ENTRE CORPOS, VOZES E TERRITÓRIOS: REVERBE REALIZA SUA 2ª EDIÇÃO COM IMERSÃO INTERNACIONAL NAS ARTES DA CENA

Janaina Matter e Greice Barros na primeira edição do REVERBE – realizado em Curitiba, durante momento de abertura do festival.

Encontro internacional de mulheridades em cena acontece de 29 de maio a 6 de junho e propõe criação, formação, espetáculos e intercâmbio em Curitiba e São Luiz do Purunã-PR.

De 29 de maio a 6 de junho de 2026, acontece a segunda edição do REVERBE — Encontro Internacional de Mulheridades em Cena, festival de caráter imersivo que articula criação, formação e difusão das artes cênicas idealizadas e protagonizadas, majoritariamente, por mulheres em sua multiplicidade de vivências.

Com ações na capital paranaense e no Campo das Artes, em São Luiz do Purunã, o projeto fortalece redes locais, nacionais e internacionais de artistas, evidenciando a potência transformadora da arte.

Idealizado pelas artistas Janaina Matter, diretora da Alfaiataria, e Greice Barros, diretora da Núcleo Produções Cultura e Desenvolvimento, o encontro é vinculado ao The Magdalena Project, rede mundial de mulheres do teatro e da performance, ativa há mais de 30 anos em diversos continentes.

Essa conexão amplia o alcance do festival para além dos contextos estadual e nacional, promovendo intercâmbio artístico e circulação de ideias entre gerações e territórios.

“Cada vez mais entendemos que, neste mundo, só é possível atuar em redes. Para além de ser uma forma de troca, é também uma maneira de assegurar espaços e acolher artistas em um ambiente propício ao fortalecimento dos trabalhos e às discussões pertinentes”, explicam as idealizadoras.

Com processo curatorial realizado desde fevereiro de 2026, a programação desta edição é assinada por Janaina Matter e Greice Barros, com participação das curadoras convidadas Daniele Santana e Patrícia Alves.

O principal foco norteador da curadoria está na diversidade e pluralidade poética e, principalmente, em trabalhos dirigidos, escritos e desenvolvidos com protagonismo de mulheres.

Programação imersiva

O REVERBE se estrutura como uma experiência de convivência e criação coletiva.

“Essa dinâmica possibilita outras camadas de relação no encontro. A ideia é aproveitar a convivência para trocas sobre os trabalhos, modos de criação, desejos e projetos futuros. É nesse espaço que a rede, de fato, se estabelece”, destaca Janaina Matter.

Serão realizadas quatro oficinas formativas e uma residência intensiva de escrita, com posterior publicação virtual, além de mesas de conversa, mostras de processos, dez espetáculos e refeições compartilhadas, entendidas também como espaços de troca e fortalecimento de rede.

Ao todo, são 30 vagas para artistas residentes: 20 para a programação completa, que inclui São Luiz do Purunã e Curitiba, e 10 para a programação exclusivamente em Curitiba.

Também serão oferecidas 8 bolsas integrais para estudantes de artes cênicas, exclusivamente mulheres cis e trans, sendo 60% destinadas a mulheres negras.

As inscrições para residentes estão abertas desde o dia 2 de abril, e os passaportes podem ser adquiridos via Sympla.

As participantes podem optar por dois formatos de passaporte.

O primeiro contempla todas as atividades em Curitiba e programação intensiva de três dias no Campo das Artes, em São Luiz do Purunã. Inclui uma residência artística de escrita ministrada por Helena Vieira (escritora, dramaturga, filósofa e ativista transfeminista), com posterior publicação digital, além de apresentações das artistas curitibanas Adriana Omoto, Larissa Lima e Priscila Pontes.

Em caráter imersivo, esse formato contempla todas as atividades entre 29/05 e 06/06 (nove dias de programação), incluindo alimentações coletivas por todo o período e hospedagem em São Luiz do Purunã.

O segundo formato dá acesso às atividades realizadas apenas em Curitiba, de 1º a 6 de junho, com almoço e jantar inclusos, participação em duas oficinas (nacional e internacional) e acesso integral à programação.

Essa programação inclui mesas, sete espetáculos, mostra de processos e mostra de residentes, junto das artistas convidadas: Debora Correa (Grupo Yuyachkani, Peru), Zoe Godovic (Sérvia), Cia Biruta (PE), Baciada de Mulheres do Juquery (SP), Tânia Farias (RS), Fredda Amorim (MG), além das artistas curitibanas Saravy e Gladis das Santas.

A programação ocorre em diferentes espaços culturais de Curitiba, como a Casa Hoffmann, o Teatro José Maria Santos e a Alfaiataria, além do Campo das Artes.

Ao todo, o festival reúne dez espetáculos e nove ações formativas, além do sarau de abertura, mostra das residentes e mostra de processos, promovendo a circulação de obras e processos criativos.

“Esse trânsito entre artistas e público é parte essencial da proposta do encontro”, destaca Greice Barros.

Histórico e continuidade
A primeira edição do encontro, realizada em 2022, reuniu artistas de diferentes estados brasileiros e de países como México, Chile, Argentina e Dinamarca, com oficinas, mesas de conversa, mostras e espetáculos nacionais e internacionais.

Desde então, o REVERBE vem se consolidando como um espaço de intercâmbio e fortalecimento das mulheres nas artes da cena.

Em 2026, o festival amplia sua vocação em rede, propondo um território temporário de criação, escuta e celebração.

“No qual reverberar significa também re-verbar: repensar discursos, criar novas narrativas e sustentar a arte como espaço de resistência e invenção de futuro”, afirmam as idealizadoras.

O projeto é realizado por meio do PROFICE (Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná), com incentivo da Copel.

SERVIÇO:
REVERBE — Encontro Internacional de Mulheridades em Cena
Programação: 29 de maio a 06 de junho de 2026
Inscrições e informações:
https://www.sympla.com.br/evento/reverbe-encontro-internacional-de-mulheridades-em-cena/3367998
Redes sociais: @alfaiataria_ | @nucleo_producoes

Informações: encontromagdalenacwb@gmail.com

Sobre Janaina Matter
Idealizadora e Diretora Artística da Alfaiataria, inaugurada em 2019, é atriz-criadora e cofundadora da Súbita Companhia de Teatro (2007), em Curitiba.

Sua pesquisa é dedicada ao teatro e ao cinema, com ênfase na fisicalidade em cena, a partir do método Suzuki para Atores, do diretor japonês Tadashi Suzuki.

Integra o The Magdalena Project, atuando como tradutora oficial do site da rede. Também desenvolve pesquisas em roteiro e direção para cinema e séries.

Sobre Greice Barros
Atriz, produtora e gestora cultural, atua há mais de 20 anos na realização de projetos culturais voltados a diversas linguagens artísticas.

É formada em Artes Cênicas pela FAP/UNESPAR e especialista em Políticas Culturais de Base Comunitária pela FLACSO.

Fundadora da Núcleo Produções Cultura e Desenvolvimento, integra a chefia de gabinete do SATED-PR (gestão 2025/2027) e representa a região Sul no GT Setorial do Teatro/Funarte.

Como atriz, integra a CiaSenhas de Teatro desde 2002 e desenvolve a pesquisa autoral solo “Raiz”.

Assessoria de Imprensa:
BB Comunica — @bb_comunica

RODA DE FOGO ACENDE CONVERSAS SOBRE MEMÓRIA NA ALFAIATARIA

A primeira Roda de Fogo, ciclo de conversas da Alfaiataria – Espaço de Artes sobre memória e criação, acontece em 25 de março, em Curitiba.

Ciclo criado pelo Programa Contínuo Alfaiataria reúne diferentes públicos ao redor de uma pergunta antiga: como lembramos, esquecemos e transmitimos histórias? O primeiro encontro acontece em 25 de março, às 19h, em Curitiba.

Desde muito antes da escrita, histórias são contadas ao redor do fogo. É nesse gesto ancestral de reunir pessoas para narrar, escutar e compartilhar experiências que se inspira Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer, ciclo de encontros que acontece ao longo de 2026 na Alfaiataria – Espaço de Artes, em Curitiba. As conversas acontecem no quintal da Alfaiataria, espaço aberto da casa que convida o público a se reunir ao redor da palavra e da escuta.

Com curadoria do artista e pesquisador Francisco Mallmann, o projeto propõe quatro conversas ao longo do ano (março, maio, julho e setembro) reunindo artistas e profissionais de diferentes áreas do conhecimento para pensar a memória como prática viva: algo que atravessa o corpo, o tempo e a criação. A participação é livre e gratuita.

O primeiro encontro acontece no dia 25 de março, às 19h, com a participação da escritora e artista visual Julie Fank. Em sua trajetória, a autora investiga as relações entre memória, narrativa e criação, aproximando literatura, processo criativo e experimentação artística. Diretora da Esc. Escola de Escrita, em Curitiba, Julie parte de sua própria prática para compartilhar reflexões sobre como lembranças se transformam em histórias.

Nas artes da cena, essa relação entre lembrar e esquecer faz parte do próprio trabalho. Memorizar um texto, repetir uma ação, sustentar uma presença diante do público: cada gesto mobiliza memórias e, ao mesmo tempo, as transforma. As artes da cena existem nessa tensão entre repetição e mudança, entre aquilo que permanece e aquilo que inevitavelmente se perde. “A memória nunca é algo fixo. Cada vez que lembramos, reorganizamos a experiência. No teatro isso aparece de forma muito concreta: repetir uma ação não significa reproduzi-la, mas recriá-la a cada vez”, afirma o curador Francisco Mallmann.

“Inspirado na imagem ancestral do fogo como lugar de encontro e transmissão de histórias, o ciclo cria um espaço de escuta em que a memória deixa de ser apenas tema e se torna experiência compartilhada”, explica Janaina Matter, diretora artística da Alfaiataria. A ação integra o Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos (AMP), contemplado pelo edital de Ações Continuadas da Funarte. Realizado em parceria com a produtora cultural Michele Menezes, da Pró Cult, o projeto articula ao longo de 2026 uma programação voltada à formação, criação e intercâmbio nas artes cênicas.

Além da Roda de Fogo, o AMP reúne outras iniciativas voltadas à formação e à experimentação artística, como a Oficina de Iluminação Cênica para Mulheres, ministrada por Lucri Reggiani; o Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis, conduzido por Guilherme Jaccon; a 2ª Edição do Programa de Formação Cênica Alfaiataria, residência destinada a artistas em início de trajetória; e a Mostra Les Latinas, dedicada a solos teatrais de artistas lésbicas da América Latina.

Ao articular formação, pesquisa e intercâmbio artístico, o programa reafirma a Alfaiataria como um espaço de encontro entre criação, pensamento e experimentação cênica.

SERVIÇO:
Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer
Dia: 25 de março, às 19h
Duração: 1h a 1h30
Local: Quintal da Alfaiataria – Espaço de Artes
Endereço: Rua Riachuelo, 247 – Centro
Entrada: Livre e gratuita, com acesso sujeito à capacidade do espaço
Informações: @alfaiataria_

Sobre Julie Fank:
artista visual, escritora e professora, diretora e criadora da Esc. Escola de Escrita, em Curitiba (PR), espaço de formação de escritores fundado em 2014. Doutora em Escrita Criativa pela PUCRS, é graduada em Letras e mestre em Literatura Comparada. Sua produção investiga as intersecções entre memória, narrativa e performance, tratando a página como espaço de intervenção coletiva e o espaço expositivo como território de construção ficcional. Trabalhos recentes foram apresentados na The Wrong Biennale (2020), na Torre Panorâmica de Curitiba e na exposição Corpos Utópicos (2026), no Museu da Fotografia. É autora de Embaraço (Contravento Editorial, 2017), O grande livro de criatividade (Imagine, 2019) e Dobradiça (Telaranha, 2023), além de coordenar o selo Esc. em parceria com a editora Arte & Letra.

Sobre Francisco Mallmann:
Francisco Mallmann é artista, professor e pesquisador interdisciplinar. Atua na intersecção entre escrita, performance, artes visuais e teoria. Atualmente, é docente do Curso de Artes Visuais da PUCP-PR e participa de projetos artísticos e editoriais no campo das artes contemporâneas. É graduado em Jornalismo (PUC-PR) e Artes Cênicas (FAP), mestre em Filosofia (PUC-PR) e doutor em Artes da Cena (UFRJ), com orientação de Eleonora Fabião, tendo realizado estágio de pesquisa no México (UAM), orientado por Ileana Diéguez Caballero. Com publicações regulares no Brasil e no exterior, integra diversas antologias e é autor, entre outros títulos, de “haverá festa com o que restar” (2018), “língua pele áspera” (2019), “AMÉRICA” (2020), “tudo o que leva consigo um nome” (2021) e “outra vez de novo” (2025). Em 2019, venceu o Prêmio da Biblioteca Nacional na categoria Poesia e foi finalista dos prêmios Rio de Literatura e Mix Literário. Desenvolve práticas coletivas de experimentação e colabora, em diferentes contextos, com distintas artistas, grupos, coletivos e redes – entre elas, a Selvática Ações Artísticas. Em sua trajetória, desenvolveu pesquisas interdisciplinares que articulam estética, performance, escrita e arte contemporânea, com ênfase em reflexões sobre gênero e raça. Algumas de suas obras integram o acervo do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR).

Assessoria de Imprensa:
BB Comunica – @bb_comunica

ALFAIATARIA LANÇA PROJETO ANUAL QUE CONSOLIDA ESPAÇO COMO POLO DE FORMAÇÃO E CRIAÇÃO EM CURITIBA

Na arte de Adriana Alegria, o Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos | 2026. Março a novembro, oficinas, residência artística, Roda de fogo e Mostra Les Latinas. Início com Oficina de Iluminação Cênica, 9 a 11 de março.

Projeto contemplado no edital de Ações Continuadas da Funarte inicia com oficina de iluminação cênica e reúne formação, encontros e intercâmbios artísticos ao longo de 2026.

A Alfaiataria – Espaço de Artes, em Curitiba, inicia em março de 2026 o Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos (AMP), contemplado no edital de Ações Continuadas da Funarte. A iniciativa estrutura uma programação anual dedicada à formação, criação, difusão e intercâmbio nas artes cênicas, conectando artistas a redes de circulação e diálogo que ultrapassam o contexto local. Com produção da Pró Cult, as atividades seguem até novembro e reúnem oficinas, residência artística, ciclo de encontros e uma mostra com participação latino-americana.

A primeira ação acontece entre 9 e 11 de março, com a Oficina de Iluminação Cênica, ministrada pela iluminadora Lucri Reggiani. A proposta que combina prática e teoria, abordando fundamentos técnicos e processos de criação em luz, enquanto problematiza a ocupação de um campo historicamente masculinizado, é voltada a mulheres cis, mulheres trans e pessoas de gêneros dissidentes. As inscrições podem ser localizadas no link da Bio em @alfaiataria_ 

Também em março tem início Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer, com curadoria de Francisco Mallmann. O ciclo bimestral, com edições em março, maio, julho e setembro, é aberto ao público e reúne artistas, estudantes e interessados em memória e criação. Cada encontro promove diálogo entre diferentes áreas das artes da cena, reflexão sobre como experiências se inscrevem no corpo e se transformam ao longo do tempo, e práticas de escuta e compartilhamento ao redor do fogo, símbolo ancestral de encontro e transmissão, afirmando a memória como criação coletiva.

Em julho, acontece o Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis, ministrado pelo produtor cultural Guilherme Jaccon. A formação é voltada ao desenvolvimento técnico em gestão e produção cultural, abordando leitura de editais, escrita de projetos, elaboração de orçamentos, cronogramas e prestação de contas, fortalecendo a autonomia profissional e ampliando possibilidades de inserção no circuito cultural.

Entre agosto e outubro, ocorre a 2ª edição do Programa de Formação Cênica Alfaiataria, residência destinada a artistas em formação ou iniciantes. Ao longo de três meses, participantes desenvolvem pesquisa cênica solo com orientação curatorial de Janaina Matter e Carmen Jorge, além de oficinas com Ana Kfouri, Janaina Leite e Mateus Aleluia Filho. O percurso culmina em uma Mostra de Processos aberta ao público.

Para encerrar o ciclo anual, em novembro, a Alfaiataria realiza a Mostra Les Latinas, dedicada a solos teatrais de artistas lésbicas da América Latina, selecionadas por convocatória aberta com curadoria de Janaina Matter e Sueli Araujo. Ao reunir criadoras de diferentes países, a mostra fortalece o intercâmbio artístico internacional e amplia o diálogo entre cena, identidade e território, além da produção de conteúdos em podcast com as artistas participantes.

Para a atriz e diretora artística Janaina Matter, o projeto consolida a Alfaiataria como território de pesquisa e criação. “Sustentar processos no tempo é também sustentar encontros. O Programa Continuado nasce do desejo de criar espaço para a pesquisa artística, para o convívio entre diferentes corpos e para uma cena viva, diversa e profundamente conectada ao seu tempo”, afirma.

A programação completa, assim como informações sobre inscrições e convocatórias, pode ser consultada no site e nas redes sociais da Alfaiataria. O acesso, às apresentações e ações abertas adotam o sistema “pague quanto vale”, garantindo gratuidade a quem não pode pagar. Os cursos contam com valores simbólicos de inscrição, com vagas gratuitas destinadas a pessoas de grupos historicamente marginalizados.

SERVIÇO:
Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos
Local: Alfaiataria – Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 247 – Centro – Curitiba/PR)
Período: março a novembro de 2026
Acesso: sistema “pague quanto vale” nas apresentações | cursos com valor simbólico
Informações: @alfaiataria_ / www.alfaiataria.art

Destaques da programação:

– Oficina de Iluminação Cênica, com Lucri Reggiani | de 9 a 11 de março | Inscrições: Sympla, (aqui) | 
Bolsas via formulário (aqui) | Vagas: 15

– Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer | Março, maio, julho e setembro

– Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis | Julho

– Formação Cênica Alfaiataria | Agosto a outubro

– Mostra Les Latinas | Novembro

Sobre a Alfaiataria
A Alfaiataria – Espaço de Artes é um espaço cultural independente fundado em 2019, em Curitiba (PR), dedicado à pesquisa, formação, criação e difusão nas artes cênicas e visuais contemporâneas. Com programação continuada, promove ações voltadas à diversidade e ao intercâmbio com a comunidade artística local, nacional e internacional.

Assessoria de Imprensa: BB Comunica – @bb_comunica

INSPIRADA EM POETISAS LATINO-AMERICANAS, MAÍRA LOUR APRESENTA LEITURA DRAMÁTICA AUDIOVISUAL “INSENSATEZ”

Ailén Scandurra. Foto: Eli Firmeza.

Inspirada em poetisas latino-americanas, Maíra Lour apresenta leitura dramática audiovisual “Insensatez”

Com estreia online e gratuita às 20h do dia 26 de maio, Maíra Lour e Ailén Scandurra interpretam o texto concebido a partir de pesquisas sobre as obras de Ana Cristina César e Alejandra Pizarnik

A leitura dramática em formato audiovisual “Insensatez”, novo projeto autoral de Maíra Lour em parceria com a Flutua Produções, estreia dia 26 de maio (quarta-feira), às 20h, via Youtube. Os ingressos são gratuitos, basta se cadastrar via Sympla para receber o link: sympla.com.br/flutuaproducoes

Maíra Lour, que assina o texto e a direção do espetáculo, contracena com a atriz Ailén Scandurra. A obra é fruto de uma residência artística realizada pelo Programa Iberescena em Buenos Aires no ano de 2017 — quando Maíra investigou a vida e a obra das poetisas Ana Cristina César e Alejandra Pizarnik — e dialoga com questões de vida e morte e a fragilidade do corpo.

Ao misturar leitura dramática e audiovisual, Maíra aposta no texto como criador de imagens, e na intensidade que suas palavras imprimem no espectador somadas à versatilidade de cenas que o audiovisual proporciona. A empreitada foi totalmente pensada, organizada e pré-produzida de forma remota e online, e então gravada seguindo todos os protocolos de saúde exigidos pelas autoridades sanitárias.

Mesmo com o desejo de retornar o quanto antes às salas de ensaio e aos teatros, Maíra vê com otimismo o alcance online que a obra passa a ter dentro dessa realidade: “A leitura online pode atravessar fronteiras com bastante facilidade e encontrar diferentes públicos. Vejo um futuro virtual promissor para essa obra e também idealizo a montagem cênica do texto”, completa a artista.

Como parte do projeto, Maíra também realizou a Oficina “Corpo-Poesia” gratuita e online para 15 pessoas, dentre estudantes das artes cênicas, artistas de teatro, dança e dramaturgos(as), nos dias 04 e 05 de maio. O projeto conta com o incentivo da Lei Aldir Blanc via Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo, e realização da Flutua Produções.

Sobre Maíra Lour
Maíra Lour é diretora teatral, dramaturga e arte educadora. Diretora da Súbita Companhia de Teatro, colaboradora e orientadora do núcleo IMP de pesquisa em dança – Investigação do Movimento Particular e idealizadora do Plataforma – Espaço de Investigação Artística. Artista profundamente interessada pela intersecção entre teatro, dança e literatura. Dedica-se à pesquisa de autoras mulheres latino-americanas; mulheres diretoras de teatro, procedimentos de direção cênica; dramaturgia contemporânea; estudos do corpo dramático-poético e modos colaborativos de criação e produção.

Ailén Scandurra e Maíra Lour. Foto: Eli Firmeza.

SERVIÇO
Estreia online e gratuita da leitura dramática INSENSATEZ
Online via Youtube
Data estreia: 26 de maio (quarta-feira), às 20h
Inscreva-se gratuitamente para receber o link da estreia e ser lembrado: www.sympla.com.br/flutuaproducoes

FICHA TÉCNICA
Direção e dramaturgia: Maíra Lour
Elenco: Ailén Scandurra e Maíra Lour
Assistente de direção: Dafne Viola
Direção de produção: Gilmar Kaminski
Assistente de produção: Luana Camargo
Direção de fotografia e pós-produção: Eli Firmeza
Som direto, desenho de som e trilha sonora: Álvaro Antonio
Direção de arte: Guenia Lemos
Assistente de direção de arte: Vilson Kurz
Iluminação: Lucri Reggiani
Técnica de montagem de iluminação: Taynara Siqueira
Figurinos: Isbella Brasileiro
Projeto gráfico: Pablito Kucarz
Comunicação: Luísa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte
Realização: Flutua Produções
Apoio: Pé no Palco, Alfaiataria e Padaria América

Projeto realizado com recursos da Lei Aldir Blanc através do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo.

COM DOIS SHOWS EM CURITIBA, ROSEANE SANTOS FAZ O PRÉ-LANÇAMENTO DO SEU PRIMEIRO ÁLBUM – FRONTEIRIÇA

Com dois shows em Curitiba, Roseane Santos faz o pré-lançamento do seu primeiro álbum – Fronteiriça 

Cantora se apresenta acompanhada de sua banda na Alfaiataria (Rua Riachuelo – 274, centro de Curitiba) dias 6 e 7 de dezembro; ingressos serão vendidos no local > R$ 30 inteira e R$ 15 meia-entrada

A estreia em disco de Roseane Santos como compositora está prestes a ser lançada! E neste primeiro final de semana de dezembro a cantora apresenta as 10 músicas de Fronteiriça, com letras escritas pela própria artista e parcerias com amigas e amigos artistas da música, teatro, literatura e dança (como Luciano Faccini, Leonarda Glück, Ary Giordani, Francisco Mallmann, Bia Figueiredo e Ana Modesto). 

Na banda estarão Victoria Vilandez, Francisco Okabe, Gabriela Bruel, Daniel D’Alessandro e Luciano Faccini, que assina também a direção musical do disco ao lado de Rose e a produção musical junto com Leonardo Gumiero. A equipe ainda conta com Moira Albuquerque na produção executiva. Para esses shows, Roseane recebe como convidadas as musicistas Nat Bermudez e Matê Magnabosco. 

Novo projeto 
Com mais de quinze anos de carreira, reconhecida como uma das vozes mais marcantes da cena curitibana e intimamente ligada aos universos do samba e ritmos afro-brasileiros, Roseane Santos compartilha com o mundo um novo diálogo com suas próprias origens. “Lançar esse trabalho é mostrar ao mundo um cruzamento de regiões da minha própria existência. São anos de pesquisa na minha caminhada entre a música tradicional e a canção contemporânea revelados ali. O disco tem um pouco de cada coisa que fiz ao longo da minha história e não é experimental no sentido de buscar algo que nunca fiz. Me assumir como compositora é a ruptura mais importante para mim neste momento, meu divisor de águas”, conta. 

Roseane Santos – Fotografia Pretícia Jeronimo Photographer

Serviço 
Roseane Santos > pré-lançamento de Fronteiriça 
Dias 6 e 7 de dezembro, 20h 
Local: Alfaiataria (Rua Riachuelo – 274, centro de Curitiba) 
Entrada: R$ 30 e R$ 15
Página do evento, aqui