Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
Disco de vinil Milton Nascimento e Lô Borges – Clube da Esquina / Disco duplo. Ano: 1972. Original de época. Raro. Em ótimo estado, sem riscos. Quase perfeitos. Não pulam. Capa com leves marcas, por favor, veja as fotos. Seguindo o guia internacional para avaliação de vinil: Mídia: NM. Capa: VG. Código do disco: 31 C 164 422901.
Músicas A1 – Tudo Que Você Podia Ser A2 – Cais A3 – O Trem Azul A4 – Saídas E Bandeiras Nᵒ 1 A5 – Nuvem Cigana A6 – Cravo E Canela B1 – Dos Cruces B2 – Um Girassol Da Cor De Seu Cabelo B3 – San Vicente B4 – Estrelas B5 – Clube Da Esquina Nº 2 C1 – Paisagem Da Janela C2 – Me Deixa Em Paz C3 – Os Povos C4 – Saídas E Bandeiras Nᵒ 2 C5 – Um Gosto De Sol D1 – Pelo Amor De Deus D2 – Lilia D3 – Trem De Doido D4 – Nada Será Como Antes D5 – Ao Que Vai Nascer
INFORMAÇÕES: MILTON NASCIMENTO & LÔ BORGES – CLUBE DA ESQUINA Selo: EMI Odeon – 31C 164 422901 Formato: 2 x Vinil, LP, Album, Reissue, Stereo, Gatefold País: Brasil Lançado: 1972 Gênero: Jazz, Latin, Folk, World, & Country Estilo: MPB
Cód. Interno: 500025
Obs.: Alguns músicos que participam do disco: Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes, Tavito, Wagner Tiso, Toninho Horta, Robertinho Silva, Luiz Alves, Nelson Angelo, Rubinho, Alaíde Costa, Paulo Moura, Eumir Deodato, Gonzaguinha, Raul De Souza.
Seguindo o “Guia Internacional Para Avaliação de Discos de Vinil”:
Mídia: Near Mint (NM): Dois discos em estado praticamente perfeito. Foram pouquíssimo usados e não apresentam nenhuma imperfeição estética ou sonora. Muito bem conservados, com pouquíssimas marcas visíveis (muito leves e superficiais) que não afetam a sonoridade. Nenhum ou mínimo ruído.
Capa: Very Good (VG): Capa Inteira com pouco sinal de uso aparente. Marcas na superfície ou bordas do papelão, pequenos descascados, manchas, desgaste da tinta no aro do vinil.
FRETE: Taxa de entrega para todo país: R$20,00. Com opção de retirada no estoque: Travessa Isaacson Chinasso, 37, bairro Orleans, em Curitiba.
ATENÇÃO: Entregamos toda sexta-feira (sem taxa) no centro de Curitiba, combine por whats: 41.99745.5294, com Lelê.
Importante: só reservamos livros e discos mediante pagamento adiantado. Conto com sua compreensão.
Capa: Casa de Ferreiro o Espeto é Ferraz. Foto: Joaquim Bührer.
Com produção musical do icônico Alexandre Fontanetti, “Tela Viva” chega com clipe assinado por Leandro Ferraz
Composição do próprio Leandro Ferraz, “Tela Viva” é o primeiro single onde o artista consolida a parceria musical com a produção musical assinada pelo icônico, Alexandre Fontanetti, premiado em 2017 e 2019 no Latin GRAMMY® e responsável pelo célebre estúdio, Space Blues – onde foi gravado o single.
Com influências do indie-rock e MPB, em “Tela Viva”, Leandro Ferraz anuncia a estreia da sua carreira solo, e celebra 10 anos de trajetória, após integrar a banda Gorú e o trio Cravo Caramelo.
A música faz parte do primeiro álbum do artista, previsto para este ano. O single com distribuição pelo selo californiano Ingrooves Music Group (Universal Music Group) e licenciado pelo selo Camarada já está disponível pelas plataformas de streaming.
“Durante a pandemia eu já estava produzindo. E, o Fabio Raesh que está comigo desde o início da minha trajetória, apoiou a minha volta para São Paulo. Foi quando eu mandei algumas canções para o Alexandre Fontanetti do Space Blues, ele ouviu e gostou do material”, revela Leandro Ferraz.
Segundo o artista, “Tela Viva” é uma extensão poética sobre a sociedade da cultura digital que vive a distopia causada pelos efeitos pandêmicos. Direto ao ponto, Leandro Ferraz contesta a loucura e a correria que a vida é sobre o quanto as relações sociais estão aprisionadas às telas que, muitas vezes, aproxima as distintas realidades. Porém, paralelamente, seduz, domina e transmuta os sentidos.
“’Tela Viva’ me bateu no contexto da pandemia entre outras composições que eu tinha na gaveta. A loucura virtual durante o período pandêmico refletia pela tela e eu senti a necessidade de falar sobre esse sentimento. Principalmente da percepção de espaço-tempo movido pelos aplicativos”, projeta o artista.
Em contraponto ao bucólico, “Tela Viva” é uma crítica social que Leandro Ferraz deixa claro o seu posicionamento em relação ao consumo desenfreado online.
“Quando a gente pensa em gerações, em cinco anos a tecnologia se transmutou excessivamente. Inevitavelmente, o impacto da pandemia refletiu em uma nova forma de consumo. Então, trazer a leveza sobre a compreensão disto, a partir da música, é essencial. O compromisso com o produto é via de mão dupla, tanto de quem produz, quanto quem consome. A ‘Tela Viva’ é isto, ácida e leve”, pondera o multiartista.
Além de assinar os violões e a composição de “Tela Viva”, Leandro Ferraz é o responsável pelo roteiro, direção e montagem do clipe, com produção do coletivo Casa de Ferreiro o Espeto é Ferraz e está disponível pelo canal oficial do artista, pelo YouTube.
“Eu tenho um home studio em casa, o que facilita o desenvolvimento dos meus trabalhos. Eu fiz alguns storyboards e conversei com o Joaquim Bührer, escritor e amigo de infância que, entendeu de prontidão a estética minimalista do clipe e a proposta visual oitentista, com o enredo meio cômico e trágico”, reflete.
Sobre Leandro Ferraz Natural de Campos do Jordão (SP), aos 29 anos de idade, Leandro Ferraz integra a atual fase da cena musical brasileira. Cantor, compositor, letrista, arranjador, videomaker, produtor cultural e artista visual, a trajetória do multiartista dialoga com referências estéticas e sonoras que complementam o desenvolvimento de sua história entre a música, as artes visuais e digitais.
Leandro Ferraz sempre teve a música como alicerce artístico, embora tenha se formado em design pela Universidade Tecnológica do Paraná – UTFPR, em 2018.
Com dez anos de trajetória, desde a sua estreia com o trio Cravo Caramelo e há seis anos, com a banda Gorú, atualmente, Leandro Ferraz mora em São Paulo onde está em fase de finalização do primeiro álbum.
Alexandre Fontanetti e Leandro Ferraz.
Sobre Alexandre Fontanetti Alexandre Fontanetti já tocou, produziu, gravou, mixou e masterizou mais de 300 discos, desde que despontou na cena com a produção do álbum “Bossa n’ Roll” (1991) de Rita Lee.
Há 30 anos na cena musical como violonista, guitarrista, produtor e engenheiro de gravação, Alexandre Fontanetti é responsável desde 1997 pelo premiado estúdio Space Blues, em São Paulo, onde trabalhou com artistas como Zeca Baleiro, Gal Costa, Palavra Cantada, Luiz Tatit, Ana Cañas, Bruna Caram, Odair José, Toninho Horta, Alaide Costa, Zé Miguel Wisnik, Funk como Le Gusta, entre tantos outros.
Reconhecido em diversas premiações da música brasileira, Alexandre Fontanetti também foi indicado em oito edições do emblemático Latin GRAMMY® e premiado pelos álbuns “Jardim Pomar” (2017) de Nando Reis, “APKÁ” (2019) da cantora Céu e “Veia Nordestina” (2019) da cantora Mariana Aydar.
Fica técnica do single “Tela Viva” Composição, voz e violões: Leandro Ferraz Baixo: P. INSANO Luz Bateria e Metaphone: Caio Gomes Guitarras: Alexandre Fontanetti Trombones: Feldeman Oliveira Produção musical, mix e master: Alexandre Fontanetti Estúdio: Space Blues Distribuição: Ingrooves (Universal Music Group) & Selo Camarada Foto: Joaquim Bührer Capa: Casa de Ferreiro o Espeto é Ferraz Assessoria de Imprensa: ÁZ Criação Artística + Música é o Canal
Fica técnica do clipe “Tela Viva” Roteiro, direção, fotografia, montagem, edição final e VFX: Leandro Ferraz Assist. de Direção e Iluminação: Joaquim Bührer Styling: Evandro Selva Beauty: Nicolle Ferraz e Léa Ferraz Produção: Casa de Ferreiro o Espeto é Ferraz Assessoria de Imprensa: ÁZ Criação Artística + Música é o Canal
Composição de “Tela Viva”
Tela que me leva através dela Ver da China até o Ceará Que der na telha E me mostra o que eu quero comprar Até parcela! Logo vou ter eu que pagar pra ficar OFF Corre, Corre, louca vida Não avisa, não para não Essa tela para a vida mas a vida não para lá Corre, Corre, louca vida Roda viva, não para não Essa tela muda a vida Mas a vida não para não Tela que me leva Atravessar o mar vermelho e sair no Pará ou Ilhabela Ela me mostra o que eu quero lembrar A caixa cheia. – Alarme! É hora de acordar, célula viva! Ah júa Ah! Corre, Corre, louca vida Não avisa, não para não Essa tela para a vida Mas a vida não para lá Corre, Corre, louca vida Roda viva, não para não Essa tela muda a vida Mas a vida não para não!