Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
Auxiliar De Marketing / Designer. Vaga para trabalhar em Curitiba, no bairro Água Verde.
Se você é criativo(a), organizado(a) e busca uma oportunidade para atuar em diversas frentes do marketing e design, essa vaga pode ser ideal para você!
Atividades: – Apoio em ações de endomarketing e comunicação interna – Apoio na construção e controle do budget da área – Cotação e orçamento com fornecedores – Criação de materiais de apoio à área de vendas – Criação e desenvolvimento de materiais gráficos como anúncios, catálogos, embalagens e rótulos – Elaboração de apresentações comerciais e institucionais – Manutenção e organização do portfólio da marca – Suporte na organização de campanhas e eventos
Requisitos: – Ensino superior cursando ou completo em Design Gráfico, Publicidade e Propaganda, Marketing ou áreas correlatas – Domínio do Pacote Adobe, especialmente Illustrator e Photoshop – Desejável experiência anterior em áreas de marketing ou design gráfico – Boa comunicação, organização e olhar criativo – Ter portfólio para apresentação
Horário: De segunda a quinta das 08h às 18h, e sexta das 08h às 17h
Salário: R$2.200,00 Benefícios: VA de R$400,00 + VR de R$40,00/dia + Vale-transporte + Plano de saúde
Interessados devem enviar currículo e portfólio para: 41 995610361
Analista de Marketing. Vaga para trabalhar em Curitiba, no bairro Água Verde.
Atividades: – Planejar campanhas e ações de marketing acompanhando a agência para a criação de materiais publicitários; – Controlar o calendário de social media, encontrando oportunidades sazonais e garantindo resposta a todos canais da empresa; – Organizar fluxo de inbound marketing, definindo pautas para atualização constante do blog e das réguas de comunicação por e-mail; – Revisar conteúdos produzidos pela agência, avaliando qualidade do conteúdo, regras gramaticais e adequação aos canais de distribuição; – Apresentar os resultados das ações para outras áreas na empresa; – Analisar os funis de vendas e a intenção do cliente; – Qualificar leads recebidos através de sistema CRM e outros canais (e-mail, redes sociais, etc.); – Entrar em contato com leads e solicitar projetos; – Atualizar o CRM com as informações sobre os leads; – Enviar os leads qualificados ao setor comercial; – Gerar relatórios sobre quantidades de leads recebidos x conversão de vendas – Medir o ROI de campanhas de publicidade on-line e off-line; – Emitir relatórios sobre os KPIs de marketing, como clientes potenciais, taxas de conversão, tráfego de sites e engajamento nas mídias sociais; – Rastrear as métricas de campanhas de e-mail (entrega, abertura, taxas de cliques); – Registrar, produzir e divulgar ações internas de desenvolvimento de pessoas, Trabalhar em estreita colaboração com as equipes de vendas e de marketing para identificar oportunidades de aquisição de novos clientes.
Competências necessárias: – 1 ano de experiência com marketing e SDR, – Formação em marketing – Experiência em redes sociais, – Experiência em Marketing inbound e outbound – Conhecimento em RD Station indispensável – Conhecimento comercial será um diferencial
Empresa localizada em Curitiba, oferece: – Salário – R$ 3.000,00 – Plano de saúde Unimed – extensivo a família após experiência – Vale refeição – R$ 820,00/mês – Vale transporte – R$ 12,00/dia – Total Pass – 14° salário atrelado a atingimento de metas pré-estabelecidas.
Horário de trabalho segunda a sexta das 8:00 às 17:00 horas com uma hora de intervalo
Interessados enviar currículo para o e-mail fabirhvoe@gmail.com com o título Analista de Marketing.
Como você enxerga o futuro da sua carreira? Na Nestlé, acreditamos que crescer é um processo contínuo, feito de escolhas conscientes, atitudes consistentes e conexões que geram impacto.
Nossa trajetória é construída com base no compromisso com a qualidade, a nutrição e a sustentabilidade, criando valor para as pessoas, para a sociedade e para o planeta. E queremos seguir crescendo, junto com você, em todas as fases dessa jornada.
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Na foto de Lídia Ueta, o groove do MUV embalando a primeira edição do projeto Bairro Black Difusão que celebra a arte negra e a ancestralidade por meio da arte.
Show gratuito reúne música, dança e artes cênicas no dia 27 de julho com participação de 12 artistas convidados embalados pelo groove do MUV.
O projeto musical MUV – Movimento Uniformemente Variado, com 25 anos de trajetória autoral, traz a 2ª edição do Bairro Black Difusão, num grande espetáculo cênico musical e interativo dedicado à valorização da cultura negra em Curitiba. O evento acontece no dia 27 de julho de 2025 (domingo), às 18h30, no Guairinha, com entrada gratuita. “A segunda edição do Bairro Black Difusão vem como um grande show para marcar presença, abrir espaço e valorizar artistas negros da cidade em suas múltiplas expressões. Vamos reunir música, dança, performance e ancestralidade em uma grande celebração coletiva”, destaca Kátia Drumond, diretora artística do MUV.
Idealizado por Kátia Drumond e Ricardo Verocai, o MUV propõe nesta edição um espetáculo inédito, com roteiro criado pela dupla e pelo baixista Evangivaldo Santos. O show tem como destaque o repertório do EP “Bairro Black”, lançado em 2024, disponível em todas as plataformas digitais, além de músicas dos cinco álbuns autorais do coletivo. Os arranjos e teclados são de Ricardo Verocai para a formação de Big Band com: Kátia Drumond (vocal) Eduardo Ansay (guitarra), Evangivaldo Santos (baixo), Samir Souza (bateria), Brenda Calbaizer e Kabuto (backing vocals), Abdiel Freire (saxofone), Menandro Souza (trompete), Lauro Ribeiro (trombone) e Luiz Fernando Diogo (percussão).
“Bairro Black” conta com a participação especial de 12 artistas: Geyisa Costa, Flávia Imirene, Ariane Souza, PH Soares, Day Paixão, Pedro Ramires, Alucas Santos, Jacob Cachinga, Gi Kali, Chica da Silva, Inês Drumond e Jurandi Silva, integrando uma performance coletiva e interativa ao lado dos músicos do MUV. “A ideia é reunir potências artísticas da cultura negra de diferentes gerações, vivências e linguagens para compor um show especialmente significativo e divertido para todas as idades, relembrando a força da ancestralidade”, explica Ricardo Verocai, diretor musical do projeto.
O Bairro Black Difusão é fruto da parceria entre o MUV e a vereadora Giorgia Prates – MandatA Preta, única parlamentar negra na Câmara Municipal de Curitiba em 2025. Giorgia destaca a importância do projeto como ferramenta de transformação cultural e social: “É um orgulho apoiar o MUV. Estamos descentralizando recursos, fazendo o dinheiro chegar onde nunca chegou. Celebramos a arte como símbolo da resistência e da diversidade cultural negra em Curitiba. Projetos como este fortalecem nossas raízes e conectam gerações por meio da música, da dança e da oralidade”, afirma.
A realização é da Pomeiro Gestão Cultural, produtora com 10 anos de atuação em Curitiba e São Paulo, com direção de Igor Augustho, que encabeça a produção do Bairro Black desde a criação e lançamento do EP, passando pela temporada de shows de lançamento. Soma-se à equipe a produtora Cindy Napoli, da Rumo de Cultura. As produtoras se destacam em produções artísticas com recorte identitário e estético diverso, e agora dão continuidade à parceria iniciada na primeira edição do projeto em 2024 junto ao MUV.
Trajetória do MUV Criado no Rio de Janeiro em 1999 e radicado em Curitiba desde 2005, o MUV tem como marca a fusão de ritmos de matriz africana e a criação de uma sonoridade autoral que reverbera em palcos nacionais e internacionais. Com cinco álbuns lançados, incluindo participações de nomes como Arthur Verocai, Carlos Dafé e Macau, o grupo está presente em rádios e playlists de diversos países e atua também com projetos de formação e educação artística.
Além de apresentações marcantes em festivais como Curitiba Jazz Festival, Encantadas Jazz e Ilha do Mel Jazz à Gosto, o MUV realizou em 2022 e 2023 o projeto “O Som do MUV e a Música Negra nas Escolas Estaduais”, levando arte e identidade negra a espaços educacionais da rede pública.
FICHA TÉCNICA BAIRRO BLACK DIFUSÃO: Direção Musical e arranjos: Ricardo Verocai Direção Artística: Kátia Drumond Assistente de direção musical: Evangivaldo Santos Roteiro: Kátia Drumond, Ricardo Verocai e Evangivaldo Santos Coordenação Técnica de Som e Operador de som: Luigi Castel Coordenação Técnica de Luz e Operador de luz: Lucas Amado Roadie: Antonino Rodrigues (Tonico Rasta) Figurino e Maquiagem: Tassy Dal Negro Produção Geral: Katia Drumond Direção de Produção: Cindy Napoli e Igor Augustho Assistentes de Produção: Monica Margarido e Rebeca Forbeck Estagiários de Produção: Hanon Arthur e Pedro Oliveira Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo Programação Visual e Mídia Social: Paula Villa Nova Registro Audiovisual: Lidia Ueta Realização e Criação: MUV Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural e Rumo de Cultura
SERVIÇO: Bairro Black Difusão – 2ª edição Dia: 27 de julho de 2025 Horário: 18h30 Local: Guairinha (Rua Xv de novembro, 971 – Centro, Curitiba) Entrada Franca – Retirada de ingressos uma hora antes do show Classificação: Livre. Instagram: @muv.brasil
Bruna caran e Ravi Brasileiro. Foto: Florebela Leticia.
Com as participações de Janaina Fellini, Lip Sossa, Rapuso, Mister One F.L., Tittocalleht e Nina Brasileiro, o show acontece neste sábado (19), às 17h30
Curitiba recebe em única apresentação, neste sábado (19), o show de lançamento de ´´7por2“, o novo álbum do curitibano Ravi Brasileiro, a partir das 17h30 e com entrada gratuita. Realizado no SESC Paço da Liberdade, em formato intimista, a performance do artista reúne Lucas Abreu na percussão e programação, e as participações especiais de vários artistas da cena curitibana, entre eles Janaina Fellini, Lip Sossa, Rapuso, Mister One F.L., Tittocalleht e Nina Brasileiro. Os ingressos podem ser emitidos pela plataforma Sympla.
Badi Assad e Ravi Brasileiro. Foto: Oruê Brasileiro.
´´7por2“ está disponível em todas as plataformas de streaming e traz colaborações potentes com Badi Assad, Dante Ozzetti, Carlos Careqa, Bruna Caram, Caito Marcondes, Flaira Ferro e Leo Bianchini, Ravi entrelaça gerações e linguagens, dando corpo a um trabalho coletivo, ao transformar encontros em movimentos sonoros com o lançamento do álbum.
Ao longo de sete faixas inéditas, o disco propõe uma travessia entre a palavra escrita e a cantada, celebrando um dos gestos primordiais da arte: a criação compartilhada.
Com produção musical assinada por Du Gomide, as músicas ganham potência ao reunir diferentes sotaques e propõe um panorama da multiplicidade brasileira, tecendo um som que é, ao mesmo tempo, plural e profundamente enraizado. As canções de ´´7po2“ são narrativas que nascem a partir das conexões compartilhadas por Ravi em seu cotidiano.
“Quando eu apresentei o projeto para o Du Gomide, a proposta era produzir cada música pensando na sua performance em Duo, pra que absolutamente tudo fosse tocado ao vivo. Então, o Du, sabiamente me aliviou e optamos por estruturar muito bem toda a pré-produção. Gostei de ter assumido só a guitarra como instrumento principal, além da voz, e o violão na música ´Dar Tempo ao Tempo`, com o Caito Marcondes. Foi muito bom ter feito dessa forma. Pois, pude me conectar mais comigo em cada música e menos com a tecnologia. E a produção alinhou um norte para canções tão distintas encontrarem uma identidade em comum. De fato, foi tudo muito rápido, mas ainda conseguimos dar espaço para o novo no dia das gravações. Amei as propostas que surgiram e aconteceram a partir do que já estava muito bem estruturado”, revela Ravi.
Das composições originais idealizadas pelo Ravi, cada canção tem a sua forma poética. Ao longo da produção musical de ´´7por2“, o espaço para o desconhecido foi um elo imprescindível para que a criatividade e a relação com cada artista incorporasse outros sentidos poéticos, reverberando a personalidade sonora das músicas e enriquecendo a potência de cada letra.
“Com cada artista, o processo teve sua própria singularidade. Dos arranjos elaborados com Dante Ozzetti, às sutilezas na condução da canção e no refinamento da letra com Leo Bianchini; da sensibilidade e fluidez compartilhadas com Bruna Caram às trocas à distância com Flaira Ferro, passando pela construção melódica e harmônica desafiadora com Caito Marcondes. Ou seja, cada parceria trouxe uma camada única. Reunir todos esses encontros é, em essência, realizar o propósito maior do projeto: aprender e criar na troca e na arte do encontro”, conceitua.
Sobre o álbum Ravi Brasileiro chega ao seu quarto álbum de estúdio com amplitude e amadurecimento. O reflexo desta realidade é que, em ´´7por2“, as canções refletem a autenticidade e a riqueza da sua criatividade.
Desde a composição ao canto, a fonética é um ápice catalisador. Em cada faixa, é notória a precisão das notas sonantes, dissonantes, trava-línguas, palavras homófonas e homógrafas. Transformando o álbum em um grande manifesto poético e percussivo, além do instrumental.
´´7po2“ é um ponto de partida. Mas, foi entre idas e vindas, por estradas que ligam Curitiba à São Paulo, em ligações online, e os encontros nas casas e vozes de cada compositor que desenharam o mapa afetivo do álbum.
Ao compartilharem os seus legados, os artistas também ressignificam as letras, reinventam camadas e expressam vestígios íntimos em cada canção. O resultado é uma obra em estado de transmutação: livre de rótulos, movida pela fluidez da criação coletiva. Onde a música é trilha e o destino é uma engrenagem em constante movimento.
Além do álbum, ao longo do ano, Ravi Brasileiro vai disponibilizar pelas redes sociais e canal oficial do YouTube, live sessions e os minidocs com os artistas, sobre o processo de produção de cada faixa, com direção de Oruê Brasileiro.
Ravi Brasileiro e Carlos Careqa. Foto: Oruê Brasileiro.
Faixa a faixa do álbum 7por2
Balé da Selva – Flaira Ferro e Ravi Brasileiro Quando eu estava no processo de criação das composições, essa, desde o início, eu já sabia que seria para a Flaira. Mandei outras duas opções, mas o lugar da ironia, um tom provocador e a brincadeira com a realidade é algo com o qual ela se identificou. A tragicomédia da vida. Ela mexeu em algumas coisas da letra e trouxe outras propostas. A melodia foi surgindo entre o blue note, rock, foxtrote e o xote. As ideias se lapidaram e a música que nasceu ´´Te Como com Farinha“ agora é ´´Balé da Selva“.
Fôlego Coração – Bruna Caram e Ravi Brasileiro Conversando com a Bruna, sobre os rompantes da vida, ela me entregou uma foto, de uma folha de caderno com um poema guardado. Começamos a trabalhar naquela letra a distância. Estava meio truncado, mas quando nos encontramos pessoalmente, a música ganhou forma em uma tarde. Eu com o meu violão e ela com o teclado. De todas as canções, foi o processo mais rápido e certeiro, da gente se olhar e sentir que a música estava realmente pronta.
Tem Perrengue, Tem Merengue – Badi Assad e Ravi Brasileiro A música nasceu de uma fala de uma aluna minha da Dança a Livre Dois, quando ela disse que dançar com pessoas diferentes é como viajar e que a melhor parte da viagem é voltar para casa, assim como depois de ter dançado com várias pessoas, mas poder dançar com seu par. A Badi propôs um groove, a harmonia e fez ajustes certeiros na letra. A melodia a gente fez junto, numa troca bem generosa. O refrão dessa é pegajoso e ‘travalinguístico’, mas o álbum guarda uma surpresa especial neste quesito.
Dar Tempo ao Tempo – Caito Marcondes e Ravi Brasileiro Foi um processo muito leve, com várias ideias instigantes e desafiadoras. Ele gosta do movimento musical da cidade. Ele ainda não me conhecia direito quando eu propus a parceria. E quanto pedi que ele trouxesse um tema pra canção, como alguém experiente que orienta com calma a um menino ansioso, ele falou, vamos dar tempo ao tempo. Agradeci o tema da canção e já comecei a escrever. Quando nos encontramos, descobri que além de percussionista, ele é um grande arranjador. Ele trouxe melodias e harmonias caminhando de um jeito muito livre em lugares não convencionais. Com a melodia pronta optei, simplesmente, por refazer a letra inteira. O Du Gomide trouxe alguns acordes e caminhos de modulação que deram aquele toque que precisava. A música pode até parecer bem despojada e despretensiosa, mas foi a mais desafiadora para interpretar. O Caito, sugeriu uma flauta, e prontamente nós convocamos a Marcela Zanette e ficou um trabalho muito bonito.
61 91 – Carlos Careqa e Ravi Brasileiro Ele pediu e mandei várias músicas minhas pra ele. E juntando a inspiração de uma entrevista do Paulinho da Viola, com nossa diferença geracional, eu sendo de 1991 e ele de 1961, desta diferença de 30 anos, ele fez uma letra, eu musiquei e num ping pong bom, fomos arrematando juntos. Essa música foi ganhando uma forma viva. Ela foi gestada. Remete às pessoas que não deveriam se esvaecer, ela é curiosa e densa.Tem um toque de humor, ao mesmo tempo que traz uma questão existencial.
Bruxa Caxuxa – Dante Ozzetti e Ravi Brasileiro É uma música bem peculiar. Cada parte da música parece que é um recorte de algo maior. Eu tinha alguns trava línguas na gaveta. Dante escolheu esta e pediu para eu ler, enquanto me gravava, repetidas vezes. Nós encontramos a melodia. Ela não foi construída. Aproveitamos essa ideia rítmica que nasceu da própria letra, que já induz uma história. O Dante construiu um groove pelo violão, e fui ampliando e lapidando esse trava língua. Estudando e pesquisando letras e fonéticas. De todas, foi a música em que mais tivemos espaço para gravar camadas e arranjos juntos em estúdio. Foi bem especial aprender e desfrutar desse talento do Dante.
Melhor Um Final Horroroso Que Um Horror Sem Fim – Ravi Brasileiro e Leo Bianchini Esta canção cheia de causos já nasceu e sabíamos que fecharia o trabalho. Guardei na minha gaveta de ideias esta frase maravilhosa que ouvi num cafézão daqueles que junta a família toda. Leo matou a charada da canção rapidamente. Fez a harmonia e a gente cantarolou um monte de histórias improvisando, sem chegar num lugar certeiro para nossos causos. Mas tínhamos um forte refrão. Com a encomenda na mão, fomos juntos pensando em inúmeras situações que costumam ser proteladas, mas que são importantes de se acabar, como uma decisão final. Dos vários causos, ficamos com a extração do siso, parar de fumar, entrar na água gelada e com o término de um relacionamento.
Sobre Ravi Brasileiro Ao longo de quase três décadas, Ravi Brasileiro é reconhecido como cantor, compositor, dançarino e empreendedor cultural. A brasilidade é uma característica em seu trabalho desde a sua estreia nos palcos com a direção de Milton Karam e Simone Cit, com o Coral Brasileirinho, na década de 1990.
Em sua discografia, estão os singles ´´Come Cru e Tira Dez“ (2016) e ´´O Vislumbre da Terceira Idade“ (2022). Ravi também lançou em 2018, o EP ´´Quiçá Que Sacudisse“ e em 2021, lançou a versão em álbum, ao vivo no Teatro Paiol, com as participações especiais de Janaina Fellini, Laura Binder e Otto Brasileiro.
Do seu álbum de estreia ´´Na Trilha do Elo e elas perdidas“ (2009), cinco anos depois, com o álbum ´´Cortinas Abertas“ (2014), Ravi projetou a sua trajetória internacional com shows pelo México e Guatemala.
Ao longo de 2025, pelo projeto ´´7por2“, Ravi apresenta canções inéditas em parceria com Badi Assad, Carlos Careqa, Bruna Caram, Dante Ozzetti, Flaira Ferro, Caito Marcondes e Leo Bianchini, com a produção do musical assinada por Du Gomide.
Ficha Técnica 7por2 Coordenação do Projeto: Ravi Brasileiro Produção Executiva: Josi Forbeci Assistente de Produção: Giulia Dorneles e Débora Slompo Artistas: Ravi Brasileiro, Badi Assad, Bruna Caram, Caito Marcondes, Carlos Careqa, Dante Ozzetti, Flaira Ferro, Leo Bianchini Produção Musical: Du Gomide Direção Técnica: Lucas Paixão Captação de Áudio: Lucas Paixão Mixagem e Masterização: Edson Borth (Audio Architect) Estúdio: Geração Pedreira Direção: Oruê Brasileiro Assistente de Direção: Giulia Dorneles Direção de Arte, cenografia e figurino: Ju Choma Assistente de Arte: Kyra Ferreira e Giulia Dorneles Maquiagem: Kyra Ferreira Direção de Fotografia: Oruê Brasileiro Assistente de Fotografia: Giulia Dorneles e Kyra Ferreira Operação de Câmera: Oruê Brasileiro, Floribela Leticia, Vino Carvalho e Artur Rodrigues Captação de Making-of: Floribela Leticia, Kyra Ferreira, Vino Carvalho, Artur Rodrigues Técnico de Som (Entrevistas): Kyra Ferreira Logger: Oruê Brasileiro, Giulia Dorneles, Artur Rodrigues Coordenação de Pós-produção: Oruê Brasileiro Edição e Montagem: Artur Rodrigues e Giulia Dorneles Finalização: Oruê Brasileiro Assessoria de comunicação: BA Comunica Assessoria de imprensa: Cabana Assessoria Jornalistas responsáveis: Bruna Alcantara e Lucas Cabaña Identidade Visual: Carol Lemes Apoio Cultural: Família Farinha, Dança Livre a Dois, Pedreira Paulo Leminski, A Caiçara, BA Comunica, Artemísia Produções, Ju Choma Arquitetura e Cenografia, CBN Distribuidora, Viva La Vegan, Palco dos 5 Sentidos, Sem Culpa Cozinha, Teatro Regina Vogue, Café Coado na Calcinha, Padaria América e Effex
Realização: Odaraê Filmes de Impacto e Sinergiza Cultura e Desenvolvimento
Incentivo: Instituto Joanir Zonta e IOP – Instituto de Oncologia do Paraná
Músicos pernambucanos interpretam em piano e voz canções do icônico álbum de 1972
A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, entre 30 de julho e 2 de agosto, os sucessos do lendário álbum “Clube da Esquina”, de 1972, em uma versão intimista na voz de Zé Manoel e no piano de Amaro Freitas. Os pernambucanos fazem 5 apresentações, com direito a bate-papo após um dos shows.
Lançado há mais de 50 anos pelo grupo mineiro homônimo composto por Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes, Ronaldo Bastos, Toninho Horta e Fernando Brandt, o disco conta com clássicos como “Tudo que Você Podia Ser”, “Cais”, “O Trem Azul” e “Um Girassol da Cor do Seu Cabelo”. A obra foi eleita o melhor disco pelo livro “Os 500 Maiores Álbuns Brasileiros de Todos os Tempos”, do podcast Discoteca Básica.
De acordo com Zé Manoel, “cantar o repertório do ‘Clube da Esquina’, além de um grande desafio, é uma oportunidade ímpar de visitar e reverenciar artistas que fizeram e fazem parte da minha formação como músico e compositor. Ainda tenho a honra de estar com um grande artista e amigo, Amaro Freitas, para reviver esse repertório de 1972, que continua vivo, atual e arrebatador”, comenta.
Aclamados pela crítica, os artistas já tiveram trabalhos autorais indicados para o Grammy Latino, Zé Manoel na categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira com “Do Meu Coração Nu” (2020), e Amaro na categoria Melhor Canção em Língua Portuguesa por “Esperança”, parceria com Criolo e Dino D’Santiago, e Melhor Álbum de Jazz Latino, Melhor Performance de Música Global e Melhor Embalagem com seu mais recente disco “Y’Y” (2024). Freitas também levou em 2024 o Prêmio Multishow de Instrumentista do Ano e Melhor Disco do Ano pela Associação Paulista dos Críticos de Arte.
AMARO FREITAS Amaro Freitas tem o jazz como fio condutor da sua carreira artística e faz a mistura com frevo, baião, maracatu, coco, ciranda e outras riquezas dos ritmos nordestinos. “Sangue negro” (2016), “Rasif” (2018), “Sankofa” (2021) e Y’Y (2024), narram a sua trajetória artística na periferia do Recife. O compositor vem sendo presença marcante em importantes festivais de jazz, como North Sea Jazz, na Holanda; Newport Jazz Festival, nos Estados Unidos; e Pori Jazz, na Finlândia.
ZÉ MANOEL Compositor, cantor e pianista, Zé Manoel tem quatro discos lançados no Brasil, sendo dois editados no Japão: “Zé Manoel” (2012), “Canção e silêncio” (2015), “Do Meu Coração Nu” (2020) e Coral (2024). Suas composições foram gravadas por artistas como Ana Carolina, Elza Soares, Fafá de Belém, Vanessa da Mata, Ná Ozzetti, Juçara Marçal, Elba Ramalho, Amelinha e Filipe Catto.
Serviço: [Música] Amaro Freitas e Zé Manoel apresentam Clube da Esquina (1972) Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro Data: 30 de julho a 2 de agosto de 2025 Horários: – 30 e 31 de julho às 20h – 1º/08 às 20h, com bate-papo após show – sessão com acessibilidade – 02/08 às 17h e 20h Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada, conforme legislação vigente, e clientes CAIXA) Vendas: a partir de sábado 26/07, às 10h presencialmente na bilheteria da CAIXA Cultural Curitiba (de terça-feira a sábado das 10h às 20h; domingos e feriados das 10h às 19h); e a partir das 15h online pela plataforma Sympla Classificação: livre para todas as idades Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes) Mais informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 4501-8722
Estão abertas as inscrições gratuitas para a segunda edição do projeto, idealizado e conduzido pela escritora Lindsey Rocha Lagni, que tem início dia 28 de julho e término dia 24 de novembro, no Solar Guimarães, no Conservatório de MPB.
Voltada especialmente para professores do Ensino Fundamental II, a oficina Histórias Enraizadas chega à sua segunda edição em Curitiba, com uma proposta formativa gratuita sobre a criação de textos literários infantojuvenis inspirados nas culturas dos povos originários do Brasil e da cultura afro-brasileira. O projeto, idealizado e conduzido pela escritora curitibana Lindsey Rocha Lagni, acontece de 28 de julho a 24 de novembro de 2025, no Solar dos Guimarães, em dez encontros presenciais.
A iniciativa oferece aos participantes uma imersão em obras cuidadosamente selecionadas, nas quais a natureza, as histórias e os cenários das culturas indígenas e afro-brasileiras são apresentados de forma artística – muitas vezes poética. “A proposta é que todos desenvolvam uma percepção apurada sobre o que é um texto literário bem construído e sobre a responsabilidade de trabalhar com referências tão ricas e simbólicas”, afirma Lindsey.
A programação conta com a presença de três convidados especiais: o professor e Cacique Eloy Jacinto, a ilustradora Mari Ines Piekas e a atriz Natália Eloísa, que vão enriquecer a formação com diferentes perspectivas culturais e artísticas. A oficina une leitura crítica, criação de narrativas e atividades criativas, com reflexões profundas e práticas inclusivas.
Ao longo dos encontros, serão abordados temas como a estrutura da literatura infantojuvenil, a criação de personagens, a relação entre texto e imagem, e o uso da linguagem poética. “O Brasil é formado por múltiplas nações indígenas e uma vasta herança afro-brasileira. A oficina pretende explorar essas raízes de maneira sensível e respeitosa, abrindo espaço para que os participantes criem textos que dialoguem com esse universo, direta ou indiretamente”, explica Lindsey.
Os textos produzidos poderão trazer desde histórias com personagens indígenas em contextos urbanos até poemas que mesclam elementos de culturas afro-brasileiras e indígenas. “As possibilidades criativas são amplas, e não é necessário que os textos representem diretamente essas culturas, mas que surjam a partir do contato com elas”, acrescenta a escritora.
As inscrições são gratuitas e limitadas a 30 vagas, com prioridade para professores do Ensino Fundamental II, mulheres, pessoas pretas, pessoas com deficiência, LGBTQIAPN+, cegos e pessoas com baixa visão. Todas as aulas contarão com a presença da intérprete de Libras Elaine Moreira, garantindo acessibilidade plena. Para participar, basta acessar o perfil da produtora no Instagram: @pocoependulo e preencher o formulário.
Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura da cidade de Curitiba, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura de Curitiba.
A oficina ministrada por Lindsey Rocha Lagni, busca conectar os participantes com as raízes indígenas e afro-brasileiras por meio da literatura infanto-juvenil e da escrita criativa.
Sobre Lindsey Rocha Lagni Lindsey é formada em Letras pela UFPR e atuou por dez anos como professora de Língua Portuguesa e Literatura na rede particular. É autora dos livros Nervuras do Silêncio e Amuletos de Prosa e Verso, organizadora de Ofícios do Tempo (Poesia de Donizete Galvão) e coeditora de diversas obras infantojuvenis, como Visita à Baleia, de Paulo Venturelli – segundo lugar no Prêmio Jabuti.
SERVIÇO: OFICINA HISTÓRIAS ENRAIZADAS Dias: início 28/07/2025 até 24/11/2025 Horário: 9:30 às 12:00 Local: Solar dos Guimarães, entrada pelo Conservatório de MPB (R. Mateus Leme, 66 – São Francisco, Curitiba – PR, 80510-190) Inscrições: https://forms.gle/LeEKzfizpKmxhTW38 Instagram: @pocoependulo
Num país em que apenas 23% dos jovens entre 18 e 24 anos estão no ensino superior1, o Programa Bom Aluno Curitiba mostra que a educação pode ser, sim, o motor da transformação social. Com 100% de aprovação no ensino superior, o programa prorrogou o prazo de inscrições para o processo seletivo da nova turma, com ingresso em 2026.
O Programa busca crianças com sede por conhecimento, vontade de aprender e atitude para transformar a própria história. Podem se inscrever alunos da rede pública que estão cursando o 6o ano do Ensino Fundamental em 2025, com média escolar acima de 7,0, frequência mínima de 90% e perfil socioeconômico compatível com o atendimento.
A jornada completa: da infância à universidade O Bom Aluno acompanha cerca de 200 jovens por ano, com uma proposta de longo prazo: são até 12 anos de formação integral, desde o 7o ano do fundamental até a conclusão da graduação.
No contraturno escolar, os alunos participam de aulas de reforço acadêmico, inglês, atividades de desenvolvimento pessoal, recebem kit escolar e, a partir do segundo ano de programa, podem ser encaminhados para escolas particulares conveniadas, sem custo para a família.
Além do foco acadêmico, o Bom Aluno investe no desenvolvimento de habilidades socioemocionais, como autonomia, empatia, cidadania e responsabilidade, formando jovens preparados para os desafios do mercado de trabalho e da vida em sociedade.
Uma trajetória de impacto O programa já formou centenas de alunos, muitos deles atuando como profissionais em diversas áreas ou retornando ao programa como voluntários e apoiadores.
O projeto conta com parcerias das Secretarias de Educação, escolas públicas, empresários e sociedade civil. Desde sua criação, já teve reconhecimento nacional e local pelo seu impacto social.
Serviço: Processo Seletivo 2025 – Programa Bom Aluno Curitiba Inscrições: até dia 4 de Agosto Site: www.selecaobomaluno.org.br Informações: (41) 3335-6006 | WhatsApp Instagram: @bomalunocwb
Contato para entrevistas e mais informações: Eid Neiva da Silva Analista de Comunicação – Programa Bom Aluno Curitiba (41) 99800-5733
O Dia Mundial do Rock carrega uma energia que vai além do som: é atitude, expressão e autenticidade. Pensando nisso, a próxima edição do Encontro de Brechós Saí do Armário acontece neste fim de semana para comemorar essa data simbólica e proporcionar aos visitantes a chance de montar um visual cheio de personalidade e entrar no clima com estilo.
Nos dias 12 e 13 de julho, das 10h:00 às 18h:00, a Galeria Green Center se transformará em um verdadeiro espetáculo de moda, com mais de 150 araras e 29 expositores por dia, reunindo peças a partir de R$ 10,00 para todos os gostos e manequins — do clássico ao alternativo, do casual ao ousado.
Os expositores prometem uma verdadeira caçada sonora em forma de vestuário, com itens que transitam entre o grunge e o glam, o punk e o indie — tudo com aquele toque consciente e original que só o universo dos brechós proporciona. Para Gabriela Feola, idealizadora do projeto, ”essa será a chance ideal de encontrar aquela jaqueta icônica, uma camiseta de banda inesquecível ou acessórios que traduzem rebeldia e liberdade”, já que a edição temática em homenagem ao Dia do Rock apresenta uma seleção especial com estampas de grupos musicais, jaquetas de couro, vestidos autênticos, botas e muito mais para quem quer se produzir à altura da celebração.
“Não é só sobre o rock, é sobre se expressar com autenticidade — seja com uma peça boho, um item geek ou uma semijoia. A ideia é que cada um encontre algo que combine com sua essência”, destaca a organizadora Kerolen Martins. No sábado, além dessas roupas e acessórios, os visitantes também poderão conferir produtos coloniais. Já no domingo, o espaço será tomado por delícias doces, roupas e semijoias— uma programação que mistura moda, estilo e sabor em um ambiente totalmente pet friendly.
Vai comemorar o Dia do Rock no seu melhor estilo? Então dê uma passada no Encontro de Brechós Saí do Armário e encontre aquela peça que vai deixar o seu look tão marcante quanto um solo de guitarra inesquecível.
Serviço: 46° Encontro de Brechós Saí do Armário Local: Galeria Green Center Endereço: Rua São Francisco, 232 e Rua Treze de Maio, 439 – Centro – Curitiba. Entrada: Franca Datas: 12 e 12 de julho – Sábado e Domingo Horário: das 10h:00 às 18h:00 Pet friendly
Hospital CDOP contrata Supervisor(a) de relacionamento institucional. Vaga para trabalhar em Curitiba.
O Hospital CDOP, centro de referência em oftalmologia de alta complexidade, está em busca de um(a) líder com perfil estratégico, excelente capacidade de articulação e forte sensibilidade para o relacionamento com médicos oftalmologistas.
Mais do que atrair novos parceiros, queremos construir vínculos duradouros, oferecer uma experiência diferenciada para quem escolhe operar conosco e posicionar o CDOP como o melhor e mais confiável lugar para o médico exercer sua autonomia, com excelência técnica e suporte completo.
Valorizamos quem cuida e acreditamos que o cuidado começa com quem está ao nosso lado. Por isso, buscamos alguém que seja ponte entre os médicos e a instituição, traduzindo necessidades, antecipando soluções e reforçando nosso compromisso com a escuta ativa, a confiança e o respeito à autonomia profissional.
Responsabilidades: – Desenvolver e executar estratégias de marketing médico institucional e comercial, com foco em atração, fidelização e valorização do corpo clínico; – Apresentar o CDOP a oftalmologistas interessados em realizar exames e procedimentos, destacando infraestrutura cirúrgica, equipe multidisciplinar, diferenciais assistenciais e autonomia médica garantida; – Atuar de forma próxima ao corpo clínico, criando canais de escuta ativa e acompanhamento contínuo da experiência médica no hospital; – Coordenar ações e campanhas voltadas à valorização do médico oftalmologista, com foco em reconhecimento, pertencimento e parceria de longo prazo; – Integrar estratégias de relacionamento institucional e comercial, coordenando visitas, eventos, agendas estratégicas e comunicação personalizada; – Supervisionar materiais de comunicação interna e externa, com foco institucional e médico; – Gerenciar a presença digital da instituição com estratégias voltadas à reputação médica e técnica do hospital; – Acompanhar e reportar indicadores de desempenho da área, com foco em engajamento médico e volume cirúrgico; – Participar ativamente dos processos de Acreditação ONA e outras certificações, garantindo a padronização do relacionamento médico-hospitalar e da comunicação institucional.
Requisitos: – Ensino superior completo em Comunicação, Marketing, Administração, Relações Públicas ou áreas correlatas; – Vivência anterior em marketing médico, relacionamento com corpo clínico ou atuação em instituições de saúde; – Habilidade em articulação institucional, escuta ativa, organização e proatividade; – Conhecimento em ferramentas de CRM, automação de marketing, gestão de conteúdo digital e ações de marketing médico; – Capacidade de compreender e traduzir as necessidades do médico oftalmologista, propondo soluções alinhadas ao posicionamento estratégico da instituição.
Diferenciais: – Experiência prévia em clínicas ou hospitais especializados em oftalmologia; – Conhecimento do sistema Tasy; – Participação comprovada em processos de certificação, como Acreditação ONA.
Benefícios: – Vale Alimentação: R$ 738,00 – Vale Refeição: R$ 30,00 (por dia trabalhado) – Vale Transporte – Plano de Saúde (sem coparticipação) e Plano Odontológico (após 90 dias)
Regime de contratação: CLT (Efetivo) – 44h semanais Horário: Segunda a sexta-feira, das 08h às 18h
Depois de entender mais sobre o que oferecemos, se você tiver interesse nos encaminhe seu currículo com pretensão salarial e um vídeo de no máximo 2 minutos nos contando sobre você e sua experiência profissional para dp@cdop.com.br – Assunto do e-mail: SUPERVISOR(A) DE RELACIONAMENTO INSTITUCIONAL E MÉDICO