PERFORMA__ ENCONTRO DE PERFORMANCES CHEGA A CURITIBA EM 2025 COM PROVOCAÇÃO SOBRE LATINOFUTURISMO E MAIS DE 90 ARTISTAS INSCRITOS

As artistas Clarice Rito e Paula Villa Nova, realizam a edição curitibana do PERFORMA___ no dia 6 de dezembro, com entrada gratuita na Casa Hoffmann.

Segunda edição do evento acontece gratuitamente na Casa Hoffmann, no dia 6 de dezembro, com de 12 horas de programação entre performances ao vivo e a Mostra PIXEL PERFORMA de video/fotoperformances, fortalecendo diversidade e pluralidade na arte da performance

Após o sucesso de sua estreia no Rio de Janeiro, o PERFORMA__ Encontro de Performances chega a Curitiba para sua segunda edição, que acontece no dia 6 de dezembro de 2025, na Casa Hoffmann, com 12 horas de programação gratuita. Idealizado pelas artistas Paula Villa Nova e Clarice Rito, o encontro reúne mais de 60 artistas do Brasil e do exterior em uma imersão de performances projetadas e ao vivo. A edição curitibana recebeu mais de 90 inscrições, totalizando 14 estados, 7 países e 33 cidades, relevando o interesse crescente pela linguagem da performance e a força da mobilização artística em torno da proposta do evento.

Com a provocação “Latinofuturismo: entre corpos e germinações”, o PERFORMA convida artistas e público a refletirem sobre futuro, memória, ancestralidade e fabulação latino-americana, tomando o corpo como território híbrido, ritualístico e político. Para as idealizadoras, o latinofuturismo propõe um modo expandido de pensar o tempo e os atravessamentos do Sul Global. “Todo artista latino, por sua própria condição histórica e geográfica, trabalha o futuro a partir da memória. Cada gesto carrega em si o passado e a invenção como formas de resistência e criação”, afirma Paula Villa Nova.

Criado em 2023, no Rio de Janeiro, o PERFORMA surgiu do desejo de estabelecer um espaço colaborativo, plural e acessível para a prática da arte da performance em suas diversas vertentes. A primeira edição reuniu mais de 60 artistas de nove estados brasileiros e seis países em um encontro de 12 horas, marcado pela troca, pela experimentação e pela aproximação com o público. Em Curitiba, a democratização e diversidade seguem presentes, adotando políticas de inclusão e ações afirmativas, como pagamento aos artistas selecionados e reserva de vagas para pessoas indígenas, negras, LGBTQIAPN+, neurodivergentes e pessoas com deficiência – que somam quase 80% das inscrições. A equipe organizadora e curatorial é formada majoritariamente por mulheres, e o evento mantém parcerias com ONGs e coletivos que atuam com comunidades periféricas.

A edição 2025 conta com um bate-papo com artistas sobre a performance e suas múltiplas abordagens, seguido por mais de 20 apresentações ao vivo e pela mostra PIXEL PERFORMA, que reúne mais de 35  video/fotoperformances. As artistas selecionadas também participam de encontros online de pré e pós-produção, que ampliam o compartilhamento de processos e reflexões sobre a experiência artística.

Para Clarice Rito, coidealizadora e curadora, o PERFORMA destaca a importância da formação de redes vivas de criação. “Nosso maior desejo é fomentar a cena nacional da performance, aproximando o público dessa linguagem e fortalecendo o campo artístico de forma sensível e coletiva”. Paula Villa Nova sintetiza o espírito da edição com o lema que criou para o evento: “Corpos que performam o amanhã com as ferramentas do agora”.

Sobre o PERFORMA
Criado em 2023, o PERFORMA__Encontro de Performances é um projeto independente, que busca mapear, fortalecer e expandir a cena da performance contemporânea no Brasil, estabelecendo vínculos com artistas de outros países. O evento promove a troca entre artistas, estimulando a pesquisa e o diálogo entre corpo, arte e sociedade. A iniciativa atua como plataforma de visibilidade para artistas emergentes e consagrados, fomentando uma rede de criação e experimentação que conecta diferentes contextos culturais.

SERVIÇO
Evento: PERFORMA__Encontro de Performances CWB 2025
Provocação: Latinofuturismo: entre corpos e germinações
Data: 6 de dezembro de 2025 (sábado)
Horário: Das 9h às 21h30
Local: Casa Hoffmann (Rua Dr. Claudino dos Santos, 58, São Francisco)
Lista de selecionados no @performa___
Entrada: Gratuita
Classificação indicativa: Livre até 18h | 18 anos após 18h
Informações: encontroperforma@gmail.com
Instagram: @performa___

FICHA TÉCNICA
Idealização e Curadoria: Paula Villa Nova e Clarice Rito | Direção geral: Paula Villa Nova | Direção de produção: Bia Reiner | Produção: Jonas Prates | Produção: artística Katia Drumond | Assistente de produção: Monica Margarido | Libras: Elaine Moreira e Jéssica Nascimento | Produção técnica: Filipe Castro | ID visual: villanovart_ | Mídia social: Sofia Costa Lehr | Assessoria de imprensa: Bruna Bazzo | Agradecimento: Vereador Angelo Vanhoni, Isidoro Diniz e Adriano Esturilho

Sobre Paula Villa Nova
Coordenadora geral do PERFORMA__, Paula Villa Nova é multiartista e atua há 27 anos nas artes visuais. Nas artes aplicadas atua como designer, diretora de arte, diretora de criação, ilustradora e capista, formada em publicidade e propaganda, expandiu sua prática para as belas artes atuando como cenógrafa e figurinista para teatro, cinema e carnaval, pintura, escultura, instalação e performance. Participou de residências e exposições em instituições como o Museu Oscar Niemeyer, o MAC-PR, Ateliê Sanitário, Despina e a Casa França-Brasil. Idealizadora do PERFORMA – Encontro de Artes Performáticas (RJ, 2023), junto com Clarice Rito, também assinou projetos no teatro, como Ópera Pop Afrofuturista (2023) e Muitas Águas (2018), no cinema com o curta “a ilha das crianças” (2016) de Zeca Ferreira, além de colaborações no carnaval com a Grande Rio e a Pimpolhos. Radicada entre Curitiba e Rio, segue expandindo suas investigações artísticas.

Sobre Clarice Rito
Clarice Rito é carioca e assina com Paula a idealização e curadoria do Performa. Multiartista, tem a performance e a prática de contato improvisação como laboratórios de exercícios relacionais, tomando a criação coletiva como cerne potencial de grande parte de seu trabalho. Atua também como produtora e agitadora cultural. Por 7 anos integrou a equipe de figurino do Theatro Municipal e, em paralelo, o coletivo de intervenções Urbitantes, performando em RJ, SP e MG. Participou de “Essas Associações”, de Tino Sehgal (2014), do espetáculo da cia Wunderbaum – da NL (no Tempofestival, 2016) e da performance “Mothership”, de Anna Kolfinna – da IS (MAR, 2017). Expôs na Crudo Gallery e performou na Plaza Armenia com Peras del Olmo (2018, AR); Em 2021 e 2022, com apoio do Consulado da Holanda, realizou um evento de criação poética online e um espetáculo de Teatro Lambe-lambe em MG. Com a companhiacompanhia apresentou “entravessamentos”, no Cacilda Becker, performou no MAC de Niterói e no Espaço Oasis – onde também criou ações com Bruno Pastore por 3 meses. Em 2023, co-produziu o “Banquete” – evento de 8h de duração com 25 artistas, e o “1º Performa – encontro em performance”, com 12h, mais de 60 artistas, no Ápis. Em 2024/25, teve vídeos expostos em Coimbra (PT), em mostras curadas por Sonia Salcedo e Neno del Castillo. Segue em atividade com a companhiacompanhia, que integrou a programação de audiovisual expandido do SESC Pulsar em setembro de 2025.

Assessoria de Imprensa: @bb_comunica

PROJETO CUCA INTENSIFICA AÇÕES EM NOVEMBRO E DEZEMBRO E LEVA LITERATURA, ARTE E IMAGINAÇÃO PARA CRIANÇAS EM CURITIBA

Bartira ganha vida com a artista Ciliane Vendruscolo ao lado do ator e músico Nando Porto na contação “Bartira, a Borboleta Distraída”, realizada pelo Projeto CUCA – Clube de Pequenos Leitores da Colorida.

Com programação gratuita, o Clube de Pequenos Leitores da Colorida promove encontros especiais, contação de histórias, entrega de kits educativos e atividades ao ar livre, ampliando o acesso das infâncias à leitura e à criação.

O Projeto CUCA – Clube de Pequenos Leitores da Colorida entra em sua fase mais vibrante com uma programação especial que ocupa diferentes espaços de Curitiba entre novembro e dezembro. A iniciativa, dedicada a crianças de 6 a 11 anos, promove uma jornada literária que une leitura, experiências artísticas, convivência e escuta sensível, com a democratização da cultura na infância. Os encontros reúnem duas turmas em atividades semanais mediadas por educadoras e artistas, sempre vinculadas ao universo da literatura infantil brasileira e à construção de repertório afetivo e imaginário.

No dia 29 de novembro, o CUCA chega ao Setor Infantil da Biblioteca Pública do Paraná com uma manhã aberta ao público, reunindo contação de histórias e entrega dos kits Pequenos Leitores da Cuca. O destaque do encontro é o espetáculo “Bartira, a Borboleta Distraída”, criação da artista Ciliane Vendruscolo e do músico Nando Porto, que mescla teatro e narração em uma aventura inspirada em Dalton Trevisan. Na história, Bartira se vê perdida no noturno, um universo de sombras e sussurros que contrasta com o ambiente ensolarado ao qual está acostumada. É ali que encontra um morcego, personagem inicialmente temido, mas que se transforma em guia e amigo em uma jornada que evidencia que a curiosidade pode ser mais forte do que o medo. A apresentação, de caráter interativo, convida o público a participar da narrativa e um olhar sensível sobre as diferenças.

O encerramento do projeto acontece no dia 6 de dezembro, no Parque Vista Alegre, com uma experiência criada pela Colorida em parceria com a Cia Tagarelices, grupo teatral curitibano. A proposta traz um caça tesouros encenado, onde as famílias são convidadas a se aventurar pela natureza e descobrir autenticidade e criatividade em uma jornada guiada pela personagem – Tempo, que incentiva os participantes a refletirem sobre pertencimento, imaginação e descoberta. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo link na bio: @soucolorida

Idealizado por Flavia Milbratz, diretora da Colorida, o CUCA propõe um espaço de desaceleração e aprofundamento em um mundo repleto de estímulos. Para ela, a leitura oferece território fértil para que as crianças compreendam emoções, ampliem sua percepção do mundo e construam repertórios interiores capazes de acompanhá-las ao longo da vida. O projeto oferece kits literários com caderno de atividades, passaporte de leitura e propostas para realizar em família, e apresenta obras de autores brasileiros e produções do coletivo paranaense Era Uma Vez, com títulos das autoras Jô Bibas, Jaqueline Conte e Verônica Fukuda, aproximando o público das diferentes linguagens da literatura contemporânea.

Com atividades realizadas na sede da Colorida, no centro de Curitiba, e ações abertas em equipamentos culturais da cidade, o CUCA procura estimular o tempo, presença e encantamento entre crianças e livros. A iniciativa também prevê uma etapa digital com conteúdos gratuitos nas redes sociais da produtora, além de oficinas destinadas a educadores, ampliando o impacto do projeto para além dos encontros presenciais. A programação segue gratuita, com informações disponíveis pelo Instagram @soucolorida

SERVIÇO: EVENTOS ABERTOS AO PÚBLICO
Encontro especial na Biblioteca Pública do Paraná
Contação de histórias: “Bartira, a Borboleta Distraída” + entrega dos kits Pequenos Leitores da Cuca
Data: 29 de novembro (sábado)
Horário: 10h
Local: Setor Infantil da Biblioteca Pública do Paraná (Rua Cândido Lopes, 133)
*Entrada gratuita, por ordem de chegada. Indicado para todas as idades.

Serviço:
Encerramento: Caça ao tesouro para famílias no Parque Vista Alegre com a Cia Tagarelices
Data: 06 de dezembro (sábado)
Horário: Das 14h30 às 17h
Local: Parque Vista Alegre (Rua Cel. João Maria Sobrinho, 88)
Inscrições gratuitas: neste link

Ficha técnica:
Direção Geral e Artística: Flavia Milbratz | Direção de Produção: Iara Elliz | Coordenação de Programação: Tayná Platz | Mediadoras Culturais: Tayná Platz, Thais Wroblewski e Ju Feacher | Designer Gráfico: Amorim | Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo | Assessoria de Comunicação: Priscila Schip | Ministrante da oficina para professores: Fernanda Oliveira

Sobre o Projeto CUCA:
O CUCA – Clube de Pequenos Leitores da Colorida é uma iniciativa gratuita dedicada a aproximar crianças de 6 a 11 anos da literatura infantil brasileira, estimulando práticas de leitura afetivas, criativas e participativas. Entre outubro e dezembro, o projeto promove encontros presenciais, leitura mediada, desafios para realizar em família, entrega de materiais literários exclusivos e experiências artísticas que fortalecem o vínculo entre crianças, livros e imaginação. A iniciativa também oferece oficinas para educadores e conteúdos digitais gratuitos para ampliar o acesso à literatura e ao diálogo sobre infância.

Sobre a Colorida
A Colorida é uma produtora cultural de Curitiba especializada em projetos voltados à infância. Com mais de dez anos de atuação, desenvolve experiências poéticas, afetivas e educativas que valorizam o olhar curioso das crianças. Seu portfólio reúne ações realizadas tanto no setor privado quanto por meio de editais e leis de incentivo, sempre promovendo espaços de criação, convivência e sensibilidade para o público infantil.

Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo [Comunica]

CICLO DE OFICINAS “É VERDADE ESSE BILHETE” ABRE INSCRIÇÕES PARA ÚLTIMA TURMA EM CURITIBA, COM ENCONTROS GRATUITOS E E-BOOK COLETIVO

Após circular por diversos espaços culturais e atender públicos distintos ao longo de 2025, o projeto “É verdade esse bilhete: Jogos de Escrita e Amor” chega ao encerramento de seu ciclo. A iniciativa passou pela Casa de Leitura Hilda Hilst, pelo Centro de Artes Guido Viaro e por unidades do CAPS, promovendo encontros que uniram leitura, criação literária e experimentação poética.

A última oficina será realizada na Casa de Leitura Wilson Bueno, nos dias 29 de novembro e 6 de dezembro, das 14h às 18h, encerrando uma jornada marcada pela troca entre participantes, o acolhimento e a exploração do amor e suas contradições por meio da escrita.

Ao longo desses meses, o projeto reuniu adolescentes, professores, frequentadores das casas de leitura e usuários dos Centros de Atenção Psicossocial. A força das oficinas esteve no ambiente de experimentação coletiva e no compartilhamento de procedimentos de escrita. Um dos participantes, Igor Bueno, resume sua experiência:

“Participar da oficina foi marcante: um momento de respiro, na contramão de um mundo conturbado e veloz. Uma imersão na arte, com uma curadoria ímpar de textos e, principalmente, com a criação de novos. O que mais me tocou foi a ausência de distinção entre escritores experientes e iniciantes — todos ali escrevendo a partir do mesmo ponto de partida. “

Conduzidas por Julia Raiz e Ronie Rodrigues, com mediação de leitura de Daniele Rosa, as oficinas oferecem jogos de escrita, partilha de referências que vão da poesia contemporânea à música popular, e práticas de criação literária acessíveis a diferentes níveis de experiência. Além disso, o projeto resultará em um e-book coletivo, reunindo textos produzidos pelos participantes ao longo das edições — uma forma de ampliar o alcance das criações e registrar a potência das vozes envolvidas.

Com caráter gratuito e descentralizado, o ciclo se consolida como um espaço de invenção e escuta sensível na cidade, abrindo caminhos para que mais leitores e escritores encontrem, na palavra, um lugar de invenção, partilha e afeto.

SERVIÇO — ÚLTIMA EDIÇÃO
O quê: Oficina “É verdade esse bilhete: Jogos de Escrita e Amor”
Quando: 29 de novembro e 6 de dezembro (sábados)
Horário: 14h às 18h
Onde: Casa da Leitura Wilson Bueno – Portão Cultural
Endereço: Av. República Argentina, 3430 – Portão (ao lado do Terminal do Portão)
Quanto: Gratuito
Classificação: 14 anos
Inscrições: https://forms.gle/oembkNmxFry3hwCA6

fonte: Membrana Literária

RUA RIACHUELO É PALCO DE ESPETÁCULO ITINERANTE SOBRE O TEMPO, A CIDADE E O DIREITO DE SONHAR

Inspirado em histórias reais e na memória urbana, o grupo Olho Rasteiro convida o público a percorrer a cidade em uma experiência teatral gratuita que mistura realidade e ficção.

O grupo Olho Rasteiro apresenta ao público o espetáculo “Como nasce uma rua ou Cartografia de um tempo”, uma experiência teatral itinerante que convida a repensar a cidade, suas memórias e futuros possíveis. As apresentações acontecem nos dias 17, 18 e 19 de novembro, às 11h e 16h, pela Rua Riachuelo, no centro de Curitiba. A participação é gratuita.

O percurso cênico tem início na Praça 19 de Dezembro e se encerra na esquina da Rua São Francisco, misturando o real e o ficcional em uma dramaturgia inspirada em histórias de pessoas que vivem e trabalham em uma das ruas mais antigas da cidade. Segundo Rana Moscheta, cofundadora do grupo, a proposta é construir um diálogo vivo entre arte e cidade: “Estar na cidade significa estar poroso ao ambiente, sem uma relação unilateral. É construir ativamente o acontecimento teatral. A função da pessoa artista na cidade vai além de uma atuação individual, ela se dá na intensificação da teatralidade urbana e na extrapolação do próprio espetáculo”.

Resultado de um processo de criação coletiva, o trabalho nasceu a partir de um levantamento histórico, entrevistas e improvisações realizadas com moradores, comerciantes e transeuntes da região. Em cena, três personagens tentam seguir suas vidas em pleno 2025, em meio a uma rua completamente urbanizada. Conduzidos por uma misteriosa figura, são instigados a sonhar novos futuros e a refletir sobre as transformações do espaço urbano. A ideia, de acordo com Paulo Chierentini, cofundador, é que o espetáculo desperte novos olhares sobre o cotidiano. “Nosso desejo é olhar para além do concreto, para além do nível horizontal da altura dos nossos olhos. Convidamos o espectador a enxergar poesia onde normalmente não se vê, a criar afetos por meio de situações ficcionais dentro de uma cidade sempre viva e real.”

A encenação valoriza a relação com o território e seus habitantes. O grupo contou com o apoio de comerciantes locais, como o Ateliê Sina, que cedeu o espaço de sua varanda para a realização de uma das cenas. Figurinos e elementos cênicos também foram adquiridos em estabelecimentos da própria rua, fortalecendo o vínculo entre arte e comunidade.

O projeto foi contemplado pelo EDITAL Nº 032/2024 – Fomento Aldir Blanc Curitiba 2024, da Fundação Cultural de Curitiba.

Serviço:
Espetáculo: Como nasce uma rua ou Cartografia de um tempo
Datas: 17, 18 e 19 de novembro de 2025
Horários: 11h e 16h
Local: Rua Riachuelo (início na Praça 19 de Dezembro e término na esquina com Rua São Francisco), Curitiba
Ingresso: Gratuito

Ficha técnica:
Direção e dramaturgia: Grupo Olho Rasteiro | Elenco: Alucas Santos, Paulo Chierentini, Rana Moscheta e Rosane Freire | Consultoria de Visualidades (cenografia, figurino, maquiagem e adereços): Patricia Cipriano | Designer gráfico: Nicolas Dorvalino | Costureira: Adelaide dos Santos Silva | Contra-regra: Amanda Curedes | Assessoria de imprensa: Bruna Bazzo | Agradecimento: Ateliê Sina

Sobre o Grupo Olho Rasteiro
Formado em 2014, o Grupo Olho Rasteiro tem como eixo de criação o trabalho coletivo, integrando atuação, dramaturgia, música e performance. A pesquisa do grupo parte da relação entre corpo, cidade e teatralidade, sempre buscando construir experiências que ultrapassem os limites tradicionais da cena.

Com seis trabalhos em seu repertório: Lugar de ser Inútil (2014), Os Cegos (2016), O Terreno Baldio (2016), O Auto Segundo Gabriel (2017) e Hi, Breasil! (2019), o grupo já realizou mais de 200 apresentações em estados como Paraná, São Paulo e Ceará.

Instagram: @grupoolhorasteiro

Facebook: Grupo Olho Rasteiro

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

10ª MARCHA DO ORGULHO CRESPO CELEBRA UMA DÉCADA DE RESISTÊNCIA E IDENTIDADE EM CURITIBA

No dia 15 de novembro de 2025, Curitiba será o palco da 10ª edição da Marcha do Orgulho Crespo. Há uma década, o evento ocupa as ruas da cidade para  celebrar a beleza negra, combater o racismo estético e fortalecer o sentimento de pertencimento e ancestralidade.

Inspirada pelo movimento que começou em São Paulo, a marcha curitibana nasceu em 2016, após um episódio de racismo sofrido pela cantora Michele Mara. A artista transformou a dor em força coletiva e deu origem a um dos maiores atos de valorização da estética negra do Sul do país. Desde então, a Marcha do Orgulho Crespo se consolidou como um espaço de resistência, educação e celebração.

“A participação das pessoas emociona. Algumas pessoas comentam que estavam em busca desse movimento. E estou falando de gente de todas as idades. Com todo esse trabalho que fizemos, nesses anos entendo que as pessoas estão mais conscientes e em busca de existir como são. Temos uma preocupação com a formação de pessoas, de mulheres que queiram ser trancistas. Temos uma equipe pedagógica que vai até escolas e forma pessoas. E a marcha é uma comemoração a isso. A marcha é sobre vida, luta e resistência”, diz a Diretora de Produção da marcha em Curitiba, Michele Mara.

Raíz curitibana 
O rapper, compositor e ativista cultural curitibano, Dow Raíz, também é presença garantida no evento. Levando mensagem de resistência, ancestralidade e transformação social, o artista tem em seu trabalho todos os elementos que embasam a marcha.

“A Marcha do Orgulho Crespo não é um palco qualquer. Ela chama artistas que têm algo verdadeiro a dizer, que vivem essa pauta. Para mim, é um privilégio enorme participar — sempre foi um sonho tocar aqui e fazer parte de um movimento que agrega tanto à nossa trajetória. Meu show na Marcha é um ato de libertação. É o momento de transformar a dor em dança, em energia boa. A gente vai curtir, se abraçar e ser um protesto vivo — juntos, em cima e fora do palco. Esse é o poder da arte preta em movimento”, analisa Dow.

Programação especial celebra 10 anos de história
A edição comemorativa contará com uma programação completa, reunindo  oficinas, rodas de conversa e apresentações artísticas que celebram a cultura afro-brasileira. 

A abertura acontece das 9h às 12h, na Praça Santos Andrade, com oficinas de
turbantes e penteados afro, contação de histórias e um encontro de empreendedoras negras e migrantes africanas.

Às 13h, começa a concentração da marcha na Boca Maldita, com o Bloco Afro
Pretinhosidade puxando o ritmo da celebração. A caminhada tem início às 13h30, percorrendo a Rua XV de Novembro, Al. Dr. Muricy, Av. Mal. Floriano Peixoto, Rua Monsenhor Celso, Rua Riachuelo, Rua Presidente Faria e encerrando na Praça Santos Andrade, às 14h30, onde o público será recebido com uma sequência de shows e atividades culturais.

Cronograma
15/11/2025
Prédio Histórico da UFPR
● 08h00 – Acolhimento
● 08h40 – Boas-vindas e abertura
● 09h00 – Oficinas
O palco da Praça Santos Andrade será o coração pulsante do evento, com  artistas e
DJs que representam a potência da música negra:
● 11h00 – 12h00 – Grupo Baquetá – Bambarê – Palco Santos Andrade
● 13h00 – 13h30: Concentração na Boca Maldita
● 13h30 – 14h30: Percurso da Boca Maldita a Praça Santos Andrade
● 14h30 – 15h00: Bloco Afro Pretinhosidade – encerramento da caminhada
● 15h00 – 15h30: Fala das parlamentares e da organização
● 15h30 – 15h50: DJ Mitay – set de 20 minutos
● 15h50 – 16h00: Mudança de palco
● 16h00 – 17h00: Daniel Montelles – show
● 17h00 – 17h20: DJ Vane MRQS – set de 20 minutos
● 17h20 – 17h30: Mudança de palco
● 17h30 – 18h40: MUV e Michele Mara – show (1h10)
● 18h40 – 19h00: DJ Mitay – set de 20 minutos
● 19h00 – 19h10: Mudança de palco
● 19h10 – 20h10: Dow Raiz – show
● 20h10 – 20h30: DJ Vane MRQS – set de 20 minutos
● 20h30 – 20h40: Mudança de palco
● 20h40 – 21h50: Bia Ferreira – show (1h10)
● 21h50 – 22h00: Encerramento e agradecimentos finais

Orgulho que transforma
Mais do que uma celebração, a Marcha do Orgulho Crespo é um ato político e cultural que transforma a cidade em um grande palco de afirmação. Cada cacho, cada trança e cada batida dos tambores ecoam como um lembrete: o orgulho é resistência.

A 10ª Marcha do Orgulho Crespo de Curitiba é um convite para toda a sociedade se unir, aprender e celebrar a beleza negra em todas as suas formas. Porque o orgulho é coletivo — e a luta continua.

RAÇUDAS: PEÇA ESTREIA EM CURITIBA E REFLETE SOBRE RAÇA, GÊNERO E PERTENCIMENTO NO BRASIL DE AGORA

A atriz Saravy faz investigação autobiográfica para estreia do espetáculo RAÇUDAS, de 13 a 23 de novembro na Alfaiataria com entrada gratuita. Foto: Isa LaNave.

A estreia nacional do solo da atriz Saravy acontece de 13 a 23 de novembro na Alfaiataria com entrada gratuita.

A atriz e artista sul-mato-grossense radicada em Curitiba, Saravy, apresenta RAÇUDAS, seu novo trabalho cênico em parceria com a diretora Sueli Araújo e a Pomeiro Gestão Cultural. O projeto nasce de uma investigação autobiográfica sobre o lugar da mulher negra indígena na sociedade brasileira contemporânea, explorando suas complexidades históricas e afetivas dentro de um país ainda marcado pelas contradições da colonização e da miscigenação. “Sou nascida e criada no MS, vim buscar uma formação aqui no sul do país (PR), morei na Costa Verde Fluminense, lá me aproximo dos quilombolas e dos caiçaras, fui reconhecendo minha racialização nos territórios brasileiros que morei, sigo construindo e identificando os diálogos raciais em nosso país”, conta a atriz.

Artista na encruza da racialidade brasileira, indígenafrodescendente, mestiça fronteiriça, cabocla, sertaneja, Saravy transforma a própria trajetória em matéria poética e política, fazendo de seu corpo um território de memória, escuta e resistência. RAÇUDAS é um solo com características de teatro-palestra, em que o documental e o autoficcional se misturam para criar uma cena em que arte e vida se confundem, abrindo espaço para reflexões sobre raça, gênero, território e pertencimento. “O espetáculo coloca em jogo vivências pessoais e coletivas sobre pertencimento racial no Brasil atual e estabelece um  espaço de diálogo direto com o público através de temas que cruzam ciência e sabedorias ancestrais”, explica a diretora.

A montagem marca também o reencontro artístico entre Saravy e Sueli Araújo, quinze anos após a última colaboração entre as duas criadoras. A direção potencializa a força da intérprete, construindo uma encenação que parte da escuta e do rigor, atravessada pela delicadeza e pela urgência do tema, uma ação artístico-política.

O espetáculo, RAÇUDAS é um processo expandido que articula formação, criação e difusão. O projeto é composto por oficinas e vivências sobre identidade racial conduzidas por Saravy com grupos de mulheres privadas de liberdade no Centro de Integração Social na região metropolitana de Curitiba, encontros gratuitos que atuaram como impulsos para as discussões de pertencimento racial. De acordo com Saravy, foram dessas trocas que o texto, o corpo e o gesto se nutriram para dar forma ao solo. “Adentrar o sistema prisional e construir diálogo sobre identidade de nação com as mulheres privadas de liberdade nos traz material e movimenta vontades para que o caminho deste trabalho teatral seja uma oficina/assembleia, uma troca sobre Brasil com o público”, revela Saravy.

A estreia nacional acontece em Curitiba, na Alfaiataria Espaço de Artes, entre 13 e 23 de novembro de 2025, com doze apresentações gratuitas, incluindo sessões com tradução em Libras e audiodescrição. Outro fator de destaque é a equipe criativa, que reúne profissionais do audiovisual e artes visuais como Laís Melo, Lidia Ueta, Isa LaNave e Uóshi; artistas das artes cênicas como Stéfani Belo, Nathan Gabriel e Jo Mistinguett.

O percurso de RAÇUDAS também ganhará registro em uma websérie homônima, com direção audiovisual de Lidia Ueta e edição de Ricardo Kenji, composta por oito episódios curtos a serem publicados gratuitamente no YouTube. A série acompanha os bastidores do processo de criação e revela os modos de fazer teatro em Curitiba, destacando o papel das mulheres na cena contemporânea e os caminhos de uma arte construída na partilha.

Mais que uma obra sobre identidade, RAÇUDAS é uma ação que reflete sobre pertencimento. O projeto ecoa o debate sobre raça e gênero no Brasil, onde, a presença de pessoas negras e indígena na cena, amplia  ações contracolonial e decolonial do país. Saravy propõe um gesto de coragem e sensibilidade: olhar para si como modo de compreender o coletivo.

Com produção da Pomeiro Gestão Cultural, referência na execução, administração e produção de projetos que provocam debates sociais e coletivos, RAÇUDAS é, ao mesmo tempo, espelho e travessia,  um solo que nasce do corpo e da memória para existir no encontro com o outro. O projeto é realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo da Bosch.

Serviço:
Espetáculo RAÇUDAS
Datas: 13 a 23 de novembro (Quinta a domingo, às 19h30 | Sábados e domingos também com sessões às 16h)
Sessões com Libras aos sábados às 16h.
Sessões com audiodescrição no sábado (22) às 16h.
Local: Alfaiataria Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 274, centro de Curitiba)
Ingressos: Gratuitos (Retirar uma hora antes na bilheteria)

Ficha Técnica:
Idealização, Dramaturgia e Atuação: Saravy
Direção e Dramaturgia: Sueli Araujo
Cenografia: Laís Melo
Figurino e Visagismo: Stéfani Belo e Matheus & Matheyas
Iluminação: Nathan Gabriel
Trilha Original: Jo Mistinguett
Criação Audiovisual: Lidia Ueta
Cenotécnica: Fabiano Hoffmann
Direção de Produção: Igor Augustho | Pomeiro
Produção Executiva: Rebeca Forbeck | Pomeiro
Assistentes de Produção: Hanon Arthur e Pedro Oliveira | Pomeiro
Financeiro: Ivanes Mattos | Pomeiro
Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo
Assessoria em Redes Sociais: Gabriela Berbert
Design Gráfico: Uoshi
Fotografias e Colagens: Isa LaNave
Tradução para Libras: TAÉ – Libras e Cultura
Audiodescrição: ELAS A.D (Helena de Jorge Portela e Joselba Fonseca)
Realização: Ópera de Pequi Produções
Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural

Informações adicionais:

Sobre Saravy:
Nascida em Campo Grande (MS) e radicada em Curitiba (PR), Saravy é atriz, roteirista, diretora e arte-educadora popular. Com atuação destacada no teatro e no audiovisual, desenvolve projetos artísticos e formativos integrando arte, educação e direitos humanos. Em 2025, estreia seu primeiro solo, Raçudas, em parceria com a Pomeiro Gestão Cultural. No cinema, protagoniza filmes como Nó (Grafo Audiovisual) que em 2025 recebeu  três kikitos do Festival de Gramado e prêmio de melhor filme no Festival Bravo em Los Angeles, A Felicidade das Coisas (Filmes de Plástico), A Caverna e Sereia (ambos da Beija-Flor Filmes), entre outras produções de longas metragens, curtas, séries, e, televisão com exibições no Brasil e pelo mundo. Reconhecida por sua força interpretativa e engajamento artístico em narrativas de sensibilidade e potência social, Saravy recebeu diversos prêmios em festivais nacionais, entre eles, Brasília, Guarnicê, Curta Taquary e Aruanda.

Sobre Sueli Araújo: é encenadora, dramaturga e roteirista e uma das fundadoras da CiaSenhas de Teatro de Curitiba. Suas produções artísticas procuram estabelecer diálogo crítico e amoroso com demandas sociais, históricas e memórias envolvendo a sociedade brasileira. A trajetória inclui publicações, curadorias e mentorias de processos criativos de grupos e artistas da cena.

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

FUSÃO CRIATIVA ::: ÚLTIMA EDIÇÃO DO ANO ::: DOMINGO, 2/NOVEMBRO

@sebinhofatoagenda + @antiquariocoisaveia expõem livros e discos na última edição do ano da Feira Fusão Criativa (@fusaocriativa.cwb) neste domingo, dia 2 de novembro, no Ginger Bar (@gingerbarcwb), em Curitiba, das 13h às 20h. Com entrada livre.

Vem viver um dia de arte, moda, música e troca no clima leve do Ginger Bar É a chance de celebrar a criatividade local, curtir bons sons, descobrir marcas autorais e se inspirar nas oficinas que rolam ao longo do dia.

Serviço:
02/11 (domingo)
Das 13h às 20h
Ginger Bar — Rua Saldanha Marinho, 1220, Curitiba
Entrada gratuita

Chega junto pra encerrar o ano com boas vibrações, muita cor e gente criativa!

Arte micalkairos

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APRESENTAÇÕES DE PERFORMANCE GRATUITAS DO PROJETO “QUANDONDE LITERÁRIA” OCUPAM O PASSEIO PÚBLICO EM CURITIBA

Rodrigo Munhoz, Cartas Extraviadas.

Entre os dias 25 de outubro e 9 de novembro, o Passeio Público de Curitiba recebe o projeto “quandonde literária”, que celebra 13 anos de trajetória da plataforma quandonde intervenções urbanas em arte. Serão quatro ações artísticas distintas, cada uma com sua proposta e diálogo próprio com o público, sempre aos sábados e domingos, com entrada gratuita.

As performances — Cartas Extraviadas, Histórias Reescritas, Procuram-se Mulheres Reescritoras e a inédita Além do Literal — acontecem em contato direto com quem circula pelo espaço urbano. São experiências relacionais e íntimas, feitas uma a uma ou em pequenos grupos, convidando o público a participar ativamente e a ressignificar memórias, narrativas e afetos.

Mostra de repertório e obra inédita
De 14h às 16h, acontecem simultaneamente três ações de repertório da quandonde:

Cartas Extraviadas – cartas que não serão entregues, ditadas pelo público e transformadas em um acervo poético coletivo, cruzando memórias íntimas e compartilhadas.

Histórias Reescritas – intervenção um-a-um em que cada pessoa reimagina sua própria trajetória de vida “ao custo de 10 palavras”, criando novas narrativas possíveis.

Procuram-se Mulheres Reescritoras – inspirada em um livro machista dos anos 1960, convida mulheres a reescreverem coletivamente suas páginas, transformando a obra em um gesto crítico e poético sobre gênero e contemporaneidade.

Das 16h às 17h, entra em cena a nova ação Além do Literal, uma experiência multissensorial de contação de histórias. Cada participante, de olhos vendados, é convidado a vivenciar fragmentos de autores e autoras lusófonos como Machado de Assis, Lima Barreto, Júlia Lopes de Almeida, João do Rio e Fernando Pessoa, por meio de estímulos sensoriais que ampliam a fruição literária.

Todas as ações são construídas de forma partilhada, numa relação próxima entre artistas e público, e reforçam o compromisso da quandonde em propor novas formas de convivência, escuta e criação no espaço urbano.

Etapa anterior do projeto
Como parte de sua contrapartida social, entre março e maio, o projeto realizou um intercâmbio artístico com estudantes e docentes do Instituto Paranaense de Cegos (IPC), resultando em uma apresentação pública no dia 24 de maio, na Praça Oswaldo Cruz. Essa experiência abriu caminhos de criação coletiva que agora se desdobram nas novas apresentações no Passeio Público.

Serviço:
Apresentações públicas – quandonde literária
Local: Passeio Público – Centro, Curitiba
Datas: 25/10 a 09/11 (sábados e domingos)
⏰ Horários:
14h às 16h – Cartas Extraviadas, Histórias Reescritas e Procuram-se Mulheres
Reescritoras

16h às 17h – Além do Literal

Entrada gratuita

⚠️ Reagendamento em caso de chuva

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– Estabilização: SteadyShot
– Memória interna: 16GB (até 12 horas de gravação)
– Formato de vídeo: AVCHD
– Tela LCD retrátil

Acompanha:
– Carregador alternativo
– Manual
– CD de instalação
– Caixa (em baixo estado de conservação)

Observação:
– Não acompanha cabo USB para transferência de dados.

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Loja de livros, discos, antiguidades, móveis, camisas de time, tapeçarias, brinquedos, quadros, colecionáveis e objetos de decoração.

Atendimento:
Segunda a sexta, 9h às 19h.
Sábado: 9h às 17h.

Endereço:
Rua Prof. João Falarz, 409, Orleans, Curitiba-PR.

WhatsApp: (41) 99745-5294, Leandro.
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Referência: Entre as lojas “Master Pró Áudio” e “João Falarz Moto Peças”, exatamente 400 metros do viaduto do Orleans.

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“É VERDADE ESSE BILHETE: JOGOS DE ESCRITA E AMOR” CHEGA A CURITIBA COM OFICINAS GRATUITAS DE LEITURA E ESCRITA

A cidade de Curitiba recebe, a partir de outubro de 2025, o projeto “É verdade esse bilhete: Jogos de Escrita e Amor”, uma iniciativa que une rodas de leitura, jogos de escrita e oficinas de criação literária voltadas ao tema do amor e suas contradições.

Inspirado no famoso meme “É verdade esse bilete”, o projeto propõe aproximar a literatura dos universos dos participantes, passando por referências que vão da poesia contemporânea à música popular — do pop ao sertanejo —, e criando pontes com diferentes públicos, especialmente adolescentes e professores da rede pública.

As oficinas serão conduzidas por Julia Raiz e Ronie Rodrigues, com mediação de leitura de Daniele Rosa, em espaços públicos de Curitiba, como Casas da Leitura, unidades de capacitação de professores e CAPS. Com caráter gratuito e descentralizado, a proposta é compartilhar procedimentos de criação e estimular a leitura em diferentes espaços da cidade.

Serão oferecidas duas edições abertas à comunidade. A primeira será realizada nos dias 11 e 18 de outubro, na Casa da Leitura Hilda Hilst, no bairro Cajuru; e a segunda, nos dias 29 de novembro e 6 de dezembro, na Casa da Leitura Wilson Bueno, no bairro Portão. Ambos os espaços têm fácil acesso, localizados ao lado de terminais de ônibus.

Além dos encontros, o projeto resultará em um e-book coletivo, reunindo os textos produzidos pelos participantes. A publicação digital valoriza a produção autoral e amplia o alcance da experiência, permitindo que as criações circulem para além das oficinas.

Segundo os organizadores, a ideia é “explorar o amor em suas múltiplas dimensões — amizade, encontros, separações, luto — e mostrar como a leitura e a escrita podem ser espaços de escuta, partilha e invenção”.

Estão abertas as inscrições para a primeira turma e não é necessário experiência prévia para participar.

SERVIÇO:
O quê: Oficina “É verdade esse bilhete – Jogos de Escrita e Amor”
Quando: 11 e 18 de outubro (sábados)
Horário: 13h às 17h
Onde: Casa da Leitura Hilda Hilst (Rua da Cidadania Cajuru, Curitiba)
Endereço: Av. Prefeito Maurício Fruet, 2150 – Cajuru (ao lado do Terminal Capão da Imbuia)
Quanto: Gratuito
Classificação: 14 anos
Inscrições: aqui

fonte: Membrana Literária