REVIVENDO A ERA DE OURO, BAR INVASÃO DO TEATRO É O NOVO EPICENTRO DO ROCK EM CURITIBA

Inauguração acontece nesta sexta-feira em ponto estratégico no Centro onde o passado se encontra com o presente para celebrar a essência do Rock N’ Roll.

Por Emanuelle Spack

Os amantes do bom e velho Rock N’ Roll ganham um novo ponto de encontro na cidade com a inauguração do Bar Invasão do Teatro marcada para esta sexta-feira, às 18 horas, no antigo endereço do lendário Café do Teatro. Com entrada franca e uma localização estratégica no coração do circuito boêmio de Curitiba, este novo espaço promete levar os clientes a uma viagem nostálgica pelas décadas douradas do rock.

Curitiba está prestes a ser reconhecida como a capital do Rock N’ Roll no Brasil, e o Bar Invasão do Teatro certamente contribuirá para isso. Além de oferecer uma experiência única, o rock impulsiona a economia local e proporciona ótimas oportunidades de negócio para os empresários do setor. Os sócios André Bittencourt, César Weis e Yuri Pinheiro estão revivendo um ponto de encontro querido do universo noturno, trazendo de volta a essência dos anos 50, com um nome que homenageia o teatro e destaca a vibe alternativa e roqueira da casa. “O Café do Teatro fechou durante a pandemia e reabriu em outro endereço, mas a tradicional casa dos anos 50 ainda chama muita atenção dos vizinhos por sua longa trajetória. Dessa forma, para homenagear essa história decidimos escolher um nome que remetesse ao teatro, ao mesmo tempo destacando a decoração rústica, a vibe alternativa e o rock”, explica César.

Desde a decoração até a atmosfera, cada detalhe foi cuidadosamente planejado para capturar a energia do rock em um ambiente que já foi frequentado pela elite cultural da cidade. Com shows ao vivo e um amplo espaço de área externa, o Bar Invasão do Teatro promete proporcionar momentos inesquecíveis aos amantes do rock clássico. Como destaca Yuri, reabrir um ponto conhecido como esse resgata a essência da vida noturna central, oferecendo opções únicas para os entusiastas do gênero, pois “o espaço vai contar com o som do bom e velho Rock N’ Roll de domingo a domingo, com shows ao vivo e muita descontração.”

Mais do que um simples bar, o Invasão do Teatro busca criar uma experiência imersiva para os amantes do rock clássico. Com uma variedade de drinks e o Chopp Patanegra como carro chefe, o local convida todos a mergulharem na história de Curitiba, relaxarem ao som do bom e velho Rock N’ Roll e descobrirem juntos a magia da Invasão do Teatro. “Venham se juntar a nós nesta celebração da música, da cultura e da paixão pelo rock em um ambiente acolhedor e autêntico. Estamos ansiosos para recebê-los nesta jornada épica!” convida André.

Sobre o Bar Invasão do Teatro
O Bar Invasão do Teatro é um novo estabelecimento em Curitiba dedicado à celebração do rock clássico. Com uma decoração autêntica e uma atmosfera envolvente, o bar oferece uma experiência imersiva para os amantes do gênero. Com uma seleção de bebidas de alta qualidade e uma programação musical diversificada, o Bar Invasão do Teatro promete se tornar um ponto de referência para os fãs de rock em toda a região, funcionando de domingo a domingo, das 11h:00 às 23h:59, com entrada franca.


Bar Invasão do Teatro. Foto: César Weis.

Serviço
 Inauguração do Bar Invasão do Teatro
Endereço: Rua Amintas de Barros, 154 – Centro – Curitiba. 
Entrada: Franca
Datas de inauguração: 22 de março – Sexta-feira.
Horário: A partir das 18h:00
Instagram Oficial:  @invasaodoteatro 

PIÑATA, DO ESCRITOR ANDRÉ VOLPATO, TEM LANÇAMENTO PELA ARTE & LETRA, COM MONTAGEM ESPECIAL E EVENTO DE BATE-PAPO COM O AUTOR

Disse Fernando Pessoa que a literatura, como toda a arte, é uma confissão de  que a vida não basta. Mais interessante ainda é que quando dentro de um livro, imersos na nossa fuga, espreitamos duas vidas diferentes de uma mesma personagem. Esta é a oportunidade que nos dá André Volpato no seu  novo livro, Piñata, lançamento da editora Arte & Letra no próximo sábado (23).

Para além dos diferentes destinos, Piñata se constrói ao redor de uma  personagem peculiar. Num mundo banal (ou nem tanto) como o nosso (e como os outros), nasce uma criança-bomba. As diferentes versões da história nos apresentam duas das vidas possíveis de Esteves, ambas inevitavelmente permeadas pela iminência de sua explosão. Com personagens marcantes e através de caminhos improváveis, André Volpato retrata uma sociedade fantástica que é profundamente real em suas relações  afetivas, suas paranoias e insanidades. Dos porões do Hackangaço ao  laboratório da Dra. Frankenstein, dos grupos de mentalização contra  catástrofes à rave do fim do mundo, Piñata cativa e acende uma questão  absolutamente artificial e outra agudamente humana: quem diabos é a  criança-bomba? o que diabos é uma criança-bomba? 

Segundo livro do autor, que lançou em 2019 Cidade Manequim pela Editora Moinhos, Volpato se apoia na escrita forte e habilidosa para destilar  criatividade e experimentação. Conhecida pelas edições artesanais e projetos gráficos marcantes, a editora Arte & Letra aposta em uma montagem especial para a edição de Piñata no seu Laboratório Gráfico, com dois cadernos unidos de modo a permitir a fluência da leitura à gosto do leitor e de acordo com a  proposta da escrita: sem ordem ditada, com muitas ordens possíveis e  caminhos diferentes para Esteves. O projeto gráfico e capa são de Frede  Tizzot, com edições impressas em risografia, costuradas e encadernadas  artesanalmente e edições numeradas.

SERVIÇO: 
Lançamento de Piñata, de André Volpato
Bate-papo do autor com Julie Fank (Esc. Escola de Escrita) e sessão de autógrafos
Local: Livraria Arte & Letra
Rua Desembargador Motta, 2011, Batel, Curitiba. 
Data: 23/03/2024, sábado
Horário: 10h30
Entrada Gratuita
Valor do livro: R$75

BE RGB OFERECE A OFICINA “TEXTOS, TECIDOS TRANSLÚCIDOS” PARA O PÚBLICO TRANS

No final de semana dos dias 30 e 31 de março, entre as 15h às 18h, be rgb oferecerá a oficina “textos, tecidos translúcidos” na Casa Selvática. Nesta oficina be rgb convida o público trans para um espaço de sensibilização destinado à escrita de outras narrativas, valorizando as suas complexidades.

A oficina dialoga com seu projeto anterior, “esc/ritos, encarnar-se”, que teve 5 edições para o público em geral, na qual be rgb desenvolveu uma proposta de experimentação poética através de práticas rituais e diálogo com textos de diversas autorias. Em “textos, tecidos translúcidos”, be continua com essa linha de trabalho, criando uma outra abordagem destinada para o público trans. Em sua estrutura, a ritualização busca propiciar um espaço de envolvimento corporal-psíquico-emocional para as pessoas participantes, sempre respeitando as condições e limites de cada uma para que se sintam à vontade, também como respeito à diversidade das neurodivergências. A partir dessa presença, cria-se um espaço sensível de troca em que textos de algumas autorias são lidos, debatidos, e servem de motivação para a escrita das pessoas participantes que, se desejarem, compartilham seus textos.

Em “textos, tecidos translúcidos”, duas das principais bases de diálogo serão os textos “A teoria da bolsa da ficção”, de Ursula K. Le Guin, e “co-sentindo com TERNURA RADICAL” de Dani D’Emilia, Vanessa Andreotti e GTDF Collective, com atravessamentos de textos de autorias trans, para convidar cada participante a imaginar narrativas a partir de seus próprios objetos. Como medida de acessibilidade, os dois encontros do evento contarão com a presença do psicólogo transhomem Matheo Bernardino, que também é responsável por capacitar a equipe do projeto para as demandas que atravessam as vidas trans e neurodivergentes.

A inscrição para a oficina se dará mediante formulário divulgado através do Instagram e as pessoas selecionadas serão informadas por e-mail. As inscrições acontecem entre os dias 3 a 19 de março através do formulário e a divulgação das pessoas selecionadas será feita por e-mail no dia 23 de março. O evento é gratuito, realizado com recursos do edital da Lei Paulo Gustavo de Apoio à Retomada – Fundação Cultural de Curitiba. O projeto também realizará a doação de livros de autorias trans, brasileiras e estrangeiras, para as Casas de Leitura de Curitiba.

be rgb escreve, traduz, revisa e oferece as oficinas esc/ritos, encarnar-se e textos, tecidos translúcidos. pesquisou sobre os estudos feministas da tradução e/m queer~cu-ir no doutorado na UFSC. publicou a plaquete with a leer of love (Macondo, 2019), os livros querides monstres (Douda Correria, 2021; 7Letras, 2023), a mística do bestiário não binário (Revista Philos, 2023) e o chapbook esse Ken não Binárie às vezes é Boyceta (Palimpsestus, 2023). traduziu só e em parceria textos de literatura e não ficção do inglês, espanhol e catalão. interessade em outras eróticas, trilhas e místicas.

Serviço:
Oficina “textos, tecidos translúcidos”
30/03 e 31/03 (sábado e domingo) das 15h às 18h
Casa Selvática
Rua Nunes Machado, 950, Rebouças, Curitiba

Ficha técnica:
Oficina: be rgb
Produção: Semy Monastier
Coordenação de projeto: Daniele Rosa
Capacitação e acompanhamento: Matheo Bernardino
Assessoria de imprensa: Vitória Gabarda
Projeto gráfico das peças de divulgação: Mical Kairós
Assessoria Pedagógica: Lucí Guerra Trevisan
Incentivo: Lei Paulo Gustavo de Apoio à Retomada – Fundação Cultural de Curitiba

sobre:
be rgb escreve, traduz, revisa e oferece as oficinas esc/ritos, encarnar-se e textos, tecidos translúcidos. pesquisou sobre os estudos feministas da tradução e/m queer~cu-ir no doutorado na UFSC. publicou a plaquete with a leer of love (Macondo, 2019), os livros querides monstres (Douda Correria, 2021; 7Letras, 2023), a mística do bestiário não binário (Revista Philos, 2023) e o chapbook esse Ken não Binárie às vezes é Boyceta (Palimpsestus, 2023). traduziu só e em parceria textos de literatura e não ficção do inglês, espanhol e catalão. interessade em outras eróticas, trilhas e místicas. integrante da Membrana Literária.

MUV CELEBRA 25 ANOS E APRESENTA A 1ª TEMPORADA DE SHOWS DO EP BAIRRO BLACK

O projeto musical MUV – Movimento Uniformemente Variado dirigido por Ricardo Verocai e Kátia Drumond, lança o EP Bairro Black em shows gratuitos no Teatro Zé Maria, além de criar em diferentes mídias digitais homenagem às personalidades da cultura negra do Paraná 

O projeto musical MUV – Movimento Uniformemente Variado, celebra 25 anos de trajetória neste ano de 2024. Criado no Rio de Janeiro e radicado em Curitiba a partir de 2005 , foi idealizado em 1999 pelo pelo produtor musical, tecladista, compositor e arranjador Ricardo Verocai e pela cantora e compositora Kátia Drumond. Celebrando a data, o grupo lança em março (14 a 17) a primeira temporada de shows do EP Bairro Black, no Teatro José Maria Santos, em parceria com a produtora Pomeiro Gestão Cultural.

O MUV tem sua trajetória marcada pela criação em ritmos de origem negra, colocando a negritude como enfoque. Não apenas como pauta, mas também como força criadora, movimentando mentes e corações, vibrando em potentes ondas sonoras.

Lançado em 2021 nas plataformas digitais, o EP foi criado durante a pandemia e homenageia bairros da cidade e personalidades pretas que fazem ou fizeram história em Curitiba. Com foco na negritude e na força criadora dos artistas o MUV destaca nomes como Waltel Branco, Odelair Rodrigues, Laura Santos, Lápis, Saul Trumpet, Mãe Orminda, Danilo Avelleda, Geisa Costa, Enedina Alves Marques e Megg Rayara, entre outros.

O Bairro Black, com 5 faixas, tem um repertório que funde as bases do soul, groove, funk, jazz, rap, salsa, reggae, ritmos uniformemente dançantes, com ritmos variados da música brasileira como o samba. Uma das faixas: “Orgulho Crespo” narra o encontro de vários artistas e ativistas negros durante a Marcha do Orgulho Crespo de Curitiba, liderada pela cantora e ativista Michele Mara e reconhece a representatividade da comunidade preta na cidade.

Para a nova etapa do Bairro Black, o MUV vai difundir a história narrada no EP com a realização da primeira temporada de shows gratuitos, somando uma proposta multimídia com o lançamento de um curta metragem documental sobre o processo criativo. Além de uma websérie de 8 episódios com depoimentos de algumas das personalidades negras homenageadas no EP.

Durante a temporada de comemorações de 25 anos, o MUV traz surpresas para o público presente como um lançamento audiovisual: o videoclipe inédito da música Toni Groove, que faz parte de um álbum anterior, os Guardiões do Groove.

O projeto prevê ainda apresentações extras dos shows para alunos da rede pública de ensino, com tradução em Libras em todo o material audiovisual produzido e também nos shows, que poderão ser assistidos pela comunidade surda nos dias 15 e 16 (sexta e sábado), no Teatro Zé Maria.

SERVIÇO:
Lançamento EP Bairro Black
Dias: 14, 15, 16, 17 de março (16 e 17 com tradução para Libras)
Horário: Quinta a sábado às 20h e domingo às 19h.
Local: Teatro José Maria Santos – Rua 13 de Maio, 655 – São Francisco, Curitiba
Entrada Franca: Retirar ingressos a partir de 1 hora antes no teatro. Sujeito à lotação.
Classificação: Livre.

FICHA TÉCNICA:
Direção Musical: Ricardo Verocai
Direção Artística: Kátia Drumond
Produção Geral: Igor Augustho e Kátia Drumond
Voz: Kátia Drumond
Teclados: Ricardo Verocai
Baixo: Evangivaldo Santos
Guitarra: Eduardo Ansay
Bateria: Samir Souza
Backing Vocals: Kabuto e Brenda Calbaizer
Iluminação: Lucas Amado
Direção de palco e Operador de som: Luigi Castel
Assistente de Palco: Ana Luiza e Fernando Atanasio
Assistente e Montador de iluminação: Juan Lis
Produção técnica: Effex Tecnologia e Criação
Roadie: Antonino Rodrigues (Tonico Rasta)
Figurino e Maquiagem: Tassy Dal Nergro
Tradução para Libras: TAÉ – Libras & Cultura
Intérpretes de Libras: Elaine Moreira, Nathan Sales e Talita Grünhagen
Direção de Produção: Igor Augustho
Produção Executiva: Cindy Napoli
Produção: Rebeca Forbeck
Assistente de Produção: Monica Margarido
Estagiário de Produção: Matheus Zaidan
Captação de Recursos: Meire Abe
Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo (@bb_comunica)
Programação Visual e Mídia Social: Paula Villa Nova
Realização e Criação: MUV
Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural

“PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA E DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA.”

Acesse os canais e acompanhe a história do MUV: https://beacons.ai/muv.brasil

SOBRE O MUV:
O projeto musical MUV – Movimento Uniformemente Variado, mistura ritmos em um som único e tem a direção musical de Ricardo Verocai, e direção artística de Kátia Drumond, com assistência de direção do baixista e compositor Evangivaldo Santos. O grupo está entre as bandas que fazem música autoral de Curitiba e é formado por músicos do Rio de Janeiro, Salvador e do Paraná, que residem na cidade.

O MUV se destaca na cena musical brasileira e no exterior com a proposta de reviver o movimento de música preta nacional surgido no Rio de Janeiro no final da década de 60 com Dom Salvador e Herlon Chaves, e fortalecido por nomes como Tim Maia, Gerson King Combo, Banda Black Rio, Cassiano, Lady Zu e Carlos Dafé.

Além destes, também fazem parte das influências musicais do grupo, entre outros: Azymuth, Arthur Verocai,Carlos Dafé, Tania Maria, Leny Andrade, entre outros.

A banda já lançou 03 álbuns. ‘Os Movimentos’ (2006) e ‘Minha Gente Brasileira’ (2011), ‘Acordes Daqui’ (2013) e os dois primeiros contam com participações do maestro, Arthur Verocai e têm músicas em parceria com Macau, e o segundo tem participação do cantor e compositor Carlos Dafé. Suas composições estão nas playlist de DJ’s nacionais e internacionais, tem reprodução em rádios da Alemanha, França, Sérvia, Rússia, Estados Unidos, Austrália, Itália, Espanha, Canadá, entre outros.

O grupo também realiza projetos de cunho artístico-educacional voltada à valorização da cultura negra e em novembro de 2022 e no início de 2023 realizou o projeto ‘O Som do MUV e a Música Negra nas Escolas Estaduais’, levando oficinas e pocket-shows a 05 municípios da região metropolitana de Curitiba e também no litoral do PR. O projeto teve o apoio da Copel através do Profice, o Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura do Paraná.

Seus principais shows de 2022 e 2023 foram ‘MUV convida Paula Lima’, em comemoração aos 50 anos do Teatro Paiol, a convite da Prefeitura de Curitiba e da FCC e ‘MUV e Michele Mara’, na ‘7ª e 8° Marcha do Orgulho Crespo’, evento destinado à cultura afro-brasileira. Em 2023 participou também dos festivais : Encantadas Jazz Ilha do Mel e Jazz À Gosto (Ilha do Mel – PR) e 7ª edição Curitiba Jazz Festival.

Em janeiro de 2024 levou seu groove ao litoral do PR, no Projeto Verão Maior – palco Sunset, Shangrilá.

Nos grooves variados do MUV transitam diferentes músicos, parceiros de composição, em diversos formatos de shows.

INDIEBOOKDAY: EVENTO MUNDIAL DE LITERATURA INDEPENDENTE MOVIMENTA CENÁRIO LITERÁRIO CURITIBANO NO PRÓXIMO DIA 16

Foi na Alemanha, na cidade de Hamburgo, que uma editora teve a ideia de criar um evento que valorizasse e celebrasse a produção das editoras independentes de livros, surgindo assim o Indiebookday, que movimentou inicialmente a cena alemã e se espalhou por países como Reino Unido, Holanda, Itália, Brasil e Portugal.

Ocorrido sempre no dia 16 de março simultaneamente em diferentes cidades pelo mundo, a data é a ocasião perfeita para se discutir e promover a produção de editoras que trabalham fora da esfera poderosa dos grandes grupos editoriais. Os desafios, a seleção editorial, produção gráfica, distribuição, como é o dia a dia de uma editora independente no Brasil?

Nesta edição, a Editora e Livraria Arte & Letra promove um evento amplo em Curitiba, com a presença de Bárbara Tanaka, da Editora Telaranha, e Alessandro Andreola, da Editora Barbante, conversando sobre suas experiências como editores independentes com mediação de Thiago Tizzot (Arte & Letra), além de uma programação de descontos progressivos e uma mesa de recomendações do livreiro com os destaques na livraria.

Serão diversas editoras com 10% de desconto na compra de 1 livro e 15% para 2 livros ou mais adquiridos durante o evento. Além dessa boa notícia, adquirindo um livro no evento, o comprador ganha ainda um vale-
desconto de 30% na próxima compra de um livro da editora da Arte & Letra.


SERVIÇO: 
Indiebookday
Data: 16 de março de 2024
Funcionamento da livraria: 10h às 19h
Conversa entre Bárbara Tanaka (Editora Telaranha) e Alessandro Andreola (Editora Barbante): início 16h. 
Livraria e Café Arte e Letra. Rua Desembargador Motta, 2011, Centro, Curitiba. 
Entrada: gratuita

DISCO DE VINIL LP JORGE BEN SAMBA ESQUEMA NOVO /// 1963 /// MONO /// SEBINHO FATO AGENDA

Disco de Vinil Lp JORGE BEN SAMBA ESQUEMA NOVO /// 1963 /// Original de época /// Primeiro disco do Jorge Ben /// Preço: R$549,99 /// @sebinhofatoagenda + @antiquarioreliquiasdavovo

Disco de vinil lp JORGE BEN SAMBA ESQUEMA NOVO. Ano: 1963. PRIMEIRO disco do Jorge Ben. Disco usado. De época. Em bom estado. Com marcas leves, riscos superficiais, com leve chiado, mas foi testado e não pula, por favor, veja as fotos. Sem encarte. Capa sem grifos ou marcações. Seguindo o guia internacional para avaliação de disco de vinil: Mídia: G; Capa: G. Código do disco: P – 632.161 – L

Informações:
Jorge Ben – Samba Esquema Novo
Selo: Philips – P 632.161 L, Philips – P-632.161-L
Formato: Vinil, LP, Album, Mono
País: Brasil
Lançado: 1963
Gênero: Jazz, Latin
Estilo: Bossa Nova

Músicas:
A1 – Mas, Que Nada!
A2 – Tim Dom Dom
A3 – Balança Pema
A4 – Vem Morena
A5 – Chove Chuva
A6 – É Só Sambar
B1 – Rosa, Menina Rosa
B2 – Quero Esquecer Você
B3 – Uála Uálalá
B4 – A Tamba
B5 – Menina Bonita Não Chora
B6 – Por Causa De Você, Menina

Seguindo o “Guia Internacional Para Avaliação de Discos de Vinil”:

AVALIAÇÃO DO VINIL:
GOOD (G): Disco usado. Em bom estado. Apresenta algumas marcas de uso. Com riscos superficiais, mas foi testado e não pula. Por favor, veja as fotos.

AVALIAÇÃO DA CAPA:
GOOD (G): Capa em bom estado. Sem encarte. Sem grifos ou marcações. Obs.: com marcas do tempo, por favor, veja as fotos.

FRETE: Taxa de entrega p/ todo país: R$27,90. Com opção de retirada na loja: Novo endereço: ANTIQUÁRIO LDP + SEBINHO: Rua Prof. João Falarz, 409, Orleans, Curitiba-PR. Loja nos fundos do sobrado amarelo. Referência: Entre as lojas “Master Pró Áudio” e “João Falarz Moto Peças”, exatamente 400 metros do viaduto do orleans.

ATENÇÃO: Entregamos um dia por semana (sem taxa) no centro de Curitiba, combine por whats: 41.99745.5294, com Lelê.

Confira alguns discos de vinil do sebinho, aqui


Link da loja do sebinho, aqui (R$589,99 em 12x R$49,17 sem juros)
Confira alguns discos de vinil do sebinho, aqui

INAUGURAÇÃO DO ANTIQUÁRIO + FEIRA DE LIVROS E DISCOS (C/ LIVROS A PARTIR DE DOIS REAIS!!!)

Neste SÁBADO, amanhã, 23/dez, a partir das 9h (até 19h ou +), convidamos nossos amigos e clientes a conhecerem nosso novo endereço do antiquário. R. Prof. João Falarz, 409 – Orleans, Curitiba – próximo capela do orleans, exatamente 400 metros do viaduto do orleans – continuação da Av. Vereador Toaldo Túlio, sentido Ecoville. Obs.: n° 409, loja dos fundos do sobrado amarelo.

Sábado 30% off em toda loja!!! Aqui tem muito presente de natal, hein.

Livros em promoção (a partir de R$2, DOIS REAIS), discos de vinil, brinquedos, móveis antigos, quadros, louças, decoração. Venha conhecer o novo endereço, novo nome, novo tudo!!! 🙂

Local #petfriendy com estacionamento fácil

Ah, e o @sebinhofatoagenda vem junto! 🙂

#Curitiba #antiquario #antiguidades #cwb #sebinhofatoageda #livros #bairroorleans #saobraz #ecoville @antiquarioldp #discodevinil

TIO FRESH + SWINGA + RAUTH + DJ BILL + SEBINHO NO PHUNK SOUND ROOM

Preparados para um rolê incrível? No dia 17/dez, sábado, a partir das 17h, o Phunk Sound Room orgulhosamente apresenta: Tio Fresh (SP FUNK)

Com mais de 30 anos de experiência na cultura hip hop, Tio Fresh é um dos integrantes do lendário grupo de rap SP FUNK e possui um currículo impressionante. Ele participou de eventos desde bailinhos de garagem até a abertura de shows do Snoop Dogg. Tio Fresh é um vencedor do Prêmio HUTUZ e colaborou com o YO! MTV Raps nos anos 90. Sua voz é conhecida em campanhas publicitárias, incluindo a Nike, e ele trabalhou com diversos artistas renomados como Dj Hum, Mv Bill, Rappin Hood, Sabotage, Sombra SNJ, Sandrão RZO, Emicida, Dow Raiz e muito mais. Além disso, ele faz parte do coletivo Kombossa e & Beats (Kombi com soundsystem) e do projeto SOWETO, onde se apresenta com a DJ Vívian Marques e Vitonez, além de realizar oficinas de DJs e rimas no projeto Hip Hop EDUCA!

Embaçado né?
Além do Tio Fresh, complementando o line up, teremos a rapaziada da SWINGA: DJ Bill e Rauth fazendo aquela somzeira que já é de costume!

Feira de livros e discos com Sebinho FATO Agenda

Esse evento vai ser animal! Anote na agenda e junte-se a nós dia 17.12, sábado, a partir das 17h será uma noite especial em São José dos Pinhais, no Phunk Sound Room. Tv. José Zilioto, 105, Centro. E o melhor de tudo: ENTRADA GRATUITA!

Se liga no sorteiro que tá rolando no insta do Phunk Sound Room, aqui :
– 1 tattoo até 300 reais. 
– ⁠1 Vinil. 
– ⁠1 livro até 50 reais
– ⁠10 copos de chopp 

“LINA FARIA – PASSANDO A LIMPO”: MIS-PR CELEBRA TRAJETÓRIA DE FOTÓGRAFA PARANAENSE COM EXPOSIÇÃO INÉDITA

Na fotografia de João Urban, Lina Faria e seu olhar direcionado a imagem que revela parte do seu trabalho em exposição no MIS-PR.

Com curadoria do fotógrafo João Urban, a artista revela sua abordagem e captação sensível em imagens que protagonizam as mulheres em dimensões e diversas realidades, e hoje faz parte do projeto Memória Viva até 23 de fevereiro de 2024.

Entra em cartaz na segunda (11), na Sala Adalice Araújo, às 17h, a exposição “Lina Faria – Passando a limpo”, realizada pelo Museu da Imagem e do Som do Paraná. A mostra consagra uma homenagem à fotógrafa paranaense e sua contribuição para a fotografia do Paraná, com destaque para sua forma sensível de capturar as imagens.

“A fotografia da Lina Faria é manuscrita, é escrita corrida, é feita “na mão”! Com a caligrafia do carinho pelas pessoas que fotografa, é feita de sorriso e abraços”, diz o curador João Urban, colega de profissão e amigo de Lina desde quando trabalharam juntos no antigo estúdio Zap.

Um dos pontos curiosos dessa exposição é a descoberta de um conjunto significativo de fotografias feitas por Lina na colônia polonesa Tomás Coelho, em Araucária e Campo Largo, no ano de 1984 para a Secretaria de Estado da Cultura. Essas fotos, originalmente creditadas a Urban devido a um erro na identificação, tiveram sua verdadeira autoria resgatada no acervo do MIS, evidenciando o olhar de Lina presente nessas imagens.

Em “Passando a Limpo”, Lina é apresentada como uma fotógrafa do mundo, uma flâneur moderna que explora não apenas as cidades, mas também as histórias e as pessoas que nelas habitam. Sua abordagem fotográfica capta fragmentos do cotidiano, revelando a poesia e a imaginação presentes ao nosso redor, desde os espaços íntimos das pessoas até as paisagens urbanas.

Os projetos de Lina revelam o interesse na relação estética das mulheres com seus espaços, explorando presídios, áreas rurais e urbanas para capturar a vida feminina em diferentes contextos. Seus trabalhos também incluem registros em Cuba, mostrando a rotina das cubanas em suas residências, sempre revelando fascínio pela relação das pessoas com seus ambientes e narrativas pessoais.

“O que posso dizer é que o tempo me tornou tímida para abordagens fotográficas”, relata Lina ao amigo e curador Urban. Apesar dos desafios da violência urbana e da crescente busca das pessoas por privacidade, ela não acredita na morte da fotografia documentária, mas afirma que tem medo. Em relação à verdade na fotografia, ela acredita que esta é a verdade que o fotógrafo quer imprimir ao seu público.

“Essa habilidade de Lina em capturar a essência das coisas, seu olhar sensível para o mundo ao seu redor é o que está estampada na exposição. É como consegue contar histórias através de suas fotografias de um jeito só dela, mesmo em lugares e tempos diferentes. Além de ser uma homenagem à jornada de todas as fotógrafas mulheres do Paraná e do Brasil”, conta Mirele Camargo, diretora do MIS-PR, que busca celebrar a trajetória de grandes fotógrafos paranaenses com o projeto Memória Viva.

HISTÓRIA PASSADA A LIMPO – Nascida no município de Nova Esperança, 1955, Lina teve o primeiro contato com a arte visual aos 17 anos, por meio dos slides projetados por Adalice Araújo durante aulas de História da Arte na UFPR, quando cursava Comunicação Social. Sua paixão pela fotografia solidificou posteriormente, quando teve acesso a equipamentos ao trabalhar com still para cinema.

Ela não se dedicou a pesquisas extensivas, mas absorveu influências significativas. No estúdio Zap, conviveu com o trabalho de diferentes fotógrafos como João Urban, Nego Miranda, Márcio Santos e Dico Kremer, absorvendo a efervescência cultural do ambiente. A poesia de Baudelaire, Walter Benjamin e Italo Calvino, juntamente com seu convívio com arquitetos durante o trabalho no IPPUC, também influenciaram a abordagem do urbano na fotografia.

Cuba, vilas rurais e o cotidiano do centro de Curitiba: sua sensibilidade e olhar atento se direcionam para diferentes cenários. Seus projetos abrangem uma rica variedade de temas, desde a série “Identidade e Intimidade”, que adentra os lares das pessoas para resgatar suas histórias, até “Prisão Feminina”, que explora a estética das mulheres em ambientes carcerários. Esses projetos refletem o tema comum para Lina: o embate entre o ser humano e seu ambiente, seja físico ou arquitetônico.

CRÉDITOS – A busca pelo ensaio perdido de Lina na colônia Tomás Coelho em 1984 se estendeu por anos, em diferentes fontes possíveis. Esse mistério se desenrolou por meio da descoberta de Catarina Knapri Cunha e Maria Fernanda Rodrigues, funcionárias do museu que pesquisavam fotografias e se depararam com uma imagem em preto e branco, semelhante a um cromo identificado como pertencente a João Urban.

Urban explica a origem da confusão: “Ninguém sabia explicar o sumiço dos cromos. Como eu estava fotografando a colônia desde 1980, algum funcionário, que sabia disso, identificou os slides como sendo meus”.

A revelação veio de uma identificação equivocada dos registros como pertencentes a Urban, devido ao seu trabalho fotográfico contínuo na colônia Tomás Coelho na década de 80.

“Foi aí que me buscaram para confirmar se eu e a Lina havíamos fotografado juntos em Tomás Coelho, o que desvendou o mistério do desaparecimento do ensaio que a Lina havia feito em 84… tanto eu como a Lina estávamos atrás desse material justamente para essa exposição”, esclarece Urban.

MEMÓRIA VIVA – “Lina Faria – Passando a limpo” é parte do projeto Memória Viva, uma iniciativa do MIS-PR que busca homenagear a trajetória de importantes agentes culturais do Paraná, ainda em vida.

Serviço:
Abertura 11 de dezembro, às 17h
Visitação até 23 de fevereiro de 2024
De segunda a sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h
Sala Adalice Araújo – Rua Ébano Pereira, 240, Centro – Curitiba – Paraná.
Entrada gratuita

Assessoria de Imprensa:
Anaterra Viana – (41) 999065906
Bruna Bazzo – (41) 998088009

VINYL CLUB 15 / PONTA GROSSA-PR

BANZAI (@banzaidiscos) APRESENTA:

VINYL CLUB 15;

DIA 09 DE DEZEMBRO;

A PARTIR DAS 11 DA MANHÃ, LÁ MESMO, NO @fredericocervejas , ONDE SE BEBE MELHOR E VINIL É A TRILHA SONORA OFICIAL!

SE LIGA NO QUE VAI ROLAR:

– Feira De Vinil, com: @sebinhofatoagenda ::: @huevodiscos ::: @neliowaldy ::: @confrarialps entre outros;
– Camisetas;
– Tattoo;
– Drinks;
– Pizzas;
– Porções;
– Discotecagem Em Vinil;
– Música ao vivo;

Aproveita pra garantir aquele presentaço de natal pra você mesmo ou alguém especial(pode ser você também);

DISCO É O MELHOR PRESENTE!

ENTRADA FREE ATÉ AS 17:00;

DEPOIS, SIMBÓLICOS 10 PILAS;

VINYL RULES!
Arte pelo napalmdético @paulo_cavagnari

Serviço:
VINYL CLUB 15
Sábado, 9/dez, a partir de 11h às 20h.
Local: Frederico – Cervejas & Cervejas, Av. Ernesto Viléla, 404, centro de Ponta Grossa-PR. Entrada livre até 17h, após: R$10,.

Confira alguns discos de vinil do sebinho, aqui