COM CONVIDADOS ESPECIAIS, SESC PAÇO DA LIBERDADE RECEBE SHOW GRATUITO, COM O LANÇAMENTO DO NOVO ÁLBUM DO CURITIBANO RAVI BRASILEIRO

Bruna caran e Ravi Brasileiro. Foto: Florebela Leticia.

Com as participações de Janaina Fellini, Lip Sossa, Rapuso, Mister One F.L., Tittocalleht e Nina Brasileiro, o show acontece neste sábado (19), às 17h30

Curitiba recebe em única apresentação, neste sábado (19), o show de lançamento de ´´7por2“, o novo álbum do curitibano Ravi Brasileiro, a partir das 17h30 e com entrada gratuita. Realizado no SESC Paço da Liberdade, em formato intimista, a performance do artista reúne Lucas Abreu na percussão e programação, e as participações especiais de vários artistas da cena curitibana, entre eles Janaina Fellini, Lip Sossa, Rapuso, Mister One F.L., Tittocalleht e Nina Brasileiro. Os ingressos podem ser emitidos pela plataforma Sympla


Badi Assad e Ravi Brasileiro. Foto: Oruê Brasileiro.

´´7por2“ está disponível em todas as plataformas de streaming e traz colaborações potentes com Badi Assad, Dante Ozzetti, Carlos Careqa, Bruna Caram, Caito Marcondes, Flaira Ferro e Leo Bianchini, Ravi entrelaça gerações e linguagens, dando corpo a um trabalho coletivo, ao transformar encontros em movimentos sonoros com o lançamento do álbum. 

Ao longo de sete faixas inéditas, o disco propõe uma travessia entre a palavra escrita e a cantada, celebrando um dos gestos primordiais da arte: a criação compartilhada.

Ouça aqui 

Com produção musical assinada por Du Gomide, as músicas ganham potência ao reunir diferentes sotaques e propõe um panorama da multiplicidade brasileira, tecendo um som que é, ao mesmo tempo, plural e profundamente enraizado. As canções de ´´7po2“ são narrativas que nascem a partir das conexões compartilhadas por Ravi em seu cotidiano. 

“Quando eu apresentei o projeto para o Du Gomide, a proposta era produzir cada música pensando na sua performance em Duo, pra que absolutamente tudo fosse tocado ao vivo. Então, o Du, sabiamente me aliviou e optamos por estruturar muito bem toda a pré-produção. Gostei de ter assumido só a guitarra como instrumento principal, além da voz, e o violão na música ´Dar Tempo ao Tempo`, com o Caito Marcondes. Foi muito bom ter feito dessa forma. Pois, pude me conectar mais comigo em cada música e menos com a tecnologia. E a produção alinhou um norte para canções tão distintas encontrarem uma identidade em comum. De fato, foi tudo muito rápido, mas ainda conseguimos dar espaço para o novo no dia das gravações. Amei as propostas que surgiram e aconteceram a partir do que já estava muito bem estruturado”, revela Ravi.  

Das composições originais idealizadas pelo Ravi, cada canção tem a sua forma poética. Ao longo da produção musical de ´´7por2“, o espaço para o desconhecido foi um elo imprescindível para que a criatividade e a relação com cada artista incorporasse outros sentidos poéticos, reverberando a personalidade sonora das músicas e enriquecendo a potência de cada letra.  

“Com cada artista, o processo teve sua própria singularidade. Dos arranjos elaborados com Dante Ozzetti, às sutilezas na condução da canção e no refinamento da letra com Leo Bianchini; da sensibilidade e fluidez compartilhadas com Bruna Caram às trocas à distância com Flaira Ferro, passando pela construção melódica e harmônica desafiadora com Caito Marcondes. Ou seja, cada parceria trouxe uma camada única. Reunir todos esses encontros é, em essência, realizar o propósito maior do projeto: aprender e criar na troca e na arte do encontro”, conceitua. 

Sobre o álbum 
Ravi Brasileiro chega ao seu quarto álbum de estúdio com amplitude e amadurecimento. O reflexo desta realidade é que, em ´´7por2“, as canções refletem a autenticidade e a riqueza da sua criatividade. 

Desde a composição ao canto, a fonética é um ápice catalisador. Em cada faixa, é notória a precisão das notas sonantes, dissonantes, trava-línguas, palavras homófonas e homógrafas. Transformando o álbum em um grande manifesto poético e percussivo, além do instrumental. 

´´7po2“ é um ponto de partida. Mas, foi entre idas e vindas, por estradas que ligam Curitiba à São Paulo, em ligações online, e os encontros nas casas e vozes de cada compositor que desenharam o mapa afetivo do álbum. 

Ao compartilharem os seus legados, os artistas também ressignificam as letras, reinventam camadas e expressam vestígios íntimos em cada canção. O resultado é uma obra em estado de transmutação: livre de rótulos, movida pela fluidez da criação coletiva. Onde a música é trilha e o destino é uma engrenagem em constante movimento.

Além do álbum, ao longo do ano, Ravi Brasileiro vai disponibilizar pelas redes sociais e canal oficial do YouTube, live sessions e os minidocs com os artistas, sobre o processo de produção de cada faixa, com direção de Oruê Brasileiro. 

Já estão disponíveis as parcerias com Flaira Ferro em ´´Balé da Selva“, Bruna Caram em ´´Fôlego Coração“ e ´´Tem Perrengue, Tem Merengue“, com Badi Assad.


Ravi Brasileiro e Carlos Careqa. Foto: Oruê Brasileiro.

Faixa a faixa do álbum 7por2

Balé da Selva – Flaira Ferro e Ravi Brasileiro 
Quando eu estava no processo de criação das composições, essa, desde o início, eu já sabia que seria para a Flaira. Mandei outras duas opções, mas o lugar da ironia, um tom provocador e a brincadeira com a realidade é algo com o qual ela se identificou. A tragicomédia da vida. Ela mexeu em algumas coisas da letra e trouxe outras propostas. A melodia foi surgindo entre o blue note, rock, foxtrote e o xote. As ideias se lapidaram e a música que nasceu ´´Te Como com Farinha“ agora é ´´Balé da Selva“. 

Fôlego Coração – Bruna Caram e Ravi Brasileiro 
Conversando com a Bruna, sobre os rompantes da vida, ela me entregou uma foto, de uma folha de caderno com um poema guardado. Começamos a trabalhar naquela letra a distância. Estava meio truncado, mas quando nos encontramos pessoalmente, a música ganhou forma em uma tarde. Eu com o meu violão e ela com o teclado. De todas as canções, foi o processo mais rápido e certeiro, da gente se olhar e sentir que a música estava realmente pronta.

Tem Perrengue, Tem Merengue – Badi Assad e Ravi Brasileiro 
A música nasceu de uma fala de uma aluna minha da Dança a Livre Dois, quando ela disse que dançar com pessoas diferentes é como viajar e que a melhor parte da viagem é voltar para casa, assim como depois de ter dançado com várias pessoas, mas poder dançar com seu par. A Badi propôs um groove, a harmonia e fez ajustes certeiros na letra. A melodia a gente fez junto, numa troca bem generosa. O refrão dessa é pegajoso e ‘travalinguístico’, mas o álbum guarda uma surpresa especial neste quesito.

Dar Tempo ao Tempo – Caito Marcondes e Ravi Brasileiro 
Foi um processo muito leve, com várias ideias instigantes e desafiadoras. Ele gosta do movimento musical da cidade. Ele ainda não me conhecia direito quando eu propus a parceria. E quanto pedi que ele trouxesse um tema pra canção, como alguém experiente que orienta com calma a um menino ansioso, ele falou, vamos dar tempo ao tempo. Agradeci o tema da canção e já comecei a escrever. Quando nos encontramos, descobri que além de percussionista, ele é um grande arranjador. Ele trouxe melodias e harmonias caminhando de um jeito muito livre em lugares não convencionais. Com a melodia pronta optei, simplesmente, por refazer a letra inteira. O Du Gomide trouxe alguns acordes e caminhos de modulação que deram aquele toque que precisava. A música pode até parecer bem despojada e despretensiosa, mas foi a mais desafiadora para interpretar. O Caito, sugeriu uma flauta, e prontamente nós convocamos a Marcela Zanette e ficou um trabalho muito bonito.  

61 91 – Carlos Careqa e Ravi Brasileiro
Ele pediu e mandei várias músicas minhas pra ele. E juntando a inspiração de uma entrevista do Paulinho da Viola, com nossa diferença geracional, eu sendo de 1991 e ele de 1961, desta diferença de 30 anos, ele fez uma letra, eu musiquei e num ping pong bom, fomos arrematando juntos. Essa música foi ganhando uma forma viva. Ela foi gestada. Remete às pessoas que não deveriam se esvaecer, ela é curiosa e densa.Tem um toque de humor, ao mesmo tempo que traz uma questão existencial. 

Bruxa Caxuxa – Dante Ozzetti e Ravi Brasileiro 
É uma música bem peculiar. Cada parte da música parece que é um recorte de algo maior. Eu tinha alguns trava línguas na gaveta. Dante escolheu esta e pediu para eu ler, enquanto me gravava, repetidas vezes. Nós encontramos a melodia. Ela não foi construída. Aproveitamos essa ideia rítmica que nasceu da própria letra, que já induz uma história. O Dante construiu um groove pelo violão, e fui ampliando e lapidando esse trava língua. Estudando e pesquisando letras e fonéticas. De todas, foi a música em que mais tivemos espaço para gravar camadas e arranjos juntos em estúdio. Foi bem especial aprender e desfrutar desse talento do Dante.  

Melhor Um Final Horroroso Que Um Horror Sem Fim – Ravi Brasileiro e Leo Bianchini
Esta canção cheia de causos já nasceu e sabíamos que fecharia o trabalho. Guardei na minha gaveta de ideias esta frase maravilhosa que ouvi num cafézão daqueles que junta a família toda. Leo matou a charada da canção rapidamente. Fez a harmonia e a gente cantarolou um monte de histórias improvisando, sem chegar num lugar certeiro para nossos causos. Mas tínhamos um forte refrão. Com a encomenda na mão, fomos juntos pensando em inúmeras situações que costumam ser proteladas, mas que são importantes de se acabar, como uma decisão final. Dos vários causos, ficamos com a extração do siso, parar de fumar, entrar na água gelada e com o término de um relacionamento.

Sobre Ravi Brasileiro
Ao longo de quase três décadas, Ravi Brasileiro é reconhecido como cantor, compositor, dançarino e empreendedor cultural.  A brasilidade é uma característica em seu trabalho desde a sua estreia nos palcos com a direção de Milton Karam e Simone Cit, com o Coral Brasileirinho, na década de 1990.

Em sua discografia, estão os singles ´´Come Cru e Tira Dez“ (2016) e ´´O Vislumbre da Terceira Idade“ (2022). Ravi também lançou em 2018, o EP ´´Quiçá Que Sacudisse“ e em 2021, lançou a versão em álbum, ao vivo no Teatro Paiol, com as participações especiais de Janaina Fellini, Laura Binder e Otto Brasileiro. 

Do seu álbum de estreia ´´Na Trilha do Elo e elas perdidas“ (2009), cinco anos depois, com o álbum ´´Cortinas Abertas“ (2014), Ravi projetou a sua trajetória internacional com shows pelo México e Guatemala.  

Ao longo de 2025, pelo projeto ´´7por2“, Ravi apresenta canções inéditas em parceria com  Badi Assad, Carlos Careqa, Bruna Caram, Dante Ozzetti, Flaira Ferro, Caito Marcondes e Leo Bianchini, com a produção do musical assinada por Du Gomide.

Ficha Técnica 7por2
Coordenação do Projeto: Ravi Brasileiro
Produção Executiva: Josi Forbeci
Assistente de Produção: Giulia Dorneles e Débora Slompo
Artistas: Ravi Brasileiro, Badi Assad, Bruna Caram, Caito Marcondes, Carlos Careqa, Dante Ozzetti, Flaira Ferro, Leo Bianchini
Produção Musical: Du Gomide
Direção Técnica: Lucas Paixão
Captação de Áudio: Lucas Paixão
Mixagem e Masterização: Edson Borth (Audio Architect)
Estúdio: Geração Pedreira 
Direção: Oruê Brasileiro
Assistente de Direção: Giulia Dorneles
Direção de Arte, cenografia e figurino: Ju Choma
Assistente de Arte: Kyra Ferreira e Giulia Dorneles
Maquiagem: Kyra Ferreira
Direção de Fotografia: Oruê Brasileiro
Assistente de Fotografia: Giulia Dorneles e Kyra Ferreira
Operação de Câmera: Oruê Brasileiro, Floribela Leticia, Vino Carvalho e Artur Rodrigues
Captação de Making-of: Floribela Leticia, Kyra Ferreira, Vino Carvalho, Artur Rodrigues
Técnico de Som (Entrevistas): Kyra Ferreira
Logger: Oruê Brasileiro, Giulia Dorneles, Artur Rodrigues
Coordenação de Pós-produção: Oruê Brasileiro
Edição e Montagem: Artur Rodrigues e Giulia Dorneles
Finalização: Oruê Brasileiro
Assessoria de comunicação: BA Comunica
Assessoria de imprensa: Cabana Assessoria
Jornalistas responsáveis: Bruna Alcantara e Lucas Cabaña
Identidade Visual: Carol Lemes 
Apoio Cultural: Família Farinha, Dança Livre a Dois, Pedreira Paulo Leminski, A Caiçara, BA Comunica, Artemísia Produções, Ju Choma Arquitetura e Cenografia, CBN Distribuidora, Viva La Vegan, Palco dos 5 Sentidos, Sem Culpa Cozinha, Teatro Regina Vogue, Café Coado na Calcinha, Padaria América e Effex

Realização: Odaraê Filmes de Impacto e Sinergiza Cultura e Desenvolvimento

Incentivo: Instituto Joanir Zonta e IOP – Instituto de Oncologia do Paraná

Siga Ravi Brasileiro
Site Oficial 
Instagram
TikTok
Facebook
YouTube
Spotify

fonte: Lucas Cabaña

PROJETO BRASIS NO PAIOL 2020 SERÁ ONLINE E TERÁ 50 ATRAÇÕES

Novo formato quintuplica número de artistas participantes. Entre os nomes da edição de setembro estão Xênia França, Amaro Freitas e Brisa Flow.

Realizado em Curitiba desde 2012, o projeto Brasis no Paiol chega a sua oitava temporada com uma mudança no formato e número de apresentações. Os shows saem do tradicional Teatro do Paiol e passam a ser transmitidos pela internet, em cinco edições mensais com 10 atrações em cada, de setembro a janeiro de 2021. A principal razão para a alteração foi a impossibilidade de realização dos shows neste ano devido a pandemia.

A primeira edição vai ao ar nos dias 26 e 27 de setembro. No sábado, quem se apresenta é Xênia França, Brisa Flow, Alienação Afrofuturista convida Lemoskine, Sol.Katu Ê Maraca.Drum e a DJ Mitay. No domingo tem Amaro Freitas, Janine Mathias, Melina Mulazani, Ágatha Pradnik e Disco Veneno. As apresentações, de 30 minutos para shows e uma hora para discotecagem, serão no canal do Brasis no Paiol do Youtube e Twitch. Também serão transmitidos no perfil da Santa Produção do Instagram e Facebook.
As próximas datas do projeto serão nos dias 24 e 25 de outubro, 21 e 22 novembro, 19 e 20 de dezembro e 23 e 24 de janeiro.

Do teatro para a tela

Faltavam poucos dias para a divulgação da temporada 2020 do Brasis no Paiol quando a quarentena foi anunciada. O projeto, que contaria com 10 apresentações de abril a dezembro, no icônico Teatro do Paiol em Curitiba, entrou em pausa. Com a incerteza do retorno das atividades culturais ao vivo, o Brasis precisou ser reformulado.

“O Paiol é um local muito especial, os shows lá são sempre uma experiência incrível. Mas apesar de o projeto estar totalmente ligado ao espaço, não fazia sentido a gente esperar um retorno das atividades enquanto artistas e técnicos estão com sua atuação comprometida. Por isso nos esforçamos para que o evento fosse realizado ainda neste ano, adaptando seu formato”, explica a produtora Bina Zanette, uma das idealizadoras do projeto.

Com a alteração, o Brasis no Paiol teve a oportunidade de quintuplicar o número de artistas participantes, possibilitando monetizar um dos setores da economia mais prejudicado pelo isolamento social. Aumenta também sua abrangência, já que em vez dos 220 ingressos por show, poderá ser visto pelo público de qualquer lugar do mundo que tenha acesso à internet.

Brasis no Paiol

Desde 2012, os produtores Bina Zanette (Santa Produção) e Heitor Humberto (Fineza Comunicação e Cultura) realizam uma sequência de shows no Teatro do Paiol, com artistas de diferentes regiões do Brasil, bem como nomes da cidade. O objetivo é sempre apresentar novidades, lançamentos, estreias e projetos especiais de artistas com trabalhos de relevância artística, que gerem interesse do público curitibano. Até hoje, já foram mais de 70 apresentações.

Em 2020, o projeto é realizado com o Projeto de Apoio e Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba. Conta com o patrocínio do Ebanx e o apoio da Effex Tecnologia e Criação, Cliteriosa Comunicação e haharadio. 

Artistas que já passaram pelo projeto
Karol Conka (com Emicida e Kamau), Luedji Luna, Tulipa Ruiz, Anelis Assumpção, China, Siba, Aláfia, Metá Metá, Juçara Marçal, Pélico, Rael, Romulo Froes, Katia B, Ná Ozzetti, Passo Torto, Rico Dalasam, Trupe Chá de Boldo, Graveola, Alzira E, Fióti, Saulo Duarte e a Unidade, Patricia Bastos & Dante Ozzetti, Bianca Gismonti Trio, Macaco Bong, Felipe Cordeiro, Qinho, Badi Assad, Sambas do Absurdo, Janine Mathias, Hurtmold, Conde Baltazar, Rodrigo Campos, Melina Mulazani e Luciano Faccini, Apanhador Só, Naked Girls and Aeroplanes, Itaercio Rocha, Vitor Araújo, Trombone de Frutas, Du Gomide, Mundareu, Real Coletivo, Duofel com Carlos Malta e Robertinho Silva, Copacabana Club, entre outros.

SERVIÇO 
Brasis no Paiol em Casa – Edição de setembro
:: 26 de setembro, sábado, 18h
:: 27 de setembro, domingo, 18h

Transmissão:
twitch – /brasisnopaiol
youtube – Brasis no Paiol
facebook – /santaproducao
instagram – @santaproducao

BRASIS NO PAIOL APRESENTA HURTMOLD 20 ANOS

Banda instrumental é a penúltima atração do projeto em 2018.

Brasis no Paiol traz a Curitiba o show comemorativo de 20 anos da banda Hurtmold. Destaque no cenário independente de música instrumental, o grupo se apresenta no dia 16 de novembro, às 20h no Teatro do Paiol, em Curitiba. Os ingressos já estão à venda e custam entre R$20 e R$40.

Com influências calcadas no rock e que passam pelo jazz, punk, funk, música eletrônica até chegar aos ritmos regionais da música brasileira, Hurtmold já dividiu o palco com músicos como o norte-americano Rob Mazurek, o brasileiro Paulo Santos (Uakti) e o suiço Thomas Rohrer. Individualmente seus integrantes colaboraram com os artistas Naná Vasconcelos, Pharoah Sanders, Bill Dixon, Roscoe Mitchell, Toninho Horta, Prefuse 73, Dan Bitney (Tortoise), Joe Lally (Fugazi), Mike Ladd, High Priest, entre outros.

De 1998 para cá, Hurtmold lançou seis álbuns. O sétimo nasceu quando entraram em estúdio novamente, mas desta vez para a produção do álbum Hurtmold & Paulo Santos, Curado, que saiu em setembro de 2016 e entrou na lista dos melhores discos do ano da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA). Em 2017, lançaram a edição comemorativa de 15 anos do álbum Cozido em vinil.

Agenda Brasis no Paiol
07/12 – Badi Assad lança “Volta ao Mundo em 80 Artistas”.

Sobre o projeto
Brasis no Paiol é uma iniciativa das produtoras Santa Produção e Fineza Comunicação & Cultura, em um parceria iniciada em 2012. Alguns nomes que já passaram pelo palco do Brasis: Qinho, Sambas do Absurdo, Rael, Karol Conka (com Emicida e Kamau), Metá Metá, Juçara Marçal, Pélico, Romulo Froes, Katia B, Ná Ozzetti, Passo Torto, Rico Dalasam, Trupe Chá de Boldo, Graveola, Alzira E, Fióti, Saulo Duarte e a Unidade, Patricia Bastos & Dante Ozzetti, Bianca Gismonti, Macaco Bong, Felipe Cordeiro, entre outros. Em 2018, o projeto conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Curitiba, Fundação Cultural de Curitiba, Joaquim Livros & Discos, A Caiçara, Effex Tecnologia e Criação e Cliteriosa Comunicação. O projeto gráfico é de Jaime Silveira.

SERVIÇO:
HURTMOLD 20 ANOS
Data: 16 de novembro, sexta
Hora: 20h
Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho, Curitiba.
Ingressos: R$20 e R$40.
Pontos de venda: bilheteria do teatro, Livraria Joaquim e A Caiçara.
Página do evento, aqui

Ouça Hurtmold: aqui

SAMBAS DO ABSURDO NO PROJETO BRASIS NO PAIOL

Projeto de Juçara Marçal, Rodrigo Campos e Gui Amabis é inspirado no livro de Albert Camus

Juçara Marçal, Rodrigo Campos e Gui Amabis lançam no Teatro do Paiol o projeto inspirado no O Mito do Sísifo, de Albert Camus, Sambas do Absurdo. No show, o trio apresenta, além dos oito sambas que compõem o disco, outras canções que de alguma forma também contemplam o Absurdo. O espetáculo é dia 26 de outubro, às 20h e os ingressos custam entre R$20 e R$40.

Os Sambas do Absurdo, parcerias de Rodrigo Campos (música) e Nuno Ramos (letra), narram o encontro com o Absurdo, apresentado no livro como o divórcio do indivíduo com a própria a vida. Segundo Camus, a única questão filosófica que importa é o suicídio, e quando encontramos o Absurdo, que seria, em suma, a falta de sentido da vida, temos duas opções: ou nos suicidamos ou aprendemos a viver uma vida absurda.

A proposta estética do disco tem no cerne a quebra de alguns alicerces do samba, enquanto gênero. Essa quebra oferece, consequentemente, um samba obscuro, dissolvido, vertiginoso, pisamos num terreno pantanoso, e talvez essa sensação se pareça mesmo com o Absurdo. Juçara canta, Rodrigo toca violão e cavaco e Gui arranja, fazendo valer seus recursos de produtor e sua maneira peculiar de samplear.

Agenda Brasis no Paiol
6/11 – Hurtmold, 20 anos de carreira.
07/12 – Badi Assad lança “Volta ao Mundo em 80 Artistas”.

Sobre o projeto
Brasis no Paiol é uma iniciativa das produtoras Santa Produção e Fineza Comunicação & Cultura, em um parceria iniciada em 2012. Alguns nomes que já passaram pelo palco do Brasis: Rael, Karol Conka (com Emicida e Kamau), Metá Metá, Juçara Marçal, Pélico, Romulo Froes, Katia B, Ná Ozzetti, Passo Torto, Rico Dalasam, Trupe Chá de Boldo, Graveola, Alzira E, Fióti, Saulo Duarte e a Unidade, Patricia Bastos & Dante Ozzetti, Bianca Gismonti, Macaco Bong, Felipe Cordeiro, entre outros.  Em 2018, o projeto conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Curitiba, Fundação Cultural de Curitiba, Joaquim Livros & Discos, A Caiçara, Effex Tecnologia e Criação e Cliteriosa Comunicação. O projeto gráfico é de Jaime Silveira.

SERVIÇO
Sambas do Absurdo
Data: 26 de outubro, sexta-feira
Hora: 20h
Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n – Prado Velho, Curitiba.
Ingressos: R$20 e R$40.
Pontos de venda: bilheteria do teatro, Livraria Joaquim e A Caiçara.
Mais informações no evento: aqui

Ouça Sambas do Absurdo
Spotify: aqui
YouTube: