ARTISTAS VISUAIS REÚNEM 8 ANOS DE TRABALHO EM LIVRO DIGITAL

Três artistas brasileiras produzem livro e exposição digital com obras audiodescritas. Em seus trabalhos, elas abordam com diferentes técnicas temas como memória, identidade e vazio. Lançamento da publicação acontecerá no YouTube.

Acontece no dia 23 de junho, às 19h30, o lançamento do livro digital Lugar InComum. A publicação reúne obras das artistas Érica Kaminishi, Julia Ishida e Sandra Hiromoto. Em seus trabalhos, as artistas visuais abordam temas como paisagem, memória, identidade e vazio com o uso de diferentes técnicas.

O livro apresenta o trabalho de cada artista em retrospectiva, com produções feitas entre 2013 e 2021. A curadoria e o texto de apresentação são de Rosemeire Odahara Graça e o prefácio é de Denise Bandeira, professoras da Universidade Estadual do Paraná (Unespar). A edição será bilíngue e contará com audiodescrição para todas as obras.

O título alude a uma exposição de mesmo nome realizada em 2013, no Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC/PR). “É uma brincadeira, um jogo de palavras. As três artistas trabalham com produções bem diferentes, mas, no fundo, possuem pontos em comum”, reflete Érica Kaminishi.

Uma história “incomum”
As trajetórias das três artistas se cruzaram pela primeira vez durante a exposição e o lançamento do livro “Wakane: a arte visual nipo-brasileira no Paraná”, de Rosemeire Odahara Graça, em 2003. Dez anos se passaram até que suas obras fossem reunidas na exposição Lugar InComum no MAC/PR, em 2013, que foi seguida pela exibição “Olhar InComum: Japão Revisitado”, no Museu Oscar Niemeyer, em 2016.

A ascendência japonesa está entre os pontos em comum na história das três profissionais. Porém, as diferenças residem nos processos e técnicas usadas por cada uma. Julia Ishida, por exemplo, produz desenhos e pinturas a partir de fotografias. “Nestes dois últimos dois anos tenho me dedicado quase que exclusivamente ao desenho. São desenhos com muito espaço: chamo de vazio, um vazio onde o branco acaba sendo cheio, pois é um branco chapado, duro que impede você de entrar além do que o desenho permite”, comenta Julia Ishida.

Já Érica Kaminishi trabalha com diversos materiais para criar mapas e outros elementos visuais. “Utilizo Fernando Pessoa para falar da minha língua materna, o português, e alguns elementos da cultura tradicional japonesa: as nuvens, que são uma referência da pintura mais tradicional, e as cores dourado e prata, que são muito fortes no barroco japonês”, conta a artista.

Sandra Hiromoto, por sua vez, incorpora técnicas como estêncil e grafite em seus trabalhos. Suas obras estão expostas nos mais diversos espaços: de museus a muros de escola. “Em minhas obras procuro atingir o espectador com mensagens diretas, camadas de letras, muitas cores e suportes em locais acessíveis. Gosto de me aproximar e dialogar com o maior número possível de pessoas”, explica.

A ideia inicial era fazer um livro impresso e uma exposição presencial. Com a pandemia, o livro será digital e contará com a exposição Lugar InComum — Virtualidades, além do evento de lançamento que será transmitido pelo canal do YouTube do projeto. “Esse bate-papo e o livro estão inseridos numa nova realidade. É um lugar incomum, né? A gente está aprendendo a fazer artes visuais para esse novo espaço”, reconhece Rosemeire Odahara.

Serviço
O quê: Live de lançamento do livro digital Lugar InComum.
Quando: dia 23/06, às 19h30
Onde: No canal do YouTube Lugar InComum art
Link de acesso: www.youtube.com/watch?v=w8dUp3IKppM

ESCRITOR VALÊNCIO XAVIER SERÁ TEMA DE DEBATES NESTA SEMANA

Evento extra do projeto Leituras Urbanas debate o livro “O Mez da Grippe” do escritor Valêncio Xavier; mediação será feita pelo ator, produtor e contador de histórias Cristiano Nagel

Encontros gratuitos incentivam a escrita e estimulam o gosto pela leitura

O projeto cultural “Leituras Urbanas: Literatura nas Ruas da Cidadania” – que desde novembro do ano passado se dedica a incentivar a escrita e o hábito da leitura no país de maneira virtual – acaba de ganhar mais uma atividade extra.

Trata-se de um Ciclo de Leituras em que será debatido o livro “O Mez da Grippe” do escritor Valêncio Xavier. Serão cinco encontros que começam hoje (dia 24) e vão até o dia 28 de maio, sempre às 19h. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através deste link. A mediação será feita pelo ator, produtor e contador de histórias Cristiano Nagel.

Para participar, não é necessário leitura prévia e nem qualquer conhecimento anterior sobre o autor ou a obra. Basta gostar de livros, leitura e histórias. Quem desejar receber um certificado da organização precisa ter frequência mínima de 75% nos encontros.

Enredo
Publicado numa brochura em 1981, “O Mez da Grippe” é uma novela que tem, a princípio, o objetivo de narrar o período em que ocorreu o surto da gripe espanhola em Curitiba – do final de outubro ao início de dezembro de 1918; época em que também se desenrolava o fim da Primeira Guerra Mundial.

Parte do enredo é formado por uma mescla entre recortes de jornais, fotografias, depoimentos de sobreviventes, anúncios, quadras eróticas, colagem, deslocamentos temporais, absurdo, ironia, comicidade. Tudo escrito pela mão firme de Valêncio Xavier que, como poucos, alcançou excelência no tratamento da fragmentação.

Sua obra depura e atualiza o Nouveau Roman [movimento literário francês dos anos 1950 que diverge dos gêneros literários clássicos] e o coloca ao lado de escritores consagrados como Osman Lins, Julio Cortázar e outros.

Perfil
Valêncio Xavier nasceu em São Paulo, em 1933. Foi colaborador dos jornais Gazeta do Povo e Folha de S. Paulo. Também trabalhou na realização de filmes, vídeos e programas de televisão.

O livro “O Mez da Grippe” ganhou o Prêmio Jabuti de melhor produção editorial em 1999. O autor morreu em dezembro de 2008 por complicações de pneumonia.

O projeto “Leituras Urbanas: Literatura nas Ruas da Cidadania” foi viabilizado pelo Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal de Curitiba com auxílio da UNINTER e Instituto Joanir Zonta.

Serviço
O que: Ciclo de Leitura para debater a obra “O Mez da Grippe” do escritor Valêncio Xavier, com mediação de Cristiano Nagel.
Quando: Dias 24, 25, 26, 27 e 28 de maio, às 19h.
Quanto: As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site https://urbanasleituras.wixsite.com/leiturasurbanas/ciclos-de-leitura-on-line

Crédito das fotos e arte. Divulgação. Relacionamento com a imprensa
www.urbanasleituras.wixsite.com/leiturasurbanas
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INSPIRADA EM POETISAS LATINO-AMERICANAS, MAÍRA LOUR APRESENTA LEITURA DRAMÁTICA AUDIOVISUAL “INSENSATEZ”

Ailén Scandurra. Foto: Eli Firmeza.

Inspirada em poetisas latino-americanas, Maíra Lour apresenta leitura dramática audiovisual “Insensatez”

Com estreia online e gratuita às 20h do dia 26 de maio, Maíra Lour e Ailén Scandurra interpretam o texto concebido a partir de pesquisas sobre as obras de Ana Cristina César e Alejandra Pizarnik

A leitura dramática em formato audiovisual “Insensatez”, novo projeto autoral de Maíra Lour em parceria com a Flutua Produções, estreia dia 26 de maio (quarta-feira), às 20h, via Youtube. Os ingressos são gratuitos, basta se cadastrar via Sympla para receber o link: sympla.com.br/flutuaproducoes

Maíra Lour, que assina o texto e a direção do espetáculo, contracena com a atriz Ailén Scandurra. A obra é fruto de uma residência artística realizada pelo Programa Iberescena em Buenos Aires no ano de 2017 — quando Maíra investigou a vida e a obra das poetisas Ana Cristina César e Alejandra Pizarnik — e dialoga com questões de vida e morte e a fragilidade do corpo.

Ao misturar leitura dramática e audiovisual, Maíra aposta no texto como criador de imagens, e na intensidade que suas palavras imprimem no espectador somadas à versatilidade de cenas que o audiovisual proporciona. A empreitada foi totalmente pensada, organizada e pré-produzida de forma remota e online, e então gravada seguindo todos os protocolos de saúde exigidos pelas autoridades sanitárias.

Mesmo com o desejo de retornar o quanto antes às salas de ensaio e aos teatros, Maíra vê com otimismo o alcance online que a obra passa a ter dentro dessa realidade: “A leitura online pode atravessar fronteiras com bastante facilidade e encontrar diferentes públicos. Vejo um futuro virtual promissor para essa obra e também idealizo a montagem cênica do texto”, completa a artista.

Como parte do projeto, Maíra também realizou a Oficina “Corpo-Poesia” gratuita e online para 15 pessoas, dentre estudantes das artes cênicas, artistas de teatro, dança e dramaturgos(as), nos dias 04 e 05 de maio. O projeto conta com o incentivo da Lei Aldir Blanc via Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo, e realização da Flutua Produções.

Sobre Maíra Lour
Maíra Lour é diretora teatral, dramaturga e arte educadora. Diretora da Súbita Companhia de Teatro, colaboradora e orientadora do núcleo IMP de pesquisa em dança – Investigação do Movimento Particular e idealizadora do Plataforma – Espaço de Investigação Artística. Artista profundamente interessada pela intersecção entre teatro, dança e literatura. Dedica-se à pesquisa de autoras mulheres latino-americanas; mulheres diretoras de teatro, procedimentos de direção cênica; dramaturgia contemporânea; estudos do corpo dramático-poético e modos colaborativos de criação e produção.

Ailén Scandurra e Maíra Lour. Foto: Eli Firmeza.

SERVIÇO
Estreia online e gratuita da leitura dramática INSENSATEZ
Online via Youtube
Data estreia: 26 de maio (quarta-feira), às 20h
Inscreva-se gratuitamente para receber o link da estreia e ser lembrado: www.sympla.com.br/flutuaproducoes

FICHA TÉCNICA
Direção e dramaturgia: Maíra Lour
Elenco: Ailén Scandurra e Maíra Lour
Assistente de direção: Dafne Viola
Direção de produção: Gilmar Kaminski
Assistente de produção: Luana Camargo
Direção de fotografia e pós-produção: Eli Firmeza
Som direto, desenho de som e trilha sonora: Álvaro Antonio
Direção de arte: Guenia Lemos
Assistente de direção de arte: Vilson Kurz
Iluminação: Lucri Reggiani
Técnica de montagem de iluminação: Taynara Siqueira
Figurinos: Isbella Brasileiro
Projeto gráfico: Pablito Kucarz
Comunicação: Luísa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte
Realização: Flutua Produções
Apoio: Pé no Palco, Alfaiataria e Padaria América

Projeto realizado com recursos da Lei Aldir Blanc através do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo.

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA REVELA O TRABALHO DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE CONTRA A COVID-19 EM UTI`S DE CURITIBA

O primeiro hospital de Curitiba, a Santa Casa de Misericórdia, comemora 141 anos com uma exposição mostrando a rotina dos profissionais na linha de frente

Em homenagem ao aniversário de 141 anos, o hospital Santa Casa de Misericórdia de Curitiba lança exposição física e virtual “Vivendo a pandemia no ambiente hospitalar”. A exposição fotográfica é uma iniciativa do Museu da História da Medicina do Paraná. As fotos estão instaladas nas áreas comuns do prédio histórico da Santa Casa, como corredores e nos jardins. De forma virtual, elas poderão ser acessadas pelo site www.exposicaovivendoapandemia.com.br

Devido a pandemia mundial de Covid-19, desde março de 2020 o museu realiza apenas atividades internas. O local faz parte do Espaço Cultural da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba. Segundo o curador do Museu da História da Medicina do Paraná, Fábio André Chedid, a exposição virtual é uma forma de aproximar os visitantes e o museu. “Estes registros também eternizam, do ponto de vista histórico, a perpetuação da função misericordiosa e protetora do Hospital Santa Casa de Curitiba”, disse Fábio.

A proposta é que, no futuro, o museu possa receber os visitantes externos. Por questões de segurança, em razão do último Decreto n.º 890/2021 da Prefeitura de Curitiba, apenas os pacientes e visitantes de pessoas internadas poderão ter acesso ao museu e à exposição, instalada nas alas comuns do prédio histórico. Vale destacar que o hospital foi completamente adaptado ao período de quarentena. A Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba se tornou a maior instituição filantrópica do Paraná em atendimento a pacientes com COVID-19.

Em 2020, a Santa Casa reabriu o Instituto de Medicina do Paraná e o transformou em hospital de campanha, com 110 leitos dedicados ao atendimento de pacientes com COVID-19 do SUS. Ao todo, foram disponibilizados 70 leitos exclusivos de UTI’s. Mais de 1.500 vidas já foram salvas pela Santa Casa de vítimas de COVID-19. O trabalho destes profissionais na linha de frente foi registrado pelos fotógrafos Eduardo Kimmel e Guilherme Bressan.

A exposição revela dois ambientes distintos do hospital: as zonas quentes (como são chamadas as UTI’s) e as zonas frias (fora das UTI’s, com menor circulação do vírus). Segundo Guilherme, um dos fotógrafos da exposição, foram feitos registros fotográficos e também audiovisuais. A dupla conheceu o trabalho intenso da equipe médica. “A Santa Casa foi pioneira no registro histórico deste momento”, afirma Guilherme.

Cerca de 40 fotos e material audiovisual estão disponíveis no site. O lançamento da exposição também faz parte da 19° Semana de Museus, evento nacional promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus. A exposição é a 1ª fase de um projeto viabilizado por doações de imposto de renda, por meio da Lei de Incentivo a Cultura. As doações são fundamentais para a criação de novas exposições com alta tecnologia como realidade virtual, projeções mapeadas e interações com equipamentos hospitalares pelos visitantes.

Sobre o Hospital Santa Casa de Curitiba
O Hospital de Caridade da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia foi o primeiro hospital de Curitiba e o segundo do Paraná. Com 141 anos, o hospital é voltado para o tratamento humanizado a pacientes e familiares. É considerado uma referência em especialidades médicas de média e alta complexidade. A Santa Casa é uma instituição filantrópica que conta com importantes apoiadores para manter os atendimentos médicos na Capital.

Serviço:
Exposição ‘Vivendo a Pandemia no Ambiente Hospitalar’
Data: 22 de maio até 31 de dezembro de 2021.
Local: www.exposicaovivendoapandemia.com.br
A exposição segue apenas assistida pelos públicos internos, respeitando o atual decreto da SMS (n.º 890/2021). Caso ocorra uma mudança de bandeira, que permita maior circulação de pessoas, será possível abrir a exposição para a entrada do grande público, que precisará agendar a visita pelo número (41) 3320-3502 e e-mail museu@santacasadecuritiba.com.br


CINEURGE DEBATE: CINEMA X MORAL

Neste sábado, 15 de maio, às 19h, o Festival Itinerante CineUrge recebe em seu perfil do instagram (@festivalcineurge). O jornalista e terapeuta (com especialização em psicologia e diversidade sexual) Flávio Jayme para um breve debate sobre o tema: Cinema x Moral.

A conversa tem como ponto de partida o Código Hays (1930 a 1968) instrumento de censura de conteúdo do cinema norte-americano, que deixou seus rastros na produção cinematográfica mundial. Perpassando a censura e o desenvolvimento de um cinema possível para temáticas diversas, até a atualidade com novos movimentos de regulação no audiovisual do Brasil e do mundo.

Mediação de Edson Godinho, artista visual e diretor geral do Festival CineUrge.

BATE-PAPO VIRTUAL CINESESC: O QUE É DESALMA?

No sábado dia 22 de maio, às 15h, via plataforma Microsoft Teams, o Sesc de Paranavaí promove mais um Bate-papo Virtual CineSesc. Desta vez o foco do debate é a produção audiovisual brasileira Desalma (2020).

O seriado brasileiro Desalma, original de Ana Paula Maia, apresenta ao televidente a fictícia cidade de Brígida, colônia ucraniana, que volta comemorar Ivana-Kupala após 30 anos da festividade ter sido banida da localidade.

Aclamado no Festival de Berlim, o seriado faz parte de uma nova safra de obras audiovisuais brasileiras que tem como foco os gêneros drama, fantasia, fantástico e sobrenatural.

Mediador: Edson Godinho, Técnico de Atividades do Sesc Paranavaí e Artista Visual.

Serão aceitas inscrições até no máximo 3 dias antes do evento.

Serviço:
– Bate-papo Virtual CineSesc: O que é Desalma?
– Data e horário: 22 de maio das 15h às 17h;
– Local: Plataforma Microsoft Teams;
– Valor: Gratuito;
– Classificação indicativa 16 anos.
Clique e aqui e faça sua inscrição, neste link:  www.sescpr.com.br/atividade/o-que-e-desalma-22-05-2021-1500/

“INTENSIVÃO” GRATUITO PARA VESTIBULAR DA UFPR / PROJETO OFERTA PREPARATÓRIO ON-LINE ATÉ JULHO

“Alô, vestibulandos/as, se liguem na oportunidade:

O Pré-vestibular comunitário UFPR está com um curso intensivo de revisão aberto até julho! Tudo online e GRATUITO! 

As aulas acontecem de segunda a quinta-feira, das 19h30 às 21h, pelo Google Meet. A transmissão tem tradução em Língua Brasileira de Sinais (Libras). Não é necessário inscrição para assistir! O link das aulas é divulgado todos os dias no perfil do cursinho.

O link é divulgado todos os dias na página do cursinho no Facebook, aqui. As aulas gravadas também ficam disponíveis no canal do Prevec no Youtube, aqui.

Confira todos os detalhes, neste link

fonte: UFPR

SEMINÁRIO ON-LINE E GRATUITO REÚNE PESQUISAS BRASILEIRAS EM COMUNICAÇÃO

Especialistas renomados da área participam da abertura do seminário que acontece dia 06

Nesta quinta-feira (06) a partir das 14h30, começa o Seminário de Dissertações 2021 dos mestrandos em Comunicação da Universidade Federal do Paraná (UFPR). As pesquisas, com início em 2020, serão apresentadas às quintas-feiras no mesmo horário até junho.

O evento, que conta com transmissão livre e gratuita pela página do facebook do Programa de Pós-Graduação da UFPR, terá a abertura dos professores e pesquisadores Denise Witzel e André Azevedo. A primeira palestra é da doutora em Linguística e Língua Portuguesa pela FCL/Unesp, Denise Witzel. Ela vai abordar o “Método Arqueológico de Análise Discursiva”.

A segunda palestra é do professor adjunto de Centro de Educação, Comunicação e Artes (CECA) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), André Azevedo. Ele trata do tema “Pesquisa em Comunicação: das armadilhas do autoengano à busca pela relevância”.

Para participar do evento basta acessar o link: https://www.facebook.com/PPGComUFPR

SEMINÁRIO DE DISSERTAÇÕES 2021 UFPR
Quando: 06/05 até 24/06
Horário: a partir das 14h30 no primeiro dia e 14h nos próximos dias
Entrada: gratuita
Link de acesso: https://www.facebook.com/PPGComUFPR

BATE-PAPO VIRTUAL CINE SESC: A MOVIDA MADRILEÑA E PEDRO ALMODÓVAR

O espanhol Pedro Almodóvar é sem dúvidas um dos maiores nomes do cinema mundial vivo. O diretor aos 71 anos de idade continua a todo vapor, em 2021 está trabalhando em sua nova produção cinematográfica: Madres Paralelas. A história retrata duas mulheres que dão a luz no mesmo dia, o longa metragem acompanha a rotina dessas duas mães durante os anos em que seus filhos crescem. O lançamento previsto para o ano de 2022 tem Penélope Cruz no papel protagônico, e também traz nomes renomados mundialmente como: Julieta Serrano e Rossy de Palma.

Em 2020 Almodóvar foi um dos primeiros diretores a rodar e lançar um material em meio à pandemia. O curta metragem The Human Voice, sua primeira direção na língua inglesa, protagonizado por Tilda Swinton.

Pedro Almodóvar tem uma vasta cinebiografia como diretor e roteirista com cerca de 14 curtas metragens e 22 longas metragens. Também é dono da Produtora Cinematográfica El Deseo, que produz seus filmes e uma série de outras grandes produções em âmbito mundial.

Em sua larga carreira cinematográfica ganhou 2 Oscars, 2 Globos de Ouro, 4 BAFTA e 4 premiações em Cannes.

“Porém antes de todo esse caminho de sucesso Pedro Álmodovar foi um jovem revolucionário na Espanha dos anos 80. Um dos integrantes mais expressivos do movimento transgressor: La Movida Madrileña. E é sobre este tema que iremos falar em nosso primeiro encontro sobre o diretor espanhol no dia 17 de abril às 15h no Bate-papo Virtual CineSesc: Pedro Almodóvar e a Movida Madrileña, via a plataforma Microsoft Teams”. (Edson Godinho, Técnico de Atividades Sesc Paranavaí)

Nas semanas sequentes no dia 24 de abril e 1º de maio iremos destrinchar sua cinebiografia em duas partes. Os eventos são gratuitos e promovidos pelo Sesc de Paranavaí, mas podem ser acessados por todos os lugares do estado e do país. As inscrições devem ser efetuadas via site do Sesc Paraná, até 3 dias antes da realização de cada evento e a classificação indicativa de todos os bate-papos é 18 anos.

Abaixo links para as inscrições dos eventos por data:

A Movida Madrileña e Pedro Almodóvar (17/04)
www.sescpr.com.br/atividade/a-movida-madrilena-e-pedro-almodovar-17-04-2021-1500/

O Cinema de Pedro Almodóvar – Parte 1 (24/04)
www.sescpr.com.br/atividade/o-cinema-de-pedro-almodovar-parte-1-24-04-2021-1500/

O Cinema de Pedro Almodóvar – Parte 2 (01/05)
www.sescpr.com.br/atividade/o-cinema-de-pedro-almodovar-parte-2-01-05-2021-1500/

Mais informações:
SAC Sesc Paranavaí (44) 3474-8500

PÉ NO PALCO ENCENA TEXTOS CLÁSSICOS EM AMBIENTE VIRTUAL

Em abril, tradicional escola de teatro de Curitiba apresenta “A Morte de Ivan Ilitch” e “A Revolução das Mulheres”.

A montagem virtual de dois textos históricos, “A Morte de Ivan Ilitch”, de León Tolstói, e “A Revolução das Mulheres”, de Aristófanes – é nova empreitada de artistas pesquisadores e residentes da Escola de Teatro Pé no Palco, que tem sede física em Curitiba e mais de 25 anos de existência. O grupo desafia os limites impostos pelo distanciamento social no fazer teatral e trabalha na construção e na pesquisa das possibilidades criativas no “mundo cibernético”.

As montagens, realizadas com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, deram um respiro para a equipe artística envolvida, que desde o início da pandemia está impulsionada a quebrar paradigmas do teatro, desbravar novos conceitos sobre a presença, o lugar da atriz e do ator e a recepção no teatro multimídia, além de estudar possibilidades do ensino do teatro na modalidade virtual.

É realmente desafiador entender como o teatro pode se adaptar ao virtual e alcançar um teor artístico que magnetize a plateia. E que sim, se configure como uma obra de arte. O intuito, neste momento, é proporcionar experiências artísticas significativas para quem quiser dar “uma chance” para experiências virtuais cênicas.

As duas peças contam com a participação de Fátima Ortiz, que em 2021 comemora seus 50 anos de carreira. A atriz e diretora teatral, muito conhecida por seus escritos e práticas dentro do teatro para crianças, é também a fundadora do Pé no Palco.

“A Morte de Ivan Iltich” é uma realização do ator Pedro Bonacin, em comemoração aos seus 20 anos de dedicação ao teatro. Na peça, o ator divide cena com ErtaAle (Alexandre Bonin) e Fátima Ortiz. Baseado na novela de León Tolstói, publicada em 1886, a história retrata com aguda profundidade o tema da morte e o sentido da vida. O acontecimento conta com trilha sonora de Saulo Soul em parceira com Gustavo Arthury, figurinos de Carmen Rodriguez e olhar cenográfico de Ricardo Albertti. A direção é de Fátima Ortiz e interlocução de direção e trabalho de corpo são de Vanessa Corina.

“A Revolução das Mulheres”, com direção de Vanessa Corina e parceria da Sim Companhia de Teatro, é uma adaptação das obras “A Greve do Sexo” e “A Revolução das Mulheres”, de Aristófanes, importante autor do teatro grego, considerado o maior representante da comédia antiga. Discutindo temas recentes pertinentes ao mundo caótico atual, o elenco leva o público a rir e talvez a chorar em reflexões irônicas sobre a condição da mulher na atualidade.

No espetáculo, oito mulheres se reúnem por meio de uma videoconferência para ocupar Atena. No elenco, Jordana Botelho, Alini Maria, Fabiene, Talyssa Mendes, Bruna Felizari, Aline Navarro, João Merlin, ErtaAle, Pedro Bonacin e Fátima Ortiz. Na direção de produção dos espetáculos está Giselle Lima, uma das dirigentes da escola.

Ambos os espetáculos têm entrada franca. Além disso, como contrapartida, o grupo oferece oficinas gratuitas que utilizam a metodologia dos cursos livres de teatro, coordenados por ErtaAle e Vanessa Corina. Para participar, é só entrar em contato direto com a escola por meio das redes sociais (Instagram ou Facebook). As vagas são limitadas.

Importante ressaltar que estes projetos se tornaram possíveis por meio dos recursos da Lei Aldir Blanc, e estão sendo vitais para a manutenção do trabalho dos artistas da casa. Entendemos que, em virtude da situação real de pandemia no Brasil, a lei precisa ser prorrogada e os editais precisam ser menos burocratizados, para atingir o maior número possível de artistas e técnicas (os) de teatro. O apoio e consciência da comunidade sobre a realidade dos artistas da cidade é essencial.

ANOTE NA AGENDA:
A MORTE DE IVAN ILITCH
Apresentações ao vivo:
De 8 a 11 de abril (quinta a domingo)
Às 20h, pela plataforma de videoconferência ZOOM.
YOUTUBE:
Dias 12, 14, 19, 20 e 21 de Abril, às 20h, no canal oficial da Pé no Palco no YouTube, aqui

A REVOLUÇÃO DAS MULHERES
De 15 a 25 de abril (quinta a domingo), às 20h, ao vivo no Zoom (é necessário baixar o aplicativo no celular ou no computador).

PARA PARTICIPAR DAS OFICINAS GRATUITAS: Acompanhe o perfil da escola @penopalco no Instagram ou no Facebook. Nossa programação será amplamente divulgada por estes canais.

CRÉDITOS
Cartaz – A Revolução das Mulheres – Bruna Thimoteo
Cartaz – A Morte de Ivan Ilitch – Saulo Soul
Cartaz – Pé no Palco Virtual – Bruna Thimoteo
Release e comunicação – Zime Bagana
Contato para agendar entrevistas- (41)99679-4252 (WhatsApp – Zime Bagana)