock, Festival Timbre, Breve Festival, Levada, Psicodália – e de fora: Vodafone Mexefest Lisboa, Fiesta del Libro y la Cultura (Medellín, Colômbia), Festival Aquel Abrazo (Montevidéu – Uruguai), entre outros. Uyara cantou ao lado da banda em um evento oficial das Olimpíadas 2016 e fizeram turnês por Portugal, Espanha, França, Argentina, Colômbia, Uruguai, Venezuela e Argentina.

A TEMPERANÇA (clipe)
FICHA TÉCNICA:
Música Voz: Uyara Torrente
Backing Vocal: Larissa Tomass
Direção: Marano/Uyara Torrente
Produção: Du Gomide/ Marano
Pré Produção: Machado/ Marano/ Uyara Torrente
Mixagem: Buguinha Dub
Masterização: Buguinha Dub
Composição: Maria Lalla Aché
Vídeo Produção: Selecta Studio
Direção: Rosano Mauro Jr.
Concepção: Rosano Mauro Jr / Uyara Torrente
Dir. de Fotografia e Montagem: Rosano Mauro Jr.
VFX: Luiz Abreu
Maquiagem: Isabela Japiassú
Produção de Set: Lívia Milhomem

SINGLE
A arte de capa do single: Jaime Silveira.
Ouça nas plataformas de streaming:
Spotify: http://bit.ly/spotifyuyara
Deezer: http://bit.ly/deezeruyara
Google Play: http://bit.ly/gpuyara
Itunes: http://bit.ly/itunesuyara
Baixe: www.uyaratorrente.com