JO MISTINGUETT APRESENTA “TECHNO MUNDO – SESSÕES AO VIVO” EM CURITIBA

Na foto de Cibelle Gaidus, Jo Mistinguett e Strangepeo, a dupla se prepara para a experiência musical de Techno Mundo – sessões ao vivo que acontece de 2 a 11 de outubro na Casa Quatro Ventos.

Seis apresentações gratuitas unem música eletrônica brasileira, arte visual em 3D e inteligência artificial na Casa Quatro Ventos.

A casa Quatro Ventos em Curitiba recebe, entre os dias 2 e 11 de outubro, uma experiência sonora e visual inédita com a multiartista Jo Mistinguett. Após o lançamento digital do álbum TECHNO MUNDO, a artista traz agora ao palco o projeto “TECHNO MUNDO – sessões ao vivo”, com seis apresentações gratuitas. Durante as performances o público vai mergulhar na Música Eletrônica Brasileira (MEB) com uma abordagem tecnológica e sensorial.

A proposta é transformar o álbum lançado em maio de 2024, em uma imersão multimídia que une MEB, visualizações em 3D e Inteligência Artificial. Em cada sessão, o público vai vivenciar performances únicas que misturam som, imagem e tecnologia ao vivo. Durante as apresentações, Jo Mistinguett vai remixar ao vivo as faixas do EP TECHNO MUNDO, cortando, editando, cantando e aplicando efeitos em tempo real. Ao seu lado, Strangepeo, artista visual que vai comandar a criação de imagens 3D e projeções operadas ao vivo, integrando arte digital à performance musical.

Mais do que um espetáculo, “TECHNO MUNDO – sessões ao vivo” é uma celebração da diversidade, da arte brasileira e da potência tecnológica na criação artística. Para Jo Mistinguett, é através do olhar contemporâneo que o projeto reforça o protagonismo de artistas lgbtqiapn+ e propõe novas formas de expressão e ocupação cultural. “TECHNO MUNDO é a indústria tecnológica, é o ritmar das máquinas no calor tropical. O mundo Brasil, onde a dança vem aos prantos em meio ao eterno ressurgir da fênix”, enfatiza. 

Uma das apresentações será gravada e disponibilizada com legendas no canal do YouTube da artista, garantindo acesso gratuito e inclusivo ao conteúdo.

Como parte da iniciativa, o projeto inclui a oficina gratuita “Escaneando o Mundo – Curso de Introdução ao Escaneamento 3D”. Ministrada por Strangepeo, com duração de 4 horas e acesso gratuito, a oficina vai ser realizada no Estúdio Riachuelo, para 30 pessoas, com tradução em Libras, além da concessão de cinco bolsas-auxílio para transporte e alimentação, priorizando mulheres e pessoas lgbtqiapn+.

Sobre TECHNO MUNDO, um EP de MEB (Música Eletrônica Brasileira) com 3 faixas sonoras da multiartista Jo Mistinguett lançado em Maio de 2024 nas plataformas de streaming. Estilos musicais se misturam, renovam e desafiam fronteiras extrapolando limites estéticos-sonoros.

Sobre artistas

Jo Mistinguett é sonoplasta, produtora musical, trilheira, performer, DJ, pesquisadora de novas tecnologias, percepções e experimentações sonoras e artista visual. Colaborou, produziu e participou de diversos projetos artísticos e musicais. Lançou 1 álbum, 7 EPs, 3 singles e 5 remixes, assim como o disco de vinil “Apokalipse Now”. Ganhadora do Prêmio London Burning em 2007,   do Prêmio Aldir Blanc – Reconhecimento de Trajetória LGBTQIA+ Paraná em 2020 e da Quadrienal de Praga 2023 com o Prêmio “Melhor Trabalho em Equipe”.

Sobre Strangepeo é produtore audiovisual e artista. Começou a trabalhar com fotografia em 2013, e transitou nas áreas de produção de vídeo, música e VJ. Uma persona que nasceu em meio às raves e o estranhamento. Seu projeto consiste em mixar diferentes áreas do audiovisual para criar um mundo fantástico focado em 3D, música e moda, inspirados pela exploração de expressão à partir da perspectiva da cultura Queer e que podem ser colecionados como NFT.

Serviço:
TECHNO MUNDO – sessões ao vivo
Dias: 2, 3, 4, 9, 10 e 11 de outubro de 2025
Horário: 20h
Local: Casa Quatro Ventos (Rua da Paz, 51,  Centro, Curitiba – PR)
Ingresso: Gratuito (lugares limitados)

Escaneando o Mundo – Curso de Introdução ao Escaneamento 3D
Data: 08/11/2025
Horário: 14h às 18h
Local: Estúdio Riachuelo (Rua Riachuelo, 407)
Inscrições gratuitas: @jomistinguett 

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

COMÉDIA “TEM UM NOME PRA ISSO” REVELA A SOLIDÃO E A SOBRECARGA DA MATERNIDADE NO PALCO

Na foto de Gabriel Rega, o elenco de “Tem Um Nome Pra Isso”.

Em cartaz no Teatro Barracão EnCena de 22 de agosto a 14 de setembro, espetáculo escrito e dirigido por Pagu Leal mistura humor ácido e crítica social para expor as contradições da maternidade e o peso invisível que ainda recai sobre as mulheres.

Até o dia 14 de setembro, o Teatro Barracão EnCena recebe a estreia do espetáculo “Tem Um Nome Pra Isso – Canção de Ninar Mães”, com texto e direção de Pagu Leal. A montagem, realizada em parceria com a Sociedade Poética, apresenta uma comédia de tons ácidos e toques de ternura, revelando as contradições da maternidade contemporânea e o peso invisível que muitas mulheres carregam diariamente. De acordo com a diretora, o espetáculo é mais do que uma comédia, “é uma tentativa de nomear os sentimentos contraditórios da maternidade, do estresse, da fadiga crônica das mulheres e tantas outras mazelas mentais e físicas que vêm embaladas de canções infantis e tons pastéis”, revela.

O enredo gira em torno das mulheres da família Albuquerque e os diferentes modos como cada uma lida com a maternidade — ou com a escolha de não ser mãe. Inês, a matriarca, rompe com a imagem tradicional da avó carinhosa ao manter uma relação fria e distante com as filhas e netos. Luiza, mãe solo de quatro filhos, sobrevive à exaustão da múltipla parentalidade sem qualquer rede de apoio. Sua filha mais velha, Maria, prestes a completar 18 anos, sustenta a rotina da casa como uma verdadeira babá dos irmãos, enquanto sonha com uma vida longe dessa sobrecarga. Já Carolina, irmã de Luiza e mulher sem filhos, enfrenta uma batalha silenciosa: é perseguida ideologicamente no departamento universitário onde leciona Ética.

A peça foi escrita por Pagu Leal em 2017 e é diretamente inspirada nas vivências das criadoras enquanto artistas e mães. A obra parte da experiência pessoal da diretora para expor, com sensibilidade e ironia, a naturalização do cuidado materno como obrigação exclusiva das mulheres – mesmo em contextos de avanço social e tecnológico. “Apesar dos avanços destas discussões, a maternidade continua exatamente o que sempre foi: exaustiva e solitária. Não é apenas uma fase cansativa, mas um desafio de anos, mais extenuante que uma maratona, mas sem medalhas ou remuneração. Apoiada pelo discurso de naturalização dessa função, a sociedade mantém as mulheres caladas, sobrecarregadas e culpadas”, afirma a autora.

Com um texto afiado, personagens complexas e situações cotidianas profundamente identificáveis, “Tem Um Nome Pra Isso” busca nomear o cansaço, a fadiga crônica e os sentimentos contraditórios que atravessam a maternidade, e também a liberdade das mulheres que escolhem não ter filhos.

Pensando na pluralidade da experiência materna e na acessibilidade cultural, a produção conta com duas apresentações de contrapartida especialmente para as mães com crianças de colo ou pequenas (até 5 anos). Nessas sessões, elas terão total liberdade para entrar e sair da sala durante o espetáculo, garantindo conforto e tranquilidade. Enquanto isso, uma equipe de monitores fica à disposição com atividades lúdicas e seguras para os pequenos, permitindo que as mulheres assistam à peça com mais leveza. Nesses dias, a classificação é livre, acolhendo o público infantil de forma responsável e afetiva.

Sinopse:
“Tem um nome pra isso” é uma comédia sensível e mordaz sobre maternidade e suas contradições. A peça acompanha três gerações de mulheres lidando com sobrecarga, silêncios e resistência cotidiana. Inspirada nas vivências das criadoras, revela como o cuidado infantil ainda recai quase exclusivamente sobre as mães. Com humor ácido e momentos de ternura, o espetáculo nomeia o cansaço, a culpa e os afetos que permeiam a maternidade contemporânea, assim como a opção das mulheres por não ter filhos.

SERVIÇO
“Tem Um Nome Pra Isso – Canção de Ninar Mães”
Temporada: de 22 de agosto a 14 de setembro
Dias e horários: sextas, sábados e domingos, sempre às 20h
Estreia: 22/08 (quinta-feira), às 20h – Sessão exclusiva para convidados
Sessões em Libras: 24/08 (domingo), às 20h e 31/08 (domingo), às 20h
Sessões Gratuitas de Contrapartida, classificação Livre: 06/09 (sexta-feira), às 18h e 07/09 (sábado), às 16h 
Local: Teatro Barracão EnCena (Rua Treze de Maio, 160, Curitiba)
Classificação indicativa: 12 anos
Realização: Teatro Barracão EnCena e Sociedade Poética
Ingressos: R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia) | R$ 25 (alunos do Barracão EnCena e acompanhantes) Link:https://www.sympla.com.br/evento/tem-um-nome-pra-isso/3081455 ou diretamente na bilheteria do teatro.

FICHA TÉCNICA:
Produção: Barracão EnCena Produções Artísticas | Texto e Direção: Pagu Leal | Elenco: Carla Rodrigues, Heloísa Rodrigues, Léa Albuquerque e Mevelyn Gonçalves | Direção de Produção: Mevelyn Gonçalves | Assistência de Produção e Figurino: Belle Viana | Iluminação: Nadia Luciani | Sonoplastia e Preparação Vocal: Priscila Esteves | Trilha Sonora Original: Priscila Esteves e Nati Bermúdez | Preparação Corporal: Ane Adade | Cenografia: Ruy Almeida | Cartaz: Lu Stocco | Fotos de Divulgação: Gabriel Rega | Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo | Marketing: Ana Paiva e João Quintino | Participação nas fotos de divulgação: Anthony Freitas da Silva e Maria Luiza Freitas da Silva | Vozes das Crianças: Alicia Beatriz de Oliveira Yan e Theo Silva Pazian

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

FOTOFOLIA CELEBRA PRÉ-CARNAVAL COM A ABERTURA DA EXPOSIÇÃO #3 CENAS DO CARNAVAL DE RUA

Bicibloco. Crédito: Day Luiza.

O lançamento da mostra, uma parceria com o Patuscada, conta com shows gratuitos nos períodos da tarde e noite

Para matar a saudade dos dias de calor e festa do pré-carnaval curitibano, o FotoFolia, coletivo fotográfico independente, abre neste sábado, dia 23, a exposição #3 Cenas do Carnaval de Rua, com registros das saídas de blocos dos dois últimos anos. A mostra acontece no Patuscada, em Curitiba, a partir das 12h e tem entrada gratuita.

“Pessoas foliãs, batuqueiras e ambulantes atuam como agentes de transformação nesse palco que é a rua. Isso demonstra que quando nos unimos, somos capazes de criar momentos únicos. Nesta exposição, as imagens são sinestésicas ao olhar, nos fazem ouvir, sentir, querer dançar e movimentar o corpo, ou apenas sorrir com a graça de quem viveu o pré-carnaval”, comenta a fotógrafa Jacqueline Prado.

O lançamento conta com shows de Jay de Oyá, uma das vozes dos blocos Garibaldis e Sacis e Brasilidades; música caipira, uma tradição do estabelecimento aos sábados; e Silvan Galvão, idealizador do Carimbloco, projeto paulista inspirado nas manifestações culturais amazônicas, em especial o carimbó.

Formado pelas fotógrafas Bianca Rodrigues, DayLuiza, Jacqueline Prado, Valéria Kotacho Lopes e o fotógrafo Melito, desde 2017 o FotoFolia documenta, por meio da fotografia, a efervescência pré-carnavalesca de Curitiba. O coletivo se dedica, entre lentes, folias, cliques, cores e gentes, a manter viva a história e a tradição dos Blocos de Rua, que se multiplicam na cidade a cada nova temporada.

CONHEÇA A EQUIPE DO FOTOFOLIA AQUI.

SERVIÇO
Exposição FotoFolia – “#3 Cenas do Carnaval de Rua”
23 de agosto, sábado
Local: Patuscada, Av. Jaime Reis, 238 – São Francisco, Curitiba
Programação
12h – Abertura exposição com Feijuca do Patuscada
13h – Jay de Oyá, Jonas Lopes e Luiz Rolim
17h – Música Caipira com Oswaldo Rios, Rogério Gulin, Rubens Pires e Pedro Solak
20h – Silvan Galvão
Entrada Gratuita
fotofolia.com.br | @fotofolia


Segura O Curitiba. Crédito: Melito.

Fonte: Cliteriosa

BRASIS NO PAIOL APRESENTA ENCONTRO MAGNÉTICO E LUMINOSO DE ÍMÃ E CACAU DE SÁ

ímã e Cacau de Sa. Crédito foto: Yuka Ogata.

Inventiva grupa musical curitibana mistura samba, rock polirrítmico, jazz e muito mais em show no dia 21 de agosto, no Teatro do Paiol

A temporada 2025 do projeto Brasis no Paiol leva ao icônico teatro de Curitiba um show que vai reunir nomes da cena artística da capital paranaense. No dia 21 de agosto, quinta-feira, às 20h, a grupa musical ímã recebe Cacau de Sá para uma noite que vai contar com diferentes sonoridades, em uma combinação que costura samba e ijexá, rock polirrítmico e jazz, samples e colagens.

Os ingressos estão à venda por R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada) no site pixta.me

Neste show, o repertório aponta para o novo disco da ímã, apresentando diversas novidades, além de reunir também músicas do primeiro álbum da banda, “ímã de nove pontas”. No setlist também estarão canções de Cacau de Sá, algumas delas inéditas e outras gravadas pela Mulamba – banda da qual elu fez parte.

A cantora, flautista e percussionista Nati Bermúdez também participa do show.

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Formada por oito integrantes, a grupa musical ímã é um coletivo de artistas multi-instrumentistas que experimentam com a canção brasileira. Seus shows são resultado de uma combinação de referências artísticas que passam pelo teatro e artes visuais, criando sonoridades coloridas somadas a letras insurgentes e performances marcantes.

O primeiro álbum, “ímã de nove pontas”, foi lançado em 2020 e conta com as participações de Roseane Santos, Cacau de Sá e Soema Montenegro. Em 2021, lançou o EP “Furiosa Aberta: composto e gravado durante a pandemia a partir de jogos de composição e do uso de samples e colagens, com textos das poetas Francisco Mallmann, Julia Raiz e Natasha Tinet. O single “Cachê Cachê Cachê” saiu em 2023.

Daniel D’Alessandro (bateria & percussão),
Dayane Battisti (violoncelo, guitarra, cavaco & voz), Francisco Okabe (violão de 7 cordas, cavaco & flauta transversal), Guilherme Nunes (guitarra),
Leonardo Gumiero (baixo, sintetizador & voz),
Lu Faccini (guitarra, clarinete, percussão e voz),
Má Ribeiro (percussão, sintetizador & voz) e
Fernanda Fuchs (voz & percussão).

Confira os próximos shows do Brasis no Paiol 2025:
18/09 – Noe Carvalho (PR)
23/10 – Jean Tassy (DF)
13/11 – Mãeana (RJ)
18/12 – Tássia Reis (SP)

A 13ª temporada reforça o compromisso do projeto com a diversidade e o ineditismo, reunindo diferentes gêneros, linguagens e regiões do Brasil em uma programação que estimula o encontro e o reconhecimento da música contemporânea feita no país.

Em 2025, o Brasis no Paiol é viabilizado com o apoio de Maria Leticia, Effex – Tecnologia e Criação, restaurante Na Casa Delas, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba.

Brasis no Paiol
Iniciativa cultural realizada desde 2012 em Curitiba pela produtora Bina Zanette (Santa Produção) e pelo produtor Heitor Humberto (Fineza Comunicação e Cultura), o Brasis no Paiol realizou mais de 150 shows desde sua primeira temporada, sempre com artistas de diferentes regiões do país. É um dos projetos musicais independentes em atividade mais longevos do país, consolidando-se como importante veículo de divulgação de trabalhos contemporâneos independentes e de formação de público em Curitiba.

O projeto promove a circulação de artistas de diferentes partes do Brasil, consolidando-se como uma das mais importantes plataformas para a música autoral independente. Em mais de uma década de existência, trouxe nomes como Juçara Marçal, Luedji Luna, Tulipa Ruiz, Rael, Fióti, Katú Mirim, Jup do Bairro, Aíla, entre muitos outros.

Serviço:
Brasis no Paiol 2025 apresenta imã + Cacau de Sá
Dia 21 de agosto, quinta-feira, 20h
Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n – Curitiba
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada)
Vendas: https://pixta.me/u/brasis-no-paiol-apresenta-ima-cacau-de-sa
Informações: @santaproducao

MUV CELEBRA CULTURA NEGRA COM A 2ª EDIÇÃO DO BAIRRO BLACK DIFUSÃO NO GUAIRINHA

Na foto de Lídia Ueta, o groove do MUV embalando a primeira edição do projeto Bairro Black Difusão que celebra a arte negra e a ancestralidade por meio da arte.

Show gratuito reúne música, dança e artes cênicas no dia 27 de julho com participação de 12 artistas convidados embalados pelo groove do MUV.

O projeto musical MUV – Movimento Uniformemente Variado, com 25 anos de trajetória autoral, traz a 2ª edição do Bairro Black Difusão, num grande espetáculo cênico musical e interativo dedicado à valorização da cultura negra em Curitiba. O evento acontece no dia 27 de julho de 2025 (domingo), às 18h30, no Guairinha, com entrada gratuita. “A segunda edição do Bairro Black Difusão vem como um grande show para marcar presença, abrir espaço e valorizar artistas negros da cidade em suas múltiplas expressões. Vamos reunir música, dança, performance e ancestralidade em uma grande celebração coletiva”, destaca Kátia Drumond, diretora artística do MUV.

Idealizado por Kátia Drumond e Ricardo Verocai, o MUV propõe nesta edição um espetáculo inédito, com roteiro criado pela dupla e pelo baixista Evangivaldo Santos. O show tem como destaque o repertório do EP “Bairro Black”, lançado em 2024, disponível em todas as plataformas digitais, além de músicas dos cinco álbuns autorais do coletivo. Os arranjos e teclados são de Ricardo Verocai para a formação de Big Band com: Kátia Drumond (vocal) Eduardo Ansay (guitarra), Evangivaldo Santos (baixo), Samir Souza (bateria), Brenda Calbaizer e Kabuto (backing vocals), Abdiel Freire (saxofone), Menandro Souza (trompete), Lauro Ribeiro (trombone) e Luiz Fernando Diogo (percussão).

“Bairro Black” conta com a participação especial de 12 artistas: Geyisa Costa, Flávia Imirene, Ariane Souza, PH Soares, Day Paixão, Pedro Ramires, Alucas Santos, Jacob Cachinga, Gi Kali, Chica da Silva, Inês Drumond e Jurandi Silva, integrando uma performance coletiva e interativa ao lado dos músicos do MUV. “A ideia é reunir potências artísticas da cultura negra de diferentes gerações, vivências e linguagens para compor um show especialmente significativo e divertido para todas as idades, relembrando a força da ancestralidade”, explica Ricardo Verocai, diretor musical do projeto.

O Bairro Black Difusão é fruto da parceria entre o MUV e a vereadora Giorgia Prates – MandatA Preta, única parlamentar negra na Câmara Municipal de Curitiba em 2025. Giorgia destaca a importância do projeto como ferramenta de transformação cultural e social: “É um orgulho apoiar o MUV. Estamos descentralizando recursos, fazendo o dinheiro chegar onde nunca chegou. Celebramos a arte como símbolo da resistência e da diversidade cultural negra em Curitiba. Projetos como este fortalecem nossas raízes e conectam gerações por meio da música, da dança e da oralidade”, afirma.

A realização é da Pomeiro Gestão Cultural, produtora com 10 anos de atuação em Curitiba e São Paulo, com direção de Igor Augustho, que encabeça a produção do Bairro Black desde a criação e lançamento do EP, passando pela temporada de shows de lançamento. Soma-se à equipe a produtora Cindy Napoli, da Rumo de Cultura. As produtoras se destacam em produções artísticas com recorte identitário e estético diverso, e agora dão continuidade à parceria iniciada na primeira edição do projeto em 2024 junto ao MUV.

Trajetória do MUV
Criado no Rio de Janeiro em 1999 e radicado em Curitiba desde 2005, o MUV tem como marca a fusão de ritmos de matriz africana e a criação de uma sonoridade autoral que reverbera em palcos nacionais e internacionais. Com cinco álbuns lançados, incluindo participações de nomes como Arthur Verocai, Carlos Dafé e Macau, o grupo está presente em rádios e playlists de diversos países e atua também com projetos de formação e educação artística.

Além de apresentações marcantes em festivais como Curitiba Jazz Festival, Encantadas Jazz e Ilha do Mel Jazz à Gosto, o MUV realizou em 2022 e 2023 o projeto “O Som do MUV e a Música Negra nas Escolas Estaduais”, levando arte e identidade negra a espaços educacionais da rede pública.

FICHA TÉCNICA BAIRRO BLACK DIFUSÃO:
Direção Musical e arranjos: Ricardo Verocai
Direção Artística: Kátia Drumond
Assistente de direção musical: Evangivaldo Santos
Roteiro: Kátia Drumond, Ricardo Verocai e Evangivaldo Santos
Coordenação Técnica de Som e Operador de som: Luigi Castel
Coordenação Técnica de Luz e Operador de luz: Lucas Amado
Roadie: Antonino Rodrigues (Tonico Rasta)
Figurino e Maquiagem: Tassy Dal Negro
Produção Geral: Katia Drumond
Direção de Produção: Cindy Napoli e Igor Augustho
Assistentes de Produção: Monica Margarido e Rebeca Forbeck
Estagiários de Produção: Hanon Arthur e Pedro Oliveira
Assessoria de Imprensa: Bruna Bazzo
Programação Visual e Mídia Social: Paula Villa Nova
Registro Audiovisual: Lidia Ueta
Realização e Criação: MUV
Realização e Produção: Pomeiro Gestão Cultural e Rumo de Cultura

SERVIÇO:
Bairro Black Difusão – 2ª edição
Dia: 27 de julho de 2025
Horário: 18h30
Local: Guairinha (Rua Xv de novembro, 971 – Centro, Curitiba)
Entrada Franca – Retirada de ingressos uma hora antes do show
Classificação: Livre.
Instagram: @muv.brasil

Outros canais para acompanhar a história do MUV: https://beacons.ai/muv.brasil

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

COM CONVIDADOS ESPECIAIS, SESC PAÇO DA LIBERDADE RECEBE SHOW GRATUITO, COM O LANÇAMENTO DO NOVO ÁLBUM DO CURITIBANO RAVI BRASILEIRO

Bruna caran e Ravi Brasileiro. Foto: Florebela Leticia.

Com as participações de Janaina Fellini, Lip Sossa, Rapuso, Mister One F.L., Tittocalleht e Nina Brasileiro, o show acontece neste sábado (19), às 17h30

Curitiba recebe em única apresentação, neste sábado (19), o show de lançamento de ´´7por2“, o novo álbum do curitibano Ravi Brasileiro, a partir das 17h30 e com entrada gratuita. Realizado no SESC Paço da Liberdade, em formato intimista, a performance do artista reúne Lucas Abreu na percussão e programação, e as participações especiais de vários artistas da cena curitibana, entre eles Janaina Fellini, Lip Sossa, Rapuso, Mister One F.L., Tittocalleht e Nina Brasileiro. Os ingressos podem ser emitidos pela plataforma Sympla


Badi Assad e Ravi Brasileiro. Foto: Oruê Brasileiro.

´´7por2“ está disponível em todas as plataformas de streaming e traz colaborações potentes com Badi Assad, Dante Ozzetti, Carlos Careqa, Bruna Caram, Caito Marcondes, Flaira Ferro e Leo Bianchini, Ravi entrelaça gerações e linguagens, dando corpo a um trabalho coletivo, ao transformar encontros em movimentos sonoros com o lançamento do álbum. 

Ao longo de sete faixas inéditas, o disco propõe uma travessia entre a palavra escrita e a cantada, celebrando um dos gestos primordiais da arte: a criação compartilhada.

Ouça aqui 

Com produção musical assinada por Du Gomide, as músicas ganham potência ao reunir diferentes sotaques e propõe um panorama da multiplicidade brasileira, tecendo um som que é, ao mesmo tempo, plural e profundamente enraizado. As canções de ´´7po2“ são narrativas que nascem a partir das conexões compartilhadas por Ravi em seu cotidiano. 

“Quando eu apresentei o projeto para o Du Gomide, a proposta era produzir cada música pensando na sua performance em Duo, pra que absolutamente tudo fosse tocado ao vivo. Então, o Du, sabiamente me aliviou e optamos por estruturar muito bem toda a pré-produção. Gostei de ter assumido só a guitarra como instrumento principal, além da voz, e o violão na música ´Dar Tempo ao Tempo`, com o Caito Marcondes. Foi muito bom ter feito dessa forma. Pois, pude me conectar mais comigo em cada música e menos com a tecnologia. E a produção alinhou um norte para canções tão distintas encontrarem uma identidade em comum. De fato, foi tudo muito rápido, mas ainda conseguimos dar espaço para o novo no dia das gravações. Amei as propostas que surgiram e aconteceram a partir do que já estava muito bem estruturado”, revela Ravi.  

Das composições originais idealizadas pelo Ravi, cada canção tem a sua forma poética. Ao longo da produção musical de ´´7por2“, o espaço para o desconhecido foi um elo imprescindível para que a criatividade e a relação com cada artista incorporasse outros sentidos poéticos, reverberando a personalidade sonora das músicas e enriquecendo a potência de cada letra.  

“Com cada artista, o processo teve sua própria singularidade. Dos arranjos elaborados com Dante Ozzetti, às sutilezas na condução da canção e no refinamento da letra com Leo Bianchini; da sensibilidade e fluidez compartilhadas com Bruna Caram às trocas à distância com Flaira Ferro, passando pela construção melódica e harmônica desafiadora com Caito Marcondes. Ou seja, cada parceria trouxe uma camada única. Reunir todos esses encontros é, em essência, realizar o propósito maior do projeto: aprender e criar na troca e na arte do encontro”, conceitua. 

Sobre o álbum 
Ravi Brasileiro chega ao seu quarto álbum de estúdio com amplitude e amadurecimento. O reflexo desta realidade é que, em ´´7por2“, as canções refletem a autenticidade e a riqueza da sua criatividade. 

Desde a composição ao canto, a fonética é um ápice catalisador. Em cada faixa, é notória a precisão das notas sonantes, dissonantes, trava-línguas, palavras homófonas e homógrafas. Transformando o álbum em um grande manifesto poético e percussivo, além do instrumental. 

´´7po2“ é um ponto de partida. Mas, foi entre idas e vindas, por estradas que ligam Curitiba à São Paulo, em ligações online, e os encontros nas casas e vozes de cada compositor que desenharam o mapa afetivo do álbum. 

Ao compartilharem os seus legados, os artistas também ressignificam as letras, reinventam camadas e expressam vestígios íntimos em cada canção. O resultado é uma obra em estado de transmutação: livre de rótulos, movida pela fluidez da criação coletiva. Onde a música é trilha e o destino é uma engrenagem em constante movimento.

Além do álbum, ao longo do ano, Ravi Brasileiro vai disponibilizar pelas redes sociais e canal oficial do YouTube, live sessions e os minidocs com os artistas, sobre o processo de produção de cada faixa, com direção de Oruê Brasileiro. 

Já estão disponíveis as parcerias com Flaira Ferro em ´´Balé da Selva“, Bruna Caram em ´´Fôlego Coração“ e ´´Tem Perrengue, Tem Merengue“, com Badi Assad.


Ravi Brasileiro e Carlos Careqa. Foto: Oruê Brasileiro.

Faixa a faixa do álbum 7por2

Balé da Selva – Flaira Ferro e Ravi Brasileiro 
Quando eu estava no processo de criação das composições, essa, desde o início, eu já sabia que seria para a Flaira. Mandei outras duas opções, mas o lugar da ironia, um tom provocador e a brincadeira com a realidade é algo com o qual ela se identificou. A tragicomédia da vida. Ela mexeu em algumas coisas da letra e trouxe outras propostas. A melodia foi surgindo entre o blue note, rock, foxtrote e o xote. As ideias se lapidaram e a música que nasceu ´´Te Como com Farinha“ agora é ´´Balé da Selva“. 

Fôlego Coração – Bruna Caram e Ravi Brasileiro 
Conversando com a Bruna, sobre os rompantes da vida, ela me entregou uma foto, de uma folha de caderno com um poema guardado. Começamos a trabalhar naquela letra a distância. Estava meio truncado, mas quando nos encontramos pessoalmente, a música ganhou forma em uma tarde. Eu com o meu violão e ela com o teclado. De todas as canções, foi o processo mais rápido e certeiro, da gente se olhar e sentir que a música estava realmente pronta.

Tem Perrengue, Tem Merengue – Badi Assad e Ravi Brasileiro 
A música nasceu de uma fala de uma aluna minha da Dança a Livre Dois, quando ela disse que dançar com pessoas diferentes é como viajar e que a melhor parte da viagem é voltar para casa, assim como depois de ter dançado com várias pessoas, mas poder dançar com seu par. A Badi propôs um groove, a harmonia e fez ajustes certeiros na letra. A melodia a gente fez junto, numa troca bem generosa. O refrão dessa é pegajoso e ‘travalinguístico’, mas o álbum guarda uma surpresa especial neste quesito.

Dar Tempo ao Tempo – Caito Marcondes e Ravi Brasileiro 
Foi um processo muito leve, com várias ideias instigantes e desafiadoras. Ele gosta do movimento musical da cidade. Ele ainda não me conhecia direito quando eu propus a parceria. E quanto pedi que ele trouxesse um tema pra canção, como alguém experiente que orienta com calma a um menino ansioso, ele falou, vamos dar tempo ao tempo. Agradeci o tema da canção e já comecei a escrever. Quando nos encontramos, descobri que além de percussionista, ele é um grande arranjador. Ele trouxe melodias e harmonias caminhando de um jeito muito livre em lugares não convencionais. Com a melodia pronta optei, simplesmente, por refazer a letra inteira. O Du Gomide trouxe alguns acordes e caminhos de modulação que deram aquele toque que precisava. A música pode até parecer bem despojada e despretensiosa, mas foi a mais desafiadora para interpretar. O Caito, sugeriu uma flauta, e prontamente nós convocamos a Marcela Zanette e ficou um trabalho muito bonito.  

61 91 – Carlos Careqa e Ravi Brasileiro
Ele pediu e mandei várias músicas minhas pra ele. E juntando a inspiração de uma entrevista do Paulinho da Viola, com nossa diferença geracional, eu sendo de 1991 e ele de 1961, desta diferença de 30 anos, ele fez uma letra, eu musiquei e num ping pong bom, fomos arrematando juntos. Essa música foi ganhando uma forma viva. Ela foi gestada. Remete às pessoas que não deveriam se esvaecer, ela é curiosa e densa.Tem um toque de humor, ao mesmo tempo que traz uma questão existencial. 

Bruxa Caxuxa – Dante Ozzetti e Ravi Brasileiro 
É uma música bem peculiar. Cada parte da música parece que é um recorte de algo maior. Eu tinha alguns trava línguas na gaveta. Dante escolheu esta e pediu para eu ler, enquanto me gravava, repetidas vezes. Nós encontramos a melodia. Ela não foi construída. Aproveitamos essa ideia rítmica que nasceu da própria letra, que já induz uma história. O Dante construiu um groove pelo violão, e fui ampliando e lapidando esse trava língua. Estudando e pesquisando letras e fonéticas. De todas, foi a música em que mais tivemos espaço para gravar camadas e arranjos juntos em estúdio. Foi bem especial aprender e desfrutar desse talento do Dante.  

Melhor Um Final Horroroso Que Um Horror Sem Fim – Ravi Brasileiro e Leo Bianchini
Esta canção cheia de causos já nasceu e sabíamos que fecharia o trabalho. Guardei na minha gaveta de ideias esta frase maravilhosa que ouvi num cafézão daqueles que junta a família toda. Leo matou a charada da canção rapidamente. Fez a harmonia e a gente cantarolou um monte de histórias improvisando, sem chegar num lugar certeiro para nossos causos. Mas tínhamos um forte refrão. Com a encomenda na mão, fomos juntos pensando em inúmeras situações que costumam ser proteladas, mas que são importantes de se acabar, como uma decisão final. Dos vários causos, ficamos com a extração do siso, parar de fumar, entrar na água gelada e com o término de um relacionamento.

Sobre Ravi Brasileiro
Ao longo de quase três décadas, Ravi Brasileiro é reconhecido como cantor, compositor, dançarino e empreendedor cultural.  A brasilidade é uma característica em seu trabalho desde a sua estreia nos palcos com a direção de Milton Karam e Simone Cit, com o Coral Brasileirinho, na década de 1990.

Em sua discografia, estão os singles ´´Come Cru e Tira Dez“ (2016) e ´´O Vislumbre da Terceira Idade“ (2022). Ravi também lançou em 2018, o EP ´´Quiçá Que Sacudisse“ e em 2021, lançou a versão em álbum, ao vivo no Teatro Paiol, com as participações especiais de Janaina Fellini, Laura Binder e Otto Brasileiro. 

Do seu álbum de estreia ´´Na Trilha do Elo e elas perdidas“ (2009), cinco anos depois, com o álbum ´´Cortinas Abertas“ (2014), Ravi projetou a sua trajetória internacional com shows pelo México e Guatemala.  

Ao longo de 2025, pelo projeto ´´7por2“, Ravi apresenta canções inéditas em parceria com  Badi Assad, Carlos Careqa, Bruna Caram, Dante Ozzetti, Flaira Ferro, Caito Marcondes e Leo Bianchini, com a produção do musical assinada por Du Gomide.

Ficha Técnica 7por2
Coordenação do Projeto: Ravi Brasileiro
Produção Executiva: Josi Forbeci
Assistente de Produção: Giulia Dorneles e Débora Slompo
Artistas: Ravi Brasileiro, Badi Assad, Bruna Caram, Caito Marcondes, Carlos Careqa, Dante Ozzetti, Flaira Ferro, Leo Bianchini
Produção Musical: Du Gomide
Direção Técnica: Lucas Paixão
Captação de Áudio: Lucas Paixão
Mixagem e Masterização: Edson Borth (Audio Architect)
Estúdio: Geração Pedreira 
Direção: Oruê Brasileiro
Assistente de Direção: Giulia Dorneles
Direção de Arte, cenografia e figurino: Ju Choma
Assistente de Arte: Kyra Ferreira e Giulia Dorneles
Maquiagem: Kyra Ferreira
Direção de Fotografia: Oruê Brasileiro
Assistente de Fotografia: Giulia Dorneles e Kyra Ferreira
Operação de Câmera: Oruê Brasileiro, Floribela Leticia, Vino Carvalho e Artur Rodrigues
Captação de Making-of: Floribela Leticia, Kyra Ferreira, Vino Carvalho, Artur Rodrigues
Técnico de Som (Entrevistas): Kyra Ferreira
Logger: Oruê Brasileiro, Giulia Dorneles, Artur Rodrigues
Coordenação de Pós-produção: Oruê Brasileiro
Edição e Montagem: Artur Rodrigues e Giulia Dorneles
Finalização: Oruê Brasileiro
Assessoria de comunicação: BA Comunica
Assessoria de imprensa: Cabana Assessoria
Jornalistas responsáveis: Bruna Alcantara e Lucas Cabaña
Identidade Visual: Carol Lemes 
Apoio Cultural: Família Farinha, Dança Livre a Dois, Pedreira Paulo Leminski, A Caiçara, BA Comunica, Artemísia Produções, Ju Choma Arquitetura e Cenografia, CBN Distribuidora, Viva La Vegan, Palco dos 5 Sentidos, Sem Culpa Cozinha, Teatro Regina Vogue, Café Coado na Calcinha, Padaria América e Effex

Realização: Odaraê Filmes de Impacto e Sinergiza Cultura e Desenvolvimento

Incentivo: Instituto Joanir Zonta e IOP – Instituto de Oncologia do Paraná

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fonte: Lucas Cabaña

CAIXA CULTURAL CURITIBA RECEBE AMARO FREITAS E ZÉ MANOEL APRESENTANDO “CLUBE DA ESQUINA”

Zé Manoel e Amaro Freitas. Foto: Paula Maestrali.

Músicos pernambucanos interpretam em piano e voz canções do icônico álbum de 1972

A CAIXA Cultural Curitiba apresenta, entre 30 de julho e 2 de agosto, os sucessos do lendário álbum “Clube da Esquina”, de 1972, em uma versão intimista na voz de Zé Manoel e no piano de Amaro Freitas. Os pernambucanos fazem 5 apresentações, com direito a bate-papo após um dos shows. 

Lançado há mais de 50 anos pelo grupo mineiro homônimo composto por Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes, Ronaldo Bastos, Toninho Horta e Fernando Brandt, o disco conta com clássicos como “Tudo que Você Podia Ser”, “Cais”, “O Trem Azul” e “Um Girassol da Cor do Seu Cabelo”. A obra foi eleita o melhor disco pelo livro “Os 500 Maiores Álbuns Brasileiros de Todos os Tempos”, do podcast Discoteca Básica.

De acordo com Zé Manoel, “cantar o repertório do ‘Clube da Esquina’, além de um grande desafio, é uma oportunidade ímpar de visitar e reverenciar artistas que fizeram e fazem parte da minha formação como músico e compositor. Ainda tenho a honra de estar com um grande artista e amigo, Amaro Freitas, para reviver esse repertório de 1972, que continua vivo, atual e arrebatador”, comenta. 

Aclamados pela crítica, os artistas já tiveram trabalhos autorais indicados para o Grammy Latino, Zé Manoel na categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira com “Do Meu Coração Nu” (2020), e Amaro na categoria Melhor Canção em Língua Portuguesa por “Esperança”, parceria com Criolo e Dino D’Santiago, e Melhor Álbum de Jazz Latino, Melhor Performance de Música Global e Melhor Embalagem com seu mais recente disco “Y’Y” (2024). Freitas também levou em 2024 o Prêmio Multishow de Instrumentista do Ano e Melhor Disco do Ano pela Associação Paulista dos Críticos de Arte.

AMARO FREITAS 
Amaro Freitas tem o jazz como fio condutor da sua carreira artística e faz a mistura com frevo, baião, maracatu, coco, ciranda e outras riquezas dos ritmos nordestinos. “Sangue negro” (2016), “Rasif” (2018), “Sankofa” (2021) e Y’Y (2024), narram a sua trajetória artística na periferia do Recife. O compositor vem sendo presença marcante em importantes festivais de jazz, como North Sea Jazz, na Holanda; Newport Jazz Festival, nos Estados Unidos; e Pori Jazz, na Finlândia.

ZÉ MANOEL 
Compositor, cantor e pianista, Zé Manoel tem quatro discos lançados no Brasil, sendo dois editados no Japão: “Zé Manoel” (2012), “Canção e silêncio” (2015), “Do Meu Coração Nu” (2020) e Coral (2024). Suas composições foram gravadas por artistas como Ana Carolina, Elza Soares, Fafá de Belém, Vanessa da Mata, Ná Ozzetti, Juçara Marçal, Elba Ramalho, Amelinha e Filipe Catto.

Serviço:
[Música] Amaro Freitas e Zé Manoel apresentam Clube da Esquina (1972)
Local: CAIXA Cultural Curitiba – Rua Conselheiro Laurindo, 280, Centro
Data: 30 de julho a 2 de agosto de 2025
Horários:
– 30 e 31 de julho às 20h
– 1º/08 às 20h, com bate-papo após show – sessão com acessibilidade
– 02/08 às 17h e 20h
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada, conforme legislação vigente, e clientes CAIXA) 
Vendas: a partir de sábado 26/07, às 10h presencialmente na bilheteria da CAIXA Cultural Curitiba (de terça-feira a sábado das 10h às 20h; domingos e feriados das 10h às 19h); e a partir das 15h online pela plataforma Sympla 
Classificação: livre para todas as idades
Capacidade: 125 lugares (2 para cadeirantes)
Mais informações: Site Curitiba | CAIXA Cultural | Instagram @caixaculturalcuritiba | (41) 4501-8722

Fonte: Cliteriosa

CURITIBA RECEBE A SEGUNDA EDIÇÃO DA OFICINA GRATUITA HISTÓRIAS ENRAIZADAS

Estão abertas as inscrições gratuitas para a segunda edição do projeto, idealizado e conduzido pela escritora Lindsey Rocha Lagni, que tem início dia 28 de julho e término dia 24 de novembro, no Solar Guimarães, no Conservatório de MPB.

Voltada especialmente para professores do Ensino Fundamental II, a oficina Histórias Enraizadas chega à sua segunda edição em Curitiba, com uma proposta formativa gratuita sobre a criação de textos literários infantojuvenis inspirados nas culturas dos povos originários do Brasil e da cultura afro-brasileira. O projeto, idealizado e conduzido pela escritora curitibana Lindsey Rocha Lagni, acontece de 28 de julho a 24 de novembro de 2025, no Solar dos Guimarães, em dez encontros presenciais.

A iniciativa oferece aos participantes uma imersão em obras cuidadosamente selecionadas, nas quais a natureza, as histórias e os cenários das culturas indígenas e afro-brasileiras são apresentados de forma artística – muitas vezes poética. “A proposta é que todos desenvolvam uma percepção apurada sobre o que é um texto literário bem construído e sobre a responsabilidade de trabalhar com referências tão ricas e simbólicas”, afirma Lindsey.

A programação conta com a presença de três convidados especiais: o professor e Cacique Eloy Jacinto, a ilustradora Mari Ines Piekas e a atriz Natália Eloísa, que vão enriquecer a formação com diferentes perspectivas culturais e artísticas. A oficina une leitura crítica, criação de narrativas e atividades criativas, com reflexões profundas e práticas inclusivas.

Ao longo dos encontros, serão abordados temas como a estrutura da literatura infantojuvenil, a criação de personagens, a relação entre texto e imagem, e o uso da linguagem poética. “O Brasil é formado por múltiplas nações indígenas e uma vasta herança afro-brasileira. A oficina pretende explorar essas raízes de maneira sensível e respeitosa, abrindo espaço para que os participantes criem textos que dialoguem com esse universo, direta ou indiretamente”, explica Lindsey.

Os textos produzidos poderão trazer desde histórias com personagens indígenas em contextos urbanos até poemas que mesclam elementos de culturas afro-brasileiras e indígenas. “As possibilidades criativas são amplas, e não é necessário que os textos representem diretamente essas culturas, mas que surjam a partir do contato com elas”, acrescenta a escritora.

As inscrições são gratuitas e limitadas a 30 vagas, com prioridade para professores do Ensino Fundamental II, mulheres, pessoas pretas, pessoas com deficiência, LGBTQIAPN+, cegos e pessoas com baixa visão. Todas as aulas contarão com a presença da intérprete de Libras Elaine Moreira, garantindo acessibilidade plena. Para participar, basta acessar o perfil da produtora no Instagram: @pocoependulo e preencher o formulário.

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura da cidade de Curitiba, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura de Curitiba.


A oficina ministrada por Lindsey Rocha Lagni, busca conectar os participantes com as raízes indígenas e afro-brasileiras por meio da literatura infanto-juvenil e da escrita criativa.

Sobre Lindsey Rocha Lagni
Lindsey é formada em Letras pela UFPR e atuou por dez anos como professora de Língua Portuguesa e Literatura na rede particular. É autora dos livros Nervuras do Silêncio e Amuletos de Prosa e Verso, organizadora de Ofícios do Tempo (Poesia de Donizete Galvão) e coeditora de diversas obras infantojuvenis, como Visita à Baleia, de Paulo Venturelli – segundo lugar no Prêmio Jabuti.

SERVIÇO: OFICINA HISTÓRIAS ENRAIZADAS
Dias: início 28/07/2025 até 24/11/2025
Horário: 9:30 às 12:00
Local: Solar dos Guimarães, entrada pelo Conservatório de MPB (R. Mateus Leme, 66 – São Francisco, Curitiba – PR, 80510-190)
Inscrições: https://forms.gle/LeEKzfizpKmxhTW38
Instagram: @pocoependulo

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

PROJETO “CORPO EM CENA” PROMOVE DANÇA-TEATRO E EMPODERAMENTO PARA MULHERES EM CURITIBA

O projeto “Corpo em Cena” inspirado no espetáculo da Cia KÁ: Kraken, é formatado exclusivamente para mulheres que estão em atendimento na FAS.

Iniciativa da Cia Kà de Teatro leva a dança-teatro como ferramenta de cura e resistência para mulheres atendidas pela Fundação de Ação Social (FAS), com oficinas inclusivas e apresentações exclusivas, tem início em julho.

A Cia Kà de Teatro anuncia o lançamento do projeto “Corpo em Cena”, uma iniciativa inovadora de dança-teatro e teatro físico que visa promover o empoderamento e a transformação social de mulheres atendidas pela Fundação de Ação Social (FAS) de Curitiba. Idealizado pela CIA KÀ de Teatro, e aprovado pela Lei Paulo Gustavo, com o incentivo da Fundação Cultural de Curitiba, o projeto acontece de oito (8) julho até nove (9) de agosto de 2025, com oficinas para mulheres e adolescentes que estão em atendimento pela FAS.

O projeto consiste em cinco (5) oficinas com duração de 5 dias cada, de dança-teatro e empoderamento para mulheres atendidas pela FAS. Inspirado no processo criativo do espetáculo “Kraken” direção de Caio Frankiu, da própria companhia, o trabalho busca criar um ambiente seguro e acolhedor para que as participantes explorem seus corpos como ferramentas de expressão, identidade e autodescoberta. O ponto alto será a criação e apresentação de uma performance coletiva, compartilhando as vivências do processo artístico. “O projeto ‘Corpo em Cena’ não é apenas arte, é reconstrução. A apresentação final mostra o quanto essas mulheres têm a dizer e como a arte pode ser um canal poderoso para isso”, conta Kelvin Millarch, diretor da Cia Kà. 

Para ampliar seu alcance, o projeto inclui três (3) oficinas de contrapartirda, com dois (2) encontros cada, voltada para jovens e adolescentes também atendidos pela FAS, conduzidas pelos integrantes masculinos de “Kraken”. A mostra final do “Corpo em Cena” será um evento multifacetado, com a apresentação da performance das mulheres, uma mostra de processo dos adolescentes e trechos do aclamado espetáculo “Kraken”. “Neste espetáculo, nos debruçamos sobre os casos que carregamos no corpo. Com o ‘Corpo em Cena’, abrimos espaço para que esses corpos — principalmente os de mulheres e pessoas LGBTQIAPN+ — sejam protagonistas de suas próprias histórias. É um projeto sobre escuta, afeto e reconstrução. Um lugar onde a arte acolhe e empodera, onde dançar é também um ato de existir com dignidade.”, conta Caio Frankiu, também diretor da companhia e da peça.

O “Corpo em Cena” está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente o ODS 4 (Educação de Qualidade), ODS 5 (Igualdade de Gênero), ODS 10 (Redução das Desigualdades) e ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis). “Mais do que uma ação cultural, este projeto se afirma como um espaço simbólico de resistência, cura e escuta ativa”, afirma Kelvin. “Ele responde às formas de invisibilização e violência simbólica ainda presentes na sociedade, fazendo com que o corpo feminino se torne o agente da sua própria narrativa, num gesto de empoderamento e reconexão com a própria história, bem como uma arte engajada, inclusiva e transformadora, que acolhe e promove novos imaginários sociais”, complementa. 

Sinopse Kraken
“Kraken” é um espetáculo da Cia Kà de Teatro que, em uma noite de liberdade transformada em pesadelo dentro de um escritório, tece uma crítica incisiva ao capitalismo tardio. A obra explora um sistema falho, construído sobre a expropriação e a exploração humana, revelando o capitalismo como um ciclo vicioso de falhas e exploração.

SERVIÇO CORPO EM CENA
Datas: 5 de julho a 9 de agosto. 
*Apresentações exclusivas. 

Fonte: Bruna Bazzo [Comunica]

COM EXPERIMENTALISMOS SONOROS, MARIA BERALDO FAZ SHOW DE LANÇAMENTO EM CURITIBA

Cartaz Brasis no Paiol – Maria Beraldo. Crédito: Felipe Andre.

Uma das vozes queer mais relevantes da música brasileira contemporânea é a atração de julho do projeto Brasis no Paiol, dia 17 de julho, no Teatro do Paiol

A edição de julho do projeto Brasis no Paiol chega com um show que transita entre o jazz, punk, pop, EDM, música noise e música de concerto. Maria Beraldo traz o lançamento do seu mais recente álbum, “Colinho”. A apresentação será no dia 17 de julho, quinta-feira, às 20h, no Teatro do Paiol, em Curitiba. Os ingressos custam R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada) e começam a ser vendidos no dia 1o de julho, na plataforma pixta.me

Produzido por Maria Beraldo e Tó Brandileone, o álbum “Colinho” conta com diversos instrumentistas de renome, como Thiago França, Rodrigo Campos, Fábio Sá, Sérgio Machado, Marcelo Cabral, Chicão e outros. “Colinho” também traz arranjos escritos por Beraldo e constrói pontes entre diferentes universos sonoros, entre o eletrônico e o acústico.

Ao longo de 11 faixas, Beraldo traça arcos rígidos entre ousadia sonora e firmeza estética, ou entre ousadia estética e firmeza sonora. Caminhando por trilhas entre uma cantada embalada por um funk pouco melódico, e o cantar da própria vida em um samba de João Nogueira (“Minha Missão”, que fecha o álbum), a artista costura, com afiada precisão, um colo provocador — e também provocante — para a música brasileira e a população queer.


Maria Beraldo. Crédito foto: Ivi Maiga Bugrimenko

Maria Beraldo
Nascida em Florianópolis, Maria Beraldo é compositora, cantora, produtora, instrumentista e diretora musical. Uma das vozes queer mais relevantes da música brasileira contemporânea, sua obra transita entre gêneros com liberdade e força autoral. Lançou seu primeiro disco solo, “CAVALA”, em 2018, revelando-se como artista multifacetada e recebendo indicações a prêmios como APCA, Prêmio Multishow, SIM São Paulo e WME.

Em 2024, lançou “Colinho”, álbum que propõe uma nova escuta para a canção que flerta com o pop e o contemporâneo a partir de uma perspectiva queer, e que marca sua maturidade artística com composições ousadas e produção refinada. Também atua em trilhas para teatro e cinema, com colaborações premiadas ao lado de Felipe Hirsch, Julia Murat e Lillah Halla, além de integrar o grupo instrumental Quartabê, com o qual circula internacionalmente.

Beraldo também ganhou destaque ao integrar a banda de Arrigo Barnabé, colaborar com Elza Soares e cofundar o grupo Quartabê. Além de colaborar com artistas como Negro Leo, Iara Rennó, Dante Ozzetti, Romulo Fróes, entre outros.

Confira os próximos shows do Brasis no Paiol 2025:
07/08 – Junio Barreto (PE)
21/08 – ímã + Cacau de Sá (PR/RS)
18/09 – Noe Carvalho (PR)
23/10 – Jean Tassy (DF)
13/11 – Mãeana (RJ)
18/12 – Tássia Reis (SP)

A 13ª temporada reforça o compromisso do projeto com a diversidade e o ineditismo, reunindo diferentes gêneros, linguagens e regiões do Brasil em uma programação que estimula o encontro e o reconhecimento da música contemporânea feita no país.

Em 2025, o Brasis no Paiol é viabilizado com o apoio de Maria Leticia, Effex – Tecnologia e Criação, restaurante Na Casa Delas, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba.

Brasis no Paiol
Iniciativa cultural realizada desde 2012 em Curitiba pela produtora Bina Zanette (Santa Produção) e pelo produtor Heitor Humberto (Fineza Comunicação e Cultura), o Brasis no Paiol realizou mais de 150 shows desde sua primeira temporada, sempre com artistas de diferentes regiões do país. É um dos projetos musicais independentes em atividade mais longevos do país, consolidando-se como importante veículo de divulgação de trabalhos contemporâneos independentes e de formação de público em Curitiba.

O projeto promove a circulação de artistas de diferentes partes do Brasil, consolidando-se como uma das mais importantes plataformas para a música autoral independente. Em mais de uma década de existência, trouxe nomes como Juçara Marçal, Luedji Luna,Tulipa Ruiz, Rael, Fióti, Katú Mirim, Jup do Bairro, Aíla, entre muitos outros.

Serviço:
Brasis no Paiol 2025 apresenta Maria Beraldo
Dia 17 de julho, quinta-feira, 20h
Local: Teatro do Paiol – Praça Guido Viaro, s/n
Ingressos: R$ 30 e R$ 15
Vendas: https://pixta.me/u/brasis-no-paiol-apresenta-maria-beraldo
Informações: @santaproducao