DALVA LANÇA VIDEOCLIPE ALGEMAS DO AMOR

Dalva lança videoclipe Algemas do amor. Foto de Aurelio Dominoni.

Com amor e fetiches como pano de fundo, Drag queen Dalva lança seu videoclipe Algemas do Amor no dia 1º de maio em suas plataformas digitais

A drag queen curitibana Dalva, ou Dalvinha Brandão como também é chamada, lança seu segundo videoclipe Algemas do amor em suas plataformas digitais no dia 1 de maio a partir das 22 horas. Mais de um ano depois de seu primeiro videoclipe, Psicopata do amor, sua nova produção audiovisual tem como ponto de partida outra história de amor fracassada.

Vindo uma experiência profissional que começou no teatro, tanto atuando, como escrevendo e dirigindo, Dalva conta que a possibilidade de contar histórias por meio da música foi o que motivou a começar a compor. “Eu escuto muita música que é considerada brega e eu gosto particularmente das que contam histórias trágicas. É maravilhoso quando tem o contraste de uma letra super trágica e um beat que te faz dançar. É esse tipo de coisa que eu gosto de fazer”, conta a artista.

Depois do assassinato narrado em seu primeiro videoclipe, Algemas do amor traz a história de uma relação amorosa obsessiva, que apesar de já ter terminado, continua dominando a vida de alguém. “Muita gente já passou por isso. Aquela pessoa que termina com você, mas continua aparecendo na tua vida, não te deixa seguir em frente. É uma violência, mas às vezes você começa a gostar daquilo, cultivar, não consegue sair”.

O roteiro, escrito por Dalva e pela diretora do vídeo, Carol Winter, reúne imagens do universo do fetiche, e em particular algumas práticas do BDSM. “O BDSM (bondage, dominação submissão e sadomasoquismo) é uma coisa que já fazia parte da minha vida de alguma forma, de leve. Tem muito a ver com prazer e dor. A diferença é que no BDSM você escolhe, tem um acordo. Numa relação dessas, muitas vezes você não tem consciência do que está acontecendo e nem consegue sair”, explica a drag queen.

Apesar da referência, o clipe destoa da imagem clássica que as pessoas têm de BDSM. Juntamente com a diretora de arte Fabi Melatte, e o diretor de moda Aurélio Dominoni, a equipe foi reunindo um universo de imagens coloridas, artificiais e lúdicas, que vão num caminho diferente das esperadas correntes e roupas pretas de couro e látex. “A gente fala também de como essas relações destrutivas às vezes estão escondidas embaixo de uma aparência de tudo-bem, às vezes doçura e gentileza podem doer mais que tapa”.

A produção, assinada por Semy Monastier, foi barata, porém não pouco trabalhosa. Como uma das referências que inspiraram o roteiro – o clipe “Numb”, do U2 – tudo acontece em um único quadro, em que mãos e pés (no caso do ator Diogo Bonito e do DJ Iegor Lima) manipulam o corpo da protagonista. A equipe contou também com assistência de direção de Ricardo Kenji Kumasaka, direção técnica de Fábia Regina e pós-produção de Marta Souza e Germano Strazzi.

A faixa foi produzida por Leonardo Gumiero, e traz uma batida extremamente dançante, que lembra os hits do europop e da house music do início dos anos 2000. “Eu queria esse universo sonoro principalmente porque me lembra uma época em que eu ainda tinha sentimentos. Hoje em dia meu coração é um caco de telha”, lamenta Dalva.

SERVIÇO
Lançamento videoclipe ALGEMAS DO AMOR de Dalva
dia 1º de maio, às 22h
Onde: youtube/dalvinhabrandao

FICHA TÉCNICA
Direção: Carol Winter
Roteiro: Dalvinha Brandão e Carol Winter
Produção: Semy Monastier
Assistência de Direção: Ricardo Kenji Kumasaka
Direção de Arte: Fabi Melatte
Direção Técnica: Fábia Regina
Direção de Moda: Aurélio Dominoni
Edição: Marta Souza
Tratamento de Cor: Germano Strazzi
Atores: Iegor Rainer e Diogo Bonito
Participação especial como Mão Roxa: Fabi Melatte
Figurino e Peruca: Rapha Natel

Agradecimentos: Selvática Ações Artísticas, Psicodrags, Kings Of The Night, Simone Bitencourt, Adriano Sátiro, Well Guitti, Cacá Bordini, Cândida Monte

Produção musical: Leonardo Gumiero
Mídia Social e imprensa: Vi Gabarda

Fotos (divulgação): Aurélio Dominoni

Edição Making of: Ricardo Kenji Kumasaka

Para mais informações, favor entrar em contato.
(41)99854-9506 – Vi Gabarda – assessora de imprensa

 

PÉ NO PALCO ENCENA TEXTOS CLÁSSICOS EM AMBIENTE VIRTUAL

Em abril, tradicional escola de teatro de Curitiba apresenta “A Morte de Ivan Ilitch” e “A Revolução das Mulheres”.

A montagem virtual de dois textos históricos, “A Morte de Ivan Ilitch”, de León Tolstói, e “A Revolução das Mulheres”, de Aristófanes – é nova empreitada de artistas pesquisadores e residentes da Escola de Teatro Pé no Palco, que tem sede física em Curitiba e mais de 25 anos de existência. O grupo desafia os limites impostos pelo distanciamento social no fazer teatral e trabalha na construção e na pesquisa das possibilidades criativas no “mundo cibernético”.

As montagens, realizadas com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, deram um respiro para a equipe artística envolvida, que desde o início da pandemia está impulsionada a quebrar paradigmas do teatro, desbravar novos conceitos sobre a presença, o lugar da atriz e do ator e a recepção no teatro multimídia, além de estudar possibilidades do ensino do teatro na modalidade virtual.

É realmente desafiador entender como o teatro pode se adaptar ao virtual e alcançar um teor artístico que magnetize a plateia. E que sim, se configure como uma obra de arte. O intuito, neste momento, é proporcionar experiências artísticas significativas para quem quiser dar “uma chance” para experiências virtuais cênicas.

As duas peças contam com a participação de Fátima Ortiz, que em 2021 comemora seus 50 anos de carreira. A atriz e diretora teatral, muito conhecida por seus escritos e práticas dentro do teatro para crianças, é também a fundadora do Pé no Palco.

“A Morte de Ivan Iltich” é uma realização do ator Pedro Bonacin, em comemoração aos seus 20 anos de dedicação ao teatro. Na peça, o ator divide cena com ErtaAle (Alexandre Bonin) e Fátima Ortiz. Baseado na novela de León Tolstói, publicada em 1886, a história retrata com aguda profundidade o tema da morte e o sentido da vida. O acontecimento conta com trilha sonora de Saulo Soul em parceira com Gustavo Arthury, figurinos de Carmen Rodriguez e olhar cenográfico de Ricardo Albertti. A direção é de Fátima Ortiz e interlocução de direção e trabalho de corpo são de Vanessa Corina.

“A Revolução das Mulheres”, com direção de Vanessa Corina e parceria da Sim Companhia de Teatro, é uma adaptação das obras “A Greve do Sexo” e “A Revolução das Mulheres”, de Aristófanes, importante autor do teatro grego, considerado o maior representante da comédia antiga. Discutindo temas recentes pertinentes ao mundo caótico atual, o elenco leva o público a rir e talvez a chorar em reflexões irônicas sobre a condição da mulher na atualidade.

No espetáculo, oito mulheres se reúnem por meio de uma videoconferência para ocupar Atena. No elenco, Jordana Botelho, Alini Maria, Fabiene, Talyssa Mendes, Bruna Felizari, Aline Navarro, João Merlin, ErtaAle, Pedro Bonacin e Fátima Ortiz. Na direção de produção dos espetáculos está Giselle Lima, uma das dirigentes da escola.

Ambos os espetáculos têm entrada franca. Além disso, como contrapartida, o grupo oferece oficinas gratuitas que utilizam a metodologia dos cursos livres de teatro, coordenados por ErtaAle e Vanessa Corina. Para participar, é só entrar em contato direto com a escola por meio das redes sociais (Instagram ou Facebook). As vagas são limitadas.

Importante ressaltar que estes projetos se tornaram possíveis por meio dos recursos da Lei Aldir Blanc, e estão sendo vitais para a manutenção do trabalho dos artistas da casa. Entendemos que, em virtude da situação real de pandemia no Brasil, a lei precisa ser prorrogada e os editais precisam ser menos burocratizados, para atingir o maior número possível de artistas e técnicas (os) de teatro. O apoio e consciência da comunidade sobre a realidade dos artistas da cidade é essencial.

ANOTE NA AGENDA:
A MORTE DE IVAN ILITCH
Apresentações ao vivo:
De 8 a 11 de abril (quinta a domingo)
Às 20h, pela plataforma de videoconferência ZOOM.
YOUTUBE:
Dias 12, 14, 19, 20 e 21 de Abril, às 20h, no canal oficial da Pé no Palco no YouTube, aqui

A REVOLUÇÃO DAS MULHERES
De 15 a 25 de abril (quinta a domingo), às 20h, ao vivo no Zoom (é necessário baixar o aplicativo no celular ou no computador).

PARA PARTICIPAR DAS OFICINAS GRATUITAS: Acompanhe o perfil da escola @penopalco no Instagram ou no Facebook. Nossa programação será amplamente divulgada por estes canais.

CRÉDITOS
Cartaz – A Revolução das Mulheres – Bruna Thimoteo
Cartaz – A Morte de Ivan Ilitch – Saulo Soul
Cartaz – Pé no Palco Virtual – Bruna Thimoteo
Release e comunicação – Zime Bagana
Contato para agendar entrevistas- (41)99679-4252 (WhatsApp – Zime Bagana)

CANAL “HISTÓRIAS DA AILÉN” ESTREIA PROGRAMAÇÃO INÉDITA COM CONTAÇÕES DE HISTÓRIAS DE AUTORES CURITIBANOS

Canal “Histórias da Ailén” estreia programação
inédita com contações de histórias de autores curitibanos

O projeto, idealizado pela artista Ailén Roberto, reunirá 10 contações de histórias de livros escritos por autores curitibanos com tradução para libras e bate-papos sobre literatura para crianças.

Já que não podemos sair de casa, que tal viajar pelas histórias de autoras e autores de Curitiba? Esse é o convite do projeto inédito “Curitiba – literatura e histórias”, que acontecerá de 05 a 24 de abril de 2021 através do canal do YouTube Histórias da Ailén. Ao todo, serão publicadas 10 contações de histórias inéditas com tradução para libras e bate-papos online com os autores participantes.

A curadoria dos livros que integram o projeto foi realizada pela atriz e contadora Ailén Roberto a partir do acervo do Coletivo Era Uma Vez, grupo colaborativo de escritores e ilustradores de literatura infantil e juvenil, que produz em Curitiba para leitores de toda parte do mundo. “Eu já tinha uma aproximação com alguns autores do Coletivo Era Uma Vez, mas a partir deste projeto pude conhecer a fundo a produção dos autores e ilustradores contemporâneos de Curitiba que se dedicam com muita seriedade e sensibilidade à literatura para crianças. O projeto tem o objetivo de criar uma ponte entre os autores e os pequenos leitores / espectadores por meio das novas tecnologias”, explica a atriz Ailén Roberto.

As histórias selecionadas apresentam diferentes personagens e paisagens: de leão mandão que só sabe dizer não que surge por meio das rimas da escritora Delma Maria Lucchin no livro “Onde tem ão tem confusão” à delicadeza de uma menina que tenta desvendar os mistérios do amor e do mar no livro “Coração Submarino”, do escritor Lucas Buchile. Diferente do mundo real, a imaginação não tem limites geográficos nem pandêmicos.

Além disso, a programação do projeto “Curitiba – Literatura e histórias” realizará bate-papos com os autores dos livros nos dias 10, 17 e 24 de abril no formato live através do canal Histórias da Ailén. “Essa é uma forma de dialogar com crianças, pais e educadores sobre a produção literária da nossa cidade. ”, considera Ailén Roberto, que também fará a mediação dos encontros.

No dia 26 de março de 2021, o projeto já promoveu uma oficina formativa para os professores da rede municipal de ensino de Curitiba ministrada pelo Prof. Dr. Cleber Fabiano sobre Literatura Moderna Infantil e no dia 09 de abril de 2021 realizará a oficina “Poemagia, Poesia e Infância”, que será ministrada pela Adriana Barretta Almeida ação está também voltada para os professores da rede municipal de ensino.

Ficha Técnica
Direção, atuação e roteiro: Ailén Roberto
Captação e edição de imagens: Daniel Santoro
Tradução para libras: Fluindo Libras (Viviana Rocha)
Produção: Surya Roberto
Designer gráfico: Gabriel Rischbieter
Web designer: Penta Kill
Assessoria de imprensa e redes sociais: Larissa de Lima
Apoio: Coletivo “Era uma vez”
Coordenação Coletivo Era Uma Vez: Josiane Mayr Bibas
Realização: Colorín Colorado Produções Artísticas

Serviço
Curitiba – literatura e histórias
> Contações inéditas e bate-papos com autores curitibanos disponibilizados gratuitamente no canal do YouTube Histórias da Ailén.

Programação Completa | De 05 a 24 de abril de 2021

Contação: Onde tem ão tem confusão
Autora: Delma Maria Lucchin
Quando? 05 de abril às 11h

Contação: À espera do Sol
Autora: Rapha Nunes
Quando? 07 de abril às 11h

Contação: Cheiros
Autora: Celia Cris Silva
Quando? 09 de abril às 11h

Bate-papo: Célia Cris Silva, Ana Rapha Nunes e Delma Maria Lucchin
Mediação: Ailén Roberto
Quando? 10 de abril às 19h

Contação: A coceira de Bartolomeu
Autora: Josiane Mayr Bibas
Quando? 12 de abril às 11h

Contação: Pitico e a Gata Branca
Autora: Rosy Greca
Quando? 14 de abril às 11h

Contação: O ovo do bolo
Autora: Marilza Conceição
Quando? 16 de abril às 11h

Bate-papo: Marilza Conceição, Rosy Greca e Josiane Mayr Bibas
Mediação: Ailén Roberto
Quando? 17 de abril às 19h

Contação: Passarinho às oito e pouco
Autora: Jaqueline Conte
Quando? 19 de abril às 11h

Contação: Coração Submarino
Autora: Lucas Buchile
Quando? 21 de abril às 11h

Contação: Meu amigo Boris
Autora: Veronica Fukuda
Quando? 22 de abril às 11h

Contação: Viagem pelo Jardim
Autora: Álvaro Posselt
Quando? 23 de abril às 11h

Bate-papo: Álvaro Posselt, Veronica Fukuda, Lucas Buchile e Jaqueline Conte
Mediação: Ailén Roberto
Quando? 24 de abril às 18h

Instagram: @historiasdaailen
Facebook: https://www.facebook.com/historiasdaailen
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCAz42sUWVKaC3rpZo97E5-g

Assessora de Imprensa: Larissa de Lima | 41-98510-6389. Crédito fotografia:  Daniel Santoro

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA, DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA E DO MINISTÉRIO DO TURISMO.

TODAS AS INFORMAÇÕES CONSTANTES NESTA OBRA SÃO DE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO AUTOR.

SETE JÁ ESTÁ NAS PLATAFORMAS DIGITAIS. NÃO PERCA AS LIVES NO DIA DA MULHER

SETE. Atriz Geisa Costa. Foto David D’Visant

Conquistas femininas, violência contra a mulher e racismo são os temas que permeiam o espetáculo SETE e serão abordados pela dramaturga Dione Carlos, pela atriz e ativista, Geisa Costa e o diretor musical Harry Crowl ao longo do dia 8 de março. Mediação: Thadeu Peronne, o diretor de SETE.

O espetáculo SETE já está disponível gratuitamente nas plataformas digitais da Fundação Cultural de Curitiba e da Thadeu Peronne Produções, por meio de aprovação no Licenciamento Digital com recursos da Lei Aldir Blanc. SETE traça um paralelo com a violência contra mulheres no Brasil e no mundo.

SETE é uma. SETE são várias. É o grito da mulher que renasce. No palco, os atores Ana Paula Taques, Erica Colognezi, Geisa Costa, Gideão Ferreira e Leonardo Goulart interpretam a história da heroína trágica, da mulher sequestrada, violentada que estabelece uma relação com o médico responsável por não deixar que as pessoas morram em tortura.

A peça é uma denúncia poética que traz para o palco a energia da mulher, um jogo de vozes e harmonias musicais, uma fricção de cores, de sentimentos”, define o diretor Thadeu Peronne.

O texto dramatúrgico foi inspirado na história real da advogada líbia Eman al-Obeidi que invade um hotel e denuncia ter sido estuprada por quinze soldados, durante dois dias seguidos.

Além de assistir ao espetáculo digital, não esqueça, então, das lives no Dia Internacional da Mulher, no Instagram da Thadeu Peronne Produções.

SETE. Atriz Ana Paula Taques. Foto Dvid D’Visant.

SERVIÇO:
PARA ASSISTIR:
– LIVES DO DIA INTERNACIONAL DE MULHER
– ESPETÁCULO SETE, DISPONÍVEL ATÉ 15 DE MARÇO:
Instagram: @thadeu_peronne

Assessoria: Karen Monteiro Comunicação e Tradução
karenmonteiroconteudoetraducao@gmail.com
Celular: 41. 99541-8735

GRUPO OBRAGEM ESTREIA “AS TRAMOIAS DE JOSÉ NA CIDADE LABIRÍNTICA” EM FORMATO ONLINE

As tramoias de José na cidade labiríntica / Eduardo Giacomini. Foto de Elenize Dezgeniski.

O premiado espetáculo já circulou por diversas cidades brasileiras e agora retorna para o repertório da companhia.

Para celebrar os 10 anos de diferentes temporadas e a circulação em mais de 30 cidades brasileiras, no dia 06 de março às 20h o Grupo Obragem de Teatro apresenta o espetáculo “As tramoias de José na cidade labiríntica” em uma versão inédita no formato teatro filmado que será exibido gratuitamente através da plataforma da companhia no Youtube. A fim de compartilhar com a audiência o processo criativo desta premiada obra, a apresentação será seguida de uma conversa com a equipe de criação do trabalho.

“Nós, do Grupo Obragem, estamos muito felizes com essa versão de teatro filmado da peça “As tramoias de José na cidade labiríntica”. A gente estreou essa peça há exatos 10 anos atrás, já apresentamos ela em festivais, mostras e temporadas em Curitiba e me parece que a cada sessão ela se atualiza e propõem novas reflexões sobre o comportamento humano e a sociedade que a gente vive”, ressalta o ator Eduardo Giacomini.

A montagem é um monólogo sobre um homem errante – José, nas ruas de uma grande cidade e sua experiência de reinvenção. O personagem José, interpretado com maestria pelo ator Eduardo Giacomini, reconfigura sua trajetória de vida, combinando ficções por ele arranjadas, aos seus insucessos. Ao refletir sobre momentos importantes de sua vida, como a experiência da perda do amor, do abandono ou sobre os sentimentos de vergonha e impotência, “José” discute situações que caracterizam um homem errante: A FOME; A SOLIDÃO; A INVISIBILIDADE e a PROMISCUIDADE, por exemplo.

A principal ideia da encenação é apresentar o estado de isolamento e desvio da realidade de “José”, por meio de um ambiente vazio e indeterminado. Essa proposta pretende criar identificação com a nossa sociedade e com os sentimentos de vazio e inadequação de muitas pessoas.

Além disso, no dia 08 de março às 9h será realizada uma oficina online sobre dramaturgia com Olga Nenevê, autora e diretora da peça. A ação formativa é gratuita e aberta à comunidade. Os interessados podem se inscrever pelo e-mail obragem@grupoobragemdeteatro.com.br enviando uma mini bio até o dia XX de março.

Trajetória da obra e ficha técnica

“As tramoias de José na cidade labiríntica” estreou em maio de 2011, na cidade de Curitiba, no Espaço do Grupo Obragem. A obra já fez inúmeras temporadas e circulou em mais de 30 cidades brasileiras. Ganhou Troféu Gralha Azul – Prêmio Melhores do Paraná 2012 – na categoria TEXTO ORIGINAL e ILUMINAÇÃO, além das indicações para CENÁRIO e SONOPLASTIA. Integrou importantes eventos culturais, tais como:

– Participou da Circulação SESI-PR 2014 – 1º e 2º semestre. Participou do FILO 2014;
– Participou da Semana Literária 2014 e 2015 da FCC e Secretaria de Educação do Paraná;
– Realizou apresentações para público das Regionais de Curitiba – Edital Difusão 2015;
– Participou do Projeto MOVE – solos de teatro e dança promovido pelo Grupo Obragem – 2015;
– Ganhou o Prêmio Arte Paraná da SEEC-PR em 2016.

Ficha técnica da obra
Olga Nenevê – dramaturga/diretora
Eduardo Giacomini – ator/figurinista/cenógrafo
Edith de Camargo – trilha musical
Lucas Amado – iluminador
Elenize Dezgeniski – direção de fotografia/projeções/fotos
Mariana Gómez – preparadora corporal
Alan Raffo – transmissão ao vivo/operador de câmera
Lídia Ueta – operadora de câmera/editora de vídeo
Francisco Santarosa Esmanhoto – técnico de som
Alessandra Nenevê – designer gráfico
Rose Matias e Andria Nenevê – costureira
Jonatas Medeiros – intérprete de libras
Larissa de Lima – assessora de imprensa

Serviço:
AS TRAMOIAS DE JOSÉ NA CIDADE LABIRÍNTICA – teatro filmado
Quando? 06 de março de 2021 às 20h
Onde? Transmissão da peça seguida de conversa aberta com os criadores através do YouTube da companhia:
www.youtube.com/user/Eduolga/featured

Oficina: Dramaturgia – teatro e teatro filmado – com Olga Nenevê
Quando? 08 de março de 2021 das 9h às 13h.
Onde? A oficina será realizada em plataforma online. Inscrições pelo e-mail obragem@grupoobragemdeteatro.com.br com envio de mini bio até o dia 07 de março de 2021.

Instagram: @grupoobragemdeteatro
Facebook: www.facebook.com/obragem
Site: www.grupoobragemdeteatro.com.br
Assessora de Imprensa: Larissa de Lima | 41-98510-6389

PROJETO REALIZADO COM RECURSOS DO PROGRAMA DE APOIO E INCENTIVO À CULTURA – FUNDAÇÃO CULTURAL DE CURITIBA, DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA E DO MINISTÉRIO DO TURISMO.

TODAS AS INFORMAÇÕES CONSTANTES NESTA OBRA SÃO DE RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA DO AUTOR.

“POR TRÁS DA CENA”, PODCAST COM CURADORIA DE MAÍRA LOUR E GILMAR KAMINSKI, REVELA OS PROCESSOS CRIATIVOS DO TEATRO

Maíra Lour e Gilmar Kaminski / Créditos: Eli Firmeza e Carol Castanho.

Feito para interessados em teatro, cada episódio conta com dois artistas criadores compartilhando suas experiências

Dramaturgia, direção de cena, atuação e cenografia são alguns dos conteúdos que o podcast “Por Trás da Cena” traz para discussão em oito episódios lançados às quintas-feiras, de 25 de fevereiro a 15 de abril. Idealizado pela diretora artística Maíra Lour e pelo produtor cultural Gilmar Kaminski, o podcast convida artistas para compartilharem suas experiências, procedimentos, modos de criação e memórias de teatro. Os episódios estão sendo pensados para que curiosos e amantes do teatro possam conhecer mais o dia a dia dos artistas, podendo se tornar uma ferramenta de aprimoramento técnico e artístico de estudantes, profissionais, pesquisadores e interessados nas artes cênicas.

Maíra define a empreitada “como um espaço de troca, conexões e escuta, para revelar o que não se vê: a sala de ensaio, as coxias, os camarins são locais que guardam a intimidade do teatro, o mecanismo todo que se movimenta para que as criações aconteçam”. E, segundo Gilmar, essa foi uma das formas que encontraram para seguir em movimento e promover encontros, mesmo sem a possibilidade da presença física.

Todos os episódios estão sendo produzidos, editados e lançados de forma remota e seguindo os protocolos sanitários de enfrentamento à COVID-19. O podcast é apresentado por Maíra e como convidados, a dupla buscou mesclar artistas curitibanos com artistas de outras regiões do país e de Portugal envolvidos no fazer teatral: dramaturgas/os, atrizes/atores, diretoras/es, cenógrafas/os, iluminadoras/os.

Maíra e Gilmar não pretendem parar nos oito episódios previstos para a temporada. Segundo eles, a ideia é criar conexões entre artistas e dar continuidade a estas conversas descontraídas e necessárias para os tempos atuais em próximas temporadas.

O podcast está disponível nas principais plataformas de streaming de áudio:

Spotify: aqui
Google Podcasts: aqui
Youtube: aqui

CRIADORES
Maíra Lour é diretora teatral, dramaturga e arte educadora. Diretora da Súbita Companhia de Teatro, colaboradora e orientadora do núcleo IMP de pesquisa em dança – Investigação do Movimento Particular e idealizadora do Plataforma – Espaço de Investigação Artística. Artista profundamente interessada pela intersecção entre teatro, dança e literatura. Dedica-se à pesquisa de autoras mulheres latino-americanas; mulheres diretoras de teatro, procedimentos de direção cênica; dramaturgia contemporânea; estudos do corpo dramático-poético e modos colaborativos de criação e produção.

Gilmar Kaminski é produtor cênico graduado pela Universidade Federal do Paraná (2017) e técnico em contabilidade pelo Instituto Federal do Paraná (2011). Desde 2014 atua como produtor na cidade de Curitiba, desenvolvendo projetos nas diversas linguagens artísticas – teatro, música, audiovisual, patrimônio cultural e literatura. É fundador da Flutua Produções e atualmente integra a equipe de produção d’A Armadilha Cia de Teatro e da Bienal de Quadrinhos de Curitiba.

FICHA TÉCNICA
Curadoria: Gilmar Kaminski e Maíra Lour
Apresentação: Maíra Lour
Produção: Gilmar Kaminski – Flutua Produções
Edição de som e vinheta: Álvaro Antonio
Comunicação: Luísa Bonin e Thays Cristine – Platea Comunicação e Arte
Projeto gráfico: Camila Villanova e Victor Uchoa
Realização: Flutua Produções

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo.

ARTISTAS LEONARDA GLÜCK E KATIA HORN TRANSPÕEM A MITOLOGIA DAS FADAS PARA A REALIDADE CONTEMPORÂNEA EM MEMES LITERÁRIOS

As “Fadinhas Fodidas” disponibilizam textos e ilustrações inéditos toda quarta-feira, às 19h, no Instagram do projeto @maisfadinhas

A escritora Leonarda Glück e a artista plástica Katia Horn lançaram, em abril de 2020, a convite da Pomeiro Gestão Cultural, um projeto transmídia que une textos originais de Leonarda com ilustrações inéditas de Katia. Trazendo a mitologia das fadas para a realidade contemporânea, os textos e as imagens utilizam a figura das fadas num tom irônico e com humor ácido para promover reflexões políticas, culturais e sociais. Para conhecer o projeto e as fadas, basta acessar o perfil @maisfadinhas no Instagram.

Com obras que propõem reflexão sobre algo que aconteceu ou está acontecendo na semana em questão, as artistas se dispõem a ler a realidade das mulheres, em especial as brasileiras e latinas, e todas as camadas de machismo, sexismo, homofobia e transfobia que se impõe sobre suas jornadas. “Funciona quase como um meme literário que resume a situação política da semana”, comenta Leonarda Glück. Sobre a empreitada, Katia afirma: “Elas não são fofas e não moram num “felizes para sempre”, então podem gerar desconforto no público, porque elas escancaram nossas tragédias cotidianas”.

Com o projeto na rua desde abril de 2020, as artistas querem lançar um livro com as ilustrações e crônicas, além de, quem sabe, transformar a estética que criaram nas Fadinhas em produtos como camisetas e canecas. Por flertar com a estética pop, muitos fãs do projeto pedem produtos derivados. Porém, para as artistas, a visão é mais ampla: “A ideia é gerar reflexão mesmo, produzir conhecimento, disparar ideias que estimulem o pensamento autônomo nas pessoas que o projeto atingir eventualmente. Tudo isso com humor e cores vibrantes. Esse é o nosso maior sonho”, completa Leonarda.

O projeto começou de modo independente, e agora conta com o incentivo da Lei Aldir Blanc via Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo, que viabilizou, através do projeto “Mais Fadinhas Do Que Nunca”, a criação de 20 novas ilustrações e a produção de um mini documentário sobre o processo de criação das Fadinhas, dirigido pelo cineasta Thiago Bezerra Benites.

Para conhecer e acompanhar cada nova Fadinha, siga o Instagram: www.instagram.com/maisfadinhas/ e a página no Facebook: www.facebook.com/maisfadinhas

Leonarda Glück e Katia Horn

Sobre as artistas

Leonarda Glück
Atriz, dramaturga e diretora curitibana radicada em São Paulo. Co-fundadora da Companhia Silenciosa e do Coletivo Selvática. Graduada em Direção Teatral pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Tem mais de vinte textos encenados por diferentes grupos, companhias e artistas brasileiros e internacionais de diversas linguagens artísticas. Publicou A Perfodrama de Leonarda Glück – Literaturas Dramáticas de Uma Mulher (Trans) de Teatro, coletânea com seis textos teatrais. Seus projetos já foram contemplados por diversas instituições culturais brasileiras, tais como Fundação Cultural de Curitiba, Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, Fundação Nacional das Artes (Funarte), Instituto Itaú Cultural, SESC São Paulo, Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, entre outras. Os trabalhos que levam o nome da artista, sejam eles teatrais, performáticos, literários e/ou audiovisuais, já foram apresentados em diversas cidades do país e de fora dele, bem como publicados em diversas mídias, jornais, revistas e periódicos especializados em arte e cultura. As temáticas principais trabalhadas pela artista são amor, neocolonialismo, globalização, linguística, fronteiras, tecnologia, transexualidade, conflitos mundiais, Brasil, sexo, violência, cultura LGBTQI+, dominação e poder. Atualmente se prepara para estrear o solo Trava Bruta, tendo seu texto sido premiado pelo Edital de Dramaturgia em Pequenos Formatos Cênicos do CCSP 2020. Adiado pela pandemia de covid-19, o espetáculo está previsto para 2021, ano em que a artista completa 25 anos de carreira.

Katia Horn
Nasceu em 1965, em Luzerna, SC. Formou-se em Educação Artística em Dourados, MS, no ano de 1988. Está em Curitiba desde 1990, onde vem pesquisando e desenvolvendo seu trabalho em várias áreas artísticas, partindo das artes visuais para a performance, o teatro, a música e o audiovisual. Nas artes gráficas especificamente, já publicou suas ilustrações em jornais, revistas, ilustrou diversos livros e trabalhou para algumas editoras nacionais ilustrando materiais didáticos. Como artista plástica, tem um caminho de muita pesquisa técnica e estilística, conhecimentos que utiliza muito no seu trabalho como ilustradora.

FICHA TÉCNICA
Textos de Leonarda Glück
Ilustrações de Katia Horn
Produção e Realização: Pomeiro Gestão Cultural
Coordenação de Produção: Igor Augustho
Produção Executiva: Eduardo Alves
Videomaker: Thiago Bezerra Benites
Assessoria de Imprensa e Marketing Digital: Platea Comunicação e Arte, Luisa Bonin e Thays Cristine
Assessoria Jurídica e Contábil: Ivanes Mattos

Projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba, da Prefeitura Municipal de Curitiba e do Ministério do Turismo. Todas as informações constantes nesta obra são de responsabilidade exclusiva das autoras.

JO MISTINGUETT FAZ LIVE PARA LANÇAR “DESTROY THE MUSIC – DYKES”

Jo Mistinguett – Apokalipse Now. Foto por Helen Kaliski

A artista curitibana apresenta o trabalho multimídia que faz referências ao lesbofeminismo e convida as artistas Gisele Dias aka DJ Elle e Carol Shimeji

A multiartista Jo Mistinguett faz uma live no dia 18 de dezembro de 2020 às 20 horas para lançar o single-video arte intitulado de “Destroy The Music – Dykes”. Ela se junta a Carol Shimeji e Gisele Dias Aka DJ Elle. A entrada é gratuita. O link da exibição vai ser exibido no Instagram de Jo Mistinguett – www.instagram.com/jomistinguett – no dia do evento.

O vídeo single foi lançado no dia 4 de dezembro e tem concepção, composição, performance e edição de autoria de Jo Mistinguett, as imagens e interlocução, de Helen Kaliski e a máscara, de Sílvia da Silva e Lua Castilho. Assista ao video clipe:


O trabalho é uma sequência de seu EP Apokalipse Now, de agosto de 2020. “Em Apokalipse Now surgiram algumas reflexões em minha cabeça sobre destruir o que entendemos por música. Acredito na destruição como possibilidade de se construir algo novo”, explica a autora, “e convoco a outras sapatão fazerem o mesmo”. Com referências ao atual contexto social e político do país, o projeto é todo composto por faixas e vídeos produzidos, mixados, gravados e editados por ela em sua casa.

Há 16 anos na cena curitibana atuando como produtora musical, performer, DJ, sonoplasta, compositora de trilhas sonoras originais e pesquisadora de novas tecnologias e novas percepções e experimentações sonoras, Jo se desenvolve em diferentes contextos artísticos. Entre seus trabalhos mais recentes realiza a jam eletrônica, Fenda Profana, em parceria com a artista Gisele Dias e o núcleo de pesquisa e ações em arte lésbica, SAPATARIA, ao lado de Daniele Cristyne e Helen Kaliski. Participou no Festival Motomix The Rokr Festival em 2006 e 2007. Em 2009, a música Girls Speak Louder em parceria com o produtor francês Costello atingiu o topo das listas em portais de DJS como Beatport e Juno Download. Realizou duas turnês na Europa de maneira independente, é co-fundadora da matilha Horrorosas Desprezíveis, com a qual participou do Festival Psicodália em 2019, integra o coletivo Casa Selvática.

– www.jomistinguett.com
– www.instagram.com/jomistinguett 

– www.youtube.com/jomistinguett 
– www.facebook.com/jomistinguettart 
– www.soundcloud.com/jomistinguett 
– www.twitter.com/Jo_Mistinguett 
– twitch.com/jomistinguett

CAROL SHIMEJI é diretora de arte , ilustradora, animadora e vj, atuante na área desde de 1999. Formada em Design Digital pela Universidade Anhembi Morumbi (2003). Realizações artísticas nas áreas de artes visuais/digitais e musicais. Exemplos: animação de abertura da Comic Con Experience (CCXP), o maior evento de cultura pop do Brasil – cliente: HBO Brasil. Ilustração e animação para o festival Satélite 061 (Brasília). Animação “Casal Neura” – cliente: MTV Brasil. Direção de arte para espetáculos musicais como: “Caixa de Memória Nelson Gonçalves 100 anos, na voz de Criolo” – Sesc Pinheiros, 2019. “Eterno Retorno a Mais de Mil, Pepeu Gomes” – Sesc Pompeia, 2019. “Festival Comida de Verdade” – Ocupação 9 de Julho, 2019. “Gero Camilo Canta Belchior”- Caixa Cultural São Paulo, 2018. “África Brasil 40 anos com Jorge Du Peixe, BNegão, Xênia França, Russo Passapusso e Nayra Costa”- Sesc Pinheiros, 2016 e outros. Além da produção de videoclipes para artistas como: Marcia Castro feat. Mayra Andrade, Selvagens à Procura de Lei, Orquestra Jabaquara, Miranda Kassin e outros.

www.youtube.com/perfixduo 

– www.shimejistudio.com

GISELE DIAS (A.K.A. ELLE) é Dj, produtora, atriz, cantora, locutora, dubladora e performer. Suas primeiras experiências como Dj foram tocando black music em campeonatos de surf e skate em Santos – SP. Ainda em 2004 passou a tocar house, progressive house e electro em várias casas noturnas no estado de São Paulo (Santos, Baixada Santista e Guarulhos). Foi 2 vezes Dj convidada da Rádio Jovem Pan de Santos para fazer sets ao vivo. Em 2008 mudou-se definitivamente para Curitiba e tocou em vários clubes e também foi Dj residente do Vox Bar de 2008 à 2017. Produtora da Festa Cabarelle Burlesco desde 2013. Em 2019 iniciou a jam eletro-acústica “Fenda Profana” com a Dj e produtora Jo Misttinguett que através de CDjs, toca-discos, mixers, sintetizadores, efeitos, drum machines e outros equipamentos eletrônicos, sons mecânicos industriais feitos com objetos inusitados, ruídos e beats feitos com colagens instantâneas performados ao vivo pelas próprias artistas – criam uma atmosfera experimental de múltiplas percepções e estilos musicais.

– www.mixcloud.com/gisele-dias_ELLE/
www.instagram.com/giseledias.a.k.a.elle/
www.facebook.com/giseledias.djelle/ 

www.facebook.com/giseledias.a.k.a.Elle
www.twitter.com/DjElleDias

Serviço:
Live Profana
Jo Mistinguett convida Carol Shimeji, Gal Freire, Galiza e Giselle Dias
Sexta, 18 de dezembro de 2020
Das 20 às 21 horas
O link da exibição vai ser exibido no Instagram de Jo Mistinguett – www.instagram.com/jomistinguett – no dia do evento.