Blogue FATO Agenda divulga: 1) vagas e oportunidades em comunicação social, mkt e design em Curitiba e região. 2) Agenda cultural da cidade. 3) Livros e discos de vinil (do Sebinho FATO Agenda). Editado há 17 anos (desde 2009) pelo jornalista Leandro Hammerschmidt.
Analista de conteúdo júnior. Vaga para trabalhar em Curitiba.
Responsabilidades: – Desenvolvimento de Conteúdo; – Pesquisa e Tendências; – Colaboração com Equipe; – SEO e Otimização de Conteúdo.
Requisitos: – Experiência comprovada na criação de conteúdo para diversas plataformas online; – Habilidades excepcionais de escrita e edição; – Conhecimento em SEO e práticas de otimização de conteúdo; – Familiaridade com ferramentas de análise de desempenho online; – Capacidade de trabalhar em equipe e colaborar eficazmente com outras áreas, como design, marketing e comercial.
Qualificações Adicionais: – Formação em Publicidade e Propaganda, Jornalismo ou área relacionada. – Experiência em gestão de redes sociais e ferramentas de programação de conteúdo.
Analista de mídias sociais pleno. Vaga para trabalhar em Curitiba.
Responsabilidades: – Criar e executar estratégias de mídias sociais para diferentes personas; – Gerenciar contas de mídias sociais, incluindo Facebook, Twitter, Instagram, LinkedIn, entre outras; – Desenvolver conteúdo atraente e relevante para as diferentes plataformas de mídia social; – Monitorar e responder comentários e mensagens nas redes sociais; – Analisar dados e métricas de desempenho das campanhas nas redes sociais e fazer recomendações para melhorias; – Colaborar com outros membros da equipe, como designers e redatores, para criar campanhas integradas; – Interagir com nossos embaixadores de marca nas redes sociais, criando conteúdos cruzados para awareness de marca; – Ficar atualizado sobre as tendências e novidades nas redes sociais e implementar as melhores práticas em nossas estratégias.
Requisitos: – Formação em comunicação, marketing, publicidade ou áreas relacionadas; – Experiência prévia em gestão de mídias sociais; – Habilidade em análise de dados e métricas de desempenho nas redes sociais; – Conhecimento em ferramentas de análise de dados e plataformas de mídia social; – Excelentes habilidades de comunicação verbal e escrita; – Capacidade de gerenciar múltiplas prioridades e projetos simultaneamente; – Ter desenvoltura e comunicação verbal para se tornar a imagem da empresa nas redes sociais, fazendo a ponte de comunicação humana com o nosso público nas redes sociais.
Saí do Armário na Galeria A Travessa: Um Encontro Exclusivo para Transformar o Conceito de Consumo
Por Emanuelle Spack
Nos dias 06 e 07 de abril, o Saí do Armário retorna para a Galeria A Travessa para mais um imperdível encontro de brechós para os amantes da moda consciente e do reuso. Com a proposta de promover a economia circular e destacar a importância da sustentabilidade na indústria têxtil, 35 diferentes brechós locais se unem a cada dia para apresentar suas coleções exclusivas em um evento já conceituado que visa transformar o conceito de consumo.
A dedicada empreendedora e uma das organizadoras do evento, Kerolen Martins, revela que diversidade é a palavra-chave deste encontro, com uma ampla gama de estilos, tamanhos e faixas de preço para todos os gostos e bolsos. “Com uma oferta de mais de 10 mil itens em exposição, o encontro trará uma experiência inédita para os visitantes que terão a oportunidade de explorar um verdadeiro tesouro de moda e acessórios nesta troca de estação, pois teremos o lançamento da coleção outono/inverno.”
Os participantes estarão envolvidos por uma atmosfera que vai além de simples compras, pois cada peça conta uma história, carrega consigo a essência do reuso e da exclusividade. Outra organizadora destaca a importância do evento no contexto atual: “Quando se fala em reutilizar roupas, nada mais simbólico do que reunir brechós para promovermos o consumo consciente e a valorização do que já está disponível no mercado. É uma oportunidade não apenas de adquirir peças únicas, mas também de fazer parte de um movimento que busca impactar positivamente o meio ambiente”, revela Gabriela Feola indicando que nesta edição, quem entrar na Galeria A Travessa pela rua São Francisco, vai se encantar com um universo artístico local, já que artistas independentes de Curitiba foram convidados para exibirem seus trabalhos no evento. “Ao incluirmos artistas locais para exporem no Saí do Armário, promovemos a união e a diversidade de itens, além de oferecer um espaço novo para os artistas mostrarem seus trabalhos.”
A cada dia, os expositores por trás deste evento revelarão suas coleções repletas de originalidade, contendo entre 150 e 300 itens exclusivos. Cada peça é muito mais do que simplesmente uma adição ao guarda-roupa: é um testemunho de compromisso com um amanhã mais verde e ético. Nesta edição começa a temporada de roupas para os dias mais frios do ano com peças que variam entre lã, pele sintética, casaco e sobretudo a preços acessíveis para se manter aquecido gastando pouco e fazendo a moda circular.
Serviço: 31° Encontro de Brechós Saí do Armário Local: Galeria A Travessa Endereço: Rua São Francisco, 232 e Rua Treze de Maio, 439 – Centro – Curitiba. Entrada: Franca Datas: 06 e 07 de abril – Sábado e Domingo Horário: das 10h:00 às 18h:00 Pet friendly
Processo serve para ingresso como para aqueles que começaram o curso em seu país de origem
A UFPR divulgou edital com as regras do processo seletivo para entrada de pessoas refugiadas e migrantes humanitários nos cursos de graduação da instituição para início no primeiro semestre do ano letivo de 2025. As inscrições acontecem entre o dia 29 de fevereiro e 15 de março às 17h00.
São duas formas de entrada, a primeira é o vestibular, contando com 10 vagas. O curso é escolhido no ato da inscrição e há um limite de 1 vaga por curso. A segunda forma é o reingresso, voltada para aqueles que já haviam iniciado um curso superior e desejam continuar seus estudos na UFPR, esta modalidade conta com 118 vagas. Os cursos e as quantidades de vagas podem ser conferidas no Anexo II do edital.
Para participar do processo, além da conclusão do ensino médio, é necessário comprovar a condição de refugiado, solicitante de refúgio com visto humanitário ou autorização de residência de países fronteiriços onde não haja acordo para nacionais dos Estados partes do Mercosul e Países Associados, que seguem as resoluções 13/147 e 63/18 do Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão da UFPR. No caso de reingresso o candidato deve comprovar ainda o início no curso superior em país estrangeiro.
A UFPR oferece atendimento para aqueles que têm algum tipo de dúvida ou dificuldade relacionadas ao processo. O atendimento é de segunda à sexta das 13h30 às 17h30 na Sala 28 do Prédio Histórico da UFPR (praça Santos Andrade, 50).
Cátedra Sérgio Vieira de Mello Desde 2013 a UFPR oferece políticas de acesso e permanência para migrantes e refugiados, sendo reconhecida como uma das universidades brasileiras mais atuantes na política de inclusão, permanência e construção de políticas públicas voltadas para esta população. A instituição é há 10 anos signatária da Cátedra Sérgio Viera de Mello (CSVM), projeto do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) em parceria com instituições de ensino superior brasileiras que trata do tema.
A professora Elaine Cristina Schmitt Ragnini, coordenadora da CSVM na UFPR, destaca a importância de assegurar o direito à educação aos migrantes e a possibilidade de uma integração mais qualificada ao mercado e ao mundo de trabalho brasileiros.
“A presença deles na universidade também promove a diversidade e as trocas interculturais, tão valorizadas num mundo que está cada vez mais conectado globalmente. Não podemos esquecer que a forma como nos organizarmos para produzir nossa existência tem gerado cada vez mais pessoas deslocadas, buscando novas oportunidades de vida ou mesmo proteção para poder viver. Nesse sentido, é fundamental que estejamos preparados para acolher e integrar estes migrantes à nossa sociedade”, completa a professora.
Serviço: Edital dos processos seletivos de ingresso ou reingresso: aqui Inscrições: de 29 de fevereiro a 15 de março Atendimento de apoio: sala 28 do Prédio Histórico da UFPR, na Praça Santos Andrade, 50, Centro de Curitiba, (segunda à sexta das 13h30 às 19h30).
Grupo RIC contrata Analista de inteligência de mídia jr. Vaga para trabalhar em Curitiba.
Responsabilidades: – Será responsável por direcionar o planejamento financeiro dos clientes para fechamento de propostas comerciais, buscando maior rentabilidade e zelando pelos custos, qualidade e prazos de entrega. – Analisar a verba disponível conforme produto ou serviço do cliente, perfil e resultados. Interpretar dados de inteligência de mercado e propor soluções de otimização de verba para planejamento de investimento de mídia, buscando indicar as melhores soluções comerciais para o cliente.
Requisitos do cargo: – Experiência de 02 anos em agências de publicidade e/ou veículos de comunicação nas áreas de Mídia ou Trade Marketing; – Ensino superior completo em Publicidade e Propaganda e/ou Marketing, áreas afins. Conhecimentos e Habilidades: – Capacidade analítica – Organização e planejamento – Desejável conhecimento nas ferramentas do Kantar IBOPE Média – Relacionamento interpessoal – Pró-atividade – Boa comunicação
Interessados enviar currículo com o assunto ANALISTA DE MIDIA JUNIOR para o email: vagas@gruporic.com.br
Requisitos: – Ótimos conhecimentos sobre redes sociais; – Experiência em Pacote Adobe / Canva; – Experiência em captação de leads e campanhas no RD Station ou Heros Park; – Capricho e rapidez;
Atividades: – Gestão de redes sociais da empresa; – Criar materiais e post para divulgação; – Calendário de postagens; – Gestão de postagens no Mlab; – Acompanhar evolução das campanhas; – Sugerir melhorias.
Horário de trabalho: Por demanda: Home Remuneração: a combinar. Regime: PJ ou Free
Na fotografia de João Urban, Lina Faria e seu olhar direcionado a imagem que revela parte do seu trabalho em exposição no MIS-PR.
Com curadoria do fotógrafo João Urban, a artista revela sua abordagem e captação sensível em imagens que protagonizam as mulheres em dimensões e diversas realidades, e hoje faz parte do projeto Memória Viva até 23 de fevereiro de 2024.
Entra em cartaz na segunda (11), na Sala Adalice Araújo, às 17h, a exposição “Lina Faria – Passando a limpo”, realizada pelo Museu da Imagem e do Som do Paraná. A mostra consagra uma homenagem à fotógrafa paranaense e sua contribuição para a fotografia do Paraná, com destaque para sua forma sensível de capturar as imagens.
“A fotografia da Lina Faria é manuscrita, é escrita corrida, é feita “na mão”! Com a caligrafia do carinho pelas pessoas que fotografa, é feita de sorriso e abraços”, diz o curador João Urban, colega de profissão e amigo de Lina desde quando trabalharam juntos no antigo estúdio Zap.
Um dos pontos curiosos dessa exposição é a descoberta de um conjunto significativo de fotografias feitas por Lina na colônia polonesa Tomás Coelho, em Araucária e Campo Largo, no ano de 1984 para a Secretaria de Estado da Cultura. Essas fotos, originalmente creditadas a Urban devido a um erro na identificação, tiveram sua verdadeira autoria resgatada no acervo do MIS, evidenciando o olhar de Lina presente nessas imagens.
Em “Passando a Limpo”, Lina é apresentada como uma fotógrafa do mundo, uma flâneur moderna que explora não apenas as cidades, mas também as histórias e as pessoas que nelas habitam. Sua abordagem fotográfica capta fragmentos do cotidiano, revelando a poesia e a imaginação presentes ao nosso redor, desde os espaços íntimos das pessoas até as paisagens urbanas.
Os projetos de Lina revelam o interesse na relação estética das mulheres com seus espaços, explorando presídios, áreas rurais e urbanas para capturar a vida feminina em diferentes contextos. Seus trabalhos também incluem registros em Cuba, mostrando a rotina das cubanas em suas residências, sempre revelando fascínio pela relação das pessoas com seus ambientes e narrativas pessoais.
“O que posso dizer é que o tempo me tornou tímida para abordagens fotográficas”, relata Lina ao amigo e curador Urban. Apesar dos desafios da violência urbana e da crescente busca das pessoas por privacidade, ela não acredita na morte da fotografia documentária, mas afirma que tem medo. Em relação à verdade na fotografia, ela acredita que esta é a verdade que o fotógrafo quer imprimir ao seu público.
“Essa habilidade de Lina em capturar a essência das coisas, seu olhar sensível para o mundo ao seu redor é o que está estampada na exposição. É como consegue contar histórias através de suas fotografias de um jeito só dela, mesmo em lugares e tempos diferentes. Além de ser uma homenagem à jornada de todas as fotógrafas mulheres do Paraná e do Brasil”, conta Mirele Camargo, diretora do MIS-PR, que busca celebrar a trajetória de grandes fotógrafos paranaenses com o projeto Memória Viva.
HISTÓRIA PASSADA A LIMPO – Nascida no município de Nova Esperança, 1955, Lina teve o primeiro contato com a arte visual aos 17 anos, por meio dos slides projetados por Adalice Araújo durante aulas de História da Arte na UFPR, quando cursava Comunicação Social. Sua paixão pela fotografia solidificou posteriormente, quando teve acesso a equipamentos ao trabalhar com still para cinema.
Ela não se dedicou a pesquisas extensivas, mas absorveu influências significativas. No estúdio Zap, conviveu com o trabalho de diferentes fotógrafos como João Urban, Nego Miranda, Márcio Santos e Dico Kremer, absorvendo a efervescência cultural do ambiente. A poesia de Baudelaire, Walter Benjamin e Italo Calvino, juntamente com seu convívio com arquitetos durante o trabalho no IPPUC, também influenciaram a abordagem do urbano na fotografia.
Cuba, vilas rurais e o cotidiano do centro de Curitiba: sua sensibilidade e olhar atento se direcionam para diferentes cenários. Seus projetos abrangem uma rica variedade de temas, desde a série “Identidade e Intimidade”, que adentra os lares das pessoas para resgatar suas histórias, até “Prisão Feminina”, que explora a estética das mulheres em ambientes carcerários. Esses projetos refletem o tema comum para Lina: o embate entre o ser humano e seu ambiente, seja físico ou arquitetônico.
CRÉDITOS – A busca pelo ensaio perdido de Lina na colônia Tomás Coelho em 1984 se estendeu por anos, em diferentes fontes possíveis. Esse mistério se desenrolou por meio da descoberta de Catarina Knapri Cunha e Maria Fernanda Rodrigues, funcionárias do museu que pesquisavam fotografias e se depararam com uma imagem em preto e branco, semelhante a um cromo identificado como pertencente a João Urban.
Urban explica a origem da confusão: “Ninguém sabia explicar o sumiço dos cromos. Como eu estava fotografando a colônia desde 1980, algum funcionário, que sabia disso, identificou os slides como sendo meus”.
A revelação veio de uma identificação equivocada dos registros como pertencentes a Urban, devido ao seu trabalho fotográfico contínuo na colônia Tomás Coelho na década de 80.
“Foi aí que me buscaram para confirmar se eu e a Lina havíamos fotografado juntos em Tomás Coelho, o que desvendou o mistério do desaparecimento do ensaio que a Lina havia feito em 84… tanto eu como a Lina estávamos atrás desse material justamente para essa exposição”, esclarece Urban.
MEMÓRIA VIVA – “Lina Faria – Passando a limpo” é parte do projeto Memória Viva, uma iniciativa do MIS-PR que busca homenagear a trajetória de importantes agentes culturais do Paraná, ainda em vida.
Serviço: Abertura 11 de dezembro, às 17h Visitação até 23 de fevereiro de 2024 De segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h Sala Adalice Araújo – Rua Ébano Pereira, 240, Centro – Curitiba – Paraná. Entrada gratuita
Em novembro será lançada biografia “Waltel Branco – O maestro oculto” escrita pelo jornalista Felippe Aníbal. O livro é resultado de oito anos de trabalho, respaldado por mais de 50 entrevistados e vasta pesquisa historiográfica. A pré-venda já tá disponível pelo site www.waltel.com.br
O livro é editado pela Banquinho Publicações, com edição fina do Téo Souto Maior e projeto gráfico classudo da Livia Shimamura – sem os quais esse projeto jamais seria concretizado. A publicação tem 504 páginas e um caderno de fotos que passeia pela história do maestro.
É um trabalho que não só se debruça sobre a trajetória do Waltel Branco, mas que trata da própria história da música. Sim, por meio dos trabalhos do maestro, é possível apresentar os principais movimentos musicais ocorridos da segunda metade do século XX pra cá. É uma celebração à música.
Waltel Branco foi múltiplo. Como instrumentista, arranjador, intérprete ou diretor musical, transitou por praticamente todos os ritmos. Da música clássica às trilhas de novela; da Bossa Nova ao rock; do jazz ao samba; do black ao brega; da MPB aos regionais; entre tantas outras vertentes. Apesar da magnitude de suas criações, permanece oculto, à sombra. Quer dizer: permanecia. Com este livro, Felippe Aníbal traz à luz a vida e a obra do velho maestro. De quebra, apresenta um saboroso relato sobre a evolução da música brasileira e seus bastidores.
Você também vai ler histórias de: João Gilberto, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Pixinguinha, Radamés Gnattali, Roberto Menescal, Nara Leão, Marcos Valle, João Donato, Sérgio Ricardo, Djalma Ferreira, Dom Um, Elizeth Cardoso, Moacyr Silva, Elis Regina, Dom Salvador, Tim Maia, Hyldon, Alceu Valença, Zé Ramalho, Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Novos Baianos, Janete Clair, Dias Gomes, Boni, Nelson Motta, Henry Mancini, Dizzy Gillespie, Nat King Cole, Freddy Cole, Françoise Hardy, Paulinho da Viola, Alcione, Elza Soares, Agepê, Cazuza, Ney Matogrosso, Fafá de Belém, João Bosco, Odair José, Evaldo Braga, Alice Ruiz e muitos outros.
Logo mais, teremos mais notícias sobre o lançamento.
Ficha técnica: Páginas: 504. Formato: 16×23 cm, brochura. 1ª Edição. Ano: 2023. Pré-venda: Garanta já seu exemplar com desconto de 10% + frete grátis no site: www.waltel.com.br ::: Seu livro será enviado a partir de 22 de nov. de 2023.