TAMPINHA DO BEM

Você pode ajudar os cachorros e gatos de Curitiba doando tampinhas de plástico. O projeto se chama Tampinha do Bem. A ideia é simples: eles vendem as tampinhas e usam o dinheiro em prol dos animais.

A iniciativa é do Voluntários da Corrente do Bem: um Grupo de voluntários que promove eventos (como bazar bimensal e almoços) para arrecadar fundos para auxiliar animais resgatados com medicação, ração e castração ou pessoas em grande necessidade. Trabalho voluntário desenvolvido com muito amor!

Confira a lista completa (mais de 150 postos de coleta) no Google Maps, AQUI

Segue alguns, 50 postos, em Curitiba e rmc:

CURITIBA:
– Água Verde – Anastácia Café – Av. Rep. Argentina, 2179
– Água Verde – Ass. dos Func. do Clube Curitibano – R. Saint Hilaire, 537
– Água Verde – Versadas – Av. Silva Jardim, 3543
– Água Verde – Doce Lendário – R. Brigadeiro Franco, 3550
– Água Verde – Elluarts – Av. República Argentina, 1716, lj. B
– Alto Boqueirão – Centro de Educação Ambiental – ZOOLÓGICO Municipal de Curitiba – R. João Miqueletto, s/n
– Ahú – Loja Dormiglione – Av. Anita Garibaldi, 787
– Alto da XV – Loja Dormiglione – PolloShop Alto da XV, lj 157
– Alto da XV – Pet Pollo – R. Fernandes de Barros, 587
– Bacacheri – Aviário Rhassi – Av. Erasto GAertner, 2415
– Bacacheri – Box Nicarágua Escapamentos – R. Álvaro Botelho, 78
– Bacacheri – Casa de Carnes Frigoeste – Av. Erasto Gaertner, 2742
– Bacacheri – Animal Clinic Hospital Veterinário – Av. Erasto Gaertner, 2275
– Bacacheri – Lanchonete Parque do Bacacheri – Parque Bacacheri
– Bacacheri – LimpMundial – Av. Francisco M. Albizu, 283
– Bacacheri – Nova Garagem – R. México, 808
– Bacacheri – Nutri Corpus Prod. Naturais – Av. Erasto Gaertner, 2151
– Bacacheri – Panificadora e Confeitaria Aladim – Av. Erasto Gaertner, 2335
– Bacacheri – Parlatto Gelateria – R. Cícero Jaime Bley, 115
– Bacacheri – Pelucho Pet Shop – R. Mal. Trompowski, 142
– Batel – Chokolat – Avenida do Batel, 1190
– Batel – Clean CarWash – Shopping Crystal
– Batel – Las Tablas – Parrilla Porteña – R. Gutemberg, 23
– Batel – LGard CarWash – Shopping Curitiba
– Bigorrilho – Buda Lanches – R. Padre Anchieta, 1353
– Boa Vista – Clinivet Hospital Veterinário– R. Holanda, 894
– Boqueirão – Academia MüvFit – R. Professora Maria de Assumpção, 3349
– Boqueirão – Aviário Lua Nova – R. Des. Antonio de Paula, 3024
– Boqueirão – Bliza Lanches – R. Paulo Setúbal, 3180
– Boqueirão – Salão Dondoquinhas – R. Paulo Setúbal, 3280
– Cabral – Annapurna Inn – Av. Anita Garibaldi, 961
– Capão da Imbuia – Clínica UNISA – Av. Pres. Afonso Camargo, 3925
– Capão da Imbuia – Polly Diniz Estética – R. Antônio Olívio Rodrigues, 301
– Capão Raso – Affetto Casa Pet – R. José Zaleski, 262
– Capão Raso – Confeitaria Gema – R. José Zaleski, 240
– Centro – Aeroluma Escola de Aviação Civil – R. Dr. Faivre, 1064
– Centro – Café da Boca – Shopping Metropolitan
– Centro – Cafeteria da Fran – R. Cândido Lopes, 146, 4 andar
– Centro – Cappuccinaria Romanu’s – R. Barão do Serro Azul, 411
– Centro – DiJardim – R. Dr. Pedrosa, 45
– Centro – Estacionamento Reginato (Guadalupe) – R. João Negrão, 424
– Centro – Mediterrâneo Grill – R. Presidente Carlos Cavalcanti, 518
– Centro – Meu Ateliê – R. José Loureiro, 603, sala 1006
– Centro – Restaurante e Lanchonete Guenki – Shopping Metropolitan
– Centro – Saborea bistrô e café, Saborea Té y Café – R. Nunes Machado, 79, lj 02
– Centro – Sweet Bakery – Al. Doutor Carlos de Carvalho, 1775
– Centro – Verde-Vitta – Galeria Minerva, lj 14
– Centro – Viva la Vegan – R Presidente Carlos Cavalcanti, 492
– CIC – Casa Vet Clínica Veterinária – R. Amadeu Piotto, 501
– CIC – Super Troca Jr – Estrada Velha do Barigui, 119
– Cristo Rei – Pet Center Família Focinho – R. Padre Germano Mayer, 155
– Jd. das Américas – Loja Dormiglione – Shopping Jd. das Américas, lj 22B
– Jd. Social – CCAA – R. Fagundes Varela, 731
– Jd. Social – Confeitaria Rochelle – R. Fagundes Varela, 812
– Jd. Social – Restaurante Casa Varela – R. Fagundes Varela, 950
– Pinheirinho – Aviário Amor di Pet -Rua Cid Marcondes de Albuquerque, 2431
– Portão – Padó Padaria – R. Prof. Doracy Cezzarino, 119
– Portão – Restaurante Fundo de Quintal – R. João Bettega, 829
– Rebouças – Casa do Produtor – R. Engenheiros Rebouças, 1826
– Rebouças – Terrarium Café e Restaurante – Av. Iguaçu, 100
– Santa Falicidade – Indian Mix – Av. Manoel Ribas, 5150
– Santo Inácio – Panificadora Moinho Velho – R. Luiz Sperandio, 445
– São Braz – Pet Shop da Mônica – R. Domingos Dalla Bona, 53
– São Francisco – Estacionamento Vitória 2 – R. Paula Gomes, 306
– São Francisco – Restaurante Porcadeiro – R. Paula Gomes, 13
– Tingui – Via Apreciatta Pizzaria – R. Guilherme Ihlenfeldt, 561
– Vila Izabel – Bendita.Co – R. Professor Ulisses Vieira, 696

REGIÃO METROPOLITANA E LITORAL:

– Almirante Tamandaré – Poletto Com. de Bebidas – Av. Prof. Alberto Piekarz, 257
– Almirante Tamandaré – Versátil Academia – Av. Emílio Johnson, 200
– Araucária – Petit & Grand Saúde Animal – R. Maria de Lourdes Grabowski Kampa, 103
– Colombo – Versátil Academia – R. XV de Novembro, 218
– Pinhais – Empório da Saúde – Rod. João Lepoldo Jacomel, 12627, lj 05
– S. José dos Pinhais – Pesque Pague Recanto das Flores – R. São Josemaria Escrivá, 2071
– S. José dos Pinhais – Casarão Café Colonial – R. João Berger, 6129 (Caminho do Vinho)
– Guaratuba – Condomínio Brejatuba II – Av. Visconde do Rio Branco, 1745

Você também pode ser um ponto de coleta das tampinhas, se interessar,  entre em contato com Voluntários da Corrente do Bem!!!  Toda ajuda é bem vinda!!! MUITO OBRIGADO!!!

“ERA O VENTO”, NOVO LIVRO DE CONTOS DE CARLOS MACHADO EXPLORA COM DELICADEZA A COMPLEXIDADE DOS NOSSOS TEMPOS

Os doze relatos que formam o volume tratam de questões como a imigração, as políticas sul-americanas e a incomunicabilidade diante do discurso non-sense.

A literatura do escritor e músico curitibano Carlos Machado é testemunha da mudança dos tempos e das pessoas. Seus personagens flutuam pelos espaços das cidades, desenhando pelas muitas ruas e esquinas uma trajetória a esmo, enquanto estão conscientes de que são sujeitos ausentes ou perdidos. Era o vento (140 páginas, Editora Patuá), que será lançado no dia 25 de maio, às 14h30, no Café Tiramisù, reúne contos escritos durante o trânsito do autor entre o Brasil e a Suíça, refletindo os caminhos que unem e apartam os seres humanos.

Para além do olhar sobre Curitiba, que é a figura central em muitos dos seus trabalhos anteriores, Machado constrói histórias que sustentam sobre temas como a inquietude frente ao outro, a (i)migração, a mobilidade e a imobilidade, as ditaduras, as guerras e o desejo de controle. “São temas que parecem distantes, mas que na verdade estão muito presentes”, explica o escritor, “e, por mais que eu achasse que tinha mudado o fio fundamental da minha obra – o desejo da solidão e o medo de ser solitário –, ele volta e se torna central outra vez, porém, transformado na busca por alguma coisa que nem sempre se sabe o que é”.

As narrativas se desenrolam em suas multiplicidades e variações, puxadas pelo anseio do autor em de viajar com o leitor para cada canto descrito nos contos. O olhar de Carlos Machado não se prende ao óbvio, ressignifica o cotidiano ao ler o mundo e interpretá-lo de uma maneira singela e muito pessoal.

Sangue latino
Em Era o vento, Machado volta a explorar aquele que foi o ponto de fuga em Balada de uma retina sul-americana (2004): a relação do brasileiro com a sua própria latinidade. Com sutileza e densidade, o conto “Latinoamérica” traça um olhar certeiro sobre a impossibilidade e resistência da construção de uma identidade em um continente como a América do Sul.

“Em nome do pai, amém” é um relato sensível, e às raias do expressionismo, que se desenvolve por meio das vidas de duas pessoas separadas pela guerra. Nos lugares ocupados pelas cidades existe somente um deserto e o vazio deixado pelo silêncio. “É o contraponto da minha multidão”, comenta Carlos sobre uma das suas obsessões literárias: a invisibilidade urbana.

“A Mesma moeda” é comovente ao tratar da imigração através das tradições familiares, tema que percorre também “Janela” e “A Visita”. Já “Renúncia”, conto escolhido para compor a antologia Off Flip 2019, narra, ao som da fadista Amália Rodrigues, a separação de um casal durante uma viagem à terra de Cabral. “Malheureusement, mon cher” é como filme da nouvelle vague: ruas, casais que se encontram e desencontram nos labirintos e cruzamentos, que usam as palavras como facas ou papel picado jogado ao vento. São pessoas que vão e vêm, passando à vista do narrador sentado na janela de um café. É como se a garota de Ipanema passeasse em um doce balanço no Calçadão da Rua XV.

Conflito
Os doze textos de Era o vento são uma anatomia do conflito e da inércia que, não por acaso, dá nome ao conto que abre o livro. À medida em que as diferenças se assomam, os abismos se aprofundam e se tornam intransponíveis. Para compor esse cenário, Carlos Machado brinca com os idiomas. O português, o francês e o alemão se misturam para (de)mo(n)strar as barreiras e rupturas possíveis. “As linguagens carregam todas características culturais e sociais de um povo. Quando muda o idioma, você não está alterando só as palavras, mas todo o conceito. Se um personagem fala em alemão, ele rompe o que se esperava. E aí vem outra questão: o que significa ser alemão?”

O conto “Criar raízes” é, com inteligência, uma antítese de seu próprio título. Novamente, um casal que procura na cidade as razões para que as relações – entre si e com o mundo – continuem existindo tal qual o dilema do alpinista, proposto por de Reinhold Messner: a ironia entre a inutilidade e a necessidade de escalar uma montanha.

E a montanha pode ser a metáfora para tudo. Elias, protagonista do conto que dá título ao volume, vive ensimesmado entre a vida de solteiro, suas inúmeras possibilidades, e o fardo, cada diz mais pesado, de precisar ter uma esposa e filhos. O mesmo mal acomete o personagem de “Apenas uma perspectiva”, um homem que almoça sozinho aos domingos, vítima da pena de quem senta nas mesas próximas. Na contramão das expectativas, aquele sujeito, à primeira vista solitário, é o único que pode, sem concessão alguma, chegar, sentar onde bem entender e sair na hora que quiser.

Com Era o vento, Carlos Machado se consolida como um dos grandes narradores contemporâneos, capaz de examinar sem hipocrisia a fragilidade das relações humanas e extrapolar os limites geográficos da sua literatura.

Sobre o autor
Carlos Machado nasceu em Curitiba, em 1977. É escritor, músico e professor de literatura e línguas estrangeiras. Publicou os livros A Voz do outro (contos 2004, 7Letras), Nós da província: diálogo com o carbono (contos 2005, 7Letras), Balada de uma retina sul-americana (novela 2006, 7Letras), Poeira fria (novela 2012, Arte & Letra), Passeios (contos 2016, 7Letras) e Esquina da minha rua (novela 2018, 7Letras).

Tem contos e outros textos publicados em diversas revistas e jornais literários (Revista Oroboro, Revista Ficções, Revista Ideias, Revista Philos, Revista Arte e Letra, Jornal Rascunho, Jornal Cândido, Jornal RevelO etc.), participação nas antologias “48 Contos Paranaenses” (2014), organizada por Luiz Ruffato e “Curitiba Literária” (2019) com a curadoria de Rogério Pereira. Foi finalista do prêmio Off Flip de literatura (contos) 2019.

Na música, lançou os CDs Tendéu (2008), Samba portátil (2010), Longe (2012), o DVD ao vivo (Teatro Guairinha) Longe e outras canções (2012), o trabalho em espanhol Los Amores de paso (2013), Bárbara (2015) e DESencontro (2017), seu trabalho mais recente.

Para saber mais, acesse: www.carlosmachadooficial.com

Serviço:
Era o vento (140 páginas, Contos)
Carlos Machado
Editora Patuá
R$ 40

Lançamento | Era o vento
Quando: 25 de maio, sábado | 14h30
Local: Café Tiramisù – anexo ao Museu Guido Viaro
Endereço: Rua XV de Novembro, 1330 – Centro, Curitiba – PR
Telefone: 41-99994-4580

NESTE SÁBADO, 4 DE MAIO, 3Oº BAZAR DO BEM

Neste sábado, 4 de maio, acontece o 30º bazar do bem! Bazar beneficente Voluntários da Corrente do Bem​.

Voluntários da Corrente do Bem: um Grupo de voluntários que promove eventos (como bazar bimensal e almoços) para arrecadar fundos para auxiliar animais resgatados com medicação, ração e castração ou pessoas em grande necessidade. Trabalho voluntário desenvolvido com muito amor!

Serviço:
30º Bazar do bem
data: 4 de maio (sábado), das 10h às 16h
Local: Rua Alberto Potier, 100, Conjunto Cassiopéia, Boa Vista, Curitiba.

fonte

BINGO AMIGO ANIMAL – ESPECIAL PÁSCOA

Participe do bingo especial de páscoa da Amigo Animal! Próximo domingo, 14 de abril, no circulo militar, em Curitiba. Das 15h às 19h. Mais de 60 prêmios. Cartela: 10 reais. Estacionamento gratuito! Página do evento, aqui

E, se você tem alguma coisa para doar, o bazar Loja das Pulgas – que arrecada e vende os objetos usados doados para a Associação do Amigo Animal – aceita sua doação: roupas, sapatos, brinquedos, móveis, colchões, geladeiras, fogões, eletrodomésticos, eletroeletrônicos e muitos outros. A Loja das Pulgas coleta em sua casa/apartamento agendando com Junior 41-99918-7040 (ele retira em toda a cidade de Curitiba) ou você pode levar suas doações no local na Rua Padre Paulo Warcokz 29, atrás da Igreja da Orleans e da Universidade Positivo, Curitiba-PR, de segunda a sexta-feira das 8h às 18h e sábados das 9h às 13h.

A Amigo animal agradece muitíssimo! A associação (sem fins lucrativos) mantem uma chácara em Campo Magro-PR e lá abriga mais de 1000 cachorros resgatados. Os animais são cuidados e depois encaminhados para adoção responsável: vacinados, castrados e desverminados.

Adote um cachorrinho e traga mais amor e alegria pra sua vida! 🙂

Saiba mais:
Www.amigoanimal.org.br
Facebook: @AmigoAnimalCaes

LUEDJI LUNA VEM À CURITIBA PELA PRIMEIRA VEZ E FAZ DOIS SHOWS NO PAIOL

Ingressos esgotaram em 24 horas e artista baiana anuncia sessão extra. Shows abrem a temporada do projeto Brasis no Paiol no dia 25 de abril.

O projeto Brasis no Paiol começa sua temporada de 10 shows em 2019 com a estreia da cantora e compositora baiana Luedji Luna em Curitiba. A artista se apresenta acompanhada por sua banda no dia 25 de abril, quinta-feira, às 20h e 21h40. As entradas da primeira sessão esgotaram em menos de 24 horas. A venda do segundo show começa na segunda-feira, dia 8, às 10h.

Luedji Luna lançou seu primeiro disco, “Um Corpo no Mundo”, em 2017. O álbum reúne diferentes sonoridades como MPB, samba, ritmos africanos, batuque baiano e jazz, com letras que abordam temas sociais, principalmente no que se refere à identidade afrobrasileira.

Pensados coletivamente, os arranjos trazem a identidade cultural de cada um dos músicos, que resultou numa sonoridade de difícil definição. O disco teve produção de Sebastian Notini, músico sueco radicado na Bahia, que também assina a direção musical do espetáculo. Kato Change, guitarrista queniano que já tocou com nomes como Aloe Blacc, Salïf Keita e Sean Kuti, é o responsável pelos arranjos de guitarra. François Muleka, filho de imigrantes congoleses, é o violonista. Já o baixo elétrico e acústico fica por conta do cubano radicado em São Paulo Aniel Somellian. As percussões são de Rudson Daniel, de Salvador, e de Sebastian Notini.

O trabalho foi contemplado com o Prêmio Afro (2017) e Prêmio Bravo na categoria Revelação (2018). Com o disco, a artista circulou pelos principais festivais brasileiros como Coquetel Molotov (Recife/PE), Radioca (Salvador/BA), Breve (Belo Horizonte/MG), Timbre (Uberlândia/MG) e Coala (São Paulo/SP).

O show
O show é uma proposta para se pensar identidade, é o olhar da cantora sobre si mesma a partir do contato, ainda que disperso, com os imigrantes africanos em São Paulo. O projeto se fundamenta na ideia do não pertencimento, do corpo que ocupa o espaço, mas não se identifica, e da necessidade de conexão com a ancestralidade.

Shows da temporada 2019 do Brasis no Paiol:
23/05 – Aláfia (SP)
13/06 – Tulipa Ruiz (SP)
11/07 – Siba (PE), 11 de julho;
15/08 – Duo + Dois: Duofel, Robertinho Silva e Carlos Malta (SP/RJ)
12/09 – Dow Raiz (Curitiba)
24/10 – Plutão já foi Planeta (RN)
21/11 – Edgar (SP)
05/12 – Bernardo Bravo (Curitiba)
19/12 – Anelis Assumpção (SP)

Brasis no Paiol
Desde 2012, os produtores Bina Zanette (Santa Produção) e Heitor Humberto (Fineza Comunicação e Cultura) realizam uma sequência de shows no Teatro do Paiol, com artistas de diferentes regiões do Brasil, bem como nomes da cidade. O objetivo é sempre apresentar novidades, lançamentos, estreias e projetos especiais de artistas com trabalhos de relevância artística, que gerem interesse do público curitibano.

Em 2019, o projeto é realizado com o Projeto de Apoio e Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba. Conta com o patrocínio do Shopping Pátio Batel e o apoio do restaurante A Caiçara.

Serviço:
Luedji Luna – sessão extra
Dia 25 de abril, quinta-feira, 21h40
Teatro do Paiol: Praça Guido Viaro, s/n
Ingressos*: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada, conforme legislação)
Página do evento, aqui

*INGRESSOS:
Pontos de venda sem cobrança de taxa:
– Teatro do Paiol: Praça Guido Viaro, s/n
Horário bilheteria: Terça à sexta, 14h às 17h30 (consulte horários diferenciados em dias de eventos)
Telefone: (41) 3213-1340
– Capela Santa Maria: R. Conselheiro Laurindo, 273
Horário bilheteria: terça à sexta, 9h às 12h e 14h às 18h30 (consulte horários diferenciados em dias de eventos)
Telefone: (41) 3321-2840
Venda com cobrança de taxa: www.aloingressos.com.br

fonte: Cliteriosa Comunicação

NA-NU NA GIBITECA DE CURITIBA

Segunda edição do evento do NA-NU na Gibiteca de Curitiba

Programação completa:
14h : Início do evento
16h: Bate-papo com Allan Ledo: Sangrando até Morrer e a obra de Eder S. Rodrigues
17h: Bate-Papo com editores de HQ e poesia: Confirmados: Carlos Panhoca (Revista Pé-de-Cabra), Amanda Barros e Ariel Morais da Cunha (Ursereia), L-Dopa Publicações
18h: Show de LETRASH
19h: Show com Estrela Leminski e Téo Ruiz
20h: Encerramento do evento

Pintura ao vivo com Ganço

Feira de arte e quadrinhos:
(confirmados:)
Revista Pé-de-Cabra
Celina Pacheco
Flavia Scheremetta
Delírios Urbanos
Hasegawa Teixeira Fabiola
Ursereia
Mário de Alencar
João Ferreira
Marcio R. Garcia
Aracne Ambientes Criativos
Lucas Loiola
L-Dopa Publicações
Welington Lima
Amaury Filho
TerraTundra
– Zine Tentáculos Feministas
Ismália Siqueira

Exposições:
Ganço (Pintura)
Flavio Antunes Ramos (Pintura)
Sangrando Até Morrer (Quadrinhos)

Estande do NA-NU:
– Obras da Café Espacial, Ganço, Lucas Fernandes, Carlon Hardt, Cookies & Memories – bolachas artesanais, Editora Estronho além de prints, zines, brindes, livros, quadrinhos, LPs e CDs, novos e usados

Acompanhe para mais novidades:
www.nanu.blog.br/
www.facebook.com/NANUzine/

A Gibiteca fica no Solar do Barão, Rua Presidente Carlos Cavalcanti 533, centro da cidade.
Sábado, 23 de março, das 14:00 às 20:00.

SCHË LANÇA SEU PRIMEIRO SINGLE “AS CORES”


SCHË é uma cantora e compositora curitibana que lançou sua primeira música agora dia 21 de fevereiro, uma quinta-feira, em uma live em seu perfil do Facebook, e em seu perfil do Instagram: @sche_cantante.

Seu primeiro single intitulado “As Cores” foi concebido de rascunhos que tinha escrito há anos que se encaixaram em perfeita harmonia na melodia. O refrão ela escreveu no estúdio em alguns pares de minutos, surgiu, como dizem, do nada. A letra não narra uma sequência de acontecimentos, são fragmentos de experiências e constatações que juntas formam uma amálgama de sentimentos e sensações. A letra tem profundidade, poesia, fala de esperança, fala de amor de uma maneira não óbvia, o que dá a ela várias interpretações dependendo do interlocutor. Mas mesmo sendo poética e profunda ainda é pop pela sua sonoridade. Este single foi produzido pelo Amadeus de Marchi e Gustavo Schirmer e teve masterização do Nico do Nico’s Studio onde foi gravado.

Contando um pouco sobre sua história, desde muito cedo gostava de brincar afinando a voz com o piano, ficava horas ouvindo discos antigos de Jazz na casa dos pais, onde a relação com a música foi muito estreita. Quando adolescente as amizades trouxeram a mistura de gêneros como o Rock n’ Roll, Punk-Rock e Grunge. Foi quando aos 17 anos assumiu pela primeira vez o posto de vocalista, sua primeira banda chamava-se “Neo Canibalismo” e tocavam Rock Alternativo. Passou por outras bandas como “Ela e os Demais” que trouxe a influência da MPB, “The Sharons” onde cantava Rock n’ Roll autoral e “Scheila Foltran e os Jazzers” que foi seu último projeto onde reencontrou sua paixão de infância, o Jazz. Tudo isso somou muito para enriquecer sua experiência musical.

Agora, assumindo sua verdadeira identidade artística, SCHË traz uma nova sonoridade original e envolvente. Suas músicas possuem uma sonoridade moderna que mistura pop, jazz, rock experimental e alternativo, trip hop, e uma pegada eletrônica. Sua aparência e estilo são impactantes. Seus materiais sonoros e áudio visuais são muito bem produzidos. O objetivo de sua carreira é ter um lugar significativo no cenário fonográfico brasileiro. E este projeto tem como cerne a inquietação da artista, que de um ponto de vista singular vindo de sua personalidade artística, aborda temas como empoderamento, profundidade, olhar para si mesmo, auto aceitação, introspecção, sagrado feminino, amor, tudo com uma linguagem poética e um olhar único.

SCHË fez uma festa de pré-lançamento na sua casa um dia antes do lançamento oficial.

“A festa foi aqui em casa e foi maravilhoso poder estar com muito amigos e parceiros no aconchego do meu lar. Montamos um palco na sala e mudamos o conceito de entretenimento por aqui, hehehe. No show acústico fui acompanhada por Du Gomide no violão, onde tocamos minhas quatro músicas autorais incluindo a música As Cores, que foi lançada oficialmente nesta quinta em todas as plataformas digitais. Depois do show passamos o clipe no telão duas vezes e as pessoas vibraram muito, até porque muitas delas tinham participado das filmagens. Tive apoio do restaurante Bab Tuma de comida Síria, e tivemos também o apoio da cervejaria Brew Field de chop artesanal, e meu outro apoiador é o salão Tristano Peluqueria, que fez o meu cabelo. A atmosfera da festa foi de muita emoção e alegria. Tive feedbacks muito positivos, tanto do clipe quantos das outras músicas que serão lançadas nos próximos meses. Hoje sou só agradecimentos por tudo que aconteceu ontem, pela energia positiva que meus amigos e parceiros me transmitiram. E me sinto muito grata pelo apoio e pela confiança que todos eles depositam em mim.”

Sobre o Clipe
foi produzido lindamente pelo O Filme Produções, foi filmado no final de janeiro, na antiga galeria Soma que agora é Espaço de performance e etc onde fomos muito bem recebidos pelo dono do espaço Eduardo Amato. O clima das filmagens foi de total descontração, o elenco era formado por amigos convidados, e a produção também, salvo algumas pessoas que acabaram viraram amigos neste momento. O Clipe teve a participação da sua mãe, e até do gato da família, podemos ver o seu nome no elenco, Bruce Lee.

Ficha técnica do clipe Direção e Direção Fotografia Raphael Moraes Direção de Arte e Figurino Gui Almeida Assistente de Fotografia Richardyson Marafon, Nathalie Caparica e Anderson Dubaca Produção Giovanni Cosenza Montagem e Cor Raphael Moraes Roteiro Raphael Moraes, Gui Almeida, SCHË Maquiagem Jhonny Macartney Assistente de maquiagem Hiago Pinheiro Elenco em ordem alfabética. Anderson Dubaca Catarina Flor Bruce Lee Bruno Raetsch Cacau Larissa Carangi Linda Andrade Ferreira Loysi Liider Milla Elen Monah Linda Nitai Nunes SCHË Siu Foltran.

Crédito foto: Ana Seidel

SCHË nas redes sociais:
site: www.sche.com.br
e-mail: falecom@sche.com.br
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SACOLÃO DOS LIVROS, UM EVENTO PARA APROXIMAR OS LEITORES DA PRODUÇÃO INDEPENDENTE DE CURITIBA

Neste sábado, dia 9 de março, teremos a terceira edição da Sacolão dos Livros – A Trilogia – no pátio da reitoria da UFPR, Rua XV de Novembro, 1299, centro de Curitiba. Das 10h às 17h. O espaço é aberto. A entrada é gratuita! 

“Sabe aquele ditado que diz: Se você quer algo bem feito, faça você mesmo?

Foi pensando como autores independentes e como amantes de livros que quisemos dar um passo adiante na dura jornada de publicação e vendas literárias da nossa cidade (e do nosso país).

Surgiu assim a ideia de criar um evento.

Mas vamos mesmo fazer um evento?
Sinceramente, junto com essa pergunta surgiu ansiedade. Não tínhamos feito nada parecido antes, então como seria arrumar um lugar, público e convidar os autores e artistas? Mas numa época em que o ramo das artes e da educação são constantemente ameaçados, a necessidade de divulgar não apenas livros, mas ideias, foi maior e sabíamos que era possível organizar um evento voltado a esse tema, sim.

Evento, era uma palavra forte, já que acabávamos de sair da Megacon (mais especificamente do Literatiba 2018) quando surgiu a ideia de reunir autores independentes para promover e vender seus materiais. Chamar de feira, seria uma boa ideia, mas novamente nos deparamos com o tamanho das outras “feiras” que haviam na cidade e como era a PRIMEIRA vez que produzíamos algo do tipo, não queríamos que o nome atribuísse uma expectativa tão alta para algo que só começava.

Foi então que esprememos nossos cérebro e vasculhamos sinônimos até chegamos a um termo agradável. Surgia assim o Sacolão dos Livros. É, sabe? como a feira do verdurão que sempre rola nas cidades, por ai. Nossa ideia não era agregar, show, comida ou outras coisas que não fossem exclusivamente o comércio e contato entre os próprios produtores da cidade, com seus leitores.

Ao pesquisar, descobrimos que as pessoas teriam uma facilidade imensa de chegar a um querido lugar dessa cidade, a Reitoria da UFPR (O que não poderia ser mais conveniente até pelo nome, porque, sabia que lá sempre rola um verdurão toda quarta feira? rs). Uma localização central, aberta e de fácil acesso ao público. E no dia 08 de dezembro realizamos o 1º Sacolão dos livros, com uma participação MUITO legal de expositores e público.

Mas afinal o que é o Sacolão dos Livros e pra que serve?
O sacolão dos livros é um pequeno evento/feira iniciado em 2018 com intuito de oferecer aos autores e editoras independentes um espaço para venda de livros e outros materiais relacionados como itens de papelaria, zines, agendas e etc. Centralmente nossa preocupação era que pudéssemos criar um evento de baixo custo e que ocorresse mensalmente, de modo que a venda e a divulgação dos nossos colaboradores fosse constante.

A primeira edição que ocorreu no fim do ano passado foi a primeira empreitada e consideramos um teste. Os expositores presentes continham os mais variados materiais de fantasia, história e até literatura infantil. Muitos também estavam ali com intuito de renovar as prateleiras de casa e a coleção pessoal, revendendo livros, revistas e realizando trocas. Com o sucesso de vendas e um fluxo de público excelente, decidimos continuar com o sacolão ao longo do ano de 2019.

Queremos tanto continuar ajudando e participando que seguiremos com duas edições já no início do ano! Em 23 de fevereiro e 09 de março. Então se você é autor independente ou editora e deseja expor o seu trabalho pode entrar em contato pelo evento do facebook para participar! Se você é apenas um aficionado por literatura e não se importa de comprar livros usados, também temos chamada para sebistas. O evento é aberto ao público e estará montado durante os dias das 10 às 17 horas no Hall de entrada da Reitoria!

Confira a fanpage da Laboralivros no facebook e o link do evento, não deixe de vir!

fonte / texto: Laboralivros

TEXTO SOBRE A VÍDEO INSTALAÇÃO ORGANISMO IN CYBER, MUMA

Por Diogo Woiczack

E que assim seja quando o próximo passo for o abismo. E ao invés da floresta imensa que resiste e resistirá por breve tempo talvez (ou não), veremos a ordem e o progresso dilacerando animais, humanos, terra, tudo. Plantando casas em lugares outros, com suas famílias, carros e celulares, como todas as famílias desse mundo de deus.

No Organismo in Cyber de Arícia Machado, essa cena pode acontecer – caso se consiga parar para olhar o abismo. E acuado, olhar para os índios que despertam como que de um grande porre, cercados por monitores de tubo, antigos. Mas não são indígenas naturais, são pessoas como eu e você pintados de neon. Há essa transposição entre realidades, inclusive temporais. Esse anacronismo e desencaixe entre as peças colaboram para o cenário distópico, retratado principalmente nos corpos.

São quatros filmes em looping projetados em três paredes – o que também sugere um teatro invertido, ou jaula. Cada uma das imagens obedecem, fora uma ou outra dissonância, uma única cena própria, num único plano fixo, como nos primórdios do cinema. As imagens são coloridas e possuem uma luz bem trabalhada, que acentua o brilho do fogo e do neon na noite escura.

No eixo formado pelas paredes laterais, notamos a dicotomia entre o despertar e o desfalecer. O despertar da tribo e o agonizante fim do pajé. Na projeção frontal duas cenas: 1. Um rito onde homens-índios encarnam uma dança em transe, caminhando para o primeiro plano, para o close da câmara, retirando fios de nylon de suas bocas, como tantas tartarugas no facebook. 2. Mulheres-índias e homens-índios estão corpo-a-corpo, deitados uns sobre os outros, como uma orgia filmada no bumerangue do insta, um movimento de vai e vem sem ir nem vir – por isso sem sensualidade, talvez.

Em alguns momentos esses cyber-índios nos encaram de frente, como se pudessem nos ver. Apesar do looping há uma sequência proposta, um ciclo pontuado pelo despertar e pela morte. No meio, o sagrado e o sexo, atravessado pela profusão de imagens que nos cercam, que desafiam a atenção e o entendimento. Uma entropia tão humana quanto a vivência de um mundo capturado em diferentes telas e pixels.

Essas imagem eu vi no abismo de Arícia Machado. Imagens muito bem produzidas pela sociedade mais tecnológica de todos os tempos, mas que retratam um mundo sem esperanças, conectado por redes de todos os tipos, que nos prendem em todas as partes num lento afogar. É como se estivéssemos cercados por toda nossa sucata e dejetos, condenados ao destino daqueles que exterminamos para construir o Brasil do futuro.


Serviço:
Vídeo Instalação ”Organismo In Cyber” no CACC
Data: de 27 de fev até 12 de março, das 10h às 19h
Local: Museu Municipal de Arte (MuMA) – Portão Cultural, Av. Rep. Argentina, 3.432 – Portão, Curitiba
Entrada gratuita!
Confira a página do evento, aqui