TERCEIRA EDIÇÃO DA RODA DE FOGO PROPÕE REFLEXÃO SOBRE MEMÓRIA, DIREITOS HUMANOS E RESISTÊNCIA COLETIVA

Encontro do ciclo “Práticas da Memória: entre lembrar e esquecer” recebe Leandro Franklin e Raissa Micheluzzi no dia 29 de julho para uma conversa sobre memória LGBTI+, artivismo e construção de narrativas coletivas.

A cada encontro, a Roda de Fogo amplia as possibilidades de pensar a memória a partir de diferentes experiências. Depois de percorrer as relações entre literatura, criação artística e psicanálise, a terceira edição do ciclo Práticas da Memória: entre lembrar e esquecer convida o público a refletir sobre a memória como prática política, território de disputa e ferramenta de resistência.

No dia 29 de julho, a Alfaiataria – Espaço de Artes recebe o professor, pesquisador e artivista Leandro Franklin e a jornalista, pesquisadora e agitadora cultural Raissa Micheluzzi para uma conversa aberta sobre memória, direitos humanos, cultura e os processos de preservação das histórias da população LGBTI+. A participação é gratuita e acontece, como nas edições anteriores, ao redor da fogueira no quintal da Alfaiataria, espaço pensado para estimular a escuta, a troca de experiências e a convivência.

Com curadoria do artista e pesquisador Francisco Mallmann, a Roda de Fogo reúne convidados de diferentes áreas do conhecimento para investigar a memória não como um arquivo estático, mas como uma construção permanente, atravessada pelos corpos, pelos afetos, pelos conflitos e pelas formas de produzir presença no mundo. O encontro integra o Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos (AMP), contemplado pelo edital de Ações Continuadas da Fundação Nacional de Artes (Funarte), iniciativa dedicada ao fortalecimento de práticas de criação, formação e intercâmbio nas artes da cena contemporânea.

Memória como prática de resistência
Nesta terceira edição, a conversa aproxima universidade, arte, ativismo e produção cultural para discutir a memória como um direito coletivo e uma ferramenta de transformação social. Em diálogo com suas trajetórias, Leandro Franklin e Raissa Micheluzzi, integrantes do coletivo Memória LGBTI+ Curitiba, compartilham experiências ligadas à preservação da memória LGBTI+, às políticas culturais, aos processos de documentação e às formas de tornar visíveis histórias frequentemente ausentes dos registros oficiais.

A atuação de ambos evidencia que lembrar não significa apenas preservar o passado, mas produzir novas possibilidades de existência no presente. Ao reunir pesquisa acadêmica, práticas artísticas e iniciativas de memória comunitária, os convidados discutem como arquivos, relatos, performances, documentários e ações culturais contribuem para fortalecer identidades, construir pertencimentos e ampliar o acesso à história de grupos historicamente marginalizados.

Ao aproximar diferentes campos do conhecimento, a Roda de Fogo reafirma sua proposta de transformar a memória em experiência compartilhada, fazendo da conversa um espaço em que narrativas individuais e coletivas se encontram ao redor do fogo.

A roda segue acesa
A Roda de Fogo integra o conjunto de ações do Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos (AMP), idealizado pela diretora artística Janaina Matter em parceria com a produtora cultural Michele Menezes, da Pró Cult. Contemplado pelo edital de Ações Continuadas da Fundação Nacional de Artes (Funarte), o programa promove, ao longo de 2026, uma programação contínua voltada à formação, à pesquisa, à criação e ao intercâmbio nas artes da cena contemporânea.

Depois dos encontros dedicados às relações entre memória e criação literária e às aproximações entre memória e psicanálise, a terceira edição amplia esse percurso ao abordar os vínculos entre memória, direitos humanos, artivismo e participação social, reafirmando a proposta curatorial de construir um espaço contínuo de reflexão e escuta coletiva.

Além da Roda de Fogo, o programa realiza iniciativas voltadas à formação artística e à experimentação cênica, como a Oficina de Iluminação Cênica para Mulheres, ministrada por Lucri Reggiani; o Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis, conduzido por Guilherme Jaccon; a segunda edição do Programa de Formação Cênica Alfaiataria; e a Mostra Lés Latinas, dedicada a solos teatrais de artistas lésbicas latino-americanas.

Ao articular formação, pesquisa, criação e intercâmbio artístico, o Programa Contínuo Alfaiataria reafirma o compromisso da Funarte com o fortalecimento de processos continuados nas artes e consolida a Alfaiataria como um espaço de encontro entre diferentes saberes, experiências e modos de imaginar outros mundos possíveis.

As anfitriãs Janaina Matter e Michele Menezes, junto ao curador Francisco Mallmann, durante a Roda de Fogo, encontro que integra a programação do Programa AMP e transforma o quintal da Alfaiataria em um espaço de escuta, diálogo e reflexão sobre as múltiplas formas de pensar a memória. Foto: Vitor Dias.

SERVIÇO:
3ª Roda de Fogo – Práticas da Memória: entre lembrar e esquecer
Convidados: Leandro Franklin e Raissa Micheluzzi
Data: 29 de julho de 2026
Horário: 19h (Duração: 1h a 1h30)
Local: Quintal da Alfaiataria – Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 247 – Centro)
Entrada: Gratuita, sujeita à capacidade do espaço.
Informações: @alfaiataria_

Sobre Leandro Franklin: Artivista e professor dos cursos de Direito e Produção Cultural da Universidade Federal do Paraná (UFPR), além de docente do Programa de Pós-Graduação em Direito da instituição. Coordena o projeto de extensão Máquina de Ativismos em Direitos Humanos, dirige o Grupo de Teatro do Direito UFPR – Insólitos e integra o coletivo Memória LGBTI+ de Curitiba. Sua trajetória articula pesquisa, produção artística e direitos culturais, desenvolvendo projetos voltados à cidade, à diversidade, à memória e ao fortalecimento dos direitos humanos. Entre suas publicações recentes estão Tecidos de Luta: Águas para a Vida e Em Busca de Curitiba Perdida: Lugares de Memória LGBTI+, além da organização da obra Mais Cultura na UFPR: práticas e reflexões do Mutirão no Litoral Paranaense.

Sobre Raissa Micheluzzi: Jornalista com especialização em Cinema e Audiovisual, agitadora cultural e integrante do coletivo Memória LGBTI+. Atua na comunicação do SATED-PR e desenvolve projetos voltados à preservação da memória audiovisual e oral da população LGBTI+. Em 2026 lançou o documentário Rita Moreira: crônicas, memórias e videotape, apresentado no Olhar de Cinema, sobre a trajetória da videomaker brasileira Rita Moreira. Também participa do projeto Vivas e Visíveis: Arte, Memória e Política LBT, realizado em parceria com o Grupo Dignidade, dedicado ao registro e à difusão da memória de pessoas LBT em Curitiba.

Assessoria de Imprensa
BB Comunica – @bb_comunica

SEIS ENCONTROS, SEIS CRIAÇÕES INÉDITAS: FLUCTI CONECTA OCUPA A ALFAIATARIA EM CURITIBA

Projeto da Cia. Fluctissonante é gratuito e reúne artistas surdos e ouvintes em residência artística que resulta em seis criações inéditas apresentadas em Curitiba com acessibilidade integrada aos processos

O que acontece quando artistas surdos e ouvintes, com diferentes trajetórias e pesquisas, aceitam criar juntos sem partir de uma proposta criativa pré estabelecida? A resposta pode ser vista gratuitamente no Flucti Conecta, novo projeto da Cia. Fluctissonante que ocupa a Alfaiataria – Espaço das Artes, nos dias 18, 19, 25 e 26 de julho, em Curitiba.

O projeto reúne seis investigações cênicas inéditas desenvolvidas ao longo de residências artísticas compostas por duplas formadas por integrantes da Cia. Fluctissonante e convidades. São processos em construção, entre cenas, performances, leituras e experimentações, ou ainda nada disso, compartilhados pela primeira vez com o público. Cada criação tem até 20 minutos de duração e um único ingresso permite acompanhar as seis apresentações realizadas em sequência ao longo de cada dia.

Idealizado pela atriz Helena de Jorge Portela, diretora artística da Cia. Fluctissonante, e pelo ator Igor Augustho, diretor de produção da Pomeiro Gestão Cultural, o projeto nasce do risco, da possibilidade de compartilhar com públicos interessados trabalhos que operam a partir das identidades, diversidades e interesses dos artistas envolvidos. “Cada dupla chegou com sua própria trajetória. O que o público vai ver é o resultado desse encontro entre diferentes formas de criar, ainda abertas”, conta Helena.

Na edição de estreia, o Flucti Conecta promove os encontros entre Alucas Santos e Paula Roque; Catharine Moreira e Talita Grünhagen; Gabriela Grigolom e Flávia Imirene; Helena de Jorge Portela e Allan Nikitis; Igor Augustho e Gilda Elisa; e Nautilio Portela e Marcel Malê. Cada dupla desenvolve sua investigação acompanhada por uma pessoa interlocutora convidada, ampliando o diálogo artístico e aprofundando a experiência criativa.

O processo também sobe ao palco
Cada dupla parte de seus repertórios e linguagens para construir uma criação inédita. O Flucti Conecta convida o público a acompanhar pesquisas em andamento, revelando os caminhos, experimentações e descobertas que fazem parte da criação artística.
Para Igor Augustho, a potência do projeto está justamente na experimentação do encontro. “O Flucti Conecta nasce da vontade de aproximar artistas e criar um espaço onde diferentes trabalhos possam dialogar. São encontros que ampliam repertórios e convidam o público a compartilhar esse percurso conosco”, afirma.


A retirada dos ingressos gratuitos acontece uma hora antes do início da programação na bilheteria da Alfaiataria, quando são disponibilizadas 20 lugares na plateia. Como parte do público pode optar por assistir apenas algumas investigações, novos ingressos são liberados entre uma apresentação e outra, conforme a disponibilidade de lugares.

Criar também é ampliar acessos
A Cia. Fluctissonante atua há quase dez anos com criação cênica bilíngue, aproximando Libras e português em seus processos. O Flucti Conecta marca uma nova etapa dessa trajetória ao reunir, pela primeira vez, também a acessibilidade arquitetônica em toda a programação.

Segundo Helena de Jorge, o projeto representa um avanço na trajetória da companhia. “É um passo importante na nossa trajetória e sei aproxima de um desejo antigo da companhia de trabalhar na direção de um desenho universal na criação cênica”, explica.

Todas as apresentações contam com interpretação em Libras, audiodescrição e estrutura arquitetônica acessível para pessoas com mobilidade reduzida e usuárias de cadeira de rodas. De acordo com Igor, os recursos de acessibilidade assumem diferentes funções em cada investigação. “Em alguns casos, Libras e audiodescrição estão integradas à cena; em outros, atuam como tradução e mediação. O mais importante é que todas as apresentações são acessíveis, respeitando a lógica de cada criação.”

O projeto é realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura de Curitiba.

FICHA TÉCNICA
Concepção e Coordenação Geral: Helena de Jorge Portela (Cia. Fluctissonante | Pomeiro Gestão Cultural) e Igor Augustho (Cia. Fluctissonante | Pomeiro Gestão Cultural) | Intérpretes de Libras: Talita Grünhagen e Kelly Caobianco (Taé – Libras e Cultura) | Supervisão Surda: Catharine Moreira | Audiodescrição – Roteiro: Helena de Jorge Portela e Joselba Fonseca | Audiodescrição – Narração: Joselba Fonseca | Audiodescrição – Consultoria: Lucas Antonio | Escrita Acompanhadora: Lucas Pinheiro, Luciana Romagnolli e Olga Nenevê | Coordenação Técnica e Luz: Thay Siqueira | Registro em Vídeo e Técnica de Som: Chico Paes | Identidade Visual e Design Gráfico: Samuel Gallo | Assessoria de Comunicação: Bruna Bazzo | Vídeos para Redes Sociais: Maya | Distribuição de Material Gráfico: Israel Sullivan | Direção de Produção: Igor Augustho (Pomeiro Gestão Cultural) | Produção Executiva: Juliana Takenaka (Pomeiro Gestão Cultural) | Assistente de Produção: Vanessa Oliveira (Pomeiro Gestão Cultural) | Assessoria Jurídica e Contábil: Ivanes Mattos (Pomeiro Gestão Cultural) | Realização e Criação: Cia. Fluctissonante | Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural

Informações adicionais
Sobre a Cia. Fluctissonante: Coletivo curitibano formado por artistas surdos e ouvintes, a Cia. Fluctissonante desenvolve desde 2016 pesquisas em criação cênica contemporânea bilíngue (Libras e português), com processos baseados na criação compartilhada. É referência nacional em arte acessível e já realizou apresentações em cerca de 40 cidades e 12 estados brasileiros. Entre suas criações estão Enquanto a Chuva Cai, Conto Com Libras, Giacomo Joyce, /TODAS/, Elevador, O Pequeno Príncipe e Língua em Revista, além de projetos digitais e participações em festivais como o Palco Giratório e o Festival de Teatro de Curitiba.

SERVIÇO:
Flucti Conecta – Compartilhamento de Investigações Cênicas e Processos de Pesquisa da Cia. Fluctissonante
Datas: 18, 19, 25 e 26 de julho
Horário: das 15h30 às 21h, com apresentações contínuas em sequência e pequenos intervalos entre os trabalhos.
Local: Alfaiataria – Espaço das Artes (Rua Riachuelo, 266)
Ingressos: gratuitos, com retirada 1 hora antes da primeira apresentação do dia. O acesso inicial é limitado, e novos ingressos são liberados ao longo da programação, conforme a saída do público no espaço.
Acessibilidade: interpretação em Libras, audiodescrição e estrutura arquitetônica acessível para pessoas com mobilidade reduzida e usuários de cadeira de rodas.
Classificação: 14 anos
Instagram: @fluctissonante | @pomeiro_


Assessoria de Imprensa
BB Comunica – @bb_comunica

FORMAÇÃO, CRIAÇÃO E INTERCÂMBIO LATINO-AMERICANO MARCAM NOVA ETAPA DO PROGRAMA AMP NA ALFAIATARIA

A Alfaiataria – Espaço de Artes, em Curitiba, está com inscrições abertas para três ações que integram a programação do Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos (AMP): a segunda edição do Programa de Formação Cênica Alfaiataria (PFCA), o Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis e a convocatória da Mostra Lés Latinas. Gratuitas, as iniciativas contemplam formação artística, qualificação em produção cultural e intercâmbio latino-americano, ampliando oportunidades para artistas em diferentes momentos de suas trajetórias.

Realizado entre março e novembro de 2026, o Programa AMP é idealizado por Janaina Matter, atriz e diretora artística da Alfaiataria e contemplado pelo edital de Ações Continuadas da Funarte, com produção da Pró Cult. Ao longo do ano, a programação reúne residência artística, oficinas, encontros e uma mostra internacional, fortalecendo processos continuados de criação e redes de colaboração entre artistas de Curitiba e de diferentes territórios da América Latina. “O Programa AMP nasce do desejo de consolidar a Alfaiataria como um espaço permanente de encontro, pesquisa e criação. Mais do que oferecer atividades pontuais, buscamos fomentar processos continuados capazes de fortalecer artistas, estimular novas experimentações e ampliar as possibilidades de circulação das artes cênicas”, afirma Janaina Matter.

Formação para novos artistas
Após o sucesso da primeira edição, o Programa de Formação Cênica Alfaiataria (PFCA) retorna selecionando seis artistas iniciantes residentes em Curitiba e Região Metropolitana para uma residência artística de 13 semanas voltada ao desenvolvimento de pesquisas autorais em teatro, dança, performance e linguagens híbridas.


Cada participante receberá uma bolsa de pesquisa de R$ 5.400 (valor bruto), além de orientações de Janaina Matter e Carmen Jorge, espaço para ensaios e pesquisa e três oficinas intensivas ministradas por Janaina Leite, Ana Kfouri e Mateus Aleluia Filho. O programa culmina em uma mostra pública dos processos criativos e em conversas com o público. Metade das vagas será destinada a pessoas negras, indígenas, LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e/ou moradores de bairros fora da Regional Matriz de Curitiba.

Produção cultural como ferramenta de autonomia
Nos dias 11 e 12 de julho, o Programa AMP promove o Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis, ministrado pelo produtor cultural Guilherme Jaccon. A formação gratuita tem carga horária de 20 horas, sendo 16 horas presenciais e 4 horas de consultoria online.


Ao longo dos encontros, os participantes terão contato com ferramentas para elaboração de projetos culturais, leitura de editais, construção de orçamentos, planejamento, cronogramas, prestação de contas e compreensão das políticas públicas de fomento à cultura. Com mais de 14 anos de atuação, Guilherme Jaccon reúne experiências em exposições, festivais, espetáculos, publicações e avaliação de editais públicos, compartilhando conhecimentos voltados ao fortalecimento da autonomia profissional e da inserção de pessoas trans e travestis no setor cultural.


Lés Latinas amplia diálogo entre artistas da América do Sul
Também estão abertas as inscrições para a Mostra Lés Latinas, primeiro festival de teatro lésbico do Brasil, que vai selecionar quatro espetáculos solos protagonizados por mulheres (cis ou trans) autodeclaradas lésbicas, um do Brasil e três de diferentes países da América do Sul. A iniciativa propõe reunir obras que tenham a experiência da lesbianidade como força estética, temática ou política, colocando em diálogo diferentes territórios, linguagens e modos de criação.


Além de duas apresentações durante a mostra, as artistas selecionadas vão propor uma ação de partilha com o público e também vão participar da gravação do podcast Lés Latinas. O projeto oferece cachê de R$ 4.800 para cada artista selecionada, além de hospedagem, alimentação, transporte local e passagens aéreas, fortalecendo o intercâmbio entre criadoras latino-americanas.


Ao reunir ações voltadas à formação, à profissionalização e ao intercâmbio artístico, o Programa AMP amplia oportunidades para artistas em diferentes momentos de suas trajetórias. “Acreditamos que investir na formação artística também passa pela criação de redes, pela troca de saberes e pelo reconhecimento da diversidade de experiências que compõem a cena contemporânea. O Programa AMP reúne ações que dialogam com diferentes públicos e fortalece artistas desde o início de seus percursos até a circulação de seus trabalhos”, destaca Michele Menezes, produtora do programa.


As inscrições para todas as ações são gratuitas. Os regulamentos, formulários e demais informações estão disponíveis no Linktree da Alfaiataria e nos links específicos de cada convocatória.

SERVIÇO:
Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos (AMP)

PROGRAMA DE FORMAÇÃO CÊNICA ALFAIATARIA (PFCA)
Inscrições: de 25 de junho a 17 de julho de 2026
Resultado: até 25 de julho de 2026
Residência artística: de 3 de agosto a 30 de outubro de 2026
Mostra de Processos: 31 de outubro e 1º de novembro de 2026
Bolsa de pesquisa: R$ 5.400 (valor bruto)
Inscrições gratuitas (residência artística):
aqui

OFICINAS DO PFCA (abertas também ao público externo, mediante inscrição)
Janaina Leite – 7, 8 e 9 de agosto
Inscrições pelo Sympla: aqui

Ana Kfouri – 5, 6 e 7 de setembro
Inscrição pelo Sympla:
aqui
Solicitação de bolsa: aqui

Mateus Aleluia Filho – 7, 8 e 9 de outubro
Inscrição pelo Sympla:
aqui
Solicitação de bolsa: aqui

LABORATÓRIO DE PRODUÇÃO CULTURAL PARA PESSOAS TRANS E TRAVESTIS
Inscrições: abertas
Datas presenciais: 11 e 12 de julho de 2026
Carga horária: 20 horas (16 horas presenciais + 4 horas de consultoria online)
Ministrante: Guilherme Jaccon
Local: Alfaiataria – Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 266 – Centro)
Inscrições gratuitas: aqui

MOSTRA LÉS LATINAS
Convocatória: de 15 de junho a 16 de agosto de 2026
Resultado: setembro de 2026
Mostra: de 18 a 22 de novembro de 2026
Inscrições gratuitas: aqui

Informações: Todas as convocatórias, regulamentos e formulários também estão reunidos no Linktree da Alfaiataria: https://linktr.ee/alfaiataria_
Dúvidas: alfaiatariaproducao@gmail.com

Fonte: @bb_comunica
Foto: Vitor Dias