LAURA PETIT RETORNA COM O SENSUAL CLIPE “SOL NA VIRILHA”

Cantora lança primeira faixa desde elogiado álbum “Pelada por Esporte”

Após apresentar um olhar com frescor sobre o feminino e um mergulho nos amores modernos nos seus dois primeiros discos, Laura Petit revela uma nova fase da carreira com uma série de singles já projetados para 2021. O primeiro deles é “Sol na Virilha”, faixa que acaba de chegar às plataformas de streaming e ganha também um clipe.

A canção é o primeiro lançamento de Laura desde “Pelada por Esporte” (2019), um álbum que em seguida ganhou também uma série de remixes, “Pelada na Pista”, com quatro faixas que ofereciam uma nova perspectiva. Agora, a artista une a identidade musical do último disco com a entrega lírica de seu primeiro trabalho, “Monstera Deliciosa” (2017), em uma composição sobre voltar-se para dentro e reafirmar sua autonomia após uma relação abusiva.

“‘Sol na Virilha’ é uma música densa, intensa e ainda assim leve. Acho que na estética e na produção, essa nova faixa se aproxima mais do ‘Pelada’. Mas a poesia e a temática mais doída tem um quê do ‘Monstera’. Pensando agora talvez seja um híbrido entre os dois discos. Foi uma faixa difícil e gostosa de escrever e produzir. Serviu pra sublimar dores profundas e íntimas do jeito mais leve que eu pude. Pra eu me apropriar das minhas dores, do meu corpo e das minhas escolhas. Sol na Virilha é dançante, sensual e intensa”, resume Laura Petit.

A artista vai da MPB ao baião, da psicodelia ao experimental. Trazendo uma visão agridoce, bem-humorada e por vezes debochada dos afetos modernos, ela entrega uma sinceridade desinibida, uma candura desconcertante e uma ironia cortante, embaladas por uma instrumentação tão atual quanto nostálgica.

Nascida em Brasília e criada em Curitiba, Petit traz a arte no corpo desde sempre. Bailarina da infância até a adolescência, ela utiliza a linguagem corporal da dança para evoluir sua música. Em 2017, Petit lançou “Monstera Deliciosa”, um álbum que oferecia uma percepção livre e criativa do feminino. O segundo disco, “Pelada por Esporte”, marcou um olhar diferente e fora do universo decadente da temática do álbum anterior, voltando-se para dentro.

Com “Sol na Virilha”, Laura Petit referencia a sua própria discografia, mas sem deixar de olhar para o futuro. A artista agora prepara uma série de lançamentos que serão revelados aos poucos ao longo de 2021.

Assista a “Sol na Virilha”:
https://youtu.be/RVBjF1k8XDQ
Ouça “Sol na Virilha”:
https://smarturl.it/SolNaVirilha

Ficha técnica:
Produção: Eduardo Rozeira
Mix: Dani Mariano
Master: Pedro Soares
Videoclipe: Leticiah F.
Maquiagem: Marina Costa

Letra:
Sol na Virilha

Não vá dizer
Que me avisou
Se vai doer
Não avisa
Mas se vier
Não me jure amor
Cê tem o rei
Na barriga

Não era seu
Nunca foi seu
Não põe a mão
Era só meu
Sempre foi meu
Mesmo em vão

Não vá dizer
Que me avisou
Se vai doer
Não avisa
Mas se vier
Não me jure amor
Eu tenho o sol
Na virilha

Não era seu
Nunca foi seu
Não põe a mão
Era só meu
Sempre foi meu
Mesmo em vão

Não era seu
Nunca foi seu
Não põe a mão
Deixe meu véu
Assim eu vou

Era só meu
Sempre foi meu
Mesmo em vão
Não vou pro céu
Eu já não ia

Quando a sangria era folia
E o fim era questão só de recomeçar
A gente ria sem saber o que esperar

 

DOCUMENTÁRIO “A PONTE” – SOBRE A PERIFERIA DE SÃO PAULO


Documentário A Ponte sobre a periferia de São Paulo, com Mano Brown e Trilha Sonora de Zé Gonzales e Daniel Ganjaman.

Release (via Casa do Zezinho ). Fonte / texto: Geledes

O rapper Mano Brown, a educadora Dagmar Garroux e o escritor Ferréz convivem diariamente com as mazelas da periferia de São Paulo. Cada um a seu modo, trazem uma bagagem de experiências que merece reflexão. É o que faz o documentário “A Ponte”, produzido pelo Instituto Rukha.

O filme, de 42 minutos, mostra a situação da desigualdade social na Zona Sul de São Paulo por meio da figura de Dagmar Garroux, conhecida como Tia Dag. Ela é a fundadora da Casa do Zezinho. A entidade trabalha desde 1994 com o desenvolvimento de crianças e jovens. No início eram 07 “Zezinhos”, hoje a Casa conta com mais de 1200 crianças e jovens.

A câmera do documentário passeia pelas ruas do Capão Redondo, Jardim Angela e Jardim São Luis, todos bairros da zona sul da capital paulista, e expõe o tempo todo a diferença existente entre as duas margens do Rio Pinheiros. “O Rio pinheiros divide o pobre dos ricos”, afirma o rapper Mano Brown. Tia Dag complementa: “A ponte do Rio Pinheiros é o muro de Berlim.”

O filme pretende mobilizar a sociedade, mostrando que existe um caminho para a transformação. “Não é uma denúncia vazia. Optamos por mostrar que a realidade é muito dura, mas paralelamente mostramos a história da Tia Dag como uma possibilidade de mudança para a região”, afirma Luiz Alfaya, diretor-presidente do Instituto Rukha.

Para Roberto Oliveira, diretor do filme, “a idéia é abrir os olhos das pessoas”. Segundo ele, “o Brasil vive uma situação de guerra civil e as pessoas não se dão conta. Elas precisam se mexer e mudar a realidade.”

Ficha técnica:
Versão completa em HD do documentário “A PONTE” 2006 / Instituto Ruhka / Sindicato Paralelo / Direção: Roberto T. Oliveira e João Wainer / Fotografia: João Wainer / Produtores Associados: Roberto T. Oliveira e Marcelo Loureiro / Trilha Sonora: Zé Gonzales e Daniel Ganjaman / Direção de Arte: Paulo Franco / Edição: André Dias e Alex Kundera / Produção: Claudio Gabriel e Julio Sena / Fotografia adicional: Lula Maluf, Arci Reis, Roberto T. Oliveira e Claudio Gabriel / Finalização: Alex Kundera / Mixagem: Daniel Ganjaman (Estudios YB) / Participações: Mano Brown, Ferrez, Floriano Pesaro, Paulo Lima, Padre Jaime, Fabio Gurgel, Saulo Garroux, João Batista Cardoso

Para ajudar acesse: www.casadozezinho.org.br

Release (via Casa do Zezinho ). Fonte / texto: Geledes

DOCUMENTÁRIO “COISA MAIS LINDA – HISTÓRIAS E CASOS DA BOSSA NOVA”

Documentário “Coisa Mais Linda – Histórias E Casos Da Bossa Nova”- Um painel histórico, musical e informativo sobre o nascimento da Bossa Nova, na década de 1950. Contém imagens de arquivo com entrevistas e apresentações exclusivas de Roberto Menescal, Carlos Lyra, Johnny Alf, Leny Andrade, entre outros.

Diretor: Paulo Thiago. Roteiro: Paulo Thiago. Produção: Glaucia Camargos. Edição: Marcelo Moraes.

Fonte: CIEBRA Centro Integrado Estratégico Brasileiro

Fonte: Canal do Youtube: vsbonvenutobye

CHICO SCIENCE, UM CARANGUEJO ELÉTRICO – DOCUMENTÁRIO NAÇÃO ZUMBI


Documentário “Chico Science – Um Caranguejo Elétrico. Um filme de 86 minutos exibido pela TV Globo Nordeste e GloboNews em 2016.

O documentário acompanha a carreira do mentor do Manguebeat através de imagens de arquivo, gravações inéditas e depoimentos de nomes como Fred Zero Quatro (Mundo Livre S/A), Jorge Mautner, Carlos Eduardo Miranda, Arnaldo Antunes, Paralamas do Sucesso, Dengue, Lucio Maia, Jorge Du Peixe e Toca Ogan.

Com participação de: Dona Rita, Gorete, Eurico, Mestre Meia Noite, Dj Dolares, Fred Jordão, Fred Zero Quatro, Xico Sá, Gil Vicente, Renato L, Stella Campos, Cannibal, Otto, Hilton Lacerda, Miranda, Jorge Davidson, Cadão Volpato, Marcelo Rubens Paiva, Paulo André, Liminha, Marcelo Yuka, Lorena Calabria Arto Lindsay, Bill Braggin, Gilberto Gil, Bid, Jorge Mautner, Arnaldo Antunes, Herbet Viana, Lenine, João Barone, Bi Ribeiro, Andre Jung.

Produção Geral: Ricardo Carvalho
Argumento, Roteiro e Direção: Zé Eduardo Miglioli
Produção Executiva: Carol Carvalho
Pesquisa e Roteiro: José Teles
Direção de Fotografia: Mariano Maestre
Direção de Produção: Petla Pammela
Montagem: Walter Kelcius
Finalização e Color: André Frakatt
Som Direto: Nicolau Domingues e Rafael Travassos
Produção Musical: Carlinhos Borges
Programação Visual: Coletivo Vacilante
Abertura: ZQuatro Studio
Locução: Germano Haiut
Edição de Som e Mixagem: Gera Vieira

Imagens de arquivo cedidas pela GLOBO
Imagens cedidas pelo CEDOC- TC Cultura/ SP
Programas Ensaio, Bem Brasil, Metropolis e Fanzine
RTV Produções GLOBO NORDETES GLOBO FILMES

fonte: Nação Zumbi (Oficial)

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DOCUMENTÁRIO ‘RPW 20 ANOS’

Sinopse:
O grupo de rap RPW surgiu em 1991. Formado por Rúbia Fraga (MC e Letrista), W-Yo (MC e Letrista) e DJ Paul (DJ e Produtor), revolucionaram o rap nos anos 90 com a criação do estilo Bate-Cabeça, sendo o maior diferencial do grupo e referência para tantos outros que chegariam depois. O fato de um homem e uma mulher dividindo o palco e as rimas tornou o grupo pioneiro na proposta de equidade de gênero.

Em 2001, o grupo decide dar uma pausa nas apresentações e cada integrante seguiu com novos trabalhos: Rúbia fez seus projetos com o “Minas na Rima” e “Hip Hop Mulher”, W-Yo foi também membro fundador e integrou o polêmico grupo Verbo Pesado e DJ Paul como free lancer na banda Pavilhão 9, tocando também no Rock in Rio III. Em 2004, o grupo decide voltar à estrada com uma turnê pelos estados do Sul e Sudeste do país iniciando em Porto Alegre (RS), seguindo para outras cidades, em Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais. Apresentando shows em vários eventos com segmentos diferenciados como skate, rock, rap, underground, etc. Em 2006 voltam à estúdio e com produções dos djs KL Jay e Cia, gravam o disco “Talento não morre, recicla!” que foi lançado pelo próprio selo do grupo o “Beba Mais Produções”. 

Atualmente é o único grupo dos anos 90 que segue com a formação original e comemorou em 2011 seus 20 anos de contribuição à Cultura Hip Hop, por isso, lançarão o dvd “RPW 20 ANOS”, primeiro do grupo até o final de 2012.

fonte : A Escotilha – “RPW: a incendiária mistura entre sexo, cerveja, skate, rap e hardcore”