SEMANA ANDERSEN RESGATA MEMÓRIA DA CASA-MUSEU DE ALFREDO ANDERSEN

Pessoas ao redor da mesa – Alfredo Andersen

O evento celebra o nascimento do artista norueguês com atividades gratuitas no Museu Alfredo Andersen

Em homenagem ao 157º aniversário de Alfredo Andersen, celebrado em 3 de novembro, o Museu Alfredo Andersen (MAA) abre na próxima segunda-feira (06/11) a Semana Andersen a partir das 18h com exposição homônima que busca resgatar a memória da casa do artista norueguês, uma das personalidades artísticas mais representativas do Paraná e um grande incentivador da arte no Estado.

“Esta exposição reproduz alguns ambientes de sua casa e conta também com algumas de suas obras, entre retratos, paisagens paranaenses e cenas do cotidiano”, explica a diretora do MAA, Débora Russo.

A programação segue até o dia 10 de novembro e terá um bate-papo com o bisneto do pintor, Wilson Andersen Ballão, uma oficina de Mocha Diffusion com Arlinda Rodrigues e lançamento de um caderno de atividades sobre Andersen. A entrada é gratuita para o público durante todo o evento. Confira a programação completa aqui.

Programação

06/11 às 18h – Abertura da exposição “Semana Andersen”

A mostra resgata a memória da casa de Alfredo Andersen ao recriar espaços como o quarto de seus filhos, a sala de jantar e seu ateliê. As obras do artista, entre retratos, cenas de gênero e paisagens paranaenses completam o ambiente. Em cartaz até 18 de fevereiro de 2018.

07/11 às 18h – Bate-papo com Wilson Andersen Ballão
O bisneto de Alfredo Andersen é presidente da Sociedade Amigos Alfredo Andersen e um dos maiores colecionadores do pintor norueguês.

08/11 às 9h – Croquis urbanos
Alunos do ateliê de pintura e desenho, artistas do grupo Urban Sketchers e comunidade estão convidados a participar de uma produção artística própria no Museu Alfredo Andersen.

09/11 das 14h às 17h – Oficina Mocha Diffusion com Arlinda Rodrigues
Técnica de pintura em cerâmica para alunos do ateliê de arte do museu.

10/11 às 10h – Lançamento do Caderno de Atividades sobre Alfredo Andersen
O setor Educativo do Museu Alfredo Andersen lança a 2ª edição do Caderno de Atividades sobre a vida e obra do pintor Alfredo Andersen.

Casa-Museu
A moradia do pintor foi construída no final do século XIX e além de ter sido sua residência, foi também seu ateliê. Atualmente, é uma instituição museológica da Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) e tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná. É também um espaço de aprendizado, que realiza durante todo o ano oficinas de pintura, desenho e cerâmica em seu ateliê de arte.

Serviço
Semana Andersen
6 a 10 de novembro de 2017
Confira a programação completa aqui.
Entrada gratuita
www.maa.pr.gov.br

Museu Alfredo Andersen
Rua Mateus Leme, 336. Curitiba-PR
Terça a sexta-feira, das 9h às 18h.
Sábado, domingo e feriado das 10h às 16h.
41 3222-8262 | 41 3323-5148
maa@seec.pr.gov.br

“DEIXA ELA EM PAZ” CHEGA EM CURITIBA PARA OFICINA COM MULHERES

Coletivo feminista realiza, pela primeira vez na cidade, oficinas sobre a relação das mulheres com o espaço urbano

O Paraná registra 62 casos de violência física ou moral contra a mulher por dia, com uma média de cinco casos a cada duas horas. Neste cenário, Curitiba registra uma taxa de 98 ocorrências de violência contra a mulher a cada 100 mil habitantes. Remodelar as políticas de segurança, conscientizar a população e empoderar as mulheres em prol dos seus direitos têm sido as estratégias adotadas para transformar essa realidade. É na 3ª parte dessa estratégia que atuam coletivos como o Deixa Ela Em Paz, que aporta em Curitiba-PR para a realização do Circuito de Enfrentamento Urbano – CEU para Mulheres, laboratório criativo de intervenções urbanas dedicado ao empoderamento das mulheres em sua relação com o espaço público.

Entre os dias 17, 18 e 19 de novembro, o coletivo realiza uma oficina gratuita para repensar a realidade cotidiana das mulheres e suas experiências e usar a cidade como plataforma de comunicação. O encontro acontece em dois momentos, uma roda de conversa aberta ao público às 19h da sexta-feira, no Veg Veg Empório Vegetariano (Visconde de Nacar, 655, Centro, Curitiba); e dois dias de oficina no Edf. Anita – Rua Cândido Lopes, 304, Curitiba-PR. A oficina dura o dia todo e será realizada em parceria com o grupo Fabulosas. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas através do preenchimento do formulário disponível neste link

Traçar estratégias de enfrentamento de diversos contextos de violência faz parte do cotidiano da maioria das mulheres desde muito jovens e o resultado disso é uma experiência completamente específica em relação às cidades. A ocupação da rua é uma das principais formas de luta pela equidade de gênero e garantir às mulheres condições de mobilidade e vivência dos espaços públicos com segurança, respeito e autonomia seria uma forma de transformar essa realidade. “A cidade é também um espaço de atuação política e o planejamento urbano insensível à presença feminina é um obstáculo permanente à liberdade das mulheres”, afirma Milena Times, uma das integrantes do coletivo..

A ideia é realizar oficinas em cada região do país e Curitiba será a cidade representativa da região Sul. O projeto foi financiado coletivamente com a ajuda de mais de 520 pessoas e fez parte do canal Mulheres de Impacto, uma alternativa para incentivar projetos de liderança feminina, possibilitada por uma parceria entre o site de financiamento coletivo Benfeitoria, a ONG Think Olga e a ONU Mulheres. O projeto passou recentemente por Vitória-ES (Fotos de Divulgação do CEU em Vitória – crédito das fotos: Nunah Alle).

No primeiro momento, a proposta é dialogar com as moradoras da cidade e mapear necessidades e contextos. A partir disso será elaborada, conjuntamente, uma intervenção que aborde as questões mais sensíveis a elas. “Realizar ações de intervenção urbana proporciona, além do contato com outras mulheres e com as questões feministas, a dimensão simbólica da reapropriação do espaço urbano como algo que também é nosso por direito”, comenta Manuela Galindo, uma das integrantes do coletivo. O CEU vai mobilizar mulheres a refletirem sobre essa realidade e a construir intervenções artísticas que despertem a atenção para essas questões.

O Deixa Ela em Paz traz para o espaço público os discursos que muitas mulheres não conseguem expressar. Sua estratégia é estampar as ruas com mensagens que traduzem o direito delas de se relacionar com a cidade com liberdade e autonomia. É uma forma de transformar as causas das mulheres em fenômeno visual acessível a todos, incentivando que homens também acessem e questionem esse contexto de discriminação.

Deixa Ela Em Paz – Formado por mulheres pernambucanas, o coletivo feminista que atua em Recife e no Rio de Janeiro começou em 2015 com a colagem de lambe-lambes com a frase que lhe dá nome em várias cidades no Brasil. Hoje a ação também está no exterior e já usa técnicas diferentes, como stencil, stickers, carimbos, panfletos, ensaios fotográficos e vídeo. O grupo também aposta no ativismo digital e atua nas redes sociais com uma página com mais de 28 mil seguidores, além de construir espaços de diálogo também off line, com a realização de oficinas, palestras e encontros.

SERVIÇO:
Circuito de Enfrentamento Urbano – CEU para Mulheres
Público-alvo: exclusivo para mulheres
Data: 17 de novembro, às 19h no Veg Veg Empório Vegetariano (Visconde de Nacar, 655, Centro, Curitiba)

18 e 19 de novembro, das 9h às 17h, no no Edf. Anita – Rua Cândido Lopes, 304, Curitiba-PR

Inscrições gratuitas, aqui

Informações:
deixaelaempaz@gmail.com
facebook.com/deixaelaempaz
Joana Pires (81) 98190-5414
Manuela Galindo (21) 980329767

LANÇAMENTO DO LIVRO E EXPOSIÇÃO “ALÉM DA SUPERFÍCIE” DE CLEVERSON OLIVEIRA

Artista visual documenta sua produção através da relação de suas obras com textos reflexivos em livro e exposição

O artista visual Cleverson Oliveira lança, dia 18 de novembro, às 10h00, na Galeria da Casa da Imagem, seu novo livro: Além da Superfície. No mesmo dia, acontece a abertura da exposição homônima que fica em cartaz até 10 de fevereiro. Também estão programados um ciclo de palestras e o lançamento de uma plataforma digital que traz registros de processo de criação e textos reflexivos sobre a obra do artista.

Cleverson Oliveira atua em campos multidisciplinares usando uma linguagem visual que explora os limites da imagem permeando a experiência do cinema até o desenho. O artista apresenta em sua segunda publicação, um panorama de sua produção que abriga desde seus primeiros trabalhos, criados em 1994, até suas criações mais recentes.

O livro Além da Superfície relaciona a tragetória do artista, abordando, a partir de textos e ensaios, três temas centrais: o olhar da filosofia da linguagem e suas relações cognitivas sobre a obra do artista, a análise da construção e desenvolvimento da poética de Cleverson e as relações entre o artista e seu meio, além de uma entrevista com o artista, realizada pelo curador e crítico de Nova York, Raúl Zamudio, que apresenta uma reflexão sobre o período de doze anos em que o artista Cleverson Oliveira viveu e produziu nos Estados Unidos.

Pagu Leal, artista e filósofa, acompanha a produção do artista descortinando relações promovidas pela obra em contato com o espectador, a partir de um texto reflexivo intitulado: “Irritações de Superfície”. Cleverson e Pagu estabelecem um diálogo construído a partir de experiências e colaborações artísticas ligadas à dramaturgia, performance e vídeo arte.

A partir da ideia de construção da poética do artista, o professor-doutor Antonio Fatorelli, apresenta, no livro, um texto crítico sobre a obra de Cleverson Oliveira.

Cleverson, em seus trabalhos, desmistifica a aparente condição natural da paisagem. As obras constroem um espaço imaginário onde o artifício da representação torna-se o campo visual após uma desfiguração completa da representação. As paisagens parecem ser definidas antes de nós como uma inevitabilidade da natureza. Construído por séculos como o equivalente da natureza, paisagens assumem a representação mais perfeita do mundo.

Ainda em 2017, o artista participa da Bienal de Veneza (Itália) integrando a exposição “The Border Pavillion” e apresenta sua produção recente em uma exposição em Nova York.

O projeto Além da Superfície é realizado com o incentivo do Banco do Brasil através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Cleverson Oliveira / crédito foto: Antonio Wolff

SOBRE O ARTISTA:
Cleverson Oliveira nasceu em Curitiba, em 1972. Formou-se na Escola de Música e Belas Artes do Paraná, em 1994. Em 1996 estudou História da Arte na New York University, em Nova York, onde viveu de 1996 até 2008 . Vive e trabalha em Piraquara, Brasil. Participou de exposições em diversos locais, incluindo New York, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Seoul, Doha e Veneza (Itália).

Entre suas principais exposições estão: Fronteiras: uma jornada pelas américas, realizada no museu da Fotografia, em Curitiba, em 2009. Viajantes Contemporâneos, realizada na Pinacoteca do Estado de São Paulo, em 2010. 5th media Art biennale, Seoul, Coreia do Sul, 2009.Galáxias, Myiako Yoshinaga, Nova York(USA), 2012; e Bienal Internacional de Curitiba, 2013. Border Pavilion (Bienal de Veneza) 2017.

SERVIÇO:
Lançamento do livro e abertura da exposição “Além da Superfície”
Abertura dia 18 de novembro de 2017, às 10h00
*a exposição fica em cartaz até dia 10 de fevereiro de 2018
Galeria Casa da Imagem (www.casadaimagem.com)
Rua Dr. Faivre 591, centro de Curitiba
ENTRADA FRANCA

ABERTURA DA AMOSTRA URBANA

Abertura da Amostra Urbana
Cabaré Voltei apresenta: Trombada de Cabarés!
Praça 29 de Março, em Curitiba
7 de Novembro às 19 horas
EVENTO GRATUITO

Traga sua apresentação para o Sarau!

Faça chuva ou faça sol estaremos nas ruas.

“Agora voamos em nossa ave máquina, voamos para fora dos teatros e museus. Poucos de nós sobreviveram. Nos fazemos cidade, Zonas Autônomas Temporárias, buscando brechas,
frestas e interstícios. Aqui em meio a organização da polis, em meio aos arranhacéus insistimos em tentar. Fracassar. Tentar de novo. Fracassar de novo. Fracassar melhor.
É de Curitiba (a capital mais fria do país, a roça iluminada, terra de vampiros e polacas) que lançamos nossa voz. No ano cósmico de mais uma revolução que malogrou.
Para Gilda, com ardor.”

II Manifesto do Cabaré Voltei (2014)
Há 101 anos Zurique apresentava ao mundo um espaço que mudaria a história da arte: O Cabaré Voltaire – local de apresentação e experimentos do movimento Dadá. Apresentamos o Cabaré Voltei – versão brasileira, traduzida, antropófaga, debochada, latinoamericana e contemporânea daquele que foi um dos mais importantes espaços das vanguardas modernas. Assim, conclama artistas indignados experimentais (e que possuam uma vida experimental) das distintas formas que as variedades assumiram no decorrer da história como o vaudeville, a Revista Brasileira, o circo teatro, a ópera bufa, o cabaré político mexicano, o burlesco e a performance art para compartilhar trabalhos processuais e ocupar o espaço público para uma reconstrução do cabaré em Sarau Aberto numa grande trombada de cabarés com as atrações comandadas pelas dãmas indignas das alterosas do Varejão (BH), MOVEDETE EX MACHINA, O Estábulo de Luxo, Coletivo Casa Selvática e a Universidade Livre de Charlatanismo e o seu Cabaré Místico.

Assim como fizeram os nossos antepassados, exortamos todos os artistas de Curitiba (e também os que estejam de passagem pela cidade) para que compareçam com sugestões e contribuições de até 7 minutos, sem se preocupar com essa ou aquela orientação artística, para compor o nosso sarau. Manifestos, performances, shows, números musicais, poemas, antigas canções de cabaré e charlatanismos de todos os tipos reunidos de acordo com o princípio estabelecido pelo cabaré: um número após o outro, com tempo mínimo de intervalo, transparecendo ao mundo que todos somos mentes independentes vivendo por ideias diferentes, e assim propondo ao público e participantes uma variedade de atrações inusitadas em um mesmo dia.

Atrações confirmadas:
– Varejão (Belo Horizonte/MG)
– ULC (Universidade Livre de Charlatanismo) e o Cabaré Místico
– MOVEDETE EX MACHINA (Curitiba/PR e Belo Horizonte/MG)
– Núcleo O Estábulo de Luxo (Curitiba/PR)
– Coletivo Casa Selvática
– Maikon K (Curitiba/PR)
– Juana Profunda (Curitiba/PR)
Etruska Waters e convidadxs (Curitiba/PR)
– Júlia Campos (Curitiba/PR)
– Plácida Domingas (Republica de Curitiba)
– Rubia Romani (Curitiba/PR)
– Melina Mulazani e Luciano Faccini (Curitiba/PR)
– Bruno Lops (Curitiba/PR)
Limerson Morales (Bauru/SP)

“Enquanto o fascismo avançar por todos os lados, enquanto formos controladxs pelas estruturas do biopoder, e antes da injustiça se perpetuar em falhas políticas e sociais: haverá Cabaré!”

TRAGA SUA APRESENTAÇÃO PARA O SARAU
ENTRADA FRANCA”

fonte

MÚSICA NA CIDADE APRESENTA BANANEIRA BRASS BAND COM SHOW NA FEIRA DO LARGO DA ORDEM NESTE DOMINGO

Foto: Jorge Mariano

Neste domingo (05) acontece o primeiro show da terceira edição do projeto Música na Cidade. O grupo Bananeira Brass Band se apresenta na feira do Largo da Ordem, no Centro Histórico, a partir das 11h com apresentação aberta ao público.

Após o show de estreia do projeto, ao longo do mês de novembro, as cidades de São josé dos Pinhais, Ponta Grossa, Guarapuava, Campo Mourão, Apucarana, Maringá e Londrina recebem outras apresentações com diversos artistas que representam as distintas gerações da música instrumental produzida no Paraná.

O Música na Cidade tem o intuito de ocupar os ambientes ao céu aberto destas localidades e proporcionar para o cidadão o acesso à cultura a partir da música. Há três anos, desde a estreia, mais de 70 mil pessoas foram impactadas pelo projeto, além de incitar a acessibilidade da música paranaense em locais onde as vezes o acesso é inviável.

O livre acesso à cultura e interação pelas redes sociais do Música na Cidade, possibilita ainda a aproximação entre artistas e público ao incentivar a democratização dos espaços urbanos e digitais, tendo o caráter artístico como um elo de união popular.

Bananeira Brass Band
O grupo alimenta a resistência da música instrumental brasileira, difundindo a potência dos instrumentos de sopro em um coletivo que reúne trompetes, saxofone, trombone, sousafone, bateria e percussão. A música é produzida de maneira singular em um formato já familiar aos seus integrantes que cresceram em bandas marciais, formação tradicional de marchas de eventos cívicos e escolares.

Estilo genuinamente norte americano, a brass band surgiu em New Orleans e é disseminada como música de rua. A Bananeira incorpora o estilo alimentando as referências com Black Music, Soul e Groove brasileiros, bem representados por Black in Rio, Tim Maia e Jorge Ben. E ainda uma pitada de rock e cultura pop nacionais muito reconhecíveis em suas composições.

A Bananeira Brass Band fez sua primeira aparição em 2015. De lá para cá foram diversas apresentações que empolgaram o público nos festivais Psicodália (SC), Virada Cultural (SP), Biro Biro Day, Mostra Seu Nariz, Gastronomix e Jazz na Ilha; abertura de shows de Jards Macalé, Francisco El Hombre e Trombone de Frutas e diversos espaços culturais do Paraná.

SERVIÇO:
MÚSICA NA CIDADE COM BANANEIRA BRASS BAND
Local: Feira do Largo da Ordem
Endereço: R. Kellers, s/n – São Francisco, centro de Curitiba
Quando: 05 de novembro (domingo)
Horário: A partir das 11h
ENTRADA GRATUITA

PRIMEIRA MOSTRA DE ARTES NA RUA CHEGA EM CURITIBA

AMOSTRA URBANA promove na cidade um conjunto de ações culturais que têm em comum a rua como matéria de invenção artística.

Em sua primeira edição, a AMOSTRA URBANA acontece entre os dias 7 a 19 de novembro, a programação é estruturada com apresentações artísticas; oficinas; palestras e Conversas à Mostra: bate-papo entre artistas e participantes. Realizadas em espaços públicos, essas ações têm o objetivo de promover encontros e trocas, incentivando outras formas de habitar e se relacionar com a cidade.

Com curadoria de Juliana Liconti, Ricardo Nolasco e Renata Cunali, a AMOSTRA URBANA conta com a presença de artistas convidados e artistas selecionados através de convocatória, que teve 141 trabalhos inscritos. Essa segunda etapa foi extremamente importante, por ampliar o olhar da curadoria. 

Entre artistas e coletivos que compõem a programação  da AMOSTRA URBANA estão: ERRO GRUPO, O Estábulo de Luxo, Selvática Ações Artísticas, Moira Albuquerque, Eleonora Fabião, Fernanda Eugênio, Ana Dinger, Henrique Saidel, Marina Viana, Coletivo Cartográfico, Vanilton Lakka e o quandonde intervenções urbanas em arte, Erica Storer, Projeto Corpo Tempo e Movimento, Jordi Tasso, Filhas da Fruta, Estúdio de Arte Rebelde, Minimídias Labnômades e Elilson Nascimento.

A mostra propõe as Conversas à Mostra com o intuito de compartilhar questionamentos que cercam os processos de criação dos participantes da AMOSTRA URBANA. São cinco rodas de conversa sobre temas que atravessam as investigações dos artistas que compõem a programação e que também estão em evidência na criação de ações no/para/com o espaço público.

Para conferir toda a programação da AMOSTRA URBANA acesse  www.amostraurbana.com.br

Moira Bicho / Foto: Lauro Borges

SERVIÇO:
AMOSTRA URBANA
7 A 19 DE NOVEMBRO NOS ESPAÇOS PÚBLICOS DA CIDADE
WWW.AMOSTRAURBANA.COM.BR
@AMOSTRAURBANA

EXPOSIÇÃO SUBLI_ME ABRE TEMPORADA DA BIENAL DE ARTE DIGITAL THE WRONG EM CURITIBA

Em formato online e offline, entre os dias 01 de novembro e 31 de janeiro de 2018, acontece a The Wrong – New Digital Art Biennale. Considerada a maior e mais diversificada bienal internacional de arte e cultura digital, o evento apresenta jovens talentos da cena de cultura digital de todo o mundo. Em Curitiba, a exposição Subli_me acontece a partir do dia 16 de dezembro, na Galeria Airez.

Fundada pelo empreendedor cultural, escritor e artista maker espanhol, David Quiles Guilló, desde 2013, a The Wrong tem o objetivo de criar, promover e fomentar o pensamento inovador artístico. Para Flávio Carvalho, curador da exposição na cidade e que já participou de exposições renomadas do segmento tecnológico como a MADATAC em Madrid, Subtle Technologies Festival, em Toronto, BIDEODROMO, na Espanha, entre outros, o evento evoca a transformação na cidade em vários aspectos.

“Existe, uma lacuna, onde a exposição Subli_me se propõe a preencher, reunindo trabalhos locais, nacionais e internacionais. Fomentando, desta forma, a fusão entre o universo artístico, maker e tecnológico para uma reflexão e tomada de ação da cultura digital contemporânea”, propõe.

A Bienal
A bienal online acontece em pavilhões expositivos; curada em espaços virtuais, como sites e em qualquer mídia online onde os trabalhos artísticos selecionados são exibidos. A partir do dia 01 de novembro, pelo site principal www.subli-me.org vai acontecer a inauguração da exposição e, também, pelo Facebook e Instagram. Em Curitiba, a exposição física Subli_me acontece a partir do dia 16 de dezembro, na Galeria Airez.

Os artistas
Entre os destaques em Curitiba, na Galeria Airez, a artista brasileira, Sayuri Kashimura apresenta uma performance na abertura da exposição desenvolvido em suporte de realidade virtual. O jogo do canadense, Connor Sherlock apresenta a desconstrução da música “Like an Inca” do Neil Young e a reconstrói em forma de jogo com temática cyberpunk.

O LiveNoiseTupi, projeto colaborativo, criado pelo artista de São Paulo, Ricardo Palmieri, conhecido por, Vj Palm, convida o artista curitibano, compositor, performer, produtor cultural, pesquisador e professor de música e tecnologia, Alexandre Porres e apresentam uma performance multimídia colaborativa onde constroem ambientes interativos e audiovisuais imersivos com o objetivo de romper as fronteiras entre tecnologias e temáticas modernas e ancestrais, para ambientar experiências sensoriais, onde o participante pode e deve interagir para modificar as dinâmicas do espaço.

A artista croata, Dina Karadžić vai disponibilizar virtualmente o seu computador com todo seu material na nuvem, numa página de html sem design onde o usuário vai navegar em cada pasta, seus pensamentos e trabalhos artísticos em 2D e outras coisas que ela vai alimentar pela deep web. A ideia é desmistificar para o público o uso da deep web que é estereotipado como algo sempre malígno.

O mestre em design e artista curitibano, Leandro Catapam, vai realizar um workshop sobre estudos em linguagem visual com foco na expressão da colagem, pós-modernismo gráfico e imagem em movimento. Já o curitibano, Guilherme Zawa apresenta um projeto artístico em parceria com outros artistas, onde discutem a arte e censura no universo sublime da narrativa transmidiática tendo a metáfora enquanto forma estrutural capaz de estabelecer novos significados.

Zawa que além de ser artista visual e escritor, é também psicanalista e trabalha no meio artístico a partir da arte lens-based, sobretudo a fotografia e a literatura. E é idealizador da AIREZ Galeria de Artistas Independentes onde acontece a Subli_me | The Wrong – New Digital Art Biennale.

SERVIÇO:
SUBLI_ME/THE WRONG – NEW DIGITAL ART BIENNALE

Expo Online
01/11/2017 à 31/01/2018
www.subli-me.org

Expo Offline
16/12/2017 à 31/01/2018
Galeria AIREZ
Rua Treze de Maio, 778 ap. 15, Curitiba-PR

Mais Informações, aqui

COMÉDIA MUSICAL É APRESENTADA NO SESI PORTÃO COM ENTRADA FRANCA

A premiada Companhia de BifeSeco coloca em cena a sua Terrível Incrível Aventura nos dias 4 e 5 de novembro

A Companhia de BifeSeco é um coletivo de artistas de diferentes regiões do país que, entre outras pesquisas, explora uma linguagem de comédia contemporânea onde a música e a plasticidade da cena sejam elementos primordiais na construção narrativa. Em 2016, esse trabalho resultou no espetáculo “Terrível incrível aventura – Um musical fabulesco marítimo”. A montagem fez temporada no Festival de Curitiba com excelente receptividade do público e da crítica especializada a nível nacional. No próximo final de semana, a peça faz curta temporada no Teatro Sesi Portão com entrada franca.

O musical “Terrível Incrível Aventura” conta a saga de um velho cozinheiro de navio chamado Capitão Sham e de sua disputa contra Anton, um estrangeiro vindo do norte e guiado pelo amor e pela afeição da esfomeada e libidinosa Crimeia. Em suas aventuras por mares turbulentos, Sham se depara com figuras como Jean-Jacqueline, uma mulher trans e também pretendente de Crimeia. O protagonista ainda interage com outros personagens inusitados, como: Almerindo, o nordestino retirante; o tenebroso Crocodilo; Mefisto, que personifica a figura do diabo, e até com a própria morte.

A montagem deixa transparecer em suas caracterizações de personagens, cenário, na dramaturgia e composições autorais e no estilo de atuação a inspiração da companhia no trabalho do diretor norte-americao Bob Wilson e do autor e diretor brasileiro Gerald Thomas. Trata-se de uma sátira política musical sobre o Brasil e o mundo atual, a disputa de poder e a beleza da esperança.

Teatro SESI Portão apresenta
Espetáculo “Terrível incrível aventura – Um musical fabulesco marítimo”
Data: 4 e 5/11
Horário: 19h
Valor: Gratuito
Classificação: 12 anos
Local: Teatro SESI Portão
Endereço: Rua Padre Leonardo Nunes, 180 – Portão, Curitiba
Contato: (41) 3271-8469
Observação: Sujeito a lotação

Mais informações:
www.sesipr.org.br/cultura/EventAgenda27805content358724.shtml
www.sesipr.com.br/cultura/
www.facebook.com/sesiculturapr/

SESI CULTURA
Foi em 2008 que a Regional Paraná do Serviço Social da Indústria inaugurou uma área especificamente dedicada ao desenvolvimento de ações culturais ancoradas nas diretrizes previstas na Declaração Universal dos Direitos do Homem, como a diversidade, a pluralidade e a autonomia. Desde então, o Sesi Cultura Paraná tem promovido o acesso à cultura com foco em programas de formação artística e cultural, investindo em processos criativos, formação de plateia para todas as linguagens e na formação e desenvolvimento cultural com vocação local. O Circuito Cultural Sesi, o Festival Sesi Música, os Núcleos Criativos do Sesi, o Zoom Cultural, os Programas Sesi Música, Sesi Arte, Sesi Audiovisual e Sesi Artes Cênicas são exemplos de programas desenvolvidos pela Gestão Cultural do Sesi. De 2008 até 2016, mais de 927 mil espectadores tiveram acesso à cultura por meio de cerca de 7,5 mil eventos realizados pelo Sesi Paraná. Todas essas ações sempre tiveram como objetivo o acesso ao bem cultural para o trabalhador da indústria, seus dependentes e para a comunidade de um forma geral, além da difusão da arte em todas as suas manifestações, valorizando a diversidade e a pluralidade do povo brasileiro.

MÚSICA NA CIDADE LEVA A SONORIDADE MUSICAL PARA OITO CIDADES COM 14 SHOWS

A sonoridade produzida no sul vai ecoar em mais uma edição do Música na Cidade. A partir de novembro, em diversos municípios do Paraná, a terceira edição do evento vai levar para oito cidades as distintas gerações da música instrumental.

A partir do dia 05 até o dia 23 as cidades de Curitiba, São José dos Pinhais, Ponta Grossa, Guarapuava, Campo Mourão, Apucarana, Maringá e Londrina recebem mais de 10 artistas em 14 shows ao longo do mês, em diversos espaços públicos. Todas as apresentações são gratuitas.

O Música na Cidade tem o intuito de ocupar os ambientes ao céu aberto destas localidades e proporcionar para o cidadão o acesso à cultura a partir da música. Há três anos, desde a estreia, mais de 70 mil pessoas foram impactadas pelo projeto, além de incitar a acessibilidade da música paranaense em locais onde as vezes o acesso é inviável.

O Música na Cidade, em sua última edição realizada em agosto, levou para as escolas municipais, diversos artistas e atraiu a curiosidade das crianças que foram contempladas pelo projeto que preza em atender a obrigatoriedade do ensino de música nas escolas de educação básica. E ao durante o mês, mais de 15 mil pessoas puderam desfrutar da arte em praças, terminais rodoviários e urbanos, escolas e em pontos turísticos.

O livre acesso à cultura e interação pelas redes sociais do Música na Cidade, possibilita ainda a aproximação entre artistas e público ao incentivar a democratização dos espaços urbanos e digitais, tendo o caráter artístico como um elo de união popular.

FLIM DEBATE CULTURAL E EDUCAÇÃO NO MEDIANEIRA

Evento reúne nomes como João Anzanello Carrascoza, Estrela Leminski e Jarid Arraes.

Começa no dia 6 de novembro a Festa das Linguagens do Medianeira (FLIM), que receberá apresentações de dança, música e teatro, mostras de cinema e fotografia, além de palestras e bate-papos com nomes como os escritores João Anzanello Carrascoza e Jarid Arraes, a cantora e compositora Estrela Leminski, e o editor Thiago Tizzot. O evento celebra também os 60 anos do Colégio e sua relação com a cultura e as artes.

A festa promove o diálogo entre as múltiplas linguagens e expressões artísticas, celebrando a cultura, o respeito e a cidadania. Para Martinha Vieira, coordenadora do Centro de Artes do Medianeira, a variedade de manifestações permite novas experiências de percepção no público. “No ritmo em que vivemos é muito fácil perdermos nossa essência, nossas raízes. Acho que a arte é um vínculo que criamos com nós mesmos e o sentido da nossa existência”, afirma a educadora.

A FLIM é o resultado dos trabalhos realizados dentro e fora da sala de aula, é o momento em que estudantes e educadores partilham com a comunidade aquilo que aprenderam e descobriram por meio das trocas de experiências.

Vinícius Soares Pinto, coordenador de Midiaeducação do Medianeira, explica que a cultura, antes de tudo, é responsável pela humanização e consciência de quem somos. “A arte nos permite visualizar e encarar a realidade a partir de ângulos diversos. E diante de um mundo com discursos tão maniqueístas, a arte tem o poder de explicitar aos nossos olhos que não existe apenas um discurso ou uma verdade. Somos humanos, somos complexos e em constante transformação”, comenta.

Outras atividades

A FLIM é um espaço de debate e reflexão sobre as questões do nosso tempo, permitindo o intercâmbio de ideia e vivências. As discussões, sempre pautadas pela pluralidade, pela consciência e pela compassividade, tematizam as relações entre a cultura e a vida cotidiana por meio da leitura, da música e de outras linguagens artísticas.

Outro momento importante da FLIM é o lançamento da Coletânea de Textos, que neste ano será digital e trará, além da produção textual e de imagens, vídeos concebidos pelos estudantes. A iniciativa é, ao mesmo tempo, um incentivo à leitura e também à produção autoral nas mais diversas linguagens.

Em 2017, a FLIM terá a participação do coral OutLoud, formado por professores e estudantes da Talken English School, parceira do Medianeira no ensino de inglês. O Grêmio Ágora, juntamente com o Centro de Artes, promoverá o tradicional concurso de bandas e a Tenda das Artes, que irá oferecer oficinas instantâneas de Cinema, Dança, Teatro e Customização de Roupas.

Durante o evento, ocorrerá a venda antecipada de ingressos para o show Medianeira Nossa Música, que acontece no dia 23 de novembro, e reúne a Orquestra à Base de Cordas e os artistas contemplados em edital.

Sobre a FLIM

A FLIM nasceu em 2011 como desdobramento do projeto Sujeitos Leitores. Com o tempo foi incorporando novas linguagens e se tornou um dos eventos artísticos mais importantes de Curitiba. Pela FLIM já passaram nomes como Eliane Brum, Daniel Galera, Luiz Rufatto, Ignácio Loyola Brandão, Cristovão Tezza, Thiago Recchia, Ricardo Corona e Luiz Andrioli.

Serviço:
Festa das Linguagens do Medianeira (FLIM)
Quando: de 6 a 11 de novembro
Onde: Colégio Medianeira |Av. José Richa (Marginal da Linha Verde), 10.546 | Prado Velho | Curitiba/PR)
Entrada: Gratuita
Consulte a programação completa aqui.