UMA NOVA ERA PARA O MERCADO DE ARTE

Galeria de Curitiba é uma das primeiras galerias de arte do Brasil a focar exclusivamente em NFTs.

A AIREZ Galeria, fundada em 2015, se torna neste ano uma galeria de arte exclusivamente dedicada a venda de obras em formato NFT.

NFT, sigla em inglês para Token não-fungível, é uma nova forma de se comercializar arte. Guilherme Zawa, artista e curador da galeria, comenta que “as NFTs surgiram na esteira das criptomoedas, mas acabaram por resolver um problema antigo entre artistas de vídeo ou suportes alternativos que era o de como comercializar estas obras. As NFTs resolvem muito bem isso e inauguram uma nova era para estes artistas” conclui o curador da AIREZ que já foi sede para o evento The Wrong – New Digital Art Biennale que apresentou diversos artistas de GIF e Video. 

Embora ainda desconhecida do grande público as NFTs parecem já ter se estabelecido no exterior, tanto é que a famosa casa de leilões Sotheby’s vendeu este ano uma obra digital NFT por 16 milhões de dólares. Zawa comenta que “as NFTs não são mais um experimento, pois já se encontram
consolidadas. É uma nova era para colecionadores também.”

A AIREZ vai apresentar no mês de julho uma nova leva de artistas junto à outros que já eram representados pela galeria antes. Entre eles está o artista argentino Franco Palioff, formado em engenharia nuclear e que se aplica à construção de obras de arte em 3D, realidade virtual e até robôs. 

Com o intuito de descobrir novos artistas que vendam suas obras como NFTs a AIREZ anunciou um prêmio de aquisição e representação. O ganhador será anunciado no dia 31 de julho. Para saber mais acesse: http://airez.art.br

SESC PARANAVAÍ FAZ HOMENAGEM AO CINEASTA SUECO INGMAR BERGMAN

Em julho, mês que se comemora o nascimento e morte de Ingmar Bergman, um dos maiores diretores do cinema mundial, o Sesc Paranavaí – Paraná – homenageia o diretor com Bate-papo Virtual.

“Ingmar Bergman é sem dúvida um dos nomes, ou o nome mais expressivo do cinema mundial. Sua estética e literatura são uma base sólida para o cinema como o conhecemos” (Edson Godinho, Técnico de Atividades de Cultura do Sesc Paranavaí).

Bergman nasceu em 14 de julho de 1918 e faleceu em 30 de julho de 2007, foi escritor, diretor e produtor sueco de teatro e de cinema. É uma das grandes lendas do cinema do século XX, responsável por influenciar diretores e roteiristas como: Woody Allen, Pedro Almodóvar e John Waters.

Bergman ainda jovem na Universidade de Estocolmo se apaixona pelo teatro, o fruto desse amor rende mais de 170 direções teatrais. Nesse caminho o encontro com o cinema foi inevitável. Ingmar Bergman ao longo de sua vida assina 70 produções cinematográficas, como diretor, roteirista e ou produtor. Desenvolveu uma estética particular, reeditada e revisitada por muitos diretores contemporâneos a ele, e da atualidade.

O existencialismo, a solidão e a fé eram alguns dos temas recorrentes em sua obra. Bergman se dedicou a entender ou procurar elucidações para existência humana. Sua obra flerta em muitos momentos com a psicanálise e seus conceitos. Como em Persona (1966), que apresenta ao interlocutor a estética do cinema surrealista do começo do século XX como materialização dos conceitos psicanalíticos abordados no filme. Persona também se vale de jogos teatrais na dinâmica da troca de personagens opostas e complementardes vividas por Liv Ullmann e Bibi Andersson, atrizes recorrentes em sua cinebiografia.

Outras obras importantes de Bergman e que merecem ser assistidas: O Sétimo Selo (1956); Morangos Silvestres (1957); A Hora do Lobo (1968); Vergonha (1968); A Paixão de Ana (1969); Gritos e Sussurros (1972); Cenas de um Casamento (1973); O Ovo da Serpente (1977); Sonata de Outono (1978); Fanny e Alexander (1982); Na Presença de um Palhaço (1997) e Saraband (2003.)

Sobre o Bate-papo:
30/07/2021 | 18h às 19h
Plataforma Microsoft Teams
Bate-papo Virtual CineSesc – Dança Macabra: em honra e homenagem ao legado de Ingmar Bergman
No mês de julho, comemoramos o nascimento (14/07/1918) e morte (30/07/2007) de um dos maiores diretores do cinema mundial, Ingmar Bergman.

Neste bate-papo, vamos falar sobre a obra e o legado de Ingmar Bergman para o cinema mundial. O evento acontece no aniversário de sua morte, já que a temática da morte é um tema tão recorrente na produção de Bergman.

Mediador: Edson Godinho, Técnico de Atividades do Sesc Paranavaí e Artista Visual.

Serão aceitas inscrições até no máximo 2 dias antes do evento.
Inscrições através deste link

PROJETO CURITIBANO QUE ESTIMULA LEITURA E DOAÇÃO DE LIVROS BUSCA PARCERIAS PARA AMPLIAR AÇÕES

Freguesia do Livro cria pontos de leitura e estimula troca de obras gratuitamente. Organização quer que livros doados cheguem em locais onde as pessoas não têm acesso à leitura

Receber e doar livros, criar pontos de leitura, formar novos leitores e promover ações colaborativas são os principais objetivos do projeto curitibano Freguesia do Livro. A organização social está buscando parcerias para manter e ampliar as ações desenvolvidas, e, especialmente, fazer com que os livros doados cheguem aonde as pessoas não têm acesso à leitura. A meta é ter apoio para manter mais de 180 pontos de leituras ativos em Curitiba e região, por onde circulam pelo menos 2000 livros.

Fundada em 2011 por duas amigas apaixonadas por livros, a primeira biblioteca comunitária surgiu em uma escola na Vila Zumbi dos Palmares, em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Desde então, alunos, funcionários e clientes de mais de 500 pontos de leituras criados em escolas, instituições beneficentes, bares, restaurantes, clínicas, entre outros foram beneficiados pelo projeto que já recebeu e doou mais de 90 mil livros.

Segundo Angela Duarte, idealizadora do projeto, a circulação de livros em pontos comerciais da cidade tem uma função ainda mais nobre, a de “tornar a Freguesia conhecida para que mais livros sejam doados e mais pessoas, com acesso limitado à leitura, possam ser beneficiadas”, ressalta.

Ainda de acordo com Josiane Bibas, também fundadora da Freguesia, a iniciativa propõe uma livre circulação literária que coloca livros em movimento, incentivando a leitura para todos em todos os lugares. “Como todo o trabalho é feito de forma voluntária e gratuita, buscamos apoio para dar continuidade a esse trabalho de transformação pela leitura”, conta.

Quando recebidos, os livros são higienizados e organizados em caixas, de acordo com o perfil do público do local que receberá o acervo. Para se cadastrar como um ponto de leitura ou fazer uma doação financeira ou de livros ou ajudar o projeto de outras formas, basta acessar o site da Freguesia na aba Participe e também a página www.apoia.se/freguesiadolivro

As coordenadoras da Freguesia do Livro: Josiane Mayr Bibas, Ângela Marques Duarte, e a voluntária Gabriela Carvalho.

Serviço
Participe da Freguesia do Livro
Informações:
– www.freguesiadolivro.com.br/participe/
– www.apoia.se/freguesiadolivro

KOLB APPS: DE CURITIBA PARA O MUNDO!


A fantástica ideia de tocar (e aprender) instrumentos musicais na tela do celular fez um estúdio de Curitiba alcançar sucesso mundial, acredita?

Em junho de 2021, o estúdio Kolb Apps é a segunda maior desenvolvedora de aplicativos do país, levando em consideração o número de downloads acumulados. Ao todo, a empresa soma mais de 238 milhões de downloads. Fica atrás só da Caixa Econômica Federal – com 415 milhões de downloads. Os dados estão no site 42matters, atualizado em junho de 2021.

O estúdio Kolb Apps tem dez anos, foi pioneiro no desenvolvimento de aplicativos de música no Brasil, atualmente é referência no mercado e figura mundialmente entre as desenvolvedoras mais importantes no segmento: aplicativos de música. Seu fundador, Rodrigo Kolb, é autodidata e começou a programar muito jovem, em 2011 já disponibilizava seus primeiros apps, ano em que fundou o estúdio. A música ser linguagem universal somado ao design inteligente dos aplicativos ajudou o negócio a se estabelecer. Até o Real Drum, aplicativo que simula uma bateria na tela do smartphone e/ou tablet, virar uma “febre” com milhões de downloads pelo mundo, a maioria oriundos da Indonésia e países do sudeste asiático.

Atualmente o app Real Drum tem mais de 110 milhões de downloads. É a menina dos olhos da empresa. O aplicativo transforma a tela do seu aparelho em um simulador de bateria. Sim, os dedos funcionam como baquetas na tela. Rápido, customizável, intuitivo, com timbres realísticos, e ainda com 60 lições para se aprender a tocar bateria, o aplicativo conquistou uma legião de fãs. Isso fica visível no Youtube, pois se você digitar as hashtags #KolbApps e/ou #RealDrum aparecem milhares de vídeos.

A diversão de vários usuários do Real Drum é gravar vídeos acompanhando músicas com o app e depois postá-los no Youtube. Um usuário que ficou bastante famoso (fazendo isso) foi o indonésio Wahyu Hidayatt, atualmente ele tem 3,27 milhões de inscritos em seu canal no YT. Esse cara é uma fera tocando Real Drum, mas além de tocar, ele cria roteiros curiosos para seus vídeos com o app, confira um dia. Entre tantos bateristas talentosos, no Brasil temos Nilkson AdrielDiêgo Serracena, bateras especialistas em tocar piseiro e forró. 

Apps do estúdio já foram baixados em 237 países.

Além de bateria, com os aplicativos Kolb Apps você pode aprender a tocar piano, guitarra, baixo, percussão e tabla indiana. Perfeito para estudar e praticar sem ocupar muito espaço ou incomodar vizinhos. Também poderá aprender a ser DJ de funk e música eletrônica com os pads. O catálogo do estúdio tem 10 aplicativos musicais: Classic Drum, Real Drum, Congas & Bongos, Electro Pads, Funk Brasil, Real Bass, Real Percussion, Piano, Tabla, Real Guitar. A desenvolvedora continuamente aperfeiçoa seus produtos. Toda semana são lançados novos kits, atualizações e vídeos com lições e dicas no canal no youtube – canal com 703 mil inscritos já.

Todos os aplicativos são gratuitos e estão disponíveis para Android e IOS. É só entrar no site www.kolbapps.com e baixar. A empresa aceita como sua missão: “musicalizar o mundo, proporcionando fácil acesso a música” e assim oferecer momentos de diversão, interações culturais e tecnológicas aos seus usuários.

Alan Wiick (Ui/ux Product Designer), Rafagan Abreu (Developer) E Bruno Sampaio (Developer).

#kolbcrew 
O estúdio Kolb Apps tem sede em Curitiba, na divisa entre os bairros Cabral e Ahú, no edifício Infinity Prime Offices, um lugar bonito, tranquilo e bem arborizado. Atualmente conta com equipe de oito membros: a kolbcrew (equipe técnica), como é chamada, é formada por músicos, developers e designers. A empresa acredita na autonomia no trabalho, estimula troca de ideias e experiências entre seus colaboradores para assim gerar soluções e  inovação. A política de trabalho é focada em preparar um ambiente propício a liberdade criativa. Isso possibilita a equipe ter positividade e curiosidade para olhar os desafios (também) como uma experiência de aprendizagem.

Rodrigo Kolb, fundador e CEO da Kolb Apps.
Guilherme Shiroma (Produtor musical) e Davi Haisi (Analista de marketing). Os bateristas.
Julio Cezar (Developer Game) e Bruno Sampaio (Developer).

Davi Haisi, Analista de marketing.
Afonso Kolb, Manager/Designer.

Acompanhe o estúdio Kolb Apps nas redes sociais:
Site: www.kolbapps.com (para baixar os apps)
Youtube: Kolb Apps – Real Drum Official Channel
Instagram: www.instagram.com/kolbapps/ 
Fanpage: www.facebook.com/kolbapps/ 
Linkedin: www.linkedin.com/company/kolb-apps

ARTISTAS VISUAIS REÚNEM 8 ANOS DE TRABALHO EM LIVRO DIGITAL

Três artistas brasileiras produzem livro e exposição digital com obras audiodescritas. Em seus trabalhos, elas abordam com diferentes técnicas temas como memória, identidade e vazio. Lançamento da publicação acontecerá no YouTube.

Acontece no dia 23 de junho, às 19h30, o lançamento do livro digital Lugar InComum. A publicação reúne obras das artistas Érica Kaminishi, Julia Ishida e Sandra Hiromoto. Em seus trabalhos, as artistas visuais abordam temas como paisagem, memória, identidade e vazio com o uso de diferentes técnicas.

O livro apresenta o trabalho de cada artista em retrospectiva, com produções feitas entre 2013 e 2021. A curadoria e o texto de apresentação são de Rosemeire Odahara Graça e o prefácio é de Denise Bandeira, professoras da Universidade Estadual do Paraná (Unespar). A edição será bilíngue e contará com audiodescrição para todas as obras.

O título alude a uma exposição de mesmo nome realizada em 2013, no Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC/PR). “É uma brincadeira, um jogo de palavras. As três artistas trabalham com produções bem diferentes, mas, no fundo, possuem pontos em comum”, reflete Érica Kaminishi.

Uma história “incomum”
As trajetórias das três artistas se cruzaram pela primeira vez durante a exposição e o lançamento do livro “Wakane: a arte visual nipo-brasileira no Paraná”, de Rosemeire Odahara Graça, em 2003. Dez anos se passaram até que suas obras fossem reunidas na exposição Lugar InComum no MAC/PR, em 2013, que foi seguida pela exibição “Olhar InComum: Japão Revisitado”, no Museu Oscar Niemeyer, em 2016.

A ascendência japonesa está entre os pontos em comum na história das três profissionais. Porém, as diferenças residem nos processos e técnicas usadas por cada uma. Julia Ishida, por exemplo, produz desenhos e pinturas a partir de fotografias. “Nestes dois últimos dois anos tenho me dedicado quase que exclusivamente ao desenho. São desenhos com muito espaço: chamo de vazio, um vazio onde o branco acaba sendo cheio, pois é um branco chapado, duro que impede você de entrar além do que o desenho permite”, comenta Julia Ishida.

Já Érica Kaminishi trabalha com diversos materiais para criar mapas e outros elementos visuais. “Utilizo Fernando Pessoa para falar da minha língua materna, o português, e alguns elementos da cultura tradicional japonesa: as nuvens, que são uma referência da pintura mais tradicional, e as cores dourado e prata, que são muito fortes no barroco japonês”, conta a artista.

Sandra Hiromoto, por sua vez, incorpora técnicas como estêncil e grafite em seus trabalhos. Suas obras estão expostas nos mais diversos espaços: de museus a muros de escola. “Em minhas obras procuro atingir o espectador com mensagens diretas, camadas de letras, muitas cores e suportes em locais acessíveis. Gosto de me aproximar e dialogar com o maior número possível de pessoas”, explica.

A ideia inicial era fazer um livro impresso e uma exposição presencial. Com a pandemia, o livro será digital e contará com a exposição Lugar InComum — Virtualidades, além do evento de lançamento que será transmitido pelo canal do YouTube do projeto. “Esse bate-papo e o livro estão inseridos numa nova realidade. É um lugar incomum, né? A gente está aprendendo a fazer artes visuais para esse novo espaço”, reconhece Rosemeire Odahara.

Serviço
O quê: Live de lançamento do livro digital Lugar InComum.
Quando: dia 23/06, às 19h30
Onde: No canal do YouTube Lugar InComum art
Link de acesso: www.youtube.com/watch?v=w8dUp3IKppM

CATÁLOGO DO SEBINHO #01 (DIA 03 DE JUNHO DE 2021)

#CatálogoDoSebinho #01 (dia 03 de junho de 2021)

Receba os livros do Sebinho FATO Agenda em casa via correios. Taxa de entrega para todo país: R$10,00 (por livro). Com opção de retirada (livre de taxa, lógico) no bairro Orleans, em Curitiba. Entregamos um dia por semana (sem taxa) no centro de Curitiba, combine. Pagamento via app MercadoPago, Pix, Nubank, PicPay, cartão crédito/débito, boleto e/ou transferência bancária. Combine por whats: 41 99745-5294 (leandro).

Títulos da foto (dia 03 de junho de 2021):

Livro 01: CONTOS REUNIDOS / NEWTON SAMPAIO. Imprensa Oficial do Paraná. Curitiba. 2001. 1ª reimpressão. 120 páginas. Preço: LIVRO VENDIDO.

Livro 02: RODIN. Autor: Rainer Maria Rilke / Tradução: Daniela Caldas. Tradução de: Auguste Rodin. Editora Relume Dumará. Rio de Janeiro. 1995. 2ª edição. 149 páginas. Preço: LIVRO VENDIDO.

Livro 03: A PRAGMÁTICA NA FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA. Autor: Danilo Marcondes. Editora Zahar. Rio de Janeiro. 2005. 1ª Edição. 64 páginas. Preço: R$16,50.

Livro 04: JUSTINO, O RETIRANTE. Autora: Odette de Barros Mott. Ilustrações de Marcelo Campos. Atual Editora. São Paulo. 46ª Edição. 2009. 144 páginas. Preço: R$16,90.

Temos centenas de livros à pronta-entrega, consulte via whats 41 99745-5294. Também temos loja virtual, se interessar:
– Instagram (catálogo com livros e discos): www.instagram.com/sebinhofatoagenda
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– Blogue de vagas de emprego: www.fatoagenda.com.br 


ESCRITOR VALÊNCIO XAVIER SERÁ TEMA DE DEBATES NESTA SEMANA

Evento extra do projeto Leituras Urbanas debate o livro “O Mez da Grippe” do escritor Valêncio Xavier; mediação será feita pelo ator, produtor e contador de histórias Cristiano Nagel

Encontros gratuitos incentivam a escrita e estimulam o gosto pela leitura

O projeto cultural “Leituras Urbanas: Literatura nas Ruas da Cidadania” – que desde novembro do ano passado se dedica a incentivar a escrita e o hábito da leitura no país de maneira virtual – acaba de ganhar mais uma atividade extra.

Trata-se de um Ciclo de Leituras em que será debatido o livro “O Mez da Grippe” do escritor Valêncio Xavier. Serão cinco encontros que começam hoje (dia 24) e vão até o dia 28 de maio, sempre às 19h. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através deste link. A mediação será feita pelo ator, produtor e contador de histórias Cristiano Nagel.

Para participar, não é necessário leitura prévia e nem qualquer conhecimento anterior sobre o autor ou a obra. Basta gostar de livros, leitura e histórias. Quem desejar receber um certificado da organização precisa ter frequência mínima de 75% nos encontros.

Enredo
Publicado numa brochura em 1981, “O Mez da Grippe” é uma novela que tem, a princípio, o objetivo de narrar o período em que ocorreu o surto da gripe espanhola em Curitiba – do final de outubro ao início de dezembro de 1918; época em que também se desenrolava o fim da Primeira Guerra Mundial.

Parte do enredo é formado por uma mescla entre recortes de jornais, fotografias, depoimentos de sobreviventes, anúncios, quadras eróticas, colagem, deslocamentos temporais, absurdo, ironia, comicidade. Tudo escrito pela mão firme de Valêncio Xavier que, como poucos, alcançou excelência no tratamento da fragmentação.

Sua obra depura e atualiza o Nouveau Roman [movimento literário francês dos anos 1950 que diverge dos gêneros literários clássicos] e o coloca ao lado de escritores consagrados como Osman Lins, Julio Cortázar e outros.

Perfil
Valêncio Xavier nasceu em São Paulo, em 1933. Foi colaborador dos jornais Gazeta do Povo e Folha de S. Paulo. Também trabalhou na realização de filmes, vídeos e programas de televisão.

O livro “O Mez da Grippe” ganhou o Prêmio Jabuti de melhor produção editorial em 1999. O autor morreu em dezembro de 2008 por complicações de pneumonia.

O projeto “Leituras Urbanas: Literatura nas Ruas da Cidadania” foi viabilizado pelo Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba com auxílio da UNINTER e Instituto Joanir Zonta.

Serviço
O que: Ciclo de Leitura para debater a obra “O Mez da Grippe” do escritor Valêncio Xavier, com mediação de Cristiano Nagel.
Quando: Dias 24, 25, 26, 27 e 28 de maio, às 19h.
Quanto: As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site https://urbanasleituras.wixsite.com/leiturasurbanas/ciclos-de-leitura-on-line

Crédito das fotos e arte. Divulgação. Relacionamento com a imprensa
www.urbanasleituras.wixsite.com/leiturasurbanas
Mem & Mem Comunicação

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Marlise Groth Mem – 41.99908-0511. E-mail: marliseassessoria@gmail.com
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EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA REVELA O TRABALHO DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE CONTRA A COVID-19 EM UTI`S DE CURITIBA

O primeiro hospital de Curitiba, a Santa Casa de Misericórdia, comemora 141 anos com uma exposição mostrando a rotina dos profissionais na linha de frente

Em homenagem ao aniversário de 141 anos, o hospital Santa Casa de Misericórdia de Curitiba lança exposição física e virtual “Vivendo a pandemia no ambiente hospitalar”. A exposição fotográfica é uma iniciativa do Museu da História da Medicina do Paraná. As fotos estão instaladas nas áreas comuns do prédio histórico da Santa Casa, como corredores e nos jardins. De forma virtual, elas poderão ser acessadas pelo site www.exposicaovivendoapandemia.com.br

Devido a pandemia mundial de Covid-19, desde março de 2020 o museu realiza apenas atividades internas. O local faz parte do Espaço Cultural da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba. Segundo o curador do Museu da História da Medicina do Paraná, Fábio André Chedid, a exposição virtual é uma forma de aproximar os visitantes e o museu. “Estes registros também eternizam, do ponto de vista histórico, a perpetuação da função misericordiosa e protetora do Hospital Santa Casa de Curitiba”, disse Fábio.

A proposta é que, no futuro, o museu possa receber os visitantes externos. Por questões de segurança, em razão do último Decreto n.º 890/2021 da Prefeitura de Curitiba, apenas os pacientes e visitantes de pessoas internadas poderão ter acesso ao museu e à exposição, instalada nas alas comuns do prédio histórico. Vale destacar que o hospital foi completamente adaptado ao período de quarentena. A Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba se tornou a maior instituição filantrópica do Paraná em atendimento a pacientes com COVID-19.

Em 2020, a Santa Casa reabriu o Instituto de Medicina do Paraná e o transformou em hospital de campanha, com 110 leitos dedicados ao atendimento de pacientes com COVID-19 do SUS. Ao todo, foram disponibilizados 70 leitos exclusivos de UTI’s. Mais de 1.500 vidas já foram salvas pela Santa Casa de vítimas de COVID-19. O trabalho destes profissionais na linha de frente foi registrado pelos fotógrafos Eduardo Kimmel e Guilherme Bressan.

A exposição revela dois ambientes distintos do hospital: as zonas quentes (como são chamadas as UTI’s) e as zonas frias (fora das UTI’s, com menor circulação do vírus). Segundo Guilherme, um dos fotógrafos da exposição, foram feitos registros fotográficos e também audiovisuais. A dupla conheceu o trabalho intenso da equipe médica. “A Santa Casa foi pioneira no registro histórico deste momento”, afirma Guilherme.

Cerca de 40 fotos e material audiovisual estão disponíveis no site. O lançamento da exposição também faz parte da 19° Semana de Museus, evento nacional promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus. A exposição é a 1ª fase de um projeto viabilizado por doações de imposto de renda, por meio da Lei de Incentivo a Cultura. As doações são fundamentais para a criação de novas exposições com alta tecnologia como realidade virtual, projeções mapeadas e interações com equipamentos hospitalares pelos visitantes.

Sobre o Hospital Santa Casa de Curitiba
O Hospital de Caridade da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia foi o primeiro hospital de Curitiba e o segundo do Paraná. Com 141 anos, o hospital é voltado para o tratamento humanizado a pacientes e familiares. É considerado uma referência em especialidades médicas de média e alta complexidade. A Santa Casa é uma instituição filantrópica que conta com importantes apoiadores para manter os atendimentos médicos na Capital.

Serviço:
Exposição ‘Vivendo a Pandemia no Ambiente Hospitalar’
Data: 22 de maio até 31 de dezembro de 2021.
Local: www.exposicaovivendoapandemia.com.br
A exposição segue apenas assistida pelos públicos internos, respeitando o atual decreto da SMS (n.º 890/2021). Caso ocorra uma mudança de bandeira, que permita maior circulação de pessoas, será possível abrir a exposição para a entrada do grande público, que precisará agendar a visita pelo número (41) 3320-3502 e e-mail museu@santacasadecuritiba.com.br


CINEURGE DEBATE: CINEMA X MORAL

Neste sábado, 15 de maio, às 19h, o Festival Itinerante CineUrge recebe em seu perfil do instagram (@festivalcineurge). O jornalista e terapeuta (com especialização em psicologia e diversidade sexual) Flávio Jayme para um breve debate sobre o tema: Cinema x Moral.

A conversa tem como ponto de partida o Código Hays (1930 a 1968) instrumento de censura de conteúdo do cinema norte-americano, que deixou seus rastros na produção cinematográfica mundial. Perpassando a censura e o desenvolvimento de um cinema possível para temáticas diversas, até a atualidade com novos movimentos de regulação no audiovisual do Brasil e do mundo.

Mediação de Edson Godinho, artista visual e diretor geral do Festival CineUrge.

BATE-PAPO VIRTUAL CINESESC: O QUE É DESALMA?

No sábado dia 22 de maio, às 15h, via plataforma Microsoft Teams, o Sesc de Paranavaí promove mais um Bate-papo Virtual CineSesc. Desta vez o foco do debate é a produção audiovisual brasileira Desalma (2020).

O seriado brasileiro Desalma, original de Ana Paula Maia, apresenta ao televidente a fictícia cidade de Brígida, colônia ucraniana, que volta comemorar Ivana-Kupala após 30 anos da festividade ter sido banida da localidade.

Aclamado no Festival de Berlim, o seriado faz parte de uma nova safra de obras audiovisuais brasileiras que tem como foco os gêneros drama, fantasia, fantástico e sobrenatural.

Mediador: Edson Godinho, Técnico de Atividades do Sesc Paranavaí e Artista Visual.

Serão aceitas inscrições até no máximo 3 dias antes do evento.

Serviço:
– Bate-papo Virtual CineSesc: O que é Desalma?
– Data e horário: 22 de maio das 15h às 17h;
– Local: Plataforma Microsoft Teams;
– Valor: Gratuito;
– Classificação indicativa 16 anos.
Clique e aqui e faça sua inscrição, neste link:  www.sescpr.com.br/atividade/o-que-e-desalma-22-05-2021-1500/