MOSTRA ESPETACULAR CELEBRA 10 ANOS E TRANSFORMA CURITIBA EM TERRITÓRIO DE IMAGINAÇÃO PARA AS INFÂNCIAS

Na foto de Gerson Rubim, o espetáculo Fiu Fiu.

De 25 de abril a 3 de maio, programação gratuita ocupa a capital do Paraná com atrações nacionais e internacionais

Há dez anos, um gesto insiste em acontecer: criar espaço para que crianças encontrem a arte e, nela, descubram novas formas de ver, sentir e existir no mundo. A Espetacular – Mostra Internacional de Artes para Crianças chega à sua 10ª edição com esse movimento, ocupando Curitiba com uma programação gratuita que atravessa linguagens, territórios e gerações. Teatro, dança, música, circo, artes visuais e experiências sensoriais se distribuem por diferentes espaços da cidade, convidando o público a participar ativamente das propostas.

Logo na abertura, a mostra já anuncia seu tom. No dia 25 de abril, às 16h, o Teatro Bom Jesus recebe Fiu Fiu – Um encontro entre pássaros, do Grupo Tibanaré, de Cuiabá (MT). Em cena, dois passarinhos descobrem o encontro como possibilidade, em uma delicada combinação de teatro, dança e palhaçaria que aborda afeto, descoberta e presença.

Uma década de encontros
Idealizada por Michele Menezes e produzida pela Pró Cult, a Mostra Espetacular chega ao décimo ano sem perder aquilo que a move desde o início: a infância como linguagem, presença e potência criativa. A curadoria é assinada por Michele em parceria com Bebê de Soares, em um processo contínuo de construção de uma programação diversa e sensível, voltada ao desenvolvimento integral das crianças por meio da arte.

Mais do que apresentar espetáculos, a mostra constrói um ambiente. Ao longo dos anos, ocupou teatros, escolas, ruas e espaços alternativos, aproximando artistas e crianças em experiências que ultrapassam o palco. Para Bebê de Soares, o contato com as artes na infância fortalece dimensões essenciais do desenvolvimento, como criatividade, comunicação, pensamento crítico, consciência cultural e vínculos com a comunidade. “Chegar à décima edição é perceber que o mais importante não é o que já fizemos, mas o que ainda pode acontecer a partir desses encontros”, afirma.

Arte que atravessa a cidade
Durante a programação, Curitiba se transforma em um território de experiências. Espetáculos, oficinas, intervenções urbanas e ações formativas convidam o público a se envolver não apenas como espectador, mas como parte ativa da cena.

Entre os destaques está a exposição Pinturas Imaginadas, de Cintia Alves (Barueri/SP), que realiza no dia 25 o bate-papo pré-exposição, às 12h, na Alfaiataria. A abertura acontece no dia 28 de abril, com visitação até 3 de maio, no Vão Livre do MON. No dia 26, a Alfaiataria recebe a performance sensorial Ceci e a Caixa de Aromas, de Lu Comin (Salvador/BA), das 10h às 13h, enquanto o Miniauditório do Teatro Guaíra apresenta Brio Breu, da Sol-te Companhia (Curitiba/PR), com sessões às 11h e 16h.

No dia 1º de maio, o Memorial de Curitiba recebe A Menina dos Olhos D’Água, do Coletivo Gompa (Porto Alegre/RS), às 16h. Já no dia 2, o Centro Histórico se torna espaço de criação com o Walking Tour do coletivo Nós em Traço, às 10h, e o público também pode assistir ao espetáculo internacional Con un kilo de harina, da companhia de Fernán Cardama (La Plata, Argentina), às 16h, no Ave Lola.

A programação inclui ainda experiências voltadas à primeira infância, como Baby Bouge!, com a artista DoraW, no Studio D1, às 10h, no dia 1º de maio. No dia 3 de maio, o Memorial de Curitiba recebe a intervenção-instalação Casa de Madeira, da Laço Arte e Acessibilidade (Jaraguá do Sul/SC), e o encerramento acontece às 16h, no Teatro Solos, com Baquetinhá, do Grupo Baquetá, reunindo música, brincadeira e ancestralidade.

Um festival que também é ponte
Além das apresentações, a Mostra realiza o 2º Encontro de Programadores de Festivais de Artes Cênicas para Crianças, entre os dias 25 e 27 de abril. A iniciativa reúne profissionais do Brasil e do exterior em uma programação de mesas e atividades formativas, fortalecendo redes, ampliando possibilidades de circulação e posicionando Curitiba como um importante ponto de articulação para as artes voltadas às infâncias.

Organizado em três eixos, curadoria e programação, difusão e internacionalização, e sustentabilidade e modos de produção, o encontro promove trocas entre artistas, produtores e programadores. As atividades são gratuitas, com ingressos disponíveis via Sympla.

A abertura acontece no dia 25, às 18h, na Agrupa Cultura, com a mesa Por dentro da curadoria, que propõe um compartilhamento sobre processos curatoriais, critérios de escolha de obras e modos de construção de programações para festivais.

No dia 26, a programação segue na Alfaiataria, com a mesa Dramaturgia para crianças: questões de hoje, às 10h30, reunindo artistas para discutir caminhos contemporâneos da escrita cênica para as infâncias, e, às 18h, com Circuitos internacionais: estratégias de circulação e parceria, voltada à troca de experiências sobre mobilidade, redes de cooperação e intercâmbios.

O encontro se encerra no dia 27, às 10h, no Centro Cultural Sistema Fiep, com a mesa Construindo pontes, dedicada à sustentabilidade, modos de produção e continuidade de festivais voltados às infâncias.

Para Michele Menezes, celebrar é seguir em movimento. A 10ª edição não se coloca como ponto de chegada, mas como continuidade. “Temos hoje um festival que cresce junto com seu público e que, a cada ano, reafirma algo simples e essencial: o direito de toda criança à arte”, diz.

SERVIÇO:
10ª Espetacular – Mostra Internacional de Artes para Crianças
Dias: 25 de abril a 3 de maio de 2026
Ingressos espetáculos e encontro com programadores: todas as atrações são gratuitas (retirada via Sympla ou diretamente nos locais, conforme programação)
Inscrições oficinas: via formulário no link da bio @mostraespetacular
Informações sobre locais e programação completa: @mostraespetacular e www.mostraespetacular.com.br

PROGRAMAÇÃO:
Uma semana de encontros, encantamento e arte em movimento. A programação começa na sexta-feira (25/4) e segue até 3 de maio, ocupando diversos espaços da cidade. Entre os dias 25 e 27 de abril, acontece também o 2º Encontro de Programadores de Festivais de Artes Cênicas para Crianças, com atividades gratuitas e ingressos disponíveis via Sympla.

Sexta (25/4): Pinturas Imaginadas: Bate-papo pré-exposição (12h Alfaiataria), Fiu Fiu – Um encontro entre pássaros (16h, Teatro Bom Jesus); encontro com Cintia Alves (atividade em definição), às 12h, na Alfaiataria; mesa Por dentro da curadoria (18h, Agrupa Cultura).

Sábado (26/4):
Ceci e a Caixa de Aromas (10h, Alfaiataria); Brio Breu (11h e 16h, Teatro Mini Guaíra); mesa Dramaturgia para crianças: questões de hoje (10h30, Alfaiataria); mesa Circuitos internacionais: estratégias de circulação e parceria (18h, Alfaiataria).

Segunda (27/4): Mesa Construindo pontes (10h, Centro Cultural Sistema Fiep).

Terça (28/4): Exposição Pinturas Imaginadas, de Cintia Alves, no Vão Livre do MON (em cartaz até 3 de maio).

Quinta (1/5): Baby Bouge! (10h, Studio D1); A Menina dos Olhos D’Água (16h, Teatro Londrina no Memorial de Curitiba).

Sexta (2/5): Walking Tour pelo Centro Histórico com o coletivo Nós em Traço (10h); Con un kilo de harina (16h, Ave Lola).

Sábado (3/5): Casa de Madeira (10h, Memorial de Curitiba); encerramento com Baquetinhá (16h, Teatro Solos).

FICHA TÉCNICA:
Direção artística e curadoria: Michele Menezes | Curadoria: Bebê de Soares | Direção de produção: Iara Elliz | Produção executiva: Ana Costa | Produção técnica: Carol Vaccari | Financeiro: Nelcy Mendonça | Assistente de produção: Katarina Duarte | Design gráfico: Jeff Celophane | Estrategista digital e video creator: Gabriela Berbert | Registro fotográfico: Vitor Dias | Assessoria de imprensa: Bruna Bazzo

Assessoria de Imprensa:
BB Comunica – @bb_comunicabb

ENTRE PÁGINAS E CAMINHOS: PROJETOS UNEM LITERATURA, TEATRO E AGROECOLOGIA EM AÇÕES PARA AS INFÂNCIAS

A Terra do Povo da Graça, circulação de 2017. Na foto de Robson de Paula, da esquerda para a direita: Laís Rossatto (Palhaça Catarina), Yara Rossatto (Palhaça Solara) e Gabriel Teixeira Oliveira (Palhaço 100noção).

Lançamento do livro digital Mãe Terra acontece em Curitiba no dia 26 de abril, enquanto circulação teatral Tripé Mar Adentro percorre o litoral paranaense entre 27 de abril e 8 de maio.

Um livro que nasce em família e uma estrada que se abre para o encontro com crianças do litoral paranaense. Dois gestos que se conectam pelo mesmo fio: o cuidado com a terra, com a imaginação e com os modos de viver juntos.

No dia 26 de abril, a Semente Produções Culturais realiza, em Curitiba, o lançamento presencial do livro digital “Mãe Terra – Fábula, Canções e Cartilha Agroecológica para Infâncias”, em um encontro aberto ao público no espaço Doce de Cidra, no bairro Água Verde. A proposta é simples e afetiva: um café de domingo à tarde, com a exibição do audiolivro, reunindo narrativa, canções e imagens, seguida de um bate-papo com os autores. Durante o encontro, o público será convidado a assistir coletivamente à obra, em uma experiência sensível que integra escuta, leitura e visualidade. Após o lançamento, o livro será disponibilizado gratuitamente, com acesso via QR Code e link na bio do Instagram @semente.cultura, ampliando o alcance ao público interessado.

Voltado às infâncias, Mãe Terra é mais que uma fábula. A obra reúne narrativa, canções originais que foram compostas por Gabriel Teixeira Oliveira antes mesmo da história ser escrita, tornando-se seu fio condutor, e uma pequena cartilha elaborada pela mestra em educação no campo Laís Rossatto, abordando a agroecologia de forma sensível e acessível. Criado em um processo profundamente familiar, com ilustrações, músicas e concepção assinadas por diferentes integrantes da mesma família, o livro nasce do desejo de cultivar, desde cedo, outras formas de relação com o planeta. “É um trabalho feito com muito carinho, que reúne arte, afeto e reflexão. A gente acredita que essas sementes, quando plantadas na infância, podem florescer de muitas formas ao longo da vida”, comenta a idealizadora e uma das autoras, Yara Rossatto.

Arte que percorre territórios
Enquanto o livro encontra seu primeiro público em um encontro íntimo e presencial, outro projeto da produtora percorre caminhos mais amplos: o litoral do Paraná.

Entre os dias 27 de abril e 8 de maio, a circulação “Tripé Mar Adentro – A aventura continua” leva o espetáculo A Terra do Povo da Graça a 15 escolas públicas de comunidades rurais e do campo, nos municípios de Guaraqueçaba, Antonina, Morretes e Paranaguá. Viabilizado pelo edital Viva Cultura, da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná (SEEC-PR), por meio da Política Nacional Aldir Blanc, o projeto promove o acesso à arte para crianças da rede pública. A peça, conduzida por três palhaços, convida o público infantil a refletir sobre o mundo em transformação, abordando temas como sustentabilidade, consumo e relações humanas por meio do teatro e da ludicidade.

Além das apresentações, o projeto inclui oficinas de jogos teatrais e criação artística com materiais naturais, propondo uma experiência imersiva que conecta arte, território e vivência.

Uma trajetória em continuidade
Com trajetória marcada por andanças, a companhia soma 12 anos de percurso entrecortado. A circulação retoma um projeto apresentado pela última vez em 2017. Hoje, os artistas vivem em diferentes territórios, Laís, radicada na Bahia, e o casal Yara e Gabriel, em Curitiba, o que torna o reencontro ainda mais significativo.

Se no litoral a proposta é chegar até as crianças, nas escolas e comunidades, em Curitiba o convite se abre para famílias, educadores e interessados: um momento de pausa, escuta e partilha.

Entre páginas digitais e estradas de terra, os dois projetos revelam diferentes formas de presença, ambas guiadas pela mesma pergunta: que mundo estamos cultivando, e com quais histórias queremos crescer?

SERVIÇO:
Lançamento do livro Mãe Terra – Fábula, Canções e Cartilha Agroecológica para Infâncias
Data: 26 de abril (domingo)
Horário: 15h às 18h
Local: Doce de Cidra (Rua Cândido Xavier, 521 – Água Verde, Curitiba)
Entrada: gratuita e aberta ao público

Ficha técnica:
Criação: Yara Rossatto, Gabriel Teixeira Oliveira e  Laís Rossatto | Texto (fábula): Yara Rossatto | Cartilha e concepção pedagógica em agroecologia: Laís Rossatto | Ilustrações: Sol Rossato Oliveira | Projeto gráfico: Yara Rossatto | Revisão: Brisa Teixeira | Audiolivro – voz: Yara Rossatto | Produção musical, gravação e edição: Gabriel Teixeira Oliveira | Canções – composições e arranjos: Gabriel Teixeira Oliveira, Alexandre Rodrigues e Paulo Teixeira | Vozes: Gabriel Teixeira Oliveira, Sol Rossato Oliveira, Laís Rossatto, Yara Rossatto | Participações: Alexandre Rodrigues (voz e pífano), Paulo Teixeira (voz e piano) e Felipe Sartori “Boquinha” (bateria) | Produção: Semente Produções Culturais | Incentivo: Lei de Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba / Prefeitura de Curitiba | Realização: Lei Paulo Gustavo – Ministério da Cultura / Governo Federal

Assessoria de Imprensa:
BB Comunica – @bb_comunica

 

PHEZZTA JAM ESTREIA EM CURITIBA COM LANÇAMENTO DE RAFA GOMES & BANDA

 

Encontro mensal no Studio Azzul Sabiah propõe experiências intimistas e fortalece a música autoral da cidade

Curitiba ganha um novo ponto de encontro da música autoral com a estreia da PHEZZTA JAM, iniciativa do Studio Azzul Sabiah que promove encontros musicais exclusivos um domingo por mês. A primeira edição acontece no dia 19 de abril, às 19h, no bairro Pilarzinho, e recebe o lançamento do projeto de Rafa Gomes & Banda.

A proposta da PHEZZTA JAM é simples e potente: criar um ambiente de escuta, presença e troca real entre artistas e público. A cada edição, um nome de destaque da cena local é convidado para apresentar seu trabalho em formato intimista, valorizando a experiência ao vivo e a proximidade. A iniciativa fortalece a cultura local e reafirma o compromisso do Studio Azzul Sabiah com a produção independente, ampliando o acesso a experiências musicais cuidadosamente selecionadas.

Para DouDou Chai, diretor do Studio Azzul Sabiah, a PHEZZTA JAM sintetiza a proposta do espaço de promover encontros artísticos marcados pela proximidade, diversidade sonora e experiências que fogem do convencional.

“Com seleções ecléticas, a ideia é música boa e diversão. Queremos que as pessoas se permitam viver surpresas exclusivas e sentir a energia da música ao vivo de um jeito diferente”, afirma.

O projeto também dialoga com outras ações desenvolvidas pelo estúdio, que tem realizado intercâmbios, eventos culturais, ensaios abertos e vivências criativas entre artistas da cena local.

Sobre o espaço
Localizado no Pilarzinho, em Curitiba, o Studio Azzul Sabiah é um espaço multicultural idealizado para eventos intimistas e encontros artísticos. O ambiente integra estúdio musical de alto padrão, sala com piano (ideal para exposições e vernissages), copa com cozinha e jardim criativo com possibilidade de projeções externas.

Com estúdio-teatro de 51 m² e capacidade para até 40 pessoas, o espaço vem se consolidando como um polo de produção cultural independente na região e comporta apresentações musicais, aulas, workshops, conferências, ensaios, exposições e outras experiências artísticas.

Rafa Gomes & Banda
A estreia da PHEZZTA JAM recebe o lançamento do projeto Rafa Gomes & Banda, marcando uma nova fase na trajetória do músico curitibano. A proposta apresenta formação renovada e sonoridade potente, aprofundando a mistura entre reggae, MPB e música contemporânea.

Com trajetória consolidada na cena autoral paranaense, Rafa ganhou projeção como vocalista e compositor da banda Afrojah entre 1999 e 2009. Posteriormente, levou sua música para Londres, onde se apresentou em pubs ingleses e ampliou o diálogo da música brasileira com o público europeu. Além da atuação nos palcos, o artista também desenvolve projetos de formação cultural, tendo idealizado iniciativas que conectam música e educação ao longo de sua carreira.

No palco do Azzul Sabiah, Rafa Gomes se apresenta ao lado da nova banda integrada pelos músicos Titi Barros (guitarra), Bomdyan Lohan (baixo), Samir Souza (bateria), Damian Nelson (sax e flauta) e Eduardo Ansay (teclados). A apresentação será única.

SERVIÇO:
PHEZZTA JAM | Edição Reggae e MPB com Rafa Gomes & Banda
Data: Domingo, 19 de abril
Horário: 19h
Local: Studio Azzul Sabiah
Endereço: Rua Desembargador José Pacheco Jr, 228 – Pilarzinho – Curitiba/PR
Ingressos: R$ 50 e R$25 (Meia-entrada para músicos e estudantes)

Ficha Técnica:
Phezzta Jam | Edição Reggae e MPB – com Rafa Gomes e Banda

Convidados:
@carlitobirolli
@fabiosalgueiro
@xaba_rodo
@mairobarbosaoficial

Rafa Gomes & Banda:
@orafagomesoficial – voz e violão
@titi.barros.71 – guitarra
@bomdyan.lohan – baixo
@samir_souzaman – bateria
@damianinelson – sax e flauta
@eduardoansay – teclados

Informações e acesso ao grupo “Amigos do Azzul Sabiah”: https://chat.whatsapp.com/BBt6x74oRKa9gMx3lgIUn0?mode=gi_t

Instagram: @azzulsabiah

Fonte: Aoca Cultural

EXPERIÊNCIA LÍNGUA SOLTA VOL. 3 – JABOTICASA

Adiar o fim do mundo com encantaria e sonhos de carnaval

Língua é músculo da fala, do paladar.
Move o corpo. Lambe o mundo.
Língua é palavra. Idioma, flerte da linguagem.
Território de atravessamento.
Soltar a língua é aprender a ocupar espaços e se deslocar.

Em cada edição, a Experiência LÍNGUA SOLTA se desloca entre fronteiras linguísticas e artísticas, ocupando diferentes espaços e trazendo artistas convidados a partilharem e misturarem suas línguas e linguagens.

Depois de levar o álbum para dentro de um set de filmagem e para uma galeria de arte, propõe agora um deslocamento mais íntimo: atravessar o portão da casa da artista e ocupar o jardim dos fundos – um último rito de resistência antes que o espaço vire um restaurante.

No formato voz e violão, Bruna Pena convida PIETRO e Barbara Campelli, artistas expoentes da cena curitibana. O repertório reúne músicas do álbum LÍNGUA SOLTA, do álbum ONDE EU SOL de Barbara Campelli e da musicografia de PIETRO.

Inspirado nos saraus, o volume 3 celebra esses encontros históricos de partilha, resistência e liberdade criativa. Lugar onde a palavra circula, se mistura e arrisca.

A tarde se estende entre oficinas, comidas, bebidas e um mic aberto que celebra a expressão coletiva – um convite para que outras línguas também se soltem, atravessem medos e digam ao mundo antes que ele mude de forma.
— Oficina “Como escrever cartas e soltar a língua” com Celso Alves, como exercício de escrita e delicadezas para depois serem ditas e ouvidas no mic aberto.
— Oficina “Se enfeita – adereços recicláveis” com Mariana Ayala, ativando corpo e imaginação e transformando o espaço visual do encontro.
— Drinks por Marco Zero, assinados por Marco Zero.
— Comidas de piquenique, assinadas por Ana Spengler.
— Bazar de Roupas e Acessórios Badi e da Mari.

Programação:

OFICINA “Se enfeita – adereços recicláveis” com MARI AYALA
das 15h às 18h

OFICINA “Como escrever cartas de amor e soltar a língua” com CELSO ALVES
das 15h às 18h

SHOW BRUNA PENA + PIETRO + BARBARA CAMPELLI
18h30

MIC ABERTO
das 20h às 21h

BAZAR DA BADI E DA MARI
das 15h às 21h

PIQUENIQUE E DRINKS
das 15h até acabar

Valores:
Ingresso antecipado – R$25,00 (entrada no evento)
Ingresso na hora – R$35,00 (entrada no evento)
Oficina “Se Enfeita – adereços recicláveis” – R$65 (oficina e entrada no evento)
Oficina “Como escrever cartas de amor e soltar a lingua” – R$65 (oficina e entrada no evento)

Link Compra de Ingressos
https://pixta.me/u/experiencia-lingua-solta-vol-3

Endereço
Jaboticasa – Rua Henrique Itiberê da Cunha, 793. Bom Retiro – Curitiba/PR

Serviço
Experiência Língua Solta – Vol. 3
Dia 07/03 a partir das 15h
Show: 18h30
Ingressos: https://pixta.me/events/aa043600-dac4-4ee4-935d-986704705d20
Endereço: Jaboticasa – Rua Henrique Itibere da Cunha, 793
+ Infos: instagram.com/oibrunapena

Assessoria de Imprensa: BB Comunica – @bb_comunica

ALFAIATARIA LANÇA PROJETO ANUAL QUE CONSOLIDA ESPAÇO COMO POLO DE FORMAÇÃO E CRIAÇÃO EM CURITIBA

Na arte de Adriana Alegria, o Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos | 2026. Março a novembro, oficinas, residência artística, Roda de fogo e Mostra Les Latinas. Início com Oficina de Iluminação Cênica, 9 a 11 de março.

Projeto contemplado no edital de Ações Continuadas da Funarte inicia com oficina de iluminação cênica e reúne formação, encontros e intercâmbios artísticos ao longo de 2026.

A Alfaiataria – Espaço de Artes, em Curitiba, inicia em março de 2026 o Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos (AMP), contemplado no edital de Ações Continuadas da Funarte. A iniciativa estrutura uma programação anual dedicada à formação, criação, difusão e intercâmbio nas artes cênicas, conectando artistas a redes de circulação e diálogo que ultrapassam o contexto local. Com produção da Pró Cult, as atividades seguem até novembro e reúnem oficinas, residência artística, ciclo de encontros e uma mostra com participação latino-americana.

A primeira ação acontece entre 9 e 11 de março, com a Oficina de Iluminação Cênica, ministrada pela iluminadora Lucri Reggiani. A proposta que combina prática e teoria, abordando fundamentos técnicos e processos de criação em luz, enquanto problematiza a ocupação de um campo historicamente masculinizado, é voltada a mulheres cis, mulheres trans e pessoas de gêneros dissidentes. As inscrições podem ser localizadas no link da Bio em @alfaiataria_ 

Também em março tem início Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer, com curadoria de Francisco Mallmann. O ciclo bimestral, com edições em março, maio, julho e setembro, é aberto ao público e reúne artistas, estudantes e interessados em memória e criação. Cada encontro promove diálogo entre diferentes áreas das artes da cena, reflexão sobre como experiências se inscrevem no corpo e se transformam ao longo do tempo, e práticas de escuta e compartilhamento ao redor do fogo, símbolo ancestral de encontro e transmissão, afirmando a memória como criação coletiva.

Em julho, acontece o Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis, ministrado pelo produtor cultural Guilherme Jaccon. A formação é voltada ao desenvolvimento técnico em gestão e produção cultural, abordando leitura de editais, escrita de projetos, elaboração de orçamentos, cronogramas e prestação de contas, fortalecendo a autonomia profissional e ampliando possibilidades de inserção no circuito cultural.

Entre agosto e outubro, ocorre a 2ª edição do Programa de Formação Cênica Alfaiataria, residência destinada a artistas em formação ou iniciantes. Ao longo de três meses, participantes desenvolvem pesquisa cênica solo com orientação curatorial de Janaina Matter e Carmen Jorge, além de oficinas com Ana Kfouri, Janaina Leite e Mateus Aleluia Filho. O percurso culmina em uma Mostra de Processos aberta ao público.

Para encerrar o ciclo anual, em novembro, a Alfaiataria realiza a Mostra Les Latinas, dedicada a solos teatrais de artistas lésbicas da América Latina, selecionadas por convocatória aberta com curadoria de Janaina Matter e Sueli Araujo. Ao reunir criadoras de diferentes países, a mostra fortalece o intercâmbio artístico internacional e amplia o diálogo entre cena, identidade e território, além da produção de conteúdos em podcast com as artistas participantes.

Para a atriz e diretora artística Janaina Matter, o projeto consolida a Alfaiataria como território de pesquisa e criação. “Sustentar processos no tempo é também sustentar encontros. O Programa Continuado nasce do desejo de criar espaço para a pesquisa artística, para o convívio entre diferentes corpos e para uma cena viva, diversa e profundamente conectada ao seu tempo”, afirma.

A programação completa, assim como informações sobre inscrições e convocatórias, pode ser consultada no site e nas redes sociais da Alfaiataria. O acesso, às apresentações e ações abertas adotam o sistema “pague quanto vale”, garantindo gratuidade a quem não pode pagar. Os cursos contam com valores simbólicos de inscrição, com vagas gratuitas destinadas a pessoas de grupos historicamente marginalizados.

SERVIÇO:
Programa Contínuo Alfaiataria – Teatro: Ações para Mundos Poéticos
Local: Alfaiataria – Espaço de Artes (Rua Riachuelo, 247 – Centro – Curitiba/PR)
Período: março a novembro de 2026
Acesso: sistema “pague quanto vale” nas apresentações | cursos com valor simbólico
Informações: @alfaiataria_ / www.alfaiataria.art

Destaques da programação:

– Oficina de Iluminação Cênica, com Lucri Reggiani | de 9 a 11 de março | Inscrições: Sympla, (aqui) | 
Bolsas via formulário (aqui) | Vagas: 15

– Roda de fogo: práticas da memória – entre lembrar e esquecer | Março, maio, julho e setembro

– Laboratório de Produção Cultural para Pessoas Trans e Travestis | Julho

– Formação Cênica Alfaiataria | Agosto a outubro

– Mostra Les Latinas | Novembro

Sobre a Alfaiataria
A Alfaiataria – Espaço de Artes é um espaço cultural independente fundado em 2019, em Curitiba (PR), dedicado à pesquisa, formação, criação e difusão nas artes cênicas e visuais contemporâneas. Com programação continuada, promove ações voltadas à diversidade e ao intercâmbio com a comunidade artística local, nacional e internacional.

Assessoria de Imprensa: BB Comunica – @bb_comunica

LANÇAMENTO DO LIVRO O FEMININO EM TODAS AS COISAS CELEBRA O DIA DA MULHER COM POESIA E MÚSICA

Thelma Oliviera. Foto: Gus Benke.

Evento acontece dia 8 de março, no Museu Paranaense, com distribuição gratuita do livro, sessão de autógrafos e show da banda Choro das 7

Dia 8 de março, domingo, a partir das 10h, o Museu Paranaense recebe o lançamento do livro O Feminino em Todas as Coisas, de Thelma Alves de Oliveira, com poesias inéditas da autora curitibana e ilustrações de Ivana Cassuli. Durante o evento acontecerá distribuição gratuita de exemplares, sessão de autógrafos e show com a banda Choro das 7, formada por sete mulheres, que interpretam clássicos de chorinho.

A escolha da data dialoga com o Dia Internacional da Mulher e com o tema central do livro, que percorre o universo do feminino e das relações sociais e humanas. Com sensibilidade e força poética, Thelma conduz o leitor por textos em que o cotidiano se transforma em delicadeza e descoberta. Onde a infância, maternidade, amor e as dores do mundo se entrelaçam em versos que revelam diferentes facetas do feminino e convidam à reflexão sobre as experiências que nos conectam.

“Este livro tem o fio que borda experiências e percepções sobre ser mulher. A delícia do que a vida nos reserva e a dureza de viver numa estrutura patriarcal. Passeio pela memória e sentimento de criança, pois uma parte de mim se recusa a crescer; pelas descobertas do envelhecimento com vida vivida e amadurecida; pelo amor incomparável da maternidade; pelos ensinamentos da natureza, pelo o poder abusivo dos homens e suas inconsciências; enfim, por tudo aquilo que revela a beleza e a potência do feminino em mim e em nós, humanos”, afirma Thelma.

O projeto é viabilizado pela Lei Rouanet, tem o Hospital Pequeno Príncipe como instituição beneficiada e conta com o patrocínio das empresas: Pizzattoloog, Banco de Lage Landen, Macromaq, Avícola Pato Branco, Eletrofrio Refrigeração e NTT DATA.

Sobre a autora
Thelma Alves de Oliveira é assessora da diretoria do Hospital Pequeno Príncipe , o maior hospital pediátrico do Brasil. É autora dos livros infantis “Eu sei de mim”,  “Eu sei de mim. Ah, sei sim”, lançados em 2015. O Feminino em Todas as Coisas é seu livro de estreia para o público adulto. Se nomeia uma poeta do cotidiano e compartilha alguns poemas no perfil @poesiasdathelma

SERVIÇO:
Lançamento O Feminino em Todas as Coisas de Thelma Alves de Oliveira
Dia 8 de março (domingo), das 10h às 13h
No Museu Paranaense
Rua  Kellers, 289 – São Francisco, Curitiba
* A distribuição dos livros é gratuita, por ordem de chegada e irá acontecer durante o horário do evento conforme o estoque disponível.

ASSESSORIA DE IMPRENSA E MAIS INFORMAÇÕES:
Fernando de Proença – 41. 99996-5292 | fernandodproenca@gmail.com
Paula Melech – 41. 98438-4038 | paula.melech@gmail.com

QUANDO O BEIJO VIRA MANCHETE: GARALHUFA ESTREIA “BEIJO E ASFALTO OU O FATO É:” NO MINI GUAÍRA

Na foto de Lina Sumizono, as atrizes Stephanie Zouza e Mariana Venâncio e o ator Victor Lucas Olivier em preparo para a estreia da nova montagem no Mini Guaíra reinventando um clássico rodrigueano.

Garalhufa estreia montagem investigativa inspirada em Nelson Rodrigues no Miniauditório Glauco Flores de Sá com temporada gratuita em março.

Três atores decidem montar O Beijo no Asfalto. Durante o processo, percebem que talvez não estejam montando a peça, mas investigando-a. A partir dessa provocação nasce “BEIJO E ASFALTO ou O fato é:”, novo espetáculo da companhia Garalhufa, que estreia para o grande público no dia 12 de março, no Miniauditório Glauco Flores de Sá (Mini Guaíra), em Curitiba, com entrada gratuita e sessões acessíveis em Libras.

O projeto parte de um estudo aprofundado de O Beijo no Asfalto, clássico de Nelson Rodrigues. Mas não se trata de uma adaptação ou releitura tradicional. É um espetáculo-investigação. Durante o processo de pesquisa, o grupo mergulhou na dramaturgia rodrigueana e descobriu informações históricas pouco conhecidas sobre a escrita da obra e sobre o próprio autor. A partir desse material, decidiu transformar o palco em laboratório: uma mesa de apuração, sala de ensaio, redação de jornal, tribunal, delegacia e feed de notícias.

Na peça original, o beijo entre Arandir e um homem atropelado vira manchete e serve como cortina de fumaça para encobrir um crime policial. Mais de seis décadas depois, a pergunta permanece: quem constrói os fatos? Por que se contam algumas histórias e não outras? Um jornal mentiria?

Em vez de “atualizar” Nelson, o espetáculo da Garalhufa utiliza a obra como ponto de partida para investigar a permanência das estruturas que ele denunciava: espetacularização midiática, moralismo, violência institucional e fake news. “A obra não é uma adaptação. É um estudo cênico. Investigamos como um gesto íntimo pode ser convertido em escândalo público, e como as versões se consolidam como verdade”, afirma a atriz e idealizadora do projeto Mariana Venâncio.

Peça-ensaio, palestra performativa, investigação
Com orientação artística de Giordano Castro, integrante do grupo pernambucano Magiluth, o trabalho assume uma linguagem híbrida entre peça-ensaio, palestra performativa e investigação documental. A dramaturgia é assinada por Vinicius Medeiros, com direção colaborativa entre elenco e dramaturgo. Em cena estão Mariana Venâncio, Victor Lucas Olivier e Stephanie Zouza.

O projeto nasceu em 2023, durante uma residência de Criação Colaborativa realizada no CPT Sesc Consolação, em intercâmbio com os grupos Magiluth e Quatroloscinco. A partir dessa experiência, iniciou-se a pesquisa que agora chega ao público.

Todas as apresentações da primeira temporada são gratuitas, com ingressos distribuídos 30 minutos antes de cada sessão na bilheteria do teatro. As sessões com tradução em Libras acontecem nos dias 15 (19h) e 19 (20h). A segunda temporada, com data marcada para o meio do ano, no Teatro Cleon Jacques, também oferece ingressos gratuitos e as sessões com Libras acontecem nos dias 17, 18 e 24 de julho.

O projeto é realizado por meio do Mecenato – Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Curitiba, com incentivo do Centro Diagnóstico Água Verde, Florença Veículos e Serra Verde Express.

Sobre a Garalhufa
A Garalhufa é uma trupe teatral, escola de atuação e centro cultural sediado no Largo da Ordem, em Curitiba. Com seis anos de atuação, já produziu seis espetáculos (quatro autorais) e três curta-metragens, além de circular por cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, João Pessoa, Florianópolis e Campinas.

Serviço:

“BEIJO E ASFALTO ou O fato é:”
Temporada de estreia: Miniauditório Glauco Flores de Sá (Rua Amintas de Barros, s/n – Centro, Curitiba)
Data: 11 a 22 de março, de quarta a sábado às 20h e nos domingos às 16h e às 19h. *Dia 14 (sexta) não haverá apresentação. 
Sessões com Libras: dia 15 às 19h e dia 19 às 20h.

2ª Temporada: Teatro Cleon Jacques (Rua Prof. Nilo Brandão, 710 – São Lourenço) 
Data: 17 a 26 de julho, sextas e sábados às 20h, e domingos às 19h. 
Sessões com Libras: 17, 18 e 24 de julho.
*Ingressos: Gratuito – retirar 30 minutos antes de cada sessão na bilheteria do teatro.

Ficha Técnica:
Idealização e direção de produção: Mariana Venâncio | Orientação artística: Giordano Castro | Dramaturgia: Vinicius Medeiros | Direção colaborativa: elenco e dramaturgo | Elenco: Mariana Venâncio, Stephanie Zouza e Victor Lucas Oliver | Sonoplastia: Cadu Machado | Iluminação: Ever Silva | Preparação vocal: Elis Koppe | Preparação corporal: Ana Filimberti | Cenário: Júlia Herculano | Figurino: Beatriz Alves e Izabelle Viana | Assistência de produção: Mateus Sandré | Mediação: Enzo Torre

Assessoria de Imprensa:
BB Comunica – @bb_comunica

RAVI BRASILEIRO E LEO BIANCHINI ENTRAM NO SAMBA COM PARCERIA QUE TRANSFORMA A CRÔNICA DO ABSURDO EM DRAMA COM BATUCADA

Leo Bianchini e Ravi Brasileiro por Odara Vision Oruê Brasileiro

“Melhor Um Final Horroroso Que Um Horror Sem Fim” chega com single, clipe e minidoc que refletem a arte do encontro em não saber protelar a poética do instante

Ravi Brasileiro e Leo Bianchini não vieram para contar história. Mas como todo bom samba que se preze, “Melhor Um Final Horroroso Que Um Horror Sem Fim” é a típica crônica brasileira que vai do drama à ironia sem perder a ternura. Mas também, não passa pano para a sofreguidão. Com pitadas de sarcasmo e malícias suntuosas, a batucada é um espelho do cotidiano repleta de cadências e percepções com direito a clipe e minidoc sobre o processo de composição.

Ouça aqui ´Melhor Um Final Horroroso Que Um Horror Sem Fim“

Entre conversas à distância, foi assim que a letra de “Melhor Um Final Horroroso Que Um Horror Sem Fim” começou a ganhar forma nos encontros entre Ravi e Leo. Mas como reza um bom samba foi pessoalmente que a poesia teve a sua reviravolta.

“Desde as primeiras ligações com o Ravi, ele me convidou para o projeto, e eu aceitei de cara”, rememora Leo Bianchini que do samba, entende bem. Desde 2009, o músico e compositor integra a banda 5 a Seco, reconhecida pela rica diversidade sonora na música brasileira e vencedora do Latin Grammy 2025, na categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira/Música Afro Portuguesa Brasileira pelo álbum “Sentido”.

Ainda assim, para o artista, o processo de criação do “Melhor Um Final Horroroso Que Um Horror Sem Fim” é um espelho sobre o indivíduo. Porém, o drama com um pouco de samba é uma escolha que pode trazer outras amenidades.

“Eu acho que é uma questão de decisão. De você encarar. Por mais que a coisa seja doída. Você encara de uma vez e resolve, do que ficar estendendo as dificuldades. A gente tende a querer curtir esse drama, e acho que é natural da personalidade do ser humano”, reflete Leo Bianchini no minidoc disponível pelo YouTube, com direção de Oruê Brasileiro. Assista aqui

Ravi e Leo desfilam causos corriqueiros com malícia e se divertem com situações que refletem a arte do encontro em não saber protelar a poética do instante. E claro, deu samba.

“Esta canção cheia de causos já nasceu e sabíamos que fecharia o trabalho. Guardei na minha gaveta de ideias esta frase maravilhosa que ouvi num cafézão daqueles que junta a família toda. Leo matou a charada da canção rapidamente”, comemora Ravi Brasileiro.

Fazer samba não é contar piada como já diz o poeta. Do improviso à construção da letra, ´´Melhor Um Final Horroroso Que Um Horror Sem Fim“ é uma composição que fluiu, justamente por Ravi e Leo terem plena consciência sobre a arte do encontro em não saber protelar a poética do instante.

“O Leo fez a harmonia e a gente cantarolou um monte de histórias improvisando. Sem chegar num lugar certeiro para nossos causos. Mas tínhamos um forte refrão. Com a encomenda na mão, fomos juntos pensando em inúmeras situações que costumam ser proteladas. Dos vários causos, ficamos com a extração do siso, parar de fumar, entrar na água gelada e com o término de um relacionamento”, expõe.

“Melhor Um Final Horroroso Que Um Horror Sem Fim” integra o recém lançado “7por2”, projeto idealizado por Ravi Brasileiro e gravado no Parque Jaime Lerner, no Estúdio Geração Pedreira, na Rua da Música, em Curitiba.

Além de Leo Bianchini, Badi Assad, Dante Ozzetti, Carlos Careqa, Bruna Caram, Flaira Ferro e Caito Marcondes, são os artistas que integram o álbum disponível pelas plataformas de streaming. Ouça aqui.

Projeto realizado por meio da Lei Municipal Complementar 57/2005 do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura. Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba.

Fonte: Cabana Assessoria

FUSÃO CRIATIVA ::: ÚLTIMA EDIÇÃO DO ANO ::: DOMINGO, 2/NOVEMBRO

@sebinhofatoagenda + @antiquariocoisaveia expõem livros e discos na última edição do ano da Feira Fusão Criativa (@fusaocriativa.cwb) neste domingo, dia 2 de novembro, no Ginger Bar (@gingerbarcwb), em Curitiba, das 13h às 20h. Com entrada livre.

Vem viver um dia de arte, moda, música e troca no clima leve do Ginger Bar É a chance de celebrar a criatividade local, curtir bons sons, descobrir marcas autorais e se inspirar nas oficinas que rolam ao longo do dia.

Serviço:
02/11 (domingo)
Das 13h às 20h
Ginger Bar — Rua Saldanha Marinho, 1220, Curitiba
Entrada gratuita

Chega junto pra encerrar o ano com boas vibrações, muita cor e gente criativa!

Arte micalkairos

@nodeisis

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LÍNGUA SOLTA: BRUNA PENA LANÇA SHOW DIGITAL E CELEBRA COM FESTA SENSORIAL EM CURITIBA

Com um álbum que une música, audiovisual, dança e crítica social, a multiartista curitibana apresenta o espetáculo completo no YouTube e convida o público para uma experiência imersiva na Galeria Soma no dia 01 de novembro.


Na foto de Gus Benke, a artista Bruna Pena durante a gravação do show digital: Experiência Língua Solta, que será lançado ao público na celebração do álbum na festa no dia 1º de novembro na Galeria Soma.

A multiartista curitibana Bruna Pena dá mais um passo na divulgação de seu primeiro álbum solo, “Língua Solta”, com o lançamento oficial do show digital que apresenta ao público uma experiência audiovisual completa do disco. A gravação vai ser disponibilizada no YouTube a partir de 1º de novembro, mesma data em que Bruna realiza uma festa imersiva de lançamento, na Galeria Soma, em Curitiba.

Gravado no Low Key Studios, espaço que a artista considera quase uma extensão de sua casa, o show foi dirigido e idealizado pela própria Bruna, que convida o público a entrar em seu universo sensorial. Todo trabalho foi realizado em parceria com o diretor e produtor musical Henrique Gela. Música, dança, imagem, design e artes visuais se encontram em cena, refletindo sua trajetória marcada pela multiplicidade de linguagens.

As coreografias, criadas por Rapha Fernandes, dão forma a figuras simbólicas, os “monstros” e vozes internas que habitam a artista, revelando, ao longo do espetáculo, uma jornada de reconciliação com seus próprios fantasmas. A iluminação, assinada por Anri Aider e Lucas Amado, acompanha esse movimento, ampliando as emoções de cada faixa. “O Língua Solta nasceu da vontade de unir minhas principais linguagens: som e imagem. Mas também quis trazer um pouco de dança, design, elementos das artes plásticas… Foi natural levar o público pra dentro do estúdio, do meu contexto”, conta Bruna.

“Língua Solta”: um álbum como manifesto sensorial
O álbum “Língua Solta” vai além da música: é um manifesto emocional e sensorial. Com uma sonoridade marcada pelo pop alternativo, que flerta com trip hop, dub, reggae e eletrônica experimental, Bruna aborda temas como identidade, desejo, crítica social e coragem.

No show, essas camadas ganham forma visual, criando uma experiência potente e imersiva que atravessa corpo, som e imagem.

Festa imersiva na Soma Galeria
Para marcar o lançamento do show digital, Bruna realiza uma festa imersiva no dia 1º de novembro (sábado), a partir das 16h, na Soma Galeria, em Curitiba. O evento propõe uma verdadeira imersão no universo do álbum, com atrações que misturam música, arte, gastronomia e performance.

A programação começa com uma flash tattoo comandada por Gustavo Rocha, seguida por DJ set de Saintherick, show de Bruna Pena com participações especiais de Dharma Jhaz e Samuca, e exibição do teaser inédito da Experiência Língua Solta, com QR code para acesso direto ao show completo no YouTube.

Durante todo o evento, o público poderá saborear comidas inspiradas nas faixas do álbum, preparadas pelos chefs Rafael Baby e Andressa Tavares, numa proposta que expande os sentidos e aproxima ainda mais o público da narrativa do disco.

SERVIÇO – EXPERIÊNCIA LÍNGUA SOLTA vol. II
Local: Soma Galeria (Rua Mal. José B Bormann, 730 – Bigorrilho)
Data: 01/11 (sábado)
Horário: início 16 horas
Ingressos: https://pixta.me/u/experiencia-lingua-solta
Lote Promocional – R$15,00 | 1º Lote – R$25,00 | 2º Lote – R$30,00 | 3º Lote – R$35,00

Ficha técnica – Show digital “Língua Solta”
Direção Criativa e Voz: Bruna Pena | Assistência de Direção / Produção: Rodrigo Bontempo | Direção Musical / Técnica: Henrique Geladeira | Direção de Movimento: Rapha Fernandes | Criação e Operação de Luz: Anri Aider e Lucas Amado | VJ e Projeções: Chiara Rocha Back | Som / PA: Mizi (José Henrique Miziara de Ávila Nunes) | Câmeras e Cinematografia: Fernanda Simões, Vinícius de Lima, Maria Scroccario, Johann Stollmeier, Richardyson Marafon | Projeto em 3D: Lucas Crummenauer Tatarin | Figurino: Pati Cripriano | Maquiagem: Marina Costa e Giuliana Genari | Dançarinos: Clara Gomes, Íris Barbosa, Gabriel Caetano, Michelle Buffon, Kaue Marcelino | Estúdio: Low Key Studios | Edição e Color Grading: Bruna Pena e Johann Stollmeier | Planejamento de Comunicação: Cami Aguiar | Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo (BB Comunica)

Apoio: @abbadub | @rochedo.oficial | @lerocouto | @iluminaçãotamandua | @victorsabbag1 | @blip.art | @salted_films | @lowkeyestudios

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]